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711 resultados encontrados com uma busca vazia

  • Conheça a “perereca-pixinguinha”, espécie batizada em homenagem ao ícone do chorinho brasileiro

    Além da contribuição histórica para a música brasileira, o saudoso musicista Alfredo da Rocha Vianna Filho, mais conhecido como Pixinguinha, agora é destaque para uma importante descoberta científica. O estudo desenvolvido por pesquisadores do Projeto Bromeligenous / Instituto Marcos Daniel (IMD) e do Instituto Nacional da Mata Atlântica (INMA) identificou uma nova espécie de perereca no município de Santa Teresa, região serrana do Espírito Santo. O animal foi batizado de Scinax pixinguinha ou perereca-pixinguinha, no dialeto popular, em homenagem ao compositor. Perereca-pixinguinha. Foto: João Victor Lacerda A pesquisa foi liderada por João Victor Lacerda, biólogo do Projeto Bromeligenous / Instituto Marcos Daniel (IMD) e do Instituto Nacional da Mata Atlântica (INMA), em parceria com os pesquisadores Rodrigo Barbosa Ferreira, Katyuscia Araujo-Vieira, Cássio Zocca e Ana Carolina Lourenço. O grupo já realizava trabalhos de campo na região de Santa Teresa, referência mundial em biodiversidade de anfíbios. Contudo, foi apenas em 2020, após meses de pesquisas e observações, que conseguiu identificar o animal. A descoberta foi publicada no periódico científico internacional Ichthyology & Herpetology e divulgada em importantes veículos de comunicação, como o site National Geographic, jornal A Gazeta, Folha Vitória e Portal G1. CIÊNCIA E CULTURA Além das mídias tradicionais, a descoberta ganhou grande repercussão na internet graças ao vídeo produzido em parceria com o Instituto Últimos Refúgios. A ONG colaborou na divulgação científica da descoberta com o trabalho do biólogo e educador ambiental João Zanardo, que ficou responsável pela produção audiovisual da peça. O vídeo está disponível no YouTube do INMA e do Projeto Bromeligenous e pode ser conferido abaixo: O roteiro desenvolvido a três mãos - por João Zanardo e os pesquisadores João Victor Lacerda e Rodrigo Barbosa Ferreira - aposta em uma linguagem lúdica, criativa e informativa para explorar a relação da nova espécie com o saudoso Pixinguinha. A mensagem integra valores em prol do fortalecimento da cultura, da ciência e da conservação da natureza brasileira, provando que podem ser grandes aliadas no incentivo à produção de conhecimento sobre as riquezas do território nacional. A iniciativa ainda dialoga com a principal missão do Instituto Últimos Refúgios: promover a conservação da natureza por meio da cultura, da divulgação científica e do desenvolvimento de obras audiovisuais. Enquanto ferramenta de divulgação, o vídeo se provou um recurso fundamental para disseminar a história da perereca-pixinguinha ao grande público. A abordagem permitiu que pessoas leigas, fora do meio acadêmico, tivessem a oportunidade de aprender mais sobre uma descoberta inédita para a ciência em plataformas simples e acessíveis como as redes sociais. A trilha sonora do chorinho embala a narrativa, proporcionando que pessoas do mundo inteiro possam conhecer dois grandes tesouros brasileiros: a música popular e a biodiversidade. A descoberta de uma nova espécie é um respiro em meio ao cenário de devastação da Mata Atlântica nacional, já que assim como Pixinguinha, transforma ‘choro’ em esperança e alegria. PIXINGUINHA Alfredo da Rocha Vianna Filho, o Pixinguinha, nasceu em uma família de músicos do bairro da Piedade, zona norte do Rio de Janeiro. Iniciou sua carreira como flautista de orquestras e destacou-se como membro dos grupos Caxangá e Oito Batutas, nos quais teve a oportunidade de trabalhar ao lado de outros grandes nomes da música brasileira. O apelido “Pixinguinha” é uma derivação do dialeto africano “Pinzindim” (menino bom), como era chamado por Edelwirges, sua avó materna. A mistura surgiu após ter contraído varíola, doença que na época era popularmente conhecida como “bexiga”. Os codinomes “Bexiguinha” e “Pinzindim” logo deram origem à sua alcunha definitiva: Pixinguinha. O “Dia Mundial do Choro”, celebrado em 23 de abril, é uma homenagem ao aniversário do compositor. Apesar das divergências em seus registros, que apontam para o dia 4 de maio, a data comemorativa ainda perdura como tributo simbólico ao maior representante do ‘choro’ brasileiro. O artista faleceu em 17 de fevereiro de 1973, aos 75 anos.

  • Projeto Vitória da Restinga participa da ação de limpeza "Operação Praia Limpa"

    No início de julho, o Projeto Vitória da Restinga participou da primeira ação de limpeza organizada pelo Corpo de Bombeiros Militar do Espírito Santo. O evento aconteceu simultaneamente na praia de Camburi, em Vitória, e na Praia da Costa, no município de Vila Velha. Na Praia de Camburi, a concentração do evento começou próximo ao Píer de Iemanjá, de onde os voluntários partiram em busca de resíduos. O evento contou com a participação de outras instituições e também teve apoio de embarcações que ajudaram no acesso às ilhas para a retirada dos resíduos. Em apenas quatro horas de ação, foram coletados cerca de 630 quilos de lixo. Ação de limpeza. Fotos: Felipe Facini (Foto 1) e Daniel Gois (Fotos 2,3 e 4) Até mesmo o Sabiá-da-praia (Mimus gilvus) ficou impressionado e veio marcar presença no evento, agradecendo pela retirada dos resíduos de seu habitat natural. Resíduos recolhidos. Fotos: Marina Mello A equipe do Projeto Vitória da Restinga sugeriu o Guruçá (Ocypode quadrata) para representar a fauna local na confecção do “gigante de lixo”, típico das ações de limpeza do Instituto Últimos Refúgios. "Guruçá de lixo". Foto: Leonardo Merçon Na Praia da Costa, a limpeza se concentrou na praia e na Pedra da Sereia. Vários resíduos foram retirados da natureza, principalmente micro plástico e bitucas de cigarro, segundo relato dos voluntários. Equipe Vitória da Restinga. Fotos: Caroline Reis e Giordano Roldi Além disso, os bombeiros atuaram na retirada de espécies exóticas e invasoras da flora da Pedra da Sereia, com a supervisão da equipe do Meio Ambiente da prefeitura de Vila Velha. Em breve, será realizado o plantio de espécies nativas de restinga neste mesmo local. Voluntários recolhem resíduos na Pedra da Sereia, em Vila Velha/ES. Fotos: Giordano Roldi Durante a participação no evento, o Projeto Vitória da Restinga também promoveu a sensibilização ambiental com moradores da região e usuários da praia. Voluntários da ação também foram sensibilizados sobre a importância da restinga, a exemplo de Íris Moreira da Silva, estudante de Biologia na UFES que ficou muito feliz em conhecer o Projeto Vitória da Restinga e veio fazer parte do time de apoiadores. Equipe e voluntários. Foto: Voluntária (Foto 1) e Daniel Gois (Foto 2). As ações foram realizadas com o apoio do Corpo de Bombeiros e das prefeituras de Vitória e Vila Velha, além da participação do prefeito Lorenzo Pazolini e outros apoiadores, como o Cardume @cardume_vix, Volta na Ilha, Projeto Pegada @projetopegadaoficial, Iate Clube @iateclube_es, Instituto Jacarenema @institutojacarenema, Equipe Raias @equiperaias, Tubarões Cansados @tubaroscansados, CPP Extreme Grande Vitória @cppextremegrandevitoria. Voluntários da Ação. Fotos: Equipe Prefeitura de Vitória e Carol Reis A partir desta experiência, levamos a esperança de dias melhores e de mudanças de comportamento em relação ao gerenciamento dos nossos resíduos. Afinal, grande parte do material recolhido poderia ter sido reciclado, gerando renda para os catadores de resíduos da Grande Vitória e colaborando com a preservação do meio ambiente. O Projeto Vitória da Restinga espera que, no futuro, possa avistar apenas Guruçás de verdade na praia, sem possibilidade para “Guruçá de lixo”. Agradecemos a participação e o apoio de todos. Juntos somos mais! Gigante de lixo. Foto: Leonardo Merçon O projeto Vitória da Restinga é uma realização do Instituto Últimos Refúgios em parceria com a Vale.

  • Projeto Vitória da Restinga realiza busca ativa em Camburi/ES e faz mapeamento do comércio local

    Nas últimas semanas de junho, a equipe do Projeto Vitória da Restinga se reuniu para fotografar a fauna e flora da restinga de Camburi. A ação buscou identificar espécies invasoras para analisar o estado ecológico da área, além de realizar o mapeamento do comércio local para aproximar empreendedores e usuários da orla das atividades do projeto. A equipe se reuniu no Atlântica Parque pela manhã e se dividiu em duas equipes: a primeira ficou responsável por mapear os empreendedores que trabalham no calçadão e a segunda prosseguiu pela faixa de areia, respeitando o cercamento da restinga, para ter outra perspectiva da área. Equipe Vitória da Restinga. Foto: Leonardo Merçon A atividade seguiu todos os protocolos de segurança da Covid-19, como uso de máscaras, distanciamento e a utilização de álcool em gel para higienizar as mãos e os equipamentos. A equipe defende o cumprimento das regras sanitárias em respeito à própria segurança e a da população. Ademais, o evento ficou limitado apenas à equipe para não gerar aglomeração. O grupo que seguiu pela faixa de areia empregou a metodologia de busca ativa para identificação da fauna e flora. A atividade foi muito importante para entender melhor a biodiversidade local, a disposição e a variedade florística, além de ter sido uma ótima oportunidade para observar e registrar o comportamento de algumas espécies da fauna. Equipe "faixa de areia". Fotos: Leonardo Merçon Foi possível coletar dados importantes para aplicá-los na metodologia de trabalho, a exemplo da identificação de um ninho ativo de Coruja-buraqueira (Athene cunicularia) e a localização de várias espécies de flora nativa de restinga. Alguns exemplos de flora nativa registradas foram: Pau-de-estalo ou Uvinha-da-praia (Coccoloba alnifolia), Guaraná-da-praia (Guapira pernambucensis) bem desenvolvida e com fruto, Coquinho-guriri (Allagostera grenaria), Ipomeia-roxa (Ipomeia pescaprae), Ipomeia-branca (Ipomeia imperati), Feijão-da-praia (Canavalia rosea) e a Aroeira (Shinus terebenthfolius), que no geral estão muito bem desenvolvidas entre as outras espécies. Flora da restinga de Camburi. Fotos: Laiz Pontes A equipe que seguiu pelo calçadão também conseguiu coletar dados relevantes para entender a dinâmica do comércio e da sociedade que frequenta a orla. Alguns empreendedores foram abordados para uma apresentação inicial sobre os objetivos do projeto. O retorno foi positivo, e as pessoas demonstraram reconhecer a importância do Projeto Vitória da Restinga. Abordagem com comerciantes. Foto: Leonardo Merçon O resultado foi muito satisfatório para entender o êxito da atividade e a importância de realizar o monitoramento da área. Alguns membros da equipe fizeram relatos sobre a experiência: Depoimento Marina Mello – Equipe faixa de areia A restinga de Vitória é realmente incrível. Mesmo tendo muita familiaridade com a área de interesse, cada campo é diferente e sempre aprendo e observo coisas novas. O monitoramento é super importante para conhecer ainda mais a diversidade florística e a disposição das espécies vegetais. Também foi possível observar muitas espécies da fauna e até mesmo comportamento de alguns indivíduos. Realizar o monitoramento da área de interesse é imprescindível para que a equipe do projeto Vitória da Restinga possa realizar o trabalho de educação ambiental e promover a divulgação científica da melhor maneira possível. Depoimento Laiz Pontes - Equipe calçadão. Apesar da pandemia, esse primeiro contato com a população e com os usuários da Orla de Camburi foi muito bacana e importante. A nossa equipe tomou as medidas de proteção necessárias durante todo o mapeamento. Os trabalhadores nos comércios da orla e professores de atividades esportivas foram muito receptivos e demonstraram apoio à nossa causa. Boa parte das pessoas que conversamos ficaram felizes e dispostas a ajudar de alguma forma no andamento do projeto em prol da preservação da restinga! É importante que haja um monitoramento constante da restinga de Vitória/ES e uma comunicação direta com a população. Nos acompanhe em nossa página no Instagram e Facebook: @vitoriadarestinga Fotos: Leonardo Merçon (@leonardomercon), Raphael Gaspar e Laiz Pontes Texto: Marina Mello (@marinaallemanddmião) O projeto Vitória da Restinga é uma realização do Instituto Últimos Refúgios em parceria com a Vale.

  • Livro “Últimos Refúgios: Da Pedra Azul ao Forno Grande” agora com audiodescrição

    O novo livro da série Áreas Protegidas - Últimos Refúgios: Da Pedra Azul ao Forno Grande - agora também está disponível em audiodescrição. O produto contemplado pela Lei de Incentivo à Cultura Federal oferece uma oportunidade para que pessoas com deficiência visual consigam apreciar o conteúdo da obra, que aposta em fotografias de natureza a partir de um viés lúdico, artístico e cultural. A audiodescrição é um recurso de acessibilidade que traduz imagens e conteúdos audiovisuais em textos ou narrativas que informam o leitor - neste caso, o ouvinte - sobre todos elementos presentes na obra. A descrição clara e objetiva transforma a linguagem visual em verbal, permitindo ouvir aquilo que não pode ser visto por algumas pessoas. A Ancine exige o recurso de audiodescrição em todos os projetos culturais e audiovisuais desenvolvidos a partir de recursos públicos, como a Lei de Incentivo à Cultura. O decreto é uma forma de melhorar o acesso à cultura e à informação com obras mais inclusivas para todos os públicos. A audiodescrição completa do livro “Últimos Refúgios: Da Pedra Azul ao Forno Grande” está disponível na página inicial do Instituto Últimos Refúgios. Confira clicando AQUI. A obra retrata as paisagens e a incrível biodiversidade de animais e plantas entre os municípios de Domingos Martins, Vargem Alta e Castelo, na região Serrana do Espírito Santo. O Corredor Ecológico contempla o Parque Estadual da Pedra Azul (PEPAZ), o Parque Estadual do Forno Grande (PEFG), a Reserva Particular do Patrimônio Natural Águia Branca (RPPN Águia Branca) e outras propriedades privadas. O livro "Últimos Refúgios: Da Pedra Azul ao Forno Grande" é um projeto da Lei de Incentivo à Cultura realizado pelo Instituto Últimos Refúgios, Secretaria Especial de Cultura e Ministério do Turismo, com patrocínio do Grupo Águia Branca, Medsênior e Diaço Distribuidora de Aço S/A; apoio do Instituto Estadual do Meio Ambiente (IEMA), Reserva Ambiental Águia Branca, Parque Estadual da Pedra Azul, Parque Estadual do Forno Grande, Ecoparque Pedra Azul Aventura, Instituto O Canal , MAKNA e Ripple Essentials.

  • Movimento Julho sem Plástico

    Julho é o mês dedicado à redução do uso de plástico, em especial os descartáveis de uso único. O mês foi escolhido por uma Instituição Australiana em 2011 para inaugurar o movimento Plastic Free July. Desde então, o #PlasticFreeJuly se tornou um movimento global com o objetivo de sensibilizar e inspirar pessoas a repensarem seus hábitos e adotar pequenas mudanças no dia-a-dia, como diminuir o consumo de plástico descartável, em prol dos mares, oceanos e ambientes livres de plástico. A produção e o consumo só crescem a cada ano, tornando-se bem maior que o tratamento dos resíduos (reciclagem). O Fundo Mundial para a Natureza (WWF) produziu um relatório em 2019 sobre o problema do lixo plástico no mundo, revelando que os oceanos recebem aproximadamente 10 milhões de toneladas de plástico todos os anos e tendem a continuar recebendo essa quantidade (ou mais) até 2030. No Brasil, o 4º maior produtor de lixo plástico no mundo, é produzido aproximadamente 1kg de lixo plástico por habitante a cada semana. O Brasil também é um dos que menos recicla, menos de 2% de todo resíduo é efetivamente reciclado no país. A maioria dos objetos feitos com plástico são usados uma única vez e acabam indo parar nos oceanos, causando danos aos ecossistemas. Além disso, algumas espécies confundem o plástico com alimento, o que pode levar a uma falsa sensação de saciedade, causar lesões, desnutrição e, consequentemente, levar o indivíduo à morte. Os animais também podem vir a óbito devido ao enredamento em resíduos plásticos - chamado de pesca fantasma - que podem ser equipamentos de pesca abandonados ou descartados indevidamente. O lixo plástico também pode afetar a vida humana. Parte dos resíduos são levados a aterros, outras partes são incineradas ou acabam no meio ambiente, provocando a contaminação do solo e da água e a liberação de gases nocivos que afetam a qualidade do ar. Mas o plástico não é o único causador de todas essas adversidades, o ser humano é o principal responsável pela poluição plástica no meio ambiente e pelo desequilíbrio nos ecossistemas, devido ao consumo em excesso, ao descarte e ao tratamento inadequado dos resíduos. Pequenas atitudes que tomamos sem pensar nas consequências podem causar impactos e gerar um desequilíbrio no meio ambiente, a exemplo da simples prática de pegar conchas na praia. A retirada das conchas em abundância impede que ocorra a ciclagem de nutrientes necessários às plantas marinhas, além de prejudicar a sobrevivência de algumas espécies, como o caranguejo-ermitão. Estes animais possuem o abdome mole e utilizam conchas vazias de moluscos como uma carapaça de proteção que serve de abrigo. Um dos grandes problemas dos resíduos plásticos é a sua fragmentação em micro e nano plástico (partículas microscópicas), que podem ser provenientes da lavagem de roupas sintéticas, da indústria de cosméticos, incineração, lodo de esgoto, entre outros. O desgaste desses resíduos encontrados no meio ambiente, normalmente expostos a variações de temperatura e umidade, também colaboram para a produção de microplástico, pois os resíduos se fragmentam até se tornarem microscópicos. O microplástico pode estar em toda parte: nos ambientes terrestres, marinhos e de água doce. Estudos já encontraram partículas inaláveis no ar, geralmente liberadas na atmosfera pela ação de ventos. Com isso, acabam sendo incorporados na alimentação humana por meio de frutos do mar como ostras, mexilhões e peixes contaminados, além da ingestão de sal e até mesmo de água engarrafada. Algumas pesquisas mostraram que o resíduo plástico causa impacto nas condições do solo, no sistema hídrico - e consequentemente na saúde da fauna - e, ainda, na saúde humana. Um estudo apresentado na Austrália mostrou a presença de microplástico no intestino humano e, recentemente, outro estudo realizado por pesquisadores da Universidade de São Paulo (FM-USP) identificou, pela primeira vez no mundo, a presença de microplástico no pulmão humano. Ainda pouco se sabe sobre os efeitos a longo prazo do microplástico inalado pelos humanos. Com essa descoberta, e com estudos que identifiquem os tipos de microplásticos capazes de chegar ao sistema respiratório humano, será possível identificar quais os potenciais efeitos nocivos à nossa saúde. Mas é possível colaborar para reduzir boa parte destes impactos, pensando em novos hábitos, tendo atitudes mais responsáveis com a nossa vida e de toda a biodiversidade terrestre. Essa mudança também precisa partir de indústrias, do mercado do plástico virgem e de produtores dispostos a encontrar soluções mais sustentáveis ao investir na reciclagem do que já se tem produzido e utilizando materiais reciclados para novos produtos. Cada pessoa pode começar essa mudança em casa com atitudes simples, como trocar produtos descartáveis pelos produtos reutilizáveis e mais ecológicos, descartar o lixo de forma adequada, reduzir o consumo desenfreado planejando melhor o dia-a-dia. Adotando esses novos hábitos, além de fazer muito bem para o meio ambiente, também traz benefícios econômicos no orçamento, já que são produtos de maior durabilidade. Um mundo melhor começa por pequenas mudanças e é uma responsabilidade de todos! Nos acompanhe em nossa página do Facebook e no Instagram @vitoriadarestinga. __ Fotos: Leonardo Merçon __ O projeto Vitória da Restinga é uma realização do Instituto Últimos Refúgios em parceria com a Vale. PROJETO REALIZAÇÃO PARCERIA

  • Projeto Ecofrade celebra início da coleta seletiva em evento com moradores e membros da organização

    O projeto Ecofrade, realizado pelo Instituto Últimos Refúgios em parceria com a Vale, SAMIFRA (Associação dos Moradores Proprietários e Amigos da Ilha do Frade), e apoio da Prefeitura de Vitória e da Amariv (Associação dos Catadores de Materiais Recicláveis da Ilha de Vitória), vem reunindo esforços para implementar a coleta seletiva na Ilha do Frade, um dos pontos turísticos mais visitados e com maior biodiversidade do Espírito Santo. Coletores de resíduos. Foto: Leonardo Merçon Nesta segunda-feira (19), a iniciativa celebrou a chegada dos coletores de recicláveis em um evento com moradores, membros das organizações realizadoras e veículos da imprensa capixaba. O encontro teve falas de Bruno de Pinho, diretor da SAMIFRA; Luiz Imanuel, vereador de Vitória; Juliana Sardinha, gerente de educação ambiental da Prefeitura de Vitória; Lúcio Heleno, diretor da AMARIV; Leonardo Merçon, fotógrafo de natureza e fundador do Instituto Últimos Refúgios e Raphael Gaspar, coordenador do projeto. Membros da AMARIV, SAMIFRA, Prefeitura de Vitória e Instituto Últimos Refúgios. Foto: Leonardo Merçon Os palestrantes comentaram sobre a grande realização em fazer parte desta iniciativa tão importante para o meio ambiente e para o contexto socioeconômico de Vitória. Apesar de ainda estar na fase inicial, distribuindo os coletores e pontos de entrega voluntária para atender moradores e frequentadores das praias e praças da ilha, o projeto visa difundir a mensagem da coleta seletiva para cada vez mais pessoas. Organização dos coletores. Foto: Leonardo Merçon Neste contexto, o Projeto Ecofrade fará a capacitação - e sensibilização - de moradores, pescadores, catadores de sururu, prestadores de serviço, fotógrafos, trabalhadores e outros frequentadores da Ilha do Frade sobre todo o processo que envolve a coleta seletiva. A associação de moradores dará o apoio necessário às atividades de mobilização, comunicação, divulgação e produção, enquanto a associação de catadores ficará responsável pela coleta, pelo transporte e pela reciclagem dos materiais recolhidos, além de participar na capacitação antes e durante a execução do projeto. CLUBE DE OBSERVADORES DA NATUREZA Além da coleta seletiva, um dos grandes objetivos da iniciativa é envolver o público infantojuvenil na transformação socioambiental da ilha por meio do Clube de Observadores da Natureza. A oficina foi criada pelo Instituto Últimos Refúgios ainda em 2019 e, desde então, vem sendo aprimorada para desenvolver a sensibilização ambiental com atividades práticas de contemplação e registro da natureza. O clube incentivará habilidades artísticas, técnicas e conhecimentos sobre biologia, fotografia, audiovisual, internet e coleta seletiva, fomentando a ciência cidadã e o senso crítico dos participantes acerca da sociedade e do meio ambiente. O Instituto Últimos Refúgios será a principal ponte entre as associações envolvidas, moradores e usuários, atuando, principalmente, na comunicação e produção das atividades. O foco é promover a redução do impacto ambiental na região e engajar os moradores e frequentadores da Ilha do Frade a atuarem em prol da coleta seletiva e também da conservação da rica biodiversidade da região. Bosque da Ilha do Frade. Foto: Leonardo Merçon

  • Faça Fácil Cariacica realiza exposição em homenagem a Semana do Meio Ambiente

    O programa Faça Fácil, que reúne órgãos, entidades e empresas prestadoras de serviços públicos, realizou, no último mês, sua própria “Semana do Meio Ambiente”. As idealizadoras do evento, Fabiane Motta e Reolania Calvi, convidaram o biólogo e coordenador de educação ambiental do Instituto Últimos Refúgios João Zanardo para organizar uma pequena exposição com fotos e vídeos de natureza, além de atividades interativas para engajar e conscientizar seus funcionários. Fabiane Motta, João Zanardo e Reolania Calvi, da esquerda para a direita. O setor de recursos humanos conheceu o trabalho do biólogo pelo Instagram e achou interessante apostar em uma temática cultural para falar sobre o meio ambiente. A empresa já tinha o costume de realizar eventos comemorativos ao longo do ano e aproveitou a data temática para ressaltar a importância da conservação ambiental. Fotos: João Zanardo Durante a Semana do Meio Ambiente, que ocorreu neste ano de 2021 entre os dias 4 e 9 de junho, todos que frequentaram o Faça Fácil puderam contemplar a exposição. O biólogo representou o Instituto Últimos Refúgios por meio das fotografias, projetos e iniciativas ambientais, além dos vídeos contemplativos transmitidos nas áreas comuns do estabelecimento. Os funcionários ainda se divertiram com um “quiz interativo online”, com perguntas e curiosidades sobre o meio ambiente. Foto: João Zanardo Além das paisagens e espécies nativas da Mata Atlântica capixaba, a exposição ainda contou com a parceria do Projeto Marsupiais, iniciativa do Instituto Últimos Refúgios que atua em prol da sensibilização e conservação dos marsupiais brasileiros. Os visitantes tiveram a oportunidade de levar um folder exclusivo para casa e conhecer mais sobre as atividades do projeto. Foto: João Zanardo A exposição foi uma excelente ideia para celebrar a Semana do Meio Ambiente e incentivar o conhecimento sobre a biodiversidade capixaba. A ação dialoga com o papel social do programa Faça Fácil, que busca valorizar pessoas e, consequentemente, o meio em que vivem.

  • Convite: 1º Congresso Brasileiro de Crocodilianos

    O Instituto Marcos Daniel (IMD), a Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e a Comissão Organizadora do 1° Congresso Brasileiro de Crocodilianos têm a satisfação de convidar toda a comunidade interessada no estudo e na conservação dos jacarés brasileiros a participar do 1° CBCroc, que acontecerá entre os dias 14 e 15 de agosto de 2021. O evento é online e gratuito, e contará com diversas palestras, mesas redondas e participantes internacionais. Além disso, apresentará o lançamento da plataforma online de educação ambiental, seis livros infantis e do livro “Tratado de Crocodilianos do Brasil”, a maior literatura já produzida sobre os crocodilianos no país. A obra ficará disponível para download gratuito. O tema do congresso será "A pluralidade científica em nome da conservação", que destaca a união de diversas profissões em prol da conservação dos jacarés do Brasil. Inscrições e Informações em: www.imd.org.br/cbcroc2021 O 1º CBCroc é uma realização Instituto Marcos Daniel, Projeto Caiman e LIAR - UFRPE com patrocínio da ArcelorMittal Tubarão. Texto & Ilustrações: Fernando Paulino; @inando.bio

  • "Últimos Refúgios: Da Pedra Azul ao Forno Grande" no Bom Dia ES

    A manhã desta terça-feira (29) começou com uma notícia muito especial para todos que acompanham o Instituto Últimos Refúgios e o “Bom Dia ES”, na TV Gazeta. O fotógrafo de natureza Leonardo Merçon foi convidado pelo telejornal para falar sobre o mais novo livro do Instituto - “Últimos Refúgios: Da Pedra Azul ao Forno Grande” - que retrata as belezas naturais do corredor ecológico que liga o Parque Estadual da Pedra Azul ao Parque Estadual do Forno Grande. O fotógrafo revela detalhes do projeto desenvolvido ao longo de quase dois anos, que culminou na criação do livro fotográfico com mais de 250 registros da fauna e flora local. Fotos: Leonardo Merçon Além da icônica onça-parda, que ilustra a capa do livro, a equipe registrou jaguatiricas, pacas e muitos outros mamíferos, além de aves raras no Espírito Santo, como a sanã-vermelha, o bacurau-tesoura-gigante e a saíra-apunhalada. O trabalho deu origem a mais de 10 mil fotografias, que serão divulgadas nas mídias sociais do Instituto Últimos Refúgios - Instagram, Facebook e grupo de WhatsApp. A obra é o terceiro volume da série Áreas Protegidas e já está em fase de pré-venda. O lançamento oficial ocorrerá no dia 8 de julho, com transmissão ao vivo no Instagram e Youtube do Instituto. Imagens e vídeos exclusivos do projeto ilustram a entrevista. Assista a reportagem completa pelo globoplay clicando na foto abaixo: O livro "Últimos Refúgios: De Pedra Azul ao Forno Grande" é um projeto da Lei de Incentivo à Cultura realizado pelo Instituto Últimos Refúgios, Secretaria Especial de Cultura e Ministério do Turismo, com patrocínio do Grupo Águia Branca, Medsênior e Diaço Distribuidora de Aço S/A; e apoio do Instituto Estadual do Meio Ambiente (IEMA), Reserva Ambiental Águia Branca, Parque Estadual da Pedra Azul, Parque Estadual do Forno Grande, Ecoparque Pedra Azul Aventura, Instituto O Canal, MAKNA e Ripple Essentials.

  • Conheça o Projeto Vitória da Restinga!

    Você já ouviu falar sobre a restinga? Sabia que todas as praias da cidade de Vitória são cercadas por ela? O Instituto Últimos Refúgios, em parceria com a Vale, convida todos para conhecer o projeto "Vitória da Restinga", iniciativa que fomentará o conhecimento sobre o ecossistema para toda a população capixaba. O projeto busca promover um diálogo aberto com a comunidade por meio de ações de sensibilização ambiental, informando sobre a biodiversidade local e o trabalho de revitalização na restinga da Orla de Camburi, em Vitória. Fotos: Raphael Gaspar Tebaldi e Leonardo Merçon, respectivamente O objetivo é gerar um efeito positivo para as comunidades locais e ressaltar a importância de preservar a biodiversidade deste ambiente tão impactado pela ação humana. IMPORTÂNCIA DA RESTINGA “Restinga” é o termo utilizado na ecologia para definir diferentes formações vegetais sob influência marinha e flúvio-marinha, formadas nos solos arenosos de ambientes costeiros (praias). Esta área de conexão entre o ambiente marinho e continental possui diversas fragilidades naturais, como a deposição e erosão do substrato arenoso por ação dos ventos oceânicos. Foto: Leonardo Merçon O ecossistema de restinga é associado à Mata Atlântica, um dos maiores hotspots de biodiversidade do planeta. Os hotspots são áreas com grande biodiversidade de plantas e animais - como aves, mamíferos e répteis - que geralmente abrigam espécies raras endêmicas, ou seja, que existem apenas naquele local. Muitas vezes, este ambiente serve como refúgio e local de reprodução para animais migratórios, a exemplo de algumas aves e tartarugas marinhas, que voltam às praias para construírem seus ninhos próximos à vegetação de restinga. Foto: Leonardo Merçon A fauna e flora presente neste ambiente são capazes de suportar e lidar com a salinidade elevada, ventos fortes, solo com poucos nutrientes e escassez de água. Algumas espécies de plantas da restinga possuem folhas coriáceas (com a cutícula mais densa) que evita a perda excessiva de água, raízes profundas e extensas para ocupar mais espaço no solo e ter acesso à água e folhas com glândulas de sal, e precisam descartá-las para controlar o excesso do mineral. Fotos: Leonardo Merçon A orla de Camburi abriga várias espécies típicas da restinga, representadas pelo canto das aves e pelas cores da fauna e da flora que habitam a região. Neste lindo mosaico da vida silvestre é possível visualizar algumas das espécies nativas de restinga. Na flora, temos a Aroeira-vermelha (Schinus terebinthifolia), espécie que possui sementes vermelhas com um grande potencial econômico. Em relação à fauna, podemos visualizar o teiú (Salvator merianae), o maior lagarto do Brasil. Também temos o gambá-de-orelha-preta (Didelphis aurita), um mamífero nativo em áreas de restinga. Fotos: Leonardo Merçon Toda essa biodiversidade pode ser encontrada na restinga das praias de Vitória. O Projeto Vitória da Restinga incentivará o conhecimento sobre o ecossistema e apresentará suas belezas naturais por meio da informação e da sensibilização ambiental. Fiquem ligados pois tem muita novidade vindo por aí! Nos acompanhe em nossa página no Instagram: @vitoriadarestinga EQUIPE Leonardo Merçon, Iasmin Macedo, Raphael Gaspar, Caroline Reis, Anna Flávia Sacchetto, Thiago Negrelli, Laiz Pontes, Marina Mello, Felipe Facini , Sol Lucas. Foto: Leonardo Merçon O projeto Vitória da Restinga é uma realização do Instituto Últimos Refúgios em parceria com a Vale. PROJETO REALIZAÇÃO PARCERIA

  • Lançamento do livro "Últimos Refúgios: da Pedra Azul ao Forno Grande" já tem data marcada

    O livro “Últimos Refúgios: Da Pedra Azul ao Forno Grande" já está em fase de produção e com data de lançamento marcada. O evento ocorrerá no dia 8 de julho, às 19h, em transmissão ao vivo no Instagram e YouTube do Instituto Últimos Refúgios, com a presença de apoiadores e pessoas importantes para o desenvolvimento do projeto. Ao longo dos últimos dois anos, a equipe do Instituto Últimos Refúgios visitou os municípios de Castelo, Vargem Alta e Domingos Martins para registrar a biodiversidade do corredor ecológico que liga o Parque Estadual da Pedra Azul ao Parque Estadual do Forno Grande. As fotografias de natureza deram origem ao terceiro volume da série Áreas Protegidas, desenvolvido a partir da Lei de Incentivo à Cultura Federal. Pedra Azul. Foto: Leonardo Merçon Até a data de lançamento, as mídias sociais do Instituto terão um cronograma especial com atualizações diárias. O conteúdo terá imagens de natureza, fotos making of, informações adicionais sobre o projeto teasers e vídeos exclusivos de desenvolvimento do livro. Making Of. Foto: Augusto Gomes Corredor Ecológico O Corredor Ecológico entre os Parques Estaduais da Pedra Azul e do Forno Grande, que passa pela Reserva Águia Branca e propriedades privadas vizinhas, atinge recordes de visitação no Espírito Santo como um dos principais atrativos turísticos do estado. A equipe do Instituto Últimos Refúgios visitou a região para conhecer suas riquezas naturais e atestar a grande variedade de ambientes e espécies importantes para a conservação da biodiversidade brasileira. O corredor é fonte de vida. É um celeiro de água, plantas e animais. Sagui-da-serra (Callithrix flaviceps). Foto: Leonardo Merçon O terceiro volume da série Áreas Protegidas revela os detalhes desta região após um complexo trabalho fotográfico que respeitou o tempo e o ritmo dos ciclos da natureza. As espécies retratadas são emblemáticas, pois sobrevivem em um contexto de crescente ocupação humana. O Corredor Ecológico da Pedra Azul ao Forno Grande apresenta-se ao mundo por meio de registros sensíveis, reunidos em um livro fotográfico que provoca reflexões sobre a importância de preservá-lo. Pedra Azul A imponente Pedra Azul é um dos principais cartões postais da serra capixaba. No seu entorno, é possível vivenciar diversas atrações turísticas, a exemplo do Parque Estadual da Pedra Azul, que oferece trilhas na floresta e piscinas naturais com uma vista incrível; e o Ecoparque, que disponibiliza um cardápio repleto de opções de turismo de aventura. A escalada ao topo da montanha é uma excelente alternativa para aqueles que buscam aventura e adrenalina em um dos pontos turísticos mais bonitos do Brasil. Além disso, restaurantes e hotéis integrados à natureza oferecem um belo visual e conforto para os visitantes. Escalada. Foto: Augusto Gomes Reserva Águia Branca A Reserva Ambiental Águia Branca foi criada em 2017 pelo Grupo Águia Branca para contribuir com o desenvolvimento sustentável da Região das Montanhas Capixabas. Localizada no município de Vargem Alta, a Reserva possui 2.225,64 hectares de área e uma rica biodiversidade, com o registro de várias espécies de fauna e flora, algumas delas raras e ameaçadas de extinção. O espaço está preparado para receber visitantes - mediante agendamento - para ações de educação ambiental, opções de lazer e trilhas. A reserva ainda possui estrutura para eventos com um auditório para até 80 pessoas. Jaguatirica e ninho de tesourinha-da-mata. Fotos: Leonardo Merçon. Forno Grande O maciço do Forno Grande faz referência aos fornos de assar pães utilizados pelos imigrantes italianos que colonizaram a região. O pico de 2.029 metros de altura é o segundo ponto mais alto do Espírito Santo, ficando atrás apenas do Pico da Bandeira. Sua principal atração é, além do centro de visitantes, a trilha com cerca de três quilômetros que leva os visitantes até um lindo mirante onde pode-se ver o Pico de Forno Grande, a imponente Pedra Azul e toda a natureza que cerca o corredor ecológico, uma das vistas mais lindas do Espírito Santo. Para quem quiser se refrescar, os poços amarelos são perfeitos e estão localizados no meio da trilha. Roteiro Turístico O acesso ao Corredor Ecológico pode ser feito pela BR-262, a partir da Pedra Azul, geralmente o primeiro destino para quem busca atrações de turismo ecológico. É possível visitar as trilhas na floresta e conhecer as atrações gastronômicas da Rota do Lagarto em apenas um dia. A densa Mata Atlântica acompanha todo o trajeto, principalmente nos trechos mais estreitos, onde você pode desacelerar e contemplar a paisagem nos arredores, repleta de ar puro e natureza. Assim, também é possível evitar acidentes com a fauna nativa. Uma excelente opção é se hospedar na região ou na Rota das Flores. Além de contemplar as trilhas locais e as atrações da hospedagem, também é possível ir até o Parque Estadual Forno Grande para conhecer o centro de visitantes e percorrer a trilha até o mirante e os poços amarelos. O livro "Últimos Refúgios: De Pedra Azul ao Forno Grande" é um projeto da Lei de Incentivo à Cultura realizado pelo Instituto Últimos Refúgios, Secretaria Especial de Cultura e Ministério do Turismo, com patrocínio do Grupo Águia Branca, Medsênior e Diaço Distribuidora de Aço S/A; e apoio do Instituto Estadual do Meio Ambiente (IEMA), Reserva Ambiental Águia Branca, Parque Estadual da Pedra Azul, Parque Estadual do Forno Grande, Ecoparque Pedra Azul Aventura, Instituto O Canal, MAKNA e Ripple Essentials.

  • #SooretamaViva - Junte-se a nós nesta luta!

    Neste 'Dia do Meio Ambiente' (05/06), convidamos você para participar do ‘Sooretama Viva!’, um encontro especial, online e gratuito com diversos pesquisadores e conservacionistas capixabas. O foco deste ano é a preservação do complexo de áreas protegidas de Sooretama e a importância do desvio da BR-101 no trecho que atravessa o maior remanescente da Floresta de Tabuleiro de toda a Mata Atlântica. A programação do evento conta com palestras sobre a Rebio Sooretama e seus arredores, diversidade, flora, fotografia da natureza, grandes herbívoros e felinos, tatu-canastra, harpias, surucucu-pico-de-jaca e outros répteis raros, com foco nos impactos diretos e indiretos da rodovia BR-101 sobre essa biodiversidade. No final, todos poderão participar com perguntas na mesa-redonda. Além de tudo isso, você ainda acompanha a estreia do novo documentário do Herpeto Capixaba “Quanto vale uma vida? O impacto da BR-101 nos teiús da Reserva Biológica de Sooretama”. Nos vemos no sábado (05/06), às 9h, no Youtube do Herpeto Capixaba! Acesse clicando aqui. PROGRAMAÇÃO

Somos uma organização sem fins lucrativos. Por isso dependemos de doações para manter viva a luta em prol do meio ambiente. Sua colaboração mensal garante a continuidade e a independência do nosso trabalho.

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