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- Projeto Marsupiais promove Rifa Online
O Projeto Marsupiais continua buscando recursos para participar da 33ª edição do Congresso Brasileiro de Zoologia, evento de grande renome nacional e internacional, que ocorrerá entre os dias 2 e 6 de março de 2020 no município de Águas de Lindóia em São Paulo. O convite, feito pela presidente da SBZ (Sociedade Brasileira de Zoologia), Luciane Marinoni, permitirá que o projeto divulgue seu trabalho à biólogos, pesquisadores, ONGs e instituições de todo o Brasil, promovendo ainda mais o conhecimento e o interesse pela fauna de marsupiais da Mata Atlântica. Além da campanha para arrecadação de fundos por meio de doações e aquisição de produtos, como as camisetas em parceria com a marca Ripple Essentials, o projeto agora oferece uma nova modalidade de contribuição. A rifa online na plataforma “Rifa Tech” sorteará dois prêmios: uma camiseta Gambá-de-orelha-preta com efeito fotossíntese e uma caneca exclusiva do Projeto Marsupiais. Para participar, a contribuição é simbólica no valor de R$ 10,00. O sorteio ocorrerá no dia 28 de fevereiro, às 19 horas. Deste modo, você apoia o Projeto Marsupiais, torna possível a oportunidade de prestigiar o maior evento de zoologia da América Latina e ainda concorre a produtos da iniciativa. O valor arrecadado com a rifa cobrirá gastos com passagens e hospedagem da equipe representante, assim como o desenvolvimento e produção de materiais para divulgação no evento. A plataforma Rifa Tech defende a doação voluntária e se estabelece como facilitadora da arrecadação de fundos para causas beneficentes ou sem fins lucrativos. Portanto, garante a credibilidade e segurança de todo o processo, tornando a participação livre de fraudes e condutas impróprias. Acesse e participe clicando no link: https://www.rifatech.com/app/230430001.xhtml O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.
- #1: História de Fotógrafo - Últimos Refúgios na TV Ambiental
Instituto Últimos Refúgios e TV Ambiental apresentam o primeiro episódio do Programa Últimos Refúgios: “História de Fotógrafo”, programa sobre o trabalho desafiador de fotógrafos e cinegrafistas de natureza na busca por registros da vida selvagem. Leonardo Merçon, fotógrafo de natureza e conservação, e a cinegrafista Ilka Westemeyer revelam os bastidores desta profissão desafiadora, repleta de aventuras, histórias e experiências incríveis. Ilka Westermeyer é alemã e veio ao Brasil para contribuir com o Últimos Refúgios. Focado na fotografia de natureza, o instituto percebeu o interesse do público pelo o que acontecia atrás das câmeras. Assim surgiu o “História de Fotógrafo”, série dirigida pela cinegrafista. Segundo Leonardo Merçon, “a natureza só mostra pra gente o que ela quer que a gente mostre pro mundo” e assim, favorece o trabalho de fotógrafos que buscam apresentar os diferentes habitats, animais silvestres e belezas escondidas pela natureza. A interação sustentável com o meio ambiente é um dos pontos fortes da prática, responsável por encantar profissionais, entusiastas da conservação ambiental e cidadãos comuns, que veem na atividade a oportunidade de conhecer mais sobre a biodiversidade brasileira. Confira o episódio na íntegra: O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.
- Entre montanhas capixabas - expedição aos parques de Forno Grande e Pedra Azul
“Pelas trilhas do Parque Estadual de Forno Grande contempla-se paisagens naturais de tirar o fôlego, além de muitos animais silvestres e aves de espécies variadas. Nossa equipe percorreu o caminho até o mirante local, enfrentando na maior parte do tempo mudanças bruscas de temperatura, chuva, neblina e uma rotina intensa. Apesar dos contratempos, imergimos nessa jornada para revelar as riquezas escondidas em uma das regiões mais biodiversas do território capixaba.” Depois da Reserva Águia Branca, foi a vez do Parque Estadual de Forno Grande (PEFG), no município de Castelo, receber o Instituto Últimos Refúgios em sua segunda expedição para registro das espécies que ilustrarão o terceiro volume da Série Áreas Protegidas - “Últimos Refúgios: Do Parque de Pedra Azul ao Parque de Forno Grande”. A expedição alcançou os municípios de Castelo, Vargem Alta e Domingos Martins, com visitas à Reserva Águia Branca, Parque Pedra Azul e, principalmente, o Parque de Forno Grande. Ainda pouco conhecido, este destaca-se por abrigar o segundo ponto mais alto do Espírito Santo, o “Pico de Forno Grande”, com cerca de 2.029 metros de altura. O local é aberto ao público, com diversas trilhas turísticas, piscinas naturais e cachoeiras, além de vista privilegiada da famosa Pedra Azul. Possui uma sede administrativa e museu para visitantes repleto de animais taxidermizados e posters de animais e plantas. O Instituto Últimos Refúgios foi recebido pelos gestores Rodolpho Torezani, do Parque de Forno Grande e Daniela Soares, do Parque de Pedra Azul, grandes parceiros/apoiadores do projeto. EXPEDIÇÃO A segunda expedição do projeto teve foco no reconhecimento, avaliação e pesquisa dos parques estaduais. Autorizado pelo IEMA (Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos), o Instituto Últimos Refúgios pôde estudar o local para identificação - e registro - de espécies nativas. Assim como no primeiro campo, o cronograma contou com saídas pela manhã para avistamento de aves e à noite para busca por mamíferos. Alguns dias foram reservados para instalação de câmeras especiais - equipamentos inovadores para registro de animais silvestres em habitat natural. Nas trilhas da Reserva Águia Branca, tufos de pêlos denunciaram a presença de felinos na região. A surpresa veio alguns dias depois, embaixo de chuva, quando a equipe se reuniu para conferir o registro de uma jovem jaguatirica flagrada por câmeras especiais. O momento foi de muita alegria e emoção. A biodiversidade dos parques revelou diversas aves: Mãe-da-lua, pássaro bastante característico da região, com olhos grandes, hábitos noturnos e plumagem camuflada, similar a troncos de madeira; Bacurau-tesoura-gigante, espécie de aspecto místico, com longas penas na cauda; Tucano-de-bico-verde em ninhos dentro de troncos de árvore; Araponga, ave de canto estridente e coloração verde próxima ao bico; e muitas outras. O livro "Últimos Refúgios: Do Parque de Pedra Azul ao Parque de Forno Grande", revelará estas e outras espécies do Corredor Ecológico entre as duas unidades. Em 2020, o instituto continuará explorando a região para mais registros da biodiversidade local. Fotos: João Zanardo O livro "Últimos Refúgios: Do Parque de Pedra Azul ao Parque de Forno Grande" é uma realização do Instituto Últimos Refúgios e Ministério da Cultura, com apoio do IEMA e Reserva Águia Branca e patrocínio do Grupo Águia Branca O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.
- Projeto "Tour Amigos da Jubarte" fomenta turismo de observação de baleias na Serra
O Instituto Últimos Refúgios em parceria com a Prefeitura Municipal da Serra iniciará em 2020 o projeto “Tour Amigos da Jubarte”, iniciativa que agregará educação ambiental, difusão científica e inclusão social. A iniciativa faz parte do Projeto Amigos da Jubarte, uma realização do Instituto Últimos Refúgios e Instituto o Canal em parceria com a Vale, Universidade Federal do Espírito Santo e agência de turismo AVES. O projeto será voltado à crianças de comunidades em situação de vulnerabilidade social, promovendo a sensibilização e ressaltando a importância da conservação dos ecossistemas marinhos à professores, estudantes da rede pública e seus familiares. O projeto também ofertará atrações culturais, atividades interativas, capacitação de professores, difusão científica, excursões e lançamento do concurso “Quero ver Baleia”. A ideia é transformar a vida de crianças com uma experiência única e inesquecível. Tudo será registrado pela equipe de mídia do Instituto Últimos Refúgios para confecção de um documentário, recheado de emoção, ciência e muita alegria. Ficou curioso? Fique ligado para saber mais! "Projeto Financiado pelo Fundo Municipal de Conservação Ambiental da Serra" Extrato de Termo de Fomento Termo de Fomento nº 05/2019 que entre si celebram o Município da Serra, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, e o Instituto Últimos Refúgios, CNPJ 15.716.272/0001-60, tendo em vista o constante no processo administrativo nº 72005/2015, regendo-se pelo disposto nos termos da Lei Federal nº 13.019, de 31 de julho de 2.014, alterada pela Lei Federal nº 13.204/2015 e nos Decretos Municipais nº 2.709/2010 e nº 2.033/2017. Objeto: Educação Ambiental por meio de imersões de sensibilização em 03 Unidades Municipais de Ensino, atendendo 600 crianças e adolescentes e 200 adultos, e do Concurso “Quero Ver Baleia” com oferta de passeios de observação de baleias para 30 alunos, seus acompanhantes e 06 professores. Valor: R$ 30.000,00 Dotação Orçamentária: 18.542.0290.1.030; Unidade Orçamentária 14.02.00; Elemento de Despesa 3.3.90.39.00 Data da Assinatura: 12/11/2019 O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.
- Andada do Caranguejo-uçá 2020
Nesta sexta-feira (10) começa o primeiro período da “Andada do Caranguejo Uçá”, medida que proíbe a captura, transporte, comercialização ou qualquer tipo de intervenção nociva à espécie. Também está proibida a comercialização de partes isoladas do animal, como quelas, pinças e garras. O primeiro período estende-se até 15 de janeiro. A Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (SEAMA) determina quatro períodos da “Andada” no Espírito Santo, com intervalos semanais até abril, mês que encerra a fase reprodutiva da espécie. Neste período, machos e fêmeas saem de tocas profundas e andam pelo manguezal para acasalamento e liberação de ovos. Mesmo que a captura do caranguejo-uçá seja regulamentada por portarias do IBAMA, a espécie consta na “Lista Nacional das Espécies de Invertebrados Aquáticos e Peixes Sobreexplotadas ou Ameaçadas de Sobreexplotação”, responsável por reunir espécies que sofrem por ação de condutas ilegais e exploração excessiva. O respeito às medidas proibitivas garantem a sobrevivência dos caranguejos e a reposição de indivíduos na natureza, permitindo o equilíbrio do ecossistema. O desrespeito ao período de defeso é crime ambiental sujeito a multa. A ação é promovida pelas prefeituras de Vitória e Vila Velha e realizada pela Secretaria de Meio Ambiente, Coordenação de Educação Ambiental e Coordenação de Fiscalização Ambiental, com apoio do IBAMA. O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.
- Parque Botânico Vale prestigia último encontro do Clube de Observadores da Natureza
O Parque Botânico Vale é um espaço de lazer para toda a família, cercado por natureza, animais silvestres e áreas para atividades culturais e socioambientais. Reconhecido como uma das mais importantes unidades de conservação da Mata Atlântica, provou ser o lugar ideal para receber o último encontro do “Clube de Observadores da Natureza”. “Canarinhos da Serra”, clube da escola EMEF Serrana, foi o primeiro a participar da iniciativa. Durante ano de 2019, em sete encontros, o projeto buscou incentivar crianças e adolescentes a integrarem de forma sustentável áreas conservadas da Grande Vitória, além de promover um aprendizado mais dinâmico, lúdico e divertido. Na atividade final, alunos passearam pela trilha da Mata Ciliar do Parque Botânico Vale, repleta de espécies arbóreas nativas, animais silvestres e paisagens naturais. O caminho foi guiado por funcionárias e pelo coordenador do projeto João Zanardo, que revelou informações sobre a biodiversidade local e orientou as atividades de registro de natureza. O passeio culminou em uma visita ao Jardim Sensorial, atração destaque do Parque Botânico que reúne plantas com diversas texturas, aromas e cores. O local estimula sentidos físicos e cognitivos, oferecendo uma experiência interativa para descoberta de propriedades encontradas nos diferentes elementos da natureza. A sala de educação ambiental recebeu os estudantes para encerramento das atividades. O momento contou com lanche coletivo, bate-papo, feedbacks, retrospectivas e premiações à participantes de destaque do clube. A aluna Larissa dos Santos recebeu o livro “Biodiversidade no Espírito Santo”, produzido pelo Instituto Últimos Refúgios, enquanto Melissa de Souza Coelho, do 7º ano, ganhou uma camisa da instituição. Ambas se sobressaíram pelo maior número de espécies registradas durante os campos do projeto. A primeira edição do “Clube de Observadores da Natureza nas Escolas” atingiu ótimos resultados. Além de promover cultura e conhecimento, provou-se capaz de transformar a mentalidade dos participantes, como relata o coordenador João Zanardo: “Muitas crianças confessaram que o projeto mudou a forma com que enxergavam a natureza, ensinando a importância de se respeitar todas as formas de vida.” O projeto retornará em 2020 e, até o momento, busca recursos para atingir outras escolas e regiões da Grande Vitória. Um até logo aos jovens desbravadores da natureza! O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.
- Instituto Últimos Refúgios estreia programa na TV Ambiental
Instituto Últimos Refúgios e TV Ambiental apresentam: “Programa Últimos Refúgios”, série televisiva repleta de biodiversidade e aventuras pelas paisagens naturais do Espírito Santo. Estreia nesta sexta-feira (20) na programação diária da TV Ambiental, canal 525 HD. Os apresentadores Leonardo Merçon e Ilka Westermeyer conduzirão o espectador em uma experiência imersiva em meio a vida selvagem, revelando espécies exóticas e habitats desconhecidos. O programa acompanhará o trabalho desafiador de fotógrafos e cinegrafistas de natureza na busca por registros da fauna e flora da Mata Atlântica, um dos biomas mais ameaçados do planeta. Veiculando conteúdo inédito, a série também promoverá a difusão científica por meio de vídeos educativos e entrevistas com biólogos, pesquisadores, líderes de iniciativas de conservação e pessoas engajadas à causa ambiental. O Instituto Últimos Refúgios trabalha na criação de produtos culturais voltados à conservação do meio ambiente. Neste novo projeto, em parceria com a TV ambiental, busca apresentar as riquezas naturais do Espírito Santo, estado rico em natureza e de grande potencial ao turismo ecológico. A emissora possui programação voltada às questões ambientais da Grande Vitória e do estado, sendo forte incentivadora de ações que promovam a sustentabilidade deste território. Os episódios serão lançados semanalmente.Após transmissão, você também poderá conferir os episódios no youtube da TV Ambiental e do Instituto Últimos Refúgios, e no IGTV do Instagram. O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.
- Projeto Caiman lança novo livro - "Marginais": Jacarés da Mata Atlântica
O Projeto Caiman, por meio da parceria entre Instituto Marcos Daniel e Instituto Últimos Refúgios, lançou neste mês o livro “Marginais”: Jacarés da Mata Atlântica, obra que reúne textos, infográficos e fotografias voltadas à desconstrução do preconceito popular em relação a espécie. Com 208 páginas, o livro consolida-se como produto de difusão científica e sensibilização ambiental responsável por reiterar a importância biológica dos jacarés na natureza e promover a reflexão sobre o tratamento oferecido a estes animais. Fotografias do livro Os capítulos trazem informações sobre a Mata Atlântica - habitat dos jacarés -, além de conteúdo riquíssimo sobre a história evolutiva, características físicas da espécie e os inúmeros desafios que enfrentam na luta pela sobrevivência. Os módulos apoiam-se em diversas fotografias ilustrativas que imergem o leitor no mundo destes grandes répteis. Como diferencial, o livro oferece uma experiência reflexiva. A primeira capa, em preto e branco, traz no título destaque para o adjetivo “Marginais” - representando a visão hostil da sociedade em relação à espécie. A segunda capa, colorida, apresenta um filhote carismático junto do título “Jacarés da Mata Atlântica” em letras garrafais. Depois da leitura, caso seja sensibilizado, o leitor pode escolher qual das capas representa sua concepção sobre os jacarés. Produzida por diversos profissionais e colaboradores, a obra traz introdução co-escrita por Leonardo Merçon, presidente do Instituto Últimos Refúgios; Marcelo Santos, presidente do Instituto Marcos Daniel e Yhuri Nóbrega, coordenador do Projeto Caiman. Apresenta também prefácio de Pablo Sirosky, presidente Regional para América Latina e Caribe da União Internacional para Conservação da Natureza. As fotografias são de Leonardo Merçon e fotógrafos convidados. Pablo Sirosky, Yhuri Nóbrega e Marcelo Santos (respectivamente) O evento de lançamento foi realizado no Centro de Educação Ambiental da Arcelormittal Tubarão, patrocinadora do Projeto Caiman. A empresa abriga diversos jacarés nas áreas verdes ao entorno, principalmente na região denominada “santuário dos jacarés”, e em parceria com o projeto visa garantir a conservação destes indivíduos em seus habitats naturais. A cerimônia foi prestigiada por membros e voluntários dos institutos Marcos Daniel e Últimos Refúgios, funcionários da ArcellorMittal e pessoas atreladas à área ambiental. Contou com a fala dos idealizadores do projeto Marcelo Santos e Yhuri Nóbrega e personalidades como João Bosco, gerente geral de Sustentabilidade e Relações Institucionais da ArcellorMittal; Marcos Coutinho, coordenador de crocodilianos do ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade) e Pablo Sirosky. Os representantes falaram sobre a gratificação de integrar a equipe responsável pela realização deste importante projeto de valor social, cultural e ambiental que, acima de tudo, objetiva a permanência dos jacarés-de-papo-amarelo no território capixaba e a sensibilização sobre o importante papel que desempenham ao equilíbrio ecológico. João Bosco, Pablo Sirosky e Marcos Coutinho, respectivamente O evento também contou com exposição de fotografias do livro, coquetel para os convidados e momento para autógrafos com os autores, que concederam entrevistas à veículos de comunicação da Grande Vitória. O Projeto Caiman é pioneiro na pesquisa, conservação e sensibilização ambiental das populações dos Jacarés-de-papo-amarelo (Caiman latirostris) no Brasil. Reconhecido pelo primoroso trabalho realizado em prol da espécie, foi convidado pela ArcellorMittal à produzir um novo livro no próximo ano, deixando todos ansiosos para lançamento de mais um rico produto cultural. Agradecimentos: Fotografias - Leonardo Merçon, Rodrigo Giesta, Yhuri Barichvich, Luiz Effgen, Gustavo Pedro de Paula, Lindolfo Souto, Julio Cezar Gonzelez Filipino, Ilka Westermeyer, Gustavo Magnago, Jozélia Correia, William Alcântara, Beto Morais, Marcelo Calazans, Kátia Carvalho, Joarley Rodrigues, Luis Bassetti, Cristina Zampa e Sérgio Gomes da Silva Filho. Textos - Pablo Sirosky, Leonardo Merçon, Yhuri Nóbrega, Marcelo Santos, Benjamin M. Baptista Filho, Rodrigo Giesta Figueiredo, André Felipe Barreto-Lima, Sérgio Lucena Mendes, Flávio Curbani, Thiago Simon Marques, Igor Joventino Roberto, Ana Carolina Srbek de Araújo, Rodrigo Barbosa Ferreira, Iago Silva Ornellas, Paulo Roberto de Jesus Filho, Thassiane Targino Silva, Paulo Quadros de Menezes, Daniel Santos Neves, Victor Santos Neves, Daniela Neris Nossa, Ygor Machado, Marcos Eduardo Coutinho, Thatiane Corona Borlini, Eduardo Lázaro de Faria Silva, Luis Antonio Bassetti e João Bosco Reis da Silva. O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.
- Projeto Marsupiais é convidado para 33º Congresso Brasileiro de Zoologia
O Congresso Brasileiro de Zoologia é um evento bienal realizado pela SBZ (Sociedade Brasileira de Zoologia) que reúne simpósios, trabalhos científicos, palestras, minicursos e concursos relacionados à ciência e à zoologia. Promove o debate de diversas temáticas relevantes para desenvolvimento da pesquisa e a integração de profissionais, pesquisadores e estudantes da área em um ambiente aberto ao conhecimento e a troca de experiências. O Projeto Marsupiais foi convidado diretamente pela presidente da SBZ, Luciane Marinoni, para participar da 33ª edição do congresso que ocorrerá entre os dias 02 e 06 de março de 2020 no município de Águas de Lindóia em São Paulo. O evento reunirá projetos ambientais do Brasil inteiro para compor uma área exclusiva com stands de divulgação e venda de produtos. O Projeto Marsupiais terá seu próprio espaço para interação com visitantes, venda de camisas, canecas, livros, chaveiros e diversos outros materiais do projeto e do Instituto Últimos Refúgios. AJUDE O PROJETO MARSUPIAIS Iniciativa do Instituto Últimos Refúgios, o Projeto Marsupiais dialoga com valores promovidos pelo evento de defesa da fauna nacional. O convite surgiu como grande surpresa - e honra - da equipe, grata pelo reconhecimento e oportunidade única de prestigiar o maior evento de zoologia da América Latina. Contudo, a participação do projeto ainda é incerta. O Instituto Últimos Refúgios é uma ONG sem fins lucrativos, portanto, trabalha com orçamento limitado para manter as atividades e custear eventos como este. Além dos investimentos necessários para impressão dos materiais de divulgação, fabricação e transporte dos produtos para venda no local - que contribuirão com parte dos gastos - a viagem até Águas de Lindóia, cidade localizada no interior de São Paulo, exigirá altos custos com passagens e acomodação dos representantes do projeto. Águas de Lindóia, SP Apesar de jovem, o Projeto Marsupiais já recebe reconhecimento por ser um dos únicos no Brasil focado na conservação das diversas espécies de marsupiais. Ganha vida por meio de uma grande equipe de voluntários composta por biólogos, médicos veterinários, fotógrafos, jornalistas e também por você, que acompanha a iniciativa pelo site e mídias sociais. Contamos com a sua ajuda para levar as ações do Projeto Marsupiais à pessoas do Brasil inteiro no Congresso Brasileiro de Zoologia. Estamos lançando uma campanha que arrecadará fundos para viabilizar a viagem por meio de doações, aquisição de produtos e camisetas. Você pode acessar a aba doação no site do Instituto Últimos Refúgios, entrar em contato com o projeto pelas redes sociais ou ainda acessar o site da Ripple para adquirir as camisas do projeto. Acreditamos no poder do trabalho em equipe para transformar grandes objetivos em realidade. O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.
- Trabalho voluntário: exercício de cidadania e solidariedade
Organizações sem fins lucrativos, como o Instituto Últimos Refúgios, ganham vida pelas mãos de diversas pessoas, dispostas a oferecer suas habilidades, ideias e experiências para realização de projetos ambiciosos, desenvolvidos com o intuito de transformar o mundo em um lugar melhor. O trabalho não remunerado é prova da gratificação pessoal de integrar iniciativas tão importantes à sociedade, além de excelente oportunidade para compartilhar ideias, desenvolver habilidades, conhecer pessoas e viver uma experiência profissional única. Neste contexto, a ONU (Organização das Nações Unidas) instituiu o 5 de dezembro como “Dia Internacional do Voluntário” para reconhecer a importância da prática. Disseminando ideais de altruísmo e proatividade, estabelece alguns objetivos como a mitigação de impactos ambientais e a garantia da sustentabilidade por meio da conscientização popular. O compromisso social promovido pela atividade também é responsável por assegurar o exercício da cidadania e valores como responsabilidade e solidariedade, provando-se como o melhor caminho de integração entre instituições e pessoas que desejam agir em prol de causas sociais, ambientais e outros segmentos. O Instituto Últimos Refúgios é grato pelos voluntários de diversas áreas que contribuem para tornar realidade sua missão: a sensibilização ambiental por meio da cultura e amor pela natureza. A organização recebe colaboração de médicos veterinários, essenciais ao cuidados dos animais resgatados pelo Projeto Marsupiais; advogados, que prestam consultoria jurídica ao Instituto; biólogos e jornalistas, responsáveis por levar ao público informações sobre a biodiversidade capixaba, além de diversos outros profissionais. O trabalho solidário praticado por amor é imprescindível à grandes realizações. O Instituto Últimos Refúgios agradece e parabeniza a dedicação de todos que doam seu tempo e disponibilidade à Instituição, tornando possível a realização de nossos projetos e iniciativas. O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.
- Atividade escolar leva alunos a conhecerem projetos de conservação do ES
O conhecimento é fundamental na sensibilização à favor da preservação da natureza, principalmente quando promovido dentro do ambiente escolar. Neste contexto, seguindo a temática “Meio Ambiente e Biodiversidade”, turmas de sétimo ano da escola EMEF Serrana estão desenvolvendo seminários sobre diversos projetos de conservação do Espírito Santo, incentivados por iniciativa da bióloga e professora Cristina Zampa. Além do conteúdo tradicional presente na grade curricular da disciplina de ciências os trabalhos se estabelecem como uma maneira de instigar a interdisciplinaridade, fomentar o interesse das crianças pelo trabalho das organizações e engajá-las na luta pela preservação dos animais e da biodiversidade do estado. As orientações da atividade solicitavam as ações, objetivos, estratégias de conservação, atividades de educação ambiental e os animais estudados pelo seguintes projetos: Projeto Caiman: iniciativa voltada à pesquisa e conservação dos jacarés-de-papo-amarelo do Brasil; Projeto Chelonia mydas: responsável pelo monitoramento do impacto de poluentes sobre as tartarugas-marinhas brasileiras; Projeto Marsupiais: iniciativa do Instituto Últimos Refúgios focada na difusão científica, sensibilização e preservação dos marsupiais; Projeto Tamar: engajado na pesquisa e preservação das tartarugas marinhas; Projeto Pró-Tapir: responsável pelo monitoramento e conservação das antas na Mata Atlântica Capixaba; Projeto Harpia: trabalho de conservação e proteção das harpias, maiores aves de rapina brasileiras; Projeto Amigos da Jubarte: focado no turismo sustentável e preservação das baleias-jubarte no Espírito Santo; Herpeto Capixaba: projeto focado na pesquisa, difusão científica e conservação de répteis e anfíbios. Além das apresentações compostas por vídeos, cartazes e slides, outras metodologias de ensino foram utilizadas. O jogo educativo do ebook "O jacaré de papo amarelo: guia para educação ambiental" foi uma das contrapartidas, fazendo a alegria das crianças com sua dinâmica educativa e divertida. A proposta foi muito bem recebida pelas turmas. A professora, bastante engajada na formação de jovens mais conscientes e ativos em causas ambientais, confessa sentir-se orgulhosa ao observar interesse e dedicação no desenvolvimento dos trabalhos. Comenta ainda sobre a gratificação de desempenhar um bom papel como educadora ao atuar na quebra de paradigmas, influenciando olhar dos alunos sobre a relação com o meio ambiente. “A educação ambiental é um trabalho contínuo. Os resultados demoram, mas é possível observar o envolvimento dos alunos, que passam a participar mais das aulas, a levar reportagens que veem na TV ou internet sobre temas discutidos em sala e a compartilhar o interesse em observar de perto os animais estudados”, relata Cristina. Os projetos de conservação se estabelecem como ferramentas eficazes para introduzir jovens a este meio, estimulando novas perspectivas e o conhecimento sobre o trabalho de biólogos, veterinários, fotógrafos de natureza, educadores ambientais e demais profissionais envolvidos na causa ambiental. O importante é iniciar a sensibilização desde cedo, formando uma geração mais consciente e futuros líderes de iniciativas socioambientais. Fotos: Cristina Zampa O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.
- Desbravando novos refúgios: expedição à Reserva Águia Branca
A produção do novo livro da Série Áreas Protegidas levou a equipe do Instituto Últimos Refúgios até o município de Vargem Alta na Reserva Águia Branca para uma verdadeira experiência de campo em meio a natureza. Localizada entre os parques estaduais de Forno Grande e Pedra Azul, a região é uma RPPN (Reserva Particular do Patrimônio Natural), área administrada por organizações privadas empenhadas na conservação ambiental. Propriedade do Grupo Águia Branca, a reserva é responsável por fazer o intercâmbio entre fragmentos florestais, consolidando-se como importante unidade de preservação da biodiversidade local. OBJETIVO Entre os dias 29 de outubro e 05 de novembro, o fotógrafo de natureza Leonardo Merçon, a coordenadora e bióloga Iasmin Macedo, o produtor Raphael Gaspar, os cinegrafistas Felipe Facini e Ilka Westermeyer, o assistente de fotografia Joarley Rodrigues, o guia de observação de aves Felipe Ventura e o guia e conhecedor das trilhas locais Ângelo Uliana, aventuraram-se nessa verdadeira jornada de contemplação e registro da fauna local. A expedição foi a primeira de busca e registro dos animais nativos que irão compor a obra “Últimos Refúgios: Do Parque de Pedra Azul ao Parque de Forno Grande”, que trará fotografias inéditas das Unidades de Conservação que formam o Corredor Ecológico, retratando as belezas, espécies locais e toda a conjuntura da sustentabilidade deste território. Além do trabalho fotográfico para a realização do livro, as filmagens imersivas e contemplativas da natureza local servirão para compor alguns dos futuros projetos audiovisuais do Instituto. Os bastidores também foram registrados para a criação de uma minissérie documental de making of do trabalho em campo, que abordará a beleza e as dificuldades da atividade. A EXPEDIÇÃO O planejamento começou muito antes do primeiro dia da expedição. A fim de assegurar o alcance de objetivos e expectativas, houve a elaboração de um cronograma para otimizar as oportunidades de registro dos animais e um estudo minucioso da região, com levantamento de áreas promissoras para exploração. Além disso, o processo exigiu fechamento de contratos, checklist de equipamentos fotográficos e de segurança e suprimento das necessidades básicas da equipe, como alimentação, transporte e alojamento. A coordenadora Iasmin Macedo estava ansiosa para sua primeira expedição em três anos no Instituto. “Minhas expectativas para viver uma experiência de campo com o Últimos Refúgios sempre foram altas. Diferente das atividades de levantamento e captura de animais em que já atuei como bióloga, o Últimos Refúgios trabalha com o levantamento fotográfico por meio do registro das espécies que encontra na natureza. É uma busca muito mais ativa, de desbravamento e descoberta, tornando a experiência de encontrar os animais muito mais surpreendente e emocionante”, relata Iasmin. O cronograma da equipe consistia em sair todos os dias logo pela manhã em busca de aves e à noite à procura de mamíferos com auxílio de uma câmera térmica, fundamental para encontrar animais em ambientes escuros. O equipamento atua na detecção de calor, evidenciando as cores quentes do sangue dos animais em contraste às cores frias da floresta. Desse modo, assim que alguma espécie era identificada, a equipe iluminava o local indicado com uma lanterna e fazia o registro, dessa vez com a câmera profissional. Apesar do planejamento, a imprevisibilidade da natureza deixava todos em estado de alerta, prontos para registrar quaisquer espécies que cruzassem o caminho. Em certa ocasião, uma preguiça foi avistada ao longe, no topo de uma árvore, enquanto secava seus pêlos após um banho de chuva. O momento não escapou das lentes do fotógrafo Leonardo Merçon, que ao identificar o animal, logo apressou-se para fazer o registro. A rotina foi intensa. Algumas das saídas desdobraram-se em longas horas madrugada adentro, com partida à 1 hora da manhã e retorno ao amanhecer. O clima instável apresentava frio pelas manhãs, sol ardente durante o dia e temperaturas ainda menores à noite, que chegaram a atingir 10°C. Além disso, pancadas repentinas de chuva dificultaram algumas atividades, atrasando o cronograma. A experiência impactou os membros da equipe de diferentes maneiras. O cinegrafista Felipe Facini fala sobre a realização pessoal e profissional de fazer parte deste trabalho: “Foi incrível. Participar de uma expedição ao lado de um fotógrafo contratado pela National Geographic (Leonardo Merçon), ter a oportunidade de desbravar uma região ainda pouco explorada do Espírito Santo documentando e apreciando os animais, com certeza foi uma experiência única e muito enriquecedora. Profissionalmente também foi muito inovador pelo uso da câmera térmica e da câmera com sensor de movimento, que permite o registro fotográfico de forma remota." O trabalho serviu como parâmetro para a organização das futuras expedições e também para entrosar a recém formada equipe de campo do Instituto Últimos Refúgios. Sem novos lançamentos desde 2015, o novo volume da Série Áreas Protegidas se estabelece como início de um novo ciclo, promovido pelo edital da lei de incentivo à cultura federal e o patrocinador Grupo Águia Branca. Para Leonardo Merçon, presidente do Instituto e um dos coordenadores do projeto, a expedição foi um grande sucesso: “Como fotógrafo de natureza, fiquei bastante satisfeito por encontrar neste primeiro campo tantas espécies incríveis. Tivemos a oportunidade de fotografar anfíbios, mamíferos e diversas espécies de aves, como a sanã-vermelha, saíra-víuva, tocava-cantadora, arapapá e tesourinha-da-mata, bastante comum nesta área. Com certeza será bastante promissor desenvolver este projeto na região entre Pedra Azul e Forno Grande, um dos locais mais ricos em biodiversidade do Espírito Santo e do Brasil." “O Instituto Últimos Refúgios continuará desbravando as riquezas da região em futuras expedições para retratá-las no 3º livro da Série Áreas Protegidas. Fique ligado em nosso site e redes sociais para acompanhar todas as novidades do projeto. O Livro "Últimos Refúgios: Do Parque Estadual de Pedra Azul ao Parque Estadual de Forno Grande" é uma realização do Instituto Últimos Refúgios e Ministério da Cultura, com apoio do IEMA e Reserva Águia Branca e patrocínio do Grupo Águia Branca. O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.












