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- Placas pela restinga: inscrições abertas para a última fase de produção de informativos em Camburi
A praia de Camburi já está repleta de placas de conscientização em prol da Restinga. Convidamos você para participar conosco da última etapa dessa produção, desta vez no trecho referente ao bairro Jardim da Penha! Que tal ter uma obra sua compondo a paisagem da praia de Camburi? E o melhor, conscientizando a comunidade. O Projeto Vitória da Restinga convida você, morador de Jardim da Penha e interessados, para juntos confeccionarmos placas com mensagens em prol da preservação do ecossistema de restinga. As placas, que já estão presentes ao longo da praia de Camburi, agora cobrirão o trecho que corresponde ao bairro de Jardim da Penha e só precisamos da sua criatividade e trabalho artístico. O material é com a gente. Fique atento ao formulário de inscrição, que garantirá sua placa no dia da atividade. A oficina de placas compreende a confecção artesanal de placas de madeira, visando o aumento da empatia e valorização do ecossistema restinga e da biodiversidade existente na Praia de Camburi, Vitória - ES. Placa instalada na praia de Camburi (trecho do bairro Mata da Praia) / FOTO: Leonardo Merçon Para tornar as placas ainda mais atrativas e impactantes, a atividade contou com a colaboração da artista plástica Ana Sanches, que auxiliou para que as artes fossem atraentes e que chamasse a atenção dos frequentadores da praia de Camburi. As mensagens das placas serão confeccionadas pela comunidade e compartilharão frases conscientes e intuitivas, propondo deixar um legado de sensibilização, que estimule uma mudança de pensamentos e atitudes por parte de frequentadores e visitantes. Você pode conferir nossa o trabalho realizado com os moradores do bairro Jardim Camburi AQUI, assim como a atividade realizada para o trecho da praia que cobre o bairro Mata da praia, AQUI. Nossa oficina de placas com Jardim da Penha será realizada no dia 19 de outubro de 2023, às 8 horas, no deck mais próximo ao Píer de Iemanjá. Todos os materiais necessários serão emprestados pelo Projeto Vitória da Restinga e as placas produzidas serão instaladas posteriormente na Praia de Camburi. Momento futuro e que contará novamente com a participação da comunidade! Preencha o formulário de inscrição para garantir seu lugar de produzir o material: Não perca essa oportunidade e já anota a data na agenda: Estaremos ao lado do Píer de Iemanjá Dia 19/10 A partir das 8h
- Restinga nas Escolas: abordagem com alunos do ensino municipal de Vitória é retomada em 2023
Turma do CMEI João Pedro Aguiar durante as atividades/ FOTO: Vitor Pinheiro O Projeto Vitória da Restinga abriu a temporada 2023 do “Restinga nas Escolas”, extensão do Projeto, que introduz o ecossistema de restinga para estudantes da rede municipal de Vitória. No primeiro momento a equipe do projeto apresentou um conteúdo teórico que servirá de base para as próximas atividades com os alunos. Educadoras durante a apresentação do conteúdo no CMEI João Pedro Aguiar/ FOTO: Vitor Pinheiro As primeiras instituições contempladas foram de educação infantil, sendo elas o Cmei João Pedro de Aguiar, na última quarta-feira (30/08), além do Cmei Zenaide Genoveva Marcarini Cavalcanti, no dia 31, encerrando o mês de agosto. Nesses centros, as educadoras Julia Seixas e Marina Mello adotaram uma abordagem lúdica, com conteúdo simplificado, seguido da aplicação do jogo "Encontre o Tesouro", além de um exercício auditivo, onde as crianças ouviram a vocalização de aves presentes na restinga. FOTOS: Vitor Pinheiro e Laiz Pontes O calendário ainda prevê mais dois momentos com o público infantil, são eles o “Sementes da Restinga”, em que os pequenos farão o plantio de mudas nativas do ecossistema e posteriormente um encerramento. Aplicação do jogo "Encontre o Tesouro" /FOTOS: Vitor Pinheiro No dia 04 e 05 de setembro, quem recebeu o projeto foram os alunos das Escolas Municipais de Ensino Fundamental (EMEF) Éber Louzada Zippinotti e Elzira Vivacqua dos Santos dos Santos. Os discentes responderam a um questionário sobre a Restinga e assistiram a uma abordagem mais aprofundada do assunto e puderam interagir com as educadoras em um momento de perguntas e respostas, tudo com descrição de espécies e localidades na costa de Vitória, Espírito Santo. Atividades nas escolas EMEF Eber Louzada Zippinotti e EMEF Elzira Vivácqua /FOTOS: Vitor Pinheiro RESTINGA NAS ESCOLAS A equipe do Projeto Vitória da Restinga, iniciativa do Instituto Últimos Refúgios em parceria com a Vale e a Prefeitúra Municipal de Vitória, busca promover a sensibilização e a informação sobre a restinga para alunos, da educação infantil ao ensino fundamental. O processo é realizado através de atividades teóricas e práticas que buscam fixar o conteúdo aprendido com os estudantes, além de estimular iniciativas de preservação, com ações de sensibilização ambiental. Assim, através de diálogos e ações, é oportunizada uma mudança de pensamentos sobre o que é a restinga, sua importância e relação com a biodiversidade local. Um agradecimento especial às escolas que receberam nossa equipe e aos alunos, que participaram das atividades com tanto ânimo. Também gostaríamos de parabenizar aqueles que trabalharam com empenho para sensibilizar as crianças, a equipe do Projeto Vitória da Restinga.
- Projeto Marsupiais contribui com lançamento literário realizado pela Folha de S.Paulo
No último dia 10, foi lançado pela Folha de S.Paulo, o livro Cuíca-de-três-listras - Um Parente do Canguru na Mata Atlântica. A obra é o 26º volume da coleção “Folha Fauna Brasileira Para Crianças” e contou com participação do Instituto Últimos Refúgios, através do Projeto Marsupiais, que se encarregou de contribuir durante todo o processo do material, além de fornecer fotos para integrá-lo. “Com menos de 10 centímetros, a cuíca-de-três-listras (Monodelphis sp.) é uma das maiores raridades da Mata Atlântica. Ela pode ser identificada por três faixas pretas no dorso marrom e passa a maior parte do tempo em túneis debaixo da terra, aparecendo somente para caçar”; é a sinopse que antecede a leitura do livro, direcionado para o público infantil, de 5 a 10 anos de idade. O objetivo é apresentar o animal, que é um marsupial incomum, por não possuir o marsúpio (bolsa onde a espécie carrega os filhotes), além de revelar o habitat, hábitos alimentares, e ciclo de vida dessa espécie. Mas você irá conhecer sobre os outros marsupiais brasileiros também, pois a equipe do Projeto Marsupiais teve a oportunidade de falar de todos eles, incluindo nosso querido Gambá (Didelphis sp.). Iasmin Macedo, coordenadora do Projeto Marsupiais, em atuação no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS)/ FOTOS: Leonardo Merçon Coleção Folha Fauna Brasileira para Crianças São trinta volumes recheados de fotos incríveis e conteúdo interessante para incentivar o aprendizado e o conhecimento das crianças. Os livros revelam o habitat, hábitos alimentares, o ciclo de vida de cada animal e a importância de preservar o meio ambiente. Curiosidades, textos informativos e acessíveis preparados por especialistas, fotos encantadoras e muito mais para seu filho aprender a gostar de ler, descobrir e preservar. Para crianças de 5 a 10 anos. Você pode adquirir “Cuíca-de-três-listras - Um Parente do Canguru na Mata Atlântica ", assim como todos todos os 60 volumes da coleção de forma online ou por televenda. COMO COMPRAR Site da coleção: https://faunabrasileira.folha.com.br/ Telefone: (11) 3224-3090 (Grande São Paulo) e 0800 775 8080 (outras localidades) Frete grátis: SP, RJ, MG, ES e PR (na compra da coleção completa) Nas bancas: R$ 22,90 o volume Coleção completa: R$ 664,10 Lote avulso: R$ 132,82
- Dia Mundial da Limpeza: cerca de 200 sacos de resíduos são coletados na Baía das Tartarugas
Mosaico com sacos de resíduo na praia de Camburi / FOTO: Jenifer Zamperlini No último sábado (16), as areias da praia de Camburi e da Ilha do Frade foram tomadas pelos idealizadores e voluntários do mutirão em prol do Dia Mundial da Limpeza 2023. Ao todo (nos dois locais), foram coletados cerca de 200 sacos de resíduos em toda a ação, que contou com cerca de 300 pessoas, entre instituições organizadoras, voluntários e aqueles que passaram para prestigiar o evento, que tem o objetivo de promover uma mobilização mundial para conscientização sobre o problema global do lixo e construir um mundo mais sustentável. O Instituto Últimos Refúgios também participou da ação e desta vez, utilizou suas principais frentes para juntas ajudarem a organizar o evento, sendo elas o Projeto de conservação da Baía das Tartarugas, o Projeto Vitória da Restinga, Projeto Ecofrade e o Projeto Marsupiais. Os estandes estavam agitados, com jogos educativos e pintura corporal para as crianças, além de exposição e distribuição de informativos. Também estavam dispostos suprimentos como frutas, água e protetor solar. Atividades desenvolvidas nos eventos / FOTOS: Jenifer Zamperlini e Felipe Facini Instituições parceiras também levaram seus trabalhos para a exposição, como as crianças da Idade Criativa, escola de educação infantil, que apresentou um mural repleto de projetos de autoria dos alunos de 4 meses a 6 anos. Outras atividades direcionadas ao público infantil foram, a sempre presente, Coruja Atena, mascote do Projeto Vitória da Restinga, e o espetáculo artístico da Passarim Produz, atração teatral e musical que reuniu pais e filhos para assistir a apresentação do artista e produtor Vitor Passarim, na Praia de Camburi. Atividades com o Público Infantil / FOTOS: Jenifer Zamperlini , Julia Francischini e Leonardo Merçon Outros órgãos estiveram presentes com tendas para atendimento ao público como o Instituto de Pesquisa e Reabilitação de Animais Marinhos (IPRAM), o Projeto Caiman - Jacarés da Mata Atlântica e a equipe da Polícia Ambiental. Todos apresentaram material de exposição como animais taxidermizados e outros modelos representativos. Parceiros presentes na Ilha do Frade / FOTOS: Felipe Facini e Leonardo Merçon SENSIBILIZAÇÃO NO MAR Junto à Capitania dos Portos, a equipe do Projeto Vitória da Restinga e Baía das Tartarugas também fez uma ação marítima pela Baía de Vitória. A iniciativa foi apresentada à marinha que marcou presença no trabalho de sensibilização realizado na costa da capital. Ainda foi possível fazer abordagens com pescadores e demais pessoas que estavam navegando a passeio naquela manhã. Atuação junto à Marinha do Brasil / FOTOS: Vitor Pinheiro Dia Mundial da Limpeza O Dia Mundial da Limpeza (WorldCleanupDay) é uma ação cívica mundial com o objetivo de mapear resíduos descartados irregularmente e envolver 5% da população mundial para limpar o mundo em 24h.. O Instituto Limpa Brasil é o líder nacional do movimento no Brasil com a co-liderança da Teoria Verde, se unindo a mais de 190 países desde 2018 com uma rede de líderes estaduais e locais por todo o Brasil. Atualmente, segundo dados do próprio Instituto Limpa Brasil, o movimento já conta com 1200 cidades oficialmente cadastradas no Brasil. Um agradecimento especial a todos os nossos parceiros na ação deste ano: Instituto Limpa Brasil, Teoria Verde, Cristal Grafitti, Capitão Grillo, Gatinhos Pedra da Cebola, Novos Mares - Educação Ambiental Marinha, Hospital Veterinário Silvestres, Labemar Ufes, Passarim Produz, Grupo Águia Branca, Grafitusa, CT 2c Cana Caiana, Idade Criativa, Instituto Autoglass, ArcelorMittal, IPRAM, Projeto Caiman, Polícia Ambiental, Organobom, Samifra, Grupo de Escoteiros do Mar Ilha de Vitória, Vale, Prefeitura de Vitória, Lei de Incentivo à Cultura Capixaba (LICC), da Secretaria da Cultura (Secult) FOTOS: Felipe Facini, Jenifer Zamperlini e Leonardo Merçon
- Projeto Vitória da Restinga realiza formação de professores para Rede Municipal de Vitória
Equipe e professores ao final da formação / FOTO: Vitor Pinheiro No dia 28 de agosto a equipe do Projeto Vitória da Restinga foi até o CMEI Zenaide Genoveva Marcarini Cavalcanti, em Jardim da Penha, para realizar uma formação para os professores do centro de educação infantil. A abordagem deu um panorama geral sobre o ecossistema de Restinga, tanto no Espírito Santo, quanto no cenário nacional e teve o objetivo de mostrar formas de os educadores integrarem o assunto em atividades com os pequenos. Foram listadas questões sobre fauna, flora e impactos antrópicos (causado por pessoas) diretamente ligados à restinga, além de um detalhamento de como são as atividades do “Restinga nas Escolas”, extensão do Projeto, que introduz o ecossistema de restinga para estudantes da rede municipal de Vitória. FOTOS: Vitor Pinheiro Cerca de 60 participantes foram contemplados pela ação, dentre professores, coordenadores e acompanhantes da instituição. Projeto Vitória da Restinga O projeto é uma realização do Instituto Últimos Refúgios. Em parceria com a Vale e a Prefeitura de Vitória busca promover o diálogo com a comunidade por meio de ações de sensibilização ambiental, informando sobre a importância da Restinga, a biodiversidade local e o trabalho de revitalização na restinga da Orla de Camburi, em Vitória, capital do Espírito Santo. O objetivo é gerar um efeito positivo para as comunidades locais e ressaltar a importância de conservar a biodiversidade desse ambiente tão impactado. Clicando no botão você pode saber tudo sobre o Projeto Vitória da Restinga: Siga o Projeto nas redes sociais:
- Corredor Ecológico: Pedra Azul x Forno Grande se aproxima de lançamento
Nascer do sol no Pico do Forno Grande / Foto: Leonardo Merçon No dia 6 de agosto, a equipe do filme documentário “Corredor Ecológico: Pedra Azul x Forno Grande” realizou sua última expedição para encerrar a fase de produção desse mais novo projeto do Instituto Últimos Refúgios. O local escolhido, dessa vez, foi o Pico do Forno Grande, montanha com 2.039 metros de altitude, localizada no município de Castelo, região Sul do Estado. Vale lembrar que as gravações foram iniciadas em julho de 2022 e desde então o material tem passado por várias etapas, entre entrevistas e captações de imagens em toda a área do corredor ecológico que liga os Parques estaduais da Pedra Azul e do Forno Grande. O processo, que envolveu uma longa escalada até o pico, durou um total de 18 horas e teve o objetivo de gravar as entrevistas finais com os integrantes da equipe, além de captação de imagens aéreas e do próprio local, com direito a um belo nascer do sol. Captação de imagens / FOTOS: Laiz Pontes “Com a ajuda de especialistas, iniciamos o processo de escalada por volta das 22h e a partir daí tivemos uma missão de ficar dezoito horas na atividade, com um equipamento pesado, enfrentando um frio que chegou a 5°, mas ainda assim, com todos empenhados e motivados para realizar o trabalho, conseguimos fazer tudo da melhor maneira para fechar esse projeto com chave de ouro, sem nenhum acidente, todos trabalhando inspirados e com criatividade. Ainda fomos recompensados com uma vista magnífica!”, detalhou Leonardo Merçon, que é diretor de fotografia e cinegrafista da obra, além de fundador do Instituto Últimos Refúgios. Fases da escalada até o pico / FOTOS: Laiz Pontes e Leonardo Merçon O documentário tem previsão de lançamento ainda para 2023 e agora entra na fase de pós-produção para ajustes técnicos. Ainda serão realizadas ações de educação ambiental nas escolas da região em que o material foi filmado. FOTO: Leonardo Merçon O filme Além de construir narrativas com imagens dos animais nativos e tratar sobre a preservação da fauna e flora, a obra, que é derivada da série “Áreas Protegidas”, que deu origem ao livro “Últimos Refúgios: Da Pedra Azul ao Forno Grande”, ainda retratará questões culturais, socioambientais e econômicas desse importante território da Região Serrana do Estado, mostrando as principais atividades econômicas da região, abordando a agricultura e o turismo como vetores de desenvolvimento, além de apresentar referências locais de empreendedorismo, colaborando para o desenvolvimento sustentável deste e de outros lugares do Brasil. FOTO: Leonardo Merçon Viabilizado pela Lei de Incentivo à Cultura Federal REALIZAÇÃO Instituto Últimos Refúgios Ministério do Turismo - Secretaria Especial da Cultura PATROCÍNIO Grupo Águia Branca Arcelor Mittal Diaço Distribuidora de Aço S/A APOIO Instituto Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídicos - IEMA Reserva Ambiental Águia Branca Parque Estadual da Pedra Azul - PEPAZ Parque Estadual do Forno Grande - PEFG Ecoparque Pedra Azul Aventura Fazenda do Centro
- Evento marca retomada de educação ambiental na Reserva Biológica de Sooretama
Parceiros e comunidade presentes na ocasião No último dia 08/08/2023 o Instituto Últimos Refúgios participou da reinauguração do centro de vivência da Reserva Biológica de Sooretama. O evento marca a retomada das atividades de educação ambiental na unidade, que começou a ser utilizada com o objetivo de tratar sobre a importância da conservação ambiental e da sustentabilidade. O Centro recebeu o nome de Antônio Alves Braga, uma homenagem ao educador ambiental pioneiro na Rebio Sooretama. Leonardo Merçon Junto ao biólogo e professor Aureo Banhos/ FOTO: Leonardo Merçon O Instituto Últimos Refúgios mantém parceria e diversas atividades em defesa da reserva desde 2013, assim como a produção do livro de 2015 “Último Refúgios: Reserva Biológica de Sooretama”, segundo volume da trilogia “Áreas Protegidas”. No evento de inauguração, que contou com a comunidade do entorno, parceiros e colaboradores da reserva, o fundador do Instituto Últimos Refúgios, Leonardo Merçon, foi convidado para realizar uma apresentação sobre educação ambiental e as atividades da instituição na reserva. A apresentação foi ilustrada com as belas imagens captadas pela equipe do Instituto na reserva. O evento de reinauguração também foi palco do anúncio de novos projetos frutos dessa parceria, são eles o documentário “Sooretama: a vida pede passagem” sobre a reserva e as questões ambientais presentes nela, além da obra literária “Complexo Sooretama”, baseada na versão de 2015, que contará com maior aparato tecnológico para novas imagens, além de histórias diferentes das já contadas na publicação anterior. Ambos os projetos serão viabilizados pela Lei de Incentivo à Cultura Federal e estão em fase de captação de recursos. Para ser um patrocinador basta entrar em contato através do e-mail: adm@ultimosrefugios.com.br Livro "Últimos Refúgios: Reserva Biológica de Sooretama" Vale ressaltar que apesar do livro ser uma obra de quase 10 anos atrás, tanto o livro, quanto as fotografias, ainda são amplamente utilizados por diversas instituições para fins de educação ambiental, seja na cidade, pela própria equipe da reserva ou outros parceiros. Este livro é a segunda publicação da série Áreas Protegidas, realizada pelo Instituto Últimos Refúgios. O local selecionado, a ReBio Sooretama, é considerada uma das mais importantes unidades de conservação do país, em virtude da sua grande área verde e riqueza de biodiversidade. É também o último refúgio de diversas espécies ameaçadas, como a anta, o tatu-canastra, o gavião-real e as onças-pintadas. A reserva biológica é viva! E o dever de preservar esse tesouro que ainda nos resta não é só de ambientalistas, é de toda sociedade. Contamos com vocês! Para adquirir o livro, basta clicar no link abaixo: A reserva O complexo florestal Linhares-Sooretama é formado pela Reserva Biológica de Sooretama, Reserva Natural Vale, a Reserva Particular do Patrimônio (RPPN) Natural Mutum-Preto e a RPPN Recanto das Antas, além de outros pequenos fragmentos florestais em áreas privadas no entorno que compõe as Áreas de Preservação Permanente e de Reserva Legal da região. Hoje, a área possui mais de 50 mil hectares de floresta protegida, com uma grande gama de espécies arbóreas únicas, entretanto, cortada por um trecho de aproximadamente 25 km da BR-101. Patrocine este projeto >>
- 5ª Exposição de Abelhas Nativas Sem Ferrão da AME-ES no Parque Botânico Vale
Vá conhecer a exposição e conheça um pouco mais sobre o universo das abelhas nativas na 5ª Exposição de Abelhas Nativas de ocorrências no Estado do Espírito Santo. Evento que se insere nas comemorações de aniverssário da AME-ES (Associação dos Meliponicultores do Estado do Espirito Santo) e dia oficial de preservação da melipona capixaba, conforme estabelecido por lei estadual Nº 11.212 DE 2020, com realização da AME-ES e apoio do Parque Botânico Vale. FOTOS DA AUTORIA DOS FOTÓGRAFOS: - Leonardo Merçon - Felipe Fraga - Guilherme Pivovar - Judismar Barbosa - Lídia Pires - Vieira da Mota - Acervo da AME-ES PROGRAMAÇÃO DO PARQUE BOTANICO DA VALE Dias 19 e 20 de agosto - Exposição de Abelhas Nativas sem ferrão Exposição de enxames e produtos derivados da meliponicultura Horário: 9h às 17h Local: Anfiteatro *Atividade livre - Exposição fotográfica: Abelhas nativas do Espírito Santo Horário: 9h às 17h Local: Área verde *Atividade livre - Exibição de vídeos sobre Abelhas Nativas sem ferrão Horário: 9h às 17h Local: Anfiteatro *Atividade livre - Espaço de Comercialização de produtos derivados da Meliponicultura Horário: 9h às 17h Local: Anfiteatro *Atividade livre - Degustação de méis de abelhas nativas-sem-ferrão Horário: 9h às 17h Local:Anfiteatro *Atividade livre - Visitas Guiadas ao Meliponário do Parque Botânico Vale Horário: 10h e 14h Local: Meliponário *Inscrições na Administração *Atividade sujeita a condição climática Quiz Ambiental com Sorteio de Brindes – Abelhas Nativas sem ferrão Leia os QRcodes disponíveis no parque e concorra a brindes especiais. Horário: 9h às 16h *Atividade livre - Oficinas de Sensibilização Ambiental Data: 19/08 Tema: Isca pet Horário: 11h *Inscrições na Administração - Tema: Harmonização de méis e queijos Horário: 15h *Inscrições na Administração Data: 20/08 Tema: Pintura de caixas de abelhas nativas Horário: 11h *Inscrições na Administração - Tema: Confecção de panos de cera Horário: 15h *Inscrições na Administração Associação dos Meliponicultores do Estado do Espirito Santo Criada em 20 de Agosto de 2016 por um grupo de criadores de abelhas nativas sem ferrão interessados em tomar e aprimorar o conhecimento técnico necessário ao desenvolvimento de uma meliponicultura racional e sustentável, potenciando a bioeconomia capixaba com a criação de emprego e renda através da comercialização dos produtos resultantes das abelhas nativas, o aumento produtivo e qualitativo dos produtos da agricultura familiar resultantes dos serviços ecossistêmicos de polinização das abelhas, sempre promovendo a proteção da sociobiodiversidade. Hoje, a AME-ES associação sem fins lucrativos, presidida por Adailton Gonçalves Pinheiro, é a entidade representativa de boa parcela dos cerca de 4.000 meliponicultores que se calcula existirem no estado do Espirito Santo, e em parceria e apoio da VALE SA, ou de forma autônoma, desenvolve ações de aprimoramento técnico em colaboração com a academia ( UVV - V. Velha: CUNES – S. Mateus: IFES – Vitória - Meliponifes, informação sobre a importância das abelhas para preservação dos ecossistemas, e ainda de educação ambiental tendo como ferramenta didática as abelhas nativas sem ferrão, contribuindo ainda para a legalização da meliponicultura capixaba e sua legislação. Das cerca 300 espécies de abelhas eusociais já registradas no Brasil, o estado do Espirito Santo tem no seu registro de local de ocorrência natural, 39 dessas espécies, muito em especial da espécie bandeira em risco de extinção como é o caso da Melipona capixaba, endémica das montanhas capixabas, que com a sua falta poderá acarretar problemas na reprodução de várias espécies botânicas e até de animais e aves em vias de extinção, causando cortes na cadeia trófica que poderão acarretar graves problemas á existência do homem na terra. Para informações mais detalhadas, por favor visite os sítios da Associação dos Meliponicultores do Estado do Espirito Santo localizado em:
- Projeto Harpia oficializa sua primeira ave de rapina na região do PERD
Registro do gavião-de-penacho em voo Em campanha realizada entre os dias 16 e 27 de maio, a equipe do Projeto Harpia PERD registrou sua primeira aparição de uma ave de rapina nas dependências do Parque Estadual do Rio Doce (PERD). Trata-se do gavião-de-penacho (Spizaetus ornatus), ave sorrateira que costuma planar entre os pontos mais altos de grandes árvores. Vale lembrar que o Projeto iniciou as atividades no PERD em março deste ano, com o objetivo de estudar as espécies de gaviões e águias na região, em especial encontrar a Harpia (Harpia harpyja) e terá um período de doze meses para realizar o trabalho com essas espécies. O grupo formado por Brener Fabres, Paulo Quadros e Henrique Mariano, utilizaram a técnica de playback para fazer um registro do gavião em voo e posteriormente utilizaram um drone para fazer imagens aéreas, essas com a ave já pousada em uma galhada. Ave pousada em galhada O coordenador do projeto, Brener Fabres, já confirmou relatos de moradores sobre a possível aparição de um gavião-real (Harpia harpyja), além de outros comentários a respeito do gavião-de-penacho. Outra parte do processo de monitoramento desses animais é o contato direto com a comunidade local, que vivencia o dia a dia na região e contribui com depoimentos de ocorrências em potencial. “O trabalho está sendo realizado basicamente com duas metodologias: a utilização de pontos de som que reproduzem um playback de vocalizações comuns da espécie para atrair as aves pelas estradas e trilhas do parque, assim como filmagens através de voos com drone, que também buscam ninhos em árvores emergentes”, explicou Fabres, mestrando em biologia animal pela Universidade Federal do Espírito Santo. Projeto Harpia Há mais de 20 anos, a descoberta de um ninho de gavião-real nas florestas da região norte do Brasil, próximo a Manaus, dava origem ao que viria a se tornar o “Projeto Harpia”. A oportunidade de proteger a espécie - ameaçada de extinção desde 2014 - inspirou um pequeno grupo de biólogos a desenvolver estratégias de identificação, mapeamento e monitoramento de ninhos com ajuda de voluntários engajados na luta pela conservação da ave na Amazônia brasileira. O projeto cresceu e passou a atuar em diversas localidades do Brasil, como o Cerrado mato-grossense, a Mata Atlântica capixaba e mineira. O "Programa de Conservação do Gavião-real" (PCGR) foi rebatizado como “Projeto Harpia”, consolidando-se como a iniciativa do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), com diversos parceiros espalhados pelo Brasil, incluindo o Instituto Últimos Refúgios, que atuam no mapeamento e monitoramento da espécie gavião-real em regiões da Amazônia, do Cerrado e da Mata Atlântica capixaba. As ações apoiam o desenvolvimento de pesquisas científicas, a reabilitação de aves feridas, a sensibilização ambiental e o incentivo ao turismo sustentável com ajuda de pesquisadores, biólogos, voluntários e estudantes. A equipe ainda conta com ajuda de comunidades locais para monitoramento de ninhos em habitat natural. O Projeto Harpia PERD é uma realização do grupo Unidos Pelo PERD, que conta com o envolvimento das seguintes instituições. Instituições: Instituto Últimos Refúgios, Instituto de Conservação de Animais Silvestres (ICAS), Muriqui Instituto de Biodiversidade (MIB), Waita Instituto de Pesquisa e Conservação e Universidade Federal de São João del-Rei (UFJS). Projetos: Projeto Harpia, Projeto Tatu Canastra, Primatas Perdidos, Projeto Bicudos e Projeto Carnívoros do Rio Doce. Apoio: Plataforma Semente, Caoma MPMG, Ministério Público do Estado de Minas Gerais (MPMG), Parque Estadual do Rio Doce (PERD), Instituto de Florestas (IEF), Governo do Estado de Minas Gerais e Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes).
- Projeto Vitória da Restinga coleta 5 kg de tampas e 40 esponjas em campanha 'Julho Sem Plástico 2023
Equipes Vitória da Restinga e Silvestres após o recebimento de todos os materiais/ FOTO: Ari Alberto Mariano Costa Encerrando a campanha “Julho sem Plástico” neste ano de 2023, o Projeto Vitória da Restinga esteve presente na praia de Camburi, no último sábado (29) para mais uma campanha ecológica. Adotando a temática de descarte consciente e redução do plástico no dia a dia, a equipe montou um estande no Atlântica Parque (ao final da orla de Camburi) para o recebimento de tampas e esponjas usadas. A comunidade acompanhou a divulgação pelas redes sociais e apoiou em peso a iniciativa, depositando 5 kg de tampinhas e 40 esponjas, o que excedeu a capacidade dos dois Ecopontos (como são chamados os pontos de coleta). As tampas plásticas são vendidas para reciclagem pelo grupo Gatinhos Cebola e convertidas em verba para financiar gastos em prol da castração de animais em situação de abandono. Já as esponjas vão para o Hospital Veterinário Silvestres, que direciona o material para a reciclagem adequada. Pontos de coleta disponibilizados no evento/ FOTO: Vitor Pinheiro O evento contou com a presença das educadoras ambientais do projeto, para conversarem tanto com as pessoas que trouxeram os resíduos quando frequentadores da orla de Camburi, e reforçaram a importância da restinga e a influência do plástico em diversos meios, assim como os parceiros do Hospital Veterinário Silvestres, que ficaram a cargo de fazer uma abordagem a respeito dos animais silvestres e exóticos, além de tirar dúvidas a respeito do descarte de esponjas plásticas. FOTOS: Ari Alberto Mariano Costa As crianças que compareceram puderam aproveitar o momento para fazer pintura corporal com a temática de animais da restinga e brincar com a Atena, mascote do projeto que é uma representação da coruja-buraqueira, ave também oriunda do ecossistema de restinga. Durante todo o mês de julho, através das redes sociais, o Projeto Vitória da Restinga desenvolveu um trabalho de difusão científica com o objetivo de levantar o debate sobre as consequências do uso desenfreado de plástico no planeta. Com o resultado positivo da ação de encerramento, o Projeto, agora se portará como ponto de recolhimento de tampas e esponjas durante todas as ações externas. Você pode acompanhar o cronograma de ações do Projeto Vitória da Restinga através das redes sociais. Julho Sem Plástico Originalmente #PlasticFreeJuly, o movimento surgiu em 2011 na Austrália e desde então ganhou força em cerca de 195 países, segundo a Earth Carers Waste Education, organização que criou a campanha. Ainda com base em dados da instituição, estima-se que em 2022, houve uma redução de desperdício de mais de dois milhões de toneladas de plástico. FOTOS: Ari Alberto Mariano Costa Projeto Vitória da Restinga O projeto é uma realização do Instituto Últimos Refúgios. Em parceria com a Vale e a Prefeitura de Vitória busca promover o diálogo com a comunidade por meio de ações de sensibilização ambiental, informando sobre a importância da restinga, a biodiversidade local e o trabalho de revitalização na restinga da Orla de Camburi, em Vitória, capital do Espírito Santo. O objetivo é gerar um efeito positivo para as comunidades locais e ressaltar a importância de conservar a biodiversidade desse ambiente tão impactado pela ação humana. O Instituto Últimos Refúgios faz um agradecimento especial para todo o público presente na ação, além de toda a equipe que tornou possível a realização das atividades. FOTOS: Ari Alberto Mariano Costa
- Instituto integra conversa em prol da Economia Azul no Espírito Santo
Foto: Paulo Sena - Seama ES Na última quarta-feira (26) o Instituto Últimos Refúgios, junto a outras doze organizações ambientais, se reuniu com a Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Seama) para dialogar sobre a “Economia Azul”, tema que trata de atividades econômicas que impactam ou são impactadas pelas zonas costeiras do Espírito Santo. O Governo do Estado promoveu essa aproximação com organizações não governamentais e manteve como objetivo principal a criação de uma agenda de compromissos públicos que promovam o desenvolvimento e o fortalecimento do que é considerado Economia Azul em território capixaba. Presente na ocasião, o secretário de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Felipe Rigoni, falou em entrevista ao portal oficial do Governo do ES, sobre a importância da união de várias frentes para discutir o assunto. “É ouvindo que vamos entender o horizonte das prioridades. Estamos dando o primeiro passo que é unir o Estado e a sociedade civil organizada, além do setor empreendedor e da academia numa mesma onda. Estamos também não apenas construindo algo transparente e democrático, mas alinhado com a realidade de quem está imerso nas questões que afetam a vida dos capixabas e da biodiversidade marinha e costeira”, enfatizou o secretário. Fotos: Paulo Sena e Leonardo Meçon Fundador do Instituto Últimos Refúgios, Leonardo Merçon integrou o bate-papo e ressaltou a relevância de escutar e levantar propostas para a resolução de problemas e novas soluções no estado. “Acho muito importante todos os tipos de colaboração que buscam ajudar o Governo a adotar medidas favoráveis à conservação da natureza e a participação de Organizações da Sociedade Civil (as OSCs) nesse processo é muito bem-vinda para colaborar com as políticas públicas”, concluiu Leonardo. As Ong´s presentes Além do Instituto Últimos Refúgios, estavam presentes representantes da Fundação Projeto Tamar, do Instituto Guaiamum, do Instituto O Canal, Instituto Jacarenema, Instituto Voz da Natureza, Instituto Marcos Daniel, além de representantes do Instituto de Pesquisa e Reabilitação de Animais Marinhos (IPRAM), do Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema), do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo (Ifes) e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Espírito Santo (Sebrae/ES). Economia Azul A economia azul se baseia no uso sustentável dos recursos oriundos dos oceanos. Segundo a BBC News, se esse setor fosse separado e contado como um país, seria a sétima maior economia do mundo. Se formassem uma nação, os oceanos seriam integrantes do G7. Pensando nisso, a Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Seama) está promovendo reuniões com ONGs, ambientalistas e demais organizações ambientais para entender quais são as prioridades do Estado dentro da pauta da Economia Azul. Foto: Leonardo Meçon O Espírito Santo é um dos estados mais biodiversos do mundo; por isso, é importante que estejamos na vanguarda da proteção dos oceanos. Para isso, a participação conjunta de todos os pilares da sociedade é fundamental!
- Livro Baía das Tartarugas: Formulário de sugestões para a obra é aberto para a comunidade
Na noite desta quarta-feira (26) o Instituto Últimos Refúgios, por meio do Projeto de Conservação Baía das Tartarugas, realizou uma reunião aberta para a comunidade, com o objetivo de tratar temas relacionados à nova produção literária “Baía das Tartarugas: Riqueza Marinha na Capital do Espírito Santo”. Momento em que ocorreu a reunião / FOTO: Leonardo Merçon O idealizador do projeto, Leonardo Merçon, mediou o bate-papo e apresentou como foi pensada, até o momento, a estrutura dos capítulos da obra, além de abrir um momento para sugestões e comentários, ocasião em que foi apresentado o formulário oficial de sugestões para o livro (aberto a todos). As sugestões serão avaliadas por uma curadoria editorial do projeto e posteriormente será realizado um contato de alinhamento para integrá-las à obra. As colaborações serão aceitas até o dia 10 de agosto. “‘Baía das Tartarugas: Riqueza Marinha na Capital do Espírito Santo’ é um projeto fotográfico que culminará em um livro e outras ações sensibilizadoras que têm como objetivo valorizar a grande biodiversidade marinha da região litorânea do município de Vitória/ES, promover a sensibilização dos capixabas por meio da educação ambiental e somar esforços na busca de alternativas para questões sociais frequentes na área. Como produto artístico-cultural, o projeto ainda tem como compromisso fomentar o turismo local e, consequentemente, aumentar o potencial de geração de emprego e renda para a comunidade do entorno”, elucidou, em nota, a equipe realizadora. FOTOS: Leonardo Merçon Você pode assistir a reunião na íntegra, assim como a apresentação utilizada para expor os detalhes da obra: Projeto de Conservação da Baía das Tartarugas O projeto tem como objetivo geral realizar e fomentar pesquisas científicas, comunicação (cultural e difusão científica), sensibilização ambiental e fomento ao turismo na Unidade de Conservação APA Baía das Tartarugas, localizada em Vitória-ES. A Área de Proteção Ambiental (APA) Baía das Tartarugas é uma nova Unidade de Conservação (UC) de uso sustentável, que foi decretada pela Prefeitura do Município de Vitória em 2018. A APA, gerida pela Prefeitura Municipal de Vitória, tem o intuito de proteger e valorizar o território que possui uma das mais ricas biodiversidades do mundo, mesmo estando localizada em uma área urbana. A região litorânea da capital capixaba, em 2018, tornou-se a primeira Unidade de Conservação Marinha de Vitória por meio do Decreto Municipal nº 17.342, que foi publicado no Diário Oficial do município (BRASIL, 2018). De acordo com este decreto, a nova Área de Proteção Ambiental (APA), que recebeu o título de “Baía das Tartarugas”, envolve toda a Baía do Esírito Santo, englobando a Praia de Camburi, Praia do Canto e Ilhas do Boi e do Frade, somando uma área de 1.685,47 hectares. O LIVRO O Livro "Baía das Tartarugas: Riqueza Marinha na Capital do Espírito Santo", é uma realização do Instituto Últimos Refúgios, Projeto de Conservação da Baía das Tartarugas, com o patrocínio do Grupo Águia Branca; Apoio: Grafitusa; Parceria: Prefeitura Municipal de Vitória. Este projeto foi viabilizado pela Lei de Incentivo à Cultura Capixaba (LICC), da Secretaria da Cultura (Secult).
















