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711 resultados encontrados com uma busca vazia

  • Projeto Vitória da Restinga prestigia reta final do Praia Limpa 2022

    O verão tem sido um verdadeiro sucesso nas praias capixabas. Para aproveitar o movimento, o Projeto Praia Limpa, da Secretaria de Meio Ambiente da Prefeitura de Vitória (Semmam), promoveu diversas ações ambientais para sensibilizar visitantes e turistas em prol da conservação do litoral durante todo o mês de janeiro, alertando sobre a problemática do lixo e sobre a importância da biodiversidade local. Praia Limpa. Foto: Ana Clara Mardegan O Projeto Vitória da Restinga, uma iniciativa do Instituto Últimos Refúgios em parceria com a Prefeitura de Vitória e a Vale, participou de ações na Ilha do Frade e Orla de Camburi, além do evento de encerramento na Prainha de Santo Antônio, em Vitória. ATIVIDADES No sábado (29), a concentração ocorreu no Atlântica Parque, em Jardim Camburi, com a presença de diversos voluntários e organizações parceiras engajadas em prol da conservação. Criança participa da ação de limpeza. Foto: Caroline Reis Marcaram presença: o Secretário de Meio Ambiente Tarcísio Föeger; Prefeitura de Vitória, Unimed, Capitania dos Portos e Marinha do Brasil, Corpo de Bombeiros do Espírito Santo, Salvamar, Escola de Craques do Atlântica Ville, ACJAC, Representante da Cristal Garaffiti Xandão, Centro de Vigilância em Saúde Ambiental (CVSA/Semus) Vigilância Sanitária (Semus), Secretaria Central de Serviços e Guarda Municipal de Vitória (Semsu). A ação contou com mutirão de limpeza das praias, abordagens educativas, participação da coruja Atena, mascote do projeto, e atividades recreativas com os alunos da ‘Escola de Craques do Atlântica Ville’, que se divertiram com jogos de memória e de caça ao tesouro relacionados à restinga. A tenda temática do projeto disponibilizou água e frutas para os visitantes, além de informar a população sobre os cuidados com o ecossistema marinho. Ao longo das ações, a iniciativa também recolheu tampinhas de plástico para a ONG “Pra Mia”, que converte o valor da reciclagem do material em castrações para cães e gatos resgatados. ENCERRAMENTO No domingo (30), foi celebrado o encerramento oficial do Praia Limpa 2022. A ação aconteceu na Prainha de Santo Antônio, uma região de mangue e com pequenas praias, bastante frequentada por moradores locais. Além da coruja Atena, que divertiu a criançada ao som de músicas educativas, da presença do Secretário de Meio Ambiente e da equipe de teatro de bonecos do TioDiu, a ação contou com a confecção do tradicional mosaico de lixo com resíduos coletados durante a ação de limpeza. A figura da vez foi um sol, um dos principais símbolos do Projeto Praia Limpa e do verão. Atena e crianças. Foto: Caroline Reis O Projeto Vitória da Restinga agradece os parceiros e voluntários que prestigiaram os eventos do Praia Limpa 2022. Até o próximo verão! * A ação respeitou todos os protocolos de segurança sanitária contra a COVID-19.

  • Projeto Vitória da Restinga promove formação de professores no CMEI Rubens José Vervloet Gomes

    Para começar o ano com o pé direito, o Projeto Vitória da Restinga promoveu um encontro para formação de professores no CMEI Rubens José Vervloet Gomes. A iniciativa já vinha realizando ações como o “Semente da Restinga” e o “Você planta”, voltados para alunos da rede pública de ensino. Agora, foi a vez dos professores. O objetivo foi transmitir conhecimento científico para os professores e compartilhar as experiências de ensino aplicadas com os alunos, além de métodos didáticos inovadores. A formação ocorreu no dia 4 de fevereiro e contou com a participação de mais de 30 profissionais, entre eles, professores regulares e professores da educação inclusiva. Todos os profissionais participantes receberam o certificado fornecido pelo projeto. O Projeto Vitória da Restinga agradece a equipe do CMEI Rubens José Vervloet Gomes por mais uma vez receber suas ações agora em 2022. * Fotos: Caroline Reis Essa ação foi realizada respeitando todos os protocolos de segurança contra a COVID-19.

  • Espécies exóticas invasoras na restinga e suas consequências

    Na biologia, a definição de espécie exótica abrange toda espécie que se encontra fora de sua área de distribuição natural, introduzidas intencionalmente ou por acidente, pela ação humana. As espécies exóticas invasoras também são inseridas pelo homem em um ambiente que não é o de origem, mas apresentam um sério agravante. Essas espécies se adaptam ao ambiente e se reproduzem sem controle, além de colocar espécies nativas em risco e desequilibrar ambientes. Em alguns casos, colocam até mesmo as pessoas em risco. A introdução de espécies exóticas invasoras é o segundo maior problema ambiental no mundo, ficando atrás apenas do desmatamento. Infelizmente, o Brasil também sofre com os impactos das espécies exóticas invasoras e a restinga é um dos ecossistemas atingidos por este problema ambiental. Abaixo citamos dois exemplos para exemplificar os impactos negativos que os mesmos geram ao ambiente e, até mesmo, para a população. Vamos começar falando de uma velha conhecida da orla de Vitória: a Castanheira (Terminalia catappa). A tradicional árvore das praias de Vitória não é nativa do Brasil: suas sementes foram trazidas da Malásia, no continente asiático. Além de ser uma espécie exótica invasora - o que já traz muitos malefícios para a restinga - a espécie também é um exemplo de alelopatia desfavorável. A alelopatia é a interferência que as plantas realizam por meio de componentes químicos liberados no solo, que prejudicam o desenvolvimento de outras plantas. No caso da Castanheira, as substâncias químicas liberadas no solo atrapalham o desenvolvimento das espécies vegetais nativas de restinga. O segundo exemplo é da fauna exótica invasora que é o Caracol-africano-gigante (Achatina fulica), originário do continente africano. O animal foi trazido ao Brasil para ser comercializado no mercado alimentício, mesmo não sendo próprio para a alimentação humana. A partir disso, muitas pessoas jogaram esses animais no ambiente, promovendo sua dispersão pelos ecossistemas Brasileiros. Caracol-africano-gigante. Fotos: Leonardo Merçon Atualmente, a espécie é muito presente na restinga. Se alimenta de espécies vegetais nativas e acaba prejudicando seu desenvolvimento, além de competir com espécies de caracóis nativos dos ecossistemas brasileiros. O Caracol-africano-gigante enterra seus ovos na areia, e apresenta grande resistência ao calor e a salinidade trazida presente na restinga. Estes fatores foram essenciais para que se desenvolvessem na restinga de Vitória. Além dos problemas ambientais, o Caracol-africano é uma questão de saúde pública. A espécie pode transmitir doenças, sendo alvo de estudos sobre a interação destes fatores no contexto brasileiro. Ao manusear o animal, é importante realizar a higienização pessoal e local com produtos de limpeza. Caracol-africano-gigante. Foto: Leonardo Merçon As espécies exóticas invasoras causam diversos impactos negativos ao meio ambiente. A natureza é viva e sofre diversas consequências da intervenção humana. Todo ser vivo exerce funções essenciais para o equilíbrio de seu ambiente nativo, gerando problemas ambentais, econômicos e sociais quando mudam de habitat.

  • Projeto Vitória da Restinga celebra ‘Dia Mundial da Água’ em evento da Prefeitura de Vila Velha

    O Dia Mundial da Água, celebrado na última terça-feira (22), foi tema de destaque na “Semana do Dia A”, promovida pela Prefeitura de Vila Velha. A edição 2022 do evento convidou alunos e professores para participar de ações educativas sobre conservação ambiental, além de incentivar a adoção de hábitos mais sustentáveis em casa, na escola e em toda a comunidade. A semana foi uma iniciativa da Secretaria Municipal de Educação de Vila Velha (Semed) por meio da Coordenação de Educação Ambiental e, em alusão a data, buscou ressaltar a importância dos cuidados com este importante recurso natural, base da sobrevivência de todos os seres vivos. O evento contou com palestras, capacitação de professores, oficinas pedagógicas, rodas de conversas, exposição de maquetes, ações de limpeza e atividades lúdicas como jogos, contação de história e apresentação teatral em todas as regiões de Vila Velha. PROJETO VITÓRIA DA RESTINGA O Projeto Vitória da Restinga integrou a celebração na tarde da última quinta-feira (24), na praça de Jardim Marilândia. A iniciativa atuou ao lado dos jogos educativos promovidos pela Cesan, da oficina de horta doméstica da Prefeitura de Vila Velha e da bióloga Sílvia Ventura, com sua apresentação sobre a Mata Ciliar. As biólogas Anna Flávia Sacchetto, Caroline Reis, Laiz Pontes e Marina Mello, representantes do projeto, revelaram algumas das principais áreas de restinga de Vila Velha, como Itaparica, Jacarenema, Interlagos e Setiba, destacando a importância destes lugares para o contexto socioambiental local. A equipe também relacionou a fauna e flora do ecossistema com o Dia da Água, informando como algumas espécies se adaptam para sobreviver às condições do ambiente. O conteúdo foi fixado com o ‘jogo da memória gigante’, uma atividade lúdica que desperta a curiosidade dos pequenos sobre os animais e plantas da restinga. A dinâmica conta com espécies como anu-branco, gambá, coruja-buraqueira, pitanga, aroeira, coquinho-guriri e outros. O Projeto Vitória da Restinga agradece o convite da Prefeitura de Vila Velha para participar da "Semana do Dia A”, em alusão ao Dia Mundial da Água. Fotos: Laiz Pontes * O evento seguiu todos os protocolos de saúde, com uso de máscaras e higienização com álcool gel.

  • "Era pra ser só uma palestra, mas salvamos um jovem gambá"

    O que todos acreditavam ser apenas mais uma ação de educação ambiental entre o Projeto Marsupiais e o Projeto Vitória da Restinga culminou em uma operação de resgate na última quinta-feira (17). Tudo começou com Bruno Becacici, professor de ciências da escola UMEF Prof. Aylton de Almeida, em Terra Vermelha, Vila Velha. O contato do docente convidava o Instituto Últimos Refúgios para apresentar o trabalho das iniciativas e ressaltar a importância da conservação ambiental para alunos de 8º e 9º ano do ensino fundamental. As palestras foram ministradas pelas biólogas Iasmin Macedo, Anna Sacchetto e Caroline Reis, voluntárias do Projeto Marsupiais e colaboradoras do Projeto Vitória da Restinga. O momento de sensibilização contou com ampla participação dos estudantes, com direito a momento de curiosidades e perguntas sobre os projetos e sobre questões ambientais. RESGATE INUSITADO Na volta para casa, as biólogas do Projeto Marsupiais receberam um pedido de resgate na área urbana de Vitória. O relato do condomínio da Praia do Canto indicava que uma servidora havia encontrado um jovem gambá repousando nas escadas do 16º andar. Apesar do chamado de última hora, a equipe se dirigiu até o local e realizou a operação de forma rápida e eficiente. O animal foi examinado e não apresentava nenhum trauma ou problema que necessitasse de atendimento especializado. O marsupial foi, então, acomodado em uma pequena caixa de papelão e devolvido ao seu habitat em uma área natural preservada. Imagens: Equipe Últimos Refúgios

  • #100: Embarque com o Projeto Amigos da Jubarte - Últimos Refúgios na TV Ambiental

    Instituto Últimos Refúgios e TV Ambiental apresentam mais um episódio do ‘Programa Últimos Refúgios’. Nesta edição, acompanhe a saída de observação de baleias do Projeto Amigos da Jubarte / Jubarte.Lab em companhia da Prefeitura de Vitória e as duas saídas do ciclo de capacitação dos colaboradores de Porto de Tubarão, da Vale. Na primeira visita técnica, agentes da prefeitura tiveram a oportunidade de acompanhar de perto o trabalho do projeto e as riquezas do litoral capixaba. As jubartes marcaram presença no passeio com o clássico show de acrobacias e saltos em alto mar. Além das gigantes, os golfinhos foram uma das grandes atrações da expedição. Foram mais de 20 baleias e 50 golfinhos, avistados pela equipe do projeto Amigos da Jubarte e por personalidades como Tarcísio Foeger, Secretário de Meio Ambiente de Vitória. Nas saídas de capacitação, profissionais da Vale receberam uma aula de ecologia em campo conduzida pela equipe de pesquisa do Jubarte.Lab. A ação encerrou o ciclo 2021 do projeto. Veja o episódio completo no YouTube do Instituto Últimos Refúgios “Programa Últimos Refúgios é um oferecimento Reserva Ambiental Águia Branca”

  • Clube de Observadores da Natureza na escola EMEF Álvares de Castro Mattos

    O Projeto Vitória da Restinga deu o start inicial no Clube de Observadores da Natureza com os alunos da escola EMEF Álvares de Castro Mattos. A iniciativa é um projeto do Instituto Últimos Refúgios que convida alunos da rede pública de ensino para desbravar áreas naturais preservadas da Grande Vitória. Agora, o Projeto Vitória da Restinga realizará o Clube de Observadores da Natureza com o foco na restinga de Vitória/ES. Na última quinta (3), a equipe do projeto visitou a escola EMEF Álvares de Castro Mattos para apresentar o Clube de Observadores e convidar os alunos a participarem. O Clube de Observação da Natureza do Projeto Vitória da Restinga levará alunos em aulas de campo na restinga para conectá-los ao ecossistema e torná-los verdadeiros protetores da natureza. A ação foi realizada respeitando todos os protocolos de segurança sanitária contra a COVID-19. Fotos: Laiz Pontes

  • Instituto Últimos Refúgios participa do documentário “The Green Planet”, da BBC

    A nova série do renomado documentarista de natureza David Attenborough finalmente ganhou vida nas telas da BBC. Desta vez, o foco do diretor foram as plantas: “The Green Planet” retrata a simbiose entre a vegetação, a floresta e todos os seres vivos que a cercam, revelando as belezas e peculiaridades do mundo natural de modo que você nunca viu. O Instituto Últimos Refúgios teve a honra de fazer parte desta produção por meio do fotógrafo e cinegrafista de natureza Leonardo Merçon e de outros membros da equipe, como Joarley Rodrigues, Raphael Gaspar e Lorenzo Savergnini, que acompanharam as gravações no Instituto Terra, em Minas Gerais. O fotógrafo foi convidado diretamente pela BBC, atuando como cinegrafista e auxiliando na captação das imagens na armadilha fotográfica de alta resolução. São cinco episódios para contemplar a natureza ao redor do mundo, seja em regiões tropicais, desérticas ou até submersas. Você pode embarcar nesta viagem pelo BBC IPlayer, streaming da BBC. LINK: The Green Planet | BBC Earth ASSISTA OS TRAILERS: EPISÓDIO As imagens captadas pela equipe aparecem no quinto episódio da série, “Human Worlds”, que retrata o trabalho de ativistas ambientais pela conservação de espécies ameaçadas de extinção. Sinopse: "Duas em cada cinco plantas selvagens podem deixar de existir na natureza. Hoje, as pessoas estão encontrando maneiras notáveis ​​de ajudá-las e tornar nosso mundo um pouco mais verde e selvagem”. INSTITUTO TERRA O Instituto Terra é uma organização civil sem fins lucrativos fundada em 1998 pelo fotógrafo Sebastião Salgado e sua esposa, Lélia Salgado. Nos últimos 20 anos, realizou o plantio de cerca de 3 milhões de árvores na região entre Minas Gerais e Espírito Santo com o objetivo de estimular o desenvolvimento sustentável por meio da recuperação e da conservação das florestas, da proteção das nascentes de água, da educação ambiental e do uso correto dos recursos naturais. Desde então, o Instituto cumpre um papel fundamental na recuperação da primeira área degradada do Brasil a receber o título de Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN). Tal importância criou oportunidades para que a região fosse retratada em obras como "The Green Planet": uma forma de acompanhar o retorno gradual da biodiversidade após um intenso trabalho de restauração ambiental. Conheça o Instituto Terra clicando AQUI. RELATOS Durante as gravações, a equipe avistou onças, lobos-guará, jaguatiricas, iraras, quatis e diversas espécies nativas da Mata Atlântica. Foram mais de 12 meses de gravação, em expedições mensais, imersas na floresta. Para o fotógrafo Leonardo Merçon, a experiência foi ao mesmo tempo engrandecedora e desafiadora: “Foi um verdadeiro desafio retratar as belezas que cercam o Instituto Terra. O Instituto ainda está em fase recuperação, e os animais estão voltando aos poucos para redescobrir seu habitat. A série da BBC trata exatamente disso. Da volta das plantas e, consequentemente, dos animais. Tivemos que seguir os ritmos da natureza, mas estou orgulhoso dos resultados que alcançamos durante o processo.” Agradecimentos à toda a equipe do Instituto Terra, Sebastião e Lélia Salgado, Paulo Krajewski, Elisabeth Oakham (Lis), Kieran O'Donovan e a equipe fera da B

  • Educação ambiental: Projeto Marsupiais realiza palestras sobre conservação de mamíferos

    O Projeto Marsupiais começou o ano com o pé direito promovendo palestras sobre a conservação dos mamíferos no território capixaba. A primeira ocorreu na modalidade online, à convite da Universidade de Sorocaba, em São Paulo, enquanto a segunda foi realizada em parceria com o Projeto Caiman, no Centro Ecológico Caiman, em Vitória. Confira: JANEIRO SELVAGEM O ‘Janeiro Selvagem’ é a iniciativa do Grupo de Estudos de Animais Selvagens da Universidade de Sorocaba (GEAS UNISO) que convida profissionais de todo o Brasil para ministrar palestras com temas relevantes à área da biologia e medicina veterinária. O Projeto Marsupiais foi convidado para participar da 2ª edição do evento, na mesa redonda "Relatos de experiências veterinárias em projetos de conservação de mamíferos". A representante foi a veterinária Mayara Caiaffa, que possui especialização em em clínica médica, manejo e preservação de animais selvagens e radiodiagnóstico veterinário pelo Instituto Veterinário de Imagem. Este ano, o evento foi realizado de forma online, contemplando quatro módulos: aves, animais marinhos, herpetos (anfíbios e répteis) e mamíferos. O público alvo foram os estudantes de medicina veterinária e biologia, que puderam acompanhar o trabalho de diferentes profissionais em suas respectivas áreas de atuação. PROJETO CAIMAN O Projeto Caiman é uma iniciativa do Instituto Marcos Daniel em parceria com a ArcelorMittal Tubarão que promove a pesquisa e conservação dos jacarés-de-papo-amarelo, gerando dados técnicos-científicos de saúde e ecologia da espécie no Brasil. A bióloga e coordenadora Iasmin Macedo abriu o primeiro momento da palestra, falando sobre o Instituto Últimos Refúgios e as ações do Projeto Marsupiais. No segundo momento, a voluntária Caroline Reis colaborou na apresentação sobre as principais atividades da iniciativa, como a difusão científica, ações de resgate e a reabilitação de marsupiais realizada por meio do Acordo de Cooperação Técnica com o IBAMA. O público-alvo foram os estagiários do Projeto Caiman, em maioria estudantes das áreas de biologia, medicina veterinária e meio ambiente. O Instituto Últimos Refúgios, assim como o Projeto Marsupiais, são parceiros de longa data do Projeto Caiman, e agradecem a oportunidade - e espaço - para falar sobre conservação no Espírito Santo.

  • Todos pela Baía das Tartarugas: Conheça as ações ambientais da APA e os desafios pela conservação

    Arraias, golfinhos, cavalos-marinhos, baleias e peixes de todos os tipos. Estes são apenas alguns dos animais marinhos encontrados na Baía das Tartarugas, a primeira Área de Proteção Ambiental (APA) Marinha da Grande Vitória. A Unidade de Conservação é uma das maiores riquezas naturais da capital capixaba, sendo ideal para banhistas, para prática de esportes e para o ecoturismo. Animais encontrados na Baía das Tartarugas. Fotos: Leonardo Merçon Desde sua criação, em 2018, a APA enfrenta diversas problemáticas ambientais, como a pesca ilegal e a poluição. Estes fatores afetam toda a biodiversidade marinha compreendida entre o final da Orla de Camburi e a Terceira Ponte, dois dos maiores cartões postais de Vitória. Pensando na conservação da APA, diversas iniciativas de conservação ambiental promovem ações para destacar a região no imaginário capixaba. O objetivo é fomentar a consciência ambiental por meio de iniciativas que valorizem e/ou protejam a APA, revelando suas belezas, importância ecológica e potencial turístico para todo o Espírito Santo. INICIATIVAS PARA A CONSERVAÇÃO Considerando a grande importância biológica, cultural e econômica da APA Baía das Tartarugas, existe uma vontade comum da sociedade civil, do poder público e das empresas privadas para buscar a manutenção desse tesouro capixaba. Juntos, pessoas e instituições que se preocupam com um futuro mais sustentável executam ações que se somam para buscar um caminho melhor para toda a sociedade. Abaixo, confira algumas das importantes iniciativas que têm trabalhado arduamente pela conservação desse ambiente tão sensível e vulnerável aos impactos causados pelos seres humanos. Prefeitura de Vitória A Prefeitura de Vitória foi responsável pelo decreto de criação da APA, apoiada por ambientalistas e organizações do terceiro setor. Atualmente, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semmam), da Prefeitura de Vitória, promove diversas ações de conservação da Baía das Tartarugas. O objetivo é assegurar a preservação e a melhoria da qualidade ambiental dos ecossistemas costeiros - principalmente a recuperação de áreas de restinga -, a fiscalização embarcada, as ações fiscais das ligações de esgoto e o monitoramento da qualidade da água (balneabilidade). Para proteger a fauna marinha, agentes de Proteção Ambiental da Semmam realizam operações embarcadas na APA. O grupo ainda faz abordagens educativas nos dias que antecedem o defeso de espécies como o sururu de costão rochoso, principalmente nos períodos de proibição da pesca ou da cata de mariscos. A Prefeitura de Vitória também é realizadora do Projeto Praia Limpa, que busca conscientizar a população sobre a conservação do litoral e da vida marinha, além de ressaltar a importância de tornar o ambiente mais agradável para banho, atividades de lazer e práticas esportivas. O órgão dialoga com outras iniciativas, projetos e ONGs ambientais, mantendo parcerias para realização das atividades no litoral capixaba. Polícia ambiental O Batalhão da Polícia Militar Ambiental é outra instituição que marca presença nos eventos e ações ambientais em prol da Baía das Tartarugas. O BPMA atua com o patrulhamento terrestre rural ou urbano, patrulhamento náutico, educação ambiental e apoio aos demais órgãos de fiscalização ambiental que atuam no Estado. Além disso, tem intensificado os esforços no combate aos crimes ambientais ocorridos na APA Baía das Tartarugas, principalmente aqueles relacionados à pesca ilegal e predatória. Projeto Tamar Além de promover a consciência ambiental, as ações de conservação buscam reconhecer a espécie símbolo escolhida para representar a APA: as tartarugas. A Baía possui uma grande concentração de tartarugas-verdes, que podem ser vistas por quem passeia ou realiza mergulhos recreativos na região. O Projeto Tamar é uma das principais e mais tradicionais entidades que lutam pela conservação das tartarugas marinhas em Vitória (e no Brasil). IPRAM Em paralelo, o IPRAM - Instituto de Pesquisa e Reabilitação de Animais Marinhos realiza trabalhos de monitoramento de fauna, desenvolve pesquisas científicas, promove palestras, cursos e treinamentos para manejo de animais marinhos. É um grande aliado na reabilitação de espécies resgatadas por meio do Centro de Reabilitação de Animais Marinhos do Espírito Santo (CRAM-ES), que conta com médicos veterinários e biólogos capacitados. O IPRAM ainda operacionaliza o Centro de Triagem e Reabilitação de Animais Silvestres (CETRAS), do Instituto Estadual de Meio Ambiente (IEMA). Instituto O Canal e Sea Shepherd Brasil: Além do Projeto Amigos da Jubarte, o coletivo ambiental formado pelo Instituto O Canal e pelo Instituto Últimos Refúgios também executa o monitoramento de outros cetáceos que vivem na costa do Espírito Santo, como golfinhos e botos. Os botos são importantes objetos de estudo do Projeto Amigos da Jubarte / Jubarte.Lab e do Projeto Golfinhos do Brasil, responsável pelo monitoramento destes cetáceos em toda a Grande Vitória, incluindo a APA Baía das Tartarugas. A iniciativa visa entender o comportamento, as composições sociais, avaliar a saúde, hábitos e os riscos para estas populações nas zonas urbanas. O Instituto O Canal também promove ações de limpeza de áreas naturais e eventos culturais relacionados à conservação ambiental. Muitas delas contam com apoio da Sea Shepherd Brasil, que atua em prol dos seres marinhos. Instituto Marcos Daniel O Instituto de Ensino, Pesquisa e Preservação Ambiental Marcos Daniel é uma associação sem fins lucrativos que promove a conservação da biodiversidade por meio de projetos de conservação, educação ambiental, pesquisas científicas e consultoria. Na APA Baía das Tartarugas, o Instituto desenvolve pesquisas científicas com tartarugas-marinhas por meio do Projeto Chelonia Mydas, com foco no monitoramento do impacto de poluentes sobre as tartarugas-marinhas brasileiras. Além disso, realiza ações de resgate de jacarés na região da Baía das Tartarugas com o Projeto Caiman, iniciativa importante na pesquisa e conservação das populações da espécie no Brasil. Instituto Ecomaris e Projeto Pegada O Instituto Ecomaris é mais uma iniciativa que realiza ações de sensibilização ambiental, limpeza de áreas naturais e de fomento à prática esportiva sustentável. No último domingo (6), um grupo de remadores de canoa havaiana encontrou um boto-cinza (Sotalia guianensis) morto nas águas da Baía das Tartarugas. Os praticantes contactaram o CTA - Serviços em Meio Ambiente e registraram ocorrência com o Programa de Monitoramento de Praias (PMP-ES). As redes de pesca e a grande quantidade de lixo marinho são uma das grandes ameaças aos botos que nascem, se alimentam, se reproduzem e residem em regiões costeiras do Espírito Santo. Em comoção ao ocorrido, o Instituto criou uma petição para a Comissão do Meio Ambiente de Vitória / Conselho da APA Baía das Tartarugas, para reforçar a necessidade do empenho ao cumprimento da lei 9077/2017, que proíbe o uso de redes na APA Baía das Tartarugas. A petição já conta com mais de mil assinaturas, e você pode acessá-la clicando AQUI. O objetivo é conscientizar sobre o uso de ferramentas de pesca que prejudicam a vida marinha em uma área de proteção ambiental. Capitania dos Portos A Capitania dos Portos é outra entidade que participa ativamente das ações de sensibilização / educação ambiental na APA, principalmente dos mutirões de limpeza em prol da conservação do litoral. Capitania dos Postos em ação ambiental. Foto: Cristina Zampa Destaca-se também pela prevenção, o controle e a fiscalização da poluição causada por embarcações, plataformas e suas instalações de apoio por incidente de descarga de óleo e outras substâncias nocivas ou perigosas. Empresas privadas Atualmente, as empresas privadas vêm entendendo a importância das medidas mitigadoras para a conservação do meio ambiente. Muitas delas realizam ações próprias e/ou apoiam ONGs para aprimoramento das condições ambientais da APA Baía das Tartarugas por meio de incentivos fiscais e mobilização popular. Frequentadores da APA e grupos de esportistas: Os frequentadores da APA Baía das Tartarugas também exercem uma função essencial para os esforços de preservação da Unidade de Conservação. São moradores, turistas, esportistas, comerciantes e visitantes que utilizam o litoral para atividades de lazer e/ou incentivam o trabalho das ONGs nas redes sociais. Por vezes, ações heróicas são noticiadas nas redes mostrando pessoas que se esforçam para realizar ações isoladas ou coletivas pela conservação da APA. PROJETOS AMBIENTAIS DO INSTITUTO ÚLTIMOS REFÚGIOS Há anos, o Instituto Últimos Refúgios atua em prol da conservação da Baía de Vitória (hoje, APA Baía das Tartarugas) por meio do apoio à criação da Unidade de Conservação (junto com parceiros), monitoramento de espécies, produção de registros fotográficos / audiovisuais, conteúdos de sensibilização ambiental e ações de fomento ao ecoturismo. Com esse propósito, o Instituto lançou o Projeto de Conservação da Baía das Tartarugas para entender o contexto socioambiental da Área de Proteção Ambiental (APA) Baía das Tartarugas e buscar condições para a conservação da biodiversidade local. SAIBA MAIS SOBRE O PROJETO EM: https://www.ultimosrefugios.org.br/baiadastartarugas O Projeto de Conservação da Baía das Tartarugas não tem a pretensão de substituir ou sobrepor o órgão gestor (PMV), o conselho da UC ou qualquer outro projeto da sociedade civil que aconteça na região. Mas, sim, fortalecer os esforços de conservação, visando uma melhor qualidade ambiental da região. A iniciativa beneficia tanto a fauna local como as pessoas que têm contato com a APA. Baía das Tartarugas em publicação da National Geographic Atualmente, iniciativas atreladas a este projeto de conservação vêm transformando duas importantes localidades da APA: a Ilha do Frade e a Orla de Camburi. O Projeto Ecofrade é a iniciativa responsável pela implementação da Coleta Seletiva na Ilha do Frade, um dos pontos turísticos mais visitados do Espírito Santo. O projeto é realizado em parceria com a SAMIFRA, PMV, AMARIV e Vale (por meio de um termo de compromisso). Além da instalação e manutenção de coletores e PEVs (postos de entrega voluntária), o objetivo é difundir a importância socioambiental da coleta seletiva para todos os frequentadores da região, incentivando uma mudança de mentalidade e a transformação da Ilha do Frade em um exemplo de sustentabilidade para a Grande Vitória. Já o Projeto Vitória da Restinga atua no desenvolvimento de ações de educação ambiental acerca da restinga da Orla de Camburi, área de destaque da Baía das Tartarugas. O projeto visa promover um diálogo aberto com a comunidade por meio de ações de sensibilização, informando sobre a biodiversidade local e a revitalização do ecossistema. O projeto é realizado em parceria com a Prefeitura de Vitória e Vale. A equipe envolvida no Projeto de Conservação da Baía das Tartarugas acredita ser de fundamental importância entender o contexto social e biológico que envolve a Unidade de Conservação. Dessa forma, é realizado o contato direto com usuários da APA e também é despendido um esforço para fazer o registro das espécies que ocorrem na Unidade de Conservação, e que são divulgadas na plataforma de ciência cidadã iNaturalist: Acesse: https://www.inaturalist.org/projects/projeto-de-conservacao-da-baia-das-tartarugas Para mais informações, acesse o site do Instituto Últimos Refúgios www.ultimosrefugios.org.br GALERIA BAÍA DAS TARTARUGAS

  • #93: World Cleanup Day 2021 na Ilha do Frade - Últimos Refúgios na TV Ambiental

    Instituto Últimos Refúgios e TV Ambiental apresentam mais um episódio do ‘Programa Últimos Refúgios’. Nesta edição, relembre a edição 2021 do Cleanup Day, o dia internacional de conscientização sobre a problemática dos resíduos sólidos e a poluição dos oceanos. Os moradores da Ilha do Frade celebraram a 4ª edição do evento na companhia de membros de projetos ambientais e de representantes da Prefeitura de Vitória (PMV), da Polícia Ambiental e de outras organizações parceiras, como o Instituto Últimos Refúgios. A tenda temática contou com exposição de fotografias da Ilha - com registros de pássaros, paisagens e áreas naturais - mostra dos packs de resíduos da coleta seletiva e atividades de educação ambiental. Os coletores da AMARIV também marcaram presença para tirar dúvidas sobre o reaproveitamento de resíduos. Confira tudo o que rolou no vídeo com entrevistas e imagens exclusivas do evento! “Programa Últimos Refúgios é um oferecimento Reserva Ambiental Águia Branca”

  • Projeto Marsupiais e Instituto Últimos Refúgios participam do 1º Congresso Online de Zoologia

    A primeira edição do Congresso Brasileiro Online de Ensino em Zoologia - ZOONLINE reuniu acadêmicos, biólogos e profissionais para discutir temas relevantes sobre as espécies selvagens da biodiversidade brasileira. Entre os dias 13 e 16 de dezembro, o evento difundiu conhecimentos de forma acessível para o grande público, além de estimular o pensamento crítico sobre questões pertinentes à área da zoologia. A edição contou com palestras, submissão de trabalhos acadêmicos, minicursos, espaço para apresentação de pesquisas científicas e publicações de resumos. A bióloga Caroline Reis, do Projeto Marsupiais, prestigiou o evento com a palestra: “Marsupiais fantásticos e onde habitam”, na qual apresentou a importância ecológica dos marsupiais, peculiaridades sobre diferentes espécies, vídeos sobre os trabalhos de reabilitação e soltura, e um pouco sobre o acordo de cooperação técnica com o CETAS (Centro de Reabilitação de Animais Silvestres). Enquanto isso, o biólogo Daniel Motta, do Instituto Últimos Refúgios, participou com a palestra “Microplásticos e os seus impactos negativos na vida marinha”, relatando as problemáticas do plástico para os animais e para os seres humanos. Atualmente, Daniel é mestrando em biologia animal pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), onde desenvolve um projeto de dissertação com invertebrados aquáticos para biomonitoramento de microplásticos em ecossistemas estuarinos e marinhos. As palestras dialogaram com o caráter técnico-científico promovido pelo evento, incentivando a divulgação científica e o compartilhamento de informações acessíveis para toda a sociedade. O Instituto Últimos Refúgios agradece o convite e espera contribuir com as próximas edições do Congresso Brasileiro de Zoologia.

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