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  • #96: Conheça a AMARIV, a Associação de Catadores de Materiais Recicláveis da lha de Vitória

    Qual o valor dos resíduos que produzimos em nosso dia a dia? Em busca da resposta para essa questão, e da realidade por trás do trabalho dos catadores de materiais recicláveis, o Projeto Ecofrade, do Instituto Últimos Refúgios, fez uma visita à AMARIV, a Associação de Catadores de Materiais Recicláveis da Ilha de Vitória. A missão foi entender o processo de ressignificação dos resíduos e conhecer as histórias por trás daqueles que realizam essa atividade tão importante para o meio ambiente e para toda a sociedade. Confira o vídeo completo em mais uma edição do Programa Últimos Refúgios na TV Ambiental: RECICLAGEM Lúcio Heleno Barbosa, catador de materiais recicláveis e diretor financeiro da AMARIV, acompanhou o instituto em todas as etapas do processo, desde a chegada até a destinação para as indústrias de reciclagem. Os resíduos chegam à associação em “big bags”, sacos enormes repletos de material. Após serem acomodados na fila de processamento, seguem para a mesa de triagem, onde os catadores fazem a separação entre plástico, papel, metal e outros tipos de resíduos. Nestas categorias, ainda há subdivisões, como diferentes qualidades de papel - papel branco, papelão, papel colorido e tetra pak, utilizado em caixas de leite - e mais de 16 tipos de plástico, separados de acordo com a cor e a composição química. Após a separação, o conteúdo segue para a prensa, capaz de transformar 20 big bags em um fardo de um metro cúbico de volume, com cerca de 300 quilos. A compactação facilita o transporte até as indústrias de reciclagem, permitindo a acomodação de mais material em menos espaço nos caminhões. Apesar da praticidade, o processo poderia ser ainda mais eficiente. O modelo de prensa utilizado pela AMARIV demora de 40 minutos a uma hora para produzir um único fardo. Atualmente, no mercado, existem prensas capazes de realizar o mesmo processo em apenas quatro minutos. Também existem empilhadeiras e pontes rolantes que movimentam os fardos pesados com muito mais agilidade e segurança para os catadores. O investimento público é uma das principais reivindicações da associação. Afinal, o material encaminhado à AMARIV deixa de ir para os aterros sanitários, retorna à indústria e reduz o custo de produtos para o consumidor. Investir nas associações de catadores é uma estratégia que beneficia a sociedade, o meio ambiente e a vida de inúmeras famílias. Histórias A AMARIV é uma das quatro associações de catadores de Vitória, ao lado da Recicla Capixaba, AMARV e Ascamares, a primeira associação do município. Desde sua fundação, acolhe moradores e catadores de rua, mulheres e pessoas em situação de vulnerabilidade social, oferecendo oportunidades para uma vida mais digna e estável. Vera Lucia Silva dos Santos, presidente da AMARIV há nove anos, encontrou na associação uma oportunidade de renda depois que a idade avançada reduziu suas oportunidades de trabalho. Após um período trabalhando de casa, com artesanato, foi indicada a associação e, desde então, orgulha-se da atividade que exerce com muito carinho e respeito. Direto de São Paulo, Gabriel Viana, de 31 anos, veio para Vitória com apenas duas mochilas nas costas. O plano era encontrar um familiar, mas, ao chegar aqui, descobriu que ele havia falecido. Após receber a notícia, precisou morar em abrigos, e apesar dos esforços para conseguir um trabalho, parecia que as portas apenas se fechavam para ele. Foi então que encontrou a AMARIV, e hoje, graças ao trabalho que realiza na associação, orgulha-se de ter casa mobiliada, carro e uma vida digna com sua família. O antigo morador de rua Delair Pereira Freitas, de 43 anos, e Luan Victor, de apenas 22, são apenas mais algumas das pessoas que tiveram suas vidas transformadas pela AMARIV. Mesmo que muitos não conheçam suas histórias, o trabalho que realizam repercute em diversos segmentos da sociedade. Apoiar associações como a AMARIV não é apenas uma ação sustentável, mas também uma forma de contribuir com a trajetória de pessoas comuns, responsáveis por ressignificar o destino dos materiais que descartamos no dia a dia. Este é o verdadeiro valor da Coleta Seletiva e da mudança de pensamento em relação aos nossos resíduos.

  • Projeto Praia Limpa promove ação de limpeza na praia de Nova Ponta da Fruta, em Vila Velha/ES

    "A praia é nossa, o lixo é seu". Este é o lema do grupo do Projeto Praia Limpa que atua na limpeza e conservação da praia de Nova Ponta da Fruta, em Vila Velha. A iniciativa surgiu no início deste ano, organizada por moradores inconformados com a grande quantidade de resíduos encontrados nas areias da praia. Ação de limpeza e plantio de mudas nativas. Foto: Priscila Ligia Desde então, as ações são realizadas de forma totalmente voluntária. Os próprios moradores se organizam via redes sociais para promover ações de limpeza, conscientizando banhistas, esportistas e frequentadores locais acerca da destinação correta do lixo. O grupo ainda cobra da prefeitura medidas para reconstituir a restinga local - de modo a prevenir a erosão do solo -, além de reivindicar soluções em relação à problemática do esgoto com a Cesan e a Secretaria de Meio Ambiente. AÇÃO No último sábado, dia (4), o grupo realizou mais uma ação de limpeza na região. Foram cerca de 15 sacolas de lixo retiradas da praia e reencaminhadas à coleta da Prefeitura de Vila Velha. Também foi realizado um plantio simbólico de espécies nativas da restinga, feito com apoio e acompanhamento de técnicos ambientais da prefeitura de Vila Velha. Sacos de lixo coletados e plantio de mudas. Fotos: Priscila Ligia O objetivo foi sensibilizar a população local em prol de um ecossistema mais preservado e sustentável. A ação contou com a parceria do Instituto Últimos Refúgios e da Secretaria de Meio Ambiente de Vila Velha, além do apoio do Projeto Pegada. Segundo Priscila Ligia, voluntária do Instituto Últimos Refúgios e moradora da região, o importante é que cada um faça a sua parte: “São ações pequenas, mas sabemos que faz a diferença. Nossa praia está pedindo socorro há um bom tempo”.

  • #92: Atividades de pesquisa do Projeto Felinos - Últimos Refúgios na TV Ambiental

    Instituto Últimos Refúgios e TV Ambiental apresentam um novo episódio do ‘Programa Últimos Refúgios’. Nesta edição, conheça as técnicas de pesquisa do Projeto Felinos, iniciativa focada na conservação das espécies de felinos no Bloco Linhares/Sooretama, região norte do Espírito Santo. A pesquisa envolve tanto atividades de campo, como busca ativa por espécies e instalação de armadilhas fotográficas, quanto de laboratório, como a análise de excrementos, pêlos e outros materiais que auxiliam na identificação dos animais. O Instituto Últimos Refúgios possui experiência na instalação de armadilhas fotográficas em locais estratégicos da mata para registrar a atividade de diferentes espécies em habitat natural. Neste caso, além do registro fotográfico, biólogos e pesquisadores realizam a triagem dos dados, identificando local, dia e horário em que a espécie foi avistada para constar em estudos sobre ecologia e conservação. Quer saber mais sobre pesquisa com felinos? Confira o episódio na íntegra: “Programa Últimos Refúgios é um oferecimento Reserva Ambiental Águia Branca”

  • Clube de Observadores da Natureza realiza primeiro encontro presencial na Ilha do Frade

    A Ilha do Frade amanheceu mais animada neste último sábado (4). As turminhas do ‘Clube de Observadores da Natureza’ prestigiaram o primeiro encontro presencial da iniciativa que leva crianças e jovens para desbravar a biodiversidade capixaba e aprender mais sobre a Coleta Seletiva. Observação de aves. Foto: Danielle Malfacini Depois de quase um ano de atividades online, em encontros mensais, os pequenos finalmente tiveram a oportunidade de colocar os aprendizados em prática. A programação contou com muitas brincadeiras, jogos, oficinas de fotografia de natureza e, claro, atividades de conscientização sobre o reaproveitamento de materiais. Foram dois horários de atividades para atender as diferentes faixas etárias. Logo cedo, às 8h, foi a vez dos pequenos de até 5 anos, enquanto o horário das 10h foi reservado exclusivamente para os mais velhos, entre 6 e 14 anos. Os dois encontros contaram com atividades educativas para incentivar a separação correta dos resíduos na companhia das crianças e seus familiares, que também aproveitaram o momento. JOGO DA COLETA SELETIVA O jogo da Coleta Seletiva testou o conhecimento dos pequenos com três coletores, um para cada tipo de material: reciclável, não reciclável e resíduo especial. Na dinâmica, os participantes recebiam cartas com a figura de algum tipo de resíduo, como garrafas pet, sacolas e cascas de banana, e tinham a missão de descartá-las no recipiente correto. Jogo da coleta seletiva. Foto: Leonardo Merçon A grande maioria dos participantes acertou o lugar correto dos materiais, dando um verdadeiro show de conscientização sobre a importância da reciclagem. Jogo da coleta seletiva. Foto: Danielle Malfacini A atividade foi conduzida pela educadora ambiental Danielle Malfacini, que vem acompanhando as turmas nos encontros online durante todo o ano de 2021, e pela bióloga e especialista em gerenciamento de resíduos do Projeto Ecofrade, Carla Roberty. Orientadora Danielle Malfacini. Foto: Leonardo Merçon OFICINA DE FOTOGRAFIA DE NATUREZA As crianças também foram convidadas para uma caminhada pela Ilha para identificar e registrar espécies da fauna e flora local. A atividade foi conduzida pelo fotógrafo de natureza Leonardo Merçon e pelo biólogo João Zanardo, que ajudaram na identificação de mais de 26 espécies animais e vegetais, muitas delas desconhecidas pelos participantes. Oficina de fotografia de natureza. Fotos: João Zanardo (1 e 2) e Danielle Malfacini (3 e 4) O objetivo foi integrar o conhecimento sobre as belezas escondidas da Ilha do Frade e com alguns conhecimentos básicos sobre fotografia. Todos se mostraram bastante animados com a ação. Afinal, entusiasmo é o que não falta para essa turma de desbravadores da natureza. Os encontros online do Clube de Observadores da Natureza terminam em dezembro, mas 2022 já garante atividades presenciais em áreas naturais da Grande Vitória, como o Parque Botânico Vale e a Restinga de Camburi. Nos vemos lá!

  • Conheça os hábitos alimentares dos Didelfídeos

    As diferentes espécies de marsupiais brasileiros geralmente possuem dietas similares, sendo todas onívoras em algum grau. Os marsupiais didelfídeos têm hábitos alimentares generalistas, com algumas exceções, variando “insetívoros/onívoros” a “frugívoros/onívoros”. Os gambás, por exemplo, são as espécies mais generalistas entre os Didelphidae. São considerados frugívoras/onívoras, incluindo em suas dietas pequenos vertebrados, invertebrados e frutos, usados de uma maneira oportunista. Gambá em habitat natural. Foto: Leonardo Merçon Mas o que significa ser onívoro, frugívoro, generalista e oportunista? Onívoros são aqueles que se alimentam tanto de matéria vegetal como animal. Já os insetívoros são os animais que se alimentam de insetos e algumas espécies de artrópodes (aranhas, centopeias, escorpiões, etc.). Os frugívoros são os que consomem pelo menos uma porção de frutas em sua dieta. Os animais generalistas apresentam tanto hábitos alimentares quanto o uso do ambiente (habitat), diversificados. Mas a classificação de oportunista é bem interessante: quer dizer que a espécie aproveita o alimento que está mais fácil ou que aparece primeiro em seu caminho. O caso é diferente quando possuem uma oferta maior, como é o caso dos cativeiros, onde os tratadores oferecem uma grande variedade de alimentos e os animais podem escolher o que comer. Gambá em reabilitação no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS). Foto: Rodrigo Germano Mas e agora? O que difere na alimentação do gambá que ocorre em áreas distintas? Em Didelphis aurita sua dieta é composta por pequenos roedores, répteis, anfíbios, aves, invertebrados como piolhos-de-cobra, lacraias, opiliões, baratas, formigas, grilos, gafanhotos e besouros. Além do consumo de frutos de plantas pertencentes a família Araceae, Bromeliaceae, Cactaceae, Sapindaceae, Passifloraceae, Cucurbitaceae, Piperacaeae, Solanaceae, Moraceae, Myrtaceae e Rosaceae. São espécies fundamentais na dispersão de muitas sementes. Didelphis marsupialis tem uma dieta variada, consumindo pequenos roedores, aves, répteis, anfíbios e invertebrados como besouros, grilos e gafanhotos. Além de uma alta diversidade de frutos de plantas como Astrocaryum, Cecropia, Clusia, Ficus, Inga e Psidium. Incluindo frutos de cascas mas duras evitados por espécies menores. Além disso, há registro de D. marsupialis consumindo néctar de flores da espécie Quararibea cordata e de plantas herbáceas. Espécies consumidas por marsupiais. Fotos: Leonardo Merçon Em D. albiventris sua dieta também é diversificada como as demais espécies se comportando como frugívoro oportunista, consumindo pequenos mamíferos como outros marsupiais menores (Marmosa), roedores e algumas espécies de morcegos (Artibeus lituratus, Sturnira lilium), peixes, répteis, aves e principalmente invertebrados (baratas, besouros, formigas, opiliões e piolhos-de-cobra) e frutos de plantas Rubus, Solanum, Cecropia, Piper, Miconia entre outros. Ou seja, eles vão se alimentar de pitanga onde tiver pitanga, e se não houver esta fruta aí no seu estado, eles vão se alimentar de outra que tiver.

  • Instituto Últimos Refúgios participa da ESX, o maior evento de tecnologia do Espírito Santo

    Neste domingo (5), o Instituto Últimos Refúgios se apresentou no ESX – Espírito Santo Innovation Experience, o maior evento de tecnologia e empreendedorismo capixaba. A iniciativa realizada pelo Sebrae, co-realizada pelo Governo do Estado do Espírito Santo e com apoio da Mobilização Capixaba pela Inovação (MCI), reuniu startups, pequenos - e grandes - empreendedores, desenvolvedores de games e muitos outros profissionais para apresentarem seus projetos com foco em resultados e inovação. A ESX 2021 recebeu mais de 11 mil pessoas nos 15 espaços destinados para palestras, apresentações e diversas outras atividades. Entre elas, Leonardo Merçon, Raphael Gaspar e Joarley Rodrigues, do Instituto Últimos Refúgios, ocuparam o Espaço Conexões para apresentar como inovação e tecnologia podem trazer resultados importantes para o registro da vida selvagem e para a sensibilização ambiental por meio da difusão científica. Raphael Gaspar, Leonardo Merçon e Joarley Rodrigues na ESX 2021. Foto: Ilka Westermeyer O encontro apresentou a “PFN”, um equipamento fotográfico de alta resolução que vem sendo desenvolvido há mais de 10 anos. Trata-se de um estúdio fotográfico que pode ser montado no meio da floresta para registro de imagens espetaculares da fauna nativa. Fotógrafo de natureza Leonardo Merçon. Foto: Augusto Gomes A PFN foi utilizada na produção do livro “Últimos Refúgios: Da Pedra Azul ao Forno Grande”. A capa da obra retrata uma onça-parda capixaba registrada no Parque Estadual de Forno Grande, localizado em Castelo/ES. Além de registrar espécies icônicas, é possível produzir montagens impressionantes, como a inserção de diversos animais e pessoas em uma mesma cena. Dessa forma, é possível observar a proporção humana em relação às espécies em habitat natural. Agora, o objetivo é captar investidores e apoiadores que acreditem no equipamento como uma forma de revolucionar o campo da fotografia de natureza no Brasil. “Somando a esse equipamento melhores dispositivos de instalação e segurança, será possível contribuir para diversas pesquisas científicas na América Latina, assim como para a sensibilização ambiental de milhares de pessoas”, afirma o fotógrafo de natureza Leonardo Merçon, importante expoente da conservação ambiental com imagens publicadas na National Geographic Brasil e na BBC. Segundo Raphael Gaspar, produtor executivo do instituto, “a PFN se transformou em uma spinoff da instituição, e é por isso que um evento como o ESX é importante para nos ajudar a dar o próximo passo em direção a consolidação deste novo negócio”. Joarley Rodrigues, técnico desenvolvedor da PFN, diz que “com novos componentes e uma interface mais acessível será possível além de comercializar o produto, oferecer serviços para empresas, pesquisadores e Unidades de Conservação”. A iniciativa dialoga com os valores da ESX de incentivo à tecnologia, inovação e soluções eficientes para desenvolvimento de projetos e desenvolvimento sustentável dos territórios do Espírito Santo. O Instituto Últimos Refúgios agradece a oportunidade e já torce pela edição da ESX 2022. Nos vemos lá! Da esquerda para a direita: Leonardo Merçon, Ilka Westermeyer, Carla Roberty, Raphael Gaspar Tebaldi e Joarley Rodrigues.

  • #91: Observação de baleias com governador Renato Casagrande - Últimos Refúgios na TV Ambiental

    Instituto Últimos Refúgios e TV Ambiental apresentam um novo episódio do ‘Programa Últimos Refúgios’. Nesta edição, acompanhe a expedição marítima do Projeto Amigos da Jubarte na companhia do Governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, a Secretária de Turismo Lenise Loureiro e outras entidades do poder público e privado. Governador Renato Casagrande e equipe do Projeto Amigos da Jubarte. Fotos: Leonardo Mercon A iniciativa faz parte do plano estratégico focado na sensibilização do poder público sobre o potencial turístico da observação de baleias no estado. Além do ecoturismo, os representantes tiveram a oportunidade de conhecer as atividades de incentivo à pesquisa científica e à educação ambiental desenvolvidas pelo projeto. Confira o passeio no episódio completo: “Programa Últimos Refúgios é um oferecimento Reserva Ambiental Águia Branca”

  • Desafio "História de Fotógrafo”- Participe!

    Gosta de viajar, contar histórias e está sempre navegando pelas redes sociais? Que tal reunir estes talentos e compartilhar seu amor pela natureza com amigos e familiares? Se curtiu a ideia, esta é sua grande chance! O concurso “História de Fotógrafo”, promovido pelo fotógrafo ambiental Leonardo Merçon, está convidando todos os aventureiros de plantão para compartilharem registros e experiências na vida selvagem. COMO PARTICIPAR O tema do desafio no mês de novembro é “AMAZÔNIA”, e receberá fotografias relacionadas ao bioma acompanhadas de suas respectivas histórias. Pode ser um relato com detalhes de bastidores, uma narrativa cômica ou emocionante. Tudo está valendo! Além dos critérios técnicos e artísticos, a história será um grande diferencial na seleção dos participantes. Para participar, basta publicar uma fotografia autoral no seu perfil do Instagram com as hashtags #historiadefotografo, #HFamazonia, #leonardomercon e o relato na descrição da imagem. A descrição pode ser breve, o que vale é a criatividade. As publicações valem até o dia 28 de novembro. COMO VAI FUNCIONAR? Serão selecionadas as melhores fotos - e histórias - que atenderem todos os critérios do desafio. As imagens serão postadas diariamente nos stories do Instagram, onde o público poderá votar nas preferidas ao longo de diversas fases - oitavas de final, quartas de final, semifinal e final. VENCEDOR O vencedor da etapa final receberá o novo livro da série Áreas Protegidas - “Últimos Refúgios: Da Pedra Azul ao Forno Grande”, que retrata as paisagens e a incrível biodiversidade entre os municípios de Domingos Martins, Vargem Alta e Castelo, na região Serrana do Espírito Santo. A obra reúne centenas de fotografias e textos sobre a região. Os finalistas também terão a oportunidade de participar de uma live com o fotógrafo Leonardo Merçon para compartilhar suas fotos e histórias, além de ajudar a escolher o tema da próxima edição do desafio. SAIBA MAIS CLICANDO AQUI. BIOTRIP AMAZÔNIA As “biotrips” são expedições turístico-científicas promovidas pelo biólogo Thiago Silva-Soares, coordenador do projeto Herpeto Capixaba e parceiro do desafio “História de Fotógrafo”. Os passeios oferecem uma experiência única, de contato com a natureza e com os animais, além de muitas aventuras pelas trilhas, rios e outros ambientes da vida selvagem. O melhor do ecoturismo sustentável. Em janeiro de 2021, o fotógrafo Leonardo Merçon acompanhou a quarta edição da Biotrip Amazônia a convite do biólogo. A jornada pelo coração da floresta rendeu muitas fotografias e histórias para contar, além de servir de inspiração para a nova edição do concurso fotográfico. Saiba mais sobre a Biotrip Amazônia.

  • Tráfico de animais: uma ameaça à biodiversidade brasileira

    Um homem arrisca a própria vida e escala mais de 20 metros para capturar filhotes de papagaio com apenas alguns dias de vida, ainda no ninho. Em alguns casos, cortam as árvores com auxílio de motosserras para facilitar o acesso até as aves. Enquanto isso, pequenos macacos são arrancados das costas da mãe e ficam órfãos ao perdê-las para tiros de espingarda. Afinal, paga-se melhor pelos filhotes. As fêmeas adultas não possuem nenhuma serventia. Este é apenas um recorte do problema que impacta cerca de 38 milhões de espécimes da fauna brasileira todos os anos: o tráfico de animais silvestres. O caso aconteceu na Reserva Biológica de Sooretama, no norte do Espírito Santo, e foi noticiado pelo Jornal Hoje. A reportagem revela áudios e todo o esquema organizado pelos criminosos para levar os animais da Reserva de Sooretama até o Rio de Janeiro, onde são vendidos por preços exorbitantes. Papagaio-chauá e Macaco-prego-de-crista, espécies ameaçadas pelo contrabando de animais. Fotos: Leonardo Merçon Segundo o IBAMA / Polícia Federal, responsável pelas investigações contra os traficantes, os papagaios capturados eram vendidos por 100 reais para um intermediário, que organizava o esconderijo e transporte das aves até revendê-las para o comprador final por 3 mil reais cada. Estima-se que só em 2020, cerca de 55 filhotes de papagaio tenham sido capturados na Reserva Biológica de Sooretama. O local é protegido por lei, reunindo um grande número de espécies endêmicas (que só ocorrem na região) e porções de vegetação nativa da Mata Atlântica. Os mais de 20 mil quilômetros de extensão da reserva compõem um patrimônio biológico de valor inestimável para a biodiversidade brasileira. Confira a reportagem completa clicando abaixo: O QUE DIZ A LEI? Segundo Juliana Machado Ferreira, diretora executiva da Freeland Brasil, organização que combate ao tráfico de espécies silvestres, a legislação brasileira ainda carece de políticas eficientes contra o tráfico de animais selvagens. Apesar da Lei Federal de Crimes Ambientais – Lei 9605/1998, que criminaliza o contrabando de fauna silvestre, as medidas são desproporcionais à gravidade dos impactos que a atividade gera. A pena máxima para o crime é de apenas um ano, com pagamento de multa, mas na maior parte dos casos os caçadores são liberados muito antes de cumprirem o tempo estimado. Além da crueldade animal e da extinção de espécies que exercem funções biológicas imprescindíveis para conservação da biodiversidade, o contrabando é responsável pela disseminação de zoonoses (doenças transmitidas por animais); por desencadear o desequilíbrio ambiental, com a introdução de espécies exóticas/invasoras em diferentes ecossistemas; pela perda de biodiversidade genética e por diversos outros problemas ambientais. ÚLTIMOS REFÚGIOS E RESERVA BIOLÓGICA DE SOORETAMA Entre 2013 e 2015, o Instituto Últimos Refúgios frequentou a Reserva de Sooretama para produção dos registros do segundo volume da série Áreas Protegidas. O local foi escolhido como cenário do livro justamente por representar uma das maiores porções da Mata Atlântica capixaba e um verdadeiro berço de biodiversidade. Sooretama, ou “casa dos animais da mata”, na língua Tupi, revela-se como um dos últimos refúgios da Mata Atlântica do Espírito Santo, abrigando espécies como a onça-pintada, o tatu-canastra e as majestosas harpias. O complexo consta como “Patrimônio Natural da Humanidade” na lista da UNESCO, além de ser uma das áreas chave para a preservação de aves pela organização Birdlife International. Espécies fotografadas na Reserva Biológica de Sooretama. Fotos: Leonardo Merçon O tráfico de animais silvestres na região causa uma tristeza incalculável àqueles que tiveram a oportunidade de contemplar a reserva e suas inúmeras formas de vida. O Instituto Últimos Refúgios espera que a repercussão do caso possa colaborar com o desenvolvimento de políticas públicas que combatam a exploração econômica e ambiental da fauna e flora brasileira. DENÚNCIA Para denunciar esquemas de tráfico de animais silvestres, entre em contato com o IBAMA ou à Polícia Militar Ambiental. A denúncia pode ser feita de forma anônima pela Linha Verde do IBAMA no número 0800 061 8080, por Chat Online, E-mail ou pelo “Fala.BR”, a plataforma Integrada de Ouvidoria e Acesso à Informação do Governo Federal. Acesse o "Fale com o IBAMA" e denuncie. Caso opte pelo “Fala.BR”, clique em “denúncia” na página inicial e escolha se deseja realizar o cadastro ou fazer a denúncia de forma anônima, em “não identificado”. O cadastro viabiliza o acompanhamento do processo em tempo real, além do recebimento de atualizações por e-mail. Na modalidade anônima, não é possível acompanhar o processo. Basta selecionar o órgão ao qual deseja enviar a manifestação, a descrição do ocorrido e informações adicionais. Vale lembrar que ao encontrar algum animal silvestre perdido ou em situação de risco, entre em contato com os órgãos ambientais da sua região para que resgatem e encaminhem o animal para o local adequado. Alguns animais podem precisar de cuidados veterinários e serão destinados a órgãos de reabilitação, onde terão a oportunidade de retornar à natureza. Por questões de segurança, nunca tente fazer o resgate sozinho.”

  • Projeto Marsupiais e Instituto Últimos Refúgios participam da XIX Jornada De Biologia da UVV

    O mês de novembro começou com muita ciência e biologia na Universidade de Vila Velha (UVV). Depois de quase dois anos, o Centro Acadêmico de Ciências Biológicas da universidade celebrou a 19ª edição da sua tradicional ‘Jornada De Biologia’ a partir do tema “A Biodiversidade Capixaba em Foco”, reunindo estudantes e profissionais para discutir temas relevantes sobre a conservação da fauna e flora do estado. O Projeto Marsupiais marcou presença no evento com a palestra “Os marsupiais do Espírito Santo e a importância de sua conservação”, conduzida por Iasmin Macedo, presidente do Instituto Últimos Refúgios, idealizadora e coordenadora do Projeto Marsupiais. Além da apresentação, o projeto ofertou o minicurso “Resgate e reabilitação de marsupiais - Difusão científica para a conservação”, ministrado por Iasmin e pela bióloga e voluntária do Projeto Marsupiais Caroline Reis. Mais de 40 estudantes participaram das atividades do projeto (palestra e minicurso). Na aula, muitos tiveram oportunidade de conhecer o trabalho do Projeto Marsupiais no Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (CETAS) do Espírito Santo, desde a chegada e registro do animal, à reabilitação e, finalmente, sua reintrodução na natureza. Conferiram, ainda, a importância da difusão científica da produção de conteúdo voltado à sensibilização ambiental. A parceria entre o Projeto Marsupiais e o CETAS fomenta a iniciação científica e a formação de novos pesquisadores, permitindo que voluntários contribuam com o resgate e reabilitação de marsupiais que chegam ao Centro. O biólogo e voluntário do Instituto Últimos Refúgios Daniel Gosser Motta também prestigiou o evento com o minicurso “Detecção de microplásticos em ambientes aquáticos”, que abordou a problemática do aumento da produção de plástico e da quantidade de resíduos descartados na natureza, prejudiciais a todas as formas de vida. Além de incentivar o conhecimento, a troca de experiências e o debates sobre questões atuais, a Jornada de Biologia integra estudantes a profissionais de diferentes áreas, seja na pesquisa ou conservação da biodiversidade capixaba. O Projeto Marsupiais agradece o convite e espera ter contribuído com a formação de jovens biólogos, plantando a sementinha da difusão científica e da sensibilização ambiental.

  • “Escolha o nome dos mascotes da Turminha do Vitória da Restinga”

    O Projeto Vitória da Restinga está lançando a campanha “Dê nome aos Mascotes!” e precisa da ajuda de vocês para nomear cada integrante da Turminha Vitória da Restinga. São eles: a Coruja-buraqueira (Athene cunicularia), o Gambá-de-orelha-preta (Didelphis aurita), o Sabiá-da-praia (Mimus gilvus), o Guruçá (Ocypode quadrata) e o Teiú (Salvator merianae). Na nossa última campanha, vocês escolheram a coruja-buraqueira (Athene cunicularia) como representante da turma. Agora, que tal ajudar a escolher os nomes de todos os mascotes? Você pode contribuir com sugestões até o dia 19/11, pelo link: https://forms.gle/jddsLp3XqkFnzpum7. No dia seguinte (20), disponibilizaremos uma nova enquete com os nomes mais criativos selecionados por nossa equipe. Os nomes escolhidos serão divulgados no dia 23 de novembro. Os formulários para votação estarão disponíveis na Bio do Instagram do Projeto Vitória da Restinga. Contamos com a colaboração e criatividade de vocês! Arte e Vídeo: Laiz Pontes (@laizpontesb) Ilustrações: Felipe Prest (@felipe_prest)

  • O desafio de registrar as jaguatiricas da Mata Atlântica - UR no Conexão Planeta

    Mais um 'história de fotógrafo' no Conexão Planeta! Desta vez, o fotógrafo de natureza Leonardo Merçon narra os desafios para registrar as jaguatiricas da Mata Atlântica. A história começa no Instituto Terra, com o fotógrafo Sebastião Salgado, e culmina nos parques de Pedra Azul e Forno grande, no Espírito Santo. Em meados de 2011, uma pequena jaguatirica revolucionou os registros de vida selvagem do Instituto Últimos Refúgios. Este ano, exatamente dez anos depois, a mesma espécie protagonizou outro grande marco para a história da ONG, resultado de uma década de muito trabalho, histórias e experiências na Mata Atlântica capixaba. Jaguatirica registada em Pedra Azul, durante a produção do terceiro livro da série Áreas Protegidas. Foto: Leonardo Merçon O relato acompanha o desenvolvimento de um dos equipamentos mais importantes para o Instituto Últimos Refúgios: a "Parafernália Fotográfica Noturna", ou PFN, para os íntimos. A "armadilha fotográfica" foi criada para registrar animais de forma remota em habitat natural, captando seu comportamento típico, longe da presença humana. Ficamos à espreita a cerca de 200 metros do “estúdio” improvisado, apenas esperando - e torcendo - para que a jaguatirica retornasse ao local que vínhamos monitorando com armadilhas fotográficas de menor resolução. Depois da montagem da parafernália, essa foi a segunda maior dificuldade da operação: esperar por horas a fio, no calor do dia e no frio da noite, em barracas no meio da floresta. A jornada foi longa, mas, certo dia, fomos finalmente recompensados pela aparição do felino. Vibramos como nunca. O momento fez toda a espera valer a pena. Quer saber mais sobre essa história? Acesse o texto completo no CONEXÃO PLANETA clicando AQUI.

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