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- Instituto Últimos Refúgios no Simbioma 2026
Durante os três dias do evento, realizado no Instituto Nacional da Mata Atlântica, o Instituto Últimos Refúgios (IUR) apresentou iniciativas voltadas à conservação da biodiversidade capixaba e participou de momentos de troca e integração com pesquisadores, instituições e público. Entre os dias 19 e 21 de agosto, o IUR esteve presente no Simbioma 2026 Simpósio sobre a Biodiversidade da Mata Atlântica, realizado pela SAMBIO no Museu Mello Leitão / Instituto Nacional da Mata Atlântica (INMA), em Santa Teresa (ES). Com a programação deste ano dedicada aos ecossistemas aquáticos da Mata Atlântica, o evento reuniu pesquisadores, estudantes, instituições, gestores e profissionais envolvidos com a conservação da biodiversidade. Durante os três dias, o Instituto manteve um estande expositivo no evento, apresentando parte dos projetos desenvolvidos ao longo de sua trajetória. A iniciativa permitiu aproximar o público de diferentes ações de pesquisa, documentação, educação ambiental e sensibilização realizadas pelo Últimos Refúgios no Espírito Santo. Entre os projetos apresentados esteve o Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas, que levou ao espaço materiais de divulgação, banners, folders, adesivos e réplicas de espécies associadas aos manguezais, como o caranguejo-uçá, do guaiamum e o aratu. Os materiais ajudaram a apresentar ao público a importância desses ambientes e a biodiversidade que depende deles. Fotos: Marcella Rosa e Leonardo Merçon O Projeto Vitória da Restinga também esteve presente no estande, com jogos e atividades interativas voltadas à educação ambiental. Já o Projeto Marsupiais apresentou materiais e sua loja, além de exemplares utilizados em ações educativas como o gambá-de-orelha-preta taxidermizado, aproximando o público do conhecimento sobre a fauna e a importância da conservação dessas espécies. O estande também reuniu os livros já produzidos pelo Instituto, que registram diferentes projetos e territórios da biodiversidade capixaba. Uma televisão permaneceu durante o evento exibindo vídeos de outras iniciativas realizadas pela organização, permitindo que os visitantes conhecessem um pouco mais da atuação do Últimos Refúgios para além dos projetos apresentados presencialmente. Fotos: Marcella Rosa Fotografia e biodiversidade capixaba A participação do Instituto no Simbioma também contou com a exposição “Biodiversidade Capixaba”, de Leonardo Merçon, no Museu de Biologia Professor Mello Leitão, no Auditório Augusto Ruschi. A mostra reúne 11 fotografias da biodiversidade e dos diferentes ambientes da Mata Atlântica no Espírito Santo. Celebrando os 20 anos de trajetória de Merçon na fotografia de natureza, a exposição parte da ideia de que “Quando conhecemos a natureza de perto, passamos a enxergar também a importância de protegê-la”, utilizando a fotografia como uma forma de aproximar o público da biodiversidade capixaba e despertar um olhar mais atento para sua conservação. Com curadoria de Iasmin Macedo e organização visual da Marcella Rosa, ambas do Instituto Últimos Refúgios, a mostra pode ser visitada até 1º de novembro. Fotos: Leonardo Merçon Trocas, conhecimento e integração Além da apresentação dos projetos, a participação no Simbioma proporcionou momentos de encontro com outras instituições e iniciativas ligadas à conservação. A presença de diferentes expositores possibilitou a troca de experiências e conhecimentos sobre espécies, ecossistemas e estratégias de proteção da biodiversidade. A equipe do Instituto também participou de atividades de integração promovidas durante o evento, como o Kahoot e o bingo. Entre os resultados, a equipe conquistou o primeiro lugar no Kahoot de Ornitologia, além de segundos lugares e outras premiações nas rodadas de bingo. Os momentos de descontração mostraram como o conhecimento também pode ser compartilhado de maneira leve e interativa. Fotos: Leonardo Merçon Durante a programação, o diretor e fundador do Instituto Últimos Refúgios, Leonardo Merçon, também teve um momento de fala para apresentar parte da trajetória da organização e seu trabalho em defesa da biodiversidade. Fotos: Marcella Rosa Uma experiência que vai além do evento Durante a participação no Simbioma, a equipe ficou hospedada na Pousada Villa Theodora, em Santa Teresa, experiência que também permitiu conhecer uma iniciativa de turismo integrada à valorização da natureza. A recepção de Cláudia e Sérgio, responsáveis pela pousada, marcou a estadia da equipe, que encontrou no espaço uma proposta de contato cuidadoso e consciente com o ambiente. A experiência reforçou a possibilidade de conciliar hospitalidade, turismo e valorização da natureza, mostrando como o turismo de natureza pode contribuir para aproximar visitantes dos territórios e de sua biodiversidade. Fotos Marcella Rosa e Ingrid Cole Ao longo dos três dias, a equipe formada por Leonardo Merçon, Ingrid Cole, Henrique Mariano, Vieira Mota e Marcella Rosa acompanhou a programação, apresentou os projetos e participou das atividades do Simbioma. A presença no evento reforça uma das frentes de atuação do Instituto Últimos Refúgios: usar a fotografia, a comunicação, a educação e a produção cultural como ferramentas para aproximar as pessoas da biodiversidade e fortalecer sua conservação. Criado em 2006, o Instituto Últimos Refúgios é uma organização socioambiental sem fins lucrativos que desenvolve projetos voltados à documentação, pesquisa, educação e sensibilização ambiental, contribuindo para o conhecimento e a valorização da biodiversidade da Mata Atlântica.
- Fórum Manguezal 2026: conservação dos manguezais capixabas
Fórum Manguezal 2026 Fórum Manguezal 2026 acontece em Anchieta-ES no dia 26 de agosto de 2026. Um encontro dedicado à conservação dos manguezais, à gestão integrada desses ecossistemas e à troca de experiências municipais no Espírito Santo. Fui convidado pela Prefeitura de Anchieta, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, a apresentar o trabalho do Instituto Últimos Refúgios com os manguezais capixabas. O evento será realizado no Parque Sede da RDS Papagaio (celebrando os 5 anos da inauguração do espaço), em Anchieta, com o tema “Gestão integrada dos manguezais: experiências municipais e estratégias para conservação no Espírito Santo”. A programação reunirá gestores públicos, pesquisadores, universidades, organizações da sociedade civil e profissionais da área ambiental para discutir caminhos de conservação, turismo sustentável, restauração e valorização do patrimônio natural e cultural associado aos manguezais. Programação Programação O Fórum Manguezal 2026 começa com uma apresentação de Leonardo Merçon, fotógrafo de natureza e fundador do Instituto Últimos Refúgios com o tema “Manguezais Capixabas: patrimônio natural que conecta pessoas e territórios”. A palestra apresentará experiências ligadas ao trabalho do Instituto Últimos Refúgios com a valorização dos manguezais do Espírito Santo, especialmente o projeto “Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas”, realizado em parceria com a SEAMA e o FUNDÁGUA. Ao longo do dia, o evento também contará com mesas temáticas sobre governança dos manguezais capixabas, conservação e restauração, turismo sustentável em ambientes costeiros, além de um painel com experiências municipais na gestão dos manguezais. A Mesa Temática I, apresentada por Thaís Volpi, com o tema “Governança dos Manguezais Capixabas: avanços, desafios e articulação entre instituições”, discutirá a importância da cooperação entre municípios, órgãos públicos, instituições de pesquisa e sociedade civil para fortalecer a gestão dos manguezais no estado. Já Marlon Carlos França conduz a Mesa Temática II, com o tema “Conservação e Restauração dos Manguezais: Projeto Vozes do Manguezal”. A apresentação trará reflexões e experiências sobre ações de conservação, recuperação ambiental e envolvimento social em territórios de manguezal. Wallace Barbosa apresenta a Mesa Temática III, com o tema “Turismo Sustentável em Ambientes Costeiros: experiências e oportunidades para conservação dos manguezais”. A proposta é discutir como o turismo pode ser desenvolvido de forma responsável, valorizando os ambientes costeiros e contribuindo para a conservação dos manguezais. Também acontecerá o Painel de Experiências Municipais, com a apresentação de ações desenvolvidas na gestão dos manguezais. Esse momento será dedicado ao compartilhamento de práticas, desafios e soluções adotadas por municípios na proteção desses ecossistemas. Ao final, será realizada a apresentação institucional do Expedição Benevente, novo projeto da Prefeitura de Anchieta voltado à interpretação ambiental, ao turismo sustentável e à valorização do patrimônio natural do município. Por que falar sobre manguezais? Os manguezais estão entre os ecossistemas mais importantes do litoral. Eles funcionam como berçários naturais para diversas espécies, protegem a linha de costa, armazenam carbono, ajudam na qualidade da água e sustentam atividades como a pesca artesanal e o turismo de natureza. Apesar de sua importância, ainda são ambientes muito pressionados pela ocupação desordenada, poluição, aterros, desinformação e perda de áreas naturais. Por isso, eventos como o Fórum Manguezal 2026 são importantes para aproximar conhecimento técnico, gestão pública, comunidades e instituições que atuam pela conservação. 📅 Data: 26 de agosto de 2026 📍 Local: Parque Sede da RDS Papagaio, Anchieta/ES 🌿 Tema: Gestão integrada dos manguezais: experiências municipais e estratégias para conservação no Espírito Santo. Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas O Projeto ENTRE RAÍZES E MARÉS: MANGUEZAIS CAPIXABAS é uma realização do Instituto Últimos Refúgios em parceria com o FUNDÁGUA. Até o momento, conta com o apoio de importantes instituições que fortalecem sua execução no território, como o Grupo Águia Branca, a Prefeitura de Aracruz, o SESC Aracruz, o IMD, por meio do Projeto Caiman e IEMA, Manguejar e IBRAFF, que somam esforços técnicos e institucionais à iniciativa. PARTICIPE TAMBÉM: Tem interesse em ser parceiro deste projeto? Entre em contato. Acreditamos que a colaboração é a chave para a mudança! Ficha técnica MANGUEZAIS Coordenação Geral - Leonardo Merçon Coordenação de Produção - Raphael Gaspar Assistente de Coordenação - Henrique Mariano Coordenação de Pesquisa (Biodiversidade, Social e Ameaças) - Iasmin Macedo Consultoria em Gerenciamento Costeiro, Manguezal e Socioeconomia - Danielle Awabdi Consultoria em Ecossistema Manguezal - Professora Mônica Tognella Pesquisa de Biodiversidade - Thiago Silva-Soares Pesquisa Social - Daniela Gerhard Fotografia (Direção e Captação) - Leonardo Merçon Assistente de Fotografia / Apoio Técnico - Felipe Facini Ilustração - Jenifer Zamperlini Logger e Organização do Banco de Imagens - Marcella Rosa Editoração do Livro - Danielle Awabdi Textos para o livro - Rafael de Rezende Coelho Design Gráfico - Felipe Facini Educação Ambiental - Caroline Reis Administrativo e Financeiro - Thiago Negrelli Contabilidade - Orbis Contabilidade Apoio administrativo - Thiago dos Santos Nunes
- Instituto Últimos Refúgios no Simbioma 2026
Entre os dias 19 e 21 de agosto, Santa Teresa receberá a 14ª edição do Simbioma: Simpósio sobre a Biodiversidade da Mata Atlântica, um dos encontros voltados à ciência e à conservação da biodiversidade no Espírito Santo. Em 2026, o evento tem como tema “Ecossistemas aquáticos da Mata Atlântica: da integridade dos rios à sustentabilidade dos territórios”. xvi simbioma O Instituto Últimos Refúgios participa mais uma vez do Simbioma, dando continuidade a uma parceria construída ao longo dos anos com o Museu de Biologia Prof. Mello Leitão e o Instituto Nacional da Mata Atlântica (INMA). A participação do Instituto acompanha a trajetória do evento desde suas primeiras edições, por meio de ações de comunicação, divulgação científica, educação ambiental e valorização da biodiversidade. Ecossistemas aquáticos em destaque A edição deste ano chama atenção para ambientes essenciais à Mata Atlântica, como rios, nascentes, córregos, áreas úmidas e manguezais. Esses ecossistemas estão diretamente ligados à manutenção da biodiversidade, à qualidade da água e ao equilíbrio dos territórios. Fotos: Leonardo Merçon Discutir sua conservação significa também compreender a relação entre floresta, água, fauna, comunidades e cidades. A degradação desses ambientes pode afetar tanto a biodiversidade quanto a qualidade de vida das populações que dependem deles. Um tema que também faz parte dos projetos do Instituto A temática do Simbioma dialoga diretamente com diferentes projetos desenvolvidos pelo Últimos Refúgios no Espírito Santo. Entre eles está “Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas”, projeto dedicado à documentação e valorização dos manguezais do Estado, e o documentário “Águas do Itapemirim”, que aborda a importância dos rios e sua relação com os territórios e a biodiversidade. Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas Por meio da fotografia, do audiovisual, da educação ambiental e da divulgação científica, o Instituto busca aproximar a sociedade dos ambientes naturais e contribuir para que o conhecimento sobre a biodiversidade também seja uma ferramenta de conservação. Instituto estará presente durante o evento Durante os três dias de programação, o Instituto Últimos Refúgios estará presente com estande, materiais educativos e conteúdos sobre seus projetos, além de participar desse espaço de troca entre pesquisadores, estudantes, instituições e comunidade. Fotos: Leonardo Merçon A presença no Simbioma reforça o compromisso do Instituto com a divulgação da biodiversidade capixaba e com a construção de parcerias que aproximem ciência, comunicação e conservação. 📍 Santa Teresa – ES 📅 19 a 21 de agosto de 2026 Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas. O Projeto ENTRE RAIZES E MARÉS: MANGUEZAIS CAPIXABAS é uma realização do Instituto Últimos Refúgios e FUNDÁGUA, com parceria do Grupo Águia Branca, Prefeitura de Aracruz e SESC Aracruz. PARTICIPE TAMBÉM: Tem interesse em ser parceiro deste projeto? Entre em contato. Acreditamos que a colaboração é a chave para a mudança! Ficha técnica MANGUEZAIS Coordenação Geral - Leonardo Merçon Coordenação de Produção - Raphael Gaspar Assistente de Coordenação - Henrique Mariano Coordenação de Pesquisa (Biodiversidade, Social e Ameaças) - Iasmin Macedo Consultoria em Gerenciamento Costeiro, Manguezal e Socioeconomia - Danielle Awabdi Consultoria em Ecossistema Manguezal - Professora Mônica Tognella Pesquisa de Biodiversidade - Thiago Silva-Soares Pesquisa Social - Daniela Gerhard Fotografia (Direção e Captação) - Leonardo Merçon Assistente de Fotografia / Apoio Técnico - Felipe Facini Ilustração - Jenifer Zamperlini Logger e Organização do Banco de Imagens - Marcella Rosa Editoração do Livro - Danielle Awabdi Textos para o livro - Rafael de Rezende Coelho Design Gráfico - Felipe Facini Educação Ambiental - Caroline Reis Administrativo e Financeiro - Thiago Negrelli Contabilidade - Orbis Contabilidade Apoio administrativo - Thiago dos Santos Nunes
- Projeto Vitória da Restinga realizará ação de limpeza no Clean Up Day
Neste sábado (18) acontecerá o Clean Up Day, evento global que promove ações simbólicas de limpeza das praias em diversos lugares do mundo. O evento busca sensibilizar a população sobre a importância de reduzir o consumo de plástico e sobre o descarte adequado de outros resíduos sólidos. Para celebrar a data, o Projeto Vitória da Restinga convida você para participar da ação de limpeza que acontecerá na Orla de Camburi, em Vitória/ES, no próximo sábado, 18 de setembro. A concentração será entre o quiosque “Moqueca Prime” (K4) e o quiosque Maho Gastrobar (K5), em frente ao estacionamento, com início às 8h e encerramento às 11h. O objetivo é mobilizar os participantes a unirem forças para sensibilizar a população sobre o descarte correto dos resíduos. O trabalho contará com ajuda de embarcações, para limpeza das ilhas, e culminará na confecção do "Gigante de lixo" com todo o material recolhido. A ação terá apoio da Prefeitura de Vitória, Capitania dos Portos, Corpo de Bombeiros, Marinha do Brasil, IPRAM – Instituto de Pesquisa e Reabilitação de Animais Marinhos do Espírito Santo e outros parceiros. A equipe fornecerá todas as instruções e informações necessárias em um ponto de apoio, com direito a água e frutas para os voluntários. Para contribuir com o meio ambiente e evitar o consumo de plástico, é fundamental que cada participante leve seu próprio recipiente (copo, garrafa ou caneca). Também é recomendável usar luvas de proteção durante o trabalho de limpeza. A ação será focada na restinga, exigindo cuidado redobrado para não comprometer a vegetação e garantir a segurança da biodiversidade local. A ação cumprirá todos os protocolos de segurança sanitária contra a COVID-19, com uso obrigatório de máscaras, higienização das mãos com álcool em gel e distanciamento social em áreas abertas. Venha prestigiar o Clean Up Day com a gente! Juntos somos mais!
- Vitória da Restinga participa do Mês da Conduta Consciente nas Praias no Parque Costeiro
O Projeto Vitória da Restinga, iniciativa do Instituto Últimos Refúgios em parceria com o Parque Costeiro, realizou, nos dias 1º e 2 de agosto, as atividades Oficina de Colorir e Clube de Observadores da Natureza, integrando a programação do Mês da Conduta Consciente nas Praias, promovido pelo parque. Foto: Victória Campos De forma lúdica e educativa, essas atividades abordaram a importância da preservação ambiental, destacando o papel da adoção de atitudes conscientes no contato com os ambientes costeiro e marinho. O Clube de Observadores também proporcionou aos visitantes uma caminhada guiada pela Trilha dos Guaiamuns, com observação da fauna e da flora locais, acompanhada de explicações ecológicas feitas pelas biólogas do projeto. O público ainda participou de jogos educativos e visitou o estande do Projeto Vitória da Restinga, que contou com livros, fotografias e um gambá-de-orelha-preta taxidermizado. Fotos: Victória Campos O público ainda participou de jogos educativos e visitou o estande do Projeto Vitória da Restinga, que contou com livros, fotografias e um gambá-de-orelha-preta taxidermizado. A iniciativa busca aproximar o público da natureza, ampliar o conhecimento sobre a biodiversidade e reforçar a importância da conservação e da valorização do patrimônio natural capixaba. O Projeto Vitória da Restinga - PARQUE COSTEIRO, iniciativa do Instituto Últimos Refúgios em parceria com o Parque Costeiro, promove ações de educação ambiental em prol da conservação do ecossistema costeiro da orla de Camburi. Vitória da Restinga Ficha técnica VITÓRIA DA RESTINGA - PARQUE COSTEIRO Coordenação Geral: Rafael Coelho Produção Executiva: Leonardo Merçon e Raphael Gaspar Gestão Financeira: Thiago Negrelli Biólogos(as)/educadores(as) ambientais: Danielle Awabdi, Carol Reis Comunicação: Vitor Pinheiro e Marcella Rosa Design gráfico: Felipe Facini
- Circuito educativo para sensibilização ambiental na Ilha do Boi
A ação "Guardiões da Restinga" reuniu crianças em atividades lúdicas que aliaram ciência, arte e Educação Ambiental para valorizar a biodiversidade e conservação dos ambientes costeiros. Nos dias 24 e 25 de julho, o Projeto Vitória da Restinga realizou a ação educativa "Guardiões da Restinga: Circuito Imersivo Vitória da Restinga", na Praia Grande, Ilha do Boi, em Vitória (ES). A iniciativa integrou as ações de Educação Ambiental do projeto e proporcionou ao público infantil uma experiência interativa voltada à valorização da restinga e à conservação dos ecossistemas costeiros. Com uma programação baseada em brincadeiras, teatro, recreação e atividades investigativas, o circuito buscou sensibilizar as crianças sobre a importância da biodiversidade, da conservação da vegetação costeira e dos impactos das ações humanas sobre o meio ambiente. A equipe do Projeto Vitória da Restinga participou do planejamento e da organização da atividade, contribuindo com informações técnico-científicas para a construção do circuito educativo feito pelos artistas responsáveis Letícia Veras e Berg Vera. As monitoras ambientais Danielle Awabdi e Ingrid Cole apoiaram as atividades, dialogando com os participantes e compartilhando conhecimentos sobre a fauna, a flora e a importância da conservação da restinga. Ao longo da programação, as crianças participaram de atividades como “Amarelinha da Restinga”, “Zig-zag dos Resíduos”, “Bola no Lençol”, que abordou a erosão costeira e a dinâmica da faixa de areia, além da observação da restinga, do Desfile da Restinga e da dinâmica "Resíduo Colorido, que cor é?". As brincadeiras estimulam o aprendizado de forma leve e participativa, incentivando a reflexão sobre a conservação dos ambientes costeiros. A ação também contou com a participação das mascotes Atena, a coruja-buraqueira; Olívia, a tartaruga-verde; e Penélope, representando o gambá-de-orelha-preta. A presença dos personagens tornou a experiência ainda mais envolvente para o público infantil, aproximando as crianças dos temas ambientais de maneira divertida e acessível. Além da equipe do projeto, biólogos, recreadores, atores e performers participaram da iniciativa, fortalecendo a integração entre ciência, arte e Educação Ambiental. A ação reforça o compromisso do Projeto Vitória da Restinga com a sensibilização da comunidade e com a promoção de atividades que incentivem a conservação dos ecossistemas costeiros e da biodiversidade capixaba. Vitória da Restinga. O Projeto Vitória da Restinga - ILHAS, É uma iniciativa do Instituto Últimos Refúgios em parceria com a Vale e Prefeitura de Vitória, promove ações de educação ambiental em prol da conservação do ecossistema costeiro da Ilha do Boi e Ilha do Frade. Ficha técnica VITÓRIA DA RESTINGA - ILHAS Coordenação Geral: Raphael Gaspar Gestão Financeira: Thiago Biólogos(as)/educadores(as) ambientais: Danielle Awabdi e Ingrid Cole Comunicação: Marcella Rosa Fotografia: Vitor Pinheiro Design gráfico: Felipe Facini Artistas: Leticia Veras, Berg Veras e Arthur Moschen
- Ação em celebração ao Dia Mundial de Proteção aos Manguezais
O Projeto "Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas" levou atividades de Educação Ambiental ao Deck da Ilha das Caieiras. Na segunda-feira (27), a convite da Prefeitura de Vitória, em alusão ao Dia Mundial de Proteção aos Manguezais, o Instituto Últimos Refúgios participou da ação "Manguezal de Vitória: Conhecer para Preservar", no Deck da Ilha das Caieiras. Foto: Victória Campos Representando o projeto Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas, a equipe de Educação Ambiental do Instituto levou ao público materiais expositivos e réplicas de espécies típicas dos manguezais, como o goiamum, o caranguejo-uçá, o chama-maré e o aratu-vermelho. Durante todo o dia, estudantes de escolas visitantes e o público em geral puderam conhecer mais sobre a biodiversidade desse ecossistema e compreender sua importância para o equilíbrio ambiental e para as comunidades tradicionais que dependem dele. Fotos: Victória Campos, Vitor Pinheiro e Leonardo Merçon Além de apresentar curiosidades sobre a fauna e a flora dos manguezais capixabas, a equipe promoveu momentos de diálogo e sensibilização, reforçando a necessidade de conservar um dos ecossistemas mais importantes para a proteção do litoral e para a manutenção da biodiversidade do Espírito Santo. A ação reuniu diversas instituições parceiras e alcançou um público de aproximadamente 1.700 pessoas, entre elas muitas eram crianças das escolas públicas locais, que participaram das atividades de Educação Ambiental desenvolvidas ao longo do evento. Paralelamente, coletores de resíduos, catadores de caranguejo e pescadores realizaram uma força-tarefa de limpeza na borda do manguezal, resultando na retirada de uma grande quantidade de resíduos do ecossistema, em uma iniciativa que evidenciou a união entre poder público, comunidades e organizações em prol da conservação ambiental. Fotos: Leonardo Merçon Após o evento, a Prefeitura Municipal de Vitória agradeceu às instituições participantes pelo comprometimento e pela parceria na realização da ação, destacando que os resultados alcançados demonstram a importância do trabalho conjunto para fortalecer a Educação Ambiental e a preservação dos manguezais. A participação do Instituto Últimos Refúgios reforça o compromisso do projeto Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas com a disseminação do conhecimento, a valorização dos manguezais capixabas e o incentivo à conservação desse ecossistema essencial para a biodiversidade e para a qualidade de vida das populações costeiras. Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas. O Projeto ENTRE RAÍZES E MARÉS: MANGUEZAIS CAPIXABAS é uma realização do Instituto Últimos Refúgios em parceria com o FUNDÁGUA. Até o momento, conta com o apoio de importantes instituições que fortalecem sua execução no território, como o Grupo Águia Branca, a Prefeitura de Aracruz, o SESC Aracruz, o IMD, por meio do Projeto Caiman e IEMA, Manguejar e IBRAFF, que somam esforços técnicos e institucionais à iniciativa. PARTICIPE TAMBÉM: Tem interesse em ser parceiro deste projeto? Entre em contato. Acreditamos que a colaboração é a chave para a mudança! Ficha técnica MANGUEZAIS Coordenação Geral - Leonardo Merçon Coordenação de Produção - Raphael Gaspar Assistente de Coordenação - Henrique Mariano Coordenação de Pesquisa (Biodiversidade, Social e Ameaças) - Iasmin Macedo Consultoria em Gerenciamento Costeiro, Manguezal e Socioeconomia - Danielle Awabdi Consultoria em Ecossistema Manguezal - Professora Mônica Tognella Pesquisa de Biodiversidade - Thiago Silva-Soares Pesquisa Social - Daniela Gerhard Fotografia (Direção e Captação) - Leonardo Merçon Assistente de Fotografia / Apoio Técnico - Felipe Facini Ilustração - Jenifer Zamperlini Logger e Organização do Banco de Imagens - Marcella Rosa Editoração do Livro - Danielle Awabdi Textos para o livro - Rafael de Rezende Coelho Design Gráfico - Felipe Facini Educação Ambiental - Caroline Reis Administrativo e Financeiro - Thiago Negrelli Contabilidade - Orbis Contabilidade Apoio administrativo - Thiago dos Santos Nunes
- Manguezais de Serra: Terceira expedição do livro sobre os manguezais capixabas
O município de Serra foi o terceiro território visitado pela equipe do projeto “Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas”, iniciativa realizada pelo Instituto Últimos Refúgios, SEAMA e FUNDÁGUA, voltada à valorização, documentação e conservação dos manguezais do Espírito Santo. Foto: Henrique Mariano A visita técnica foi iniciada no dia 4 de junho de 2026, mas precisou ser interrompida em função das chuvas intensas, que inviabilizaram a continuidade das atividades nos dias seguintes. Parte da programação foi remarcada e realizada posteriormente, em novas saídas de campo nos dias 17 e 22 de junho. Mesmo com os ajustes no cronograma, a expedição revelou um território costeiro bastante diverso, com ambientes que vão desde manguezais mais estruturados, como os do Rio Jacaraípe e do Rio Reis Magos (na divisa com o município de Fundão), até pequenas comunidades de mangue sobre pedras lateríticas, lagoas com vegetação associada e córregos bastante pressionados pela urbanização. Fotos: Leonardo Merçon Um início marcado por educação ambiental A visita começou com a participação da equipe no lançamento do Centro de Educação Ambiental do IBRAFF, em Serra, a convite do ambientalista Claudiney Rocha, uma liderança local com atuação importante na defesa dos manguezais, na mobilização comunitária e na denúncia de impactos ambientais. Fotos: Leonardo Merçon O espaço acolhedor, chamou atenção pelo cuidado e pelo compromisso de Claudiney e de sua família com a educação ambiental e a proteção do território. A partir desse encontro, ele passou a acompanhar as visitas técnicas, contribuindo com informações locais, apoio no acesso aos pontos visitados e uma leitura mais próxima das ameaças e iniciativas em andamento no município. Claudinei também faz parte do projeto Manquejar, que trabalha com a revitalização dos manguezais do Rio Jacaraípe, com um projeto bem planejado e com envolvimento de pesquisadores respeitados na área de conservação e pesquisa sobre manguezais. O projeto Manguejar também está se tornando um parceiro interessante de nosso projeto devido aos interesses em comum em relação à valorização dos Manguezais capixabas. Essas aproximações reforçam um dos pilares do “Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas” de conhecer os manguezais também pelas pessoas que vivem, atuam e defendem esses territórios. Estuários e mangues sobre pedra Nos primeiros pontos visitados, a equipe percorreu pequenos córregos e fozes ao longo do litoral de Serra. Em alguns locais, não foram encontrados vestígios de vegetação de mangue. Em outros, foram observadas pequenas comunidades de mangue associadas a formações rochosas e lateríticas na beira da praia. Essas pequenas comunidades de mangue sobre pedra ainda precisam ser melhor analisadas e classificadas com apoio técnico, mas já demonstram a diversidade de formações associadas aos manguezais no Espírito Santo. Fotos: Leonardo Merçon e Thiago Silva Soares Rio Jacaraípe: a vida resiste Um dos pontos mais importantes da visita foi o manguezal do Ribeirão Juara, no Rio Jacaraípe. Com apoio do Projeto Manguejar, coordenado pela professora Mônica e com participação de colaboradores locais como Dudu, Carol, Júlio e Claudiney, a equipe conseguiu realizar a visita de barco, o que permitiu uma leitura mais ampla do território. Foto: Leonardo Merçon O manguezal do Rio Jacaraípe apresentou uma configuração bastante interessante, com bosques de mangue em pequenas ilhas, áreas de apicum e trechos fortemente pressionados pela cidade. A urbanização no entorno, a poluição da água e a fragmentação da vegetação são impactos evidentes. Ainda assim, a biodiversidade observada mostrou que o ambiente segue vivo e merece atenção especial. A resiliência da natureza é fascinante! Fotos: Leonardo Merçon Reis Magos: um rio de fronteira A equipe também esteve no Rio Reis Magos, localizado na divisa entre Serra e Fundão. Por marcar esse limite municipal, o rio foi incluído na avaliação do projeto como um sistema importante para compreender a continuidade dos manguezais na região. Foto: Leonardo Merçon Ao longo do percurso, foram observados fragmentos de manguezal, presença de fauna, peixes e atividade de pesca. Apesar de estar inserido em uma região bastante urbanizada, o Rio Reis Magos apresenta relevância ecológica, social e paisagística. Um dos pontos que chamou atenção foi a antiga ponte de madeira sobre o rio. Mesmo com sinais de desgaste e trechos remendados pela própria população, ela segue sendo utilizada por moradores, ciclistas e motociclistas. A ponte atravessa uma área de manguezal e revela um potencial turístico e educativo ainda pouco aproveitado. Fotos: Leonardo Merçon Entre beleza natural e pressão urbana Em diferentes trechos do litoral de Serra, a equipe encontrou contrastes marcantes entre a beleza da paisagem e a pressão do desenvolvimento urbano. A visita técnica em Serra revelou um conjunto de ambientes costeiros diverso e ainda pouco valorizado em sua complexidade. O município reúne grandes sistemas estuarinos, pequenos córregos, lagoas, comunidades de mangue sobre pedra e áreas fortemente pressionadas pela urbanização. Fotos: Leonardo Merçon e Thiago Silva Soares Nem todos esses ambientes se enquadram da mesma forma na definição clássica de manguezal, mas muitos apresentam elementos ecológicos relevantes e ajudam a contar a história da relação entre o litoral, a biodiversidade e a ocupação humana no Espírito Santo. Foto: Thiago Silva Soares Para o Instituto Últimos Refúgios, Serra reforçou a importância de olhar para os manguezais de forma ampla, cuidadosa e sensível. Há áreas degradadas, fragmentadas e ameaçadas, mas também há vida, resistência, beleza e pessoas trabalhando por sua proteção. O projeto “Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas” segue percorrendo o litoral do Espírito Santo para registrar esses territórios, ouvir comunidades, valorizar iniciativas locais e contribuir para que os manguezais capixabas sejam mais conhecidos, respeitados e protegidos. Foto: Leonardo Merçon Entre rios, pedras, marés e cidades, Serra mostrou que os manguezais também resistem onde quase ninguém aprendeu a olhar. Com essas informações, o projeto avança na construção de um retrato dos manguezais do Espírito Santo, reunindo ciência, fotografia, memória, território e participação social. Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas. O projeto é realizado pelo Instituto Últimos Refúgios, em conjunto com o FUNDÁGUA e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Espírito Santo (SEAMA). Até o momento, conta com o apoio de importantes instituições que fortalecem sua execução no território, como o Grupo Águia Branca, a Prefeitura de Aracruz, o SESC Aracruz, o IMD, por meio do Projeto Caiman, IEMA, Manguejar e IBRAFF, que somam esforços técnicos e institucionais à iniciativa. Esses parceiros ampliam o alcance e o impacto do projeto, consolidando uma rede colaborativa em prol da valorização e conservação dos manguezais capixabas. O projeto segue aberto à participação de novos parceiros em todo o litoral do Espírito Santo. Caso haja interesse em integrar essa iniciativa, entre em contato. EQUIPE Coordenação Geral - Leonardo Merçon Coordenação de Produção - Raphael Gaspar Assistente de Coordenação - Henrique Mariano Coordenação de Pesquisa (Biodiversidade, Social e Ameaças) - Iasmin Macedo Consultoria em Gerenciamento Costeiro, Manguezal e Socioeconomia - Danielle Awabdi Consultoria em Ecossistema Manguezal - Professora Mônica Tognella Pesquisa de Biodiversidade - Thiago Silva-Soares Pesquisa Social - Daniela Gerhard Fotografia (Direção e Captação) - Leonardo Merçon Assistente de Fotografia / Apoio Técnico - Felipe Facini Ilustração - Jenifer Zamperlini Logger e Organização do Banco de Imagens - Marcella Rosa Editoração do Livro - Danielle Awabdi Textos para o livro - Rafael de Rezende Coelho Design Gráfico - Felipe Facini Educação Ambiental - Caroline Reis Administrativo e Financeiro - Thiago Negrelli Contabilidade - Orbis Contabilidade Apoio administrativo - Thiago dos Santos Nunes
- Projeto Vitória da Restinga promove oficina de pintura sobre os manguezais no Parque Costeiro
O Projeto Vitória da Restinga, iniciativa do Instituto Últimos Refúgios em parceria com o Parque Costeiro, realizou nos dias 11 e 12 de julho uma oficina de pintura com o tema Manguezais. A atividade integrou a temática do projeto “Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas” e fez parte da programação do Bioférias, evento promovido pelo Parque Costeiro durante as férias escolares. Foto: Marcella Rosa A oficina celebrou o Mês do Manguezal, que inclui o Dia Internacional de Conservação do Manguezal, comemorado em 26 de julho, e reuniu cerca de 300 participantes durante os dois dias de atividades. Fotos: Marcella Rosa Além da pintura temática, o público conferiu fotografias de Leonardo Merçon produzidas para o futuro livro Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas, participou de jogos educativos cedidos pelo Laboratório de Ecologia Humana do Oceano da UFES e visitou o estande interativo com livros, materiais educativos, jogos e um Gambá-de-orelha-preta taxidermizado. Fotos: Marcella Rosa e Leonardo Merçon Por meio de atividades lúdicas e educativas, a iniciativa busca promover conhecimento e reforçar a importância da conservação e da valorização do patrimônio natural capixaba. O Projeto Vitória da Restinga - PARQUE COSTEIRO, iniciativa do Instituto Últimos Refúgios em parceria com o Parque Costeiro, promove ações de educação ambiental em prol da conservação do ecossistema costeiro da orla de Camburi. Ficha técnica VITÓRIA DA RESTINGA - PARQUE COSTEIRO Coordenação Geral: Rafael Coelho Produção Executiva: Leonardo Merçon e Raphael Gaspar Gestão Financeira: Thiago Negrelli Biólogos(as)/educadores(as) ambientais: Danielle Awabdi, Carol Reis Comunicação: Vitor Pinheiro e Marcella Rosa Design gráfico: Felipe Facini O Projeto ENTRE RAIZES E MARÉS: MANGUEZAIS CAPIXABAS é uma realização do Instituto Últimos Refúgios e FUNDÁGUA, com parceria do Grupo Águia Branca, Prefeitura de Aracruz e SESC Aracruz. PARTICIPE TAMBÉM: Tem interesse em ser parceiro deste projeto? Entre em contato. Acreditamos que a colaboração é a chave para a mudança! Ficha técnica MANGUEZAIS Coordenação Geral - Leonardo Merçon Coordenação de Produção - Raphael Gaspar Assistente de Coordenação - Henrique Mariano Coordenação de Pesquisa (Biodiversidade, Social e Ameaças) - Iasmin Macedo Consultoria em Gerenciamento Costeiro, Manguezal e Socioeconomia - Danielle Awabdi Consultoria em Ecossistema Manguezal - Professora Mônica Tognella Pesquisa de Biodiversidade - Thiago Silva-Soares Pesquisa Social - Daniela Gerhard Fotografia (Direção e Captação) - Leonardo Merçon Assistente de Fotografia / Apoio Técnico - Felipe Facini Ilustração - Jenifer Zamperlini Logger e Organização do Banco de Imagens - Marcella Rosa Editoração do Livro - Danielle Awabdi Textos para o livro - Rafael de Rezende Coelho Design Gráfico - Felipe Facini Educação Ambiental - Caroline Reis Administrativo e Financeiro - Thiago Negrelli Contabilidade - Orbis Contabilidade Apoio administrativo - Thiago dos Santos Nunes
- Projeto “Conhecendo os Marsupiais do Espírito Santo” encerra ciclo de ações em escolas públicas com resultados positivos
Após meses de atividades voltadas à Educação Ambiental, o Projeto “Conhecendo os Marsupiais do Espírito Santo”, uma iniciativa do Projeto Marsupiais, do Instituto Últimos Refúgios, encerra seu ciclo de ações nas escolas públicas dos municípios de Vitória e Serra. A realização das atividades foi possível graças ao apoio do Sicoob, parceiro que acreditou na importância de promover o conhecimento sobre uma das classes de mamíferos menos conhecida pela população: os marsupiais brasileiros, incentivando sua valorização e conservação por meio da educação ambiental. Foto: Marcella Rsa Ao longo do projeto, sete instituições de ensino foram contempladas com ações educativas desenvolvidas especialmente para alunos da Educação Infantil e do Ensino Fundamental I. Por meio de atividades teóricas e práticas, as crianças tiveram a oportunidade de conhecer mais sobre os marsupiais capixabas, compreender sua importância ecológica, desmistificar crenças equivocadas e desenvolver um olhar mais sensível para a conservação desses animais. As ações incluíram apresentações educativas, exposição da Coleção Zoológica do Projeto Marsupiais, atividades lúdicas e momentos de contação dos livros "O que a mamãe leva na bolsa?", de autoria de Vânia Manso Prosdócimi e Luiza Nathalia de Carvalho, e “Marli” de autoria de Daniel Maroneze, Vanessa Cappelle, Ana Clara dos Santos e Estela Machado, com a presença vibrante da mascote Penélope (que representa a gambá-de-orelha-preta), proporcionando experiências significativas e aproximando os estudantes das espécies presente no Espírito Santo. Como forma de ampliar o alcance da iniciativa e garantir a continuidade do trabalho desenvolvido nas escolas, também foi encaminhado às equipes pedagógicas um material didático sobre os marsupiais capixabas. O conteúdo foi elaborado para servir como apoio aos professores, oferecendo informações e sugestões de atividades que possibilitam aprofundar o tema de forma leve e prática em sala de aula. Ao final de cada ação, as equipes pedagógicas foram convidadas a participar de uma pesquisa de satisfação, contribuindo com avaliações e sugestões que auxiliarão no aperfeiçoamento de futuras iniciativas de Educação Ambiental. Paralelamente, os estudantes receberam um kit de desenho interativo, atividade que permitiu, de forma criativa e lúdica, reforçar os conhecimentos adquiridos durante os encontros por meio da montagem de um gambá-de-orelha-preta. *O material também será disponibilizado para download ao final desta publicação Mais do que compartilhar informações sobre os marsupiais, o projeto buscou despertar a curiosidade, estimular o respeito pela fauna nativa e fortalecer a formação de cidadãos mais conscientes sobre seu papel na conservação. O Instituto Últimos Refúgios e o Projeto Marsupiais agradecem ao Sicoob pela confiança e pelo apoio à realização desta iniciativa, bem como às Secretarias Municipais de Educação, às equipes gestoras, professores e demais profissionais das escolas participantes, que acolheram o projeto e contribuíram para o sucesso de cada ação desenvolvida. Fotos: Marcella Rosa e Vitor Pinheiro Acreditamos que a Educação Ambiental é uma ferramenta essencial para a construção de uma sociedade mais consciente e comprometida com a conservação da biodiversidade. Que os conhecimentos compartilhados ao longo desta trajetória continuem presentes no cotidiano das escolas e inspirem novas gerações a conhecer, valorizar e proteger as espécies de marsupiais que habitam não só o Espírito Santo, mas todo o nosso país. O Projeto Marsupiais é uma iniciativa do Instituto Últimos Refúgios que atua na conservação dos marsupiais brasileiros. Desde 2017 realizamos trabalhos de Pesquisa Científica e Sensibilização Ambiental, além do resgate e reabilitação de animais que necessitam de cuidados, em parceria com o CETAS-ES/IBAMA. Por ser uma organização sem fins lucrativos, o Instituto Últimos Refúgios depende de doações para dar continuidade aos projetos em desenvolvimento. Para o Projeto Marsupiais não é diferente. Saiba como contribuir clicando aqui: https://www.ultimosrefugios.org.br/projeto-marsupiais As ações desenvolvidas nas escolas contam atualmente com o apoio do Sicoob (Sistema de Cooperativas Financeiras do Brasil), que contribui para a viabilização das atividades de educação ambiental realizadas. CONHEÇA O PROJETO MARSUPIAIS: SITE: https://www.ultimosrefugios.org.br/projeto-marsupiais INSTAGRAM: https://www.instagram.com/projetomarsupiais/ Coordenação Geral: Iasmin Macedo Gois Biólogos(as)/educadores(as) ambientais: Ingrid Cole e Rafaela Barbosa Comunicação: Marcella Rosa e Rafaela Barbosa Design gráfico: Rafaela Barbosa Voluntários: Raphael Milfont, Carol Albano, Vitor Pinheiro e Marcella Rosa
- Instituto Últimos Refúgios participa da 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura
Entre os dias 19 e 24 de maio, Aracruz (ES) recebeu a 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura, maior encontro da rede Cultura Viva do Brasil. Com o tema “Pontos de Cultura pela Justiça Climática”, o evento reuniu representantes de iniciativas culturais, ambientais e comunitárias de todo o país para debater os impactos da emergência climática e a importância dos saberes tradicionais, da diversidade cultural e da atuação territorial na construção de futuros mais sustentáveis. 6* Teia Nacional - Pontos de Cultura pela Justiça Climática. No dia 21 de maio, integrantes do Instituto Últimos Refúgios participaram da programação da Teia Nacional como espectadores, acompanhando debates, apresentações culturais e espaços de troca de experiências entre representantes de diferentes territórios e comunidades do Brasil. A participação possibilitou conhecer iniciativas voltadas à cultura, educação, meio ambiente e justiça climática, fortalecendo conexões e ampliando o diálogo sobre conservação e atuação comunitária. Fotos: Marcella Rosa Já no dia 22 de maio, o Instituto participou da programação com um estande no evento, apresentando seus projetos, ações de conservação e produções audiovisuais voltadas à valorização da biodiversidade e da educação ambiental. A presença reforçou a importância da cultura como ferramenta de transformação social, sensibilização ambiental e fortalecimento das relações entre comunidade e território. Dentre os projetos apresentados, estão a produção de livros, Projeto Marsupiais, Projeto Vitória da Restinga, Projeto Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas, dentre outros. Durante a programação do mesmo dia, o projeto Corredor de Biodiversidade de Aracruz também foi destaque no painel “Cultura e Clima: Conviver com o Rio Doce”, realizado no auditório Raíz, no Sesc Vila Formosa. A mesa reuniu representantes do poder público, lideranças indígenas e quilombolas, além de especialistas ligados às pautas ambientais, culturais e climáticas, promovendo reflexões sobre os desafios enfrentados pelos territórios e a necessidade de ações integradas entre cultura, conservação e justiça social. Representando a Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Aracruz, o secretário Aladim Fernando Cerqueira apresentou iniciativas relacionadas ao território e destacou o projeto Corredor de Biodiversidade de Aracruz. Na ocasião, foi exibido o vídeo de abertura produzido pelo Instituto Últimos Refúgios, evidenciando o papel do audiovisual na valorização da memória, dos territórios e da biodiversidade local. Fotos: Henrique Mariano A 6ª Teia Nacional reforçou como a diversidade cultural, os conhecimentos tradicionais e as iniciativas comunitárias possuem papel fundamental na conservação ambiental e no enfrentamento das mudanças climáticas. Ao aproximar cultura e natureza, o encontro fortaleceu redes de diálogo, pertencimento e cuidado coletivo, mostrando que proteger a biodiversidade também significa preservar histórias, identidades e modos de vida. Projeto de Valorização do Corredor de Biodiversidade de Aracruz.
- Alunos da EMEF Adão Benezath investigam de perto a biologia dos marsupiais
Para fechar com chave de ouro o ciclo de visitas às escolas municipais de Vitória, o Projeto “Conhecendo os Marsupiais do Espírito Santo” desembarcou na EMEF Adão Benezath. A ação, realizada pelo Projeto Marsupiais com o apoio do Sicoob, contemplou 10 turmas do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental I, alcançando 227 estudantes e promovendo conhecimento sobre os marsupiais capixabas, além de contribuir para a desconstrução de mitos relacionados à fauna nativa. Foto: Raphael Milfont Desta vez, o grande destaque do encontro foi a curiosidade aguçada dos alunos durante a palestra teórica e o encantamento no momento mais esperado: o contato com a coleção zoológica didática. Tudo começou com um bate-papo dinâmico e cheio de recursos visuais. A equipe do projeto apresentou uma palestra rica em detalhes sobre a rotina dos marsupiais capixabas. Longe de ser uma aula tradicional e cansativa, os estudantes participaram ativamente, fazendo perguntas e descobrindo fatos surpreendentes como o hábito onívoro dos gambás e o papel fundamental que eles têm de "faxineiros" da natureza, controlando pragas urbanas e espalhando sementes. Fotos: Raphael Milfont Logo após a teoria veio a prática. Os olhos das crianças brilharam quando elas puderam ver de perto o espécime taxidermizado de gambá-de-orelha-preta e os potes da coleção zoológica, que mostram detalhadamente as fases de desenvolvimento do filhote desde o marsúpio até se tornar um juvenil. Poder analisar as características morfológicas bem de pertinho, como a cauda preênsil, o marsúpio e a pelagem, transforma a forma como essas crianças enxergam o animal no quintal de casa. A ciência sai dos livros e ganha vida, substituindo preconceitos antigos por admiração e respeito. Fotos: Raphael Milfont Com o encerramento das atividades em Vitória e o suporte contínuo do Sicoob, o projeto se despede das escolas da capital deixando uma nova geração de defensores da natureza. Afinal, quando a escola abre as portas para a ciência de forma palpável, as crianças aprendem que proteger a biodiversidade é uma missão de todos nós. O Projeto Marsupiais é uma iniciativa do Instituto Últimos Refúgios que atua na conservação dos marsupiais brasileiros. Desde 2017 realizamos trabalhos de Pesquisa Científica e Sensibilização Ambiental, além do resgate e reabilitação de animais que necessitam de cuidados, em parceria com o CETAS-ES/IBAMA. Por ser uma organização sem fins lucrativos, o Instituto Últimos Refúgios depende de doações para dar continuidade aos projetos em desenvolvimento. Para o Projeto Marsupiais não é diferente. Saiba como contribuir clicando aqui: https://www.ultimosrefugios.org.br/projeto-marsupiais As ações desenvolvidas nas escolas contam atualmente com o apoio do Sicoob (Sistema de Cooperativas Financeiras do Brasil), que contribui para a viabilização das atividades de educação ambiental realizadas. CONHEÇA O PROJETO MARSUPIAIS: SITE: https://www.ultimosrefugios.org.br/projeto-marsupiais INSTAGRAM: https://www.instagram.com/projetomarsupiais/ Coordenação Geral: Iasmin Macedo Gois Biólogos(as)/educadores(as) ambientais: Ingrid Cole e Rafaela Barbosa Comunicação: Marcella Rosa e Rafaela Barbosa Design gráfico: Rafaela Barbosa Voluntários: Raphael Milfont, Carol Albano, Vitor Pinheiro e Marcella Rosa chancela.












