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- Em parceria com a comunidade, Projeto Vitória da Restinga instala placas na praia de Camburi
Posto que marcou o início das atividades no Atlântica Parque / FOTO: Leonardo Merçon A praia de Camburi amanheceu com uma paisagem um pouco diferente após o último fim de semana. Em importante parceria com a comunidade, o Projeto Vitória da Restinga promoveu a instalação de placas conscientizadoras nos trechos de restinga que correspondem aos bairros de Jardim Camburi e Mata da Praia. Produzidas pelos próprios moradores em ações passadas, as placas têm o objetivo de conscientizar a população a respeito da fauna e flora local e foram distribuídas estrategicamente para serem visualizadas tanto por quem está chegando à praia quanto para quem está vindo do mar. Ao todo foram fincados 46 informativos em uma extensão do Atlântica Parque (Jardim Camburi) até o quiosque 5 (Mata da Praia). FOTOS: Leonardo Merçon Ativo nas atividades da praia de Camburi, o agora presidente da Associação Comunitária de Jardim Camburi (Acjac), Bruno Malias, esteve presente na atividade e valorizou a iniciativa. "Na praia cabe o esporte, o lazer, a contemplação e para isso precisamos da preservação da restinga. É fundamental”, completou o ex-jogador da seleção brasileira de beach soccer, que também produziu sua placa, direcionada para as atividades esportivas no local. Também estiveram presentes na articulação Edelza Villa Flor e Silvia Gomes de Morais, diretoras na Associação de Moradores de Mata da Praia (AMMP), além do Secretário de Meio Ambiente da Prefeitura de Vitória, Tarcisio Föeger, que aproveitou a ocasião para falar sobre as ilhas de vegetação, método de plantio aplicado em alguns pontos da restinga de Camburi. “Também é chamada de técnica de mosaico, em que escolhemos uma curta área para o plantio de espécies de variados tamanhos, que juntas se desenvolvem e formam uma pequena ilha que os animais adoram”, destacou o secretário, que classificou a técnica como inovadora e valorizou a parceria entre Secretaria de Meio Ambiente (Semmam) e Projeto Vitória da Restinga. Trabalho realizado em diversos pontos de Jardim Camburi e Mata da Praia/ FOTOS: Leonardo Merçon Secretário de Meio Ambiente exemplificando uma ilha de vegetação/ FOTO: Vitor Pinheiro Oficina de Placas Em contato com a comunidade dos bairros de Jardim Camburi, Mata da Praia e Jardim da Penha (que cobrem a extensão da praia de Camburi), o Projeto Vitória da Restinga está trabalhando na confecção de placas para conscientizar sobre a importância da proteção da restinga, que é um ambiente frágil e essencial para a proteção das áreas costeiras, em especial no cenário urbano. Confecção de Placas nos bairros de Mata da Praia e Jardim Camburi / FOTOS: Joarley Rodrigues As placas produzidas foram instaladas nos trechos correspondentes aos seus respectivos bairros, todas em pontos estratégicos, para que os frequentadores possam refletir sobre a importância da restinga e da sua preservação. Vale lembrar que a etapa de Jardim da Penha está em fase de ajuste de datas. Após confeccionar todo o material e alinhar com a Prefeitura de Vitória, o Projeto Vitória da Restinga ficará responsável pela instalação das placas. Espera-se que essa ação contribua para sensibilizar as pessoas e incentivar a adoção de práticas sustentáveis e responsáveis em relação ao meio ambiente. FOTOS: Leonardo Merçon Projeto Vitória da Restinga O projeto é uma realização do Instituto Últimos Refúgios. Em parceria com a Vale e a Prefeitura de Vitória busca promover o diálogo com a comunidade por meio de ações de sensibilização ambiental, informando sobre a importância da restinga, a biodiversidade local e o trabalho de revitalização na restinga da Orla de Camburi, em Vitória, capital do Espírito Santo. O objetivo é gerar um efeito positivo para as comunidades locais e ressaltar a importância de conservar a biodiversidade desse ambiente tão impactado pela ação humana. O Instituto Últimos Refúgios faz um agradecimento especial para todo o público presente na ação, além de toda a equipe que tornou possível a realização das atividades. Confira nossa galeria de fotos da ação abaixo:
- Desafio Mundial da Natureza Urbana recebe centenas de registros de espécies na região Metropolitana
Tartaruga-Verde (Chelonia mydas) FOTO: Leonardo Merçon O Instituto Últimos Refúgios participou ativamente do 8º Desafio Mundial da Natureza Urbana, promovido pela plataforma iNaturalist (que busca mapear a biodiversidade em todo o mundo através de fotografias), registrando uma impressionante quantidade de espécies em Vitória - ES. Durante o evento, que ocorreu de 28 de abril a 1 de maio, 1.023 observações foram registradas em todo o estado do Espírito Santo, contabilizando 548 espécies diferentes. Dentre elas, o Instituto Últimos Refúgios realizou 291 observações, com 135 espécies identificadas. Muito desse material foi captado na Área de Proteção Ambiental (APA) Baía das Tartarugas, reconhecida por sua importância ecológica e por abrigar diversas espécies de fauna e flora originárias de regiões costeiras. Em âmbito nacional, o desafio gerou 29.085 observações com 4.810 espécies catalogadas nos poucos dias de evento. Espécies: Beija-Flor-Tesoura (Eupetomena macroura); Cardeal-Do-Nordeste(Paroaria dominicana); Aratu-Vermelho (Goniopsis cruentata); Sagui-de-Cara-Branca (Callithrix geoffroyi) / FOTOS: Leonardo Merçon Os registros fotográficos obtidos fornecem informações valiosas sobre a biodiversidade presente na área. Esses dados contribuirão para estudos científicos, monitoramento de populações e estratégias de conservação apropriadas. A ação do Instituto Últimos Refúgios na Baía das Tartarugas demonstra como a participação da sociedade civil pode fazer a diferença na conservação da natureza. Ao registrar e compartilhar informações, contribui-se para a construção de um banco de dados valioso e estimula-se a valorização dos recursos naturais. Espécies: Aroeira(Schinus terebinthifolia);Leucena (Leucaena leucocephala);Mandacaru-da-Praia (Cereus fernambucensis); Pitangueira(Eugeniauniflora) / FOTOS: Leonardo Merçon iNaturalist Uma iniciativa da Academia de Ciências da Califórnia e da National Geographic Society, o iNaturalist.org é uma rede social com foco em ciência cidadã, que em contato com naturalistas e comunidade científica, se concentra em mapear e identificar a biodiversidade em todo o planeta, compartilhando descobertas com repositórios de dados científicos como o Global Biodiversity Information Facility para auxiliar cientistas do mundo a encontrar e utilizar os seus dados. Reprodução iNaturalist Conheça a comunidade do iNaturalist dedicada ao Projeto de Conservação Baía das Tartarugas. Você pode tirar suas fotos da região e compartilhar na plataforma: APA Baía das Tartarugas O Projeto de Conservação da Baía das Tartarugas tem como objetivo geral realizar e fomentar pesquisas científicas, comunicação (cultural e difusão científica), sensibilização ambiental e fomento ao turismo na Unidade de Conservação APA Baía das Tartarugas, localizada em Vitória-ES. A Área de Proteção Ambiental (APA) Baía das Tartarugas é uma nova Unidade de Conservação (UC) de uso sustentável, que foi decretada pela Prefeitura do Município de Vitória em 2018. A APA, gerida pela Prefeitura Municipal de Vitória, tem o intuito de desenvolver atividades de re-significar a área que possui uma das mais ricas biodiversidades do mundo, mesmo estando localizada em uma área urbana. A região litorânea de Vitória-ES, recentemente, em 2018, tornou-se a primeira Unidade de Conservação Marinha de Vitória por meio do Decreto Municipal nº 17.342, que foi publicado no Diário Oficial do município (BRASIL, 2018). De acordo com este decreto, a nova Área de Proteção Ambiental (APA), que recebeu o título de “Baía das Tartarugas”, envolve toda a Baía de Vitória, englobando a Praia de Camburi, Praia do Canto e Ilhas do Boi e do Frade, somando uma área de 1.685,47 hectares.
- Celebrando seis anos de sucesso: Projeto Marsupiais!
🎉🐾 Celebrando seis anos de sucesso: Projeto Marsupiais! 🐾🎉 Maio é um mês muito especial! Com muita alegria, estamos comemorando seis anos de dedicação e empenho no Projeto Marsupiais, uma iniciativa pioneira e apaixonante de conservação dos marsupiais brasileiros, nossas adoráveis cuícas e gambás. 🌳🌿 Desde o seu início, o Projeto Marsupiais tem trabalhado incansavelmente para proteger essas incríveis criaturas e seu habitat. Por meio de pesquisas, educação e ações práticas, temos buscado aumentar a conscientização a respeito da importância desses animais para nossos ecossistemas e para a biodiversidade do Brasil. Ao longo desses seis anos, alcançamos marcos significativos. Nossos esforços ajudam a garantir que as futuras gerações possam continuar a desfrutar da presença dessas espécies tão especiais. Além disso, nossas iniciativas de educação ambiental têm sido fundamentais para envolver as pessoas nesta causa. Por meio de palestras e materiais educativos, temos incentivado a valorização e o respeito pelos marsupiais, desmistificando e incentivando a coexistência harmoniosa com esses pequenos tesouros da natureza. Soltura de gambá para voltar a viver no seu habitat / VIDEO: Caroline Reis Nosso trabalho não seria possível sem o apoio inestimável de nossos parceiros, voluntários e doadores. Seis anos de conquistas são frutos de uma rede de pessoas apaixonadas pela conservação da biodiversidade, unidas pelo amor aos marsupiais e pela compreensão de que cada ser vivo desempenha um papel fundamental na complexa teia da vida. No entanto, sabemos que ainda há muito a ser feito. Os desafios continuam, e a preservação desses animais demanda um esforço constante e comprometido. Estamos confiantes de que juntos podemos fazer a diferença e assegurar um futuro brilhante para essas adoráveis cuícas e gambás. Neste aniversário de seis anos, gostaríamos de agradecer a todos que têm apoiado nossa causa. Cada ação, seja ela grande ou pequena, contribui para a proteção dessas espécies tão importantes para nós e para a natureza. Contamos com vocês para continuar avançando e preservando a riqueza natural de nosso país. Que seja apenas o começo de uma jornada duradoura e cheia de realizações para juntos, construirmos um futuro em que os marsupiais brasileiros continuem a saltar e a encantar nossos corações. Parabéns, Projeto Marsupiais! Projeto Marsupiais O Projeto Marsupiais é uma iniciativa do Instituto Últimos Refúgios que atua na conservação dos marsupiais brasileiros. Desde 2017 realizamos trabalhos de Pesquisa Científica e Sensibilização Ambiental, sempre buscando a permanência destes animais na natureza. Desenvolvemos pesquisas sobre a fauna nativa de marsupiais presente em unidades de conservação e áreas urbanizadas. Além de contribuir com a comunidade científica, estes estudos levam conhecimento para a população utilizando-se de ferramentas e produtos culturais e educativas, instigando a empatia das pessoas pela natureza e até incentivando o surgimento de novos pesquisadores. Nosso grande objetivo é mostrar a riqueza dessas espécies e sua grande importância para o ecossistema como um todo e para o ser humano em particular. A nossa missão é instigar a empatia das pessoas pelos marsupiais e promover sua conservação. Você pode Acompanhar o Projeto Marsupiais por pela aba Projeto Marsupiais em nosso site e pelas redes sociais.
- Em trabalho de 25 anos, 15 novas espécies de pequenos mamíferos foram registradas no norte do ES
Capa da revista Biociências; edição de 28/03/2023 Estudantes do curso de Biologia na cidade de Linhares tiveram seus trabalhos reunidos para publicação de um levantamento da fauna de pequenos mamíferos na região da foz do rio Doce, área considerada de alta prioridade para estudos de mamíferos, segundo o Instituto de Pesquisas da Mata Atlântica. Com as primeiras amostragens datadas de 30 anos atrás, o compilado intitulado Non-flying small mammals survey at the mouth of the Doce River, southeastern Brazil foi publicado no mês de março, na revista científica Biociências. O projeto, financiado pelos pesquisadores e pelo coordenador, o professor Helder José, registrou 4 ordens, 8 famílias e 15 espécies de pequenos mamíferos na região da foz do Rio Doce, município de Linhares. O estudo teve o objetivo de produzir uma lista de espécies de pequenos mamíferos não voadores da região. Para isso, foram realizadas capturas com armadilhas, que foram parte de seis monografias, resultando em uma única publicação conjunta. O marsupial Didelphis aurita, o Gambá-de-orelha-preta, foi considerada a espécie mais comum na área de observação. Marsupial Cuica-lanosa (Caluromys philander) observado durante o estudo / VIDEO: Iasmin Macedo Coordenador de toda a pesquisa, o professor Helder aponta para o fato de que as espécies capturadas nos fragmentos da foz do Rio Doce não diferem das encontradas nas áreas de Mata Atlântica e proximidades. Segundo ele, o que chamou a atenção foi a escassez de roedores na área de atuação. “Essa ausência nos faz elaborar duas possibilidades: a de que várias espécies não capturadas nunca ocorreram naquele local ou essas várias outras espécies lá ocorrem em densidade muito baixa. Não podemos descartar a possibilidade de que pelo menos algumas espécies estejam localmente extintas por perda de habitat”, concluiu Helder, que ainda deixou claro que mais estudos são necessários para testar todos os cenários na região. Armadilhas de captura em funcionamento/ FOTO: Iasmin Macedo A atual presidente do Instituto Últimos Refúgios, Iasmin Macedo, participou dos últimos resultados das pesquisas da publicação, em 2013 e 2017. Para ela, o registro de espécies nunca apontadas antes na região da foz do Rio Doce é o principal ponto de atenção do estudo, o que tem o poder de estimular novas pesquisas. “Após cerca de cinco anos buscando essa publicação, é muito importante que as pessoas tenham o conhecimento de que essas espécies também estão alí e que precisamos de novos estudos para continuarmos fazendo essas descobertas”, completou Macedo, que com a mesma pesquisa, anteriormente chegou a outra publicação; essa sobre uma nova metodologia de captura de pequenos mamíferos arborícolas. Você pode conferir todos os detalhes dessa difusão aqui. Outro ponto que chama atenção no trabalho são as localidades amostradas. O pesquisador que também fez parte do projeto, Mateus Cruz Loss, relembra que a região é prioritária para realização de estudos devido ao rompimento da barragem de Fundão, que despejou uma carga de rejeitos de mineração, atingindo o oceano através da foz. O processo passou por quatro locais de amostragem, que foram situados em uma Unidade de Conservação, duas matas de cacau (sistemas agroflorestais chamados Cabruca) e um conjunto de fragmentos de vegetação nativa (restinga). “Os resultados mostraram que embora tenham uma diversidade baixa e predominância de espécies arbóreas, as matas de cacau foram capazes de preservar de forma considerável a biodiversidade nativa. Isso demonstra claramente que embora esta cultura altere e prejudique o ambiente natural, ela ainda é capaz de fornecer um ambiente favorável para algumas espécies”, completou Mateus, que é mestre em biologia animal pelo Programa de Pós-Graduação em Ciências Biológicas da Universidade Federal do Espírito Santo. Pesquisadores Helder José, Iasmin Macedo e Mateus Loss (respectivamente da esquerda para a direita na segunda imagem) FOTOS: Iasmin Macedo e Mateus Loss Você pode conferir as vinte e duas páginas de Non-flying small mammals survey at the mouth of the Doce River, southeastern Brazil clicando no botão abaixo: Marmosa murina (Cuica-marrom) / FOTO: Iasmin Macedo Cuica-lanosa-cinza (Marmosa paraguayana) / FOTO: Iasmin Macedo Cuica-lanosa-cinza (Marmosa paraguayana) jovem / FOTO: Iasmin Macedo Projeto Marsupiais O Projeto Marsupiais é uma iniciativa do Instituto Últimos Refúgios que atua na conservação dos marsupiais brasileiros. Desde 2017 realizamos trabalhos de Pesquisa Científica e Sensibilização Ambiental, sempre buscando a permanência destes animais na natureza. Desenvolvemos pesquisas sobre a fauna nativa de marsupiais presente em unidades de conservação e áreas urbanizadas. Além de contribuir com a comunidade científica, estes estudos levam conhecimento para a população utilizando-se de ferramentas e produtos culturais e educativas, instigando a empatia das pessoas pela natureza e até incentivando o surgimento de novos pesquisadores. Nosso grande objetivo é mostrar a riqueza dessas espécies e sua grande importância para o ecossistema como um todo e para o ser humano em particular. A nossa missão é instigar a empatia das pessoas pelos marsupiais e promover sua conservação. Você pode Acompanhar o Projeto Marsupiais por pela aba Projeto Marsupiais em nosso site e pelas redes sociais.
- Com moradores, Projeto Vitória da Restinga realiza mais uma oficina de placas em Mata da Praia
Placas prontas em Parceria com a AMMP / FOTO: Joarley Rodrigues No último dia 6, durante a festa de aniversário do bairro Mata da Praia, Vitória - ES, o Projeto Vitória da Restinga, junto à Associação de Moradores da Mata da Praia (AMMP) realizou mais uma oficina de placas com a comunidade. Durante o evento, realizado na praça Márcio Sarmento, em Mata da praia, os moradores, auxiliados pela equipe Vitória da Restinga, confeccionaram 30 placas que serão fincadas ao longo da restinga da praia de Camburi. O objetivo dos informativos é conscientizar a população a respeito da fauna e flora local. Nessa ocasião, a iniciativa teve ampla participação do público infantil, que acompanhados pelos pais escreveram frases como “cuide da restinga” e “pense no filhote que ainda vai nascer”. FOTOS: Joarley Rodrigues Entre outras atividades convidadas pela AMMP, o evento contou com a participação da Mascote Coruja Atena e a realização de jogos educativos, aplicados pelas educadoras ambientais do projeto. FOTOS: Joarley Rodrigues Oficina de Placas Em contato com as associações de moradores dos bairros de Jardim Camburi, Mata da Praia e Jardim da Penha (que cobrem a extensão da praia de Camburi), o Projeto Vitória da Restinga está trabalhando na confecção de placas para conscientizar sobre a importância da proteção da restinga, que é um ambiente frágil e essencial para a proteção das áreas costeiras, em especial no cenário urbano. As placas produzidas pelas associações, serão instaladas nos trechos correspondentes aos seus respectivos bairros, todas em pontos estratégicos, para que os frequentadores possam refletir sobre a importância da restinga e da sua preservação. Vale lembrar que a etapa de Jardim Camburi já foi realizada e a ação com os moradores de Jardim da Penha está em fase de ajuste de datas. Após confeccionar todo o material e alinhar com a Prefeitura de Vitória, o Projeto Vitória da Restinga ficará responsável pela instalação das placas. Espera-se que essa ação contribua para sensibilizar as pessoas e incentivar a adoção de práticas sustentáveis e responsáveis em relação ao meio ambiente. Projeto Vitória da Restinga O projeto é uma realização do Instituto Últimos Refúgios. Em parceria com a Vale e a Prefeitura de Vitória busca promover o diálogo com a comunidade por meio de ações de sensibilização ambiental, informando sobre a importância da restinga, a biodiversidade local e o trabalho de revitalização na restinga da Orla de Camburi, em Vitória, capital do Espírito Santo. O objetivo é gerar um efeito positivo para as comunidades locais e ressaltar a importância de conservar a biodiversidade desse ambiente tão impactado pela ação humana. O Instituto Últimos Refúgios faz um agradecimento especial para todo o público presente na ação, além de toda a equipe que tornou possível a realização das atividades. FOTOS: Joarley Rodrigues
- Livro sobre a restinga da Praia de Camburi está sendo produzido pelo Instituto Últimos Refúgios
FOTO: Leonardo Merçon Com objetivo de dar visibilidade à revitalização da restinga da praia de Camburí (parte do Termo de Compromisso Ambiental assinado pela Vale), a região litorânea do município de Vitória - ES receberá mais um lindo projeto cultural. Trata-se do livro “Vitória da Restinga”, título que dá nome a um dos projetos do Instituto Últimos Refúgios . A obra, que tem previsão de lançamento para o segundo semestre de 2023, tem como proposta a apresentação dos elementos naturais e culturais relacionados à restinga da Praia de Camburi; para isso serão utilizados textos e imagens do fotógrafo de natureza Leonardo Merçon e convidados, para oferecer uma experiência de contemplação da riqueza da fauna e flora local. FOTOS: Leonardo Merçon e Caroline Reis O livro será publicado nos idiomas português e inglês e além do formato impresso será adaptado para o formato Daisy, que inclui audiodescrição e narração para torná-lo acessível a pessoas com deficiência visual. O material escolhido para a versão impressa foi o papel com certificação FSC (Forest Stewardship Council® – Conselho de Manejo Florestal) para a impressão, o que reforça o compromisso com a sustentabilidade. Junto à publicação, o Instituto Últimos Refúgios planeja uma exposição de lançamento, com as principais fotos e histórias do material, além de ações de sensibilização para escolas da rede municipal de Vitória. O objetivo é incentivar a conservação e o uso sustentável da área de restinga. O Livro "Vitória da Restinga é uma realização do Instituto Últimos Refúgios, Projeto Vitória da Restinga e Projeto de Conservação da Baía das Tartarugas, com o patrocínio do Instituto Cultural Vale; parceria: Prefeitura Municipal de Vitória. A iniciativa de produzir a obra e realizar as ações de sensibilização é uma forma de valorizar a cultura e a natureza da região de Camburi, destacando a importância da preservação da restinga e incentivando a população local a participar desse processo. O trabalho com a área demonstra a importância da união de esforços em prol da preservação ambiental e o compromisso de contribuir para um futuro mais sustentável. coruja - buraqueira / FOTO: Leonardo Merçon Restinga da Praia de Camburi e TCA Por meio do Projeto Vitória da Restinga, o Instituto Últimos Refúgios busca incentivar a conservação e interação da sociedade com a Restinga presente na praia de Camburi. O ecossistema retêm uma biodiversidade incrível e tem uma função social de suma importância, mantendo as areias da praia em seu devido lugar e evitando que o mar chegue no limite das áreas urbanas. Junto à Prefeitura de Vitória e a Vale, o Projeto contribui para cumprir com o Termo de Compromisso Ambiental (TCA). Uma das atribuições do TCA, é recuperar a restinga ao longo dos 6 Km da Praia de Camburi, plantando mudas nativas e garantindo a manutenção de espécies, além da segurança do bioma. O Termo de Compromisso é um documento assinado por Vale, Ministério Público Federal e Estadual, além do Instituto Estadual de Meio Ambiente (IEMA), Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semmam) e Associações de Moradores da Orla de Camburi. Projeto Vitória da Restinga O projeto é uma realização do Instituto Últimos Refúgios. Em parceria com a Vale e a Prefeitura de Vitória busca promover o diálogo com a comunidade por meio de ações de sensibilização ambiental, informando sobre a importância da restinga, a biodiversidade local e o trabalho de revitalização na restinga da Orla de Camburi, em Vitória, capital do Espírito Santo. O objetivo é gerar um efeito positivo para as comunidades locais e ressaltar a importância de conservar a biodiversidade desse ambiente tão impactado pela ação humana.
- Semana da Restinga: Projeto Vitória da Restinga participa de atividades no Parque Botânico da Vale
Apresentação em palestra para a escola EEEFM Nova Carapina / FOTO: Laiz Pontes Baptista Em comemoração ao Dia da Restinga (28/04), nos dias 27 e 29 de abril, o Projeto Vitória da Restinga participou de uma série de atividades realizadas no Parque Botânico da Vale. Chamada de Semana da Restinga, a programação, que contou com atividades direcionadas ao público adulto e infantil, inicialmente teve o apoio do projeto na tarde do dia 27 com uma palestra na qual a restinga foi apresentada para alunos da EEEFM Nova Carapina, escola de ensino fundamental do município da Serra. Jogo Trilha Ecológica sendo aplicado para os alunos da escola EEEFM Nova Carapina / FOTO: Laiz Pontes Baptista A aula foi ministrada pelas biólogas Anna Flávia Sacchetto e Marina Mello, que abordaram temas como a importância da restinga para a sociedade e suas características. Posteriormente a equipe de educação ambiental aplicou o jogo Trilha Ecológica, que teve a função de reforçar o conteúdo teórico trabalhado anteriormente. Ao final o projeto acompanhou os alunos em uma trilha por um trecho de mata atlântica, situado dentro do parque. Já no dia 29, foi realizada uma campanha ecológica, que ofereceu uma palestra para os presentes, além de atividades para o público infantil, como os jogos Trilha Ecológica e Jogo da Memória da Restinga, além de pintura corporal. O evento ainda contou com a participação da mascote Coruja Atena, que animou as crianças e provocou interação com todo o plano de atividades. FOTOS: Vitor Pinheiro Projeto Vitória da Restinga O projeto é uma realização do Instituto Últimos Refúgios. Em parceria com a Vale e a Prefeitura de Vitória busca promover o diálogo com a comunidade por meio de ações de sensibilização ambiental, informando sobre a importância da restinga, a biodiversidade local e o trabalho de revitalização na restinga da Orla de Camburi, em Vitória, capital do Espírito Santo. O objetivo é gerar um efeito positivo para as comunidades locais e ressaltar a importância de conservar a biodiversidade desse ambiente tão impactado pela ação humana. O Instituto Últimos Refúgios faz um agradecimento especial para todo o público presente na ação, além de toda a equipe que tornou possível a realização das atividades. FOTOS: Vitor Pinheiro
- Fantástico exibe o documentário "The Green Planet" com a participação do Instituto Últimos Refúgios
Divulgação: BBC Earth No início do mês de março, o programa “Fantástico” da TV Globo exibiu o quinto episódio do documentário The Green Planet, intitulado “Human Worlds”. Na adaptação, a produção da BBC ganhou narração da jornalista Sônia Bridi, que detalhou a batalha das plantas pela sobrevivência em um mundo que vive constante transformação. O Instituto Últimos Refúgios, através do fundador e fotógrafo de natureza, Leonardo Merçon, teve importante participação na captação de imagens para o produto. Nas filmagens, que aconteceram na sede do Instituto Terra, em Aimorés, Minas Gerais, Leonardo atuou como cinegrafista, inclusive utilizando uma armadilha de captação de imagens em vídeo de alta resolução. Equipamento utilizado para captação de imagens no Instituto Terra / FOTOS: Leonardo Merçon Merçon conta que criar imagens de natureza para esse projeto foi muito importante porque desde criança é fã da BBC, que para ele, é uma das melhores produtoras do mundo, com os melhores documentários de história natural. "Sou muito fã do David Attenborough que narra a série. Ter as minhas imagens com a narração dele foi algo que eu nunca imaginaria, sempre trabalhei duro, mas achava inalcançável! Fiquei muito feliz, principalmente porque foi uma indicação do Instituto Terra e de amigos que confiaram no meu trabalho. Espero ter feito o meu melhor. Fiquei feliz de ter conseguido registrar muitos animais, inclusive onças, macacos e lobos!", finaliza. FOTO: Leonardo Merçon Você pode conferir The Green Planet - Human Worlds, logo abaixo: A série Premiada com o Panda Awards (Green Oscar), The Green Planet, do produtor executivo Mike Guton, é uma série documental com 5 episódios, onde o naturalista britânico, David Attenborough, viaja por várias partes do mundo, exibindo histórias e particularidades do universo das plantas. Usando um aparato tecnológico especial, a filmografia da série mostra perspectivas que prometem surpreender o espectador. INSTITUTO TERRA O Instituto Terra é uma organização civil sem fins lucrativos fundada em 1998 pelo fotógrafo Sebastião Salgado e sua esposa, Lélia Salgado. Nos últimos 20 anos, realizou o plantio de milhões de árvores na região entre Minas Gerais e Espírito Santo com o objetivo de estimular o desenvolvimento sustentável por meio da recuperação e da conservação das florestas, da proteção das nascentes de água, da educação ambiental e do uso correto dos recursos naturais. Desde então, o Instituto cumpre um papel fundamental na recuperação da primeira área degradada do Brasil a receber o título de Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN). Tal importância criou oportunidades para que a região fosse retratada em obras como "The Green Planet": uma forma de acompanhar o retorno gradual da floresta, da biodiversidade e da água, após um intenso trabalho de restauração ambiental. Equipe Últimos Refúgios em ação / FOTOS: Leonardo Merçon
- Projeto Vitória da Restinga arrecada mais de 60kg de tampas plásticas destinadas à castração animal
Arrecadação no encerramento do "Praia Limpa 2023"/ FOTO: João Pedro Zanardo O Projeto Vitória da Restinga aderiu em 2022 à iniciativa de arrecadação de tampinhas da Ong Pra Mia, que realiza a coleta de tampas plásticas para a castração de cães e gatos em situação de rua. De lá pra cá foram cerca de 63 kg de material arrecadado ao longo de sete meses. O recolhimento é executado durante ações externas do Projeto Vitória da Restinga, que disponibiliza um ponto para arrecadação, além de atender internamente a todos os colaboradores do Instituto Últimos Refúgios. Os animais beneficiados são resgatados pela própria Ong Pra Mia, que após o tratamento necessário, promove a adoção dos cães e gatos. FOTOS: João Pedro Zanardo COMO PARTICIPAR? Para participar, basta separar as tampinhas plásticas dos seguintes modelos: de bebidas, como refrigerantes, sucos e leite; lacres metálicos, como os encontrados em latas de refrigerante; de produtos de higiene pessoal, como shampoo, cremes e pasta de dente; produtos de limpeza como detergente, sabão líquido e desinfetante, além de outros materiais diversos como tampas de caneta, de embalagens de sorvete, manteiga e etc. No entanto, é importante lembrar que alguns materiais não são aceitos, como embalagens de batons, válvulas pump (comuns em cremes para o corpo), tampas metálicas (como as encontradas em garrafas de cerveja) e lixo plástico. O processo de recolhimento das tampinhas é simples: o público leva os materiais até o ponto de coleta, onde voluntários fazem a triagem e separam por tipo e cor. Depois, o material é vendido para a reciclagem e todos os recursos obtidos vão para a castração de animais do projeto Pra Mia e de parceiros. FOTOS: João Pedro Zanardo Para a castração de uma cadela de porte médio, são necessárias cerca de 240.636 tampas, o que demonstra a importância da participação de todos na coleta desses materiais. Atualmente existem mais de 200 pontos de coleta espalhados pela Grande Vitória. Você pode conferir abaixo: O Projeto Vitória da Restinga, junto à Ong Pra Mia, acredita que essa iniciativa pode ser replicada em diversas cidades, ajudando não só os animais em situação de rua, mas também contribuindo para a preservação do meio ambiente. Por isso, faça sua parte e ajude a transformar plástico em cuidado animal. Projeto Vitória da Restinga O projeto é uma realização do Instituto Últimos Refúgios. Em parceria com a Vale e a Prefeitura de Vitória busca promover o diálogo com a comunidade por meio de ações de sensibilização ambiental, informando sobre a importância da restinga, a biodiversidade local e o trabalho de revitalização na restinga da Orla de Camburi, em Vitória, capital do Espírito Santo. O objetivo é gerar um efeito positivo para as comunidades locais e ressaltar a importância de conservar a biodiversidade desse ambiente tão impactado pela ação humana.
- Fotógrafo Leonardo Merçon lança formulário para entender o poder de imagens na conservação ambiental
“As imagens nos ajudam a entender a história, a cultura e os acontecimentos do passado e presente. Mas elas também nos ajudam a moldar o futuro?”. É assim que o fotógrafo de natureza Leonardo Merçon questiona e faz o embasamento de seu atual projeto final de mestrado, “Imagens têm o Poder de mudar o Mundo?” Neste novo trabalho, que faz parte de seu projeto final no curso de mestrado em Conservação da Biodiversidade e Sustentabilidade, Leonardo lançou um formulário e está pedindo a ajuda do público para preenchê-lo. As perguntas visam compreender melhor o impacto das imagens na conservação ambiental e para isso, conhecer a experiência do público é fundamental, seja descobrindo novos registros importantes ou histórias sensibilizadoras que envolvam a fotografia de natureza. Leonardo cursa o mestrado promovido pela ESCAS - Escola Superior de Conservação Ambiental e Sustentabilidade, uma iniciativa do Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ). “Com as informações levantadas poderei compreender melhor o contexto do impacto das imagens na conservação, com o objetivo de discutir, no projeto de mestrado, as questões que envolvem algumas das imagens/histórias apontadas neste formulário e convidar os autores para realizarmos uma exposição conjunta”, disse ele, que também é fundador do Instituto Últimos Refúgios.” Leonardo Merçon é capixaba, fotógrafo de natureza / documentarista, focado na conservação da biodiversidade. Fundador e diretor do Instituto Últimos Refúgios, tem como meta trabalhar por uma relação mais equilibrada entre as pessoas e a natureza, envolvendo todos os pilares da sociedade: o poder público, a sociedade civil e as empresas privadas. Tem onze livros publicados e cinco documentários, além de realizações como programas de TV, trabalhos para a BBC Londres e National Geographic, dentre outras mídias. Foi palestrante TEDx TALK e apoia, através de suas expertises, muitas das OSCs e Projetos de Conservação no Espírito Santo e no Brasil. Realiza atividades de educação ambiental com crianças e fomenta o turismo relacionado à observação da natureza (aves, baleias, mergulho, borboletas, dentre outros).
- Filhote Bugio, espécie ameaçada de extinção, nasce em Aracruz no norte do ES
IMAGEM ILUSTRATIVA - Bugio Ruivo / FOTO: Leonardo Merçon Em novembro de 2022, nasceu em solo capixaba um novo filhote de Bugio, espécie de primata ameaçada de extinção em todo o país. A informação é do portal ESHoje, que conta que depois de terem sido acolhidos no Centro de Reintrodução de Animais Selvagens (Cereias), em Aracruz, um casal de macacos deu a luz a um filhote em uma área de vegetação nativa próxima às dependências da instituição. A princípio, apenas a macaca vivia no local e, depois de reabilitada, foi solta em 2018 no pomar do terreno que abriga o Cereias. Ela havia sido recolhida pela Polícia Ambiental e entregue ao Centro para cuidados. No ano seguinte, a fêmea ganhou a companhia de quem viria a ser o futuro companheiro. Ambos foram soltos em área próxima às instalações do Cereias e, nos últimos dias, as equipes do local observaram que a família havia crescido. “Na semana passada observamos que, entre os dois, agarrado às costas da fêmea, havia um filhotinho”, conta José da Penha Rodrigues, presidente e responsável técnico do Cereias. Considerada uma vitória para a espécie, a reprodução dos Bugios é muito importante, considerando que em 2017, após um surto de febre amarela, a população de macacos do Espírito Santo caiu pela metade, de acordo com pesquisa feita pela Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes). Mais de 1.300 animais teriam morrido em decorrência da doença e a espécie dos barbados, ou bugio, foi a que mais sofreu. Estudiosos acreditam que serão necessários 30 anos para recuperar a população desse animal. Atualmente a espécie encontra-se classificada como vulnerável (VU) de acordo com a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). Os bugios, também conhecidos como guariba ou ainda macaco barbado, são primatas de pequeno a médio porte, chegando a medir 91 cm e pesar até 10kg (machos) e 7,6kg (fêmeas). Sua pelagem varia em tons de preto, castanho ou ruivo. Habitam desde florestas tropicais úmidas a campos cerrados, podendo ser encontrados no Brasil desde o sul da Bahia até o Rio Grande do Sul. Já no exterior são vistos na Argentina e no México. São animais sociais e vivem em bandos de até 20 indivíduos. A característica mais marcante desses animais é o som (uivo) emitido por eles, que podem ser ouvidos a distâncias de até três quilômetros, para indicar delimitação de território, alerta de perigo e localização. Sua dieta é composta basicamente por folhas e frutos. A reprodução pode ocorrer em qualquer época do ano, já a gestação dura cerca de 180 dias (6 meses), nascendo apenas 1 filhote, que fica sob cuidados maternos durante 18 meses. Por habitarem florestas tropicais e se alimentarem de seus frutos, os bugios são ótimos dispersores de sementes, e ajudam a manter o equilíbrio ecológico da região. Entretanto, uma série de fatores como fragmentação de habitat, expansão urbana, e caça podem levar a um declínio dessa população. TEXTO: Vitor Pinheiro e Julia Duarte
- Instituto Últimos Refúgios marca presença no Festival das Águas no sul do Espírito Santo
No dia 23 de março, aconteceu em Vargem alta, sul do estado, o Festival das Águas, evento que por meio de ações culturais, do cinema e de debates, tem como objetivo a valorização da principal Bacia do Sul do Espírito Santo, o Rio Itapemirim, além da conscientização sobre os recursos hídricos. O festival, que é uma realização da Caju Produções com patrocínio da Reserva Águia Branca, contou com a participação do Instituto Últimos Refúgios no bate papo “História das Águas”, ocasião em que Leonardo Merçon (fundador do Instituto e fotógrafo de natureza), ao lado do fotógrafo Érico Hiller e Bruno Preto, compartilhou suas experiências e histórias a respeito da água ao redor do mundo e ajudou a entender um pouco mais como as pessoas utilizam os recursos naturais de sua bacia hidrográfica. Leonardo Merçon, que abordou o tema “Experiências com os rios do Espírito Santo, desde o rio Doce até os mergulhos nas "Cachoeiras do Caparaó", tem longa experiência em fotografar a natureza capixaba e tem se dedicado nos últimos 20 anos a registrar a biodiversidade do Espírito Santo. Durante esse tempo, tem procurado documentar a importância dos rios para a preservação da vida. Merçon faz questão de ressaltar a beleza da fauna selvagem e entende que os rios são fundamentais para a manutenção da biodiversidade, fornecendo água e outros recursos para todos os seres vivos e influenciando no ciclo da água, na estabilização climática e na manutenção da qualidade da água. Com experiências únicas em ambientes aquáticos em cinco continentes, Leonardo Merçon viveu desde as tragédias ambientais, como a do Rio Doce, até os rios e áreas alagadas ricas em biodiversidade da Mata Atlântica, Amazônia e Pantanal. De acordo com o fotógrafo, os rios são uma preciosidade quando se trata de registrar a fauna selvagem. Merçon destaca que os rios do Espírito Santo são essenciais para a manutenção da biodiversidade e, como fotógrafo de natureza, ele tem a missão de mostrar ao mundo a importância desses ecossistemas. Por isso se dedica a registrar as belezas dos rios capixabas, desde o Rio Doce até os mergulhos nas cachoeiras do Caparaó. Érico Hiller entrou na discussão com o tema: “Histórias de Pessoas de todos os continentes que convivem em meio a enormes dificuldades com a falta de saneamento e acesso à água limpa para viver”. O fotógrafo documentarista de impacto social mostrou seus projetos fotográficos recentes que culminaram com uma vasta cobertura da crise hídrica pelo planeta. O trabalho ÁGUA resultou em um grande livro que se tornará um filme e traz um amplo panorama com histórias de pessoas de todos os continentes que convivem em meio a enormes dificuldades com a falta de saneamento e a acesso à água limpa para viver.
















