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  • Ações coletivas em prol dos oceanos

    Atualmente, mais da metade da população brasileira vive em regiões litorâneas, a menos de 200 metros do oceano. De acordo com um estudo de 2003, cinco das nove regiões metropolitanas do Brasil estão em situação de beira-mar, cenário que demonstra a crescente integração humana aos ambientes litorâneos. Em contrapartida, a aproximação entre mar e grandes metrópoles tem evoluído de modo preocupante. O fenômeno trouxe como consequência um significativo aumento da produção de lixo e do descarte irresponsável de resíduos nos oceanos, panorama que afeta diretamente os animais e ecossistemas marinhos. Além disso, a situação gera consequências à saúde humana, à estética da paisagem litorânea e provoca impactos sociais, afetando comunidades locais que tiram sustento do mar e dependem diretamente de seus recursos. Praia no Espírito Santo afetada pelo descarte incorreto de lixo. Foto: Leonardo Merçon Neste sentido, a preservação das áreas litorâneas se estabelece como uma discussão cada vez mais necessária. Com o intuito de integrar a sociedade à este debate, diversas campanhas de sensibilização são promovidas ao redor do mundo. O Instituto Últimos Refúgios apoia diversas iniciativas de limpeza de praias e litorais, posicionando-se como defensor dos oceanos e de todas as espécies de vida marinha. CONFIRA ALGUMAS AÇÕES EM PROL DA PRESERVAÇÃO DOS OCEANOS: No ano de 2018, o Projeto Pegada, em parceria com órgãos públicos, ONGs e moradores, promoveu um mutirão de limpeza na praia da Curva da Jurema, em Vitória. Todo o lixo recolhido deu forma a figura de uma enorme baleia-jubarte. O registro, realizado pelo fotógrafo Leonardo Merçon, presidente do Últimos Refúgios, deu a ele o prêmio internacional de fotografia do concurso Jornada sem Plástico, realizado pela página Instamission, em parceria com a Corona e Parley. Baleia-jubarte criada com mais de duas toneladas de lixo, em Vitória-ES. Foto: Leonardo Merçon No domingo de páscoa de 2019, foi a vez da galera de Maria Ortiz - Vitória, participar da 3ª Ação Coletiva em Prol da Vida Marinha. O evento realizado pelo Instituto O Canal e coordenado pela Sea Shepherd, contou com cerca de 40 voluntários que retiraram 1,5 toneladas de lixo do mar. O artista plástico Nico Duarte, deu vida a um enorme Caranguejo-uçá e o presidente do Institutos Últimos Refúgios, Leonardo Merçon, registrou o momento. Na ação mais recente, mais de uma tonelada de lixo deu forma a um golfinho. Realizada em Vitória em prol do Dia Mundial dos Oceanos, a iniciativa contou com o apoio da Prefeitura, ONGs e dezenas de voluntários. Você pode ler mais sobre a ação do Dia Mundial dos Oceanos clicando aqui. As ações têm como objetivo sensibilizar a comunidade e convidá-los a praticar o descarte correto de lixo. As mãos entrelaçadas em volta de tantas toneladas de resíduos demonstram o poder que a união pode desempenhar na promoção de iniciativas de conscientização e preservação. Hoje (19) é o Dia Mundial pela Limpeza da Água e amanhã (20) o Dia Internacional da Limpeza de Praia e Litoral. As datas representam a importância da luta contra a poluição dos oceanos e se provam como uma maneira de sensibilizarmos a população e discutirmos soluções para o problema. Garotinha participando de ação de limpeza. Foto: Leonardo Merçon Lembramos que no próximo sábado (21), será realizada outra ação em prol da limpeza dos oceanos , dessa vez no Bosque José Moraes, na Ilha do Frade. Apoie essa iniciativa. Contamos com a sua participação! O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • Projeto Clube de Observadores da Natureza agora no Biofaces

    No último encontro do “Clube de Observadores da Natureza”, João Zanardo, coordenador de educação ambiental do Instituto Últimos Refúgios (UR), e Wesley Lapa, voluntário do Instituto, apresentaram aos alunos da escola EMEF Serrana mais uma etapa do projeto. O objetivo foi orientar os participantes a compartilharem as informações e fotos produzidas durante as saídas à campo na plataforma online Biofaces, que reúne fotos e dados de diversos animais ao redor do mundo. “É uma forma muito interessante de compartilharmos com o mundo a grande biodiversidade capixaba, assim como o trabalho que o Últimos Refúgios está realizando”, relata João. O projeto busca fomentar o interesse das crianças por práticas de observação da natureza para que possam aprender sobre diversas espécies de animais silvestres e sobre o papel que desempenham no meio ambiente. Interface do perfil dos alunos no Biofaces O trabalho é realizado desde o primeiro semestre de 2019 e conta com a parceria fundamental da professora e voluntária do Últimos Refúgios, Cristina Zampa, responsável pela integração entre o Instituto e a escola. Já João, como coordenador do projeto, realiza visitas periódicas aos alunos de 6º a 9º ano do Ensino Fundamental, desenvolvendo as várias etapas da iniciativa. Aluno fazendo registros em campo. Foto: Joarley Rodrigues Desse modo, os alunos passam a conhecer à metodologias de pesquisa científica, uma ótima oportunidade àqueles interessados em seguir carreira na área. Promove-se, portanto, o que chamamos de “ciência cidadã”, em que pessoas comuns tornam-se capazes de produzirem ciência e conhecimento. “Caso um cientista esteja pesquisando sobre alguma espécie e ela é avistada durante nossas expedições, a informação torna-se indiscutivelmente relevante. Hoje em dia temos uma visão muito intelectualizada da ciência feita por pessoas da academia, quando na verdade qualquer um pode produzi-la, uma vez que somos todos capazes de absorver e disseminar conhecimento”, relata João. Neste sentido, o projeto também ajuda a aproximar sociedade e natureza de modo sustentável. Como diz o lema do UR, “as pessoas só protegem o que sabem que existe”, portanto, a missão é levar esse conhecimento aos cidadãos comuns e conscientizá-los por meio do contato com o meio ambiente. Fotografias tiradas pelos alunos “Esperamos cativar essas crianças com nossas ações e fazer com que levem o legado adiante, compartilhando a importância da preservação com as futuras gerações e até mesmo com os mais velhos”, finaliza João. Convidamos você a apoiar essa incrível iniciativa visitando o perfil do projeto no site do Biofaces. Lá, você pode conferir as lindas fotos registradas pelas crianças e incentivá-las nessa jornada. LINK: http://www.biofaces.com/profile/3877/clube-canarinhos-da-serra-escola-serrana/ O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • Projeto Marsupiais receberá arrecadações de ação promovida por canal do Youtube

    No decorrer das próximas semanas, entre os dias 15 e 28 de setembro, o canal Dragão de Cristal realizará uma série de livestreams com o objetivo de arrecadar fundos para duas ONGs voltadas ao cuidado dos animais, a Con Animal e o Projeto Marsupiais, aqui do Instituto Últimos Refúgios. O canal de Youtube produz conteúdo voltado para o público jovem, divulgando vídeos de “gameplays” em que as responsáveis, Ana Luiza Costa e Daiana Pereira, jogam alguns de seus jogos preferidos. “O projeto surgiu por conta de nossa vontade em ajudar os animais de alguma forma. Nosso canal tem bastante foco no jogo Crash Bandicoot, que fala um pouco sobre modificação de animais em laboratório e como isso pode afetá-los”, relata Daiana. Cenário do jogo "Crash Bandicoot" A iniciativa, aliás, foi apelidada de “Projeto BandiCute” em alusão ao próprio Crash Bandicoot. O jogo traz como protagonista um marsupial australiano, espécie que levou a dupla a colocar a iniciativa em prática, pesquisando se existiam projetos no Brasil de proteção de marsupiais. “Nosso objetivo é fazer com que todos possam ter mais consciência sobre a situação dos animais no Brasil, principalmente os marsupiais. Esperamos sempre poder ajudar o UR, divulgando este trabalho que tanto admiramos”, completou Daiana. A contribuição poderá ser feita com a doação de qualquer valor durante as livestreams ou até mesmo com a divulgação nas redes sociais, convocando mais pessoas dispostas a ajudarem na iniciativa. Cem por cento dos lucros serão revertidos para as ONGs mencionadas. Você pode conferir mais informações no vídeo abaixo: O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • 11 de setembro - Dia Nacional do Cerrado

    O Cerrado é um dos biomas mais importantes do Brasil. Ocupando cerca de 22% de todo o território brasileiro, ou seja, mais de 2 milhões de km², abrange perfis de clima, solo e vegetação que possibilitam o cultivo de uma vasta biodiversidade, em que fauna e flora se correlacionam para garantir seu desenvolvimento. Sempre viva, planta típica do Cerrado. Foto: Últimos Refúgios Estima-se que existam mais de 200 espécies de mamíferos em toda a extensão do bioma, assim como números igualmente significantes de répteis, anfíbios, peixes e insetos, como abelhas e borboletas. Um verdadeiro esplendor de toda a beleza e diversidade que caracterizam a fauna brasileira. Biodiversidade do cerrado. Fotos: Leonardo Merçon e Augusto Milagres e Gomes Além disso, o Cerrado destaca-se por seu incrível potencial hídrico, fator que solidifica uma de suas características mais determinantes. Denominado como “berço das águas”, o bioma detém imensas reservas de água doce, essenciais para a manutenção da rica biodiversidade e para o uso humano, principalmente na produção de energia e na agricultura. Essa extensa hidrografia faz diversas conexões com outros biomas, como a Caatinga, o Pantanal e a Mata Atlântica. Até mesmo a bacia hidrográfica do Amazonas recebe as águas provenientes do Cerrado. Pescadores do Cerrado. Foto: Augusto Milagres e Gomes Infelizmente, o Cerrado brasileiro encontra-se em estado preocupante. Nas últimas décadas, a degradação do bioma se intensificou a ponto de superar a Amazônia nos níveis de desmatamento. Diversas espécies de animais encontram-se ameaçadas de extinção, assim como uma grande parcela das plantas endêmicas do local. O bioma foi um dos mais afetados pela ocupação humana, e muitos daqueles que vivem próximos às áreas naturais relatam a seca dos rios e um crescente processo de desertificação. Cuíca-d'água, espécie ameaçada de extinção. Chapada dos veadeiros. Foto: Leonardo Merçon Caso a situação se mantenha, estima-se que os recursos naturais se extinguam em menos de 50 anos, como apontam dados do IBAMA de 2014. Na data de hoje, comemora-se o Dia Nacional do Cerrado, ocasião que oferece à sociedade uma maior visibilidade das discussões acerca da importância do bioma. Dessa forma, enfatizamos a importância da preservação de um dos maiores ecossistemas brasileiros, detentor de uma imensurável importância biológica e de uma beleza ímpar, sinônimo de nossas riquezas naturais. Vista do cerrado. Foto: Augusto Milagres e Gomes O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • 9 de setembro - Dia do Veterinário

    Hoje comemora-se o dia dos especialistas que atuam no cuidado à saúde dos animais: os médicos veterinários. Ao contrário do que muita gente pensa, esses profissionais não lidam apenas com bichinhos domésticos, mas sim com toda a diversidade de espécies encontradas na natureza. Existem mais de 80 áreas dentro da profissão, especializadas no trato de animais silvestres, marinhos ou até mesmo no controle da saúde de rebanhos em propriedades rurais. Desse modo, os veterinários garantem não só o bem-estar dos animais como também de toda a população, pois atuam na prevenção de doenças transmitidas, direta ou indiretamente, dos animais para o ser humano. A data foi escolhida para relembrar o dia 9 de setembro de 1933, quando o então presidente Getúlio Vargas assinou o decreto de lei que regularizou a profissão e o ensino da medicina veterinária no país. Desde então, o exercício da atividade se tornou mais formalizado e veio evoluindo consideravelmente, tanto no Brasil como ao redor do mundo. O Instituto Últimos Refúgios conta com a participação ativa de vários profissionais da área e os parabeniza por escolherem desempenhar essa profissão tão linda, essencial a sociedade e, é claro, aos animais. Um Feliz dia do Veterinário. O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • 05 de Setembro: Dia da Amazônia!

    Hoje é comemorado o dia da Amazônia, dia de refletir o quão importante ela é para nós. A riqueza do nosso Brasil, Amazônia! Nós temos em nosso país, a maior floresta tropical do mundo, a floresta Amazônica! Ela possui aproximadamente 6 milhões de quilômetros quadrados, sendo a maior parte de seu território predominante no Brasil. Estende-se ainda pelos países da América do Sul: Suriname, Bolívia, Guiana, Guiana Francesa, Venezuela, Colômbia, Peru e Equador. Ela é responsável por mais da metade da biodiversidade do planeta, representando um terço das florestas tropicais no mundo. Foto: Pôr do sol no Rio Guaropé, em meio à Floresta Amazônica na divisa entre Brasil e Bolívia, proximidades do município de Comodoro, Mato Grosso, 2013 - Thiago Silva-Soares. Você sabia?! A Amazônia tem grande importância no equilíbrio ecológico da Terra, atuando diretamente na qualidade de vida e controle da temperatura do planeta. Além disso também serve de habitat para a maioria da biodiversidade do nosso planeta. As copas das árvores nos fornecem sombra e um ambiente mais fresco, as florestas também atuam na qualidade do ar, deixando o ar mais puro. E não é só isso, você já ouviu dizer que “onde tem vegetação tem chuva?!”, exatamente! As florestas atuam diretamente no ciclo da água. A bacia hidrográfica da Amazônia possui cerca de 7 milhões de quilômetros quadrados de extensão, sendo considerada a maior bacia hidrográfica do mundo! Tendo os principais rios afluentes: o Amazonas (maior do mundo em extensão), Negro, Trombetas, Japurá, Madeira, Xingu, Tapajós, Purus e Juruá. A ameaça na nossa floresta tem se intensificado devido ao desmatamento, queimadas e ações antrópicas, colocando em risco mais de 75% da biodiversidade vivente. O desmatamento na Amazônia afeta diretamente a fauna e flora da região, além de causar desequilíbrios e crises ambientais em todo o mundo! Nesse dia tão importante, vamos nos conscientizar e alertar à todos sobre a importância de preservar nossa Amazônia. O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • Dia 03 de Setembro: Dia Nacional do Biólogo, o defensor da vida.

    Você sabia que no dia 3 de setembro comemora-se o Dia do Biólogo no Brasil? A data foi escolhida em razão da regulamentação da profissão no ano de 1979, sendo criado também na mesma data o Conselho Federal de Biologia (CFBio). O Instituto Últimos Refúgios trabalha pela preservação do meio ambiente e reconhece no biólogo um profissional extremamente fundamental neste trabalho. São três campos principais de atuação: Meio Ambiente e Biodiversidade, Saúde, Biotecnologia e Produção. Em todas as áreas que esse profissional atua - até mesmo na saúde pública - ele trabalha por melhorias e pela preservação do meio ambiente. Para escolher a carreira de biólogo é necessário uma grande e significativa vocação: proteger o meio ambiente. Sabemos que o mundo está passando por vários desequilíbrios ambientais e a maioria infelizmente é causado por nós, seres humanos. Sendo assim, a atuação desse profissional torna-se ainda mais importante. Nosso recado é: biólogo, tenha em mente o seu valor e trabalhe dando o seu melhor para que mais e mais problemas ambientais sejam amenizados ou até mesmo solucionados. Para que a cada dia possamos encontrar maneiras de viver em harmonia com a natureza. É o que deseja o Instituto Últimos Refúgios neste dia. Parabéns aos profissionais da biologia, que escolheram essa bonita profissão que procura compreender a maneira como os animais se comunicam, como as plantas se desenvolvem, como as correntes dos oceanos se movem; que buscam compreender como a genética evolutiva funciona e que trabalham na conservação das espécies do nosso planeta. "Ser biólogo não é um trabalho, é um modo de vida." (Ernst Mayr) Feliz Dia do Biólogo! O Projeto Marsupiais é uma iniciativa do Instituto Últimos Refúgios, criado em 16 de maio de 2017. Sua ações visam a permanência das espécies de marsupiais nos ambientes naturais, assim eles poderão contribuir exercendo seu papel ecológico. As ações de conservação dos marsupiais realizadas pelo projeto envolvem principalmente a disseminação de informações e curiosidades sobres essas espécies e com isso é possível sensibilizar a população para a importância dos animais, como os gambás, que por vezes são muito discriminados. O projeto também atua em apoio ao resgate, cuidados, reabilitação e soltura de marsupiais. Com isso, ajuda a manter as populações de gambás e cuícas em ambientes de preservação. Email: projetomarsupiais@gmail.com Ajude-nos a proteger nossos marsupiais! Siga o Projeto Marsupiais e compartilhe nossas publicações. Artigo 29 da Lei nº 9.605 (Lei de Crimes Ambientais) de 12 de Fevereiro de 1998 É crime - Matar, perseguir, caçar, apanhar, utilizar espécimes da fauna silvestre, nativos ou em rota migratória, sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente, ou em desacordo com a obtida. Pena - detenção de seis meses a um ano, e multa. O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • Engajando futuros profissionais: palestra convida alunos a conhecerem práticas de preservação

    Em homenagem ao dia do biólogo, comemorado nesta terça-feira, 3 de setembro, o centro universitário FAESA está promovendo a “Semana de Biologia”, evento que busca apresentar aos alunos do curso de Ciências Biológicas as diversas áreas de atuação dentro da profissão. A bióloga Iasmin Macedo, diretora do Instituto Últimos Refúgios, foi uma das convidadas para falar um pouco sobre sua experiência como coordenadora do Projeto Marsupiais, iniciativa que fomenta a conservação dessas espécies através da disseminação de conhecimento, da sensibilização e do engajamento popular. A palestra em questão, realizada na última segunda-feira, 02 de setembro, foi conduzida de forma bastante dinâmica, com a ativa participação e interesse dos alunos. Estimulados pela oportunidade de conhecer um pouco mais sobre a área, os futuros biólogos tiveram a oportunidade aprender sobre como funciona o dia-a-dia de alguém que atua na área e sobre como é trabalhar com um campo da biologia voltado para a preservação. Neste contexto, também foram abordados os desafios de se fazer parte desse meio, como a falta de oportunidades no mercado de trabalho e o crescente desestímulo à pesquisa e à iniciativas ambientais. Apesar disso, o intuito da apresentação foi o de convidar novos profissionais a seguirem essa área tão essencial no exercício da biologia. Para tal, destacou-se a importância de promover a formação de biólogos proativos, capazes de desenvolver iniciativas que integrem práticas ambientais com a gratificação de se fazer o que ama. Fotos: João Pedro Zanardo e Thiago Silva-Soares O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. ​​ "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais. ​​

  • A Jornada das Bruxas: leia e promova a preservação da natureza

    O Instituto Últimos Refúgios recebeu um presente da escritora Karina Heid. Seu livro de ecoficcção indicado para todas as faixas etárias está de graça na AMAZON até hoje (30/08/2019), sexta-feira. E até o fim do ano toda a renda gerada com a leitura deste livro será direcionada para os projetos do Instituto, principalmente na sensibilização ambiental. Clique na imagem para acessar o livro. Nas palavras da autora, o objetivo é que a leitura e compartilhamento do livro reflitam a empatia e o amor pelo mundo vivo que são sua prioridade. Aproveite a leitura da obra e ao mesmo tempo ajude o Instituto Últimos Refúgios! Literatura e preservação da natureza inspiram pessoas e promovem mudanças. O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. ​​ "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais. ​​

  • Sucesso em captura de mamíferos arborícolas: nova metodologia de pesquisa científica.

    Diante de tantas dificuldades em conseguir bons resultados e de fazer ciência no Brasil, os pesquisadores e cientistas precisam constantemente buscar novos meios para trabalhar. Existem aqueles que preferem os meios mais usuais, mas também os que gostam de inovar. Assim surgiu uma ideia: transformar o que era uma armadilha para captura de animais terrestres em uma armadilha - muito eficiente - de captura de animais arborícolas. Foto: Cuíca-lanosa-cinza (Marmosa paraguayana) - Iasmin Macedo 2017 Como todos já devem saber, estudantes normalmente não "nadam" em dinheiro. As armadilhas comuns, utilizadas para captura de mamíferos, possuem valor significativo para o bolso dessa galera. Trabalhos de captura de animais silvestres envolvem a utilização de no mínimo 30 armadilhas para se conseguir um bom número de capturas. Um número consideravelmente elevado. Adquirir armadilhas de metal pode aumentar muito o custo de pesquisa para estudantes. Além disso, a instalação dessas armadilhas não é nada fácil. Existem diferentes formas, como por exemplo posicionar a armadilha em uma plataforma de madeira e suspendê-la a uma certa altura do chão, ou então amarrar a própria armadilha no tronco de árvores. Uma missão, não é?! Foto: Armadilha do tipo gaiola em árvore - Iasmin Macedo 2017 Por esses e outros motivos é que foi desenvolvido um novo método de captura de animais arborícolas, que chamamos de Pitfall Suspenso (Suspended Pitfall). O que fizemos foi colocar o Pitfall no alto das árvores, suspenso por uma corda e apoiado em um galho, e não mais enterrado parcialmente no chão, como geralmente acontece para captura de mamíferos, répteis, anfíbios, entre outros animais terrestres. Foto: Pitfall Suspenso sendo armado - Iasmin Macedo 2017 O trabalho foi realizado em áreas de floresta nativa e sistemas agroflorestais Cabruca, plantação de cacau no interior de floresta, às margens do Rio Doce, na cidade de Linhares, Espírito Santo. Os resultados foram animadores. Foram capturados diversas espécies de marsupiais e roedores. Um dado interessante foi a captura de vários indivíduos da espécie cuíca-lanosa (Caluromys philander), animal estritamente arborícola e que dificilmente entra nas tradicionais armadilhas do tipo gaiola. Foto: Cuíca-lanosa (Caluromys philander) - Iasmin Macedo 2017 Para que nosso trabalho fosse concluído com êxito, contamos com a ajuda dos professores da Universidade Federal do Espírito Santo Yuri Leite e Leonora Costa, que ajudaram na identificação de algumas espécies, e Roberta Paresque, que nos auxiliou com o empréstimo de armadilhas. Infelizmente ao final da pesquisa todas as armadilhas foram furtadas, impossibilitando a continuidade das expedições naquele momento. Foto: Pitfall Suspenso instalado - Iasmin Macedo 2017. Foto: Cuíca-marrom jovem (Marmosa murina) - Iasmin Macedo 2017. O artigo foi publicado na língua inglesa e pode ser acessado gratuitamente pelo site da Revista Brasileira de Zoociências. Entendemos que ciência deve ser para todos! Por se tratar de uma nova metodologia de estudos científicos, escolhemos publicar o artigo em uma revista classificada como “Open Access”, online e de livre acesso. O download do PDF também pode ser feito gratuitamente. Foto: Autores do artigo "A new and simple method to capture small arboreal mammals: the Suspended Pitfall. Helder José, Iasmin Macedo e Mateus C. Loss. 2017 Galeria de Fotos Fotos: Pitfall Suspenso instalado; Gambá-de-orelha-preta (Didelphis aurita) capturado; Rato-da-árvore (Rhipidomys mastacalis) capturado; Duas cuícas-lanosa-cinza (Marmosa paraguayana) capturadas juntas; Cuíca-marrom (Marmosa murina) com filhotes; Gambá-de-orelha-preta (Didelphis aurita) após soltura; Iasmin Macedo - 2013 e 2017. O Projeto Marsupiais é uma iniciativa do Instituto Últimos Refúgios, criado em 16 de maio de 2017. Sua ações visam a permanência das espécies de marsupiais nos ambientes naturais, assim eles poderão contribuir exercendo seu papel ecológico. As ações de conservação dos marsupiais realizadas pelo projeto envolvem principalmente a disseminação de informações e curiosidades sobres essas espécies e com isso é possível sensibilizar a população para a importância dos animais, como os gambás, que por vezes são muito discriminados. O projeto também atua em apoio ao resgate, cuidados, reabilitação e soltura de marsupiais. Com isso, ajuda a manter as populações de gambás e cuícas em ambientes de preservação. Email: projetomarsupiais@gmail.com Ajude-nos a proteger nossos marsupiais! Siga o Projeto Marsupiais e compartilhe nossas publicações. Artigo 29 da Lei nº 9.605 (Lei de Crimes Ambientais) de 12 de Fevereiro de 1998 É crime - Matar, perseguir, caçar, apanhar, utilizar espécimes da fauna silvestre, nativos ou em rota migratória, sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente, ou em desacordo com a obtida. Pena - detenção de seis meses a um ano, e multa. O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • Organizações da Sociedade Civil / ONGs, o poder da união das pessoas!

    Em uma época que se intensifica a necessidade de ações imediatas de preservação de nossas florestas, o governo infelizmente escolhe o caminho oposto: não apresenta propostas focadas na conservação da biodiversidade, fomenta o descrédito aos dados de institutos nacionais respeitados mundialmente e faz acusações infundadas à instituições civis. O Instituto Últimos Refúgios repudia qualquer tentativa de “demonização” por parte do poder público em relação às Organizações Não Governamentais (ONGs)/ Organizações da Sociedade Civil (OSC). Foto: Ação de ONG em Educação Ambiental Uma ONG tem como uma de suas atividades suprir necessidades da sociedade que não são atendidas pelo governo, por algum motivo. Em sua maioria, essas organizações são formadas por pessoas comuns que têm o desejo de fazer algo positivo para a sociedade. Trabalham sem fins lucrativos em prol da população e do meio ambiente. Foto: Ação de ONG em Sensibilização Ambiental As declarações feitas pelos governantes ferem a dignidade de todas as ONGs que trabalham de forma árdua e honesta, com muito sacrifício, a favor do Brasil, independentemente de partidos políticos ou formas de governos. “É uma declaração leviana, irresponsável, diversionista do presidente. Quem ele acha que está enganando? Os dez municípios com maior foco de incêndio este ano na Amazônia são os mesmos dez municípios que têm o maior número de desmatamentos. Só não vê quem não quer”, respondeu o diretor de Justiça Socioambiental da WWF Brasil, Raul Valle, sobre as acusações do presidente da República, Jair Bolsonaro, de que ONGs seriam responsáveis pelos incêndios na Amazônia. (Fonte: portal G1) Foto: Ação de ONG em Sensibilização Ambiental sobre o atropelamento de fauna Já o diretor-executivo da WWF-Brasil, Maurício Voivodic, destacou que “os trabalhos das ONGs na Amazônia não depende de recursos do governo. A responsabilidade do governo é cuidar do patrimônio público, das florestas, e não tentar criar uma divergência em torno das razões, dos dados, do financiamento. Isso acaba confundindo o debate cujo eixo central deveria ser como diminuímos o desmatamento da Amazônia.” (Fonte: O Globo) Em nota, a WWF ainda ressalta que “os recursos que o governo suprimiu foram as doações internacionais ao Fundo Amazônia e eles subsidiavam ações de combate ao desmatamento e a incêndios, entre outras coisas. Portanto, o que o alegado corte em repasse de recursos causou foi a redução na capacidade do Estado de combater o desmatamento e os incêndios.” Foto: Ação de ONG em Sensibilização Ambiental sobre a poluição do meio ambiente Paulo Addario, estrategista sênior de florestas do Greenpeace, acusou o governo de tentar criminalizar as ONGs. "O Estado não tem capacidade de atuar em todos os lugares, e parte da sociedade civil assume a responsabilidade de fazer isso. Aí você criminalizar isso é um desejo deliberado de descrédito porque o presidente não acredita na organização social, ele acha que é uma coisa manipulada pela esquerda, pelos comunistas", disse o ambientalista, citado pelo jornal O Globo. "No fundo, é criminalizar a cidadania. Só governos autoritários, que sonham com ditaduras, podem pensar em criminalizar os seus cidadãos", destacou, acrescentando que acreditar em conspirações de entidades internacionais contra o Brasil é "uma coisa paranóica que não é nova". Foto: Ação de ONG em Educação Ambiental Carlos Bocuhy, presidente do Instituto Brasileiro de Proteção Ambiental (Proam), qualificou de "absurdas" as declarações de Bolsonaro. "Essa afirmativa da Presidência da República é completamente irresponsável… não faz nenhum sentido dizer que ONG está colocando fogo em floresta. Pelo contrário, é um grande absurdo”, afirmou. (Fonte: portal G1). Diante dos últimos acontecimentos, o Instituto Últimos Refúgios declara apoio irrestrito às instituições que estão atuando positivamente na preservação da Amazônia e de todas as florestas do Brasil. O sentimento que fica é a certeza de que não estamos sozinhos e que seguiremos fortes em nossas atividades a favor do meio ambiente! Fontes citadas: O Globo Portal G1 Portal G1 WWF

  • Aranhas urbanas

    Com suas teias amareladas e sua coloração chamativa, a inofensiva Nephila Clavipes, conhecida popularmente como aranha-da-teia-amarela, sente-se bastante à vontade em áreas urbanas brasileiras, graças à disponibilidade de nutrientes e o aumento de temperatura causada pela urbanização. Estes ambientes formam micro habitats bastante favoráveis para as aranhas, visto que oferecem um grande número de presas e a ausência de predadores. Nephila clavipes fotografada em Linhares, Espírito Santo - Sudeste do Brasil. em área de Mata Atlântica. Foto: Leonardo Merçon / Instituto Últimos Refúgios A presença desses artrópodes, às vezes um pouco temida, se dá pela destruição de seus habitats causada por ações antrópicas e pela facilidade de dispersão e adaptação a diferentes ambientes. Como consequência do desmatamento provocado pelo avanço das cidades, há um aumento de temperatura e uma alta produção de lixo, o que torna o ambiente favorável para o crescimento de algumas espécies. Para o site Ciências Hoje das Crianças, o biólogo João Lucas Chavari destaca que a disponibilidade de nutrientes faz com que as aranhas cresçam rapidamente e estejam prontas para reproduzir. Além disso, a quantidade de ovos colocados pelas aranhas é influenciada pela disponibilidade de nutrientes no ambiente, o que explica o aumento do número em regiões urbanizadas. Grande parte das espécies de aranhas que encontramos nas cidades não apresenta risco de morte ao homem, como é o caso da Argiope argentata, popularmente conhecida como aranha- de- prata devido a sua coloração. Aranha-de-prata (Argiope argentata) fotografado em Linhares, Espírito Santo - Sudeste do Brasil. Bioma Mata Atlântica. 2013. Foto: Leonardo Merçon - Instituto Últimos Refúgios. Porém, algumas podem ser altamente perigosas, como é o caso das espécies pertencentes ao gênero Loxosceles, conhecidas como aranhas- marrom. No geral, elas não são agressivas e os acidentes acontecem quando alguém as toca sem querer. Grande parte destes acidentes ocorrem quando calçamos sapatos ou encostamos em galhos e folhas onde esses indivíduos estão presentes. A influência das aranhas na nossa qualidade de vida é inegável, pois realizam um papel fundamental no controle biológico de insetos que podem ser vetores de doenças, atuam na manutenção do equilíbrio ecológico e pode ser que elas encontrem nas cidades, os seus últimos refúgios. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

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