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  • Dia da Restinga: saiba como foi atividade no Parque Botânico Vale e confira galeria de fotos

    Mascotes do Instituto Últimos Refúgios ao lado de grupo de escoteiros presentes no local / FOTO: Caroline Reis No dia 28 de abril, em homenagem ao Dia Estadual da Floresta de Restinga, o Projeto Vitória da Restinga esteve presente no Parque Botânico Vale e realizou uma campanha ecológica de sensibilização ambiental para todo o público no local. As atividades, que começaram na parte da manhã e foram até o fim da tarde, contaram com um estande de informativos sobre o ecossistema de Restinga, o Parque Costeiro Vale e o Instituto Últimos Refúgios, assim como abordagem realizada pelas educadoras ambientais do projeto durante as atividades. Além disso, o evento também proporcionou diversas práticas direcionadas ao público infantil, como os jogos da Restinga e as mascotes Olívia e Penelope, sucesso absoluto com a criançada! Atividades: Quebra-Cabeça, Monóculo e Jogo da Memória da Restinga, respectivamente / FOTOS: Vitor Pinheiro Você pode conferir uma ampla galeria de fotos do evento logo abaixo: FOTOS: Caroline Reis, Julia Seixas e Vitor Pinheiro Projeto Vitória da Restinga O Projeto Vitória da Restinga é uma realização do Instituto Últimos Refúgios, em parceria com a Vale e a Prefeitura de Vitória e busca promover o diálogo com a comunidade por meio de ações de sensibilização ambiental, informando sobre a importância da Restinga, a biodiversidade local e o trabalho de revitalização na Restinga da Orla de Camburi, em Vitória, capital do Espírito Santo. O objetivo é gerar um efeito positivo para as comunidades locais e ressaltar a importância de conservar a biodiversidade desse ambiente tão impactado.

  • Cyber Control: Uma Jornada pela Liberdade em um Mundo de Ilusões

    Em um futuro não tão distante, onde as consequências das mudanças climáticas desencadearam uma série de crises sociais e ambientais, um jogo digital surgiu para nos alertar sobre os perigos de um mundo dominado pelo controle e pela tecnologia. "Cyber Control" é mais do que um simples jogo; é uma experiência imersiva que nos convida a refletir sobre o futuro da humanidade e a lutar pela liberdade em um cenário distópico. No mundo de "Cyber Control", as catástrofes naturais e o deslocamento em massa de pessoas foram apenas o começo de uma transformação global. Na tentativa de controlar a situação, as nações mais poderosas impuseram uma nova ordem mundial, liderada por uma elite de super-humanos biomecânicos conhecidos como Alpha. Por meio de uma rede cyber-neural, eles mantêm o domínio sobre a sociedade, subjugando os indivíduos e impondo suas próprias ontologias. No entanto, nem todos aceitam passivamente esse destino. Surgiram células rebeldes, lideradas por figuras como Jones Murdock e Jenny Li, que lutam para libertar a humanidade do jugo dos Alpha. Em uma corrida contra o tempo, eles devem desvendar os mistérios da rede cyber-neural e encontrar uma maneira de destruir o sistema que aprisiona milhões de pessoas. Imagens de performance no jogo / FOTOS: ROCPAIN GAMES "Cyber Control" é um jogo de plataforma e quebra-cabeças (Puzzle Platformer) em 3D, onde os jogadores assumem o controle de Jones Murdock e Jenny Li em sua jornada pela liberdade. Através de cinco fases repletas de desafios e armadilhas, eles devem enfrentar inimigos e superar obstáculos para avançar na história. Disponível para venda em lojas online, "Cyber Control" não apenas fortalece o mercado de jogos digitais, mas também promove a conscientização sobre questões urgentes como as mudanças climáticas e a desigualdade social. É uma ferramenta poderosa para educar e inspirar as pessoas a agir em prol de um mundo mais justo e sustentável. Acesse o game! Portanto, se você está pronto para embarcar em uma jornada emocionante pela liberdade e desafiar as forças do controle, não deixe de experimentar "Cyber Control". O futuro da humanidade está em suas mãos - junte-se à resistência e faça a diferença! O projeto “Cyber Control” foi contemplado no Edital Nº 004/2021 de Cultura Digital da Secretaria da Cultura (Secult), com recursos do Fundo de Cultura do Estado do Espírito Santo (Funcultura). O Instituto Últimos Refúgios apoiou o projeto na produção e divulgação. Confira o Trailer: https://youtu.be/u_JMQE7F8D8 Sobre a Rocpain Games: A Rocpain Games é uma desenvolvedora de jogos eletrônicos comprometida com a criação de experiências imersivas e inovadoras. Fundada por Felipe Mattar, parceiro do Instituto Últimos Refúgios, a empresa busca constantemente superar os limites da criatividade e tecnologia para oferecer jogos que cativem e desafiem os jogadores ao redor do mundo. rocpaingames.com

  • Centro Cultural Projeto Caiman: conheça novo espaço dedicado à cultura e biodiversidade na Serra

    Representação do jacaré-do-papo-amarelo na entrada do Centro Cultural Projeto Caiman / FOTO: Leonardo Merçon Instituto Últimos Refúgios Parabeniza o Projeto Caiman pela Inauguração do novo Centro Cultural Caiman, inaugurado na última terça-feira (23). Temos o prazer de compartilhar esse emocionante lançamento, uma nova joia na coroa do Espírito Santo que une cultura e biodiversidade de maneira exemplar. Localizado em Alphaville Jacuhy, na Serra, este centro é uma iniciativa liderada pelo Projeto Caiman, do Instituto Marcos Daniel, com quem temos a honra de colaborar em diversas frentes. A cerimônia de inauguração contou com a presença de membros da comunidade, incluindo uma apresentação marcante da Banda Júnior da Polícia Militar do Espírito Santo, além de exposições fotográficas e atividades de educação ambiental. Este evento não só celebra a cultura local, mas também reforça a importância da conservação ambiental. Exposição e solenidade composta por direções do Centro e membros da sociedade civil / FOTOS: Leonardo Merçon Contribuindo ativamente para o enriquecimento cultural do novo centro, o Instituto Últimos Refúgios teve um papel importante na curadoria do espaço (cenografia) e das exposições do centro, criando peças gráficas e selecionando e imagens que capturam a beleza e a diversidade da biodiversidade capixaba. Além disso, doamos fotografias, ajudando a ilustrar as maravilhas naturais da região e fomentando um maior apreço pela nossa rica fauna e flora. O Centro Cultural Caiman, financiado com o apoio da ArcelorMittal Tubarão através da Lei de Incentivo à Cultura Capixaba (LICC), em parceria com a Prefeitura da Serra, representa um compromisso com o desenvolvimento sustentável e a promoção da consciência ecológica. "Este centro é mais do que um espaço físico; é um símbolo do nosso compromisso com a cultura e a natureza", afirma Yhuri Nóbrega, diretor do Projeto Caiman. As instalações oferecem uma variedade de atividades, desde educação ambiental até cinema educativo e exposições fotográficas, todas projetadas para fortalecer a cultura local e preservar as belezas naturais. Funcionamento: De terça a sexta-feira, das 9h30 às 16h Horário: a partir das 9h Local: Centro Cultural Caiman, Alameda Augusto Ruschi, Alphaville Jacuhy, Serra O centro proporciona uma experiência educacional rica e acessível a todos, com possibilidade de agendamentos para grupos e escolas. No Instituto Últimos Refúgios, estamos entusiasmados com o sucesso deste projeto e orgulhosos de nossa participação. Desejamos ao Projeto Caiman e ao novo centro muitos anos de sucesso e impacto positivo na comunidade capixaba. Para mais informações sobre visitas e programações, entre em contato pelo e-mail barbara@institutomarcosdaniel.org.br ou siga o Projeto Caiman no Instagram. FOTOS: Leonardo Merçon

  • Conheça: Herpetologia para Todos; livro reúne conhecimentos sobre répteis e anfíbios de todo o Brasil

    Lagarto papa-vento Anolis chrysolepis; imagem presente no livro / FOTO: Leonardo Merçon "Não apenas para conhecer o fantástico mundo dos répteis e anfíbios, mas também se tornar um perpetuador desse conhecimento". É assim que o Projeto Herpeto Capixaba, realizador da publicação, coordenado pelo Doutor Thiago Silva-Soares, define o livro "Herpetologia para Todos", feito em parceria com o Instituto Últimos Refúgios. A obra compila todas as palestras que compuseram o "Herpetorama",  congresso de anfíbios e répteis que foi realizado entre 2019 e 2021, direcionado para alunos e entusiastas interessados no conhecimento sobre herpetofauna. Lançado em 2023 e organizado pelos coordenadores do projeto Herpeto Capixaba, Thiago Silva Soares, Marina Monjardim e Rodrigo Giesta Figueiredo, o material reuniu dezenas de pesquisadores profissionais e está disponibilizado online, de forma gratuita; uma iniciativa com o objetivo de democratizar a informação herpetológica. Saiba mais sobre o Herpetorama aqui: O Instituto Últimos Refúgios participou do processo de editoração do livro, assim como forneceu imagens para compor a obra, que contou com um trabalho 100% voluntário. "A obra leva o nosso lema 'Herpetologia para Todos'. Esse lema significa que queremos espalhar, pelo Brasil e pelo mundo, conhecimento herpetológico gratuito e de qualidade, para que qualquer um possa baixar, aprender e repassar", explicou o autor, Thiago Soares, que é Ph.D. em Zoologia e especialista em répteis e anfíbios. Você pode conferir o livro completo abaixo ou baixar através do link. Herpeto Capixaba O projeto Herpeto Capixaba foi fundado em 01 de Outubro de 2017 pelo biólogo especializado em herpetologia Dr. Thiago Silva-Soares, com o propósito de trazer o estado da arte da ciência atual relacionada à herpetologia no Estado do Espírito Santo. Através da pesquisa e difusão científica em prol do conhecimento e conservação da herpetofauna, o Herpeto Capixaba objetiva preencher as lacunas do conhecimento acerca dos anfíbios e répteis brasileiros. Além de conhecer a diversidade dos anfíbios e répteis da Mata Atlântica capixaba, visa compreender a relação do herpetofauna com as possíveis adversidades à que podem estar submetidos, tais como índices de atropelamento, malformações e seus causadores, exposição a agrotóxicos, parasitismo, presença de agentes patógenos, espécies invasoras, dentre outros. Atualmente o projeto, ampliado, abrange em suas pesquisas, áreas dos Biomas Amazônia, Pantanal e até o Pampa. Aproveite para conhecer mais sobre o Projeto Herpeto Capixaba AQUI e apaixone-se pela herpetofauna do Espírito Santo!

  • "Corredores": Documentário é apresentado para turma da Universidade de Harvard

    Apresentação de histórias contidas no filme "Corredores" Na tarde desta quarta-feira (27), o Instituto Últimos Refúgios direcionou uma apresentação à terras internacionais. Mais precisamente até a Universidade de Harvard, nos Estados Unidos. Convidado pela professora Jaqueline Ristau, o diretor do Instituto Últimos Refúgios, Raphael Gaspar, fez parte de uma aula sobre elementos da Mata Atlântica, para estudantes do curso PORTUG 30: Traditions and Culture Through Brazilian Folkloreda da instituição. Para elucidar o tema, Gaspar apresentou o documentário "Corredores", mais nova produção audiovisual do Instituto Últimos Refúgios, assim como vários elementos naturais da região do Corredor Ecológico que vai do Parque Estadual da Pedra Azul até Parque Estadual do Forno Grande. Foram abordadas histórias, contadas por moradores no filme, além de exemplos de fauna e flora do Espírito Santo. Professora Jaqueline Ristau e alunos durante apresentação "Gostaríamos de agradecer a participação remota do Raphael Gaspar no encontro, em Harvard. Uma das características que faz o Brasil ser reconhecido mundialmente é a sua biodiversidade e foi muito importante para os alunos aprenderem sobre como corredores ecológicos estão surgindo para minimizar o impacto do desmatamento do Bioma Mata Atlântica", enfatizou a Ristau, que é doutora em Estudos Luso-Afro-Brasileiros. Ela também frisou que agradece em nome dos estudantes, professores e do Programa de Português. "Agradecemos a contribuição do Instituto Últimos Refúgios por trazer essa discussão aos Estados Unidos", concluiu. Exibições gratuitas de "Corredores" 06/04 (sábado) Às 15h Reserva Águia Branca Rodovia, ES-164 - Alto Castelinho, Vargem Alta - ES, 29295-000 Entrada gratuita Este projeto foi realizado com recursos públicos do Governo Federal viabilizados pela Lei de Incentivo à Cultura, do Ministério da Cultura. O projeto é realizado pelo Instituto Últimos Refúgios, com o patrocínio do Grupo Águia Branca e Arcelor Mittal, e com apoio do Parque Estadual Pedra Azul, Reserva Águia Branca, Parque Estadual Forno Grande, Pedra Azul Aventura, Diaço e Iema.

  • Instituto Últimos Refúgios torna público candidatos à eleição 2024

    Nos moldes do art. 63 do Estatuto Social do IUR, Considerando que: Foi publicado no dia 18 de dezembro de 2023 o Edital De Convocação para Assembleia Geral Ordinária do Instituto Últimos Refúgios; Um dos assuntos objeto de deliberação no dia 02 de janeiro de 2024 será a eleição da Conselho de Administração, dos Conselheiros Fiscais, Titular e Suplente; e definição da manutenção da contratação da Secretária Executiva do Órgão Secretaria Executiva; O Instituto Últimos Refúgios torna público os candidatos concorrentes à reeleição que ocorrerá às 10 horas do dia 02 de janeiro de 2024, membros da chapa única Amigos da Natureza, de acordo com a cláusula 46 do Estatuto Social do IUR a saber: Conselho de Administração: 1 - Presidente: Iasmin Macedo. Atual Presidente do Instituto Últimos Refúgios (IUR) até 2023. Mestre em Biologia Animal pela Universidade Federal do Espírito Santo (2021/2023). Desde 2017 atua como bióloga no IUR, coordenando equipe de pesquisa e trabalhos de Difusão Científica, e na coordenação e orientação de estagiários e voluntários. Idealizadora e coordenadora do Projeto Marsupiais, em prol da conservação das espécies de marsupiais brasileiras. Atualmente coordena o Projeto Vitória da Restinga, trabalhando a sensibilização ambiental em prol do ecossistema de restinga, faz parte da equipe do Projeto Harpia, no Parque Estadual do Rio Doce, está na equipe organizadora dos Documentários: Corredor Ecológico Pedra Azul x Forno Grande e Águas do Itapemirim e dos projetos de livros culturais/ambientais: Baía das Tartarugas, Restinga de Camburi e Parque Botânico Vale. 2 - Secretário: Leonardo Prest Merçon Rocha. Atual integrante da Diretoria no Instituto Últimos Refúgios (IUR) até 2023, cargo de Secretario. Fotógrafo de natureza e conservação. Mestre em Conservação da Biodiversidade pelo IPÊ/ESCAS (2023). Bacharelado em Desenho Industrial/ Licenciatura em Programação visual na Universidade Federal do Espírito Santo (2007). Especializado em fotografia e Design Gráfico na Academia de Mídia e Artes de Colônia, Alemanha. Fundador do Instituto Últimos Refúgios. 3 - Tesoureiro: Thiago Negrelli. Atual integrante da Diretoria no Instituto Últimos Refúgios (IUR) até 2023, cargo de Tesoureiro. Bacharel em Direito. Tecnólogo em Gestão Financeira. Tecnólogo em Gestão Ambiental. Pós-graduado em Auditoria e perícia ambiental. Com experiência profissional no Instituto Últimos Refúgios. Cargo: Diretor-tesoureiro, gestor financeiro; na Corregedoria Geral da Justiça/ ES. Setor: Diretoria geral das escrivanias e serventias. cargo:estagiário; na Delegacia Regional do Trabalho. Setor: Plantão fiscal. Cargo: estagiário. Na vara de Acidentes de trabalho. Setor: Cartório/Gabinete do Juiz. Cargo: estagiário; No Sindicato dos trabalhadores em empresas de asseio e conservação. Cargo: Auxiliar jurídico; e nos Centros de formação de Condutores e empresas de qualificação profissional especializadas em educação de trânsito, com atividades nos cargos de Diretor de ensino e instrutor teórico. 4 - Suplente: Raphael Gaspar Tebaldi da Silva. Empreendedor criativo da MAKNA com experiência em desenvolvimento e gestão de projetos, captação de recursos e mídias sociais. Bacharel e Licenciado em Desenho Industrial / Programação Visual pela Universidade Federal do Espírito Santo (2013). Já atuou como coordenador no Arranjo Produtivo Local Corredor Criativo Nestor Gomes e no Comitê Gestor do Distrito Criativo de Vitória. No audiovisual possui experiência em direção, assistência de direção, produção e criação de roteiros. Produtor executivo de projetos viabilizados pela Lei de Incentivo à Cultura, editais, patrocínios e programas de televisão. 5 - Coordenação do Órgão Secretaria Executiva: Daniela Gerhard Batista. Atual integrante da Diretoria no Instituto Últimos Refúgios (IUR) até 2023, na Coordenação do Órgão Secretaria Executiva. Secretária Executiva e Relações Públicas do Instituto Últimos Refúgios, graduada em Jornalismo e Relações Públicas, pós-graduada em MkT, professora e mobilizadora de recursos. Consultora em responsabilidade social e voluntariado corporativo. Conselho Fiscal: 1 - Titular do Conselho Fiscal: Ulisses Orígenes Moura Ribeiro. Atual integrante da Diretoria no Instituto Últimos Refúgios (IUR) até 2023, cargo de Titular do Conselho Fiscal. Empresário da MR Trading Comércio Internacional. 2 - Suplente Conselho Fiscal: Joarley Rodrigues Da Silva. Atual integrante da Diretoria no Instituto Últimos Refúgios (IUR), cargo de Tesoureiro até 2023. É produtor desde 2011, técnico de eletrônica básica e de mecânica industrial. Desenvolvedor da armadilha fotográfica Pesquisadora Fotográfica Nativa (PFN) de alta resolução modelo 1 e PFN modelo 2, com iniciação científica no CPID, UFES, orientado pelo professor Marcelo Cegatto. 3 - Suplente Conselho Fiscal: Caroline Reis de Araujo. Atual integrante do grupo de Associados do Instituto Últimos Refúgios (IUR). Graduada em Ciências Biológicas pela FAESA - Centro Universitário. Atua como voluntária e colaboradora, desde 2018, no Instituto Últimos Refúgios, em projetos como Projeto Marsupiais, Vitória da Restinga, Ecofrade, entre outros. 4 - Suplente Conselho Fiscal: Felipe Facini Torres. Atual integrante do grupo de Associados do Instituto Últimos Refúgios (IUR). Cinegrafista e Montador Audiovisual. Bacharel em Desenho Industrial com foco em Programação Visual pela UniverCidade (RJ), em 2002. Coordenador do núcleo gráfico de pesquisa em Eco Design (NPED) de 1999 a 2001. Trabalhos realizados nas produtoras: Black Ninja (RJ), Apavoramento Sound System (RJ), Conspiração Filmes (RJ), Youle Filmes (RJ), Focar (RJ), Plural Filmes (RJ-SC), Mesosfera - Gringo Cardia (RJ). Sendo assim, está anunciada a chapa que concorre à presidência e à diretoria do Instituto Últimos Refúgios, e fica aberto o prazo de impugnação de dois dias para os membros individualmente e/ou a chapa única na sua totalidade, devendo ser escrito e apresentada perante a Secretaria do Instituto Últimos Refúgios por meio do e-mail adm@ultimosrefugios.com.br.

  • Instituto promove sensibilização ambiental para empresas e apresenta projetos

    Equipe Vale e RX Rexold após palestra / FOTO: Caroline Reis No Último dia 26 de fevereiro o Instituto Últimos Refúgios fez uma apresentação que buscou promover a sensibilização ambiental, dessa vez direcionada para empresas. Na oportunidade, a bióloga e educadora ambiental, Julia Seixas, apresentou os Projetos Vitória da Restinga e Baía das Tartarugas para funcionários da empresa de engenharia e serviços RX Rexold que presta serviços para a Vale. Momentos de apresentações dos Projetos Vitória da Restinga e Baía das Tartarugas, assim como o lema do Instituto Últimos Refúgios / FOTOS: Caroline Reis A palestra contou com um público de diversas idades e formações e teve o objetivo de apresentar a Restinga de Vitória, assim como a região da APA Baía das tartarugas para os participantes. "Por atuarem nas dependências da Vale, em Vitória, achei interessante mostrar toda a biodiversidade, importância e outras informações importantes sobre essas áreas. Assim fomentamos um sentimento de pertencimento e plantamos aquela semente da conscientização", explicou Seixas. Ao final da apresentação, ainda foi reproduzido o trailer, seguido do convite para as sessões do documentário "Corredores", mais nova produção audiovisual do Instituto Últimos Refúgios. Você pode conferir o trailer clicando AQUI. A obra ainda tem duas sessões marcadas. A primeira para esta quarta-feira (27), no Cine Metrópolis, na Ufes de Goiabeiras. A exibição acontecerá às 20h com entrada gratuita e aberta; chegue cedo para garantir seu lugar! Já a segunda, que encerrará a primeira série de exibições, acontecerá no dia 06 de abril, na Reserva Águia Branca, às 15h; entrada gratuita.

  • Estudo sobre enriquecimento ambiental para gambás-de-orelha-preta é publicado em revista científica

    Gambá-de-orelha-preta (Didelphis aurita) fotografado em Guarapari, Espírito Santo / FOTO: Leonardo Merçon O trabalho "Técnicas de enriquecimento ambiental para gambás-de-orelha-preta (Didelphis aurita Wied-Neuwied, 1826) em cativeiro", agora tem seus resultados divulgados pela comunidade científica. Inicialmente apresentado como um Trabalho de Conclusão de Curso, o estudo de Carlos Eduardo Noronha foi publicado na revista "Ciência Animal Brasileira / Brazilian Animal Science". Vale lembrar que já destrinchamos o estudo aqui, no site do Instituto Últimos Refúgios, no ano passado. A experiência teve como objetivo realizar um enriquecimento ambiental do tipo alimentar, com Gambás recebidos no Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) do Espírito Santo. Noronha desenvolveu um plano de alimentação específico para esses animais, levando em consideração suas necessidades nutricionais e preferências alimentares. Além disso, o pesquisador também realizou um estudo de comportamento dos Gambás após a implementação do enriquecimento ambiental, comprovando a eficácia da metodologia. Modelos utilizados em parte prática do estudo. FOTOS: Carlos Noronha. O experimento, todo registrado em vídeo, foi feito com oito grupos, cada um com três animais. “As gravações começavam sempre no final da tarde, entre 16:30h e 17h e duravam a noite inteira, com cada grupo sendo gravado duas vezes. Quatro grupos começaram a ser gravados com a presença do modelo no primeiro dia e ausência do modelo no segundo, e o processo inverso era feito com os restantes. No total, foram mais de três mil vídeos gravados”, explicou Carlos, que realizou o estudo como voluntário do Projeto Marsupiais. Você pode conferir "Técnicas de enriquecimento ambiental para gambás-de-orelha-preta (Didelphis aurita Wied-Neuwied, 1826) em cativeiro" na integra clicando no botão abaixo: Essa pesquisa foi realizada dentro do âmbito do Projeto Marsupiais (realizado pelo Instituto Últimos Refúgios), por meio do Acordo de Cooperação Técnica entre o Instituto Últimos Refúgios e Ibama (CETAS/ES). A resolução visa a parceria com atuação mútua no recebimento e cuidados de animais recebidos pelo Centro de Triagem de Animais Silvestres do Estado do Espírito Santo; no caso dessa pesquisa, o gambá-de-orelha-preta. Projeto Marsupiais O Projeto Marsupiais vem desenvolvendo e planejando o trabalho de resgate e reabilitação dos marsupiais que necessitem de cuidados. Este trabalho acontece inicialmente nas cidades da Grande Vitória, no Espírito Santo. Com auxílio de parcerias, pretendemos realizar o resgate e deslocamento do animal até um centro de tratamento, para que o mesmo possa ser avaliado por especialistas, indicando assim o estado de saúde do animal e os cuidados necessários. Para a reabilitação, pretendemos avaliar as metodologias já utilizadas e adaptá-las, caso necessário, para que os marsupiais possam ser soltos na natureza com maiores chances de sobrevivência. Ainda nesse sentido, queremos capacitar voluntários para realizar os cuidados e a reabilitação dos animais, além de criar um banco contatos de pessoas capacitadas e regularizadas para realizar esse tipo de atividade. Por ser uma organização sem fins lucrativos, o Instituto Últimos Refúgios depende de doações para dar continuidade aos projetos em desenvolvimento. Para o Projeto Marsupiais não é diferente. Saiba como contribuir com as atividades do projeto clicando aqui.

  • Livro sobre a Baía das Tartarugas tem mais uma fase da produção finalizada

    Imagem aérea realizada durante mergulho na Praia do Anjo / FOTO: Augusto Gomes Mais uma etapa da captação de imagens para o Livro “Baía das Tartarugas: Riqueza Marinha na Capital do Espírito Santo” foi encerrada no mês de março. Dessa vez, o foco das capturas em questão foram em fotos subaquáticas, tiradas ao longo da Baía das Tartarugas. Foram utilizados diversos tipos de embarcação, além do equipamento que viabiliza fotos no fundo do mar. Vale lembrar que desde o início do ano a equipe vem se movimentando na produção de imagens aéreas, de esportes costeiros e ações de conservação de parceiros. Momento de registro de um cavalo-marinho na Baía das Tartarugas / FOTO: Augusto Gomes Para integrar as cerca de 150 imagens, além de uma série em vídeo de natureza marinha, nessa etapa da produção, a equipe coordenada pelo fotógrafo de natureza Leonardo Merçon, contou com a colaboração do também fotógrafo e cinegrafista, Augusto Gomes. Natural de Minas Gerais, o retratista tem experiência em diversos âmbitos e canais como a BBC, National Geographic e Animal Planet. Nas imagens, Leonardo Merçon e Augusto Gomes, ambos fotografando para o livro “Baía das Tartarugas: Riqueza Marinha na Capital do Espírito Santo” / FOTOS: Leonardo Merçon, Felipe Facini e Augusto Gomes Com previsão de lançamento ainda para 2024, a obra tem o objetivo de fazer um registro sensível da Área de Proteção Ambiental (APA) Baía das tartarugas e promover a sensibilização entre a população do Espírito Santo, assim como em outros estados. O livro Visando registrar a abundante biodiversidade costeira na região litorânea do município de Vitória-ES e promover a sensibilização da comunidade capixaba, a Unidade de Conservação marinha da capital vai virar livro, a Área de Proteção Ambiental (APA) Baía das Tartarugas. "Baía das Tartarugas: Riqueza marinha na capital do Espírito Santo", será uma obra fotográfica de realização do Instituto Últimos Refúgios e LICC - Lei de Incentivo a Cultura Capixaba, por meio do Projeto de Conservação Baía das Tartarugas, com patrocinio do Grupo Águia Branca, apoio da Grafitusa e parceria da Prefeitura de Vitória. Com o lançamento previsto ainda para 2024, o livro é parte de uma iniciativa que abordará questões como a conservação, educação ambiental nas escolas públicas e a necessidade de soluções para desafios sociais. Agradecemos todos os parceiros em amigos que fazem mais essa obra tornar-se possível! FOTOS: Leonardo Merçon

  • Difusão científica: material do Instituto é implementado em aulas de escola na Serra

    Alunos durante aula produzindo a representação de um teiú (Salvator merianae) / FOTO: Andreíve Bernabé Propagar a sensibilização ambiental é uma das principais frentes do Instituto Últimos Refúgios, que realiza essa tarefa por meio de diversas formas, como produtos culturais, atividades externas e difusão científica na internet. Foi assim que o professor, Andreíve Bernabé, teve acesso ao conteúdo do Projeto Marsupiais e começou a utiliza-lo em suas aulas de artes, no Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) Clarindo Penha, em Novo Porto Canoa, Serra - ES. Por ser próxima de um Cinturão Verde (zona florestal que circunda a cidade), a incidência de espécies como o gambá-de-orelha-preta é muito comum em meio à comunidade onde fica localizada a escola, seja nas casas, ou nas próprias dependências da instituição de ensino. Por falta de informação, a situação gera conflitos com os moradores. Atividades baseadas em conteúdos do Projeto Marsupiais / FOTOS: Andreíve Bernabé "O CMEI é vizinho do Cinturão Verde, então a ocorrência do gambá-de-orelha-preta e de outros amiguinhos é muito comum mas, infelizmente, nem sempre acaba bem. Por esse motivo que comecei a trabalhar a educação ambiental com as crianças", explicou o professor, que já adota esse tipo de abordagem nas aulas há cinco anos. Como embasamento teórico e ilustrativo, Andreíve utiliza materiais publicados no site e redes sociais do Instituto Último Refúgios, para aplicar atividades de pintura, modelagem e escultura com os alunos, todas baseadas nos animais encontrados no Cinturão Verde. Algumas das esculturas finalizadas / FOTOS: Andreíve Bernabé Projeto Marsupiais O Projeto Marsupiais vem desenvolvendo e planejando o trabalho de resgate e reabilitação dos marsupiais que necessitem de cuidados. Este trabalho acontece inicialmente nas cidades da Grande Vitória, no Espírito Santo. Com auxílio de parcerias, pretendemos realizar o resgate e deslocamento do animal até um centro de tratamento, para que o mesmo possa ser avaliado por especialistas, indicando assim o estado de saúde do animal e os cuidados necessários. Para a reabilitação, pretendemos avaliar as metodologias já utilizadas e adaptá-las, caso necessário, para que os marsupiais possam ser soltos na natureza com maiores chances de sobrevivência. Ainda nesse sentido, queremos capacitar voluntários para realizar os cuidados e a reabilitação dos animais, além de criar um banco contatos de pessoas capacitadas e regularizadas para realizar esse tipo de atividade. Por ser uma organização sem fins lucrativos, o Instituto Últimos Refúgios depende de doações para dar continuidade aos projetos em desenvolvimento. Para o Projeto Marsupiais não é diferente. Saiba como contribuir com as atividades do projeto clicando aqui. Aplicação de conteúdo teórico nas aulas / FOTOS: Andreíve Bernabé

  • Documentário "Corredores" estreou nos cinemas da Grande Vitória; confira próximas datas

    Sessão de exibição no Cinemark Vitória / FOTO: Augusto Gomes Um verdadeiro passeio pelas belezas, histórias e cultura da região serrana do Espírito Santo. Essas são algumas das temáticas presentes no documentário "Corredores", mais nova produção audiovisual do Instituto Últimos Refúgios, que estreou nas telonas da Grande Vitória nos dias 29/02 no Cine Jardins e 09/03 no Cinemark Vitória. Na obra, dirigida por Klaus Berg, vemos a importância do corredor ecológico que liga o Parque da Pedra Azul (passando pela Reserva Águia Branca) até o Parque Estadual do Forno Grande, retratada com a sensibilidade das histórias contadas pelo povo local, pesquisadores e responsáveis pela gestão das UCs, ao longo dos 70 minutos de filme. Como o caso da onça-pintada, que passou pela região em 1995 e causou uma grande mobilização da população, conforme relataram Jose Bellon, Edson Valpassos e muitos outros personagens importantes na história regional. O longa ainda tem mais três dias de exibições marcados e passará pelo local das gravações, entre os dias 14 e 15 de março, retornando para a Grande Vitória no dia 27; confira: 14/3 (quinta-feira) EMEIEF Forno Grande; Castelo - ES Sessão 1: 17h Sessão 2: 18h30 As sessões serão abertas ao público na quadra esportiva da escola, em Castelo - ES e não necessitam de inscrição prévia. 15/3 (sexta-feira) Fazenda do Centro; Castelo - ES Sessão 1: 16h Sessão 2: 17h30 Ambas as sessões serão abertas ao público mas com vagas limitadas. Para garantir seu ingresso, basta ligar (28) 99981 3552 27/3 (quarta-feira) Cine Metropolis Vitória Sessão: 20h As sessões serão abertas ao público e não necessitam de inscrição prévia; as cadeiras serão preenchidas por ordem de chegada. Personagens presentes na sessão do Cinemark Vitória; em pé: Edson Valpassos e Felipe Melo; sentada: Isabel Marttins / FOTOS: Andressa Freitas Bate-papo e agradecimentos Após o termino das exibições, houveram momentos reservados para agradecimentos, tanto de parceiros e patrocinadores, como de personagens, presentes nas salas de cinema para prestigiar a estreia. Também houve uma roda de bate-papo o diretor, Klaus Berg, o diretor de fotografia, Leonardo Merçon e o produtor Raphael Gaspar. A ocasião foi reservada para agradecimentos e detalhes sobre o processo de produção e bastidores do filme. Bate - Papo com produtores / FOTOS: Andressa Freitas Apresentação em Harvard No dia 27 de março, o documentário será apresentado para os alunos do curso de Lingua Portuguesa - intermediário da universidade de Harvard. O conteúdo será parte de uma aula que retrata elementos da Mata Atlântica e vai abordar histórias contadas na obra e elementos presentes no livro "Últimos Refúgios: da Pedra Azul ao Forno Grande". Este projeto foi realizado com recursos públicos do Governo Federal viabilizados pela Lei de Incentivo à Cultura, do Ministério da Cultura. O projeto é realizado pelo Instituto Últimos Refúgios, com o patrocínio do Grupo Águia Branca e Arcelor Mittal, e com apoio do Parque Estadual Pedra Azul, Reserva Águia Branca, Parque Estadual Forno Grande, Pedra Azul Aventura, Diaço e Iema. Equipe do Instituto Últimos Refúgios / FOTO: Andressa Freitas

  • Projeto Harpia completa nove meses de atuação no Parque Estadual do Rio Doce

    Equipe do Projeto Harpia e Semente reunida no PERD / Reprodução: Projeto Harpia Nos últimos meses, o Projeto Harpia vem deslocando parte de sua equipe da Mata Atlântica para o Parque Estadual do Rio Doce (PERD), com o objetivo de encontrar e mapear a distribuição de cinco espécies de águias florestais, tendo como foco principal a busca pelo majestoso gavião-real (Harpia harpyja), também conhecida como Harpia. Ao todo já são mais de 65 dias em campo percorrendo o território do parque, concentrando esforços em áreas de grande potencial, cuja vegetação primária conta com a presença de árvores imponentes e centenárias, (e.g. jequitibás, sapucaias e parajus) que se destacam na paisagem exuberante. Além dos esforços dentro das matas, também tem sido feito um trabalho envolvendo as comunidades do entorno (ciência cidadã), através do qual a equipe mantém diálogo com moradores e funcionários do parque; uma forma de investigação colaborativa e eficiente. Não por coincidência, o Projeto Harpia obteve relatos expressivos sobre a presença do gavião-real e de alguns de seus “primos” florestais dentro do PERD. Você pode conferir em matéria já postadas no site anteriormente: Confira - "Projeto Harpia oficializa sua primeira ave de rapina na região do PERD" Confira - "Projeto Harpia: Parque Estadual do Rio Doce entra no mapa de identificação e proteção do Gavião-real" Gavião-de-Penacho e gavião-pato respectivamente / FOTOS: Brener Fabres e Filho Manfredini Até o momento, o Projeto Harpia tem conseguido fazer o acompanhamento do gavião-de-penacho (Spizaetus ornatus), cuja área de ocorrência de quatro casais foi mapeada, além do gavião-pato (Spizaetus melanoleucus), com mapa de ocorrência de pelo menos cinco casais. Vale salientar que a equipe encontrou o ninho de um casal de gavião-de-penacho, onde uma câmera de monitoramento foi instalada para acompanhamento reprodutivo. Ninho do gavião-de-penacho fotografado por armadilha fotográfica (câmera trap) / Reprodução: Projeto Harpia Outro destaque é que, além das espécies-alvo, o Projeto Harpia tem registrado outros tipos de aves de rapina que possuem uma grande relevância para a conservação, sobretudo por sua raridade e nível de ameaça; caso do gavião-pombo-pequeno (Amadonastur nacernulatus) e o gavião-bombachinha-grande (accipiter bicolor). As buscas continuam e a equipe está na expectativa de, nas próximas campanhas, documentar a presença do gavião-real e também do uiraçu (Morphnus guianensis) no maior remanescente de Mata Atlântica de Minas Gerais, o Parque Estadual do Rio Doce. O projeto é financiado pelo ministério público de Minas gerais através da plataforma SEMENTE, que possibilita que diversos projetos no âmbito cultural, social e ambiental sejam executados. A plataforma Semente, tem o objetivo de aprimorar a atuação dos Promotores de Justiça na defesa do ambiente natural, cultural e urbanístico e de garantir maior segurança jurídica e transparência na destinação das medidas compensatórias ambientais. Representantes da plataforma acompanham o projeto de perto durante todo o período vigente. Projeto Harpia Há mais de 20 anos, a descoberta de um ninho de gavião-real nas florestas da região norte do Brasil, próximo a Manaus, dava origem ao que viria a se tornar o “Projeto Harpia”. A oportunidade de proteger a espécie - ameaçada de extinção desde 2014 - inspirou um pequeno grupo de biólogos a desenvolver estratégias de identificação, mapeamento e monitoramento de ninhos com ajuda de voluntários engajados na luta pela conservação da ave na Amazônia brasileira. O projeto cresceu e passou a atuar em diversas localidades do Brasil, como o Cerrado mato-grossense, a Mata Atlântica capixaba e mineira. O "Programa de Conservação do Gavião-real" (PCGR) foi rebatizado como “Projeto Harpia”, consolidando-se como a iniciativa do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), com diversos parceiros espalhados pelo Brasil, incluindo o Instituto Últimos Refúgios, que atuam no mapeamento e monitoramento da espécie gavião-real em regiões da Amazônia, do Cerrado e da Mata Atlântica capixaba. As ações apoiam o desenvolvimento de pesquisas científicas, a reabilitação de aves feridas, a sensibilização ambiental e o incentivo ao turismo sustentável com ajuda de pesquisadores, biólogos, voluntários e estudantes. A equipe ainda conta com ajuda de comunidades locais para monitoramento de ninhos em habitat natural. Equipe do Projeto Harpia durante atividades no PERD / Reprodução: Projeto Harpia O Projeto Harpia PERD é uma realização do grupo Unidos Pelo PERD, que conta com o envolvimento das seguintes instituições. Instituições: Instituto Últimos Refúgios, Instituto de Conservação de Animais Silvestres (ICAS), Muriqui Instituto de Biodiversidade (MIB), Waita Instituto de Pesquisa e Conservação e Universidade Federal de São João del-Rei (UFJS). Projetos: Projeto Harpia, Projeto Tatu Canastra, Primatas Perdidos, Projeto Bicudos e Projeto Carnívoros do Rio Doce. Apoio: Plataforma Semente, Caoma MPMG, Ministério Público do Estado de Minas Gerais (MPMG), Parque Estadual do Rio Doce (PERD), Instituto de Florestas (IEF), Governo do Estado de Minas Gerais e Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes).

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