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- Com colaboração do Instituto, livro infantil de Edla Zim promove conscientização ambiental
Autora Edla Zim apresentando capa de O Gambazinho Travesso Com participação do Instituto Últimos Refúgios, “O Gambazinho Travesso”, da autora Edla Zim, chega às livrarias no dia 8 de julho. A obra tem a tarefa de aproximar esse marsupial do público infantil e levar conscientização ambiental, seja em casa ou na sala de aula. O prefácio do livro ficou por conta da presidente do Instituto Últimos Refúgios, Iasmin Macedo que buscou introduzir o leitor no universo dos marsupiais e destacar a importância das espécies, tanto na interação humana quanto para a manutenção do planeta. Ela descreve o material como uma forma divertida de crianças terem contato com um assunto tão importante e um estímulo à leitura, o que futuramente poderá ter um impacto positivo na conservação. “Poder colaborar com um material direcionado ao público infantil é super importante e especial. Apresentar para as crianças a fauna presente em nosso país e poder sensibilizá-las sobre a importância desses animais nos trás um pouquinho de esperança”, enfatizou Iasmin, que também é idealizadora do Projeto Marsupiais, fonte de informações para o processo de produção da obra. Páginas do livro O Gambazinho Travesso / ILUSTRAÇÕES: Schi Martins Edla conta que quando decidiu lançar “O Gambazinho Travesso”, começou a fazer pesquisas para embasar as informações ao contar a história. Foi então que se iniciou o contato com o Projeto Marsupiais, assim como o Instituto Últimos Refúgios. “Em uma dessas pesquisas conheci o Projeto Marsupiais e fiquei encantada. Estávamos no período pandêmico e aproveitava para assistir às lives. Foi neste momento que conheci a Iasmin e fiz o convite para prefaciar a obra”, contou a escritora catarinense, que revelou ter o sonho de fazer um evento de lançamento no Espírito Santo e prestigiar todos que lutam pela causa no estado. "Com as informações do instagram do projeto marsupiais, poderemos levar conscientização ambiental para sala de aula através do posfácio do livro" Edla Zim O livro “O gambazinho Travesso”, sucessor de “A Família do Senhor Lagarto”, é o sexto lançamento de Edla Zim. Na história, Tevinho é um dos filhos de uma família de gambás e cativa o leitor com suas travessuras. O livro retrata de forma muito peculiar, a afetividade no ambiente familiar, traço forte na narrativa da escritora. “O Gambazinho Travesso” traz ilustrações de Schi Martins, brasileira que atualmente reside em Barcelona, na Espanha, onde dedica-se ao estudo na área de ilustração. Schi apresenta a família de gambás de forma graciosa através da técnica de aquarela e lápis de cor. A diversão na contação da história nesta obra literária é esperada por conta de um fato inusitado que acontece com um dos gambazinhos. A obra já tem lançamentos agendados nas cidades de Porto Alegre, Braço do Norte, Capivari de Baixo, Florianópolis, Imbituba, Laguna, Rio Fortuna e Tubarão SC. ILUSTRAÇÕES: Schi Martins
- Mês do Meio Ambiente: Instituto Últimos Refúgios participa com palestra no Dia Mundial dos Oceanos
Arte de divulgação do evento O calendário do Instituto não para no mês do meio ambiente. Desta vez, em comemoração ao Dia Mundial dos Oceanos e dos Oceanógrafos (8), o Instituto Últimos Refúgios marcou participação no evento Diálogos em Educação Ambiental nos Oceanos, promovido pelo Centro de Oceanografia da Universidade Federal do Espírito Santo. Na ocasião, Caroline Reis, bióloga atuante em diversas frentes do instituto como os Projetos Vitória da Restinga, Ecofrade e Marsupiais, concedeu uma palestra em que compartilhou experiências no trabalho de educação ambiental, desde o ensino infantil até o superior. Dentre os temas abordados, Caroline ressaltou a importância das metodologias de ensino para alunos com necessidades especiais. Ao falar sobre o Clube de Observadores da Natureza, atividade do Projeto Vitória da Restinga, ela explicou como as tarefas são realizadas com alunos cegos ou com deficiência visual. “De primeira impressão a gente se pergunta: como levar alunos deficientes visuais para um clube de observadores? Nesses casos exploramos exclusivamente outros sentidos como o tato, que é essencial para a pessoa experienciar as sensações, sons e texturas daquele local e entender o que está sendo explicado”, concluiu Reis, que também ressaltou o procedimento adotado com crianças com autismo. “Para ilustrar um ecossistema de maneira adequada, utilizamos um flanelógrafo, que é um cenário, onde o aluno precisa fixar os elementos de fauna e flora nos lugares adequados, o que com a instrução do educador, permite uma maior e mais efetiva interação da pessoa com o conteúdo apresentado”, terminou Caroline. O diálogo aconteceu no formato online e contou com a presença de mais quatro palestrantes; Camilah Antunes Zappes, doutora em Ecologia e Recursos Naturais pela Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (2011); Juliana Fernandes Botelho dos Santos, estudante de oceanografia da UERJ, estagiária do projeto StandUpet; Dr. Paulo Guilherme Vasconcelos de Oliveira, professor associado da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e representante no Conselho Gestor da APA de Fernando de Noronha e Emmanuelly Creio Ferreira, Bióloga e Mestra em Recursos Pesqueiros e Aquicultura- UFRPE e Professora de Ciências e Biologia. Confira como foi o evento:
- No Dia do Meio Ambiente (5), Últimos Refúgios participa de bate-papo promovido pelo Instituto Terra
Ainda no ritmo da semana do meio ambiente, o Instituto Últimos Refúgios esteve presente na Semana Socioecológica do Meio Ambiente, evento em formato de LIVE, realizado no último dia 5 pelo Instituto Terra. Na ocasião, Leonardo Merçon, fotógrafo de natureza e fundador do Instituto Últimos Refúgios, foi convidado para contar histórias vividas com o Instituto Terra e como essas experiências influenciaram na vida em prol do meio ambiente. “Em 2010 fui convidado pelo Sebastião Salgado para fazer vários registros de animais que haviam voltado para o Instituto Terra. Apesar de me sentir muito pressionado por ser um grande fã do trabalho do Sebastião, consegui fazer registros como a foto da jaguatirica, que foi um grande desafio e serviu para me despertar sobre a importância da educação ambiental”, contou Leonardo que se recordou com carinho desse trabalho que posteriormente foi apresentado para crianças das escolas locais de Aimorés, cidade onde o Instituto Terra está sediado. Foto de jaguatirica registrada na sede do Instituto Terra / FOTO: Leonardo Merçon “Quando fizemos uma apresentação para crianças no Instituto Terra, pedi para desenharem o que tinham achado mais importante. Para a minha surpresa, me desenharam enquanto fotografava a jaguatirica. Isso me fez tomar noção da importância do meu trabalho, do peso que posso ter na vida dessas pessoas em um mundo onde influências positivas são tão raras”, concluiu Merçon, que já realizou outros projetos em parceria com o Instituto Terra e outras instituições como a BBC Londres. Também participaram da transmissão os inspiradores profissionais do Instituto Terra, Camila Alves (head de desenvolvimento e negócios sustentáveis no Instituto Terra) e Renivaldo Andrade (técnico em restauração florestal do Instituto Terra), além de Mário Constantino (Head de Comunicação), que mediou toda a conversa. INSTITUTO TERRA O Instituto Terra é uma organização civil sem fins lucrativos fundada em 1998 pelo fotógrafo Sebastião Salgado e sua esposa, Lélia Salgado. Nos últimos 20 anos, realizou o plantio de milhões de árvores na região entre Minas Gerais e Espírito Santo com o objetivo de estimular o desenvolvimento sustentável por meio da recuperação e da conservação das florestas, da proteção das nascentes de água, da educação ambiental e do uso correto dos recursos naturais. Desde então, o Instituto cumpre um papel fundamental na recuperação da primeira área degradada do Brasil a receber o título de Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN). Tal importância criou oportunidades para que a região fosse retratada em obras como "The Green Planet": uma forma de acompanhar o retorno gradual da floresta, da biodiversidade e da água, após um intenso trabalho de restauração ambiental.
- Em parceria com a comunidade, Projeto Vitória da Restinga instala placas na praia de Camburi
Posto que marcou o início das atividades no Atlântica Parque / FOTO: Leonardo Merçon A praia de Camburi amanheceu com uma paisagem um pouco diferente após o último fim de semana. Em importante parceria com a comunidade, o Projeto Vitória da Restinga promoveu a instalação de placas conscientizadoras nos trechos de restinga que correspondem aos bairros de Jardim Camburi e Mata da Praia. Produzidas pelos próprios moradores em ações passadas, as placas têm o objetivo de conscientizar a população a respeito da fauna e flora local e foram distribuídas estrategicamente para serem visualizadas tanto por quem está chegando à praia quanto para quem está vindo do mar. Ao todo foram fincados 46 informativos em uma extensão do Atlântica Parque (Jardim Camburi) até o quiosque 5 (Mata da Praia). FOTOS: Leonardo Merçon Ativo nas atividades da praia de Camburi, o agora presidente da Associação Comunitária de Jardim Camburi (Acjac), Bruno Malias, esteve presente na atividade e valorizou a iniciativa. "Na praia cabe o esporte, o lazer, a contemplação e para isso precisamos da preservação da restinga. É fundamental”, completou o ex-jogador da seleção brasileira de beach soccer, que também produziu sua placa, direcionada para as atividades esportivas no local. Também estiveram presentes na articulação Edelza Villa Flor e Silvia Gomes de Morais, diretoras na Associação de Moradores de Mata da Praia (AMMP), além do Secretário de Meio Ambiente da Prefeitura de Vitória, Tarcisio Föeger, que aproveitou a ocasião para falar sobre as ilhas de vegetação, método de plantio aplicado em alguns pontos da restinga de Camburi. “Também é chamada de técnica de mosaico, em que escolhemos uma curta área para o plantio de espécies de variados tamanhos, que juntas se desenvolvem e formam uma pequena ilha que os animais adoram”, destacou o secretário, que classificou a técnica como inovadora e valorizou a parceria entre Secretaria de Meio Ambiente (Semmam) e Projeto Vitória da Restinga. Trabalho realizado em diversos pontos de Jardim Camburi e Mata da Praia/ FOTOS: Leonardo Merçon Secretário de Meio Ambiente exemplificando uma ilha de vegetação/ FOTO: Vitor Pinheiro Oficina de Placas Em contato com a comunidade dos bairros de Jardim Camburi, Mata da Praia e Jardim da Penha (que cobrem a extensão da praia de Camburi), o Projeto Vitória da Restinga está trabalhando na confecção de placas para conscientizar sobre a importância da proteção da restinga, que é um ambiente frágil e essencial para a proteção das áreas costeiras, em especial no cenário urbano. Confecção de Placas nos bairros de Mata da Praia e Jardim Camburi / FOTOS: Joarley Rodrigues As placas produzidas foram instaladas nos trechos correspondentes aos seus respectivos bairros, todas em pontos estratégicos, para que os frequentadores possam refletir sobre a importância da restinga e da sua preservação. Vale lembrar que a etapa de Jardim da Penha está em fase de ajuste de datas. Após confeccionar todo o material e alinhar com a Prefeitura de Vitória, o Projeto Vitória da Restinga ficará responsável pela instalação das placas. Espera-se que essa ação contribua para sensibilizar as pessoas e incentivar a adoção de práticas sustentáveis e responsáveis em relação ao meio ambiente. FOTOS: Leonardo Merçon Projeto Vitória da Restinga O projeto é uma realização do Instituto Últimos Refúgios. Em parceria com a Vale e a Prefeitura de Vitória busca promover o diálogo com a comunidade por meio de ações de sensibilização ambiental, informando sobre a importância da restinga, a biodiversidade local e o trabalho de revitalização na restinga da Orla de Camburi, em Vitória, capital do Espírito Santo. O objetivo é gerar um efeito positivo para as comunidades locais e ressaltar a importância de conservar a biodiversidade desse ambiente tão impactado pela ação humana. O Instituto Últimos Refúgios faz um agradecimento especial para todo o público presente na ação, além de toda a equipe que tornou possível a realização das atividades. Confira nossa galeria de fotos da ação abaixo:
- Desafio Mundial da Natureza Urbana recebe centenas de registros de espécies na região Metropolitana
Tartaruga-Verde (Chelonia mydas) FOTO: Leonardo Merçon O Instituto Últimos Refúgios participou ativamente do 8º Desafio Mundial da Natureza Urbana, promovido pela plataforma iNaturalist (que busca mapear a biodiversidade em todo o mundo através de fotografias), registrando uma impressionante quantidade de espécies em Vitória - ES. Durante o evento, que ocorreu de 28 de abril a 1 de maio, 1.023 observações foram registradas em todo o estado do Espírito Santo, contabilizando 548 espécies diferentes. Dentre elas, o Instituto Últimos Refúgios realizou 291 observações, com 135 espécies identificadas. Muito desse material foi captado na Área de Proteção Ambiental (APA) Baía das Tartarugas, reconhecida por sua importância ecológica e por abrigar diversas espécies de fauna e flora originárias de regiões costeiras. Em âmbito nacional, o desafio gerou 29.085 observações com 4.810 espécies catalogadas nos poucos dias de evento. Espécies: Beija-Flor-Tesoura (Eupetomena macroura); Cardeal-Do-Nordeste(Paroaria dominicana); Aratu-Vermelho (Goniopsis cruentata); Sagui-de-Cara-Branca (Callithrix geoffroyi) / FOTOS: Leonardo Merçon Os registros fotográficos obtidos fornecem informações valiosas sobre a biodiversidade presente na área. Esses dados contribuirão para estudos científicos, monitoramento de populações e estratégias de conservação apropriadas. A ação do Instituto Últimos Refúgios na Baía das Tartarugas demonstra como a participação da sociedade civil pode fazer a diferença na conservação da natureza. Ao registrar e compartilhar informações, contribui-se para a construção de um banco de dados valioso e estimula-se a valorização dos recursos naturais. Espécies: Aroeira(Schinus terebinthifolia);Leucena (Leucaena leucocephala);Mandacaru-da-Praia (Cereus fernambucensis); Pitangueira(Eugeniauniflora) / FOTOS: Leonardo Merçon iNaturalist Uma iniciativa da Academia de Ciências da Califórnia e da National Geographic Society, o iNaturalist.org é uma rede social com foco em ciência cidadã, que em contato com naturalistas e comunidade científica, se concentra em mapear e identificar a biodiversidade em todo o planeta, compartilhando descobertas com repositórios de dados científicos como o Global Biodiversity Information Facility para auxiliar cientistas do mundo a encontrar e utilizar os seus dados. Reprodução iNaturalist Conheça a comunidade do iNaturalist dedicada ao Projeto de Conservação Baía das Tartarugas. Você pode tirar suas fotos da região e compartilhar na plataforma: APA Baía das Tartarugas O Projeto de Conservação da Baía das Tartarugas tem como objetivo geral realizar e fomentar pesquisas científicas, comunicação (cultural e difusão científica), sensibilização ambiental e fomento ao turismo na Unidade de Conservação APA Baía das Tartarugas, localizada em Vitória-ES. A Área de Proteção Ambiental (APA) Baía das Tartarugas é uma nova Unidade de Conservação (UC) de uso sustentável, que foi decretada pela Prefeitura do Município de Vitória em 2018. A APA, gerida pela Prefeitura Municipal de Vitória, tem o intuito de desenvolver atividades de re-significar a área que possui uma das mais ricas biodiversidades do mundo, mesmo estando localizada em uma área urbana. A região litorânea de Vitória-ES, recentemente, em 2018, tornou-se a primeira Unidade de Conservação Marinha de Vitória por meio do Decreto Municipal nº 17.342, que foi publicado no Diário Oficial do município (BRASIL, 2018). De acordo com este decreto, a nova Área de Proteção Ambiental (APA), que recebeu o título de “Baía das Tartarugas”, envolve toda a Baía de Vitória, englobando a Praia de Camburi, Praia do Canto e Ilhas do Boi e do Frade, somando uma área de 1.685,47 hectares.
- Celebrando seis anos de sucesso: Projeto Marsupiais!
🎉🐾 Celebrando seis anos de sucesso: Projeto Marsupiais! 🐾🎉 Maio é um mês muito especial! Com muita alegria, estamos comemorando seis anos de dedicação e empenho no Projeto Marsupiais, uma iniciativa pioneira e apaixonante de conservação dos marsupiais brasileiros, nossas adoráveis cuícas e gambás. 🌳🌿 Desde o seu início, o Projeto Marsupiais tem trabalhado incansavelmente para proteger essas incríveis criaturas e seu habitat. Por meio de pesquisas, educação e ações práticas, temos buscado aumentar a conscientização a respeito da importância desses animais para nossos ecossistemas e para a biodiversidade do Brasil. Ao longo desses seis anos, alcançamos marcos significativos. Nossos esforços ajudam a garantir que as futuras gerações possam continuar a desfrutar da presença dessas espécies tão especiais. Além disso, nossas iniciativas de educação ambiental têm sido fundamentais para envolver as pessoas nesta causa. Por meio de palestras e materiais educativos, temos incentivado a valorização e o respeito pelos marsupiais, desmistificando e incentivando a coexistência harmoniosa com esses pequenos tesouros da natureza. Soltura de gambá para voltar a viver no seu habitat / VIDEO: Caroline Reis Nosso trabalho não seria possível sem o apoio inestimável de nossos parceiros, voluntários e doadores. Seis anos de conquistas são frutos de uma rede de pessoas apaixonadas pela conservação da biodiversidade, unidas pelo amor aos marsupiais e pela compreensão de que cada ser vivo desempenha um papel fundamental na complexa teia da vida. No entanto, sabemos que ainda há muito a ser feito. Os desafios continuam, e a preservação desses animais demanda um esforço constante e comprometido. Estamos confiantes de que juntos podemos fazer a diferença e assegurar um futuro brilhante para essas adoráveis cuícas e gambás. Neste aniversário de seis anos, gostaríamos de agradecer a todos que têm apoiado nossa causa. Cada ação, seja ela grande ou pequena, contribui para a proteção dessas espécies tão importantes para nós e para a natureza. Contamos com vocês para continuar avançando e preservando a riqueza natural de nosso país. Que seja apenas o começo de uma jornada duradoura e cheia de realizações para juntos, construirmos um futuro em que os marsupiais brasileiros continuem a saltar e a encantar nossos corações. Parabéns, Projeto Marsupiais! Projeto Marsupiais O Projeto Marsupiais é uma iniciativa do Instituto Últimos Refúgios que atua na conservação dos marsupiais brasileiros. Desde 2017 realizamos trabalhos de Pesquisa Científica e Sensibilização Ambiental, sempre buscando a permanência destes animais na natureza. Desenvolvemos pesquisas sobre a fauna nativa de marsupiais presente em unidades de conservação e áreas urbanizadas. Além de contribuir com a comunidade científica, estes estudos levam conhecimento para a população utilizando-se de ferramentas e produtos culturais e educativas, instigando a empatia das pessoas pela natureza e até incentivando o surgimento de novos pesquisadores. Nosso grande objetivo é mostrar a riqueza dessas espécies e sua grande importância para o ecossistema como um todo e para o ser humano em particular. A nossa missão é instigar a empatia das pessoas pelos marsupiais e promover sua conservação. Você pode Acompanhar o Projeto Marsupiais por pela aba Projeto Marsupiais em nosso site e pelas redes sociais.
- Em trabalho de 25 anos, 15 novas espécies de pequenos mamíferos foram registradas no norte do ES
Capa da revista Biociências; edição de 28/03/2023 Estudantes do curso de Biologia na cidade de Linhares tiveram seus trabalhos reunidos para publicação de um levantamento da fauna de pequenos mamíferos na região da foz do rio Doce, área considerada de alta prioridade para estudos de mamíferos, segundo o Instituto de Pesquisas da Mata Atlântica. Com as primeiras amostragens datadas de 30 anos atrás, o compilado intitulado Non-flying small mammals survey at the mouth of the Doce River, southeastern Brazil foi publicado no mês de março, na revista científica Biociências. O projeto, financiado pelos pesquisadores e pelo coordenador, o professor Helder José, registrou 4 ordens, 8 famílias e 15 espécies de pequenos mamíferos na região da foz do Rio Doce, município de Linhares. O estudo teve o objetivo de produzir uma lista de espécies de pequenos mamíferos não voadores da região. Para isso, foram realizadas capturas com armadilhas, que foram parte de seis monografias, resultando em uma única publicação conjunta. O marsupial Didelphis aurita, o Gambá-de-orelha-preta, foi considerada a espécie mais comum na área de observação. Marsupial Cuica-lanosa (Caluromys philander) observado durante o estudo / VIDEO: Iasmin Macedo Coordenador de toda a pesquisa, o professor Helder aponta para o fato de que as espécies capturadas nos fragmentos da foz do Rio Doce não diferem das encontradas nas áreas de Mata Atlântica e proximidades. Segundo ele, o que chamou a atenção foi a escassez de roedores na área de atuação. “Essa ausência nos faz elaborar duas possibilidades: a de que várias espécies não capturadas nunca ocorreram naquele local ou essas várias outras espécies lá ocorrem em densidade muito baixa. Não podemos descartar a possibilidade de que pelo menos algumas espécies estejam localmente extintas por perda de habitat”, concluiu Helder, que ainda deixou claro que mais estudos são necessários para testar todos os cenários na região. Armadilhas de captura em funcionamento/ FOTO: Iasmin Macedo A atual presidente do Instituto Últimos Refúgios, Iasmin Macedo, participou dos últimos resultados das pesquisas da publicação, em 2013 e 2017. Para ela, o registro de espécies nunca apontadas antes na região da foz do Rio Doce é o principal ponto de atenção do estudo, o que tem o poder de estimular novas pesquisas. “Após cerca de cinco anos buscando essa publicação, é muito importante que as pessoas tenham o conhecimento de que essas espécies também estão alí e que precisamos de novos estudos para continuarmos fazendo essas descobertas”, completou Macedo, que com a mesma pesquisa, anteriormente chegou a outra publicação; essa sobre uma nova metodologia de captura de pequenos mamíferos arborícolas. Você pode conferir todos os detalhes dessa difusão aqui. Outro ponto que chama atenção no trabalho são as localidades amostradas. O pesquisador que também fez parte do projeto, Mateus Cruz Loss, relembra que a região é prioritária para realização de estudos devido ao rompimento da barragem de Fundão, que despejou uma carga de rejeitos de mineração, atingindo o oceano através da foz. O processo passou por quatro locais de amostragem, que foram situados em uma Unidade de Conservação, duas matas de cacau (sistemas agroflorestais chamados Cabruca) e um conjunto de fragmentos de vegetação nativa (restinga). “Os resultados mostraram que embora tenham uma diversidade baixa e predominância de espécies arbóreas, as matas de cacau foram capazes de preservar de forma considerável a biodiversidade nativa. Isso demonstra claramente que embora esta cultura altere e prejudique o ambiente natural, ela ainda é capaz de fornecer um ambiente favorável para algumas espécies”, completou Mateus, que é mestre em biologia animal pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Biológicas da Universidade Federal do Espírito Santo. Pesquisadores Helder José, Iasmin Macedo e Mateus Loss (respectivamente da esquerda para a direita na segunda imagem) FOTOS: Iasmin Macedo e Mateus Loss Você pode conferir as vinte e duas páginas de Non-flying small mammals survey at the mouth of the Doce River, southeastern Brazil clicando no botão abaixo: Marmosa murina (Cuica-marrom) / FOTO: Iasmin Macedo Cuica-lanosa-cinza (Marmosa paraguayana) / FOTO: Iasmin Macedo Cuica-lanosa-cinza (Marmosa paraguayana) jovem / FOTO: Iasmin Macedo Projeto Marsupiais O Projeto Marsupiais é uma iniciativa do Instituto Últimos Refúgios que atua na conservação dos marsupiais brasileiros. Desde 2017 realizamos trabalhos de Pesquisa Científica e Sensibilização Ambiental, sempre buscando a permanência destes animais na natureza. Desenvolvemos pesquisas sobre a fauna nativa de marsupiais presente em unidades de conservação e áreas urbanizadas. Além de contribuir com a comunidade científica, estes estudos levam conhecimento para a população utilizando-se de ferramentas e produtos culturais e educativas, instigando a empatia das pessoas pela natureza e até incentivando o surgimento de novos pesquisadores. Nosso grande objetivo é mostrar a riqueza dessas espécies e sua grande importância para o ecossistema como um todo e para o ser humano em particular. A nossa missão é instigar a empatia das pessoas pelos marsupiais e promover sua conservação. Você pode Acompanhar o Projeto Marsupiais por pela aba Projeto Marsupiais em nosso site e pelas redes sociais.
- Com moradores, Projeto Vitória da Restinga realiza mais uma oficina de placas em Mata da Praia
Placas prontas em Parceria com a AMMP / FOTO: Joarley Rodrigues No último dia 6, durante a festa de aniversário do bairro Mata da Praia, Vitória - ES, o Projeto Vitória da Restinga, junto à Associação de Moradores da Mata da Praia (AMMP) realizou mais uma oficina de placas com a comunidade. Durante o evento, realizado na praça Márcio Sarmento, em Mata da praia, os moradores, auxiliados pela equipe Vitória da Restinga, confeccionaram 30 placas que serão fincadas ao longo da restinga da praia de Camburi. O objetivo dos informativos é conscientizar a população a respeito da fauna e flora local. Nessa ocasião, a iniciativa teve ampla participação do público infantil, que acompanhados pelos pais escreveram frases como “cuide da restinga” e “pense no filhote que ainda vai nascer”. FOTOS: Joarley Rodrigues Entre outras atividades convidadas pela AMMP, o evento contou com a participação da Mascote Coruja Atena e a realização de jogos educativos, aplicados pelas educadoras ambientais do projeto. FOTOS: Joarley Rodrigues Oficina de Placas Em contato com as associações de moradores dos bairros de Jardim Camburi, Mata da Praia e Jardim da Penha (que cobrem a extensão da praia de Camburi), o Projeto Vitória da Restinga está trabalhando na confecção de placas para conscientizar sobre a importância da proteção da restinga, que é um ambiente frágil e essencial para a proteção das áreas costeiras, em especial no cenário urbano. As placas produzidas pelas associações, serão instaladas nos trechos correspondentes aos seus respectivos bairros, todas em pontos estratégicos, para que os frequentadores possam refletir sobre a importância da restinga e da sua preservação. Vale lembrar que a etapa de Jardim Camburi já foi realizada e a ação com os moradores de Jardim da Penha está em fase de ajuste de datas. Após confeccionar todo o material e alinhar com a Prefeitura de Vitória, o Projeto Vitória da Restinga ficará responsável pela instalação das placas. Espera-se que essa ação contribua para sensibilizar as pessoas e incentivar a adoção de práticas sustentáveis e responsáveis em relação ao meio ambiente. Projeto Vitória da Restinga O projeto é uma realização do Instituto Últimos Refúgios. Em parceria com a Vale e a Prefeitura de Vitória busca promover o diálogo com a comunidade por meio de ações de sensibilização ambiental, informando sobre a importância da restinga, a biodiversidade local e o trabalho de revitalização na restinga da Orla de Camburi, em Vitória, capital do Espírito Santo. O objetivo é gerar um efeito positivo para as comunidades locais e ressaltar a importância de conservar a biodiversidade desse ambiente tão impactado pela ação humana. O Instituto Últimos Refúgios faz um agradecimento especial para todo o público presente na ação, além de toda a equipe que tornou possível a realização das atividades. FOTOS: Joarley Rodrigues
- Livro sobre a restinga da Praia de Camburi está sendo produzido pelo Instituto Últimos Refúgios
FOTO: Leonardo Merçon Com objetivo de dar visibilidade à revitalização da restinga da praia de Camburí (parte do Termo de Compromisso Ambiental assinado pela Vale), a região litorânea do município de Vitória - ES receberá mais um lindo projeto cultural. Trata-se do livro “Vitória da Restinga”, título que dá nome a um dos projetos do Instituto Últimos Refúgios . A obra, que tem previsão de lançamento para o segundo semestre de 2023, tem como proposta a apresentação dos elementos naturais e culturais relacionados à restinga da Praia de Camburi; para isso serão utilizados textos e imagens do fotógrafo de natureza Leonardo Merçon e convidados, para oferecer uma experiência de contemplação da riqueza da fauna e flora local. FOTOS: Leonardo Merçon e Caroline Reis O livro será publicado nos idiomas português e inglês e além do formato impresso será adaptado para o formato Daisy, que inclui audiodescrição e narração para torná-lo acessível a pessoas com deficiência visual. O material escolhido para a versão impressa foi o papel com certificação FSC (Forest Stewardship Council® – Conselho de Manejo Florestal) para a impressão, o que reforça o compromisso com a sustentabilidade. Junto à publicação, o Instituto Últimos Refúgios planeja uma exposição de lançamento, com as principais fotos e histórias do material, além de ações de sensibilização para escolas da rede municipal de Vitória. O objetivo é incentivar a conservação e o uso sustentável da área de restinga. O Livro "Vitória da Restinga é uma realização do Instituto Últimos Refúgios, Projeto Vitória da Restinga e Projeto de Conservação da Baía das Tartarugas, com o patrocínio do Instituto Cultural Vale; parceria: Prefeitura Municipal de Vitória. A iniciativa de produzir a obra e realizar as ações de sensibilização é uma forma de valorizar a cultura e a natureza da região de Camburi, destacando a importância da preservação da restinga e incentivando a população local a participar desse processo. O trabalho com a área demonstra a importância da união de esforços em prol da preservação ambiental e o compromisso de contribuir para um futuro mais sustentável. coruja - buraqueira / FOTO: Leonardo Merçon Restinga da Praia de Camburi e TCA Por meio do Projeto Vitória da Restinga, o Instituto Últimos Refúgios busca incentivar a conservação e interação da sociedade com a Restinga presente na praia de Camburi. O ecossistema retêm uma biodiversidade incrível e tem uma função social de suma importância, mantendo as areias da praia em seu devido lugar e evitando que o mar chegue no limite das áreas urbanas. Junto à Prefeitura de Vitória e a Vale, o Projeto contribui para cumprir com o Termo de Compromisso Ambiental (TCA). Uma das atribuições do TCA, é recuperar a restinga ao longo dos 6 Km da Praia de Camburi, plantando mudas nativas e garantindo a manutenção de espécies, além da segurança do bioma. O Termo de Compromisso é um documento assinado por Vale, Ministério Público Federal e Estadual, além do Instituto Estadual de Meio Ambiente (IEMA), Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semmam) e Associações de Moradores da Orla de Camburi. Projeto Vitória da Restinga O projeto é uma realização do Instituto Últimos Refúgios. Em parceria com a Vale e a Prefeitura de Vitória busca promover o diálogo com a comunidade por meio de ações de sensibilização ambiental, informando sobre a importância da restinga, a biodiversidade local e o trabalho de revitalização na restinga da Orla de Camburi, em Vitória, capital do Espírito Santo. O objetivo é gerar um efeito positivo para as comunidades locais e ressaltar a importância de conservar a biodiversidade desse ambiente tão impactado pela ação humana.
- Semana da Restinga: Projeto Vitória da Restinga participa de atividades no Parque Botânico da Vale
Apresentação em palestra para a escola EEEFM Nova Carapina / FOTO: Laiz Pontes Baptista Em comemoração ao Dia da Restinga (28/04), nos dias 27 e 29 de abril, o Projeto Vitória da Restinga participou de uma série de atividades realizadas no Parque Botânico da Vale. Chamada de Semana da Restinga, a programação, que contou com atividades direcionadas ao público adulto e infantil, inicialmente teve o apoio do projeto na tarde do dia 27 com uma palestra na qual a restinga foi apresentada para alunos da EEEFM Nova Carapina, escola de ensino fundamental do município da Serra. Jogo Trilha Ecológica sendo aplicado para os alunos da escola EEEFM Nova Carapina / FOTO: Laiz Pontes Baptista A aula foi ministrada pelas biólogas Anna Flávia Sacchetto e Marina Mello, que abordaram temas como a importância da restinga para a sociedade e suas características. Posteriormente a equipe de educação ambiental aplicou o jogo Trilha Ecológica, que teve a função de reforçar o conteúdo teórico trabalhado anteriormente. Ao final o projeto acompanhou os alunos em uma trilha por um trecho de mata atlântica, situado dentro do parque. Já no dia 29, foi realizada uma campanha ecológica, que ofereceu uma palestra para os presentes, além de atividades para o público infantil, como os jogos Trilha Ecológica e Jogo da Memória da Restinga, além de pintura corporal. O evento ainda contou com a participação da mascote Coruja Atena, que animou as crianças e provocou interação com todo o plano de atividades. FOTOS: Vitor Pinheiro Projeto Vitória da Restinga O projeto é uma realização do Instituto Últimos Refúgios. Em parceria com a Vale e a Prefeitura de Vitória busca promover o diálogo com a comunidade por meio de ações de sensibilização ambiental, informando sobre a importância da restinga, a biodiversidade local e o trabalho de revitalização na restinga da Orla de Camburi, em Vitória, capital do Espírito Santo. O objetivo é gerar um efeito positivo para as comunidades locais e ressaltar a importância de conservar a biodiversidade desse ambiente tão impactado pela ação humana. O Instituto Últimos Refúgios faz um agradecimento especial para todo o público presente na ação, além de toda a equipe que tornou possível a realização das atividades. FOTOS: Vitor Pinheiro
- Fantástico exibe o documentário "The Green Planet" com a participação do Instituto Últimos Refúgios
Divulgação: BBC Earth No início do mês de março, o programa “Fantástico” da TV Globo exibiu o quinto episódio do documentário The Green Planet, intitulado “Human Worlds”. Na adaptação, a produção da BBC ganhou narração da jornalista Sônia Bridi, que detalhou a batalha das plantas pela sobrevivência em um mundo que vive constante transformação. O Instituto Últimos Refúgios, através do fundador e fotógrafo de natureza, Leonardo Merçon, teve importante participação na captação de imagens para o produto. Nas filmagens, que aconteceram na sede do Instituto Terra, em Aimorés, Minas Gerais, Leonardo atuou como cinegrafista, inclusive utilizando uma armadilha de captação de imagens em vídeo de alta resolução. Equipamento utilizado para captação de imagens no Instituto Terra / FOTOS: Leonardo Merçon Merçon conta que criar imagens de natureza para esse projeto foi muito importante porque desde criança é fã da BBC, que para ele, é uma das melhores produtoras do mundo, com os melhores documentários de história natural. "Sou muito fã do David Attenborough que narra a série. Ter as minhas imagens com a narração dele foi algo que eu nunca imaginaria, sempre trabalhei duro, mas achava inalcançável! Fiquei muito feliz, principalmente porque foi uma indicação do Instituto Terra e de amigos que confiaram no meu trabalho. Espero ter feito o meu melhor. Fiquei feliz de ter conseguido registrar muitos animais, inclusive onças, macacos e lobos!", finaliza. FOTO: Leonardo Merçon Você pode conferir The Green Planet - Human Worlds, logo abaixo: A série Premiada com o Panda Awards (Green Oscar), The Green Planet, do produtor executivo Mike Guton, é uma série documental com 5 episódios, onde o naturalista britânico, David Attenborough, viaja por várias partes do mundo, exibindo histórias e particularidades do universo das plantas. Usando um aparato tecnológico especial, a filmografia da série mostra perspectivas que prometem surpreender o espectador. INSTITUTO TERRA O Instituto Terra é uma organização civil sem fins lucrativos fundada em 1998 pelo fotógrafo Sebastião Salgado e sua esposa, Lélia Salgado. Nos últimos 20 anos, realizou o plantio de milhões de árvores na região entre Minas Gerais e Espírito Santo com o objetivo de estimular o desenvolvimento sustentável por meio da recuperação e da conservação das florestas, da proteção das nascentes de água, da educação ambiental e do uso correto dos recursos naturais. Desde então, o Instituto cumpre um papel fundamental na recuperação da primeira área degradada do Brasil a receber o título de Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN). Tal importância criou oportunidades para que a região fosse retratada em obras como "The Green Planet": uma forma de acompanhar o retorno gradual da floresta, da biodiversidade e da água, após um intenso trabalho de restauração ambiental. Equipe Últimos Refúgios em ação / FOTOS: Leonardo Merçon
- Projeto Vitória da Restinga arrecada mais de 60kg de tampas plásticas destinadas à castração animal
Arrecadação no encerramento do "Praia Limpa 2023"/ FOTO: João Pedro Zanardo O Projeto Vitória da Restinga aderiu em 2022 à iniciativa de arrecadação de tampinhas da Ong Pra Mia, que realiza a coleta de tampas plásticas para a castração de cães e gatos em situação de rua. De lá pra cá foram cerca de 63 kg de material arrecadado ao longo de sete meses. O recolhimento é executado durante ações externas do Projeto Vitória da Restinga, que disponibiliza um ponto para arrecadação, além de atender internamente a todos os colaboradores do Instituto Últimos Refúgios. Os animais beneficiados são resgatados pela própria Ong Pra Mia, que após o tratamento necessário, promove a adoção dos cães e gatos. FOTOS: João Pedro Zanardo COMO PARTICIPAR? Para participar, basta separar as tampinhas plásticas dos seguintes modelos: de bebidas, como refrigerantes, sucos e leite; lacres metálicos, como os encontrados em latas de refrigerante; de produtos de higiene pessoal, como shampoo, cremes e pasta de dente; produtos de limpeza como detergente, sabão líquido e desinfetante, além de outros materiais diversos como tampas de caneta, de embalagens de sorvete, manteiga e etc. No entanto, é importante lembrar que alguns materiais não são aceitos, como embalagens de batons, válvulas pump (comuns em cremes para o corpo), tampas metálicas (como as encontradas em garrafas de cerveja) e lixo plástico. O processo de recolhimento das tampinhas é simples: o público leva os materiais até o ponto de coleta, onde voluntários fazem a triagem e separam por tipo e cor. Depois, o material é vendido para a reciclagem e todos os recursos obtidos vão para a castração de animais do projeto Pra Mia e de parceiros. FOTOS: João Pedro Zanardo Para a castração de uma cadela de porte médio, são necessárias cerca de 240.636 tampas, o que demonstra a importância da participação de todos na coleta desses materiais. Atualmente existem mais de 200 pontos de coleta espalhados pela Grande Vitória. Você pode conferir abaixo: O Projeto Vitória da Restinga, junto à Ong Pra Mia, acredita que essa iniciativa pode ser replicada em diversas cidades, ajudando não só os animais em situação de rua, mas também contribuindo para a preservação do meio ambiente. Por isso, faça sua parte e ajude a transformar plástico em cuidado animal. Projeto Vitória da Restinga O projeto é uma realização do Instituto Últimos Refúgios. Em parceria com a Vale e a Prefeitura de Vitória busca promover o diálogo com a comunidade por meio de ações de sensibilização ambiental, informando sobre a importância da restinga, a biodiversidade local e o trabalho de revitalização na restinga da Orla de Camburi, em Vitória, capital do Espírito Santo. O objetivo é gerar um efeito positivo para as comunidades locais e ressaltar a importância de conservar a biodiversidade desse ambiente tão impactado pela ação humana.












