top of page
  • Facebook - Últimos Refúgios
  • YouTube - Últimos Refúgios
  • Instagram - Últimos Refúgios
  • Twitter - Últimos Refúgios

Search Results

711 resultados encontrados com uma busca vazia

  • Vitória da Restinga: ação de conscientização é realizada na praia de Camburi neste domingo (11)

    Foto: Joarley Rodrigues Na manhã do último domingo (11), a equipe do projeto Vitória da Restinga realizou uma ação de sensibilização na orla da praia de Camburi, em Vitória. O VR (como também é chamado o projeto), é uma iniciativa do Instituto Últimos Refúgios em parceria com a Vale e PMV. Com uma tenda montada próxima à vegetação presente na praia, o objetivo da ação foi promover a conscientização a respeito da restinga através de abordagem com a população que passava por ali. Foram expostos banners informativos e explicações de biólogos sobre o ecossistema. Foto: Joarley Rodrigues Também houve atividades para os pequenos, que receberam pinturas corporais, representando animais originais da restinga, além de interagirem com a coruja mascote, Atena. Fotos: Joarley Rodrigues Projeto Vitória da Restinga O projeto busca promover um diálogo aberto com a comunidade por meio de ações de sensibilização ambiental, informando sobre a biodiversidade local e o trabalho de revitalização na restinga da Orla de Camburi, em Vitória. O objetivo é gerar um efeito positivo para as comunidades locais e ressaltar a importância de preservar a biodiversidade deste ambiente tão impactado pela ação humana.

  • ABELHAS em foco: oficina de observação é implementada em núcleo de estudantes do Instituto Terra

    Instituto Últimos Refúgios realiza atividade do Clube de Observadores da Natureza para estudantes do Instituto Terra Texto: Vanessa Yee e Leonardo Merçon O diretor/fundador do Instituto Últimos Refúgios e fotógrafo de natureza Leonardo Merçon implementou a atividade do "Clube de Observadores da Natureza" no NERE (Núcleo de Estudos em Restauração Ecossistêmica) do Instituto Terra. Alunos do NERE que participaram da oficina e o fotógrafo Leonardo Merçon. Os jovens alunos com recém-formação nas áreas técnicas da Agropecuária, Agricultura, Florestal, Meio Ambiente e afins participaram de uma oficina de ciência cidadã por dois dias, que contou com uma aula presencial teórica e uma vivência de campo onde puderam colocar em prática os ensinamentos de fotografia de natureza, ciência cidadã e criar uma história sobre a fauna da região. Os animais escolhidos para serem protagonistas das imagens foram as abelhas, devido ao projeto "Meliponário Escola do Instituto Terra" que exerce dupla função na instituição: ambiental, visto que a criação de abelhas nativas serve para a polinização das espécies arbóreas nativas, e a com foco na educação, pois é possível realizar cursos de capacitação e demonstrar para turmas de estudantes como funciona toda a estrutura da produção de mel e difundir essa importante informação na região do vale do Rio Doce. Após as atividades de campo, com as imagens em mãos, alunos e professor analisaram e selecionaram as melhores, desenvolvendo uma narrativa acerca desse peculiar inseto. Confira o resultado: ABELHAS NO INSTITUTO TERRA Expansão do Meliponário Escola do Instituto Terra Segundo o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), das 141 espécies de plantas que utilizamos na nossa alimentação, cerca de 60% (85 espécies) dependem, em certa medida, das abelhas para serem produzidas. No mundo, esse valor chega a 75%, segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO). Fonte: comunica.ufu.br/noticia/2019/12/por-que-nossa-vida-depende-da-presenca-das-abelhas Uruçu-amarela na entrada da colméia. Foto: Allan Pereira. No Brasil, grande parte da produção de mel e de outros produtos derivados da meliponicultura (atividade que é exercida pelo Instituto Terra) dependem das matas nativas para a obtenção de néctar, pólen e resinas. Por este motivo, o meliponicultor é naturalmente um defensor da natureza e trabalha por sua preservação. Meliponário é a denominação de um conjunto de colmeias de abelhas nativas sem ferrão, devidamente instaladas em uma área geográfica. Podem ser destinados à meliponicultura fixa, quando são construídos para receberem colmeias que permanecerão definitivamente na área, ou destinados para a meliponicultura migratória, quando recebem colmeias apenas durante um determinado período do ano, para exploração de floradas específicas. A escolha do local e a instalação do meliponário são dois pontos de grande importância para o sucesso para a atividade, assim como na apicultura (criação de abelhas Apis, vindas de outros países), que possui o mesmo princípio. Fonte: http://www.ceepro.com.br/documentos/Poligrafo%20de%20Apicultura%20CEEPRO.pdf No Instituto Terra elas foram bem instaladas, já que precisam de boas floradas, disponibilidade de água e sombreamentos, tudo que existe na reserva, graças ao reflorestamento de uma grande área que antes era pasto. Abaixo, algumas das abelhas registradas no Instituto Terra pelos participantes da oficina do Clube de Observadores da Natureza. Algumas são de colmeias introduzidas na RPPN e o outras tiveram um retorno natural; Descrição das espécies da galeria: Mamangava. Foto: Allan Pereira / Abelha-cachorro. Foto: Luiz Guilherme / Abelha cachorrinho. Foto: Charliéu Vitoriano / Abelha boca-de-sapo. Foto: Allan Pereira / Abelha boca-de-sapo. Foto: Wilma Holiver / Abelha metálica. Foto: Dhuliana Pinho / Apis Melifera. Foto: Allan Pereira / Jataí-amarela (Tetragonisca angustula). Foto: Breno Fernandes / Mamangava (Bombus morio). Foto: Arlon Mattos / Abelha Iraí. Foto: Breno Fernandes. DIFERENÇA DAS ESPÉCIES NATIVAS E EXÓTICAS: As Meliponas e das Apis (exóticas) Existem mais de 1500 espécies de abelhas nativas no Brasil (fonte: Embrapa), a maioria solitárias. As espécies sociais, com destaque para as abelhas sem ferrão, são mais de 300 espécies. No Instituto Terra podem ser encontradas algumas delas. A criação de abelhas nativas sem ferrão, é chamada de MELIPONICULTURA. Foto 01: Abelha-cachorro (Trigona spinipes) Fotografia: Arlon Mattos | Foto 02: Abelha rainha de Uruçu-amarela. Foto: Hionnara Rocha. Já a APICULTURA é o manejo das abelhas como a Apis mellifera scutellata veio do leste da África. Também conhecida como "Abelha-Africana", é uma espécie muito agressiva, polinizadora, enxameadora e migratória. Foi introduzida no Brasil para pesquisas científicas, mas acabou escapando do cativeiro. No cruzamento com as raças aqui existentes, produziu um híbrido que passou a ser chamado de abelha africanizada. Alastrou-se rapidamente por todo o país. Sem meios de exterminá-la, os apicultores brasileiros se uniram em associações, com o objetivo de utilizá-la como produtora de mel. Com o desenvolvimento de novas técnicas e a utilização de medidas de segurança, foi possível obter uma boa produção de mel, o que possibilitou um desenvolvimento acentuado da apicultura no Brasil. Fonte: https://www.cpt.com.br/artigos/abelhas-com-ferrao-abelha-africana-apis-mellifera-scutellata Abelha-europa (Apis mellifera). Foto: Breno Fernandes ESPÉCIES DE PLANTAS QUE AS ABELHAS VISITAM No Instituto, as mais variadas espécies de plantas com flores, fazem do local um ótimo lar para as abelhas. Especialidades e Nichos; Descrição das espécies: Abelha Apis coletando mel. Foto: Gabriel de Oliveira / Amor-agarradinho (Antigonon leptopus). Foto: Dhuliana Pinho / Abelha em flor de cuia-de-macaco. Foto: Breno Fernandes. IMPORTÂNCIA DAS ESPÉCIES NO ECOSSISTEMA - Predadores Descrição das espécies: Aranha capturando a abelha. Foto: Wilma Holiver / Aranha capturando a abelha. Foto:Dhuliana Pinho / Lagarta-mede-palmos (predadora de abelhas). Foto: Gabriel de Oliveira / Libélula predadora de abelha. Foto: Allan Rosa. FLORES Flora apicola (Plantas que as abelhas visitam); Descrição das espécies: Ninféia-Vermelha (Nymphaea rubra) Foto: Hionnara Rocha / Flor-leopardo (Belamcanda chinensis) Foto: Luiz Guilherme / Manto-de-rei (Thunbergia erecta) Foto: Luiz Guilherme / Margaridão (Sphagneticola trilobata). Foto: Luiz Guilherme. “As flores amarelas são especialmente atrativas para todo tipo de inseto polinizador. O mais importante é que elas gostam de quando o canteiro de flores se enche todo de uma vez”, explica. Fonte: - https://revistacasaejardim.globo.com/Casa-e-Jardim/Paisagismo/Plantas/noticia/2021/12/12-especies-de-flores-para-atrair-abelhas.html Descrição das espécies: Floração de “Sorvetão”. Foto: Charliéu Vitoriano / Floração de Jabuticaba. Foto: Charliéu Vitoriano / Flor Ixora. Foto: Allan Pereira / Flor de carambola. Foto: Hionnara Rocha / Flor de Cuia-de-macado. Foto: Mayara Locateli / Flor de mussaenda. Foto: Gabriel de Oliveira. POLINIZADORES Aproximadamente, 90% das espécies de plantas do mundo dependem da polinização. Inclusive, essa taxa pode chegar a 94% em regiões tropicais. Isso quer dizer que os polinizadores são essenciais para a manutenção da vida. Além disso, têm papel fundamental na produção de alimentos. Estima-se que, somente no Brasil, eles economizam 12 bilhões ao ano. Esse seria o valor gasto com os produtores de alimentos caso necessitassem fazer o serviço dos animais polinizadores. Diversos animais são polinizadores. Embora as abelhas sejam as mais conhecidas, outros insetos são igualmente importantes para a vida na Terra, bem como muitos pássaros e mamíferos. Fonte: https://www.petz.com.br/blog/especies/animais-polinizadores/ Borboletas polinizadoras encontradas no Instituto Terra; Descrição das espécies: Burnsius oileus. Foto: Gabriel de Oliveira / Hamadryas laodamia. Foto; Luiz Guilherme / Borboleta hamadryas laodamia. Foto: Allan Pereira / Foto de borboleta. Foto: Breno Fernandes / Borboleta polinizando flor. Foto: Breno Fernandes. Outras espécies polinizadores Foto 01: Beija-Flor-Tesoura (Eupetomena macroura). Foto: Arlon Mattos (arquivo) | Foto 02: Vespa polinizadora Foto: Luiz Guilherme PRODUÇÃO DE MEL Processo de Captura e introdução nas colmeias; Em 2022 houve o início do povoamento do Meliponário Escola por meio da aquisição de enxames de abelhas nativas como a Uruçu-amarela, Mandaçaia e Mandaguari- preta. Logo após a divisão, a multiplicação desses enxames foi realizada para expandir a quantidade de colméias, por fim, foram instaladas iscas com o objetivo de captar os enxames para criação racional. Esses alveários poderão ser doados às escolas e pequenos agricultores nas atividades pedagógicas. Foto 01: Armadilha para captura de Meliponas. Fotografia: Gabriel de Oliveira | Foto 02: Armadilha. Foto: Gabriel de Oliveira Enxames em fortificação e produção; Descrição das fotos: Colmeia em funcionamento. Foto: Gabriel Oliveira / Colmeia em funcionamento. Foto: Gabriel de Oliveira / Colméia de abelha Jataí. Foto: Luiz Guilherme. DIFERENÇA DA MELIPONICULTURA DA APICULTURA Existem duas classificações diferentes para a atividade de produção de abelhas e seus derivados. É comum a generalização do termo “apicultura”, mas nem sempre é o correto. A apicultura é a atividade de criação de espécies de abelhas com ferrão do gênero Apis (exóticas no Brasil) para fins de produção de mel, pólen apícola, própolis, cera de abelhas, geleia real e apitoxina ou para serviços de polinização. Meliponicultura é a atividade de criação de espécies de abelhas sem ferrão (nativas do Brasil), também conhecidas como abelhas indígenas, abelhas nativas ou meliponíneos, como é o caso do projeto. Elas têm sido cada vez mais valorizadas na gastronomia por seu mel apresentar características únicas que variam de acordo com o seu tipo e as flores que as operárias usam para buscar o néctar para a produção do mesmo. Fonte: Associação Brasileira de Estudo das Abelhas https://www.nacaoagro.com.br/noticias/apicultura/entenda-a-diferenca-entre-apicultura-e-meliponicultura/ Manejo e equipamentos; Geilson (parceiro do IT na introdução das colmeias de Melipona) - Descrição das fotos: Abertura de Colmeias da Uruçu-Amarela (Melipona rufiventris). Foto: Dhuliana Pinho / Professor Geilson explicando como manejar a abertura da caixa da abelha uruçu. Foto: Hionnara Rocha / Professor Geilson explicando como manejar a abertura da caixa da abelha uruçu. Foto: Hionnara Rocha / Sobreninho de uma colmeia da abelha Uruçu-Amarela (Melipona rufiventris). Foto: Charliéu Vitoriano / Abertura de colméia. Foto: Charliéu Vitoriano / Professor Geilson explicando como manejar a abertura da caixa da abelha uruçu. Foto: Wilma Holiver / Professor Geilson explicando como manejar a abertura da caixa da abelha uruçu. Foto: Hionnara Rocha / Introdução das colmeias de Meliponas. Foto: Dhuliana Pinho. RESULTADOS Produção de sementes e frutos na RPPN; As meliponas cumprem um papel de extrema importância na reprodução das plantas nativas, promovendo a polinização cruzada e, como consequência, a formação de frutos e sementes, favorecendo, assim, a conservação da biodiversidade. As abelhas presentes no Instituto Terra ajudam a manter a floresta em pé. Fonte: https://www.marinha.mil.br/eames/node/370 Descrição das fotos: Frutos e sementes de Ixora. Foto: Elini Dias / Carambola. Foto: Arlon Mattos / Cajá-mirim. Foto: Luana Ferreira / Foto FLORESTA EM PÉ, no Instituto Terra, com a ajuda das Abelhas. CRÉDITOS Equipe do Instituto Últimos Refúgios Leonardo Merçon Amanda Bolonha Vanessa Yee Vitor Pinheiro Estudantes do NERE ALLAN ROSA PEREIRA CAROLAINE BARBOSA MACIEL CHARLIÉU PEREIRA VITORIANO DHULIANA PINHO DA SILVA ELINI DIAS SOARES FABIO JUNIO PAULO FERREIRA GABRIEL DE OLIVEIRA CRUZ HIONNARA ROCHA DA SILVA JONAS LIMA DOS SANTOS SILVA LUANA FERREIRA DA SILVA LUIZ GUILHERME SIQUEIRA NASCIMENTO MAYARA DOS SANTOS LOCATELI RAFAEL FERREIRA NUNES RAMON SILVA DOS SANTOS WILMARLINE SILVA OLIVEIRA Colaboradores do Instituto Terra Arlon Mattos Jeieli Oliveira Kayla Fagiole Lucas Barcelos Mário Constantino Apoio Fodation D’entreprise Airfrance “Apoio para a ampliação da estrutura do Meliponário do Instituto Terra, para otimização de seu potencial educacional e transformando em um Meliponário Escola.”

  • Vitória da biodiversidade capixaba: lista de espécies ameaçadas é atualizada no ES

    Após trabalho intenso da Frente Parlamentar de Conservação da biodiversidade Capixaba, junto ao Instituto Últimos Refúgios e demais organizações não governamentais (ONGs) ligadas ao meio ambiente, a lista de espécies ameaçadas no Espírito Santo foi atualizada. Segundo a nova lista, divulgada no último dia 28, agora o estado tem 1874 espécies sob ameaça de extinção, sendo 444 delas correspondentes à fauna e 1430 à flora. A lista, que não era atualizada desde 2005, foi uma produção do Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema) e a Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Espírito Santo (Fapes), coordenados pelo Instituto Nacional da Mata Atlântica (INMA). A presidente do UR, Yasmin Macedo, evidenciou que a atualização da lista é importante para incentivar novos pesquisadores e disseminar conhecimento para proteger espécies em estado mais crítico. "A nova lista nos dá mais conhecimento para melhor preservar as espécies em estado mais crítico, que muitas vezes podem ser as chamadas 'guarda-chuva', aquelas que interferem direta e indiretamente na preservação de outras", explicou a pesquisadora, que também chamou a atenção para o surgimento de novas espécies. "Muitas vezes essa demora na atualização dos dados de risco de extinção, não nos deixa ciente do surgimento de novas espécies, que geralmente já nascem em perigo crítico", concluiu a presidente. O deputado Fabrício Gandini, que participou ativamente das discussões da pauta, demonstrou sua satisfação pelas redes sociais. "Um passo importante no reconhecimento da necessidade de proteger a diversidade biológica do solo capixaba. Vamos continuar trabalhando pela causa, na busca por melhorias e investimentos na preservação do meio ambiente", publicou o deputado, que é presidente da Frente Parlamentar de Conservação. Vale lembrar que em agosto deste ano, diretor e presidente do instituto estiveram na Assembleia Legislativa (Ales) para discutir sobre o assunto. Na ocasião, representantes de 10 organizações

  • Campanha contra a captura acidental - O Instituto Últimos Refúgios apóia a campanha "STOP ByCatch"

    Além da poluição, a captura acidental tem se tornado uma grande inimiga de diversas espécies de animais marinhos ameaçadas de extinção, que não são normalmente alvos da pesca, mas por ficarem presos, acabam morrendo. Estima-se que por ano, milhares de tartarugas, aves, baleias e golfinhos morrem acidentalmente. CAMPANHA "PARE A CAPTURA ACIDENTAL" O dia de hoje (1º de dezembro) é marcado pelo movimento “PARE a Captura Acidental” (STOP ByCatch Day), idealizado pelo Instituto Verde Azul - VIVA em 2018, com o intuito de sensibilizar as pessoas sobre essa ameaça. O “Bycatch” (pesca acidental), considerado como a maior ameaça de mamíferos aquáticos no mundo, é a captura de animais que geralmente não seriam alvos da pesca e que acabam sendo descartados posteriormente. APA BAÍA DAS TARTARUGAS Vale lembrar que animais ameaçados de extinção são protegidos por lei. Incluindo espécies de tartarugas marinhas. Algumas delas presentes na APA Baía das Tartarugas. A tartaruga-verde, que é uma vítima constante por aqui, é considerada EM PERIGO - EN (do inglês, Endangered, e que corre risco alto de extinção a curto prazo), pela lista vermelha de animais ameaçados de extinção da IUCN - International Union for Conservation of Nature. A Baía das Tartarugas é uma APA municipal, criada pela Prefeitura de Vitória, no Espírito Santo e o Projeto de Conservação @baiadastartarugas é uma iniciativa formada por voluntários do Instituto @ultimosrefugios com o objetivo de realizar a sensibilização ambiental, fomentar pesquisas e o turismo sustentável no Espírito Santo, e em especial. na APA. PETIÇÃO Em 2022, como parte das mobilizações pelo Dia Pare a Captura Acidental, os organizadores do evento criaram uma petição em prol de políticas públicas para monitorar, reduzir e evitar as capturas acidentais no Brasil. Caso sua instituíção também tenha interesse em APOIAR a petição, entre em contato através do email lari.dalpaz@viva.bio.br e envie a logo de sua instituíção. LINK DA PETIÇÃO https://www.change.org/p/pol%C3%ADticas-p%C3%BAblicas-para-reduzir-a-captura-acidental-da-fauna-marinha-no-brasil Abaixo, instituíções que já apoiam a petição: A ação é organizada pelo VIVA Instituto Verde Azul. Parabéns pela ação pessoal!

  • Instituto Últimos Refúgios marca sua participação na campanha Dia de Doar

    Procurando uma forma de contribuir para a sustentabilidade e dar força para projetos sociais, ambientais, culturais e científicos? Em função do Dia de Doar, nesta terça-feira (29) o UR convida você para fazer parte da nossa história e ser um Amigo do Últimos Refúgios (hiperlink redirecionando para a aba doações no site). A campanha possibilita que, através da sua doação, diversas iniciativas do instituto ganhem viabilidade, como o Projeto Marsupiais, que tem como objetivo aumentar o conhecimento sobre a fauna de Marsupiais presentes na Mata Atlântica. Ou os diversos projetos sócio-ambientais que buscam uma relação mais equilibrada entre as pessoas e a natureza, através da cultura. A presidente do Instituto, Iasmin Macedo, salienta a importância do apoio adquirido através do “Seja Amigo do Últimos Refugios”. “As doações chegam direto para o instituto e aliadas a quatro patrocínios e colaboradores, apoiam, atualmente, oito projetos, direta e indiretamente”, esclarece a líder da OSC  (Organização da Sociedade Civil). Dia de Doar A data é celebrada no Brasil desde 2013 e a partir de 2014, começou a fazer parte do movimento global, que já conta com 85 países. O princípio central da data é promover a generosidade e busca a construção de um país mais solidário, através da conexão entre as pessoas. Segundo o portal diadedoar.org.br, em 2022 milhares de organizações estarão preparadas para receber doações, e milhões de brasileiros vão demonstrar seu apoio, doando e tornando pública a doação compartilhando a hashtag #diadedoar nas mídias sociais. Como doar? Através do nosso site, na aba “doações”, você pode realizar doações mensais, com planos que vão de R$ 10,00 a R$ 100,00, assim como uma contribuição anual, com valor mínimo de R$ 120,00. Caso prefira, aceitamos também doações feitas por meio de depósito bancário, em qualquer valor. Em seguida, pedimos o envio do comprovante de depósito ou transferência para o seguinte email contato@ultimosrefugios.com.br BANCO DO BRASIL Agência  3194-1 Conta corrente 121726-7 CNPJ (PIX) 15.716.272/0001-60 Instituto Últimos Refúgios

  • Instituto participa da XVI edição do SEBIVIX

    A Bióloga Caroline Reis do Instituto Últimos Refúgios e Projeto Marsupiais, participou como congressista da XIV Semana de Biologia da UFES Vitória - SEBIVIX, no dia 8 de novembro. O evento idealizado e realizado pela Universidade Federal do Espírito Santo, esse ano abordou sobre o tema “Ciência & Educação: O compromisso da Biologia com a sociedade”, onde abordaram sobre a importância da biologia para a sociedade dentro das pesquisas laboratoriais e de campo, assim como a importância da educação das ciências para a formação dos indivíduos na sociedade. Também neste ano, o SEBIVIX contou com o Conheça! uma extensão do evento e que foi realizado por uma hora nos três dias, durante o momento do coffee break. O Conheça! É uma parte das atividades realizadas pela semana da biologia da UFES, como forma de divulgação de pesquisas científicas feitas por universidades e por projetos socioambientais para pessoas que não estão inseridas dentro das universidades ou meio científico. Durante a realização do Conheça! A bióloga Caroline Reis participou em um stand com materiais produzidos pelo Instituto Últimos Refúgios e do Projeto Marsupiais, além de banners informativos e a conversa com todos que estavam ali presentes no evento. Durante o bate papo realizado com todos os participantes, assuntos como a preservação dos marsupiais, resgate e reabilitação, a importância da difusão científica, divulgação de iniciativas do instituto, livros e documentários realizados pela instituição, entre outros. O Instituto últimos Refúgios e o Projeto Marsupiais, agradecem à toda a equipe do SEBIVIX pelo convite e parceria para esse evento tão importante e enriquecedor para a sociedade.

  • Sensibilização ambiental com baleias para estudantes e professores da Serra: Tour Amigos da Jubarte

    O último dia de observação de baleias com os alunos da Rede Municipal de Ensino da Serra-ES foi lindo. Muitos saltos e exibição das baleias. . Foto de Anna Flavia Sacchetto O Instituto Últimos Refúgios em parceria com a Prefeitura Municipal da Serra e o Projeto Amigos da Jubarte realizou o “Tour Amigos da Jubarte”, iniciativa que uniu educação ambiental, difusão científica e inclusão social em 2022. O Tour Amigos da Jubarte ressaltou a importância da conservação dos ecossistemas marinhos à professores, estudantes da rede pública e seus familiares, por meio de três etapas: Capacitação de Professores da rede municipal da Serra; imersão de Educação Ambiental nas escolas e excursão para ver baleias. Capacitação de Professores A Capacitação atingiu cerca de 100 educadores com o tema “Jubarte: um Tesouro Capixaba''. Foi realizada em maio pela equipe do Projeto Amigos da Jubarte em conjunto com a equipe do Instituto Últimos Refúgios: o primeiro momento consistiu em apresentar o Projeto Tour Amigos da Jubarte e os módulos de aprendizado oferecidos junto com o material de suporte para estudo. No segundo momento, os participantes receberam uma tarefa de desenvolvimento de plano de aula com o tema. Assim, os professores puderam interagir com os colegas sobre as atividades propostas, além de tirar dúvidas sobre o material de estudo. A atividade foi obrigatória para a certificação que atingiu 25 professores. Uma das capacitações online para professores da Prefeitura da Serra. Educação Ambiental nas Escolas No mês de agosto, a equipe do Tour Amigos da Jubarte esteve presente nas escolas contempladas, EMEF Aureníria Correa Pimentel, EMEF Serrana e EMEF Sonia Regina Gomes Rezende, realizando educação ambiental para o ensino fundamental II, acerca da importância da baleia-jubarte e de todo ecossistema marinho. Um total de 851 estudantes foram atendidos por meio desta atividade. Apresentações sensibilizadoras das escolas da Serra. Excursões de Observação de Baleias Por meio do concurso “Quero ver Baleia”, os alunos da rede pública usaram a criatividade para produzir artes e poemas visuais relacionados à temática. Os melhores 30 trabalhos apresentados foram premiados com excursões para observação de baleia em alto mar, com direito a um acompanhante familiar. Educadores das escolas também tiveram seus lugares garantidos. No total, 75 pessoas participaram dos passeios. Assim, nos dias 26 e 27 de setembro ocorreram os embarques dos estudantes da EMEF Aureníria Correa Pimentel e da EMEF Sonia Regina Gomes Rezende. No dia 13 de Outubro foi a vez da EMEF Serrana apreciar a beleza desses grandes animais e seus diversos comportamentos aéreos. Os contemplados, definidos pela SEDU em parceria com as escolas, puderam ver bem de perto e aprender mais sobre as baleias-jubarte e o ecossistema marinho em um passeio muito especial. O projeto tocou a vida de crianças, familiares e professores oferecendo informação de qualidade e uma experiência única e inesquecível com as baleias capixabas! Confira algumas das imagens que registramos: Baleia bate nadadeira peitoral em frente a aluno da Rede Municipal de Ensino da Serra-ES. Foto de Anna Flavia Sacchetto Vídeo de Anna Flavia Sacchetto E o grande final! Vídeo de Gabriel Firmino da Silva REALIZAÇÃO Instituto Últimos Refúgios PARCERIA Prefeitura Municipal da Serra Projeto Amigos da Jubarte Instituto O Canal

  • Projeto Marsupiais: UR ministra palestra para alunos de universidade

    No último 3 de novembro, a bióloga Caroline Reis do Projeto Marsupiais palestrou de forma online para estudantes de ciências biológicas do Centro Acadêmico Bertha Lutz, da Universidade Anhembi Morumbi, no estado de São Paulo. A apresentação girou em torno dos marsupiais da Mata Atlântica e do trabalho de conservação do Instituto Últimos Refúgios. Os alunos foram abordados sobre diversos temas como, quem são os marsupiais, resgate de marsupiais brasileiros, importância ecológica, reabilitação e cuidados neonatais, difusão científica para a conservação, entre outros assuntos. Durante a apresentação foram exibidas imagens e vídeos informativos sobre os marsupiais brasileiros e o trabalho realizado pelo Projeto Marsupiais nas mídias sociais e presencialmente. Nosso agradecimento a todo o Centro Acadêmico Bertha Lutz e a Universidade Anhembi Morumbi pelo convite e interesse no Projeto.

  • Dia do Reciclador e da Reciclagem do Lixo é marcado por limpeza simbólica de praia

    Foto de Joarley Rodrigues Nesta terça (22) é comemorado o Dia do Reciclador e da Reciclagem do Lixo, uma data importante para a conscientização da população sobre a destinação correta de resíduos e a coleta seletiva. Com o intuito de promover uma reflexão sobre reciclagem, o projeto Vitória da Restinga promoveu pela manhã uma ação de limpeza simbólica da Praia de Camburi. A equipe do Instituto Últimos Refúgios iniciou as atividades com a montagem de uma tenda para abordagem dos transeuntes com a coruja mascote Atena e participou no recolhimento do lixo encontrado pela praia e restinga com ajuda de voluntários. Veja as imagens da ação: Fotode Joarley Rodrigues Apesar de ser um tema emergente e fundamental para as cidades, infelizmente ainda não é de conhecimento geral a contribuição no dia a dia para a reciclagem. Por isso, separamos 3 dicas do que você pode fazer para buscar uma vida mais sustentável a partir da sua casa. Dicas para uma vida mais sustentável dentro de casa Faça a sua horta vertical usando plástico Junte tampinhas e ajude o Tampinha Legal que promove a mobilização da sociedade pela coleta de tampinhas plásticas. Conheça os tipos de plásticos disponíveis, suas formas de reutilização e reciclagem Faça a sua parte para a conservação do meio ambiente!

  • Instituto Últimos Refúgios inicia as gravações de novo documentário sobre corredor ecológico

    O Espírito Santo é recordista em espécies ameaçadas por quilômetro quadrado no Brasil. No dia 22 de setembro é comemorado o Dia da Fauna e com o intuito de alertar a população sobre a conservação da natureza, o Instituto Últimos Refúgios iniciou as filmagens de um documentário sobre o corredor ecológico entre os Parques Pedra Azul e Forno Grande que estreia em setembro de 2023. Na semana dessa data comemorativa, a equipe realizou a sua primeira expedição na área que inclui os parques, a Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Águia Branca e propriedades particulares vizinhas. Foram quatro dias de trabalho de campo buscando informações sobre a história e entrevistando personagens importantes do cenário local. Além de construir narrativas com imagens dos animais nativos e tratar sobre a preservação da fauna e flora, a obra ainda retrata questões culturais, socioambientais e econômicas desse importante território da Região Serrana do Estado, mostrando as principais atividades econômicas da região, abordando a agricultura e o turismo como vetores de desenvolvimento , além de apresentar referências locais de empreendedorismo, colaborando para o desenvolvimento sustentável deste e de outros lugares do Brasil. A obra cinematográfica terá a preocupação com a inclusão do público ao prever audiodescrição para deficientes visuais e legenda para surdos e ensurdecidos e será exibida em cinco escolas durante palestras e oficinas culturais que pretendem atingir mais de 1.000 professores e alunos da rede pública de ensino. Segundo Leonardo Merçon, diretor de fotografia e produtor executivo da película, esta é uma das áreas que sofre com a especulação imobiliária no Estado. Pessoas de todos os tipos sobem a serra para desfrutar do clima ameno, o solo fértil e a abundância de água; a maioria delas quer apenas viver em comunhão com a natureza, mas não todas. Por falta de consciência ou sensibilidade, muitas ainda a destroem. "Nossa iniciativa para este projeto é baseada na crença de que as pessoas só se importam com aquilo que faz parte de suas vidas. Ao trazer as imagens fascinantes da flora e fauna do local para o público, esperamos inspirar indivíduos mais sensíveis a preservarem as riquezas naturais da região" comenta Merçon. O Instituto tem um canal no Youtube onde é possível assistir documentários sobre outras regiões, basta acessar: https://www.youtube.com/playlist?list=PLBC5ZISdvR6Ifmd4TyoTVO3ysrDRxJEJU Viabilizado pela Lei de Incentivo à Cultura Federal REALIZAÇÃO Instituto Últimos Refúgios Secretaria Especial da Cultura Ministério do Turismo PATROCÍNIO Grupo Águia Branca MedSênior Diaço Distribuidora de Aço S/A APOIO Instituto Estadual do Meio Ambiente - IEMA Reserva Ambiental Águia Branca Parque Estadual da Pedra Azul - PEPAZ Parque Estadual do Forno Grande - PEFG Ecoparque Pedra Azul Aventura Bastidores Veja as fotos do making of das gravações:

  • Instituto Últimos Refúgios marca presença no aniversário de 40 anos da Rebio Augusto Ruschi

    O fundador/diretor do Últimos Refúgios, Leonardo Merçon, marcou presença nas comemorações de 40 anos da Reserva Biológica Augusto Ruschi. no dia 23 de setembro A unidade de conservação de proteção integral localizada no município de Santa Teresa tem espécies ameaçadas de extinção como o muriqui do norte, a saíra-apunhalada e outros importantes animais da fauna nacional. A região é uma das mais ricas em biodiversidade do planeta, com uma grande população de anfíbios e bromélias e temos muito interesse que seja o palco do próximo livro da série Áreas Protegidas produzido pelo instituto. Na foto: O fundador/diretor do Instituto Últimos Refúgios Leonardo Merçon com o grupo do evento da rebio Augusto Ruschi Confira mais fotos do evento:

  • Presidente e Diretor do Últimos Refúgios participam de reunião da comissão de meio ambiente da ALES

    Na tarde do dia 10 de agosto foi realizada a reunião da Frente Parlamentar de Conservação da Biodiversidade Capixaba na Assembleia Legislativa. No encontro para tratar sobre as espécies ameaçadas do Espírito Santo, o Diretor do Últimos Refúgios, Leonardo Merçon, e a nossa Presidente Iasmin Macedo, discursaram sobre a biodiversidade do nosso Estado. Ativistas integrantes de organizações não governamentais (ONGs) ligadas ao meio ambiente e pesquisadores reivindicaram do poder público estadual a publicação do decreto com a lista de espécies com risco de extinção no Espírito Santo. "A principal pauta foi a necessidade do governo levar para frente os procedimentos burocráticos necessários para oficializar essa lista criada por pesquisadores locais", comenta Merçon. Também participaram do encontro Antônio Freire e Ana Carolina Rodrigues, representantes do Instituto Nacional da Mata Atlântica (Inma), Yhuri Cardoso Nóbrega, do Instituto Marcos Daniel (IMD), o gerente de Recursos Naturais do Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema), Rodolpho Torezani Netto, Anderson Ferrari, da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Seama), O deputado Gandini (Cidadania), presidente da Frente Parlamentar, Cláudio Fraga, pesquisador do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, Joe Barreto, do Instituto O Canal, Gabriella Pizetta, do ICMBio; Adaílton Gonçalves Pinheiro, da Associação dos Meliponicultores do Espírito Santo (AME-ES);; Bárbara Fim, do Instituto Reluz; Carmem Barcelos, do Movimento Salve o Parque; Luis Felipe Mayorga, do Instituto de Pesquisa e Reabilitação de Animais Marinhos (Ipram); e Claudinei Rocha, do Instituto Brasileiro de Fauna e Flora (Ibraf). Nós do UR gostaríamos de parabenizar o Yhuri Nóbrega, do Projeto Caiman, por ter protagonismo nessa pauta e o Deputado Gandini, por atender a demanda popular pela conservação da biodiversidade. Assim vamos conseguir avançar! Na foto: O Fundador/Diretor do Instituto Últimos Refúgios Leonardo Merçon em reunião na Assembleia Legislativa Na foto: A Presidente Iasmin Macedo e o Fundador/Diretor do Instituto Últimos Refúgios Na foto: Membros da Frente Parlamentar de Conservação da Biodiversidade Capixaba na Assembleia Legislativa Saiba Mais O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) é responsável em âmbito nacional pela lista de espécies com risco de extinção, mas a elaboração da lista estadual é de extrema importância porque muitas vezes uma espécie está com um grau de risco no país, mas com outro nos estados.

Somos uma organização sem fins lucrativos. Por isso dependemos de doações para manter viva a luta em prol do meio ambiente. Sua colaboração mensal garante a continuidade e a independência do nosso trabalho.

Arte chamativa para ser um "Amigo do Últimos Refúgios", campanha de doação para levantamento de recursos na instituição.

Quer receber novidades? - Assine a newsletter

Obrigado por enviar!

CALL US:

+55 (27) 3500-0937

Rua Amarilio Lunz - 16 

Bairro República - Vitória, ES - Brazil

2006-2025 © Instituto Últimos Refúgios - All rights reserved

bottom of page