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  • Herpetologia vista pelas lentes de uma filmadora

    Em comemoração ao aniversário de dois anos do Herpeto Capixaba, o evento “Herpetorama: Semana Herpetológica”, promoveu ao longo desta semana diversas oficinas, cursos e palestras sobre o universo dos répteis e anfíbios. De forma super inclusiva, a iniciativa teve preços acessíveis, atividades em diversas cidades do Espírito Santo e outros estados e até transmissões pela internet. De norte a sul do Espírito Santo, o “espetáculo”, como proposto pelo termo em grego “orama” que nomeia o evento, ofertou com exclusividade conteúdo de qualidade e de caráter informativo e capacitacional em diversas instituições de ensino do estado. No Centro Universitário FAESA, a programação contou com diversos palestrantes. Entre eles, João Pedro Zanardo, coordenador de educação ambiental do Instituto Últimos Refúgios, relatou sua incrível experiência participando da gravação do minidocumentário sobre o sapinho pingo-de-ouro, que você pode conferir clicando aqui. O minidocumentário trouxe material riquíssimo sobre essa espécie exclusivamente brasileira ainda pouco estudada por pesquisadores, além de imagens belíssimas dos sapinhos encontrados durante a expedição da equipe por regiões da Mata Atlântica capixaba. Tendo em vista que há muito mais além do resultado que vemos em tela, a palestra “Herpetologia vista pelas lentes de uma filmadora” esclareceu todo o processo por trás da realização e produção do vídeo, desde a fase de idealização, filmagem e pós-produção. Por ter participado ativamente das gravações como cinegrafista, João Pedro vivenciou os altos e baixos que envolvem o trabalho em campo. A atividade, apesar de intensa, traz uma beleza encantadora, provando que o amor pela natureza e pela educação ambiental e científica são os pilares que sustentam a profissão dos idealizadores de produções como esta. Em meio a relatos cômicos e situações bastante peculiares, os presentes puderam se divertir e tirar dúvidas sobre este lado tão interessante do trabalho de “exploração da natureza”. “O dia-a-dia é repleto de surpresas e imprevistos. Com chuva ou sol, o trabalho precisa continuar e nem sempre experiência e planejamento são capazes de prever situações que surgem no meio do caminho. Lidar com a vida selvagem requer cautela e respeito, ainda mais quando muitas pessoas, carregando equipamentos volumosos e pesados, entram em um ambiente ao qual não pertencem. É preciso explorar de forma cautelosa, preparados para qualquer oportunidade que possa surgir. A natureza é imprevisível”, explica João. É por meio de produções como esta que organizações como o Últimos Refúgios e o Herpeto Capixaba propagam o amor e conhecimento pela natureza. Iniciativa é a chave que fomenta a realização desse trabalho, que independentemente de situações adversas, é extremamente gratificante àqueles que se aventuram nessa jornada. O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • World CleanUp Day 2019 - Vitória/ES

    Na última edição do World CleanUp Day, promovida no dia 21 de setembro, cinco ações realizadas em praias da Grande Vitória contribuíram para o recolhimento de mais de 15 toneladas de lixo. O Dia Mundial da Limpeza é um evento global que mobiliza pessoas e comunidades do mundo inteiro a se unirem em prol da limpeza dos litorais, promovendo o debate e a conscientização acerca dos problemas de poluição e do descarte indevido de resíduos sólidos. As ações realizadas em Vitória contaram com o apoio da Prefeitura Municipal e da Secretaria de Meio Ambiente por meio da Gerência de Educação Ambiental e de Controle Ambiental, que auxiliou no manejo do lixo dos cinco pontos para o destino final na Praia de Camburi. Além da coleta de lixo, diversas ações de sensibilização foram realizadas Na Ilha do Frade, a mascote Jujuba do Projeto Amigos da Jubarte fez a alegria das crianças junto com as músicas do @samirmusica. No final da ação, o artista @nicogdt cuidou da idealização da “tartaruga de lixo” gigante, confeccionada com todos os resíduos recolhidos. Na Praça do Papa, a ação foi realizada pelo Instituto Baleia Jubarte e pelo pessoal da Canoa Havaiana, promovedor da Volta a Ilha de Vitória. As homenageadas da vez foram as baleias, com a confecção de um mosaico no formato de uma cauda de baleia. No Iate Clube, o lixo coletado pelo projeto ECOICES deu forma a um polvo gigante. A composição contou até com pneu de caminhão fora de estrada de 2 metros de diâmetro e mais de meia tonelada. Outras localidades também foram contempladas, como a Ilha da Fumaça, Foz do Canal Bigossi, Praia do Havaizinho, Praia de Camburi (próximo ao Atlântica Parque) e a área do Píer de Iemanjá, no canal de Camburi, com a galera do Núcleo Camaleão. A Prefeitura de Vitória cuidou da logística para que o lixo recolhido em todas as ações chegasse ao local onde marlim de lixo de quase 80 metros foi montado. Idealizado pelo Projeto Pegada, a forma do peixe ganhou vida pelas mãos de dezenas de voluntários e o apoio do Corpo de Bombeiros, funcionários da Prefeitura e diversas ONGs. Enquanto o mosaico do marlim era montado, A Festa Stoked engajou a galera com um lanche e um som especial. Parabenizamos a participação de todos na realização desse evento incrível. É através da união que conseguimos promover a mudança e proteger nosso planeta! Confira nosso vídeo sobre as ações: Colaboradores: @ilhadofrade @projetopegadaoficial @ultimosrefugios @institutoecomaris @institutoocanal @vitoriaonline @marinhaoficial @amigosdajubarte @sonhosdetalita @valenobrasil @arcelormittaltubarao @movive_quemamacuida @vigilantesdosecossistemas @julianadonato @amariv_vitoria @mauivaa @alisonmamute @molleonora @miniyogabr @_lucasfamoso @marca.ambiental @ctameioambiente @betadiastim @projetobaleiajubarte @terradagente @marceloferri @sylviene @festastoked O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • Você conhece a Praia dos Anjos e o motivo dela ter esse nome?

    Peixe-Anjo Os peixes-anjo são organismos recifais muito encontrados em aquários. O nome, apesar de genérico, abrange 90 espécies da família Pomacanthidae, distribuídas pelos recifes dos oceanos. Estes peixes apresentam diversas formas e colorações e geralmente diferenciam-se uns dos outros por seus aparelhos bucais. Podem ser encontrados tanto em água doce como salgada, nos oceanos Índico, Atlântico e Pacífico, e dão preferência às águas rasas e quentes dos recifes, fator que atribui a espécie um corpo achatado que permite nadarem com mais facilidade pelos corais. Observamos a presença desses animais em recifes de corais brasileiros distribuídos ao longo do Oceano Atlântico. O Espírito Santo também é agraciado com a espécie, de modo que uma das praias capixabas foi batizada em sua homenagem. Praia dos Anjos A Praia dos Anjos localizada na orla de Camburi, em Vitória, recebeu este nome por causa da espécie. É um local lindo, muito apreciado por mergulhadores que se aventuram em busca de corais e formas de vida marinha. Desconhecida por muitas pessoas, a praia é um dos paraísos escondidos do Espírito Santo. Infelizmente, o local vem sofrendo com problemas de poluição pela alta incidência de lixo e resíduos de indústrias levados pela maré. A Praia dos Anjos, além de deslumbrante, oferece uma vista incrível da nossa capital. O local merece sua visita e como as pessoas só conservam o que sabem que existe, aproveite a ocasião para se encantar pela beleza do local. Fotos: Leonardo Merçon O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • Para que servem as árvores? Entenda sua importância para o meio ambiente

    Quem nunca aproveitou uma sombra ou fez um piquenique embaixo de uma árvore? Imprescindíveis para a vida terrestre, as árvores desempenham um papel essencial na conservação de ecossistemas, biomas e no abrigo de toda a nossa biodiversidade. São responsáveis por proteger os solos e nascentes da luz solar, realizar a manutenção do ar e da umidade, além de servirem como fonte de alimento e abrigo para diversas espécies de animais. Contudo, temos acompanhado de perto as consequências da exploração humana, que por meio do desmatamento e das queimadas, impactam o equilíbrio de ecossistemas, levando muitos animais à extinção e à uma série de problemas ambientais. Neste contexto, o dia 21 de setembro foi escolhido para celebrar O Dia da Árvore, data responsável por ressaltar a importância da conservação do meio ambiente e da natureza. Diversos projetos, escolas e empresas aproveitam a data para realizar a distribuição de mudas nativas, como o Jequitibá-rosa, que além de uma das maiores árvores brasileiras é símbolo do estado do Espírito Santo. Por meio do incentivo à atitudes mais conscientes e de ações de educação ambiental, ainda temos uma chance de propagarmos a importância de nosso bem mais precioso: a natureza. Faça sua parte e apoie esta causa! Fotos: Leonardo Merçon O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • Ações coletivas em prol dos oceanos

    Atualmente, mais da metade da população brasileira vive em regiões litorâneas, a menos de 200 metros do oceano. De acordo com um estudo de 2003, cinco das nove regiões metropolitanas do Brasil estão em situação de beira-mar, cenário que demonstra a crescente integração humana aos ambientes litorâneos. Em contrapartida, a aproximação entre mar e grandes metrópoles tem evoluído de modo preocupante. O fenômeno trouxe como consequência um significativo aumento da produção de lixo e do descarte irresponsável de resíduos nos oceanos, panorama que afeta diretamente os animais e ecossistemas marinhos. Além disso, a situação gera consequências à saúde humana, à estética da paisagem litorânea e provoca impactos sociais, afetando comunidades locais que tiram sustento do mar e dependem diretamente de seus recursos. Praia no Espírito Santo afetada pelo descarte incorreto de lixo. Foto: Leonardo Merçon Neste sentido, a preservação das áreas litorâneas se estabelece como uma discussão cada vez mais necessária. Com o intuito de integrar a sociedade à este debate, diversas campanhas de sensibilização são promovidas ao redor do mundo. O Instituto Últimos Refúgios apoia diversas iniciativas de limpeza de praias e litorais, posicionando-se como defensor dos oceanos e de todas as espécies de vida marinha. CONFIRA ALGUMAS AÇÕES EM PROL DA PRESERVAÇÃO DOS OCEANOS: No ano de 2018, o Projeto Pegada, em parceria com órgãos públicos, ONGs e moradores, promoveu um mutirão de limpeza na praia da Curva da Jurema, em Vitória. Todo o lixo recolhido deu forma a figura de uma enorme baleia-jubarte. O registro, realizado pelo fotógrafo Leonardo Merçon, presidente do Últimos Refúgios, deu a ele o prêmio internacional de fotografia do concurso Jornada sem Plástico, realizado pela página Instamission, em parceria com a Corona e Parley. Baleia-jubarte criada com mais de duas toneladas de lixo, em Vitória-ES. Foto: Leonardo Merçon No domingo de páscoa de 2019, foi a vez da galera de Maria Ortiz - Vitória, participar da 3ª Ação Coletiva em Prol da Vida Marinha. O evento realizado pelo Instituto O Canal e coordenado pela Sea Shepherd, contou com cerca de 40 voluntários que retiraram 1,5 toneladas de lixo do mar. O artista plástico Nico Duarte, deu vida a um enorme Caranguejo-uçá e o presidente do Institutos Últimos Refúgios, Leonardo Merçon, registrou o momento. Na ação mais recente, mais de uma tonelada de lixo deu forma a um golfinho. Realizada em Vitória em prol do Dia Mundial dos Oceanos, a iniciativa contou com o apoio da Prefeitura, ONGs e dezenas de voluntários. Você pode ler mais sobre a ação do Dia Mundial dos Oceanos clicando aqui. As ações têm como objetivo sensibilizar a comunidade e convidá-los a praticar o descarte correto de lixo. As mãos entrelaçadas em volta de tantas toneladas de resíduos demonstram o poder que a união pode desempenhar na promoção de iniciativas de conscientização e preservação. Hoje (19) é o Dia Mundial pela Limpeza da Água e amanhã (20) o Dia Internacional da Limpeza de Praia e Litoral. As datas representam a importância da luta contra a poluição dos oceanos e se provam como uma maneira de sensibilizarmos a população e discutirmos soluções para o problema. Garotinha participando de ação de limpeza. Foto: Leonardo Merçon Lembramos que no próximo sábado (21), será realizada outra ação em prol da limpeza dos oceanos , dessa vez no Bosque José Moraes, na Ilha do Frade. Apoie essa iniciativa. Contamos com a sua participação! O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • Projeto Clube de Observadores da Natureza agora no Biofaces

    No último encontro do “Clube de Observadores da Natureza”, João Zanardo, coordenador de educação ambiental do Instituto Últimos Refúgios (UR), e Wesley Lapa, voluntário do Instituto, apresentaram aos alunos da escola EMEF Serrana mais uma etapa do projeto. O objetivo foi orientar os participantes a compartilharem as informações e fotos produzidas durante as saídas à campo na plataforma online Biofaces, que reúne fotos e dados de diversos animais ao redor do mundo. “É uma forma muito interessante de compartilharmos com o mundo a grande biodiversidade capixaba, assim como o trabalho que o Últimos Refúgios está realizando”, relata João. O projeto busca fomentar o interesse das crianças por práticas de observação da natureza para que possam aprender sobre diversas espécies de animais silvestres e sobre o papel que desempenham no meio ambiente. Interface do perfil dos alunos no Biofaces O trabalho é realizado desde o primeiro semestre de 2019 e conta com a parceria fundamental da professora e voluntária do Últimos Refúgios, Cristina Zampa, responsável pela integração entre o Instituto e a escola. Já João, como coordenador do projeto, realiza visitas periódicas aos alunos de 6º a 9º ano do Ensino Fundamental, desenvolvendo as várias etapas da iniciativa. Aluno fazendo registros em campo. Foto: Joarley Rodrigues Desse modo, os alunos passam a conhecer à metodologias de pesquisa científica, uma ótima oportunidade àqueles interessados em seguir carreira na área. Promove-se, portanto, o que chamamos de “ciência cidadã”, em que pessoas comuns tornam-se capazes de produzirem ciência e conhecimento. “Caso um cientista esteja pesquisando sobre alguma espécie e ela é avistada durante nossas expedições, a informação torna-se indiscutivelmente relevante. Hoje em dia temos uma visão muito intelectualizada da ciência feita por pessoas da academia, quando na verdade qualquer um pode produzi-la, uma vez que somos todos capazes de absorver e disseminar conhecimento”, relata João. Neste sentido, o projeto também ajuda a aproximar sociedade e natureza de modo sustentável. Como diz o lema do UR, “as pessoas só protegem o que sabem que existe”, portanto, a missão é levar esse conhecimento aos cidadãos comuns e conscientizá-los por meio do contato com o meio ambiente. Fotografias tiradas pelos alunos “Esperamos cativar essas crianças com nossas ações e fazer com que levem o legado adiante, compartilhando a importância da preservação com as futuras gerações e até mesmo com os mais velhos”, finaliza João. Convidamos você a apoiar essa incrível iniciativa visitando o perfil do projeto no site do Biofaces. Lá, você pode conferir as lindas fotos registradas pelas crianças e incentivá-las nessa jornada. LINK: http://www.biofaces.com/profile/3877/clube-canarinhos-da-serra-escola-serrana/ O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • Projeto Marsupiais receberá arrecadações de ação promovida por canal do Youtube

    No decorrer das próximas semanas, entre os dias 15 e 28 de setembro, o canal Dragão de Cristal realizará uma série de livestreams com o objetivo de arrecadar fundos para duas ONGs voltadas ao cuidado dos animais, a Con Animal e o Projeto Marsupiais, aqui do Instituto Últimos Refúgios. O canal de Youtube produz conteúdo voltado para o público jovem, divulgando vídeos de “gameplays” em que as responsáveis, Ana Luiza Costa e Daiana Pereira, jogam alguns de seus jogos preferidos. “O projeto surgiu por conta de nossa vontade em ajudar os animais de alguma forma. Nosso canal tem bastante foco no jogo Crash Bandicoot, que fala um pouco sobre modificação de animais em laboratório e como isso pode afetá-los”, relata Daiana. Cenário do jogo "Crash Bandicoot" A iniciativa, aliás, foi apelidada de “Projeto BandiCute” em alusão ao próprio Crash Bandicoot. O jogo traz como protagonista um marsupial australiano, espécie que levou a dupla a colocar a iniciativa em prática, pesquisando se existiam projetos no Brasil de proteção de marsupiais. “Nosso objetivo é fazer com que todos possam ter mais consciência sobre a situação dos animais no Brasil, principalmente os marsupiais. Esperamos sempre poder ajudar o UR, divulgando este trabalho que tanto admiramos”, completou Daiana. A contribuição poderá ser feita com a doação de qualquer valor durante as livestreams ou até mesmo com a divulgação nas redes sociais, convocando mais pessoas dispostas a ajudarem na iniciativa. Cem por cento dos lucros serão revertidos para as ONGs mencionadas. Você pode conferir mais informações no vídeo abaixo: O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • 11 de setembro - Dia Nacional do Cerrado

    O Cerrado é um dos biomas mais importantes do Brasil. Ocupando cerca de 22% de todo o território brasileiro, ou seja, mais de 2 milhões de km², abrange perfis de clima, solo e vegetação que possibilitam o cultivo de uma vasta biodiversidade, em que fauna e flora se correlacionam para garantir seu desenvolvimento. Sempre viva, planta típica do Cerrado. Foto: Últimos Refúgios Estima-se que existam mais de 200 espécies de mamíferos em toda a extensão do bioma, assim como números igualmente significantes de répteis, anfíbios, peixes e insetos, como abelhas e borboletas. Um verdadeiro esplendor de toda a beleza e diversidade que caracterizam a fauna brasileira. Biodiversidade do cerrado. Fotos: Leonardo Merçon e Augusto Milagres e Gomes Além disso, o Cerrado destaca-se por seu incrível potencial hídrico, fator que solidifica uma de suas características mais determinantes. Denominado como “berço das águas”, o bioma detém imensas reservas de água doce, essenciais para a manutenção da rica biodiversidade e para o uso humano, principalmente na produção de energia e na agricultura. Essa extensa hidrografia faz diversas conexões com outros biomas, como a Caatinga, o Pantanal e a Mata Atlântica. Até mesmo a bacia hidrográfica do Amazonas recebe as águas provenientes do Cerrado. Pescadores do Cerrado. Foto: Augusto Milagres e Gomes Infelizmente, o Cerrado brasileiro encontra-se em estado preocupante. Nas últimas décadas, a degradação do bioma se intensificou a ponto de superar a Amazônia nos níveis de desmatamento. Diversas espécies de animais encontram-se ameaçadas de extinção, assim como uma grande parcela das plantas endêmicas do local. O bioma foi um dos mais afetados pela ocupação humana, e muitos daqueles que vivem próximos às áreas naturais relatam a seca dos rios e um crescente processo de desertificação. Cuíca-d'água, espécie ameaçada de extinção. Chapada dos veadeiros. Foto: Leonardo Merçon Caso a situação se mantenha, estima-se que os recursos naturais se extinguam em menos de 50 anos, como apontam dados do IBAMA de 2014. Na data de hoje, comemora-se o Dia Nacional do Cerrado, ocasião que oferece à sociedade uma maior visibilidade das discussões acerca da importância do bioma. Dessa forma, enfatizamos a importância da preservação de um dos maiores ecossistemas brasileiros, detentor de uma imensurável importância biológica e de uma beleza ímpar, sinônimo de nossas riquezas naturais. Vista do cerrado. Foto: Augusto Milagres e Gomes O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • 9 de setembro - Dia do Veterinário

    Hoje comemora-se o dia dos especialistas que atuam no cuidado à saúde dos animais: os médicos veterinários. Ao contrário do que muita gente pensa, esses profissionais não lidam apenas com bichinhos domésticos, mas sim com toda a diversidade de espécies encontradas na natureza. Existem mais de 80 áreas dentro da profissão, especializadas no trato de animais silvestres, marinhos ou até mesmo no controle da saúde de rebanhos em propriedades rurais. Desse modo, os veterinários garantem não só o bem-estar dos animais como também de toda a população, pois atuam na prevenção de doenças transmitidas, direta ou indiretamente, dos animais para o ser humano. A data foi escolhida para relembrar o dia 9 de setembro de 1933, quando o então presidente Getúlio Vargas assinou o decreto de lei que regularizou a profissão e o ensino da medicina veterinária no país. Desde então, o exercício da atividade se tornou mais formalizado e veio evoluindo consideravelmente, tanto no Brasil como ao redor do mundo. O Instituto Últimos Refúgios conta com a participação ativa de vários profissionais da área e os parabeniza por escolherem desempenhar essa profissão tão linda, essencial a sociedade e, é claro, aos animais. Um Feliz dia do Veterinário. O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • 05 de Setembro: Dia da Amazônia!

    Hoje é comemorado o dia da Amazônia, dia de refletir o quão importante ela é para nós. A riqueza do nosso Brasil, Amazônia! Nós temos em nosso país, a maior floresta tropical do mundo, a floresta Amazônica! Ela possui aproximadamente 6 milhões de quilômetros quadrados, sendo a maior parte de seu território predominante no Brasil. Estende-se ainda pelos países da América do Sul: Suriname, Bolívia, Guiana, Guiana Francesa, Venezuela, Colômbia, Peru e Equador. Ela é responsável por mais da metade da biodiversidade do planeta, representando um terço das florestas tropicais no mundo. Foto: Pôr do sol no Rio Guaropé, em meio à Floresta Amazônica na divisa entre Brasil e Bolívia, proximidades do município de Comodoro, Mato Grosso, 2013 - Thiago Silva-Soares. Você sabia?! A Amazônia tem grande importância no equilíbrio ecológico da Terra, atuando diretamente na qualidade de vida e controle da temperatura do planeta. Além disso também serve de habitat para a maioria da biodiversidade do nosso planeta. As copas das árvores nos fornecem sombra e um ambiente mais fresco, as florestas também atuam na qualidade do ar, deixando o ar mais puro. E não é só isso, você já ouviu dizer que “onde tem vegetação tem chuva?!”, exatamente! As florestas atuam diretamente no ciclo da água. A bacia hidrográfica da Amazônia possui cerca de 7 milhões de quilômetros quadrados de extensão, sendo considerada a maior bacia hidrográfica do mundo! Tendo os principais rios afluentes: o Amazonas (maior do mundo em extensão), Negro, Trombetas, Japurá, Madeira, Xingu, Tapajós, Purus e Juruá. A ameaça na nossa floresta tem se intensificado devido ao desmatamento, queimadas e ações antrópicas, colocando em risco mais de 75% da biodiversidade vivente. O desmatamento na Amazônia afeta diretamente a fauna e flora da região, além de causar desequilíbrios e crises ambientais em todo o mundo! Nesse dia tão importante, vamos nos conscientizar e alertar à todos sobre a importância de preservar nossa Amazônia. O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • Dia 03 de Setembro: Dia Nacional do Biólogo, o defensor da vida.

    Você sabia que no dia 3 de setembro comemora-se o Dia do Biólogo no Brasil? A data foi escolhida em razão da regulamentação da profissão no ano de 1979, sendo criado também na mesma data o Conselho Federal de Biologia (CFBio). O Instituto Últimos Refúgios trabalha pela preservação do meio ambiente e reconhece no biólogo um profissional extremamente fundamental neste trabalho. São três campos principais de atuação: Meio Ambiente e Biodiversidade, Saúde, Biotecnologia e Produção. Em todas as áreas que esse profissional atua - até mesmo na saúde pública - ele trabalha por melhorias e pela preservação do meio ambiente. Para escolher a carreira de biólogo é necessário uma grande e significativa vocação: proteger o meio ambiente. Sabemos que o mundo está passando por vários desequilíbrios ambientais e a maioria infelizmente é causado por nós, seres humanos. Sendo assim, a atuação desse profissional torna-se ainda mais importante. Nosso recado é: biólogo, tenha em mente o seu valor e trabalhe dando o seu melhor para que mais e mais problemas ambientais sejam amenizados ou até mesmo solucionados. Para que a cada dia possamos encontrar maneiras de viver em harmonia com a natureza. É o que deseja o Instituto Últimos Refúgios neste dia. Parabéns aos profissionais da biologia, que escolheram essa bonita profissão que procura compreender a maneira como os animais se comunicam, como as plantas se desenvolvem, como as correntes dos oceanos se movem; que buscam compreender como a genética evolutiva funciona e que trabalham na conservação das espécies do nosso planeta. "Ser biólogo não é um trabalho, é um modo de vida." (Ernst Mayr) Feliz Dia do Biólogo! O Projeto Marsupiais é uma iniciativa do Instituto Últimos Refúgios, criado em 16 de maio de 2017. Sua ações visam a permanência das espécies de marsupiais nos ambientes naturais, assim eles poderão contribuir exercendo seu papel ecológico. As ações de conservação dos marsupiais realizadas pelo projeto envolvem principalmente a disseminação de informações e curiosidades sobres essas espécies e com isso é possível sensibilizar a população para a importância dos animais, como os gambás, que por vezes são muito discriminados. O projeto também atua em apoio ao resgate, cuidados, reabilitação e soltura de marsupiais. Com isso, ajuda a manter as populações de gambás e cuícas em ambientes de preservação. Email: projetomarsupiais@gmail.com Ajude-nos a proteger nossos marsupiais! Siga o Projeto Marsupiais e compartilhe nossas publicações. Artigo 29 da Lei nº 9.605 (Lei de Crimes Ambientais) de 12 de Fevereiro de 1998 É crime - Matar, perseguir, caçar, apanhar, utilizar espécimes da fauna silvestre, nativos ou em rota migratória, sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente, ou em desacordo com a obtida. Pena - detenção de seis meses a um ano, e multa. O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • Engajando futuros profissionais: palestra convida alunos a conhecerem práticas de preservação

    Em homenagem ao dia do biólogo, comemorado nesta terça-feira, 3 de setembro, o centro universitário FAESA está promovendo a “Semana de Biologia”, evento que busca apresentar aos alunos do curso de Ciências Biológicas as diversas áreas de atuação dentro da profissão. A bióloga Iasmin Macedo, diretora do Instituto Últimos Refúgios, foi uma das convidadas para falar um pouco sobre sua experiência como coordenadora do Projeto Marsupiais, iniciativa que fomenta a conservação dessas espécies através da disseminação de conhecimento, da sensibilização e do engajamento popular. A palestra em questão, realizada na última segunda-feira, 02 de setembro, foi conduzida de forma bastante dinâmica, com a ativa participação e interesse dos alunos. Estimulados pela oportunidade de conhecer um pouco mais sobre a área, os futuros biólogos tiveram a oportunidade aprender sobre como funciona o dia-a-dia de alguém que atua na área e sobre como é trabalhar com um campo da biologia voltado para a preservação. Neste contexto, também foram abordados os desafios de se fazer parte desse meio, como a falta de oportunidades no mercado de trabalho e o crescente desestímulo à pesquisa e à iniciativas ambientais. Apesar disso, o intuito da apresentação foi o de convidar novos profissionais a seguirem essa área tão essencial no exercício da biologia. Para tal, destacou-se a importância de promover a formação de biólogos proativos, capazes de desenvolver iniciativas que integrem práticas ambientais com a gratificação de se fazer o que ama. Fotos: João Pedro Zanardo e Thiago Silva-Soares O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. ​​ "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais. ​​

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