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Search results for "biodiversidade"

415 resultados encontrados para "biodiversidade"

  • Sensibilização ambiental com baleias para estudantes e professores da Serra: Tour Amigos da Jubarte

    O último dia de observação de baleias com os alunos da Rede Municipal de Ensino da Serra-ES foi lindo. Muitos saltos e exibição das baleias. . Foto de Anna Flavia Sacchetto O Instituto Últimos Refúgios em parceria com a Prefeitura Municipal da Serra e o Projeto Amigos da Jubarte realizou o “Tour Amigos da Jubarte”, iniciativa que uniu educação ambiental, difusão científica e inclusão social em 2022. O Tour Amigos da Jubarte ressaltou a importância da conservação dos ecossistemas marinhos à professores, estudantes da rede pública e seus familiares, por meio de três etapas: Capacitação de Professores da rede municipal da Serra; imersão de Educação Ambiental nas escolas e excursão para ver baleias. Capacitação de Professores A Capacitação atingiu cerca de 100 educadores com o tema “Jubarte: um Tesouro Capixaba''. Foi realizada em maio pela equipe do Projeto Amigos da Jubarte em conjunto com a equipe do Instituto Últimos Refúgios: o primeiro momento consistiu em apresentar o Projeto Tour Amigos da Jubarte e os módulos de aprendizado oferecidos junto com o material de suporte para estudo. No segundo momento, os participantes receberam uma tarefa de desenvolvimento de plano de aula com o tema. Assim, os professores puderam interagir com os colegas sobre as atividades propostas, além de tirar dúvidas sobre o material de estudo. A atividade foi obrigatória para a certificação que atingiu 25 professores. Uma das capacitações online para professores da Prefeitura da Serra. Educação Ambiental nas Escolas No mês de agosto, a equipe do Tour Amigos da Jubarte esteve presente nas escolas contempladas, EMEF Aureníria Correa Pimentel, EMEF Serrana e EMEF Sonia Regina Gomes Rezende, realizando educação ambiental para o ensino fundamental II, acerca da importância da baleia-jubarte e de todo ecossistema marinho. Um total de 851 estudantes foram atendidos por meio desta atividade. Apresentações sensibilizadoras das escolas da Serra. Excursões de Observação de Baleias Por meio do concurso “Quero ver Baleia”, os alunos da rede pública usaram a criatividade para produzir artes e poemas visuais relacionados à temática. Os melhores 30 trabalhos apresentados foram premiados com excursões para observação de baleia em alto mar, com direito a um acompanhante familiar. Educadores das escolas também tiveram seus lugares garantidos. No total, 75 pessoas participaram dos passeios. Assim, nos dias 26 e 27 de setembro ocorreram os embarques dos estudantes da EMEF Aureníria Correa Pimentel e da EMEF Sonia Regina Gomes Rezende. No dia 13 de Outubro foi a vez da EMEF Serrana apreciar a beleza desses grandes animais e seus diversos comportamentos aéreos. Os contemplados, definidos pela SEDU em parceria com as escolas, puderam ver bem de perto e aprender mais sobre as baleias-jubarte e o ecossistema marinho em um passeio muito especial. O projeto tocou a vida de crianças, familiares e professores oferecendo informação de qualidade e uma experiência única e inesquecível com as baleias capixabas! Confira algumas das imagens que registramos: Baleia bate nadadeira peitoral em frente a aluno da Rede Municipal de Ensino da Serra-ES. Foto de Anna Flavia Sacchetto Vídeo de Anna Flavia Sacchetto E o grande final! Vídeo de Gabriel Firmino da Silva REALIZAÇÃO Instituto Últimos Refúgios PARCERIA Prefeitura Municipal da Serra Projeto Amigos da Jubarte Instituto O Canal

  • Conheça a cartilha Vitória da Restinga "Um Passeio Pela Orla de Camburi"

    comunidade por meio de ações de sensibilização ambiental, informando sobre a importância da restinga, a biodiversidade objetivo é gerar um efeito positivo para as comunidades locais e ressaltar a importância de preservar a biodiversidade

  • Desafio de Observação da Natureza em Itaguaçu mobiliza a comunidade

    Últimos Refúgios (IUR)  iniciou em Itaguaçu uma mobilização de ciência cidadã voltada à documentação da biodiversidade O diagnóstico indicava um potencial biológico subdocumentado, não por falta de biodiversidade, mas pela observação que nasce de um gesto simples pode transformar a forma como uma comunidade se relaciona com sua biodiversidade www.inaturalist.org/projects/itaguacu-es O objetivo é construir, de forma colaborativa, um panorama mais completo da biodiversidade um modelo replicável em outras regiões do Espírito Santo que ainda apresentam baixa documentação de biodiversidade

  • Projeto Vitória da Restinga realizará ação de limpeza no Clean Up Day

    na restinga, exigindo cuidado redobrado para não comprometer a vegetação e garantir a segurança da biodiversidade

  • Em parceria com Associação Comunitária, Projeto Vitória da Restinga faz ação sensibilizadora

    comunidade por meio de ações de sensibilização ambiental, informando sobre a importância da restinga, a biodiversidade objetivo é gerar um efeito positivo para as comunidades locais e ressaltar a importância de preservar a biodiversidade

  • Instituto Últimos Refúgios marca presença na sétima edição do Simpósio Brasileiro de Restinga

    comunidade por meio de ações de sensibilização ambiental, informando sobre a importância da Restinga, a biodiversidade objetivo é gerar um efeito positivo para as comunidades locais e ressaltar a importância de conservar a biodiversidade

  • Projeto Harpia: Parque Estadual do Rio Doce entra no mapa de identificação e proteção do Gavião-real

    Região do Parque Estadual do Rio Doce / FOTO: Paulo Quadros Com equipe de pesquisa do Espírito Santo, em trabalho conjunto com o Instituto Últimos Refúgios, o Projeto Harpia estendeu sua área de atuação e agora também realiza um mapeamento em busca de aves de rapina no Parque Estadual do Rio Doce (PERD), com o foco principal no gavião-real (Harpia harpyja). O parque, que não tem nenhum registro dessa espécie desde 1977, foi escolhido como novo território de atuação devido à proximidade com áreas de ocorrências recentes dessas aves, como a Reserva Biológica de Sooretama e a Reserva Natural Vale, na região nordeste do Espírito Santo. Equipe do Projeto Harpia atuando no PERD / FOTO: Paulo Quadros Para Brener Fabres, coordenador do projeto, não há motivos para a espécie não ser encontrada pelos 36 mil hectares de região do PERD, já que no ambiente se encontram todas as presas que a harpia necessita para a sobrevivência. “O trabalho está sendo realizado basicamente com duas metodologias: a utilização de pontos de som que reproduzem um playback de vocalizações comuns da espécie para atrair as aves pelas estradas e trilhas do parque, assim como filmagens através de voos com drone, que também buscam ninhos em árvores emergentes”, explicou o biólogo, graduado pela Universidade Federal do Espírito Santo. Equipamento aéreo utilizado para registros fotográficos / FOTOS: Paulo Quadros e Henrique Mariano Vale lembrar que além do gavião-real, o projeto trabalha com outras águias florestais, como o gavião-de-penacho (Spizaetus ornatus), gavião-pato (Spizaetus melanoleucus) e o gavião-pega-macaco (Spizaetus tyrannus). harpia (Reserva Natural Vale - ES); gavião-pega-macaco (Vargem Alta - ES); gavião-pato (Viana -ES); gavião - de - penacho (Reserva Natural Vale - ES) / FOTOS: Leonardo Merçon e Brener Fabres Após dois anos de visitas ao Parque Estadual do Rio Doce, o projeto, que terá a duração inicial de 12 meses, foi promovido pela Plataforma Semente e contemplado pelo Ministério Público de Minas Gerais, em março de 2023. A princípio o cronograma conta com três fases: a busca por evidência de indivíduos, o levantamento de ninhos de Harpia e posteriormente o monitoramento desses ninhos. A divulgação de todos os resultados e processos do projeto serão divulgados por meio de matérias no site do Instituto Últimos Refúgios e postagens em mídias sociais da instituição e do Projeto Harpia. FOTO: Paulo Quadros Projeto Harpia Há mais de 20 anos, a descoberta de um ninho de gavião-real nas florestas da região norte do Brasil, próximo a Manaus, dava origem ao que viria a se tornar o “Projeto Harpia”. A oportunidade de proteger a espécie - ameaçada de extinção desde 2014 - inspirou um pequeno grupo de biólogos a desenvolver estratégias de identificação, mapeamento e monitoramento de ninhos com ajuda de voluntários engajados na luta pela conservação da ave na Amazônia brasileira. O projeto cresceu e passou a atuar em diversas localidades do Brasil, como o Cerrado mato-grossense, a Mata Atlântica capixaba e mineira. O "Programa de Conservação do Gavião-real" (PCGR) foi rebatizado como “Projeto Harpia”, consolidando-se como a iniciativa do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), com diversos parceiros espalhados pelo Brasil, que atuam no mapeamento e monitoramento da espécie gavião-real em regiões da Amazônia, do Cerrado e da Mata Atlântica capixaba. As ações apoiam o desenvolvimento de pesquisas científicas, a reabilitação de aves feridas, a sensibilização ambiental e o incentivo ao turismo sustentável com ajuda de pesquisadores, biólogos, voluntários e estudantes. A equipe ainda conta com ajuda de comunidades locais para monitoramento de ninhos em habitat natural.

  • Filhote Bugio, espécie ameaçada de extinção, nasce em Aracruz no norte do ES

    IMAGEM ILUSTRATIVA - Bugio Ruivo / FOTO: Leonardo Merçon Em novembro de 2022, nasceu em solo capixaba um novo filhote de Bugio, espécie de primata ameaçada de extinção em todo o país. A informação é do portal ESHoje, que conta que depois de terem sido acolhidos no Centro de Reintrodução de Animais Selvagens (Cereias), em Aracruz, um casal de macacos deu a luz a um filhote em uma área de vegetação nativa próxima às dependências da instituição. A princípio, apenas a macaca vivia no local e, depois de reabilitada, foi solta em 2018 no pomar do terreno que abriga o Cereias. Ela havia sido recolhida pela Polícia Ambiental e entregue ao Centro para cuidados. No ano seguinte, a fêmea ganhou a companhia de quem viria a ser o futuro companheiro. Ambos foram soltos em área próxima às instalações do Cereias e, nos últimos dias, as equipes do local observaram que a família havia crescido. “Na semana passada observamos que, entre os dois, agarrado às costas da fêmea, havia um filhotinho”, conta José da Penha Rodrigues, presidente e responsável técnico do Cereias. Considerada uma vitória para a espécie, a reprodução dos Bugios é muito importante, considerando que em 2017, após um surto de febre amarela, a população de macacos do Espírito Santo caiu pela metade, de acordo com pesquisa feita pela Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes). Mais de 1.300 animais teriam morrido em decorrência da doença e a espécie dos barbados, ou bugio, foi a que mais sofreu. Estudiosos acreditam que serão necessários 30 anos para recuperar a população desse animal. Atualmente a espécie encontra-se classificada como vulnerável (VU) de acordo com a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). Os bugios, também conhecidos como guariba ou ainda macaco barbado, são primatas de pequeno a médio porte, chegando a medir 91 cm e pesar até 10kg (machos) e 7,6kg (fêmeas). Sua pelagem varia em tons de preto, castanho ou ruivo. Habitam desde florestas tropicais úmidas a campos cerrados, podendo ser encontrados no Brasil desde o sul da Bahia até o Rio Grande do Sul. Já no exterior são vistos na Argentina e no México. São animais sociais e vivem em bandos de até 20 indivíduos. A característica mais marcante desses animais é o som (uivo) emitido por eles, que podem ser ouvidos a distâncias de até três quilômetros, para indicar delimitação de território, alerta de perigo e localização. Sua dieta é composta basicamente por folhas e frutos. A reprodução pode ocorrer em qualquer época do ano, já a gestação dura cerca de 180 dias (6 meses), nascendo apenas 1 filhote, que fica sob cuidados maternos durante 18 meses. Por habitarem florestas tropicais e se alimentarem de seus frutos, os bugios são ótimos dispersores de sementes, e ajudam a manter o equilíbrio ecológico da região. Entretanto, uma série de fatores como fragmentação de habitat, expansão urbana, e caça podem levar a um declínio dessa população. TEXTO: Vitor Pinheiro e Julia Duarte

  • Projeto Vitória da Restinga participa do Domingo no Tamar em prol da conservação do ambiente marinho

    comunidade por meio de ações de sensibilização ambiental, informando sobre a importância da restinga, a biodiversidade objetivo é gerar um efeito positivo para as comunidades locais e ressaltar a importância de conservar a biodiversidade

  • Em parceria com a comunidade, Projeto Vitória da Restinga instala placas na praia de Camburi

    comunidade por meio de ações de sensibilização ambiental, informando sobre a importância da restinga, a biodiversidade objetivo é gerar um efeito positivo para as comunidades locais e ressaltar a importância de conservar a biodiversidade

  • Em trabalho de 25 anos, 15 novas espécies de pequenos mamíferos foram registradas no norte do ES

    predominância de espécies arbóreas, as matas de cacau foram capazes de preservar de forma considerável a biodiversidade

  • Com moradores, Projeto Vitória da Restinga realiza mais uma oficina de placas em Mata da Praia

    comunidade por meio de ações de sensibilização ambiental, informando sobre a importância da restinga, a biodiversidade objetivo é gerar um efeito positivo para as comunidades locais e ressaltar a importância de conservar a biodiversidade

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