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  • Projeto Marsupiais participa da 33ª edição do Congresso Brasileiro de Zoologia

    Entre os dias 2 e 6 de março, o Projeto Marsupiais viajou até o município de Águas de Lindóia, em São Paulo, para prestigiar a 33ª edição do Congresso Brasileiro de Zoologia. A representante foi a coordenadora Iasmin Macedo, ao lado das voluntárias Caroline Reis e Lorena Musiello. O evento, focado este ano no tema “Contribuições dos acervos científicos para o futuro da sociedade”, possui renome internacional na área da biologia e debate temáticas relevantes sobre ciência e conservação. Além disso, reúne projetos ambientais de todo o Brasil em uma área com stands para visitação e troca de experiências. A equipe pôde receber e apresentar o projeto à centenas de visitantes, inclusive, à pessoas desvinculadas à área da mastozoologia, como relata a coordenadora Iasmin Macedo: “Uma das áreas de maior destaque foi a entomologia (estudo de insetos). Foi muito importante apresentar o projeto à pessoas de áreas distintas, como esta, uma vez que a importância dos marsupiais no meio da mastozoologia já é bastante conhecida”. Evento pago, a 33ª edição do congresso abriu as portas para que algumas comunidades e escolas participassem das atividades. Crianças, professores e moradores locais tiveram a oportunidade única de conhecer diversos projetos de conservação, como o Projeto Marsupiais. Painel e stand com visitantes. Fotos: Iasmin Macedo A sensibilização ambiental em grande escala e o intercâmbio de informações entre organizações ambientais, pesquisadores, professores e alunos são pontos fortes de eventos como o Congresso Brasileiro de Zoologia. A participação do Projeto Marsupiais agrega muito à iniciativa que, desde 2017, ganha visibilidade pelo trabalho que desenvolve em prol da conservação. “O evento permite a divulgação do nosso trabalho, cativa novos apoiadores e serve como incentivo a quem deseja criar seu próprio projeto de conservação. Além disso, é uma ótima forma de arrecadarmos recursos, fundamentais para nossas atividades”, completa a bióloga. O stand do Projeto Marsupiais expôs livros do Instituto Últimos Refúgios e produtos exclusivos como ecobags, camisetas, chaveiros e canecas. Além de ótimas ferramentas de divulgação, a venda dos materiais permite que o público se engaje e apoie iniciativas sem fins lucrativos, mantidas apenas por doações e parcerias. Stand, pelúcias e estampas de produtos do Projeto Marsupiais. Fotos: Carol Reis e Iasmin Macedo A participação no evento só foi possível por meio de uma campanha de arrecadação de fundos, que custeou gastos essenciais da equipe com passagens aéreas e hospedagem, além da produção de materiais de divulgação. O projeto realizou duas rifas (física e online) e investiu na divulgação nas redes sociais para levantamento dos recursos. O "Relatório financeiro da participação do Projeto Marsupiais no Congresso Brasileiro de Zoologia" está disponível neste documento. O Projeto Marsupiais agradece aos que contribuíram para tornar possível sua participação no congresso. Nosso muito obrigado! O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • #10: Beija-flor topetinho-vermelho - Últimos Refúgios na TV Ambiental

    Instituto Últimos Refúgios e TV Ambiental apresentam o décimo episódio do Programa Últimos Refúgios. A edição apresenta o beija-flor topetinho-vermelho, espécie símbolo do antigo Museu Mello Leitão, hoje Instituto Nacional da Mata Atlântica. Leonardo Merçon e Ilka Westermeyer contam suas experiências no local, conhecido por reunir uma das maiores concentrações de beija-flores do Brasil. O museu abriga, além do topetinho-vermelho, espécies como beija-flor-de-orelha-violeta, rabo-branco-acanelado, cambacica, beija-flor-cinza e muitos outros. Os beija-flores são aves pequenas e muito ágeis. O topetinho-vermelho, por exemplo, tem cerca de 7 cm, e é a menor espécie brasileira. Recebe este nome pelo topete vermelho-alaranjado dos machos, utilizado para conquistar fêmeas durante seu período reprodutivo. Ficou curioso? Confira o episódio na íntegra: "Programa Últimos Refúgios" é um patrocínio Reserva Ambiental Águia Branca, mantida pelo Grupo Águia Branca no município de Vargem Alta, Espírito Santo. O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • #9: Projeto Caiman: filhotes de Jacaré-do-papo-amarelo - Últimos Refúgios na TV Ambiental

    Instituto Últimos Refúgios e TV Ambiental apresentam o nono episódio do Programa Últimos Refúgios. A edição apresenta os pequenos filhotes do Jacaré-do-papo-amarelo (Caiman latirostris), espécie protegida pelo Projeto Caiman - Jacarés da Mata Atlântica, no Espírito Santo. Leonardo Merçon recebe a estagiária de biologia do Projeto Caiman Mary Tavares, especialista em cuidados neonatais. A convidada comenta algumas informações sobre a espécie e relata experiências na área, como a busca por ninhos e os cuidados aos pequenos répteis. No primeiro ano de vida, os filhotes são dependentes da mãe e, portanto, bastante suscetíveis a ataques de predadores ou caçadores. As ninhadas costumam ter por volta de 40 indivíduos, que levam de 65 a 90 dias para saírem de seus ovos. Nesta fase, produzem sons guturais para se comunicarem com a mãe, instinto que permanece mesmo após o nascimento. Os Jacarés-de-papo-amarelo estão em perigo no Espírito Santo. Sofrem, principalmente, com a perda de habitat, a caça e com dificuldades de reprodução. O Projeto Caiman, por meio da sensibilização ambiental, pesquisa e difusão científica, busca garantir a preservação da espécie. Confira o episódio na íntegra: "Programa Últimos Refúgios" é um patrocínio Reserva Ambiental Águia Branca, mantida pelo Grupo Águia Branca no município de Vargem Alta, Espírito Santo. O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • #8: O Jabuti Selvagem - Últimos Refúgios na TV Ambiental

    Instituto Últimos Refúgios e TV Ambiental apresentam o oitavo episódio do Programa Últimos Refúgios: “O Jabuti Selvagem”. A edição revela os bastidores do registro de um jabuti na natureza, espécie nativa, utilizada como PET e, por vezes, retirada indevidamente de seu habitat natural. O fotógrafo de natureza Leonardo Merçon recebe Tiago Soares, coordenador do Herpeto Capixaba, projeto focado na preservação dos répteis e anfíbios da Mata Atlântica Brasileira. O herpetólogo revela informações importantes sobre os jabutis e meios para garantir sua preservação. Os jabutis são quelônios de hábitos exclusivamente terrestres, característica que os diferem das tartarugas marinhas e cágados. Apesar de lentos, são bastante resistentes em meio à natureza. Sua principal ameaça é a intervenção humana, como a caça e os atropelamentos em estradas próximas de florestas. Confira o episódio na íntegra: "Programa Últimos Refúgios" é um patrocínio Reserva Ambiental Águia Branca, mantida pelo Grupo Águia Branca no município de Vargem Alta, Espírito Santo. O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • Diário de expedição: belezas naturais e aventuras no Parque Estadual de Forno Grande

    Olá, me chamo Ana Clara, sou estudante de jornalismo e estagiária do Instituto Últimos Refúgios. Trabalho com a produção de matérias, conteúdo para redes sociais e no desenvolvimento de alguns projetos, em especial, o livro “Últimos Refúgios: do Parque de Pedra Azul ao Parque de Forno Grande”, pelo qual fui contratada. Desde então, instigo meu amor pela natureza e pelo ambientalismo. A produção do terceiro volume da “Série Áreas Protegidas” levou o Instituto Últimos Refúgios em sua quarta expedição para registro das espécies nativas do corredor ecológico entre os parques estaduais de Pedra Azul e Forno Grande. Contemplado pela Lei de Incentivo à Cultura Federal, o projeto articula uma equipe composta por fotógrafos, biólogos, produtores, cinegrafistas, designers e jornalistas para revelar a biodiversidade do território compreendido entre os municípios de Castelo, Vargem Alta e Domingos Martins. Pela primeira vez, integrei o grupo para acompanhar e relatar todos os detalhes do trabalho em campo. Foram cinco dias em meio às trilhas, cachoeiras, paisagens e clima ameno de Forno Grande, parque situado no município de Castelo/ES. Venha comigo acompanhar essa aventura! MERGULHO NOS POÇOS AMARELOS As paisagens naturais, a arquitetura europeia típica e as estradas tortuosas da BR-262 guiaram o caminho até Castelo, município à cerca de 120 km da capital. Chegamos ao alojamento por volta do meio-dia e logo nos preparamos para a primeira missão: subir a trilha e mergulhar nas piscinas naturais de Forno Grande em busca de espécies aquáticas. O líder foi o fotógrafo Leonardo Merçon, que encarou as águas gélidas dos “poços amarelos”, um conjunto de piscinas naturais situado na metade da trilha até o Mirante de Forno Grande. O local possui paisagens belíssimas e oferece uma forte conexão com a natureza, orquestrada pelo som das águas, insetos e pássaros. Mergulho e paisagens dos poços amarelos. Fotos: João Zanardo, Felipe Facini, João Zanardo e Leonardo Merçon, respectivamente. PREDADORES À ESPREITA A segunda tarefa do dia foi a busca por rastros de animais. Seguimos a trilha até uma área de córregos, pedras e cachoeiras. A irregularidade do terreno, com grandes frestas e solo escorregadio, me fez esperar em um local seguro. Travessias. Foto: João Zanardo Antes da “despedida”, o fotógrafo Leonardo Merçon me alerta: “fica tranquila, a onça já almoçou hoje”. Apesar do tom de brincadeira, o anoitecer deixava a imagem do felino cada vez mais vívida. Sentei no chão para esperar, de costas para a mata, só para mais tarde descobrir que este é o comportamento mais previsível e propício à possíveis ataques. O alívio veio quando feixes de luz se revelaram na mata, anunciando o retorno da equipe. Por sorte, não foi desta vez que meu destino cruzou com o animal. REVOADA A noite caiu por completo. Seguimos de volta até os poços amarelos e gravamos algumas cenas para o documentário making of da expedição. Leonardo Merçon, Iasmin Macedo e Raphael Gaspar relataram as experiências, expectativas e feedbacks do primeiro dia de trabalho. Durante as filmagens, numa completa escuridão, uma revoada de besouros foi atraída pelas luzes dos refletores. A cena surpreendeu toda a equipe, que logo se mobilizou para fazer o registro. Já eu, tentei manter uma distância segura, em respeito à minha - pequena - fobia por insetos. Mesmo intimidada, a beleza do momento me cativou, permitindo que eu me aproximasse. Afinal de contas, não eram tão amedrontadores como lembrava. DESCIDA NA ESCURIDÃO Na descida da trilha, para retorno ao alojamento, utilizamos uma câmera térmica, dispositivo que evidencia animais de sangue quente em ambientes mais frios, como a mata durante à noite, e permite sua identificação e registro. No caminho, o fotógrafo Leonardo Merçon encontrou um besouro peculiar. A equipe interrompeu a descida para auxiliá-lo no registro do animal, segurando luzes e flashes. Em busca da foto perfeita, a sessão se estendeu por cerca de 30 minutos. Fotografando besouros no escuro. Foto: Ana Clara Mardegan Enquanto isso, aproveitei o momento para contemplar o céu estrelado camuflado entre as árvores. No silêncio da mata, ouvi os sons da natureza, uma bela sinfonia de grilos, sapos e corujas, ao longe, interrompida apenas pelo obturador das câmeras. Por volta das 21h, chegamos à sede. Organizamos equipamentos e utensílios de campo, como botas e perneiras. Nos reunimos para conferir algumas espécies registradas, entre elas, um belo tamanduá-mirim. Após o dia exaustivo, foi hora de descansar para o próximo desafio. AO INFINITO E ALÉM Levantamos cedo, por volta das 5h. Discutimos estratégias de busca e registro para um novo objetivo: fotografar a onça-parda que ronda a região, já identificada por funcionários do parque. Toda a manhã foi comprometida por tentativas - frustradas - de encontrar rastros do felino, em uma subida exaustiva para a equipe, que carregava equipamentos pesados. O grupo se dividiu. Eu, Lucas, a bióloga Iasmin Macedo, Raphael Gaspar e o guia de observação de aves Felipe Ventura seguimos a trilha até o Mirante de Forno Grande, cerca de 2100 metros de altitude, para potencializarmos as buscas. A paisagem, após uma subida íngreme e cansativa, foi recompensadora. Do topo, pode-se ver o Pico de Forno Grande, a imponente Pedra Azul e toda a natureza que cerca a região. Com certeza, uma das vistas mais lindas do Espírito Santo. Paisagens de Forno Grande. Fotos: Ana Clara Mardegan e Lucas Lopes, respectivamente. PREOCUPAÇÕES E DILEMAS Na reunião ao fim do dia, já no alojamento, assistimos o noticiário sobre a atual crise do coronavírus (Covid-19). Discutimos alguns pontos, principalmente sobre o possível fechamento das rodovias. Levantamos a possibilidade de reduzir os dias em campo: ficaríamos cinco ao invés dos oito dias previstos. A equipe decidiu, para segurança de todo o grupo, pelo retorno antecipado. Voltaríamos no domingo. O aumento exponencial do número de casos da doença e as orientações para isolamento social deixaram todos preocupados. UM DIA DE TURISTA No sábado, a equipe saiu para uma visita à Pedra Azul, a fim de desbravar um território desconhecido da região. Enquanto isso, acompanhei o biólogo João Zanardo, responsável pelas imagens de bastidores, para fotografar e conhecer os arredores do Parque Estadual de Forno Grande. Fomos ao centro de visitantes, que reúne diversos animais taxidermizados e informações sobre a biodiversidade da região. O local é uma ótima opção para conhecer as espécies selvagens do território e apreciar de perto seus detalhes e características. Centro de visitantes. Fotos: João Zanardo À noite, o clima ameno se intensificou, com temperaturas por volta dos 15 ºC. Nuvens de neblina tomaram os arredores do Parque de Forno Grande, compondo a atmosfera imersiva da região. Neblina toma entrada do parque. Foto: Ana Clara Mardegan DESPEDIDA O dia nos recebeu com muita chuva e frio. Enquanto o fotógrafo Leonardo Merçon, a bióloga Iasmin Macedo e o assistente de fotografia Joarley Rodrigues subiam a trilha para dar a última explorada nos arredores, o restante da equipe concentrou-se na organização dos equipamentos e preparativos para a partida. O trabalho levou toda a manhã. Agradecemos e nos despedimos do gestor Rodolpho Torezani, grande parceiro colaborador do projeto. Mesmo com o trabalho cumprido, não escondemos os lamentos pela volta antecipada. A expedição foi minha primeira experiência em meio à natureza. Foi uma grande oportunidade de conhecer mais sobre a biodiversidade capixaba e sobre o trabalho que ajudo a desenvolver em prol de sua conservação. Observando o horizonte. Foto: João Zanardo Obrigada Forno Grande, até a próxima! O livro "Últimos Refúgios: Do Parque de Pedra Azul ao Parque de Forno Grande" é uma realização do Instituto Últimos Refúgios e Ministério da Cultura, com apoio do IEMA, Reserva Águia Branca e patrocínio do Grupo Águia Branca e Distribuidora Diaço. O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • Fotógrafo de natureza relata experiência fotografando baleias em alto mar

    O fotógrafo de natureza Leonardo Merçon, presidente e voluntário do Instituto Últimos Refúgios, relatou em matéria do “Conexão Planeta” sua primeira experiência fotografando baleias em alto mar. O ambientalista, que duvidava da presença dos mamíferos no litoral capixaba, foi surpreendido por um espetáculo com mais de 80 baleias-jubarte logo no primeiro passeio. A espécie, uma das mais contempladas pelos observadores de baleias, é vista todos os anos nas águas do Espírito Santo durante seu período de migração (junho à novembro). Foto: Paulo Rodrigues A experiência deu origem ao Projeto Amigos da Jubarte, uma co-realização do Instituto Últimos Refúgios e Instituto O Canal que fomenta o turismo de observação de baleias no Espírito Santo. A iniciativa também atua em trabalhos de pesquisa, difusão científica e educação ambiental, ajudando a levar, anualmente, centenas de pessoas à alto-mar para contemplação das baleias-jubarte. Confira o relato completo na matéria do Conexão Planeta. O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • Lagoa Encantada é ameaçada por Plano de Mobilidade de Vila Velha

    O Plano de Mobilidade de Vila Velha (PlanMOB VV), implantado pela prefeitura municipal, propôs recentemente a abertura de quatro novas vias na Área de Preservação Permanente Lagoa Encantada, localizada na região metropolitana da Grande Vitória. A ação impacta diretamente a biodiversidade local e tem sido alvo de protestos nas mídias sociais. Confira o vídeo. A área, com cerca de 1.194.804.85 m², compreende os bairros do Vale Encantado, Jardim do Vale, Santa Clara, Rio Marinho e Jardim Marilândia, além das Rodovias Darly Santos e Lindemberg. A região já sofre com desmatamentos, queimadas, descaracterização ecológica e ocupação urbana e, após construção das vias, oferecerá novas ameaças às espécies animais e vegetais locais. A Lagoa Encantada apresenta uma rica biodiversidade e exerce papel fundamental no equilíbrio de todo seu ecossistema. Abrange a nascente do Rio Aribiri, fragmentos importantes de Mata Atlântica, Restinga e Manguezal e espécies ameaçadas de extinção, como o Jacaré-de-papo-amarelo (Caiman latirostris). A região é um tesouro ecoturístico e fomenta uma das atividades mais valorizadas pelo Governo do Estado: a observação de aves. O local é morada de aves raras, como o tricolino e o socoí-amarelo, encontradas em poucas localidades do Espírito Santo. Tricolino e Socoí-amarelo, respectivamente. Fotos: Leonardo Merçon A proposta visa melhorar o tráfego urbano do município, ainda que a implementação de novas vias provoque sérios danos ambientais à região. Uma petição, veiculada no site “Petições da Comunidade”, reivindica a preservação desta área e, até o momento, conta com 671 assinaturas. O PlanMOB VV idealiza a construção de quatro novas vias arteriais primárias, caracterizadas pela presença de semáforos, intersecções e vias de acesso secundárias. Além do impacto ambiental, as obras podem comprometer populações do entorno, já que a impermeabilização do solo favorece enchentes em períodos chuvosos. O “Plano Municipal de Mobilidade e Acessibilidade de Vila Velha” objetiva, segundo relatório oficial, “contribuir para o acesso universal à cidade, o fomento e a concretização (...) da política de desenvolvimento urbano, por meio do planejamento e da gestão democrática do Sistema Nacional de Mobilidade Urbana.” Neste contexto, a construção das novas vias propõe um progresso ilusório e viola diretrizes em prol do desenvolvimento urbano sustentável. O Instituto Últimos Refúgios não apoia iniciativas “progressistas” que destroem, ainda mais, o meio ambiente. Hoje em dia, progresso sem pensar em conservação não é progresso, é regresso! A proposta ainda será votada na Câmara de Vereadores e aberta à consulta popular. Assine a petição online e proteste. O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • #7: Simbora pro Parque - Últimos Refúgios na TV Ambiental

    Instituto Últimos Refúgios e TV Ambiental apresentam o sétimo episódio do Programa Últimos Refúgios. A edição fala sobre o “Simbora pro Parque”, programa ecoturístico do Instituto Marcos Daniel focado na integração entre pessoas e natureza. O Instituto Marcos Daniel é uma associação sem fins lucrativos voltada à conservação da biodiversidade brasileira. A organização desenvolve atividades de educação e sensibilização ambiental, monitoramento da saúde da fauna selvagem, cursos de capacitação, pesquisas e consultoria científica. Neste episódio, Leonardo Merçon recebe Yhuri Nóbrega, integrante do Instituto Marcos Daniel e coordenador do Projeto Caiman - Jacarés da Mata Atlântica. A conversa aborda o “Simbora pro Parque”, iniciativa que leva pessoas à unidades de conservação para atividades de lazer e reconexão com a natureza. A equipe visita o Parque Nacional do Caparaó, local de um dos pontos mais altos do Brasil: o Pico da Bandeira, com 2.892 metros de altitude. Situado entre o Espírito Santo e Minas Gerais, o parque é referência para adeptos do montanhismo e amantes de paisagens naturais. Confira o episódio na íntegra: "Programa Últimos Refúgios" é um patrocínio Reserva Ambiental Águia Branca, mantida pelo Grupo Águia Branca no município de Vargem Alta, Espírito Santo. O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • Pesquisa aponta gambás como polinizadores de plantas

    Um vídeo feito por professor e alunos do Instituto de Biociências da UNESP, campus Botucatu, documentou um gambá da espécie Didelphis aurita na Reserva Biológica da Serra do Japi, interior de São Paulo. O marsupial foi registrado bebendo néctar de uma planta nativa, indicando seu forte potencial como polinizador de espécies vegetais. Confira o vídeo: A pesquisa coordenada pelo professor e biólogo Felipe Amorim monitorou a espécie Scybalium fungiforme e sua interação com polinizadores. A planta, nativa da Mata Atlântica brasileira, atraiu insetos, beija-flores e roedores, mas teve o gambá como visitante mais assíduo: o animal foi observado em quatro dos seis dias de expedição. O vídeo foi registrado por uma câmera com sensor infravermelho, ideal para imagens noturnas. Deste modo, os alunos conseguiram monitorar o comportamento dos visitantes da Scybalium fungiforme durante a noite, período de maior atividade dos gambás. A descoberta foi divulgada em canais internacionais de difusão científica, como o site da Science, e publicada na revista Ecology, focada em fenômenos ecológicos. O periódico pertence à Ecological Society of America (ESA), organização sem fins lucrativos idealizada por cientistas e pesquisadores. Há quase 30 anos, a professora Patrícia Morellato, da UNESP Rio Claro, sugeriu que gambás poderiam ser agentes polinizadores. Um de seus trabalhos resultou na captura de um marsupial com vestígios de pólen no focinho, uma possível evidência da teoria. Neste ano, a bióloga finalmente pôde receber o veredito - positivo - de sua pesquisa não concluída. O estudo apresenta uma nova perspectiva sobre a importância ecológica dos gambás na natureza. Além de atuarem na distribuição de sementes, no controle da população de cobras, carrapatos e escorpiões, e como bioindicadores da qualidade de habitats naturais, agora revelam-se agentes polinizadores. Didelphis aurita. Foto: Felipe Amorim A planta monitorada, pertencente à família Balanophoraceae, é uma holoparasita. É conhecida por hospedar-se em trepadeiras e atuar no controle da espécie, por vezes prejudicial ao desenvolvimento das plantas ao redor. A relação trófica apresenta benefícios para ambas as espécies, já que a planta parasita, uma vez polinizada, serve como importante fonte de alimento ao gambá. A interação ecológica, portanto, pode ser essencial ao equilíbrio das florestas. Scybalium fungiforme. Foto: Felipe Amorim Por ser de pequeno porte e rente ao solo, a Scybalium fungiforme é ideal para a polinização por gambás, mamíferos capazes de alcançar áreas de difícil acesso à outros polinizadores, como borboletas, abelhas e beija-flores. Além disso, são capazes de memorizar trajetos complexos, tornando a polinização mais frequente e eficiente. Os alunos continuarão os estudos sobre a descoberta, responsável por apresentar um novo panorama sobre a importância ecológica dos gambás na natureza. O Projeto Marsupiais apoia - e desenvolve - pesquisas sobre os marsupiais da Mata Atlântica brasileira, e trabalha em prol da divulgação científica de forma acessível à todos os públicos. Em breve, o trabalho original estará disponível gratuitamente para download na página da Ecology. Acesse e confira. O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • #6: Águia-chilena e resgate de jacarés - Últimos Refúgios na TV Ambiental

    Instituto Últimos Refúgios e TV Ambiental apresentam o sexto episódio do Programa Últimos Refúgios: “Águia-chilena e resgate de jacarés". O episódio mostra o potencial para observação de aves em Três Pontões, em Afonso Cláudio, e uma das vertentes do Projeto Caiman: o resgate de jacarés. A Águia-chilena (geranoaetus melanoleucus) é uma ave com quase 2 metros de envergadura típica de regiões montanhosas. O animal atrai diversos observadores de aves até Três Pontões, no município de Afonso Cláudio, região conhecida pela alta incidência da espécie. O fotógrafo de natureza Leonardo Merçon também foi até a região em busca do animal. No segundo bloco, Yhuri Nóbrega, coordenador do Projeto Caiman, explica a “invasão” dos jacarés em ambientes urbanos. Apesar do senso comum, o problema é outro: cidades tem invadido áreas de Mata Atlântica, habitat natural dos jacarés, propiciando a interação problemática entre seres humanos e animais selvagens. O episódio mostra um dos resgates realizados pelo Projeto Caiman na Grande Vitória. A iniciativa, além do resgate e sensibilização ambiental, atua nos cuidados veterinários e reintrodução dos jacarés na natureza. Confira o episódio na íntegra: O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • #5: O parto da cutia e sapinho-pingo-de-ouro - Últimos Refúgios na TV Ambiental

    Instituto Últimos Refúgios e TV Ambiental apresentam o quinto episódio do Programa Últimos Refúgios: “O parto da cutia e sapinho pingo-de-ouro”. O programa revela um registro muito especial em meio a natureza e o minidocumentário “A Jóia da Mata Atlântica Capixaba: Sapinho pingo-de-ouro”, uma realização do Instituto Últimos Refúgios e do Projeto Herpeto Capixaba. Leonardo Merçon comenta uma de suas melhores experiências como fotógrafo de natureza: o registro de um animal selvagem no instante do nascimento de seus filhotes. A cena emocionante foi registrada durante expedição do Instituto Últimos Refúgios à Reserva Biológica de Sooretama, localizada nos municípios de Linhares e Sooretama, no Espírito Santo. No segundo bloco, Leonardo Merçon recebe Tiago Soares, coordenador do Herpeto Capixaba, iniciativa em prol da conservação dos anfíbios e répteis do Espírito Santo. O herpetólogo, em parceria com o Instituto Últimos Refúgios, colaborou na produção do minidocumentário sobre uma das joias mais preciosas da Mata Atlântica: o sapinho pingo-de-ouro. Com menos de 2 centímetros de comprimento, a espécie consolida-se como um dos menores vertebrados terrestres do planeta. Confira o episódio na íntegra: O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • #4: Besouro na chuva e uma expedição ao pantanal - Últimos Refúgios na TV Ambiental

    Instituto Últimos Refúgios e TV Ambiental apresentam o quarto episódio do Programa Últimos Refúgios: “Besouro na chuva e uma expedição ao pantanal”. A edição explora um pouco mais sobre os bastidores da fotografia de natureza e a prática turística desenvolvida pelo Projeto Caiman: Jacarés da Mata Atlântica. O fotógrafo Leonardo Merçon e a cinegrafista alemã Ilka Westermeyer, engajados na conservação da biodiversidade brasileira, conversam sobre o amor pela fotografia de natureza e as inúmeras vivências e oportunidades oferecidas pela profissão Leonardo exibe os bastidores de uma cena peculiar: um besouro na chuva. O fotógrafo explica as técnicas e equipamentos utilizados para o registro e revela como adversidades podem se provar verdadeiras aliadas à fotografia de natureza. No segundo bloco, o Projeto Caiman apresenta a ferramenta utilizada pela iniciativa para viabilizar trabalhos de pesquisa e sensibilizar pessoas: o turismo científico. A modalidade já levou diversos profissionais ao pantanal, fomentando o contato com a natureza e a oportunidade única de contemplar diversas espécies de animais e plantas. Confira o episódio na íntegra: O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

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