top of page
  • Facebook - Últimos Refúgios
  • YouTube - Últimos Refúgios
  • Instagram - Últimos Refúgios
  • Twitter - Últimos Refúgios

Search Results

529 resultados encontrados para "conservação"

  • Shopping Vitória sedia campanha ecológica do Projeto Vitória da Restinga

    Aplicação de pintura corporal inspirada na coruja-buraqueira / FOTO: Vitor Pinheiro No último dia 10, o Shopping Vitória recebeu uma campanha ecológica, promovida pelo Projeto Vitória da Restinga. A ação teve como objetivo, estender suas atividades para uma área fora da costa, e explicar a importância da preservação da restinga para um público mais amplo, ainda que situado no município de Vitória. Entre crianças e adultos, 46 pessoas se envolveram com a campanha. Durante a atuação, foram realizadas diversas atividades explicativas sobre a restinga, com destaque para a distribuição de informativos, que através de QR Code, direcionou os interessados para conhecer mais o projeto através da internet. FOTOS: Vitor Pinheiro Além disso, a campanha também contou com atividades especialmente voltadas para as crianças, como jogos educativos, brincadeiras com a coruja Atena e pintura corporal com desenhos de animais típicos da restinga, como a coruja-buraqueira, o Teiú e o Guruçá. FOTOS: Vitor Pinheiro Com iniciativas como essa, o Projeto Vitória da Restinga busca sensibilizar a sociedade para a importância desse ecossistema presente na vida de todos e por muitas vezes esquecido. O objetivo é contribuir para a formação de uma consciência ecológica cada vez mais presente. Projeto Vitória da Restinga O projeto é uma realização do Instituto Últimos Refúgios em parceria com a Vale e a Prefeitura de Vitória, e busca promover o diálogo com a comunidade por meio de ações de sensibilização ambiental, informando sobre a importância da restinga, a biodiversidade local e o trabalho de revitalização na restinga da Orla de Camburi, em Vitória, capital do Espírito Santo. O objetivo é gerar um efeito positivo para as comunidades locais e ressaltar a importância de preservar a biodiversidade desse ambiente tão impactado pela ação humana.

  • #75: Reserva Biológica de Duas Bocas - Últimos Refúgios na TV Ambiental

    Nesta edição tripla, confira o documentário sobre a “Reserva Biológica de Duas Bocas”, Unidade de Conservação As imagens de natureza acompanham falas de especialistas, biólogos e gestores da unidade de conservação

  • Motivos para preservar a restinga

    Esta retenção previne o avanço do mar em direção às cidades e a conservação da infraestrutura urbana, Além disso, a restinga promove a conservação de outro ecossistema igualmente importante: o manguezal. A conservação da restinga garante a prevalência do conhecimento cultivado por estas comunidades e a prevalência

  • Motivos para preservar os manguezais

    Os manguezais são ecossistemas costeiros de transição entre os ambientes terrestre e marinho. No Brasil, ocorrem em quase todo o litoral, desde o estado do Amapá até Santa Catarina, provando-se uma das maiores extensões de mangue do mundo. Reconhecidos por sua alta produtividade biológica e relevância ecossistêmica, os manguezais são fundamentais para o equilíbrio ecológico ambiental, sustentando uma biodiversidade de espécies animais e vegetais, e um importante papel na ciclagem de matéria orgânica. Além disso, representam um importante meio de subsistência para diversas famílias, contribuindo no desenvolvimento econômico local e na promoção cultural das comunidades ribeirinhas. A seguir, apresentamos alguns dos principais motivos para preservarmos os manguezais: SÃO BERÇÁRIOS DA VIDA MARINHA A grande diversidade de matéria orgânica associada às áreas protegidas entre as raízes das árvores tornam os manguezais ambientes propícios à alimentação, reprodução e desenvolvimento de diversas espécies de animais. Estas áreas são habitats para ostras, cavalos-marinhos, quelônios, moluscos, crustáceos, aves, mamíferos, répteis, anfíbios e peixes, tornando-o um verdadeiro “berçário da vida marinha”. Neste sentido, preservar os manguezais significa também proteger a fauna marinha e toda sua cadeia ecológica/produtiva. Garça-noturna, Saracura-matraca, Aratu-vermelho, Caranguejo-uçá, respectivamente. Fotos: Leonardo Merçon GARANTEM A SUBSISTÊNCIA DE MILHARES DE PESSOAS Por serem ambientes altamente produtivos, os manguezais são reconhecidos por sua importância socioeconômica. Estudos indicam que mais de 75% dos peixes, crustáceos e moluscos capturados para fins comerciais habitam os manguezais em algum estágio do seu ciclo de vida, como as outras e os caranguejos. A preservação dos manguezais implica na subsistência de pescadores, ribeirinhos, e todos aqueles que, de alguma forma, precisam dos manguezais para sobreviver. Manguezal. Fotos: Leonardo Merçon ABSORÇÃO DE CARBONO ATMOSFÉRICO Entre os ecossistemas florestais, os mangues são reconhecidos por sua capacidade de absorver a grande quantidade de gás carbônico presente na atmosfera. O “sequestro de carbono”, como este fenômeno natural é conhecido, consiste na transferência de carbono da atmosfera para o solo e a água por meio das árvores do mangue. Além da importância nos processos bioquímicos naturais, o fenômeno ajuda a combater o aquecimento global e, consequentemente, as alterações climáticas em todo o mundo. Desse modo, entendemos que as florestas de mangues têm influência em todos os processos ambientais que envolvem as mudanças climáticas, a exemplo do degelo das calotas polares e o branqueamento dos corais. PROTEÇÃO DE REGIÕES COSTEIRAS A vegetação do mangue, principalmente seu sistema de raízes, é capaz de reduzir o impacto da água do mar nas regiões costeiras, protegendo cidades litorâneas contra os efeitos da erosão das marés, tempestades, aumento do nível do mar, e até mesmo tsunamis. Raízes do mangue. Fotos: Leonardo Merçon De acordo com relatórios ambientais internacionais, a presença de manguezais em algumas cidades costeiras foi essencial na redução do impacto de tsunamis ao longo da história, como o tsunami do Oceano Índico, em 2004. Apesar do Brasil nunca ter sido atingido por este fenômeno natural - graças à sua localização geológica privilegiada - outros fenômenos ambientais, como enchentes e alagamentos - causados pela elevação das marés - podem causar grandes estragos ao litoral do país. PREVINE O ASSOREAMENTO O assoreamento de cursos d’água consiste no acúmulo de sedimentos pelo depósito de solo e outros tipos de detritos no fundo de rios, baías e lagos, sendo responsável por provocar a redução do volume de água de habitats naturais. O assoreamento também torna a água turva, dificulta a entrada de luz e compromete severamente o processo de fotossíntese de espécies vegetais. O fenômeno ainda aumenta o risco de enchentes, visto que a redução do volume dos rios facilita o transbordamento da água, comprometendo a circulação de embarcações. Apesar de natural, o processo é intensificado pela ação humana com o desmatamento de florestas de mangue. ATUAM COMO FILTROS BIOLÓGICOS Os microrganismos dos manguezais são capazes de processar lama e matéria orgânica, promovendo a fixação e a inertização de partículas contaminantes. O despejo de esgoto nestas áreas, por exemplo, sofre ação de bactérias que retêm nutrientes importantes para equilíbrio do ecossistema, tornando-os parte de sua biomassa. Todos os “motivos para preservar os manguezais” estão relacionados a diversos outros processos ecológicos de ocorrência natural que sofrem ação direta ou indireta deste ecossistema, responsável por garantir o equilíbrio ambiental e a subsistência de milhares de pessoas. O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • Lagoa Encantada é ameaçada por Plano de Mobilidade de Vila Velha

    região é um tesouro ecoturístico e fomenta uma das atividades mais valorizadas pelo Governo do Estado: a observação Hoje em dia, progresso sem pensar em conservação não é progresso, é regresso!

  • #69: Entre Seres e Ser - Últimos Refúgios na TV Ambiental

    especial, conheça a história de César Musso, médico, professor e ambientalista que dedicou a vida à conservação Ambiental (AVIDEPA), entidade sem fins lucrativos que integra pessoas e organizações ambientais para conservação ações educativas e culturais sempre foi uma grande inspiração para que César continuasse sua luta pela conservação

  • "Era pra ser só uma palestra, mas salvamos um jovem gambá"

    Instituto Últimos Refúgios para apresentar o trabalho das iniciativas e ressaltar a importância da conservação

  • Trabalho voluntário: exercício de cidadania e solidariedade

    Organizações sem fins lucrativos, como o Instituto Últimos Refúgios, ganham vida pelas mãos de diversas pessoas, dispostas a oferecer suas habilidades, ideias e experiências para realização de projetos ambiciosos, desenvolvidos com o intuito de transformar o mundo em um lugar melhor. O trabalho não remunerado é prova da gratificação pessoal de integrar iniciativas tão importantes à sociedade, além de excelente oportunidade para compartilhar ideias, desenvolver habilidades, conhecer pessoas e viver uma experiência profissional única. Neste contexto, a ONU (Organização das Nações Unidas) instituiu o 5 de dezembro como “Dia Internacional do Voluntário” para reconhecer a importância da prática. Disseminando ideais de altruísmo e proatividade, estabelece alguns objetivos como a mitigação de impactos ambientais e a garantia da sustentabilidade por meio da conscientização popular. O compromisso social promovido pela atividade também é responsável por assegurar o exercício da cidadania e valores como responsabilidade e solidariedade, provando-se como o melhor caminho de integração entre instituições e pessoas que desejam agir em prol de causas sociais, ambientais e outros segmentos. O Instituto Últimos Refúgios é grato pelos voluntários de diversas áreas que contribuem para tornar realidade sua missão: a sensibilização ambiental por meio da cultura e amor pela natureza. A organização recebe colaboração de médicos veterinários, essenciais ao cuidados dos animais resgatados pelo Projeto Marsupiais; advogados, que prestam consultoria jurídica ao Instituto; biólogos e jornalistas, responsáveis por levar ao público informações sobre a biodiversidade capixaba, além de diversos outros profissionais. O trabalho solidário praticado por amor é imprescindível à grandes realizações. O Instituto Últimos Refúgios agradece e parabeniza a dedicação de todos que doam seu tempo e disponibilidade à Instituição, tornando possível a realização de nossos projetos e iniciativas. O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • Parque Estadual Paulo César Vinha celebra 30 anos

    foi batizada em homenagem ao biólogo e ambientalista que, na década de 1990, liderou campanhas pela conservação Constitui um dos últimos remanescentes de restinga em bom estado de conservação do Espírito Santo, graças durante a primeira semana de junho, com temas importantes sobre a trajetória da unidade em prol da conservação

  • #20: Manguezal - Últimos Refúgios na TV Ambiental

    Instituto Últimos Refúgios e TV Ambiental apresentam mais um episódio do ‘Programa Últimos Refúgios’. Nesta edição, conheça um importante ecossistema da Mata Atlântica, repleto de biodiversidade e essencial para o equilíbrio ecológico: o Manguezal. O fotógrafo de natureza Leonardo Merçon, em ação da Prefeitura de Vitória, visita o mangue para fotografar animais típicos, como espécies de caranguejos e aves. O colhereiro, ave graciosa, de penas rosas e bico achatado, que ocorre apenas em áreas preservadas e com grande biodiversidade, foi um dos registros do fotógrafo nas margens do mangue capixaba. No programa, Leonardo ainda recebe o coordenador de educação ambiental do Instituto Últimos Refúgios, João Zanardo, para revelar informações sobre o mangue. O biólogo comenta sobre a vida selvagem do ecossistema, que sobrevive pela proteção de árvores como o mangue-vermelho, mangue-preto e mangue-amarela, predominantes nessas áreas. Quer saber mais? Confira o episódio na íntegra: "Programa Últimos Refúgios" é um patrocínio Reserva Ambiental Águia Branca, mantida pelo Grupo Águia Branca no município de Vargem Alta, Espírito Santo. O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • Eu, a Pequena Aranha-saltadora e o Grande Universo! - Nova matéria no Jornal on-line Folha Vitória

    Sua interação é fundamental para manter viva a minha chama da luta pela conservação e mostrar ao mundo 🌎💚 👉 Leia a MATÉRIA completa no Jornal on-line Folha Vitória e junte-se a nós nessa jornada de conservação Leonardo Merçon Fotógrafo e Cinegrafista de natureza, fundador do Instituto Últimos Refúgios, Mestre em Conservação

  • Projeto Vitória da Restinga: Gincana Infantil leva mais de 30 crianças para as areias da praia de Ca

    Crianças após o fim das atividades/ FOTO: Joarley Rodrigues No último domingo (5) o Projeto Vitória da Restinga realizou a primeira edição da Gincana Infantil, na praia de Camburi. A criançada se divertiu e aproveitou a manhã e após uma série de alongamentos, participaram das provas temáticas da restinga, como a “Corrida do Guruçá” e “Limpando a Restinga”. A atividade contou com um total de 32 participantes, entre frequentadores da praia e integrantes de projetos sociais direcionados ao público infantil, como a Escola de Craques Bruno Malias. Atividades da gincana sendo realizadas / FOTOS: Joarley Rodrigues Além de premiações e sorteio de brindes, as atividades contaram com a presença da coruja Atena (mascote do pro, que se encarregou de animar os pequenos com brincadeiras e muitas fotos. FOTOS: Joarley Rodrigues Projeto Vitória da Restinga O projeto é uma realização do Instituto Últimos Refúgios. Em parceria com a Vale e a Prefeitura de Vitória busca promover o diálogo com a comunidade por meio de ações de sensibilização ambiental, informando sobre a importância da restinga, a biodiversidade local e o trabalho de revitalização na restinga da Orla de Camburi, em Vitória, capital do Espírito Santo. O objetivo é gerar um efeito positivo para as comunidades locais e ressaltar a importância de preservar a biodiversidade desse ambiente tão impactado pela ação humana. FOTOS: Joarley Rodrigues

Somos uma organização sem fins lucrativos. Por isso dependemos de doações para manter viva a luta em prol do meio ambiente. Sua colaboração mensal garante a continuidade e a independência do nosso trabalho.

Arte chamativa para ser um "Amigo do Últimos Refúgios", campanha de doação para levantamento de recursos na instituição.

Quer receber novidades? - Assine a newsletter

Obrigado por enviar!

CALL US:

+55 (27) 3500-0937

Rua Amarilio Lunz - 16 

Bairro República - Vitória, ES - Brazil

2006-2025 © Instituto Últimos Refúgios - All rights reserved

bottom of page