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  • Instituto participa de ação da PMV e promove sensibilização ambiental com Guardiões ambientais Mirins em Vitória

    No ritmo de limpeza, o Instituto Últimos Refúgios foi prestigiar a ação da Prefeitura de Vitória (PMV) e promover a sensibilização ambiental com os Guardiões ambientais Mirins de Vitória , nesta segunda-feira (06). O programa, formado por alunos da rede municipal de ensino da capital, foi até o bairro Grande Vitória para realizar uma coleta de resíduos no manguezal da região, que faz parte da Área de Preservação Ambiental Ninho das Garças .  Na ação, o Projeto Vitória da Restinga montou um estande e fez abordagens com os presentes, apresentando o projeto e tratando sobre o ecossistema, que tem muito em comum com os manguezais , local em que estavam situadas as atividades. Outra atração que animou os pequenos e gerou muita interação foi a tartaruga Olívia, um dos mascotes que o Instituto Últimos Refúgios utiliza para atividades de sensibilização ambiental. Iniciativa da Prefeitura de Vitória, o evento envolveu organizações de variados setores, como catadores de caranguejo, pescadores, OSCs, coletivos, agentes de proteção ambiental, coletores de resíduos, entre outros. Varredura e limpeza em terra e mar | FOTOS: Leonardo Merçon A limpeza do manguezal e a apresentação da nova APA Ninho das Garças para as crianças, eu um divertido passeio no barco da fiscalização, nesse caso utilizado para a sensibilização ambiental, também foram atividades do evento. Projeto Vitória da Restinga O Projeto Vitória da Restinga é uma realização do Instituto Últimos Refúgios, com a parceria da Vale e busca promover o diálogo com a comunidade por meio de ações de sensibilização ambiental, informando sobre a importância da Restinga, a biodiversidade local e o trabalho de revitalização na Restinga de Vitória, capital do Espírito Santo. O objetivo é gerar um efeito positivo para as comunidades locais e ressaltar a importância de conservar a biodiversidade desse ambiente tão impactado. Te convidamos para conhecer mais sobre o projeto nas redes sociais e fazer parte das próximas ações. Nos vemos por lá! VEJA MAIS FOTOS DA AÇÃO: FOTOS: Leonardo Merçon

  • Uma jornada pelo período reprodutivo dos gambás

    Você sabia que estamos entrando no período de reprodução dos gambás ? De julho a março, é comum observar um aumento nas aparições e acidentes com esses animais, na maioria das vezes próximos à florestas e/ou  áreas urbanas. Sabendo da importância da conservação e proteção dos Didelfídeos (nome científico dado a essa família de marsupiais) para o equilíbrio do meio ambiente, nós do Projeto Marsupiais , separamos algumas informações para ampliar seu conhecimento e consciência sobre como e quando ocorre a reprodução desses animais tão presentes nas nossas vidas. Os marsupiais, ao contrário dos mamíferos placentários , possuem um curto desenvolvimento fetal e ficam apenas por um estágio inicial breve no útero da mãe. Quando nascem, necessitam continuar sua formação presos às mamas das mães. Em algumas espécies há uma bolsa externa, o marsúpio , que proporciona um ambiente protegido onde os filhotes se alimentam e crescem. Os prematuros apresentam poucos centímetros de comprimento e quase não têm pelos.  O marsúpio é um ambiente que confere proteção para o filhote, que, seguro, agarra-se aos mamilos da genitora para alimentar-se do leite materno. Essa substância varia sua composição para atender às necessidades do filhote, à medida que o mesmo cresce e se desenvolve.  Durante o seu crescimento, o pequeno marsupial pode passar períodos fora do marsúpio, mas ainda continua a amamentar até que esteja apto para sobreviver de forma independente. O período que o filhote passa na bolsa varia entre as diferentes espécies. A reprodução pode ocorrer em diferentes épocas. Algumas espécies têm um período definido, enquanto outras passam pelo processo ao longo de todo o ano. Os gambás, animais do gênero Didelphis , também conhecidos como saruê, timbu, cassaco, mucura e outros, são marsupiais que pertencem à ordem Didelphimorphia e tem um período reprodutivo que se  inicia no mês de julho e posteriormente em novembro, com variações que dependem das condições ambientais. Desta forma, é comum encontrar fêmeas com filhotes entre os meses de agosto a março. Durante o período de acasalamento, os machos competem por fêmeas, podendo ocorrer comportamentos territoriais e de exibição. A gestação dos gambás dura cerca de 12 a 14 dias e  após esse período, o filhote é atraído pelo cheiro do leite até o marsúpio. Apesar de o marsúpio dos gambás não ser tão desenvolvido quanto o de outros marsupiais, ele é suficiente para proteger e nutrir os filhotes por várias semanas. À medida que crescem, os filhotes soltam das mamas e começam a explorar o ambiente (ainda agarrados ao corpo da mãe), mas retornam para a amamentação e proteção.  Chega um momento em que o filhote é deixado no ninho e a mãe sai em busca de alimento sozinha. Nesse período o filhote começa a desbravar a área ao redor do ninho e realiza pequenos passeios para variar a dieta, com frutos, insetos e outros comestíveis encontrados pelo caminho. Em torno de 90 dias de vida, ele já está totalmente formado e pronto para sobreviver de forma independente na natureza. Ao longo do período reprodutivo, o aumento na visualização e encontro com esses animais nas cidades ocorre de forma significativa, trazendo com eles grandes preocupações. Nesta época, os ataques por cães domésticos, atropelamentos, choques por fiação elétrica e até mesmo os resgates domésticos são muito mais comuns. Muito dessa problemática tem como causa a expansão urbana e a busca dos animais por alimentos, dentro do perímetro urbano. Além disso, como as fêmeas carregam os filhotes em seu marsúpio, elas acabam se deslocando de forma mais lenta, contribuindo para o cenário desastroso. Caso encontre ou aviste um gambá, primeiramente observe, mantenha distância e oriente os demais a não tentar manusear o animal, ele pode estar somente de passagem. Caso veja que ele está ferido, preso, ou seja um filhote abandonado no qual a mãe não voltou para buscá-lo, procure ajuda de um profissional ou órgão ambiental.  Ficou com alguma dúvida? Entre em contato conosco e/ou acesse nosso Boletim Técnico para saber mais informações sobre nossos queridos gambás. Projeto Marsupiais  O Projeto Marsupiais vem desenvolvendo e planejando o trabalho de resgate e reabilitação dos marsupiais que necessitem de cuidados. Este trabalho acontece inicialmente nas cidades da Grande Vitória , no Espírito Santo . Com auxílio de parcerias, pretendemos realizar o resgate e deslocamento do animal até um centro de tratamento, para que o mesmo possa ser avaliado por especialistas, indicando assim o estado de saúde do animal e os cuidados necessários. Para a reabilitação, são avaliadas as metodologias já utilizadas e adaptá-las, caso necessário, para que os marsupiais possam ser soltos na natureza com maiores chances de sobrevivência. Ainda nesse sentido, um dos objetivos do projeto é capacitar voluntários para realizar os cuidados e a reabilitação dos animais, além de criar um banco de contatos de pessoas capacitadas e regularizadas para realizar esse tipo de atividade. Por ser uma organização sem fins lucrativos, o Instituto Últimos Refúgios depende de doações para dar continuidade aos projetos em desenvolvimento. Para o Projeto Marsupiais não é diferente. Saiba como contribuir com as atividades do projeto clicando aqui . Texto: Ana Messias, Ingrid Araújo Costa e Mayara Amaro

  • Julho sem Plástico: com novo método, Projeto Vitória da Restinga promove mais uma limpeza de praia em Camburi

    O Projeto Vitória da Restinga aproveitou o último fim de semana do mês de julho para realizar uma campanha ecológica no dia 27, na Praia de Camburi . A ação foi em prol do movimento anual “Julho sem Plástico” , e adotou temas como o descarte consciente e redução de resíduos em nosso cotidiano.  A equipe montou um estande no Atlântica Parque e lá fez diversas abordagens com os transeuntes, além de orientar e distribuir equipamentos para uma limpeza de praia sensibilizadora, realizada em conjunto com a comunidade. Vários tipos de resíduos foram coletados como tampas, embalagens, garrafas e acessórios pessoais. Para essa atividade, o Instituto Últimos Refúgios também contou com os parceiros da Marinha do Brasil , Projeto Meros do Brasil e Projeto Harpia .  Equipe Vitória da Restinga e parceiros atuando em abordagens e limpeza de praia / FOTOS: Leonardo Merçon e Vitor Pinheiro A novidade ficou por conta da Eco Peneira , mais novo equipamento adquirido pelo projeto para auxiliar na limpeza das areias do litoral. A estrutura é formada por uma base fixa e na ponta inferior possui uma tela com pequenos buracos, que permitem a passagem da areia e retém o lixo. Leve e de fácil manuseio, o equipamento captura plástico, bitucas de cigarro, tampinhas, cacos de vidro, entre outros resíduos comumente encontrados.  A limpeza de praia é um instrumento de sensibilização representativo, que atinge tanto quem está praticando a ação, quanto os banhistas que avistam a mobilização. Eco Peneira sendo utilizada nas areias da Praia de Camburi / FOTOS: Leonardo Merçon Entre outras atribuições, a ocasião contou com jogos e pintura corporal para as crianças, a presença das mascotes Atena ( coruja-buraqueira ) e Penelope ( gambá-de-orelha-preta ), além do recolhimento de tampas e esponjas plásticas, que mais uma vez foi um sucesso, garantido a lotação dos dois ecopontos (como são chamados os pontos de coleta). Durante todo o mês de julho, através das redes sociais, o Projeto Vitória da Restinga desenvolveu um trabalho de difusão científica com o objetivo de levantar o debate sobre as consequências do uso desenfreado de plástico no planeta. Durante todo o ano, o Projeto se porta como ponto de recolhimento de tampas e esponjas nas ações externas. Você pode acompanhar o cronograma de ações do Projeto Vitória da Restinga através das redes sociais. Mascotes interagindo com Público no Atântica Parque / FOTOS: Leonardo Merçon e Vitor Pinheiro Julho Sem Plástico Originalmente #PlasticFreeJuly, o movimento surgiu em 2011 na Austrália e desde então ganhou força em cerca de 195 países, segundo a Earth Carers Waste Education, organização que criou a campanha. Ainda com base em dados da instituição, estima-se que em 2022, houve uma redução de desperdício de mais de dois milhões de toneladas de plástico. Projeto Vitória da Restinga O Projeto Vitória da Restinga é uma realização do Instituto Últimos Refúgios, com a parceria da Vale e busca promover o diálogo com a comunidade por meio de ações de sensibilização ambiental, informando sobre a importância da Restinga, a biodiversidade local e o trabalho de revitalização na Restinga de Vitória, capital do Espírito Santo. O objetivo é gerar um efeito positivo para as comunidades locais e ressaltar a importância de conservar a biodiversidade desse ambiente tão impactado. Te convidamos para conhecer mais sobre o projeto nas redes sociais e fazer parte das próximas ações. Nos vemos por lá!

  • "Instituto Últimos Refúgios Realiza Palestras Ambientais na Assembleia Legislativa do Espírito Santo"

    No ano de 2024, o Instituto Últimos Refúgios está marcando presença na Assembleia Legislativa do Espírito Santo (ALES) , por meio da Comissão Interestadual Parlamentar de Estudos para o Desenvolvimento Sustentável da Bacia Hidrográfica do Rio Doce (CIPE Rio Doce) e levantando diversos temas a respeito da área de conservação. No mês de maio (7), a bióloga e diretora do Instituto, Caroline Reis falou para os alunos do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) sobre “O Fantástico Mundo dos Marsupiais Brasileiros e a sua grandiosa importância". Durante a palestra, que fez parte do Projeto Consciência Ambiental no Parlamento (CAP), ela apresentou marsupiais como os gambás e as cuícas , assim como suas características, importância das espécies para a natureza, impactos sobre a fauna e os métodos de conservação.  A bióloga foi até a ALES representando o Projeto Marsupiais, iniciativa na qual também atua junto ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) , no resgate e reabilitação dessas espécies no Espírito Santo. Já no dia 05 de Junho, Dia Mundial do Meio Ambiente , foi a vez do biólogo João Pedro Zanardo ir até a Assembleia para ministrar a palestra “Da Floresta à Restinga: a importância da preservação da Mata Atlântica” para os alunos da escola Cevip, de Cariacica . Ao lado da também ambientalista Renata Bomfim, do Instituto Reluz , Zanardo falou sobre a floresta de Restinga e a importância da preservação desse ecossistema. João Pedro Zanardo durante palestra para alunos da escola Cevip / Fotos: ALES e Caroline Reis João atua com seu projeto de Doutorado, no Parque Estadual Paulo César Vinha , onde encontram-se 1500 hectares de Restinga preservada, abordou temas sobre seu trabalho com a recuperação da Restinga, assim como o incêndio ocorrido no parque em 2022.  Cipe Rio Doce A Comissão Parlamentar Interestadual de Estudos para o Desenvolvimento Sustentável da Bacia Hidrográfica do Rio Doce (Cipe Rio Doce) é composta por deputados capixabas e mineiros. Seu principal objetivo é acompanhar a elaboração e execução de planos e projetos públicos e privados realizados em prol da Bacia Hidrográfica do Rio Doce, avaliando também impactos ambientais, culturais, turísticos e socioeconômicos. Projeto Marsupiais  O Projeto Marsupiais vem desenvolvendo e planejando o trabalho de resgate e reabilitação dos marsupiais que necessitem de cuidados. Este trabalho acontece inicialmente nas cidades da Grande Vitória, no Espírito Santo. Com auxílio de parcerias, pretendemos realizar o resgate e deslocamento do animal até um centro de tratamento, para que o mesmo possa ser avaliado por especialistas, indicando assim o estado de saúde do animal e os cuidados necessários. Para a reabilitação, são avaliadas as metodologias já utilizadas e adaptá-las, caso necessário, para que os marsupiais possam ser soltos na natureza com maiores chances de sobrevivência. Ainda nesse sentido, um dos objetivos do projeto é capacitar voluntários para realizar os cuidados e a reabilitação dos animais, além de criar um banco de contatos de pessoas capacitadas e regularizadas para realizar esse tipo de atividade. Por ser uma organização sem fins lucrativos, o Instituto Últimos Refúgios depende de doações para dar continuidade aos projetos em desenvolvimento. Para o Projeto Marsupiais não é diferente. Saiba como contribuir com as atividades do projeto clicando aqui .

  • Exposição sobre Restinga chega ao Shopping Vitória e pode ser conferida até o fim do mês

    A exposição Restinga de Vitória continua seu itinerário pela capital e agora chegou ao Shopping Vitória . Produção do Instituto Últimos Refúgios , o material retrata um apanhado do conteúdo do livro “Vitória da Restinga: vida no Litoral da capital do Espírito Santo” e ficará até o dia 28 de julho no local, piso 1, em frente a loja iPlace. Vale lembrar que entre abril e junho a apresentação passou pelo Aeroporto de Vitória e a sede do Projeto Tamar , na Enseada do Suá . Nos 15 totens, estão contidas fotos e histórias do material base, assim como descrições de ações de sensibilização para escolas da rede municipal de Vitória. O objetivo é incentivar a conservação e o uso sustentável da área de Restinga. A realização é uma parceria entre Instituto Últimos Refúgios, Vale , Instituto Cultural Vale , Shopping Vitória e Instituto Américo Buaiz . Não é necessária a compra de ingressos para visitação.  Livro "Vitória da Restinga: Vida no Litoral da capital do Espírito Santo"   A obra tem como proposta a apresentação dos elementos naturais e culturais relacionados à restinga da Praia de Camburi ; para isso foram utilizados textos e imagens do fotógrafo de natureza Leonardo Merçon e convidados, para oferecer uma experiência de contemplação da riqueza da fauna e flora local. O Livro “Vitória da Restinga: Vida no litoral da capital do Espírito Santo" é uma realização do Instituto Últimos Refúgios, Projeto Vitória da Restinga e Projeto de Conservação da Baía das Tartarugas, com o patrocínio do Instituto Cultural Vale; parceria: Grafitusa e Prefeitura Municipal de Vitória. Interação do público com o material / FOTOS: Vitor Pinheiro Projeto Vitória da Restinga O Projeto Vitória da Restinga é uma realização do Instituto Últimos Refúgios. Em parceria com a Vale e busca promover o diálogo com a comunidade por meio de ações de sensibilização ambiental, informando sobre a importância da Restinga, a biodiversidade local e o trabalho de revitalização na Restinga da Orla de Camburi, em Vitória, capital do Espírito Santo. O objetivo é gerar um efeito positivo para as comunidades locais e ressaltar a importância de conservar a biodiversidade desse ambiente tão impactado.

  • Formação envolve quase 40 participantes em discussões e descobertas pela Restinga

    O dia 13 de julho foi marcado por muito aprendizado e discussões sobre a natureza no Parque Botânico Vale . Isso porque o Projeto Vitória da Restinga promoveu uma formação de educadores ambientais, buscando instruir pessoas interessadas em repassar esse conhecimento posteriormente, assim como é feito pelos profissionais que atuam na iniciativa, criada pelo Instituto Últimos Refúgios . Baseada na atuação do Projeto Vitória da Restinga em suas ações externas, as atividades, que foram iniciadas pela manhã, se dividiram em conceitos e metodologias, além de uma visita técnica à Restinga da Praia de Camburi , para encerrar a programação ao fim da tarde. Dentre os assuntos abordados estavam: a educação ambiental como ferramenta pedagógica, comunicação na conservação e uma apresentação detalhada do ecossistema de Restinga . Temas ricos o bastante para envolver os 37 participantes e gerar debates como a relação da Restinga com os Manguezais e os efeitos de ações antrópicas na Mata Atlântica . As inscrições foram realizadas de forma online, com divulgação por meio das redes sociais do Projeto. Conteúdo da formação sendo repassado na sala Pau Brasil, no Parque Botânico Vale / FOTOS: Jenifer Zamperlini “Ter participado me abriu mais a mente e o leque de possibilidades para levar a educação ambiental para a população não só da forma convencional, dentro das sala de aula”, declarou a bióloga, Amanda Pietsch, que ainda ressaltou a importância de promover a conscientização através de práticas que incentivem e minimizem os danos aos recursos naturais. “Informar e instruir pessoas a tomarem decisões, contribuindo para uma construção mais justa e equilibrada é essencial para garantir um futuro saudável para as próximas gerações, além de fomentar uma cultura de respeito e cuidado com o planeta”, concluiu a participante, que após a formação, foi convidada para atuar como educadora ambiental na ação “Julho Sem Plástico”, próxima agenda do Projeto Vitória da Restinga. Momento de troca de ideias com participantes / FOTOS: Jenifer Zamperlini A coordenadora do projeto, Iasmin Macedo, chamou a atenção para a alta demanda de profissionais da área de educação ambiental e descreveu o momento como uma oportunidade de trocar experiências, já que alguns dos inscritos desenvolvem atividades desse âmbito. “Para nós do Instituto Últimos Refúgios foi gratificante poder compartilhar nosso trabalho, conhecimento e experiências. Ainda saímos de lá com ideias para novas formações. Entendemos que ainda há muita coisa para conversar! Estamos animados com o que podemos oferecer no futuro, quem sabe próximo!”, declarou Iasmin, que também é presidente do Instituto Últimos Refúgios. Vale lembrar que a atividade foi direcionada a pessoas de todos os âmbitos acadêmicos e profissionais e teve como único requisito em comum o interesse pela área da conservação. Ao fim do curso foram recolhidas sugestões e melhorias para serem acrescentadas em formações futuras. Momento de sorteio de brindes durante o evento / FOTOS: Jenifer Zamperlini e Vitor Pinheiro Ao final do mês de julho, os participantes entregarão um produto de difusão científica, baseado no conteúdo reproduzido durante as atividades. Após análise os trabalhos serão difundidos nas redes sociais do Projeto Vitória da Restinga. Projeto Vitória da Restinga O Projeto Vitória da Restinga é uma realização do Instituto Últimos Refúgios, em parceria com a Vale e busca promover o diálogo com a comunidade por meio de ações de sensibilização ambiental, informando sobre a importância da Restinga, a biodiversidade local e o trabalho de revitalização na Restinga de Vitória, capital do Espírito Santo. O objetivo é gerar um efeito positivo para as comunidades locais e ressaltar a importância de conservar a biodiversidade desse ambiente tão impactado.

  • Exposição sobre a Restinga de Vitória chega ao Aeroporto da Capital

    Exposição completa no aeroporto de Vitória - ES / FOTO: Leonardo Merçon A novidade do Instituto Últimos Refúgios é a volta da exposição do livro "Vitória da Restinga: Vida no Litoral da capital do Espírito Santo" , que chegou ao aeroporto de Vitória . Apresentado anteriormente, na cerimônia de lançamento da obra, o material agora ficará exposto até o mês de junho, logo no saguão de entrada, próximo aos elevadores. São quinze totens sobre a Restinga de Vitória . Estão contidas fotos e histórias do material base, assim como descrições de ações de sensibilização para escolas da rede municipal de Vitória. O objetivo é incentivar a conservação e o uso sustentável da área de restinga. Transeuntes durante o primeiro dia de exposição / FOTOS: Julia Seixas e Leonardo Merçon A exposição é realizada em parceria com a Vale, Instituto Cultural Vale e Zurich Airport , que administra o aeroporto de Vitória. Livro "Vitória da Restinga: Vida no Litoral da capital do Espírito Santo" A obra tem como proposta a apresentação dos elementos naturais e culturais relacionados à restinga da Praia de Camburi; para isso foram utilizados textos e imagens do fotógrafo de natureza Leonardo Merçon  e convidados, para oferecer uma experiência de contemplação da riqueza da fauna e flora local. O Livro “Vitória da Restinga: Vida no litoral da capital do Espírito Santo" é uma realização do Instituto Últimos Refúgios, Projeto Vitória da Restinga e Projeto de Conservação da Baía das Tartarugas , com o patrocínio do Instituto Cultural Vale ; parceria: Grafitusa  e Prefeitura Municipal de Vitória. Projeto Vitória da Restinga O Projeto Vitória da Restinga é uma realização do Instituto Últimos Refúgios. Em parceria com a  Vale  e a  Prefeitura de Vitória  e busca promover o diálogo com a comunidade por meio de ações de sensibilização ambiental, informando sobre a importância da Restinga, a biodiversidade local e o trabalho de revitalização na Restinga da  Orla de Camburi , em  Vitória, capital do Espírito Santo . O objetivo é gerar um efeito positivo para as comunidades locais e ressaltar a importância de conservar a biodiversidade desse ambiente tão impactado. FOTOS: Leonardo Merçon

  • Formação Vitória da Restinga: confira formulário de inscrição

    No próximo sábado, dia 13 de julho, das 8h às 17h, você participar do evento "A Restinga em Diálogo com a Educação Ambiental" no Parque Botânico Vale, na Sala Pau Brasil.  Os principais tópicos abordados serão: o Projeto Vitória da Restinga, a Educação Ambiental como ferramenta pedagógica, a Comunicação na Conservação, a Forma de Atuação Profissional e o Ecossistema de Restinga. Além das palestras e discussões, haverá uma Visita Técnica ao Ecossistema de Restinga na Praia de Camburi e a entrega de um produto final de Difusão Científica.  Ao início das atividades disponibilizaremos uma mesa de café da manhã. Já o almoço ficará por conta dos participantes. Para a realização das atividades, os inscritos deverão estar de calça e sapato fechado .  É importante para o momento: usar camisa UV (manga longa); protetor solar; garrafa (ou copo) para beber água; repelente. Serviço Formação: A Restinga em diálogo com a educação ambiental : Local: Parque Botânico da Vale, na sala Pau Brasil Data: 13 de julho Horário: 8h às 17h  Ao final das atividades, será fornecido um certificado de dez horas, além da aptidão para atuar junto ao Projeto Vitória da Restinga.

  • O tempo não para: retrospectiva do Projeto Harpia no Parque Estadual do Rio Doce

    Equipe do Projeto Harpia reunida no Parque Estadual do Rio Doce / FOTO: Acervo do Parque Estadual do Rio Doce Há um pouco mais de um ano, o Projeto Harpia começava uma verdadeira imersão no Parque Estadual do Rio Doce (PERD) , um dos mais importantes remanescentes de Mata Atlântica do estado de Minas Gerais . A cada dois meses, uma equipe multidisciplinar percorria todos os cantos do parque com o único objetivo: encontrar e monitorar a harpia ( Harpia hapyja ) e outras águias florestas, como o raro e deslumbrante Uiraçu ( Morphnus guianensis ) e o belíssimo e sensível gavião-de-penacho ( Spizaetus ornatus ) . Bom, então é hora de sentar em uma cadeira confortável e vir com a gente em uma retrospectiva para lá de especial. No início de março de 2023 a equipe do Projeto Harpia realizou sua primeira incursão no PERD, uma iniciativa que contou com o apoio da eficiente equipe do Projeto Tatu-Canastra . Durante cinco dias foram realizadas ações de reconhecimento da área, buscas ativas e sobrevoos de drone, em busca de ninhos das maravilhosas espécies-alvo.  Após essa atividade, a equipe ficou verdadeiramente otimista, tendo em visto que a estrutura da floresta, presença de presas e de grandes árvores emergentes condizem com o habitat esperado para a harpia. Além do mais, um indivíduo jovem de gavião-de-penacho já havia sido registrado por um guarda-parque, indicando uma possível área de nidificação da espécie. Confira matéria postada em nosso site anteriormente: “ Projeto Harpia: Parque Estadual do Rio Doce entra no mapa de identificação e proteção do Gavião-real ” Em conversas regulares com a comunidade do entorno, funcionários do PERD e visitantes, o Projeto Harpia conseguiu acumular relatos e mapear diversos pontos de ocorrência de algumas espécies, incluindo a harpia. Esse contato com moradores locais, além de  fomentar a ciência cidadã, é muito importante para o trabalho proposto, já que as informações repassadas podem direcionar o esforço para áreas prioritárias. Mapeamento de pontos de ocorrência de espécies no PERD / FOTOS: Henrique Mariano e Leonardo Marujo E foi através de uma foto na plataforma WikiAves que a equipe do Projeto Harpia chegou a um indivíduo de gavião-de-penacho, sendo ele, inclusive, avistado em sobrevoo de drone. Este evento gerou mais expectativas na equipe, afinal de contas, ali parecia ser um território da espécie. Achar o ninho do gavião-de-penacho era questão de tempo. “Projeto Harpia oficializa sua primeira ave de rapina na região do PERD” Enquanto isso, nada mais justo que encontrar as presas potenciais das magníficas águias, certo? Alguém precisa se alimentar nessa história. Registro do gavião-de-penacho em voo / FOTO: Henrique Mariano Utilizando o drone como ferramenta de busca, o Projeto encontrou diversas espécies como  a preguiça-comum ( Bradypus variegatus ) , o ameaçado muriqui-do-norte ( Brachyteles hypoxanthus) ,   bugio ( Alouatta guariba ) , guigó ( Callicebus nigrifrons ) e macaco-prego ( Sapajus nigritus ) . Ainda não havia sinal da harpia, mas uma coisa era certa: havia alimento para ela. E muito. Para quem não sabe, a harpia é um predador topo de cadeia, atuando como uma importante controladora de populações de mamíferos de médio e grande porte, sobretudo arborícolas e diurnos. A presença da harpia indica um ecossistema em equilíbrio. Ao controlar superpopulações, a ave mantém a saúde dos ecossistemas, incluindo o seu! Isso mesmo; já parou para pensar que mosquitos e carrapatos são vetores de doenças  e estão concentrados em se alimentar de fluidos de mamíferos? Menos predadores de topo, mais vetores. Mas isso é um papo para outra história. Voltando para o nosso relato, as campanhas de campo continuam dando bons frutos. Embora a harpia ainda não tenha dado o “ar da graça”, foram registradas espécies como o gavião-pato ( Spizaetus melanoleucus ) e   gavião-pega-macaco ( Spizaetus tyrannus ) . Além disso, olha que bacana: o ninho de gavião-de-penacho foi encontrado. E com a ajuda da fêmea!! “No segundo dia de busca da terceira campanha, uma fêmea de gavião-de-penacho foi registrada pousada em uma bela e grande árvore. Ela, logo em seguida, voou para uma árvore próxima. Na tentativa de não a perder de vista, a equipe não só a encontrou, como também conseguiu registrar o exuberante ninho do casal E EM ATIVIDADE! “Lindo, pode acreditar!”, contou o pesquisador do Projeto Harpia, Paulo Quadros. Tudo isso é só um resumo. Também teve avistamento de anta ( Tapirus terrestris ), onça-parda ( Puma concolor ), mamíferos de pequeno porte, além de outras aves, como o ameaçado e endêmico da Mata Atlântica, gavião-pombo-pequeno ( Amadonastur lacernulatus ) e um fantasma das matas, o lendário jacu-estalo ( Neomorphus geoffroyi ). “Projeto Harpia completa nove meses de atuação no Parque Estadual do Rio Doce” Instalação e monitoramento de armadilhas fotográficas / FOTOS: Leonardo marujo e Paulo Quadros Também foram registradas imagens de tatu-canastra ( Priodontes maximus ), jaguatirica ( Leopardus pardalis ), cutia ( Dasyprocta  sp.), gato-mourisco ( Herpailurus yagouaroundi ) e onça-pintada ( Panthera onca ), captadas por armadilhas fotográficas, também chamadas de câmeras trap.  O projeto também deixou sua participação em eventos extremamente salutares nas tomadas de decisão dentro do PERD, como foi o caso do Plano de Pesquisas  e  Seminário de Pesquisas Integradas . Vale destacar que os registros nas armadilhas fotográficas contribuem de forma importante para o levantamento de dados e fortalecimento de laços entre os projetos atuantes no PERD. Ufa... É muita coisa que só aconteceu graças a todos e todas que estiveram envolvidos com o projeto. Gente no mato, no escritório, na estratégia, na produção e na ciência. Enquanto houver tempo, o Projeto Harpia vai estar lutando pela defesa da biodiversidade. Pode apostar! Espécies captadas por meio de câmera trap Projeto Harpia Há mais de 20 anos, a descoberta de um ninho de gavião-real nas florestas da  região norte do Brasil , próximo a  Manaus , dava origem ao que viria a se tornar o “Projeto Harpia”. A oportunidade de proteger a espécie - ameaçada de extinção desde 2014 - inspirou um pequeno grupo de biólogos a desenvolver estratégias de identificação, mapeamento e monitoramento de ninhos com ajuda de voluntários engajados na luta pela conservação da ave na  Amazônia brasileira . O projeto cresceu e passou a atuar também em outras localidades do Brasil, como o Cerrado mato-grossense, a Mata Atlântica capixaba e mineira. O "Programa de Conservação do Gavião-real" (PCGR) foi rebatizado como “Projeto Harpia”, consolidando-se como a iniciativa do  Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) , com diversos parceiros espalhados pelo Brasil (incluindo o Instituto Últimos Refúgios), que atuam no mapeamento e monitoramento da espécie gavião-real em regiões da Amazônia, do  Cerrado  e da  Mata Atlântica capixaba . As ações apoiam o desenvolvimento de pesquisas científicas, a reabilitação de aves feridas, a sensibilização ambiental e o incentivo ao turismo sustentável com ajuda de pesquisadores, biólogos, voluntários e estudantes. A equipe ainda conta com ajuda de comunidades locais para monitoramento de ninhos em habitat natural. Projeto Harpia PERD O Projeto Harpia PERD é uma realização do grupo Unidos Pelo PERD, que conta com o envolvimento das seguintes instituições. Instituições:   Instituto Últimos Refúgios ,   Instituto de Conservação de Animais Silvestres (ICAS) ,   Muriqui Instituto de Biodiversidade (MIB ),   Waita Instituto de Pesquisa e Conservação  e   Universidade Federal de São João del-Rei (UFJS) . Projetos:   Projeto Harpia ,   Projeto Tatu Canastra ,   Primatas Perdidos ,   Projeto Bicudos  e   Projeto Carnívoros do Rio Doc e. Apoio:   Plataforma Semente ,   Caoma MPMG ,  Ministério Público do Estado de Minas Gerais (MPMG) ,   Parque Estadual do Rio Doce (PERD) ,   Instituto de Florestas (IEF) ,   Governo do Estado de Minas Gerais  e   Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) . Conheça as Mídias do Projeto Harpia e acompanhe todos os núcleos: Portal Projeto Harpia Instagram Projeto Harpia Brasil Instagram Projeto Harpia Mata Atlântica Instagram Projeto Harpia Carajás  FOTOS: Paulo Quadros

  • Observadores da Natureza: Instituto realiza formação para professores da rede municipal de Vitória

    Equipe do Instituto e professores reunidos em frente ao córrego Camburi / FOTO: Caroline Reis No último dia 19 o Instituto Últimos Refúgios promoveu mais uma formação para professores da rede municipal de Vitória, dessa vez abordando as metodologias do Clube de Observadores da Natureza (atividade de educação ambiental realizada pelo Instituto com alunos do ensino fundamental). O Clube de Observadores da Natureza é um projeto de ciência cidadã , que incentiva crianças e adolescentes a se conectarem com o meio ambiente. A iniciativa busca integrar o conteúdo teórico estudado em sala de aula com atividades práticas de observação de fauna e flora, além da produção de fotografias de natureza, garantindo um aprendizado mais dinâmico, lúdico e divertido. Apresentação teórica no CMEI Lizandre Ignes Carpenedo do Carmo / FOTOS: Caroline Reis e Julia Seixas A atividade foi realizada por Leonardo Merçon , fotógrafo de natureza e idealizador do projeto do Clube de Observadores no Instituto Últimos Refúgios. No primeiro momento, os mais de 60 educadores, reunidos no CMEI Lizandre Ignes Carpenedo do Carmo, assistiram a uma apresentação sobre o Instituto, suas atividades de sensibilização ambiental e os métodos de aplicação do Clube de Observadores da Natureza. Já na segunda etapa, foi realizada uma atividade externa, na Praia de Camburi , próximo ao Atlântica Parque e ao futuro Paque Costeiro , para a observação e registros da fauna e flora local. Foram avistadas diversas espécies como o sagui-de-cara-branca , sabiá-da-praia e um jacaré-de-papo-amarelo (esse no Córrego Camburi). Caminhada pela Praia de Camburi e arredores / FOTOS: Caroline Reis e Leonardo Merçon Ao final da formação, foi proposto aos professores a criação de um Clube de Observadores em suas respectivas escolas. Jacaré-do-papo-amarelo visto no Córrego Camburi / FOTO: Leonardo Merçon   Clube de Observadores da Natureza Com o Clube de Observadores da Natureza, a equipe do Instituto Últimos Refúgios, busca promover educação ambiental para crianças e adolescentes com aulas teóricas (em sala de aula) e de campo, aproximando esses alunos de diferentes ecossistemas. O clube consiste em práticas de observação e registros de espécies de animais e plantas, além de sensibilização por meio da integração entre sociedade e natureza, fazendo com que a população também tenha participação no levantamento de material científico, por meio da plataforma iNaturalist. Gostou da ideia? Quer ser um patrocinador desse projeto, entre em contato com a gente! Instituto Últimos Refúgios O Instituto Últimos Refúgios, uma OSC que atua como um HUB de inovação para o desenvolvimento de projetos ambientais/sociais/culturais buscando uma relação mais equilibrada entre as pessoas e a natureza.

  • Com novidade, instituto marca presença em mais uma edição da Festa Junina na Ilha do Frade

    Mascotes Olívia (tartaruga-verde) e Penelope (Gambá-de-orelha-preta) durante evento / FOTO: Felipe Facini No último da 14, o Instituto Últimos Refúgios vestiu o chapéu, a roupa xadrez e entrou no clima de São João. Isso porque o Projeto Ecofrade, junto ao Projeto Vitória da Restinga estiveram no Arraiá da Ilha, tradicional festa junina na Ilha do Frade, promovida pela SAMIFRA (Associação de Moradores). Além de muita animação, música e comidas típicas, a noite também trouxe sensibilização ambiental para os presentes. A equipe do Projeto Ecofrade promoveu jogos adaptados para a ocasião, com o objetivo de realizar abordagens em prol da coleta seletiva na ilha, visando engajar os moradores e o público presente na redução de resíduos e reciclagem, iniciativa que conserva a biodiversidade local. Atividades promovidas pelo Projeto Ecofrade / FOTOS: Felipe Facini e Jenifer Zamperlini Já a novidade do evento ficou por conta do Projeto Vitória da Restinga, que anunciou que também levará suas atividades e ações externas para a Ilha do Frade no Ano de 2024. A equipe de educadoras ambientais chegou com os tradicionais jogos da Restinga, uma maquete que representa a fauna e flora do ecossistema e muita sensibilização ambiental para aqueles que aproveitavam a festividade. A comemoração também contou com a participação da Tartaruga Olívia (Símbolo no Projeto Ecofrade) e da Gambá Penelope, ambas mascotes do Instituto Últimos Refúgios, que levaram muita animação e interação com os presentes. Atividades desenvolvidas pelo Projeto Vitória da Restinga / FOTOS: Felipe Facini e Jenifer Zamperlini Mascotes interagindo com o Público / FOTOS: Felipe Facini Projeto de Coleta Seletiva Ecofrade O Projeto Ecofrade é uma iniciativa focada na implementação da coleta seletiva na Ilha do Frade, um dos pontos turísticos muito visitados e com uma das maiores biodiversidade do Espírito Santo. Além da instalação e manutenção dos coletores e PEVs (Postos de Entrega Voluntária), o objetivo é difundir a importância socioambiental da coleta seletiva para todos os frequentadores da região, incentivando uma mudança de mentalidade e a transformação da Ilha do Frade em um exemplo de sustentabilidade para a Grande Vitória. O Projeto Ecofrade é uma realização do Instituto Últimos Refúgios em parceria com a Vale e a SAMIFRA (Associação dos Moradores Proprietários e Amigos da Ilha do Frade), com apoio da Prefeitura de Vitória e da AMARIV (Associação dos Catadores de Materiais Recicláveis da Ilha de Vitória). Projeto Vitória da Restinga Ilha do Frade O Projeto Vitória da Restinga Ilha do Frade é uma realização do Instituto Últimos Refúgios, em parceria com a Vale e Prefeitura de Vitória e busca promover o diálogo com moradores e frequentadores da região, por meio de ações de sensibilização ambiental, informando sobre a importância da Restinga, a biodiversidade local e o trabalho de revitalização na Restinga na Ilha do Frade, em Vitória, capital do Espírito Santo. O objetivo é gerar um efeito positivo para as comunidades locais e ressaltar a importância de conservar a biodiversidade desse ambiente tão impactado.

  • Reurbanização da Curva da Jurema: Projeto Vitória da Restinga promove ação de sensibilização na praia

    Abordagem de sensibilização ambiental durante a ação / FOTO: Jenifer Zamperlini No último domingo (16), o Projeto Vitória da Restinga marcou presença em mais uma ação para promover a sensibilização ambiental no município de Vitória. Trata-se da Inauguração da Reurbanização da Curva da Jurema, ponto que agora está de "cara nova" para atender a população. Durante o evento as educadoras ambientas do projeto estiveram presentes em um estande destinado à abordagens com as pessoas que transitaram por ali, utilizando ferramentas como jogos (para o público infantil) e uma maquete que mostra a fauna e flora da Restinga. O objetivo foi sensibilizar a comunidade com informações a respeito do ecossistema de Restinga, sua importância e conservação. Instrumentos de educação ambiental sendo utilizados no evento. Como os monoculos com fotos de animais e a maquete que representa a Restinga. / FOTOS: Jenifer Zamperlini Outras equipes de sensibilização que integraram o quadro do evento foram as da Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Vitória (Semmam) e do Projeto Tamar. Você pode conferir a galeria de fotos do evento clicando aqui Projeto Vitória da Restinga O Projeto Vitória da Restinga é uma realização do Instituto Últimos Refúgios, em parceria com a Vale e a Prefeitura de Vitória e busca promover o diálogo com a comunidade por meio de ações de sensibilização ambiental, informando sobre a importância da Restinga, a biodiversidade local e o trabalho de revitalização na Restinga de Vitória, capital do Espírito Santo. O objetivo é gerar um efeito positivo para as comunidades locais e ressaltar a importância de conservar a biodiversidade desse ambiente tão impactado.

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