Search Results
Search this site
759 resultados encontrados com uma busca vazia
- Tour Amigos da Jubarte: Vídeo documental marca o encerramento do projeto em 2022
Este vídeo é uma ação de sensibilização ambiental do Instituto Últimos Refúgios, em parceria com o Projeto Amigos da Jubarte e com a Prefeitura da Serra por meio da Secretaria do Meio Ambiente, com a parceria da Secretaria de Educação do município e financiado pelo Fundo Municipal de Conservação Ambiental da Serra. Nesse contexto, foi realizado o projeto “Tour Amigos da Jubarte”, iniciativa que uniu educação ambiental, difusão científica e inclusão social em 2022. Em mais uma realização do Instituto Últimos Refúgios, foi produzindo o material documental que marca o encerramento do “Tour Amigos da Jubarte”, iniciativa do Instituto com o apoio do Projeto Amigos da Jubarte e da prefeitura da Serra. Para apresentar as atividades realizadas no projeto, foi produzido o material documental em vídeo, que marca o encerramento do “Tour Amigos da Jubarte”. O objetivo das atividades foi aproveitar o turismo de observação de baleias, que ocorre na capital, como objeto de inclusão social para famílias do município da Serra. No vídeo são descritas todas as atividades realizadas ao longo de 2022, que passaram pela formação de educadores da Rede Municipal de Ensino da Serra, imersão em conteúdos de educação ambiental nas escolas da cidade e por fim, excursões em alto-mar para estudar de perto as baleias-jubarte e o ecossistema marinho. Ao todo 851 alunos e 103 educadores do ensino fundamental foram comtemplados pelo projeto, que passou pelas escolas EMEF Aureníria Correa Pimentel, EMEF Serrana e EMEF Sonia Regina Gomes Rezende. Entre alunos e pais, membros da escola, do projeto e órgãos apoiadores, 89 pessoas foram a bordo nas expedições em alto-mar. Participantes no início da expedição/ FOTO: Anna Flavia Sacchetto A professora de ciências Cristina Zampa, ressaltou a relevância da iniciativa com os professores, o que contribui para a educação ambiental dentro das escolas. "É muito importante falar sobre as baleias, ensinando que elas passam pelos nossos mares, pertinho da gente. Coisa que nossos alunos nem imaginam que acontecem", concluiu a educadora que trabalha na escola EMEF Serrana. O Instituto últimos Refúgios, junto ao Projeto Amigos da Jubarte, expressa a imensa felicidade que foi fazer parte desta iniciativa e espera ter de fato contribuído no crescimento pessoal dos alunos e professores participantes do projeto. FOTO 1: Orias Alves/ FOTO 2: Anna Flavia Sacchetto/ FOTO 3: Joarley Rodrigues
- Projeto Vitória da Restinga realiza formação para equipe de limpeza pública da PMV
Coletores e equipe Vitória da Restinga reunidos / FOTO: Joarley Rodrigues. Na última terça-feira (13), o Projeto Vitória da Restinga promoveu uma formação para 17 agentes de coleta que trabalham na capital Capixaba. Durante o evento foram abordados diversos assuntos sobre a restinga e impactos ambientais, como o que foi realizado na estinga de Camburi, o que é o TCA (Termo de Compromisso Ambiental) e a importância da profissão do coletor de resíduos para a preservação da restinga. Outro assunto que chamou atenção foi a promoção da inclusão de Pessoas com Deficiência (PCD) nas atividades feita pela equipe. Ao final de todas as apresentações foi realizado um momento para dúvidas e esclarecimentos com as pessoas presentes na formação. Coletores no momento da formação / FOTO: Joarley Rodrigues Sobre a pauta inclusão, o coletor Daniel Silva, de 29 anos , valorizou o trabalho do projeto, chamando atenção em especial para os casos de autismo e o isolamento social que essa parcela da população enfrenta. "Gostaria de agradecer o projeto por estar fazendo a inclusão de pessoas que têm autismo e outras que possuem algum tipo de transtorno. Isso é muito importante, pois vários projetos não pegam essa parte. Embora muitos consigam aprender, muitos possuem dificuldades e ficam separados em um canto. O projeto ter essa iniciativa, é muito importante para as crianças e para os seus pais. Parabéns para o Projeto”, concluiu o coletor. A ação aconteceu na empresa Vital Engenharia Ambiental, em Vitória, e contou com a distribuição de informativos sobre o Projeto Vitória da Restinga e do Termo de Compromisso Ambiental. FOTOS: Joarley Rodrigues Projeto Vitória da Restinga O projeto é uma realização do Instituto Últimos Refúgios em parceria com a Vale e a Prefeitura de Vitória, e busca promover o diálogo com a comunidade por meio de ações de sensibilização ambiental, informando sobre a importância da restinga, a biodiversidade local e o trabalho de revitalização na restinga da Orla de Camburi, em Vitória, capital do Espírito Santo. O objetivo é gerar um efeito positivo para as comunidades locais e ressaltar a importância de preservar a biodiversidade deste ambiente tão impactado pela ação humana.
- Clube de Observadores da Restinga leva alunos para estudar pontos da praia de Camburi
FOTO: Joarley Rodrigues Entre 17 de outubro e 9 de novembro, o Clube de Observadores da Restinga (extensão do Projeto Vitória da Restinga) realizou mais três expedições com os alunos da escola EMEF Álvaro Castro Mattos, desta vez na praia de Camburi. O clube, que iniciou as atividades de campo em setembro, foi até o Píer de Iemanjá, Píer Central e o Atlântica Parque para acompanhar de perto e colher registros do ecossistema de restinga. FOTO: Joarley Rodrigues Cerca de 40 alunos foram conduzidos e instruídos pela equipe do Projeto Vitória da Restinga com o objetivo de familiarizar-se com o ambiente, além de discutir na prática, assuntos já vistos anteriormente em sala de aula. O foco principal foi observar e registrar a recuperação e estabilidade da área. Foto 1- Coruja-buraqueira / FOTO: Leonardo Merçon| Foto 2- Teiú / FOTO: Joarley Rodrigues Entre plantas e animais, os estudantes observaram uma variedade com mais de 20 espécies. Alguns exemplos foram, aroeiras, clúsias e bromélias na flora; assim como o Teiú, coruja-buraqueira e anu-branco na fauna. Clube de Observadores da Restinga A equipe do projeto Vitória na restinga, iniciativa do Instituto Últimos Refúgios em parceria com a Vale e a PMV, busca promover educação ambiental para crianças e adolescentes com aulas teóricas (em sala de aula) e de campo, aproximando esses alunos do ecossistema de restinga. O clube consiste em práticas de observação e registros de espécies de animais e plantas, além de sensibilização por meio da integração entre sociedade e natureza, fazendo com que a população também tenha participação no levantamento de material científico. FOTOS: Joarley Rodrigues e Leonardo Merçon
- Vitória da Restinga: ação de conscientização é realizada na praia de Camburi neste domingo (11)
Foto: Joarley Rodrigues Na manhã do último domingo (11), a equipe do projeto Vitória da Restinga realizou uma ação de sensibilização na orla da praia de Camburi, em Vitória. O VR (como também é chamado o projeto), é uma iniciativa do Instituto Últimos Refúgios em parceria com a Vale e PMV. Com uma tenda montada próxima à vegetação presente na praia, o objetivo da ação foi promover a conscientização a respeito da restinga através de abordagem com a população que passava por ali. Foram expostos banners informativos e explicações de biólogos sobre o ecossistema. Foto: Joarley Rodrigues Também houve atividades para os pequenos, que receberam pinturas corporais, representando animais originais da restinga, além de interagirem com a coruja mascote, Atena. Fotos: Joarley Rodrigues Projeto Vitória da Restinga O projeto busca promover um diálogo aberto com a comunidade por meio de ações de sensibilização ambiental, informando sobre a biodiversidade local e o trabalho de revitalização na restinga da Orla de Camburi, em Vitória. O objetivo é gerar um efeito positivo para as comunidades locais e ressaltar a importância de preservar a biodiversidade deste ambiente tão impactado pela ação humana.
- ABELHAS em foco: oficina de observação é implementada em núcleo de estudantes do Instituto Terra
Instituto Últimos Refúgios realiza atividade do Clube de Observadores da Natureza para estudantes do Instituto Terra Texto: Vanessa Yee e Leonardo Merçon O diretor/fundador do Instituto Últimos Refúgios e fotógrafo de natureza Leonardo Merçon implementou a atividade do "Clube de Observadores da Natureza" no NERE (Núcleo de Estudos em Restauração Ecossistêmica) do Instituto Terra. Alunos do NERE que participaram da oficina e o fotógrafo Leonardo Merçon. Os jovens alunos com recém-formação nas áreas técnicas da Agropecuária, Agricultura, Florestal, Meio Ambiente e afins participaram de uma oficina de ciência cidadã por dois dias, que contou com uma aula presencial teórica e uma vivência de campo onde puderam colocar em prática os ensinamentos de fotografia de natureza, ciência cidadã e criar uma história sobre a fauna da região. Os animais escolhidos para serem protagonistas das imagens foram as abelhas, devido ao projeto "Meliponário Escola do Instituto Terra" que exerce dupla função na instituição: ambiental, visto que a criação de abelhas nativas serve para a polinização das espécies arbóreas nativas, e a com foco na educação, pois é possível realizar cursos de capacitação e demonstrar para turmas de estudantes como funciona toda a estrutura da produção de mel e difundir essa importante informação na região do vale do Rio Doce. Após as atividades de campo, com as imagens em mãos, alunos e professor analisaram e selecionaram as melhores, desenvolvendo uma narrativa acerca desse peculiar inseto. Confira o resultado: ABELHAS NO INSTITUTO TERRA Expansão do Meliponário Escola do Instituto Terra Segundo o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), das 141 espécies de plantas que utilizamos na nossa alimentação, cerca de 60% (85 espécies) dependem, em certa medida, das abelhas para serem produzidas. No mundo, esse valor chega a 75%, segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO). Fonte: comunica.ufu.br/noticia/2019/12/por-que-nossa-vida-depende-da-presenca-das-abelhas Uruçu-amarela na entrada da colméia. Foto: Allan Pereira. No Brasil, grande parte da produção de mel e de outros produtos derivados da meliponicultura (atividade que é exercida pelo Instituto Terra) dependem das matas nativas para a obtenção de néctar, pólen e resinas. Por este motivo, o meliponicultor é naturalmente um defensor da natureza e trabalha por sua preservação. Meliponário é a denominação de um conjunto de colmeias de abelhas nativas sem ferrão, devidamente instaladas em uma área geográfica. Podem ser destinados à meliponicultura fixa, quando são construídos para receberem colmeias que permanecerão definitivamente na área, ou destinados para a meliponicultura migratória, quando recebem colmeias apenas durante um determinado período do ano, para exploração de floradas específicas. A escolha do local e a instalação do meliponário são dois pontos de grande importância para o sucesso para a atividade, assim como na apicultura (criação de abelhas Apis, vindas de outros países), que possui o mesmo princípio. Fonte: http://www.ceepro.com.br/documentos/Poligrafo%20de%20Apicultura%20CEEPRO.pdf No Instituto Terra elas foram bem instaladas, já que precisam de boas floradas, disponibilidade de água e sombreamentos, tudo que existe na reserva, graças ao reflorestamento de uma grande área que antes era pasto. Abaixo, algumas das abelhas registradas no Instituto Terra pelos participantes da oficina do Clube de Observadores da Natureza. Algumas são de colmeias introduzidas na RPPN e o outras tiveram um retorno natural; Descrição das espécies da galeria: Mamangava. Foto: Allan Pereira / Abelha-cachorro. Foto: Luiz Guilherme / Abelha cachorrinho. Foto: Charliéu Vitoriano / Abelha boca-de-sapo. Foto: Allan Pereira / Abelha boca-de-sapo. Foto: Wilma Holiver / Abelha metálica. Foto: Dhuliana Pinho / Apis Melifera. Foto: Allan Pereira / Jataí-amarela (Tetragonisca angustula). Foto: Breno Fernandes / Mamangava (Bombus morio). Foto: Arlon Mattos / Abelha Iraí. Foto: Breno Fernandes. DIFERENÇA DAS ESPÉCIES NATIVAS E EXÓTICAS: As Meliponas e das Apis (exóticas) Existem mais de 1500 espécies de abelhas nativas no Brasil (fonte: Embrapa), a maioria solitárias. As espécies sociais, com destaque para as abelhas sem ferrão, são mais de 300 espécies. No Instituto Terra podem ser encontradas algumas delas. A criação de abelhas nativas sem ferrão, é chamada de MELIPONICULTURA. Foto 01: Abelha-cachorro (Trigona spinipes) Fotografia: Arlon Mattos | Foto 02: Abelha rainha de Uruçu-amarela. Foto: Hionnara Rocha. Já a APICULTURA é o manejo das abelhas como a Apis mellifera scutellata veio do leste da África. Também conhecida como "Abelha-Africana", é uma espécie muito agressiva, polinizadora, enxameadora e migratória. Foi introduzida no Brasil para pesquisas científicas, mas acabou escapando do cativeiro. No cruzamento com as raças aqui existentes, produziu um híbrido que passou a ser chamado de abelha africanizada. Alastrou-se rapidamente por todo o país. Sem meios de exterminá-la, os apicultores brasileiros se uniram em associações, com o objetivo de utilizá-la como produtora de mel. Com o desenvolvimento de novas técnicas e a utilização de medidas de segurança, foi possível obter uma boa produção de mel, o que possibilitou um desenvolvimento acentuado da apicultura no Brasil. Fonte: https://www.cpt.com.br/artigos/abelhas-com-ferrao-abelha-africana-apis-mellifera-scutellata Abelha-europa (Apis mellifera). Foto: Breno Fernandes ESPÉCIES DE PLANTAS QUE AS ABELHAS VISITAM No Instituto, as mais variadas espécies de plantas com flores, fazem do local um ótimo lar para as abelhas. Especialidades e Nichos; Descrição das espécies: Abelha Apis coletando mel. Foto: Gabriel de Oliveira / Amor-agarradinho (Antigonon leptopus). Foto: Dhuliana Pinho / Abelha em flor de cuia-de-macaco. Foto: Breno Fernandes. IMPORTÂNCIA DAS ESPÉCIES NO ECOSSISTEMA - Predadores Descrição das espécies: Aranha capturando a abelha. Foto: Wilma Holiver / Aranha capturando a abelha. Foto:Dhuliana Pinho / Lagarta-mede-palmos (predadora de abelhas). Foto: Gabriel de Oliveira / Libélula predadora de abelha. Foto: Allan Rosa. FLORES Flora apicola (Plantas que as abelhas visitam); Descrição das espécies: Ninféia-Vermelha (Nymphaea rubra) Foto: Hionnara Rocha / Flor-leopardo (Belamcanda chinensis) Foto: Luiz Guilherme / Manto-de-rei (Thunbergia erecta) Foto: Luiz Guilherme / Margaridão (Sphagneticola trilobata). Foto: Luiz Guilherme. “As flores amarelas são especialmente atrativas para todo tipo de inseto polinizador. O mais importante é que elas gostam de quando o canteiro de flores se enche todo de uma vez”, explica. Fonte: - https://revistacasaejardim.globo.com/Casa-e-Jardim/Paisagismo/Plantas/noticia/2021/12/12-especies-de-flores-para-atrair-abelhas.html Descrição das espécies: Floração de “Sorvetão”. Foto: Charliéu Vitoriano / Floração de Jabuticaba. Foto: Charliéu Vitoriano / Flor Ixora. Foto: Allan Pereira / Flor de carambola. Foto: Hionnara Rocha / Flor de Cuia-de-macado. Foto: Mayara Locateli / Flor de mussaenda. Foto: Gabriel de Oliveira. POLINIZADORES Aproximadamente, 90% das espécies de plantas do mundo dependem da polinização. Inclusive, essa taxa pode chegar a 94% em regiões tropicais. Isso quer dizer que os polinizadores são essenciais para a manutenção da vida. Além disso, têm papel fundamental na produção de alimentos. Estima-se que, somente no Brasil, eles economizam 12 bilhões ao ano. Esse seria o valor gasto com os produtores de alimentos caso necessitassem fazer o serviço dos animais polinizadores. Diversos animais são polinizadores. Embora as abelhas sejam as mais conhecidas, outros insetos são igualmente importantes para a vida na Terra, bem como muitos pássaros e mamíferos. Fonte: https://www.petz.com.br/blog/especies/animais-polinizadores/ Borboletas polinizadoras encontradas no Instituto Terra; Descrição das espécies: Burnsius oileus. Foto: Gabriel de Oliveira / Hamadryas laodamia. Foto; Luiz Guilherme / Borboleta hamadryas laodamia. Foto: Allan Pereira / Foto de borboleta. Foto: Breno Fernandes / Borboleta polinizando flor. Foto: Breno Fernandes. Outras espécies polinizadores Foto 01: Beija-Flor-Tesoura (Eupetomena macroura). Foto: Arlon Mattos (arquivo) | Foto 02: Vespa polinizadora Foto: Luiz Guilherme PRODUÇÃO DE MEL Processo de Captura e introdução nas colmeias; Em 2022 houve o início do povoamento do Meliponário Escola por meio da aquisição de enxames de abelhas nativas como a Uruçu-amarela, Mandaçaia e Mandaguari- preta. Logo após a divisão, a multiplicação desses enxames foi realizada para expandir a quantidade de colméias, por fim, foram instaladas iscas com o objetivo de captar os enxames para criação racional. Esses alveários poderão ser doados às escolas e pequenos agricultores nas atividades pedagógicas. Foto 01: Armadilha para captura de Meliponas. Fotografia: Gabriel de Oliveira | Foto 02: Armadilha. Foto: Gabriel de Oliveira Enxames em fortificação e produção; Descrição das fotos: Colmeia em funcionamento. Foto: Gabriel Oliveira / Colmeia em funcionamento. Foto: Gabriel de Oliveira / Colméia de abelha Jataí. Foto: Luiz Guilherme. DIFERENÇA DA MELIPONICULTURA DA APICULTURA Existem duas classificações diferentes para a atividade de produção de abelhas e seus derivados. É comum a generalização do termo “apicultura”, mas nem sempre é o correto. A apicultura é a atividade de criação de espécies de abelhas com ferrão do gênero Apis (exóticas no Brasil) para fins de produção de mel, pólen apícola, própolis, cera de abelhas, geleia real e apitoxina ou para serviços de polinização. Meliponicultura é a atividade de criação de espécies de abelhas sem ferrão (nativas do Brasil), também conhecidas como abelhas indígenas, abelhas nativas ou meliponíneos, como é o caso do projeto. Elas têm sido cada vez mais valorizadas na gastronomia por seu mel apresentar características únicas que variam de acordo com o seu tipo e as flores que as operárias usam para buscar o néctar para a produção do mesmo. Fonte: Associação Brasileira de Estudo das Abelhas https://www.nacaoagro.com.br/noticias/apicultura/entenda-a-diferenca-entre-apicultura-e-meliponicultura/ Manejo e equipamentos; Geilson (parceiro do IT na introdução das colmeias de Melipona) - Descrição das fotos: Abertura de Colmeias da Uruçu-Amarela (Melipona rufiventris). Foto: Dhuliana Pinho / Professor Geilson explicando como manejar a abertura da caixa da abelha uruçu. Foto: Hionnara Rocha / Professor Geilson explicando como manejar a abertura da caixa da abelha uruçu. Foto: Hionnara Rocha / Sobreninho de uma colmeia da abelha Uruçu-Amarela (Melipona rufiventris). Foto: Charliéu Vitoriano / Abertura de colméia. Foto: Charliéu Vitoriano / Professor Geilson explicando como manejar a abertura da caixa da abelha uruçu. Foto: Wilma Holiver / Professor Geilson explicando como manejar a abertura da caixa da abelha uruçu. Foto: Hionnara Rocha / Introdução das colmeias de Meliponas. Foto: Dhuliana Pinho. RESULTADOS Produção de sementes e frutos na RPPN; As meliponas cumprem um papel de extrema importância na reprodução das plantas nativas, promovendo a polinização cruzada e, como consequência, a formação de frutos e sementes, favorecendo, assim, a conservação da biodiversidade. As abelhas presentes no Instituto Terra ajudam a manter a floresta em pé. Fonte: https://www.marinha.mil.br/eames/node/370 Descrição das fotos: Frutos e sementes de Ixora. Foto: Elini Dias / Carambola. Foto: Arlon Mattos / Cajá-mirim. Foto: Luana Ferreira / Foto FLORESTA EM PÉ, no Instituto Terra, com a ajuda das Abelhas. CRÉDITOS Equipe do Instituto Últimos Refúgios Leonardo Merçon Amanda Bolonha Vanessa Yee Vitor Pinheiro Estudantes do NERE ALLAN ROSA PEREIRA CAROLAINE BARBOSA MACIEL CHARLIÉU PEREIRA VITORIANO DHULIANA PINHO DA SILVA ELINI DIAS SOARES FABIO JUNIO PAULO FERREIRA GABRIEL DE OLIVEIRA CRUZ HIONNARA ROCHA DA SILVA JONAS LIMA DOS SANTOS SILVA LUANA FERREIRA DA SILVA LUIZ GUILHERME SIQUEIRA NASCIMENTO MAYARA DOS SANTOS LOCATELI RAFAEL FERREIRA NUNES RAMON SILVA DOS SANTOS WILMARLINE SILVA OLIVEIRA Colaboradores do Instituto Terra Arlon Mattos Jeieli Oliveira Kayla Fagiole Lucas Barcelos Mário Constantino Apoio Fodation D’entreprise Airfrance “Apoio para a ampliação da estrutura do Meliponário do Instituto Terra, para otimização de seu potencial educacional e transformando em um Meliponário Escola.”
- Vitória da biodiversidade capixaba: lista de espécies ameaçadas é atualizada no ES
Após trabalho intenso da Frente Parlamentar de Conservação da biodiversidade Capixaba, junto ao Instituto Últimos Refúgios e demais organizações não governamentais (ONGs) ligadas ao meio ambiente, a lista de espécies ameaçadas no Espírito Santo foi atualizada. Segundo a nova lista, divulgada no último dia 28, agora o estado tem 1874 espécies sob ameaça de extinção, sendo 444 delas correspondentes à fauna e 1430 à flora. A lista, que não era atualizada desde 2005, foi uma produção do Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema) e a Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (Fapes), coordenados pelo Instituto Nacional da Mata Atlântica (INMA). A presidente do UR, Yasmin Macedo, evidenciou que a atualização da lista é importante para incentivar novos pesquisadores e disseminar conhecimento para proteger espécies em estado mais crítico. "A nova lista nos dá mais conhecimento para melhor preservar as espécies em estado mais crítico, que muitas vezes podem ser as chamadas 'guarda-chuva', aquelas que interferem direta e indiretamente na preservação de outras", explicou a pesquisadora, que também chamou a atenção para o surgimento de novas espécies. "Muitas vezes essa demora na atualização dos dados de risco de extinção, não nos deixa ciente do surgimento de novas espécies, que geralmente já nascem em perigo crítico", concluiu a presidente. O deputado Fabrício Gandini, que participou ativamente das discussões da pauta, demonstrou sua satisfação pelas redes sociais. "Um passo importante no reconhecimento da necessidade de proteger a diversidade biológica do solo capixaba. Vamos continuar trabalhando pela causa, na busca por melhorias e investimentos na preservação do meio ambiente", publicou o deputado, que é presidente da Frente Parlamentar de Conservação. Vale lembrar que em agosto deste ano, diretor e presidente do instituto estiveram na Assembleia Legislativa (Ales) para discutir sobre o assunto. Na ocasião, representantes de 10 organizações
- Campanha contra a captura acidental - O Instituto Últimos Refúgios apóia a campanha "STOP ByCatch"
Além da poluição, a captura acidental tem se tornado uma grande inimiga de diversas espécies de animais marinhos ameaçadas de extinção, que não são normalmente alvos da pesca, mas por ficarem presos, acabam morrendo. Estima-se que por ano, milhares de tartarugas, aves, baleias e golfinhos morrem acidentalmente. CAMPANHA "PARE A CAPTURA ACIDENTAL" O dia de hoje (1º de dezembro) é marcado pelo movimento “PARE a Captura Acidental” (STOP ByCatch Day), idealizado pelo Instituto Verde Azul - VIVA em 2018, com o intuito de sensibilizar as pessoas sobre essa ameaça. O “Bycatch” (pesca acidental), considerado como a maior ameaça de mamíferos aquáticos no mundo, é a captura de animais que geralmente não seriam alvos da pesca e que acabam sendo descartados posteriormente. APA BAÍA DAS TARTARUGAS Vale lembrar que animais ameaçados de extinção são protegidos por lei. Incluindo espécies de tartarugas marinhas. Algumas delas presentes na APA Baía das Tartarugas. A tartaruga-verde, que é uma vítima constante por aqui, é considerada EM PERIGO - EN (do inglês, Endangered, e que corre risco alto de extinção a curto prazo), pela lista vermelha de animais ameaçados de extinção da IUCN - International Union for Conservation of Nature. A Baía das Tartarugas é uma APA municipal, criada pela Prefeitura de Vitória, no Espírito Santo e o Projeto de Conservação @baiadastartarugas é uma iniciativa formada por voluntários do Instituto @ultimosrefugios com o objetivo de realizar a sensibilização ambiental, fomentar pesquisas e o turismo sustentável no Espírito Santo, e em especial. na APA. PETIÇÃO Em 2022, como parte das mobilizações pelo Dia Pare a Captura Acidental, os organizadores do evento criaram uma petição em prol de políticas públicas para monitorar, reduzir e evitar as capturas acidentais no Brasil. Caso sua instituíção também tenha interesse em APOIAR a petição, entre em contato através do email lari.dalpaz@viva.bio.br e envie a logo de sua instituíção. LINK DA PETIÇÃO https://www.change.org/p/pol%C3%ADticas-p%C3%BAblicas-para-reduzir-a-captura-acidental-da-fauna-marinha-no-brasil Abaixo, instituíções que já apoiam a petição: A ação é organizada pelo VIVA Instituto Verde Azul. Parabéns pela ação pessoal!
- Instituto Últimos Refúgios marca sua participação na campanha Dia de Doar
Procurando uma forma de contribuir para a sustentabilidade e dar força para projetos sociais, ambientais, culturais e científicos? Em função do Dia de Doar, nesta terça-feira (29) o UR convida você para fazer parte da nossa história e ser um Amigo do Últimos Refúgios (hiperlink redirecionando para a aba doações no site). A campanha possibilita que, através da sua doação, diversas iniciativas do instituto ganhem viabilidade, como o Projeto Marsupiais, que tem como objetivo aumentar o conhecimento sobre a fauna de Marsupiais presentes na Mata Atlântica. Ou os diversos projetos sócio-ambientais que buscam uma relação mais equilibrada entre as pessoas e a natureza, através da cultura. A presidente do Instituto, Iasmin Macedo, salienta a importância do apoio adquirido através do “Seja Amigo do Últimos Refugios”. “As doações chegam direto para o instituto e aliadas a quatro patrocínios e colaboradores, apoiam, atualmente, oito projetos, direta e indiretamente”, esclarece a líder da OSC (Organização da Sociedade Civil). Dia de Doar A data é celebrada no Brasil desde 2013 e a partir de 2014, começou a fazer parte do movimento global, que já conta com 85 países. O princípio central da data é promover a generosidade e busca a construção de um país mais solidário, através da conexão entre as pessoas. Segundo o portal diadedoar.org.br, em 2022 milhares de organizações estarão preparadas para receber doações, e milhões de brasileiros vão demonstrar seu apoio, doando e tornando pública a doação compartilhando a hashtag #diadedoar nas mídias sociais. Como doar? Através do nosso site, na aba “doações”, você pode realizar doações mensais, com planos que vão de R$ 10,00 a R$ 100,00, assim como uma contribuição anual, com valor mínimo de R$ 120,00. Caso prefira, aceitamos também doações feitas por meio de depósito bancário, em qualquer valor. Em seguida, pedimos o envio do comprovante de depósito ou transferência para o seguinte email contato@ultimosrefugios.com.br BANCO DO BRASIL Agência 3194-1 Conta corrente 121726-7 CNPJ (PIX) 15.716.272/0001-60 Instituto Últimos Refúgios
- Instituto participa da XVI edição do SEBIVIX
A Bióloga Caroline Reis do Instituto Últimos Refúgios e Projeto Marsupiais, participou como congressista da XIV Semana de Biologia da UFES Vitória - SEBIVIX, no dia 8 de novembro. O evento idealizado e realizado pela Universidade Federal do Espírito Santo, esse ano abordou sobre o tema “Ciência & Educação: O compromisso da Biologia com a sociedade”, onde abordaram sobre a importância da biologia para a sociedade dentro das pesquisas laboratoriais e de campo, assim como a importância da educação das ciências para a formação dos indivíduos na sociedade. Também neste ano, o SEBIVIX contou com o Conheça! uma extensão do evento e que foi realizado por uma hora nos três dias, durante o momento do coffee break. O Conheça! É uma parte das atividades realizadas pela semana da biologia da UFES, como forma de divulgação de pesquisas científicas feitas por universidades e por projetos socioambientais para pessoas que não estão inseridas dentro das universidades ou meio científico. Durante a realização do Conheça! A bióloga Caroline Reis participou em um stand com materiais produzidos pelo Instituto Últimos Refúgios e do Projeto Marsupiais, além de banners informativos e a conversa com todos que estavam ali presentes no evento. Durante o bate papo realizado com todos os participantes, assuntos como a preservação dos marsupiais, resgate e reabilitação, a importância da difusão científica, divulgação de iniciativas do instituto, livros e documentários realizados pela instituição, entre outros. O Instituto últimos Refúgios e o Projeto Marsupiais, agradecem à toda a equipe do SEBIVIX pelo convite e parceria para esse evento tão importante e enriquecedor para a sociedade.
- Sensibilização ambiental com baleias para estudantes e professores da Serra: Tour Amigos da Jubarte
O último dia de observação de baleias com os alunos da Rede Municipal de Ensino da Serra-ES foi lindo. Muitos saltos e exibição das baleias. . Foto de Anna Flavia Sacchetto O Instituto Últimos Refúgios em parceria com a Prefeitura Municipal da Serra e o Projeto Amigos da Jubarte realizou o “Tour Amigos da Jubarte”, iniciativa que uniu educação ambiental, difusão científica e inclusão social em 2022. O Tour Amigos da Jubarte ressaltou a importância da conservação dos ecossistemas marinhos à professores, estudantes da rede pública e seus familiares, por meio de três etapas: Capacitação de Professores da rede municipal da Serra; imersão de Educação Ambiental nas escolas e excursão para ver baleias. Capacitação de Professores A Capacitação atingiu cerca de 100 educadores com o tema “Jubarte: um Tesouro Capixaba''. Foi realizada em maio pela equipe do Projeto Amigos da Jubarte em conjunto com a equipe do Instituto Últimos Refúgios: o primeiro momento consistiu em apresentar o Projeto Tour Amigos da Jubarte e os módulos de aprendizado oferecidos junto com o material de suporte para estudo. No segundo momento, os participantes receberam uma tarefa de desenvolvimento de plano de aula com o tema. Assim, os professores puderam interagir com os colegas sobre as atividades propostas, além de tirar dúvidas sobre o material de estudo. A atividade foi obrigatória para a certificação que atingiu 25 professores. Uma das capacitações online para professores da Prefeitura da Serra. Educação Ambiental nas Escolas No mês de agosto, a equipe do Tour Amigos da Jubarte esteve presente nas escolas contempladas, EMEF Aureníria Correa Pimentel, EMEF Serrana e EMEF Sonia Regina Gomes Rezende, realizando educação ambiental para o ensino fundamental II, acerca da importância da baleia-jubarte e de todo ecossistema marinho. Um total de 851 estudantes foram atendidos por meio desta atividade. Apresentações sensibilizadoras das escolas da Serra. Excursões de Observação de Baleias Por meio do concurso “Quero ver Baleia”, os alunos da rede pública usaram a criatividade para produzir artes e poemas visuais relacionados à temática. Os melhores 30 trabalhos apresentados foram premiados com excursões para observação de baleia em alto mar, com direito a um acompanhante familiar. Educadores das escolas também tiveram seus lugares garantidos. No total, 75 pessoas participaram dos passeios. Assim, nos dias 26 e 27 de setembro ocorreram os embarques dos estudantes da EMEF Aureníria Correa Pimentel e da EMEF Sonia Regina Gomes Rezende. No dia 13 de Outubro foi a vez da EMEF Serrana apreciar a beleza desses grandes animais e seus diversos comportamentos aéreos. Os contemplados, definidos pela SEDU em parceria com as escolas, puderam ver bem de perto e aprender mais sobre as baleias-jubarte e o ecossistema marinho em um passeio muito especial. O projeto tocou a vida de crianças, familiares e professores oferecendo informação de qualidade e uma experiência única e inesquecível com as baleias capixabas! Confira algumas das imagens que registramos: Baleia bate nadadeira peitoral em frente a aluno da Rede Municipal de Ensino da Serra-ES. Foto de Anna Flavia Sacchetto Vídeo de Anna Flavia Sacchetto E o grande final! Vídeo de Gabriel Firmino da Silva REALIZAÇÃO Instituto Últimos Refúgios PARCERIA Prefeitura Municipal da Serra Projeto Amigos da Jubarte Instituto O Canal
- Projeto Marsupiais: UR ministra palestra para alunos de universidade
No último 3 de novembro, a bióloga Caroline Reis do Projeto Marsupiais palestrou de forma online para estudantes de ciências biológicas do Centro Acadêmico Bertha Lutz, da Universidade Anhembi Morumbi, no estado de São Paulo. A apresentação girou em torno dos marsupiais da Mata Atlântica e do trabalho de conservação do Instituto Últimos Refúgios. Os alunos foram abordados sobre diversos temas como, quem são os marsupiais, resgate de marsupiais brasileiros, importância ecológica, reabilitação e cuidados neonatais, difusão científica para a conservação, entre outros assuntos. Durante a apresentação foram exibidas imagens e vídeos informativos sobre os marsupiais brasileiros e o trabalho realizado pelo Projeto Marsupiais nas mídias sociais e presencialmente. Nosso agradecimento a todo o Centro Acadêmico Bertha Lutz e a Universidade Anhembi Morumbi pelo convite e interesse no Projeto.
- Dia do Reciclador e da Reciclagem do Lixo é marcado por limpeza simbólica de praia
Foto de Joarley Rodrigues Nesta terça (22) é comemorado o Dia do Reciclador e da Reciclagem do Lixo, uma data importante para a conscientização da população sobre a destinação correta de resíduos e a coleta seletiva. Com o intuito de promover uma reflexão sobre reciclagem, o projeto Vitória da Restinga promoveu pela manhã uma ação de limpeza simbólica da Praia de Camburi. A equipe do Instituto Últimos Refúgios iniciou as atividades com a montagem de uma tenda para abordagem dos transeuntes com a coruja mascote Atena e participou no recolhimento do lixo encontrado pela praia e restinga com ajuda de voluntários. Veja as imagens da ação: Fotode Joarley Rodrigues Apesar de ser um tema emergente e fundamental para as cidades, infelizmente ainda não é de conhecimento geral a contribuição no dia a dia para a reciclagem. Por isso, separamos 3 dicas do que você pode fazer para buscar uma vida mais sustentável a partir da sua casa. Dicas para uma vida mais sustentável dentro de casa Faça a sua horta vertical usando plástico Junte tampinhas e ajude o Tampinha Legal que promove a mobilização da sociedade pela coleta de tampinhas plásticas. Conheça os tipos de plásticos disponíveis, suas formas de reutilização e reciclagem Faça a sua parte para a conservação do meio ambiente!












