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  • Você sabe o que é um Gambá? E um Cangambá?

    Você sabe o que é um gambá? Aposto que quando leu a pergunta já imaginou no clássico “gambá” dos desenhos. Aquele mesmo, preto com as listras brancas nas costas, que esguicha um líquido fedorento quando se sente ameaçado. Acertei? E se eu te falar que aquele animal não é um gambá? Calma! Vou explicar. Existem os gambás e os cangambás. São animais de espécies totalmente distintas. Vamos citar algumas diferenças para compreender com maior facilidade. Gambás O gambá é um mamífero marsupial (Didelphis sp.), da família Didelphidae, ordem Didelphimorphia, representado por seis espécies diferentes, sendo que quatro delas tem ocorrência no Brasil. São animais de pequeno e médio porte. As fêmeas possuem um marsúpio, que também chamamos de bolsa, onde os filhotes, que tem estágio incompleto no nascimento (prematuros), ficam protegidos e se alimentam até seu completo desenvolvimento. São animais com hábitos noturnos, mas podem ser vistos durante o dia. Uma das suas principais estratégias de defesa é fingir-se de morto (processo chamado de tanatose). Mas não é simplesmente ficar parado, eles mudam algumas características no funcionamento do corpo, como por exemplo, diminuindo a frequência cardíaca e respiratória e ficando realmente imóveis quando tocados ou movidos. Esse período pode durar de 1 a 30 minutos. Quanto ao odor desses animais, realmente é desagradável, mas não é tão fétido quanto o dos cangambás, sendo suportável ao olfato humano. Eles possuem glândulas paracloacais (localizadas na região da cloaca), onde fica a secreção com o odor. Tanto as fêmeas, quando os machos, utilizam este cheiro característico para defesa, marcação de território e acasalamento. Sendo que, no período de cio a fêmea libera uma quantidade maior de secreção. Cangambás Os cangambás são mamíferos da família Mephitidae, ordem Carnívora, mas não são marsupiais, o que já indica que não são a mesma espécie. São encontrados em bosques ou campinas. Há espécies nas Américas, incluindo o Brasil. Conhecidos aqui como o zorrilho, jaratataca ou também por doninha-fedorenta. Quando se sente ameaçado levanta a cauda e as patas traseira e libera um jato de líquido fétido, produzido pelas glândulas localizadas no ânus. Este jato pode chegar a 3 metros de distância. Esse líquido não é produzido constantemente, só em último caso. Além do cheiro desagradável, causa ardência nas narinas e nos olhos, tontura e enjoo, o que ajuda a atordoar os predadores permanecendo ativo por muito tempo. Essa é a sua principal estratégia de defesa. A secreção expelida pelo cangambá é composta por uma mistura de substâncias químicas contendo enxofre. É tão poderosa que pode ser sentida a mais de 5 km pelo nariz humano, se tiver a favor do vento. Esses animais possuem os pelos com tonalidades escuras, porém no dorso podemos ver duas largas listras brancas que vão da cabeça até a cauda. Possuem o peso médio de 4 kg e medem até 75 cm de comprimento. A alimentação é composta por insetos, como coleoptera, orthoptera e aranhas, e pequenos vertebrados. Possui hábitos terrestres e noturnos e utilizam tocas, onde repousam durante o dia. Ocorrem em áreas abertas, tendo espécies no Brasil que ocorrem na caatinga, cerrado e também no pampa. E agora, quem sou eu? Então vamos lá. Para concluir e saber se foi compreendido, digam para vocês mesmos quem é quem a partir das minhas perguntas: Tenho pelos escuros e listras brancas no dorso? Quando me sinto ameaçado, solto um esguicho com um cheiro nada agradável? Quem sou eu? Sou um marsupial? Minha principal estratégia de defesa é se fingir de morto? Quem sou eu? Acertou? é isso aí! Agora é tentar não se confundir mais, pois as vezes confundir esses animais acaba sendo o decreto de morte do gambá. Mesmo sendo animais protegidos por lei muitas pessoas matam por achar que é fedorento e nojento, o que não é verdade. Então a missão agora é a conscientização. Conscientize-se e conscientize o próximo para que protejam esses animais e todos os outro. Afinal, todos possuem um importante papel na natureza. Autores: Brenda de Souza Rocha, Laiz Pontes e Giulia Marconato. Email: projetomarsupiais@gmail.com Ajude-nos a proteger nossos marsupiais! Siga o Projeto Marsupiais e compartilhe nossas publicações pelo Facebook e Instagram. O Projeto Marsupiais é uma iniciativa do Instituto Últimos Refúgios, que busca a sensibilização ambiental por meio da cultura, pesquisa científica e educação ambiental. Criado em 16 de maio de 2017, o projeto tem como objetivo aumentar o conhecimento sobre a fauna de marsupiais presentes na Mata Atlântica, e assim promover a conservação através da sensibilização da população. Nosso grande objetivo é mostrar a riqueza dessas espécies e sua grande importância para o ecossistema como um todo e para o ser humano em particular. Artigo 29 da Lei nº 9.605 (Lei de Crimes Ambientais) de 12 de Fevereiro de 1998 É crime - Matar, perseguir, caçar, apanhar, utilizar espécimes da fauna silvestre, nativos ou em rota migratória, sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente, ou em desacordo com a obtida. Pena - detenção de seis meses a um ano, e multa. O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • Baleia Jubarte: brasileira e capixaba

    Todos os anos, os mares capixabas e do sul da Bahia recebem visitantes ilustres: as enormes baleias-jubarte. Elas migram para a costa brasileira todos os invernos para se reproduzir. Aqui, em nossas águas, as gigantes se acasalam, as fêmeas gestantes têm seus filhotes e as jovens baleias aprendem a cantar, saltar e se comunicar. Elas permanecem na Plataforma Continental de Abrolhos de junho a novembro, o maior berço reprodutivo no oceano Atlântico Sul. No verão, retornam às águas geladas da Antártida, onde se alimentam até a próxima temporada de migração. Distribuição Geográfica Apesar do privilégio de termos em 5 meses do ano as baleias-jubarte em nosso litoral, elas não são exclusivas do Brasil. Estes cetáceos, mamíferos que vivem no ambiente aquático, vivem em grupos e tem ampla distribuição e ocorrem em todos os oceanos. A jubarte foi descrita pela primeira vez na Nova Inglaterra, nos Estados Unidos. Baleia-jubarte no Brasil Durante muitos anos a Jubarte, assim como outras baleias, foram vítimas da caça predatória. A população de baleias no globo foi tão drasticamente reduzida que foram realizados tratados internacionais para proibição desta prática. No Brasil, as baleias estão protegidas pela legislação desde 1987. Segundo a tese de doutorado do biólogo LEONARDO LIBERALI WEDEKIN, com informações entre 2001 e 2008, o segundo maior grupo de Jubartes registrado neste período ocorreu no sul do banco de Abrolhos, no Espírito Santo, entre a foz do Rio Doce e Vitória - ES. Enquanto estão por aqui, os machos cantam, saltam e impressionam as fêmeas em seu ritual de acasalamento. Estes comportamentos são bastante intensos e, por isso, a jubarte também é conhecida como baleia cantora. As fêmeas cruzam com mais de um macho e, se forem fertilizadas, darão a luz em nossas águas no ano seguinte, já que sua gestação dura aproximadamente 11 meses. A perspectiva é que as baleias sejam cada vez mais vistas por aqui. Ainda segundo a tese de Leonardo, a estimativa de crescimento da população das jubartes brasileiras é de aproximadamente 20% ao ano. O que fazem as baleias-jubarte no verão? Findada a temporada de reprodução, é hora da baleia-jubarte percorrer novamente milhares de quilômetros até o Oceano Antártico. De dezembro a maio, elas permanecem nestas águas frias para se alimentar de krill, um pequeno crustáceo semelhante ao camarão, e peixes. Esta é a única época do ano em que elas se alimentam e precisam providenciar uma reserva de gordura que as mantenham durante toda a temporada de migração. Baleias à vista! Normalmente, as Jubarte chegam ao nosso litoral em junho, e alguns grupos já foram visualizados nos mares de Vitória pelo Projeto Amigos da Jubarte. Vamos ver baleias? As Jubarte são animais dóceis e amáveis, por isso tem se tornado cada vez mais alvo do turismo de observação. Há alguns anos vários registros de observação vem sendo realizados em pesquisas ou passeios. No Brasil, as atividades de observação são mais concentradas no litoral baiano, mas no Espírito Santo também é possível observá-las. Em Vitória, o Projeto Amigos da Jubarte promove o trabalho de educação ambiental, pesquisa, fomento ao turismo e difusão científica. No site do Projeto há uma lista de agências de turismo certificadas que promovem as atividades de observação no mar capixaba. O turismo de observação de baleias vem crescendo e a temporada já começou. Acesso o site www.queroverbaleia.com e fique por dentro das oportunidades de conhecer pessoalmente nossas gigantes! As Jubartes brasileiras e capixabas estão ganhando visibilidade mundial e ficando famosas, já foram até capa da National Geografic! No último domingo, a expedição para observação de Jubartes em Vitória foi notícia no Fantástico. Confira aqui a matéria completa: "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • Ação Ambiental: Limpeza de Praias

    O descarte incorreto do lixo é um problema mundial. Segundo a BBC, o Brasil lidera a 16ª posição dos países mais poluidores. Estima-se que mais de 95% do lixo encontrado no litoral brasileiro são plásticos, como garrafas, copos, canudos, entre outros. Amostras de lixo recolhido em praias de Vitória no Dia Mundial dos Oceanos. Nos últimos anos, tem aumentado o número de reportagens relatando as consequências que o descarte incorreto do lixo pode causar ao meio ambiente, principalmente ambientes marinhos e costeiros. Mas parece que as pessoas ainda não estão se preocupando em fazer a sua parte. Basta dar uma volta pelo litoral e reparar a quantidade de lixo que é encontrada. Dentre estas consequências, a contaminação da água e da biota marinha e a morte de animais são os problemas mais evidentes. Para se ter noção da gravidade deste problema, já foi registrado animais ingerindo ou ficando presos em lixo, e isto já foi registrado tanto para aves, como para mamíferos e tartarugas marinhas. A melhor forma de resolver este problema mundial é diminuindo a quantidade de lixo depositada em nossos oceanos. E para isso a população precisa que se conscientizar, e todos fazerem a sua parte. Foi com o intuito de sensibilizar a população, que aconteceu no Dia Internacional dos Oceanos 08 de junho, uma ação ambiental de limpeza de várias praias numa parceria que envolveu o Instituto Últimos Refúgios, Instituto Ecomaris, Prefeitura de Vitória, Projeto Pegada, Iate Clube, SAMIFRA (Associação da Ilha do Frade) e empresa Júnior dos estudantes de Oceanografia (Ecoceano). Ação ambiental de limpeza de praias. Houve a participação de instituições de ensino e associações e também a presença de muitas famílias engajadas na causa ambiental. Em aproximadamente 3 horas, foram retiradas mais de 1 tonelada de resíduos de diferentes tipos. Estes resíduos foram utilizados para formar um golfinho de 14 metros na areia! Golfinho construído com o lixo recolhido. Este tipo de ação serve de alerta para mostrar a população da importância de descartar o lixo de forma correta, para evitar a poluição dos mares e morte de diversas espécies de animais. Pensemos assim: todos nós gostamos de curtir uma praia e sempre queremos encontrá-la limpa. Porém, para nós a praia é uma opção de lazer. Para os animais que ali se encontram, a praia é o seu único lar. Confira no vídeo da TV Ambiental a cobertura da ação: E hoje tem mais: até o meio dia acontece limpeza de lixo em Santo Antônio! Preserve nossas praias, preserve nossas espécies! Adote essa ideia. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • Palestra para TEDx TALK : Fotografia de Natureza e Conservação

    O Instituto Últimos Refúgios realiza várias atividades de divulgação científica e sensibilização ambiental, entre as quais palestras realizadas para diversos tipos de público. Uma destas palestras foi realizada recentemente pelo presidente do Instituto, Leonardo Merçon, para TEDx TALK, organização sem fins lucrativos, que tem como lema “Ideias que merecem ser compartilhadas” e se dedica a disseminar ideias com características transformadoras. A palestra realizada nesta ocasião foi sobre Fotografia da Natureza e Conservação, com informações e partilha de experiências para aqueles que buscam conhecimento voltado para área ambiental. E o melhor de tudo é que agora essa palestra está disponível no youtube com legenda em inglês podendo alcançar também pessoas de outros países que não tem domínio da língua portuguesa. Confira aqui a palestra disponibilizada no canal da TEDx TALK e compartilhe também com amigos de língua estrangeira, para que conheçam a fotografia da natureza e ações de conservação realizadas pelo Instituto Últimos Refúgios. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • DIA MUNDIAL DOS OCEANOS

    Você sabia que o dia 08 de junho é uma data importante para a conservação dos oceanos? Pois é! Nesta data é comemorado o Dia Mundial dos Oceanos! Tudo começou em 1992, quando o Governo do Canadá propôs, na ECO-92 (aqui no Brasil, no Rio de Janeiro!), a instituição do Dia Mundial dos Oceanos. Em dezembro de 2008, em uma grande conquista, o Dia Mundial dos Oceanos, comemorado no dia 08 de junho, foi aprovado pela ONU! O objetivo da criação deste dia é celebrar o oceano e sua importância, além de aumentar a conscientização sobre o estado dos oceanos e de toda a vida que depende dele, ou que é afetada direta ou indiretamente por ele. O tema escolhido para as comemoração do Dia Mundial dos Oceanos deste ano foi “Juntos, podemos proteger e renovar o nosso oceano”. MAS POR QUE PROTEGER? Você sabia que os oceanos são considerados pulmões do nosso planeta? Eles produzem a maior parte do oxigênio atmosférico. Além disso, absorvem grande quantidade de calor (ou seja, ajudam a regular o nosso clima), alimentam mais de um terço da população mundial, tem grande importância econômica e abrigam a maior biodiversidade da Terra! Ou seja, os oceanos são essenciais para a manutenção da vida! Mas eles vêm sofrendo com muitos impactos causados pelo homem, como aquecimento, superexploração de recursos, e pela poluição. E por falar em poluição, de acordo com a ONU, 8 milhões de toneladas de plástico vão parar nos oceanos anualmente - se continuar assim, em 2050 haverá mais plástico nos oceanos do que peixes! Todo esse impacto vem afetando a vida marinha que vêm diminuindo em quantidade de espécies e de indivíduos em todo ambiente marinho. Um exemplo da consequência desses impactos é no recife de corais: o aquecimento global está afetando diretamente os recifes que, de acordo com Ministério do Meio Ambiente, abrigam 1 em cada 4 espécies marinhas, incluindo 65% dos peixes! E aí entra a APA Baía de Tartarugas! Ela é muito importante, pois valoriza a riqueza natural da baía e populariza o grande potencial para o ecoturismo na região, contribuindo para a conservação da vida marinha. O Instituto Últimos Refúgios vem atuando diretamente na conservação dos oceanos e da vida marinha! O Instituto promove ações, como a Ação Coletiva em Prol da Vida Marinha em praias para recolhimento de lixo; também atua apoiando projetos dessa área, participando de ações, promovendo palestras, fotografando e fazendo filmagens, e muito mais; além disso, participa criando projetos, como o próprio Projeto Baía de Tartarugas, que valoriza a riqueza natural da baía e populariza o grande potencial para o ecoturismo na região. Mas como VOCÊ pode atuar? Aí vão algumas dicas: Não jogando lixo nos oceanos, nem no chão; Diminuindo seu consumo de plástico ou trocando por opções mais ecológicas e sustentáveis, como por exemplo: trocando canudos plásticos por canudos ecológicos, sacolas plásticas por sacolas retornáveis, garrafas pets pela sua própria garrafinha de água na bolsa, e por aí vai! Diminuindo sua pegada de carbono, com a utilização de bicicletas e transportes públicos, por exemplo; Dando preferência por embalagens biodegradáveis, que não utilizam plásticos, nem isopor, por exemplo; Fazendo coleta seletiva de lixo; Espalhando seu conhecimento e sensibilizando colegas, amigos e familiares; Participando de ações, como a de coleta de lixo da praia, ou organizando o seu próprio mutirão! Apoiando ONGs! Saiba mais em nosso site: https://www.ultimosrefugios.org.br/doacao. Junte-se a nós e comemore conosco esse dia 08 de junho tendo atitudes muito mais sustentáveis! Vamos lá?! "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • Dia do Meio Ambiente - 5 de Junho

    Hoje é comemorado o Dia Mundial do Meio Ambiente! A data foi instituída em 1972 com intuito de promover a conscientização, preservação e proteção do meio ambiente. Infelizmente, os seres humanos se tornam cada vez mais responsáveis pelas drásticas mudanças no meio ambiente, tendo consequências como a poluição, desmatamento, perda da biodiversidade e queimadas, então nós precisamos tomar atitudes que impeçam que esses impactos se tornem irreversíveis futuramente. O que se espera nesse dia tão importante ? No dia mundial do meio ambiente, espera-se no mundo todo que as populações sejam sensibilizadas a respeito da preservação dos recursos naturais e se conscientizem da responsabilidade humana na geração de desenvolvimento sustentável. Para gerar essa conscientização, todo ano a ONU lança um tema para ser amplamente debatido e o tema deste ano é poluição do ar e todos estão utilizando a #combaterapoluiçãodoar. Em todo planeta neste dia serão promovidas ações para combater a poluição do ar, visto que muitas pessoas ainda não sabem o quão prejudicial para a saúde e meio ambiente é a poluição do ar. A poluição do ar é o resultado do lançamento de grande quantidade de vários gases, oriundos de poeiras industriais, fumaças negras, automóveis, solventes, ácidos e outros, causando impactos ambientais e problemas de saúde. Vista aérea de Xangai- ONU Meio Ambiente É uma questão complexa, mas podemos fazer a nossa parte para reduzi-la. Se cada um entender do que se trata podemos criar medidas para melhorar a nossa qualidade de ar. Vista aérea de Vitória - foto: Renata Ávila E aí, que tal começar a praticar medidas mitigadoras agora !? "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • Últimos Refúgios na 6º Edição da Flic - UFES

    Entre os dias 22 a 26 de maio, no Campus UFES de Goiabeiras, ocorreu a 6º Edição da Flic ES - Feira Literária Capixaba: um grande evento literário do Espírito Santo que acontece uma vez por ano, contando com grandes artistas de diversas áreas mostrando um pouco de suas experiências e conta com estandes, food trucks e apresentações culturais. Alem de vários estandes de editoras de livros também havia vendas de produtos, apresentações culturais capixabas e um estande verde, onde nós estávamos junto com o Projeto Tamar e o COA (Clube de Observadores de Aves) representando a natureza na feira, já que os idealizadores do evento acreditam que não existe literatura sem natureza, pois o meio ambiente sempre serviu de inspiração para os escritores. A galera do Últimos Refúgios marcou presença neste evento lindo, trazendo a sensibilização sobre natureza e a grande biodiversidade do Espirito Santo através das fotografias e dos nossos livros. Afinal de contas "as pessoas só preservam aquilo que sabem que existe”. Agradecemos a organização do evento pelo convite para fazer parte da feira e ficamos muito felizes com todos que nos visitaram para ouvir um pouquinho sobre meio ambiente e o nosso trabalho. Texto: Anna Flavia Sacchetto Fotos: João Zanardo e Rafael Rocha "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • Dia Internacional da Biodiversidade

    Hoje é dia de comemorar o dia Internacional da Biodiversidade do Planeta ! É dia de refletirmos sobre a importância que cada espécie seja ela animal ou vegetal tem no nosso planeta. Todos fazem parte de uma grande máquina, que tem como objetivo o equilíbrio e manutenção da Terra. A data foi instituída pela ONU (Organizações das Nações Unidas) devido a necessidade de proteger e preservar a biodiversidade do nosso planeta. Cavalo marinho e coral na Baía das Tartarugas Você sabia?! Você sabia que o Brasil é o país responsável pela maior biodiversidade do planeta?! Pois é, segundo o Ministério de Meio Ambiente , a variedade de biomas que temos em nosso país nos garante uma riqueza de fauna e flora, totalizando 20% do número total de espécies da Terra, fazendo com que o Brasil leve o título de primeiro lugar entre os 17 países mega diversos (maior biodiversidade) do planeta! A nossa biodiversidade nos garante os elementos básicos para viver: água, alimentos, produtos medicinais, madeira, fibras, produtos estéticos, culturais e muito mais. Então faça você sua parte, preserve a nossa biodiversidade e garanta que nossas futuras gerações desfrutem um pouquinho dessa riqueza do nosso país! Aproveite para visitar a APA da Baía das Tartarugas, nossa área de proteção ambiental com grande biodiversidade aqui em Vitória! Biodiversidade na Baía das Tartarugas "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • Fotos do Instituto Últimos Refúgios sendo usadas para causa nobre !

    Não é raro, alguma iniciativa de preservação ambiental que conta com a colaboração direta ou indireta do Instituto Últimos Refúgios aparece na mídia. Um exemplo é o jornal ESTV 2ºedição, de 30 de abril, onde uma matéria super importante sobre o programa de atualização da lista de espécies ameaçadas em extinção no Espírito Santo foi veiculada. Este programa estará sempre atualizando a lista, além de utilizar fotos das espécies para aqueles não os conhecem por nomes! Algumas fotos do projeto foram feitas pelo nosso presidente e fundador Leonardo Merçon! (: Leonardo Merçon, presidente do Instituto Últimos Refúgios e Fotógrafo de Natureza A Atualização da lista de espécies ameaçadas é um projeto importantíssimo e acessível à população, e por meio dele será possível sensibilizar a todos para a preservação de espécies que correm o risco de se extinguir! Para saber mais assista a matéria do G1 completa: https://globoplay.globo.com/v/7580532/ . "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • Projeto Mantas do Brasil apresenta palestra no Centro Universitário FAESA.

    O Instituto Últimos Refúgios, promoveu uma palestra no dia 6 de maio, com o apoio do Centro Universitário FAESA, para alunos, equipe e parceiros do Instituto. A palestra foi realizada por membros do Projeto Mantas do Brasil, de Santos - SP com o tema “Cidadão Cientista - Estudo e Conservação das Raias Mantas”. A coordenadora de educação ambiental do Projeto Mantas do Brasil, Ana Carolina Fornicola, estava na Grande Vitória, juntamente com o Henrique Chaves para ministrar cursos, palestras e desenvolver o Oceanário (idealizado pelo Projeto Mantas do Brasil) em escolas municipais do estado. Com a iniciativa de alguns voluntários do Últimos Refúgios, a palestra foi organizada com o objetivo de enriquecer ainda mais o nosso conhecimento e aumentar o desejo de lutar pela conservação da natureza. A palestrante Ana Carolina Fornicola falou aos participantes sobre a iniciativa de criação do Projeto, objetivos e atividades desenvolvidas em prol da conservação das Raias Mantas. Além de ter nos dado uma verdadeira aula sobre a biologia e características morfológicas das raias. Dentre os participantes, estavam voluntários do Últimos Refúgios, voluntários do Amigos da Jubarte, alunos da FAESA e UFES. Ao final da apresentação, foram sorteados brindes do Mantas do Brasil e do Instituto Últimos Refúgios como uma forma de agradecimento ao interesse nessa luta pela conservação ambiental e na pesquisa científica. Agradecemos ao Projeto Mantas do Brasil pela confiança e disponibilidade, agradecemos também a FAESA por todo o apoio na organização e realização do evento em especial a Professora Renata Ávila que nos ajudou a tornar possível este evento tão importante para os alunos que querem seguir pesquisa na área de Biologia Marinha. Ao final deste evento foi possível ver a importância das Raias para o ecossistema marinho e a necessidade de preservar os mares. Além disso pudemos ver com a história do projeto que é possível fazer a diferença para um futuro sustentável e para a preservação da espécie. Com isso sentimos que o nosso evento pode abrir novos horizontes de possibilidades para os alunos. *Texto Laiz Pontes Baptista e fotos de João Pedro Zanardo de Andrade, Biólogos e Voluntários do Últimos Refúgios. O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • Herpeto capixaba agora tem um site!

    Olha quem chegou com tudo! Agora a Herpeto Capixaba tem um site desenvolvido pelo Instituto Últimos Refúgios! A Herpeto Capixaba atua no conhecimento e conservação dos anfíbios e répteis do estado do Espírito Santo. O grupo faz levantamento de fauna dos parques do estado, além de atuar pelo estado participando de eventos importantes e dando palestras de conscientização da nossa diversidade de anfíbios e répteis, mostrando sua importância . Expedições e pesquisas aprimoram o trabalho dessa galera que vem contribuindo com a difusão do conhecimento da ciência brasileira para todos os capixabas. A ONG possui cursos em parceria com outros projetos com intuito de difundir o conhecimento científico para a população acerca dos cuidados, manejos e perigos que esses animais apresentam, e o que deve ser feito ao se deparar com um animal desses. Fique por dentro dos trabalhos e cursos deste grupo e confira esta matéria que acabou de sair: Os anfíbios são bons pais? "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • Patinhas Carentes de cara nova!

    Agora com um site todo novinho para você acompanhar o trabalho dessa galera sensacional. A Ong Patinhas Carentes vêm fazendo um trabalho muito lindo e com muita dedicação aos cães e gatos abandonados do nosso estado. Sem ajuda nenhuma do estado, um grupo de profissionais na área da saúde animal e biologia se uniram em prol de salvar esses animaizinhos dos perigos que passam nas ruas. Todos chegam ao abrigo com muitas doenças, desnutridos, com fraturas expostas, em estado deplorável. Muitas vezes por abandono de seus donos ou por viverem muito tempo nas ruas, acabam adquirindo certas doenças que sem ajuda humana, jamais conseguiriam retomar a uma condição saudável. Após o recolhimento, a equipe faz o diagnóstico e tratamento do animal para que seja adotado por uma família consciente após o término do tratamento. Marú e Branco, animais para adoção das Patinhas Carentes A seleção da família é bem rigorosa: a nova família passa por uma série de requisitos para ser aptos à adoção, além de assinar um termo de compromisso de responsabilidade sobre o bichinho a ser adotado. A ONG não recebe nenhuma colaboração governamental. Todo o tratamento e mantimentos são arrecadados através de doações das pessoas e leitores que apoiam e incentivam o trabalho do Patinhas Carentes. Além disso, cada animal em tratamento ganha um padrinho (a) que colabora com uma pequena quantia para aquele animalzinho. Para apadrinhar é muito simples: basta escolher um animal nas redes sociais da ONG e entrar em contato com eles dizendo que deseja apadrinhar aquele cachorrinho ou gatinho. Sua ajuda é muito importante para esses serzinhos. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

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