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  • Livro sobre a Baía das Tartarugas tem mais uma fase da produção finalizada

    Imagem aérea realizada durante mergulho na Praia do Anjo / FOTO: Augusto Gomes Mais uma etapa da captação de imagens para o Livro “Baía das Tartarugas: Riqueza Marinha na Capital do Espírito Santo” foi encerrada no mês de março. Dessa vez, o foco das capturas em questão foram em fotos subaquáticas, tiradas ao longo da Baía das Tartarugas. Foram utilizados diversos tipos de embarcação, além do equipamento que viabiliza fotos no fundo do mar. Vale lembrar que desde o início do ano a equipe vem se movimentando na produção de imagens aéreas, de esportes costeiros e ações de conservação de parceiros. Momento de registro de um cavalo-marinho na Baía das Tartarugas / FOTO: Augusto Gomes Para integrar as cerca de 150 imagens, além de uma série em vídeo de natureza marinha, nessa etapa da produção, a equipe coordenada pelo fotógrafo de natureza Leonardo Merçon, contou com a colaboração do também fotógrafo e cinegrafista, Augusto Gomes. Natural de Minas Gerais, o retratista tem experiência em diversos âmbitos e canais como a BBC, National Geographic e Animal Planet. Nas imagens, Leonardo Merçon e Augusto Gomes, ambos fotografando para o livro “Baía das Tartarugas: Riqueza Marinha na Capital do Espírito Santo” / FOTOS: Leonardo Merçon, Felipe Facini e Augusto Gomes Com previsão de lançamento ainda para 2024, a obra tem o objetivo de fazer um registro sensível da Área de Proteção Ambiental (APA) Baía das tartarugas e promover a sensibilização entre a população do Espírito Santo, assim como em outros estados. O livro Visando registrar a abundante biodiversidade costeira na região litorânea do município de Vitória-ES e promover a sensibilização da comunidade capixaba, a Unidade de Conservação marinha da capital vai virar livro, a Área de Proteção Ambiental (APA) Baía das Tartarugas. "Baía das Tartarugas: Riqueza marinha na capital do Espírito Santo", será uma obra fotográfica de realização do Instituto Últimos Refúgios e LICC - Lei de Incentivo a Cultura Capixaba, por meio do Projeto de Conservação Baía das Tartarugas, com patrocinio do Grupo Águia Branca, apoio da Grafitusa e parceria da Prefeitura de Vitória. Com o lançamento previsto ainda para 2024, o livro é parte de uma iniciativa que abordará questões como a conservação, educação ambiental nas escolas públicas e a necessidade de soluções para desafios sociais. Agradecemos todos os parceiros em amigos que fazem mais essa obra tornar-se possível! FOTOS: Leonardo Merçon

  • Difusão científica: material do Instituto é implementado em aulas de escola na Serra

    Alunos durante aula produzindo a representação de um teiú (Salvator merianae) / FOTO: Andreíve Bernabé Propagar a sensibilização ambiental é uma das principais frentes do Instituto Últimos Refúgios, que realiza essa tarefa por meio de diversas formas, como produtos culturais, atividades externas e difusão científica na internet. Foi assim que o professor, Andreíve Bernabé, teve acesso ao conteúdo do Projeto Marsupiais e começou a utiliza-lo em suas aulas de artes, no Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) Clarindo Penha, em Novo Porto Canoa, Serra - ES. Por ser próxima de um Cinturão Verde (zona florestal que circunda a cidade), a incidência de espécies como o gambá-de-orelha-preta é muito comum em meio à comunidade onde fica localizada a escola, seja nas casas, ou nas próprias dependências da instituição de ensino. Por falta de informação, a situação gera conflitos com os moradores. Atividades baseadas em conteúdos do Projeto Marsupiais / FOTOS: Andreíve Bernabé "O CMEI é vizinho do Cinturão Verde, então a ocorrência do gambá-de-orelha-preta e de outros amiguinhos é muito comum mas, infelizmente, nem sempre acaba bem. Por esse motivo que comecei a trabalhar a educação ambiental com as crianças", explicou o professor, que já adota esse tipo de abordagem nas aulas há cinco anos. Como embasamento teórico e ilustrativo, Andreíve utiliza materiais publicados no site e redes sociais do Instituto Último Refúgios, para aplicar atividades de pintura, modelagem e escultura com os alunos, todas baseadas nos animais encontrados no Cinturão Verde. Algumas das esculturas finalizadas / FOTOS: Andreíve Bernabé Projeto Marsupiais O Projeto Marsupiais vem desenvolvendo e planejando o trabalho de resgate e reabilitação dos marsupiais que necessitem de cuidados. Este trabalho acontece inicialmente nas cidades da Grande Vitória, no Espírito Santo. Com auxílio de parcerias, pretendemos realizar o resgate e deslocamento do animal até um centro de tratamento, para que o mesmo possa ser avaliado por especialistas, indicando assim o estado de saúde do animal e os cuidados necessários. Para a reabilitação, pretendemos avaliar as metodologias já utilizadas e adaptá-las, caso necessário, para que os marsupiais possam ser soltos na natureza com maiores chances de sobrevivência. Ainda nesse sentido, queremos capacitar voluntários para realizar os cuidados e a reabilitação dos animais, além de criar um banco contatos de pessoas capacitadas e regularizadas para realizar esse tipo de atividade. Por ser uma organização sem fins lucrativos, o Instituto Últimos Refúgios depende de doações para dar continuidade aos projetos em desenvolvimento. Para o Projeto Marsupiais não é diferente. Saiba como contribuir com as atividades do projeto clicando aqui. Aplicação de conteúdo teórico nas aulas / FOTOS: Andreíve Bernabé

  • Documentário "Corredores" estreou nos cinemas da Grande Vitória; confira próximas datas

    Sessão de exibição no Cinemark Vitória / FOTO: Augusto Gomes Um verdadeiro passeio pelas belezas, histórias e cultura da região serrana do Espírito Santo. Essas são algumas das temáticas presentes no documentário "Corredores", mais nova produção audiovisual do Instituto Últimos Refúgios, que estreou nas telonas da Grande Vitória nos dias 29/02 no Cine Jardins e 09/03 no Cinemark Vitória. Na obra, dirigida por Klaus Berg, vemos a importância do corredor ecológico que liga o Parque da Pedra Azul (passando pela Reserva Águia Branca) até o Parque Estadual do Forno Grande, retratada com a sensibilidade das histórias contadas pelo povo local, pesquisadores e responsáveis pela gestão das UCs, ao longo dos 70 minutos de filme. Como o caso da onça-pintada, que passou pela região em 1995 e causou uma grande mobilização da população, conforme relataram Jose Bellon, Edson Valpassos e muitos outros personagens importantes na história regional. O longa ainda tem mais três dias de exibições marcados e passará pelo local das gravações, entre os dias 14 e 15 de março, retornando para a Grande Vitória no dia 27; confira: 14/3 (quinta-feira) EMEIEF Forno Grande; Castelo - ES Sessão 1: 17h Sessão 2: 18h30 As sessões serão abertas ao público na quadra esportiva da escola, em Castelo - ES e não necessitam de inscrição prévia. 15/3 (sexta-feira) Fazenda do Centro; Castelo - ES Sessão 1: 16h Sessão 2: 17h30 Ambas as sessões serão abertas ao público mas com vagas limitadas. Para garantir seu ingresso, basta ligar (28) 99981 3552 27/3 (quarta-feira) Cine Metropolis Vitória Sessão: 20h As sessões serão abertas ao público e não necessitam de inscrição prévia; as cadeiras serão preenchidas por ordem de chegada. Personagens presentes na sessão do Cinemark Vitória; em pé: Edson Valpassos e Felipe Melo; sentada: Isabel Marttins / FOTOS: Andressa Freitas Bate-papo e agradecimentos Após o termino das exibições, houveram momentos reservados para agradecimentos, tanto de parceiros e patrocinadores, como de personagens, presentes nas salas de cinema para prestigiar a estreia. Também houve uma roda de bate-papo o diretor, Klaus Berg, o diretor de fotografia, Leonardo Merçon e o produtor Raphael Gaspar. A ocasião foi reservada para agradecimentos e detalhes sobre o processo de produção e bastidores do filme. Bate - Papo com produtores / FOTOS: Andressa Freitas Apresentação em Harvard No dia 27 de março, o documentário será apresentado para os alunos do curso de Lingua Portuguesa - intermediário da universidade de Harvard. O conteúdo será parte de uma aula que retrata elementos da Mata Atlântica e vai abordar histórias contadas na obra e elementos presentes no livro "Últimos Refúgios: da Pedra Azul ao Forno Grande". Este projeto foi realizado com recursos públicos do Governo Federal viabilizados pela Lei de Incentivo à Cultura, do Ministério da Cultura. O projeto é realizado pelo Instituto Últimos Refúgios, com o patrocínio do Grupo Águia Branca e Arcelor Mittal, e com apoio do Parque Estadual Pedra Azul, Reserva Águia Branca, Parque Estadual Forno Grande, Pedra Azul Aventura, Diaço e Iema. Equipe do Instituto Últimos Refúgios / FOTO: Andressa Freitas

  • Projeto Harpia completa nove meses de atuação no Parque Estadual do Rio Doce

    Equipe do Projeto Harpia e Semente reunida no PERD / Reprodução: Projeto Harpia Nos últimos meses, o Projeto Harpia vem deslocando parte de sua equipe da Mata Atlântica para o Parque Estadual do Rio Doce (PERD), com o objetivo de encontrar e mapear a distribuição de cinco espécies de águias florestais, tendo como foco principal a busca pelo majestoso gavião-real (Harpia harpyja), também conhecida como Harpia. Ao todo já são mais de 65 dias em campo percorrendo o território do parque, concentrando esforços em áreas de grande potencial, cuja vegetação primária conta com a presença de árvores imponentes e centenárias, (e.g. jequitibás, sapucaias e parajus) que se destacam na paisagem exuberante. Além dos esforços dentro das matas, também tem sido feito um trabalho envolvendo as comunidades do entorno (ciência cidadã), através do qual a equipe mantém diálogo com moradores e funcionários do parque; uma forma de investigação colaborativa e eficiente. Não por coincidência, o Projeto Harpia obteve relatos expressivos sobre a presença do gavião-real e de alguns de seus “primos” florestais dentro do PERD. Você pode conferir em matéria já postadas no site anteriormente: Confira - "Projeto Harpia oficializa sua primeira ave de rapina na região do PERD" Confira - "Projeto Harpia: Parque Estadual do Rio Doce entra no mapa de identificação e proteção do Gavião-real" Gavião-de-Penacho e gavião-pato respectivamente / FOTOS: Brener Fabres e Filho Manfredini Até o momento, o Projeto Harpia tem conseguido fazer o acompanhamento do gavião-de-penacho (Spizaetus ornatus), cuja área de ocorrência de quatro casais foi mapeada, além do gavião-pato (Spizaetus melanoleucus), com mapa de ocorrência de pelo menos cinco casais. Vale salientar que a equipe encontrou o ninho de um casal de gavião-de-penacho, onde uma câmera de monitoramento foi instalada para acompanhamento reprodutivo. Ninho do gavião-de-penacho fotografado por armadilha fotográfica (câmera trap) / Reprodução: Projeto Harpia Outro destaque é que, além das espécies-alvo, o Projeto Harpia tem registrado outros tipos de aves de rapina que possuem uma grande relevância para a conservação, sobretudo por sua raridade e nível de ameaça; caso do gavião-pombo-pequeno (Amadonastur nacernulatus) e o gavião-bombachinha-grande (accipiter bicolor). As buscas continuam e a equipe está na expectativa de, nas próximas campanhas, documentar a presença do gavião-real e também do uiraçu (Morphnus guianensis) no maior remanescente de Mata Atlântica de Minas Gerais, o Parque Estadual do Rio Doce. O projeto é financiado pelo ministério público de Minas gerais através da plataforma SEMENTE, que possibilita que diversos projetos no âmbito cultural, social e ambiental sejam executados. A plataforma Semente, tem o objetivo de aprimorar a atuação dos Promotores de Justiça na defesa do ambiente natural, cultural e urbanístico e de garantir maior segurança jurídica e transparência na destinação das medidas compensatórias ambientais. Representantes da plataforma acompanham o projeto de perto durante todo o período vigente. Projeto Harpia Há mais de 20 anos, a descoberta de um ninho de gavião-real nas florestas da região norte do Brasil, próximo a Manaus, dava origem ao que viria a se tornar o “Projeto Harpia”. A oportunidade de proteger a espécie - ameaçada de extinção desde 2014 - inspirou um pequeno grupo de biólogos a desenvolver estratégias de identificação, mapeamento e monitoramento de ninhos com ajuda de voluntários engajados na luta pela conservação da ave na Amazônia brasileira. O projeto cresceu e passou a atuar em diversas localidades do Brasil, como o Cerrado mato-grossense, a Mata Atlântica capixaba e mineira. O "Programa de Conservação do Gavião-real" (PCGR) foi rebatizado como “Projeto Harpia”, consolidando-se como a iniciativa do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), com diversos parceiros espalhados pelo Brasil, incluindo o Instituto Últimos Refúgios, que atuam no mapeamento e monitoramento da espécie gavião-real em regiões da Amazônia, do Cerrado e da Mata Atlântica capixaba. As ações apoiam o desenvolvimento de pesquisas científicas, a reabilitação de aves feridas, a sensibilização ambiental e o incentivo ao turismo sustentável com ajuda de pesquisadores, biólogos, voluntários e estudantes. A equipe ainda conta com ajuda de comunidades locais para monitoramento de ninhos em habitat natural. Equipe do Projeto Harpia durante atividades no PERD / Reprodução: Projeto Harpia O Projeto Harpia PERD é uma realização do grupo Unidos Pelo PERD, que conta com o envolvimento das seguintes instituições. Instituições: Instituto Últimos Refúgios, Instituto de Conservação de Animais Silvestres (ICAS), Muriqui Instituto de Biodiversidade (MIB), Waita Instituto de Pesquisa e Conservação e Universidade Federal de São João del-Rei (UFJS). Projetos: Projeto Harpia, Projeto Tatu Canastra, Primatas Perdidos, Projeto Bicudos e Projeto Carnívoros do Rio Doce. Apoio: Plataforma Semente, Caoma MPMG, Ministério Público do Estado de Minas Gerais (MPMG), Parque Estadual do Rio Doce (PERD), Instituto de Florestas (IEF), Governo do Estado de Minas Gerais e Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes).

  • Alunos da Rede Municipal de Vitória passam manhã de sensibilização na Restinga de Camburi

    Alunos da escola EMEF Éber Louzada Zippinotti durante caminhada na Praia de Camburi / FOTO: Laiz Pontes Nos dias 28/02 e 01/03, o Projeto Vitória da Restinga promoveu mais uma ação sensibilizadora, intitulada "Um dia na Restinga", em parceria com a Vale, na área do Atlântica Parque e no canteiro de obras do Parque Costeiro, na Praia de Camburi, Vitória. Alunos do 6º ano da EMEF Elzira Vivácqua dos Santos e da EMEF Éber Louzada Zippinotti foram os participantes contemplados, imergindo em uma experiência de aprendizado teórico e prático sobre o ecossistema da Restinga. A jornada começou com uma caminhada pelas areias das Praia de Camburi. Com o foco voltado para a vegetação de Restinga, os alunos observaram a diversidade da flora presente no local, assim como os efeitos de uma Restinga desenvolvida e das ações antrópicas no ecossistema. Já quanto a fauna, os estudantes puderam ver de perto aves nativas, crustáceos e até mesmo a presença invasores como o caracol-africano. Toda a atividade foi guiada pelas educadoras ambientais do Projeto Vitória da Restinga, apoiados pela Vale e Ipê Engenharia, que reforçaram os conhecimentos adquiridos em sala, compreendendo a importância da preservação desse ecossistema costeiro. Atividades desenvolvidas na Praia de Cambuiri / FOTOS: Laiz Pontes e Vitor Pinheiro Após a atuação na natureza, os estudantes visitaram o canteiro de obras do Parque Costeiro, onde foram recebidos por engenheiros e técnicos responsáveis pela preservação ambiental da área. Lá, aprenderam sobre práticas sustentáveis, como o manejo adequado de resíduos e a importância da reciclagem. Encerrando o dia com uma breve apresentação sobre o ecossistema, os alunos retornaram à escola, conscientes e inspirados para cuidar e preservar a Restinga. A inauguração do Parque Costeiro é prevista ainda para 2024; a área é construída e será administrada pela Vale. Etapa da visita Técnica no centro de obras do Parque Costeiro / FOTOS: Laiz Pontes e Vitor Pinheiro Projeto Vitória da Restinga O Projeto Vitória da Restinga é uma realização do Instituto Últimos Refúgios. Em parceria com a Vale e a Prefeitura de Vitória e busca promover o diálogo com a comunidade por meio de ações de sensibilização ambiental, informando sobre a importância da Restinga, a biodiversidade local e o trabalho de revitalização na Restinga da Orla de Camburi, em Vitória, capital do Espírito Santo. O objetivo é gerar um efeito positivo para as comunidades locais e ressaltar a importância de conservar a biodiversidade desse ambiente tão impactado. FOTOS: Laiz Pontes e Vitor Pinheiro

  • Corredores: documentário estreia neste dia 29; garanta seu ingresso

    O filme, que retrata o Corredor Ecológico existente entre o Parque Estadual da Pedra Azul, a Reserva Ambiental Águia Branca e o Parque Estadual do Forno Grande, será exibido gratuitamente nos dias 29 de fevereiro e 9 de março em Vitória. Interessados já podem se inscrever. O Instituto Últimos Refúgios lança nos próximos dias 29 de fevereiro, no Cine Jardins, e 9 de março, no Cinemark do Shopping Vitória, com exibições gratuitas, o documentário Corredores. A produção, dirigida por Klaus Berg, mostra a importância do Corredor Ecológico existente entre o Parque Estadual da Pedra Azul, a Reserva Ambiental Águia Branca e o Parque Estadual do Forno Grande, todos localizados na região de montanhas do Espírito Santo. Os interessados em assistir o documentário nas sessões realizadas em Vitória já podem se inscrever nos links informados abaixo. O trailer de Corredores está disponível no site www.ultimosrefugios.org.br/doccorredores e no Youtube @ultimosrefugios. Estão previstas ainda outras exibições: no dia 14 de março, na sede do Parque Estadual do Forno Grande, em Castelo; no dia 15 de março, na Fazenda do Centro, em Castelo; na Reserva Ambiental Águia Branca, em Vargem Alta, em data a definir, entre outras. Gravação de entrevista na área do corredor ecológico O filme, de 70 minutos, apresenta personagens locais reais e marcantes, histórias curiosas e uma natureza exuberante captada em seis expedições de um complexo trabalho de registro de imagens, sempre respeitando o tempo e os ciclos da natureza. De acordo com o fundador e diretor do Últimos Refúgios, o experiente fotógrafo de natureza Leonardo Merçon, a região desse Corredor compreende uma área belíssima de 55.870 hectares, que abriga três unidades de conservação e uma rica variedade de ambientes e espécies. “A história ambiental desse Corredor Ecológico nos leva a refletir sobre como ocorreu a interação entre os seres humanos e o ambiente natural ao longo dos anos. Com base na combinação dos aspectos ambientais e sociais, observamos o presente como reflexo do passado e essa compreensão é relevante para as decisões que determinarão o futuro”, comenta Leonardo. Impactado com a produção, o diretor Klaus Berg revela que fazer o documentário ambiental foi algo inédito. “Apesar de já ter realizado diversos filmes ao longo de 20 anos de carreira, o Corredores é algo muito marcante na minha vida. Além de sentir muito orgulho pelo resultado, com este filme aprendi outras formas de enxergar o mundo, a vida, a natureza e o cinema”, registra Klaus. O produtor da obra Raphael Gaspar explica que o corredor ecológico consiste na criação de uma faixa de vegetação que ligue fragmentos florestais ou unidades de conservação antes separados, permitindo assim o trânsito da fauna e da flora e o fluxo genético tão importante para a manutenção da vida. “Essa é uma estratégia de conservação da biodiversidade da região. Percorri diversas locações no Corredor Ecológico desde 2019, primeiro na missão de produzir um livro fotográfico e agora na jornada de um documentário. Encontrei uma biodiversidade exuberante, pessoas que são símbolos da conservação, cantos e paisagens de tirar o fôlego. Encontrei-me em paz. Uma composição passou por mim. Se eu amava a natureza, agora morreria por ela!”, comenta Raphael. O documentário Corredores foi realizado com recursos públicos do Governo Federal, viabilizados pela Lei de Incentivo à Cultura, do Ministério da Cultura. O projeto é realizado pelo Instituto Últimos Refúgios, com patrocínios da ArcelorMittal e do Grupo Águia Branca, e apoio do Parque Estadual Pedra Azul, da Reserva Águia Branca, do Parque Estadual Forno Grande, da Pedra Azul Aventura, da Diaço e do Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema). Além disso, o Instituto Américo Buaiz oportunizou a exibição do filme no Shopping Vitória. O Instituto Últimos Refúgios é uma Organização da Sociedade Civil (OSC) que atua na área ambiental e cultural relacionada à conservação de espécies e ambientes principalmente no Espírito Santo e trabalha com a educação ambiental para equilibrar a relação entre as pessoas e a natureza. Lançamento da trilha sonora No próximo dia 23, ocorre o lançamento da trilha sonora do documentário, feita por Arthur Navarro, com disponibilização das faixas nas principais plataformas de streaming musicais como Spotify, Youtube e Deezer. Live de lançamento No dia 26, às 19h30, será realizada uma live de lançamento com os produtores do filme Leonardo Merçon e Raphael Gaspar, além do diretor Klaus Berg. A transmissão ao vivo acontecerá no Youtube e no Instagram do Instituto. Exibições gratuitas de Corredores 29/02 (quinta-feira) Às 21h Cine Jardins, Shopping Jardins Rua Carlos Eduardo Monteiro de Lemos, 262 - Jardim da Penha, Vitória Inscrições em  https://bit.ly/sessao2cinejardins. 09/03 (sábado) Às 8h30 - conversa com os produtores após a sessão CineMark do Shopping Vitória – entrada pelas portas principal ou lateral ao lado da padaria Monza Av. Américo Buaiz, 200 - Enseada do Suá, Vitória Inscrições em https://bit.ly/sessaocinemarkvitoria. 14/03(quinta-feira) Horário a definir Parque Estadual do Forno Grande, em Castelo Não é necessário fazer inscrição. 15/03(sexta-feira) Horário a definir Fazenda do Centro, em Castelo Não é necessário fazer inscrição. Ficha técnica de Corredores Direção: Klaus Berg Roteiro: Klaus Berg e Raphael Gaspar Direção de fotografia: Leonardo Merçon Cinegrafista: Felipe Facini Assistente de câmera: Claudiana Braga Produção: Raphael Gaspar Produção executiva: Daniela Gerhard e Iasmin Macedo Direção de produção: Eddy Aragão Montagem: Felipe Facini e Klaus Berg Animação: Rachel De La Rocha Som direto: Fernando Paschoal e Gisele Bernardes Trilha sonora original: Arthur Navarro

  • "Restinga Folia": Projeto Vitória da Restinga promove carnaval consciente em Camburi

    Equipe e parceiros reunidos na manhã da ação / FOTO: Ari Alberto Embalando o verão, o Projeto Vitória da Restinga promoveu mais uma ação de sensibilização ambiental e colocou a população em ritmo de carnaval no último fim de semana. Trata-se do "Restinga Folia", que ganhou o calçadão da Praia de Camburi no sábado (03), ao lado do Atlântica Parque. A equipe de educadoras ambientais do Projeto, disponibilizou um estande com diversos tipos de informativos, como banners e livretos que abordavam os mais variados temas relacionados ao ecossistema de Restinga. As novidades ficaram por conta de novos instrumentos de educação ambiental que fizeram sucesso, principalmente, entre as crianças. São eles os monóculos com imagens de fauna e flora da Restinga e uma maquete, representando o ambiente litorâneo, da faixa de areia até o mar, passando por diversos animais e porções de vegetação originárias da Restinga. Maquete e monóculo da restinga; novas ferramentas de educação ambiental utilizadas pelo Projeto / FOTOS Jenifer Zamperlini Durante as atividades, que ocorreram pela manhã, houve uma circulação de cerca de 112 pessoas, que puderam iniciar as festividades do carnaval de um jeito consciente e conferir fantasias sustentáveis e o confete ecológico, feito de folhas de árvore. O material foi produzido pelas biólogas do Projeto Vitória da Restinga e você pode conferir o tutorial na página do Instagram ou em nosso canal no Youtube. Interação do Público com as mascotes e elementos do evento / FOTOS: Ari Alberto e Jenifer Zamperlini A ação ainda teve a presença certa das mascotes Atena (coruja-buraqueira) e Penelope (gambá-de-orelha-preta), devidamente fantasiadas para a folia, assim como pintura corporal para o público infantil. Outra atividade, praticada pela manhã, foi a limpeza de praia simbólica, que contou com a parceria da Marinha do Brasil, que junto a voluntários coletaram resíduos pelas areias ao longo de todo o evento. Ações de limpeza de Praia e Pintura Corporal / FOTOS: Ari Alberto e Jenifer Zamperlini Projeto Vitória da Restinga O Projeto Vitória da Restinga é uma realização do Instituto Últimos Refúgios. Em parceria com a Vale e a Prefeitura de Vitória e busca promover o diálogo com a comunidade por meio de ações de sensibilização ambiental, informando sobre a importância da Restinga, a biodiversidade local e o trabalho de revitalização na Restinga da Orla de Camburi, em Vitória, capital do Espírito Santo. O objetivo é gerar um efeito positivo para as comunidades locais e ressaltar a importância de conservar a biodiversidade desse ambiente tão impactado. FOTOS: Ari Alberto e Jenifer Zamperlini

  • Praia Limpa 2024: sensibilização ambiental e união de projetos marcam encerramento da campanha

    Projetos reunidos abordando o público na recepção do evento / FOTO: Leonardo Merçon Em mais um verão tomado por ações de sensibilização ambiental nas praias de Vitória, o Instituto Últimos Refúgios se fez presente na capital do Espírito Santo. No último domingo (28), os Projetos Vitória da Restinga e Baía das Tartarugas participaram do encerramento da campanha Praia Limpa 2024, na Arena de Verão 2024, na Praia de Camburi. No evento Idealizado pela Prefeitura Municipal de Vitória (PMV), as atividades ocorreram durante todo o mês de janeiro pelo litoral do município e buscaram conscientizar a população sobre os cuidados necessários para a manutenção das praias. Abordagens da equipe em tenda de sensibilização ambiental / FOTOS: Jenifer Zamperlini e Leonardo Merçon O Projeto Vitória da Restinga disponibilizou tenda com equipe para sensibilização da comunidade. Dentre os materiais utilizados estavam informativos expostos e impressos sobre características, fauna e flora da Restinga, assim como jogos e atividades lúdicas, direcionadas para público infantil. Outras atrações, também sucesso entre os pequenos, foram as mascotes Atena (representação da coruja-buraqueira) e Penelope (representação do gambá-de-orelha-preta), que juntamente com outros grupos como o Ratimbum Produções de Arte, Tio Diu e Passarim Produz, fizeram a alegria da criançada com abordagens educativas. Mascotes em abordagens com banhistas com comunidade e grupos esportivos na ação / FOTOS: Jenifer Zamperlini Limpeza de Praia Simbólica Durante o evento, um grupo de parceiros e voluntários foi mobilizado pela PMV para uma limpeza de praia simbólica. A equipe do Projeto do livro “Baía das Tartarugas: riqueza marinha na capital do Espírito Santo” também foi para as areias para realizar o recolhimento de resíduos, assim como abordar os banhistas que se encontravam por ali. Outra atuação do projeto foi a continuidade na produção de imagens para os materiais culturais que estão em produção. Equipes Baía das Tartarugas e Vitória da Restinga durante limpeza nas areias / FOTOS: Vitor Pinheiro Ao final da manhã, ainda houve um momento em que as crianças presentes tiveram a oportunidade de produzir placas sensibilizadoras, que futuramente serão instaladas ao longo da Praia de Camburi. O material disponibilizado pela Prefeitura, foi transformado em placas com diversas mensagens sobre os ninhos da coruja-buraqueira e serão instalados próximos aos ninhos, que frequentemente são ameaçados ou pisoteados por desavisados. Momento de confecção de placas / FOTOS: Leonardo Merçon Projeto Vitória da Restinga O Projeto Vitória da Restinga é uma realização do Instituto Últimos Refúgios. Em parceria com a Vale e a Prefeitura de Vitória e busca promover o diálogo com a comunidade por meio de ações de sensibilização ambiental, informando sobre a importância da Restinga, a biodiversidade local e o trabalho de revitalização na Restinga da Orla de Camburi, em Vitória, capital do Espírito Santo. O objetivo é gerar um efeito positivo para as comunidades locais e ressaltar a importância de conservar a biodiversidade desse ambiente tão impactado. O Livro "Baía das Tartarugas: Riqueza marinha na capital do Espírito Santo", é uma realização do Instituto Últimos Refúgios por meio do Projeto de Conservação da Baía das Tartarugas, com o patrocínio do Grupo Águia Branca e o apoio da Grafitusa, em parceria com a Prefeitura Municipal de Vitória. A execução deste trabalho foi viabilizada através da Lei de Incentivo à Cultura Capixaba (LICC), promovida pela Secretaria da Cultura (Secult).

  • APA Baía das Tartarugas: imagens para livro e série seguem sendo produzidas em 2024

    Imagem aérea; Ilha do Frade / FOTO: Leonardo Merçon A captação de imagens para os produtos do Projeto do Livro “Baía das Tartarugas: Riqueza Marinha na Capital do Espírito Santo” está a pleno vapor no início de 2024, em toda a costa de Vitória - ES. Além de cerca de 150 imagens que integrarão o livro, também está em produção uma série de natureza marinha para registrar as belezas, fragilidades e toda a interação com o ser humano na APA. O material tem previsão de lançamento ainda para 2024. Equipe durante produção de iamgens externas Dentre imagens aéreas, soltura de animais marinhos e esportes costeiros, a equipe do projeto já passou pelas Ilhas do Boi e do Frade, Enseada do Suá, Instituto Pesquisa e Recuperação de Animais Marinhos (IPRAM), entre outros. Campo externo em parceria com Projeto Tamar e produção de fotos na Ilha do Frade / FOTOS: Leonardo Merçon e Caroline Reis O livro Visando registrar a abundante biodiversidade costeira na região litorânea do município de Vitória-ES e promover a sensibilização da comunidade capixaba, a Unidade de Conservação marinha da capital vai virar livro, a Área de Proteção Ambiental (APA) Baía das Tartarugas. "Baía das Tartarugas: Riqueza marinha na capital do Espírito Santo", será uma obra fotográfica de realização do Instituto Últimos Refúgios e LICC - Lei de Incentivo a Cultura Capixaba, por meio do Projeto de Conservação Baía das Tartarugas, com patrocinio do Grupo Águia Branca, apoio da Grafitusa e parceria da Prefeitura de Vitória. Com o lançamento previsto ainda para 2024, o livro é parte de uma iniciativa que abordará questões como a conservação, educação ambiental nas escolas públicas e a necessidade de soluções para desafios sociais. O Livro "Baía das Tartarugas: Riqueza marinha na capital do Espírito Santo", é uma realização do Instituto Últimos Refúgios por meio do Projeto de Conservação da Baía das Tartarugas, com o patrocínio do Grupo Águia Branca e o apoio da Grafitusa, em parceria com a Prefeitura Municipal de Vitória. A execução deste trabalho foi viabilizada através da Lei de Incentivo à Cultura Capixaba (LICC), promovida pela Secretaria da Cultura (Secult). FOTOS: Leonardo Merçon e Julia Francischini

  • "Corredores": Confira o trailer e informações sobre lançamento do novo documentário do Intituto Últimos Refúgios

    O trailer oficial do documentário “Corredores”, realizado pelo Instituto Últimos Refúgios, saiu no dia 17 de janeiro e já pode ser conferido em nossas redes sociais e demais canais online. Com personagens marcantes, histórias curiosas e uma natureza exuberante, o documentário faz um passeio entre o Parque Estadual da Pedra Azul, a Reserva Ambiental Águia Branca e o Parque Estadual do Forno Grande, na Região Serrana do Espírito Santo, onde existe um importante Corredor Ecológico da Mata Atlântica. Estreias: 29/2 - Cine Jardins com 2 sessões entre 19h30 e 22h30 09/3 - Cinemark Shopping Vitória com uma sessão entre 9h e 12h *A entrada será franca mediante inscrição para lista de presença. Mais lugares e datas serão confirmados em breve, tanto na Grande Vitória quanto na região do Corredor Ecológico Este projeto foi realizado com recursos públicos do Governo Federal viabilizados pela Lei de Incentivo à Cultura, do Ministério da Cultura. O projeto é realizado pelo Instituto Últimos Refúgios, com o patrocínio do Grupo Águia Branca e Arcelor Mittal, e com apoio do Parque Estadual Pedra Azul, Reserva Águia Branca, Parque Estadual Forno Grande, Pedra Azul Aventura, Diaço e Iema.

  • Em mídia internacional, Instituto Últimos Refúgios contribui com imagens para estudo sobre ouriço-preto

    Capa do artigo no portal mongabay.com Em agosto de 2023, foi publicado na plataforma online Mongabay,  “Translocation is a viable option for Brazil’s threatened porcupines”, um estudo a respeito do ouriço-preto (Chaetomys subspinosus) e como seu deslocamento para outros ecossistemas pode influenciar na conservação da espécie. No artigo em questão, publicado por Vitor Alexandre de Araújo Prado dos Anjos, é explicado todo o processo de sobrevivência do ouriço-preto (espécie encontrada também no Espírito Santo), e para contextualizar algumas situações, foram utilizadas duas imagens, produzidas para o livro “Últimos Refúgios: Parque Estadual Paulo Cesar Vinha”. Originalmente publicado em inglês, você pode ter acesso a “Translocation is a viable option for Brazil’s threatened porcupines”, clicando no botão abaixo: Imagens utilizadas no trabalho; ouriço-preto no Parque Paulo César Vinha / FOTOS:Leonardo Merçon As fotografias são de autoria do fotógrafo de natureza, Leonardo Merçon e contextualizaram a alimentação e movimentação do espécime. “O fato de as fotos terem sido produzidas há mais de dez anos para um de nossos livros e ainda hoje serem úteis para estudos atuais, mostram a importância da produção desse tipo de material e que nosso trabalho vai muito além dos livros”, ressaltou Merçon, que é fundador e atual diretor do Instituto Últimos Refúgios. Mongabay A Mongabay é uma plataforma de notícias de conservação e ciência ambiental sem fins lucrativos que produz reportagens originais em inglês, indonésio, espanhol, francês, hindi e português do Brasil por meio de mais de 800 correspondentes em cerca de 70 países. Os artigos são distribuídos por dezenas de canais locais, nacionais, regionais e internacionais, desde a National Geographic Indonésia até a Smithsonian Magazine, estendendo o alcance além dos 5 milhões de visitantes mensais ao site.

  • #TBT: no programa “Em Movimento”, Instituto Últimos Refúgios acompanha trilha pela Reserva Biológica de Duas Bocas

    No dia 19 de agosto de 2023 foi ao ar no programa Em Movimento, da TV Gazeta (afiliada da Rede Globo no estado do Espírito Santo), uma reportagem com a colaboração do Instituto Últimos Refúgios. Você pode assistir ao conteúdo na íntegra no vídeo acima ou em globoplay.globo.com/v/11877222/. Na ocasião, a bióloga Caroline Reis acompanhou o repórter Felipe Khoury e especialistas ambientais em uma trilha pela Reserva Biológica de Duas Bocas, no município de Cariacica-ES. Na expedição, que partiu da represa de Duas Bocas em direção à represa velha (desativada em 1933), Caroline deu exemplos de espécies encontradas na região da reserva, assim como indicou elementos abordados no documentário “Últimos Refúgios: Reserva Biológica de Duas Bocas”, de 2013. “Estamos mostrando para as pessoas a vida que nós podemos encontrar dentro dessa Unidade de Conservação e o que nós podemos ter se continuarmos preservando e cuidando da região”, contou a bióloga, que atua em várias frentes do Instituto como o Projeto Vitória da Restinga e o Projeto Ecofrade. Represa de Duas Bocas e Represa Velha, respectivamente / FOTOS: Leonardo Merçon A reserva A Reserva Biológica (REBIO) de Duas Bocas, localizada em Cariacica, na região Metropolitana do Espírito Santo, é responsável pela preservação de cerca de três mil hectares de Mata Atlântica. A REBIO possui cerca de 2.910 hectares de Mata Atlântica, sendo aproximadamente 70% de mata primária. A Unidade de Conservação apresenta fauna e flora ricas e diversificadas e abriga espécies animais raras e ameaçadas de extinção. Entre elas, destaca-se a onça-parda, cujo primeiro registro em vídeo oficial na reserva aconteceu durante as expedições do Instituto Últimos Refúgios ao local há cerca de uma década. O livro fotográfico “Últimos Refúgios: Reserva Biológica de Duas Bocas” faz parte da Série Áreas Protegidas e acompanha um documentário homônimo. Juntos, constituem um importante material de promoção da rica biodiversidade existente na Unidade de Conservação e visam  sensibilizar a sociedade em prol da conservação  ambiental. Por se tratar de uma Unidade de Conservação, atualmente a reserva não está aberta ao público para fins de visitação recreativa. Para fins educativos, basta entrar em contato com a equipe responsável pela reserva para agendamentos. A TV Gazeta é afiliada da Rede Globo no Estado do Espírito Santo. Você pode conferir essa reportagem, assim como diversos materiais da grade de programação da emissora através de globoplay.globo.com/regiao/es/grande-vitoria.

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