Search Results
711 resultados encontrados com uma busca vazia
- A paixão pela Observação da Natureza e a Bioblitz da Mata Atlântica – Nova matéria no Jornal on-line Folha Vitória
Confira minha mais recente história na coluna “NATUREZA E CULTURA por Últimos Refúgios”, no Jornal on-line Folha Vitória , onde compartilho como a observação da natureza transformou minha relação com o mundo natural e como iniciativas como a Bioblitz da Mata Atlântica 2025 podem aproximar mais pessoas da ciência cidadã e da conservação da biodiversidade. Corrupião pousa na câmera do fotógrafo Leonardo Merçon para investigar o observador de aves. | Foto: Elisangela Lima Em um mundo saturado de imagens criadas por inteligência artificial, esta é uma oportunidade de mergulhar em histórias REAIS da natureza , com fotos e relatos de quem vive diariamente a experiência do contato com a vida selvagem. 📸 Leia a matéria completa aqui: 👉 A paixão pela Observação da Natureza e a Bioblitz da Mata Atlântica – Jornal on-line Folha Vitória Se você é capixaba, compartilhe essa maravilha do nosso estado com seus amigos. As riquezas naturais da Mata Atlântica e o poder transformador da ciência cidadã merecem! 💚 Leia, comente, curta e compartilhe este conteúdo. Sua interação é fundamental para manter viva a minha chama da luta pela conservação e mostrar ao mundo a importância de proteger nossa biodiversidade. Quer ajudar a divulgar? Copie o link da matéria e mande nos seus grupos do WhatsApp de pessoas que amam a natureza! Espero que tenham gostado desta história. Te vejo na próxima aventura! 🌎💚 👉 Leia a MATÉRIA completa no Jornal on-line Folha Vitória e junte-se a nós nessa jornada de conservação! 📚 CONFIRA A COLUNA AQUI Por Leonardo Merçon Fotógrafo e Cinegrafista de natureza, fundador do Instituto Últimos Refúgios, Mestre em Conservação da Biodiversidade e Desenvolvimento Sustentável, apaixonado pelo meio ambiente! Junte-se a mim nesta incrível jornada de descobertas sobre a vida selvagem e veja mais histórias lindas que vivo estando sempre explorando a natureza. ME SIGA NO INSTAGRAM E ACOMPANHE ESSA JORNADA
- ‘Corredores’: documentário será exibido na TVE no próximo dia 05
Material de divulgação de "Corredores" Na próxima quinta-feira (05), o documentário “ Corredores ” será exibido na grade de programação da TVE Espírito Santo , às 18h45. Essa é mais uma oportunidade para quem não conseguiu assistir ao filme no seu lançamento , no início de 2024. Produção do Instituto Últimos Refúgios e dirigido por Klaus'Berg, o documentário mostra a importância do Corredor Ecológico que liga o Parque Estadual da Pedra Azul (passando pela Reserva Águia Branca) até o Parque Estadual do Forno Grande e retratada com a sensibilidade, histórias contadas pelo povo local, pesquisadores e responsáveis pela gestão das Unidades de Conservação. Além das sessões de estreia nos cinemas da Grande Vitória, a obra também foi exibida no festival “Filmambiente” e teve uma temporada na plataforma de streaming online bombazila . Confira o trailer de “Corredores”: Serviço: "Corredores” TVE Espírito Santo - Canal 2.1 Dia 05 de junho 18h45 Este projeto foi realizado com recursos públicos do Governo Federal viabilizados pela Lei de Incentivo à Cultura, do Ministério da Cultura. Realizado pelo Instituto Últimos Refúgios, com o patrocínio do Grupo Águia Branca e Arcelor Mittal, e com apoio do Parque Estadual Pedra Azul, Reserva Águia Branca, Parque Estadual Forno Grande, Pedra Azul Aventura, Diaço e Iema.
- Conheça os Marsupiais da Amazônia
Catita ( Gracilinanus agilis ) | FOTO: João Pedro Zanardo Os mamíferos, classe Mammalia, são divididos em Prototheria e Theria. A subclase Prototheria abrange a ordem dos monotremados, mamíferos ovíparos, ou seja, que põem ovos. Os únicos representantes vivos dessa ordem são os ornitorrincos e as equidnas, ambos encontrados apenas na Austrália e na Nova Guiné. A subclasse Theria é dividida em duas infraclasses, Eutheria (placentários) e Metatheria ( marsupiais ), de mamíferos vivíparos. A viviparidade corresponde ao desenvolvimento do embrião dentro do organismo materno, é uma característica comum entre os mamíferos placentários e marsupiais. Os mamíferos placentários têm gestações longas em contrapartida os marsupiais têm gestações muito mais curtas, porém possuem um período prolongado de lactação e consequentemente de cuidado parental. Os marsupiais nascem prematuros e terminam o crescimento junto ao corpo da mãe. Alguns marsupiais brasileiros possuem uma bolsa, o marsúpio, para proteção dos filhotes recém-nascidos. Quando falamos em marsupiais logo nos lembramos de espécies australianas, como os famosos cangurus e coalas. No entanto, existem pelo menos 340 espécies de marsupiais, em grande parte restritos geograficamente à Austrália e à América do Sul, além de algumas espécies distribuídas na América Central e apenas uma na América do Norte ( Didelphis virginiana ). Atualmente são descritas mais de 130 espécies de marsupiais nas Américas, correspondendo a cerca de 10% da diversidade de mamíferos da América do Sul. Os marsupiais sul-americanos existentes estão incluídos em duas linhagens: Ameridelphia (ordens Didelphimorphia e Paucituberculata) e Australidelphia. Enquanto Ameridelphia é altamente diversa neste continente, Australidelphia é representada apenas pela espécie Dromiciops gliroides . Cuíca -de-quarto olhos ( Philander opossum )| FOTO: Leonardo Merçon Os didelfídeos (família Didelphidae, a única da ordem Didelphimorphia) são a maior radiação de marsupiais americanos, principalmente da América do Sul, apresentando especialmente espécies arbóreas, de pequeno a médio porte, que habitam florestas tropicais e/ou subtropicais. Os didelfídeos abrangem as denominações populares gambás, cuícas e catitas. Esta classificação vernacular considera a comparação do porte das espécies: espécies de grande porte, as do gênero Didelphis , são denominadas de gambás; já as espécies de outros gêneros, quando possuem porte médio, são chamadas de cuícas, e as de porte pequeno são chamados de catitas. No Brasil, ocorrem 15 gêneros e 69 espécies de marsupiais, estas são caracterizadas por dimensões externas, coloração e tipo de pelagem. A Amazônia é o maior bioma brasileiro e também um dos mais diversos do planeta. Os didelfídeos apresentam grande diversidade na Amazônia, com 48 espécies, das quais 21 são descritas como endêmicas, ou seja, ocorrem exclusivamente no bioma amazônico. Em quase toda a Amazônia Legal, ou seja, região delimitada no Brasil englobando nove estados (Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins e parte do Maranhão), é encontrado o gambá-comum ( Didelphis marsupialis ), uma espécie não endêmica do bioma que apresenta grande plasticidade ecológica e distribuição comum nas áreas de ocorrência. O gambá-amazônico ( Didelphis imperfecta ) é uma espécie endêmica da Amazônia, porém, com ocorrência menos comum que o D. marsupialis . Morfologicamente eles podem ser distinguidos, por características como a coloração das orelhas, pois a espécie D. marsupialis apresenta orelhas totalmente enegrecidas, enquanto que D. imperfecta possui orelhas com pigmentação enegrecida na parte inferior e branca na parte apical. Pesquisas recentes, a partir da análise de fósseis e da distribuição geográfica ao longo do tempo de espécies vivas e extintas de didelfídeos, apontam indícios de que esse grupo de marsupiais pode ter surgido na Amazônia há aproximadamente 40 milhões de anos. Cuíca-lanosa ( Caluromys lanatus ) | FOTO: Marcella Rosa Ao contrário dos gambás, a cuíca-de-colete ( Caluromysiops irrupta ), endêmica do bioma, é uma espécie de ocorrência rara e a única do seu gênero. A nível global, pela classificação da União Internacional para a Conservação da Natureza ( International Union for Conservation of Nature - IUCN) é classificada como pouco preocupante, devido à sua presença em áreas de conservação no Peru. No entanto, no âmbito brasileiro é classificada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) como criticamente em perigo, em virtude dos poucos registros da espécie, não sendo até o momento registrada em unidades de conservação brasileiras. A cuíca-de-quatro-olhos ou cuíca-verdadeira ( Philander opossum ), espécie encontrada nos estados brasileiros do Amapá, Amazonas, Maranhão, Pará e Roraima, e a catita-de-cauda-curta ( Monodelphis touan ), com ocorrência nos estados do Amapá e Pará, são outros exemplos de espécies de marsupiais endêmicos do bioma amazônico. Em virtude dos diversos serviços ecossistêmicos realizados pelos marsupiais, dispersão de sementes, regulação de populações de invertebrados e bioindicadores da qualidade do seu habitat, é importante destacar a necessidade de sensibilizar sobre a conservação destes, destacando que entre as espécies amazônicas, três delas ocorrem apenas na Amazônia Legal (as catitas Monodelphis vossi e Monodelphis saci e a cuíca Metachirus arinatai ). A biodiversidade dos marsupiais amazônicos é essencial para o equilíbrio do bioma Amazônico. Além disso, devido a extensa área do território amazônico a diversidade de marsupiais pode estar subestimada. Texto: Ana Messias
- O gambá e seu trabalho na natureza: confira vídeo produzido pelo Projeto Marsupiais
Utilizando o YouTube como ferramenta de sensibilização ambiental, o Projeto Marsupiais, disponibilizou mais um vídeo na plataforma nesta quinta-feira (28). Na produção, por meio da jornada do gambá-de-orelha-preta “Marsú”, vemos o papel desenvolvido pelo gambá na natureza e a maneira que a espécie age como uma grande aliada do ser humano. Confira o vídeo aqui: Projeto Marsupiais O Projeto Marsupiais vem desenvolvendo e planejando o trabalho de resgate e reabilitação dos marsupiais que necessitem de cuidados. Este trabalho acontece inicialmente nas cidades da Grande Vitória, no Espírito Santo. Por ser uma organização sem fins lucrativos, o Instituto Últimos Refúgios depende de doações para dar continuidade aos projetos em desenvolvimento. Para o Projeto Marsupiais não é diferente. Saiba como contribuir com as atividades do projeto clicando aqui .
- Projeto Vitória da Restinga e Parque Costeiro celebraram o Dia da Família com ação educativa
Alunos assistindo palestra a uma palestra de boas vindas ao Parque Costeiro | FOTO: Vitor Pinheiro Na manhã do dia 7 de maio, o Projeto Vitória da Restinga , em parceria com o Parque Costeiro , promoveu uma atividade especial em comemoração ao Dia da Família. Três turmas do Centro Municipal de Educação Infantil (CMEI) Rubens José Vervloet Gomes , acompanhadas de seus pais e da equipe escolar, foram calorosamente recebidas para vivenciar uma manhã de sensibilização e conexão com a natureza. Atividades realizadas pelos alunos junto ao Projeto Vitória da Restinga | FOTOS: Vitor Pinheiro A programação teve início com uma caminhada guiada por um educador ambiental do Parque, até a Tenda da Restinga, que contou com exposição de livros, maquete, monóculos, jogos, animais taxidermizados e muita interação com a carismática mascote Penélope, a gambá. Durante toda a atividade a equipe do Projeto Vitória da Restinga, realizou um bate-papo sobre o ecossistema local, com ênfase na importância da Restinga. Ao fim do roteiro, as famílias assistiram ao “Cine Costeiro”, que exibiu o primeiro episódio da série “Baía das Tartarugas”, outra iniciativa do Instituto Últimos Refúgios . Atividades realizadas pelos alunos junto ao Projeto Vitória da Restinga | FOTOS: Vitor Pinheiro As crianças, seus responsáveis e professores demonstraram grande entusiasmo e curiosidade. A ação reforçou o valor da educação ambiental desde os primeiros anos e a importância da participação familiar nesse processo. Projeto Vitória da Restinga O Projeto Vitória da Restinga é uma realização do Instituto Últimos Refúgios, com a parceria da Prefeitura de Vitória e Parque Costeiro Vale, busca promover o diálogo com a comunidade por meio de ações de sensibilização ambiental, informando sobre a importância da Restinga, a biodiversidade local e o trabalho de revitalização na Restinga de Vitória, capital do Espírito Santo. O objetivo é gerar um efeito positivo para as comunidades locais e ressaltar a importância de conservar a biodiversidade desse ambiente tão impactado. Te convidamos para conhecer mais sobre o projeto nas redes sociais e fazer parte das próximas ações. Nos vemos por lá! Interação de crianças com a Gambá Penelope | FOTOS: Vitor Pinheiro
- Restinga x Ser Humano: instituto apresenta esquete teatral na Ilha do Boi
No detalhe, O Banhista (Arthur Moschen) pedindo perdão para a Restinga (Letícia Sansi) em apresentação na Ilha do Boi | FOTO: Vitor Pinheiro O domingo de Dia das Mães (11) também foi marcado pela sensibilização ambiental na Ilha do Boi . Retratando a resistência da natureza perante os maus hábitos do ser humano, o Projeto Vitória da Restinga levou um espetáculo cenográfico para os banhistas que estavam passando a tarde na praia. A equipe abordou diferentes grupos que estavam aconchegados nas areias e apresentou uma peça, em que a Restinga (Letícia Sansi) e o Banhista (Arthur Moschon) entram em um embate de argumentações sobre a relação do ser humano e a conservação de ambientes costeiros. Entre eles está o Palhaço Juiz (Berg Veras), mediando a situação e indagando o público com questões reflexivas a respeito do tema. Diferentes momentos do número teatral nas Praias Grande e do Nenel, Ilha do Boi | FOTOS: Vitor Pinheiro Acompanharam a peça a mascote Tartaruga Olívia, que chamou a atenção e cativou principalmente o público infantil, e educadoras ambientais do Projeto Vitória da Restinga, que ficam responsáveis por abordar os espectadores e sanar possíveis dúvidas. Além da encenação, o projeto também esteve presente com uma tenda de sensibilização ambiental, onde foram realizadas abordagens e exibidos materiais informativos. Abordagens na tenda de sensibilização ambiental | FOTOS: Vitor Pinheiro Projeto Vitória da Restinga O Projeto Vitória da Restinga é uma realização do Instituto Últimos Refúgios, com a parceria da Prefeitura de Vitória e Vale, busca promover o diálogo com a comunidade por meio de ações de sensibilização ambiental, informando sobre a importância da Restinga, a biodiversidade local e o trabalho de revitalização na Restinga de Vitória, capital do Espírito Santo. As atividades do Projeto, também contemplam a Praia de Camburi e as Ilhas do Boi e do Frade, com a parceria da Associação dos Moradores e Proprietários da Ilha do Boi (AAMPIB) e Associação dos Moradores Proprietários e Amigos da Ilha do Frade (SAMIFRA). O objetivo é gerar um efeito positivo para as comunidades locais e ressaltar a importância de conservar a biodiversidade desse ambiente tão impactado. Te convidamos para conhecer mais sobre o projeto nas redes sociais e fazer parte das próximas ações. Nos vemos por lá! FOTOS: Vitor Pinheiro
- Projeto Vitória da Restinga promove Rap Ambiental na Ilha do Frade
Markho durante set de improvisação na Praia da Direita, Ilha do Frade | FOTO: Vitor Pinheiro No último sábado (10), o clima na Ilha do Frade foi de Rap e sensibilização ambiental. Isso porque o Projeto Vitória da Restinga levou às praias da Ilha, os MC’S Gael e Markho para envolver os banhistas com beats e rimas sobre a importância do ecossistema de Restinga. A performance, que aconteceu nas Praias da Direita e da Castanheira, consistiu em uma série de improvisos, com aqueles que aproveitavam a tarde no local. Em seguida, os artistas interagiram com o público, pedindo respostas para a pergunta “O que devemos fazer para conservar os ambientes costeiros?” O resultado foram versos utilizando as próprias frases dadas pelo público, em forma de sensibilização ambiental. Gael interagindo com o público durante apresentação na Praia da Direita, Ilha do Frade | FOTO: Vitor Pinheiro Além do número de rap, o Projeto Vitória da Restinga esteve presente com uma tenda informativa, onde educadoras ambientais realizaram abordagens com o público sobre o ecossistema de Restinga. A mascote Olívia também esteve presente para animar a ação, acompanhada de personagens caracterizados como “Restinga”, “Banhista” e “Palhaço”. Juntos, todos compuseram a ação e foram sucesso entre o público. Abordagens do Projeto Vitória da Restinga com o público da Ilha do Frade | FOTOS: Vitor Pinheiro Projeto Vitória da Restinga O Projeto Vitória da Restinga é uma realização do Instituto Últimos Refúgios , com a parceria da Prefeitura de Vitória e Vale , busca promover o diálogo com a comunidade por meio de ações de sensibilização ambiental, informando sobre a importância da Restinga, a biodiversidade local e o trabalho de revitalização na Restinga de Vitória, capital do Espírito Santo. As atividades do Projeto, também contemplam a Praia de Camburi e as Ilhas do Boi e do Frade, com a parceria da Associação dos Moradores e Proprietários da Ilha do Boi (AAMPIB) e Associação dos Moradores Proprietários e Amigos da Ilha do Frade (SAMIFRA) . O objetivo é gerar um efeito positivo para as comunidades locais e ressaltar a importância de conservar a biodiversidade desse ambiente tão impactado. Te convidamos para conhecer mais sobre o projeto nas redes sociais e fazer parte das próximas ações. Nos vemos por lá! FOTOS: Vitor Pinheiro
- Instituto Últimos Refúgios participa da 5ª Conferência Nacional do Meio Ambiente em Brasília
Plenária Principal na 5ª Conferência Nacional do Meio Ambiente | FOTO: Leonardo Merçon Entre os dias 4 e 9 de maio de 2025, o Instituto Últimos Refúgios esteve presente na 5ª Conferência Nacional do Meio Ambiente (CNMA) , realizada em Brasília (DF). O fotógrafo de natureza e fundador do Instituto, Leonardo Merçon , integrou a delegação capixaba composta por 36 representantes eleitos democraticamente nas etapas municipais e estaduais da conferência. A participação reafirma o compromisso do Instituto com a conservação ambiental , o diálogo democrático e o fortalecimento de políticas públicas voltadas ao meio ambiente. A CNMA é o principal espaço de construção coletiva de diretrizes para a Política Nacional de Meio Ambiente, reunindo representantes de todo o Brasil – entre eles gestores públicos, acadêmicos, técnicos, povos originários, comunidades tradicionais e membros da sociedade civil. Representatividade capixaba Durante o evento, foram promovidos Grupos de Trabalho (GTs) divididos por eixos temáticos, nos quais os delegados aprimoraram e votaram nas propostas consideradas prioritárias para enfrentar os desafios da emergência climática e promover a justiça ambiental. Parte da delegação capixaba presente na conferência Leonardo Merçon participou ativamente do GT do eixo temático de Educação Ambiental, que reuniu especialistas, educadores e representantes de diversas regiões do país em debates intensos e enriquecedores. “As discussões foram sérias, emocionadas e cheias de esperança. Foi comovente ver tantas pessoas engajadas na luta ambiental, mesmo diante das incertezas e desafios que enfrentamos”, relata Merçon. Ao final do processo, foram consolidadas e votadas 100 propostas — sendo 10 prioridades — entregues oficialmente à Ministra do Meio Ambiente, Marina Silva. Entre as propostas mais votadas estão o financiamento de políticas ambientais com destinação mínima de 5% do orçamento público, a implantação de uma educação ambiental crítica e transformadora em todos os níveis de ensino, e a criação de um Sistema Nacional de Brigadas Populares para combate a incêndios florestais. Palestra do climatologista Dr Carlos Nobre | FOTO: Leonardo Merçon A delegação capixaba também se destacou na articulação de moções. Essas manifestações foram protocoladas durante a conferência e, quando aprovadas, integraram o documento final entregue ao Ministério do Meio Ambiente. Para o Instituto Últimos Refúgios, a participação na CNMA foi um marco importante de escuta ativa, colaboração e presença institucional em uma agenda nacional decisiva. “Foi uma honra representar o Espírito Santo e levar conosco a voz da conservação capixaba. Voltamos com a certeza de que não estamos sozinhos e de que a mobilização social é essencial para enfrentar a crise climática com dignidade, justiça e coragem”, finaliza Merçon. Veja a lista de 100 propostas apresentadas no evento: Veja a lista de propostas priorizadas:
- Delegação Capixaba marca presença na Conferência Nacional de Meio Ambiente 2025 em Brasília – Nova matéria Jornal on-line Folha Vitória
Confira minha mais recente história na coluna “ NATUREZA E CULTURA por Últimos Refúgios ”, no Jornal on-line Folha Vitória, onde compartilho minha experiência como integrante da delegação capixaba na 5ª Conferência Nacional de Meio Ambiente. Um relato pessoal e sensível sobre a importância da presença de vozes do Espírito Santo no debate nacional sobre a crise climática e a construção coletiva de soluções para um futuro mais sustentável. Delegação do Espírito Santo reunida na abertura da conferência | Foto: Leonardo Merçon/Instituto Últimos Refúgios Em um mundo saturado de imagens criadas por inteligência artificial, esta é uma oportunidade de mergulhar em histórias REAIS da natureza, contadas por quem vive o dia a dia da conservação ambiental e carrega a urgência climática na alma. 📸 Leia a matéria completa aqui Leia a MATÉRIA completa no Jornal on-line Folha Vitória e junte-se a nós nessa jornada de conservação! Se você é capixaba, compartilhe essa maravilha do nosso estado com seus amigos. As ações ambientais e as vozes que ecoam da nossa terra merecem! 💚 Leia, comente, curta e compartilhe este conteúdo. Sua interação é fundamental para manter viva a minha chama da luta pela conservação e mostrar ao mundo a importância de proteger nossa biodiversidade. Quer ajudar a divulgar? Copie o link abaixo e mande nos seus grupos do WhatsApp de pessoas que amam a natureza! Espero que tenham gostado desta história. Te vejo na próxima aventura! 🌎💚 👉 Leia a matéria completa no Jornal on-line Folha Vitória e junte-se a nós nessa jornada de conservação!CONFIRA A COLUNA AQUI . Por Leonardo Merçon Fotógrafo e Cinegrafista de natureza, fundador do Instituto Últimos Refúgios, Mestre em Conservação da Biodiversidade e Desenvolvimento Sustentável, apaixonado pelo meio ambiente! Junte-se a mim nesta incrível jornada de descobertas sobre a vida selvagem e veja mais histórias lindas que vivo estando sempre explorando a natureza. ME SIGA NO INSTAGRAM E ACOMPANHE ESSA JORNADA
- Com mostras fotográficas e audiovisual, exposição “Baía das Tartarugas” chega ao Parque Costeiro
Tartaruga Olívia junto ao público próxima a toten no Parque Costeiro | FOTO: Caroline Reis A exposição " Baía das Tartarugas : riqueza marinha na capital do Espírito Santo" chegou ao Parque Costeiro . Após passar pela sede do Projeto Tamar e Shopping Vitória, a mostra fotográfica agora está disponível para visitação até o final do mês de maio, no espaço localizado na área norte da Praia de Camburi . A exposição conta com 5 totens que reproduzem imagens (em tamanho ampliado) do livro “Baía das Tartarugas: riqueza marinha na capital do Espírito Santo”, lançado em novembro de 2024. As fotos, realizadas pelo fotógrafo de natureza Leonardo Merçon, tem o objetivo de destacar a biodiversidade e o potencial da Área de Proteção Ambiental (APA) Baía das Tartarugas. Além da exposição fotográfica, uma prévia da série “Baía das Tartarugas” está em exibição, no Cine Costeiro, de 9h às 16h horas, na sala Restinga 2. O episódio em questão é o primeiro, que mostra, de uma perspectiva lúdica, a jornada da tartaruga Vitória em um resgate realizado na APA. Serviço Exposição “Baía das Tartarugas: riqueza marinha na capital do Espírito Santo” Local: Parque Costeiro Período: até 31 de maio Horário de funcionamento: terça a domingo, das 8h às 17h O projeto do livro “Baía das Tartarugas: riqueza marinha na capital do Espírito Santo” é uma realização do Instituto Últimos Refúgios e do Projeto de Conservação da Baía das Tartarugas, viabilizado pela Lei de Incentivo à Cultura Capixaba (LICC) da Secretaria da Cultura (Secult), com patrocínio do Grupo Águia Branca, apoio da Grafitusa e parceria da Prefeitura de Vitória. A exposição “Baía das Tartarugas” no Parque Costeiro conta com a parceria da Vale.
- Instituto Últimos Refúgios participa de matéria da National Geographic Brasil sobre os gambás, aliados naturais no combate a pragas urbanas
Trecho da matéria no site da National Geographic O Instituto Últimos Refúgios teve participação em publicação da National Geographic Brasil em uma matéria especial, que aborda a importância ecológica dos gambás como predadores naturais de escorpiões. Com participação da bióloga Iasmin Macedo Gois, coordenadora do Projeto Marsupiais , o conteúdo reforça o papel fundamental desses mamíferos na saúde dos ecossistemas e na convivência harmônica com as cidades. A reportagem revela como os gambás são imunes ao veneno de escorpiões, serpentes e outros animais peçonhentos, e mostra como sua presença pode ser benéfica ao controle natural dessas espécies. Iasmin Macedo durante resgate do Projeto Marsupiais |FOTO: Leonardo Merçon A matéria apresenta ainda duas imagens registradas pelo fotógrafo e diretor do Instituto Últimos Refúgios, Leonardo Merçon, incluindo fotos de um filhote de gambá-de-orelha-preta sendo cuidado pela equipe do projeto, no Espírito Santo. National Geographic e conservação Para o Instituto, a presença na National Geographic representa uma importante conquista na missão de sensibilizar a sociedade sobre o valor da fauna brasileira e os esforços de conservação da biodiversidade. “Ver o trabalho do Projeto Marsupiais ganhando visibilidade internacional é motivo de orgulho e uma chance de desmistificar a imagem desses animais tão mal compreendidos” , afirma Iasmin Macedo, que também é a atual presidente do Instituto Últimos Refúgios. Confira a matéria completa nos sites da National Geographic Brasil e National Geographic Latinoamérica: Versão em português Versão em espanh ol
- Grande conquista do ambientalismo capixaba: Reserva Kaetés e a conservação da Saíra-apunhalada – Nova matéria no Jornal on-line Folha Vitória
Confira minha mais recente história na coluna “NATUREZA E CULTURA por Últimos Refúgios”, no Jornal on-line Folha Vitória , onde compartilho uma jornada emocionante sobre a criação da Reserva Kaetés, uma área protegida essencial para a sobrevivência da saíra-apunhalada — uma das aves mais ameaçadas do mundo. No texto, também revelo um momento marcante que vivi ao fotografar essa espécie rara predando uma lagarta, uma cena inédita que se transformou num símbolo pessoal e coletivo da conservação capixaba. Saíra-apunhalada predando uma lagarta. Fotografia publicada no livro do Corredor Ecológico entre o Parque Estadual da Pedra Azul e o Parque Estadual de Forno Grande. | Foto: Leonardo Merçon / Instituto Últimos Refúgios. Em um mundo saturado de imagens criadas por inteligência artificial, esta é uma oportunidade de mergulhar em histórias REAIS da natureza capixaba, com fotos autênticas e encontros verdadeiros que inspiram e transformam! 📸 Leia a matéria completa aqui Se você é capixaba, compartilhe essa maravilha do nosso estado com seus amigos. As florestas, a saíra-apunhalada e a Reserva Kaetés merecem! 💚 Leia, comente, curta e compartilhe este conteúdo. Sua interação é fundamental para manter viva a minha chama da luta pela conservação e mostrar ao mundo a importância de proteger nossa biodiversidade. Quer ajudar a divulgar? Copie o link desta matéria e mande nos seus grupos do WhatsApp de pessoas que amam a natureza! Espero que tenham gostado desta história. Te vejo na próxima aventura! 🌎💚 👉 Leia a MATÉRIA completa no Jornal on-line Folha Vitória e junte-se a nós nessa jornada de conservação! CONFIRA A COLUNA AQUI Por Leonardo Merçon Fotógrafo e Cinegrafista de natureza, fundador do Instituto Últimos Refúgios, Mestre em Conservação da Biodiversidade e Desenvolvimento Sustentável, apaixonado pelo meio ambiente! Junte-se a mim nesta incrível jornada de descobertas sobre a vida selvagem e veja mais histórias lindas que vivo estando sempre explorando a natureza. ME SIGA NO INSTAGRAM E ACOMPANHE ESSA JORNADA
















