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  • Diário de viagem: a busca pelo sonho de encontrar os Puffins, na Escócia! - UR no Conexão Planeta

    “O encontro com uma criaturinha pequena e desengonçada, com pouco mais de um palmo de altura, acabou se tornando um dos momentos mais icônicos da minha carreira como fotógrafo de natureza. A ocasião especial aconteceu durante uma viagem à Escócia, quando eu e minha esposa, Ilka, produzíamos imagens para um projeto audiovisual autoral sobre a esperança da conservação no mundo.” Assim começa o relato do fotógrafo Leonardo Merçon sobre sua jornada em busca dos adoráveis puffins, na Escócia. As aves de bico colorido e comportamento atrapalhado, típicas das falésias do Atlântico Norte europeu, são atrações garantidas aos amantes da fotografia de natureza. A experiência prova-se bastante engraçada e divertida, já que as pequenas criaturinhas oferecem um verdadeiro show de acrobacias, voos e quedas estabanadas em seu habitat natural. Puffins fotografados na Escócia. Fotos: Leonardo Merçon “Fiquei muitíssimo surpreso por serem bem menores do que imaginava, já que em fotografias, reportagens ou documentários de natureza, quando são figurinhas carimbadas, assemelham-se muito ao tamanho de pinguins. Na verdade, possuem menos de 20 centímetros de altura.” O encontro aconteceu nas colinas verdes da Ilha de Lunga, onde diversos ninhos anunciavam o período reprodutivo da espécie. A experiência rendeu fotografias - e relatos - incríveis. Quer conferir mais sobre essa jornada? Acesse a matéria completa no Conexão Planeta. O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • #38: Captura da onça-pintada - Últimos Refúgios na TV Ambiental

    Instituto Últimos Refúgios e TV Ambiental apresentam um novo episódio do ‘Programa Últimos Refúgios’. Nesta edição, confira a ação do Projeto Felinos que levou biólogos e pesquisadores a campo para captura de um espécime de onça-pintada na Mata Atlântica Capixaba. O vídeo produzido pelo Instituto Últimos Refúgios acompanha os desafios enfrentados pelo Projeto Felinos ao longo dessa jornada. O projeto é uma das organizações focadas na conservação das espécies de felinos no Bloco Linhares/Sooretama (norte do Espírito Santo), com especial destaque para a população local de onças-pintadas. Depois de 20 dias em campo e diversas tentativas frustradas de captura, a madrugada do dia 3 de julho culminou na tão aguardada captura do macho de onça-pintada na ‘Mata de Tabuleiro’ da Reserva Natural Vale. O sucesso da operação foi uma grande conquista para o projeto e seus colaboradores. Confira o episódio na íntegra: "Programa Últimos Refúgios é um oferecimento Reserva Ambiental Águia Branca" O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • Projeto Marsupiais lança edital para voluntariado à distância

    Instituto Últimos Refúgios e Projeto Marsupiais convidam os graduandos e graduados dos cursos de Ciências Biológicas e Medicina Veterinária, ou áreas afins, para o novo programa de voluntariado à distância. A oportunidade selecionará apenas um dos interessados em colaborar no gerenciamento das mídias sociais do projeto (Facebook e Instagram). O voluntário selecionado será responsável por responder mensagens via inbox, esclarecer dúvidas dos seguidores e acompanhar os comentários deixados nas publicações do projeto. A vaga conta com um período de avaliação de três meses, com possibilidade de prorrogação. Espera-se que o candidato apresente boa capacidade de comunicação e escrita, pontualidade com prazos e metas, seja criativo, de fácil relacionamento, adaptável, dedicado, responsável, proativo e capaz de seguir instruções. As inscrições foram encerradas em 14 de outubro de 2020. Acesse o EDITAL para mais informações. ACESSE AQUI a relação dos candidatos pré-selecionados na primeira etapa. (Documento publicado em 15 de outubro de 2020). ACESSE AQUI a relação dos candidatos selecionados na segunda etapa. (Documento publicado em 21 de outubro de 2020). O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • #36: Abrolhos - Últimos Refúgios na TV Ambiental

    Instituto Últimos Refúgios e TV Ambiental apresentam um novo episódio do ‘Programa Últimos Refúgios’. Desta vez, confira - em dose dupla - os novos capítulos de “fotografando a natureza”, série que acompanha as aventuras do fotógrafo Leonardo Merçon pelas belezas naturais do Brasil - e do mundo. O destino da vez é o ‘Parque Nacional Marinho de Abrolhos’, região de maior biodiversidade marinha do Brasil. Situado no litoral sul da Bahia, a cerca de 65 quilômetros da cidade de Caravelas, o parque é considerado símbolo nacional da conservação marinha. Foto: Leonardo Merçon A aventura acompanha o passeio do fotógrafo Leonardo Merçon pelas Ilhas de Santa Bárbara, Ilha de Siriba e Ilha Redonda. O arquipélago oferece atrações turísticas incríveis, oportunidade para observação e registro de animais da fauna marinha, como os adoráveis atobás, e mergulho pelos belíssimos recifes de corais. Quer saber mais? Confira os episódios na íntegra: PARTE 1 PARTE 2 "Programa Últimos Refúgios é um oferecimento de Reserva Ambiental Águia Branca" O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • Motivos para preservar os manguezais

    Os manguezais são ecossistemas costeiros de transição entre os ambientes terrestre e marinho. No Brasil, ocorrem em quase todo o litoral, desde o estado do Amapá até Santa Catarina, provando-se uma das maiores extensões de mangue do mundo. Reconhecidos por sua alta produtividade biológica e relevância ecossistêmica, os manguezais são fundamentais para o equilíbrio ecológico ambiental, sustentando uma biodiversidade de espécies animais e vegetais, e um importante papel na ciclagem de matéria orgânica. Além disso, representam um importante meio de subsistência para diversas famílias, contribuindo no desenvolvimento econômico local e na promoção cultural das comunidades ribeirinhas. A seguir, apresentamos alguns dos principais motivos para preservarmos os manguezais: SÃO BERÇÁRIOS DA VIDA MARINHA A grande diversidade de matéria orgânica associada às áreas protegidas entre as raízes das árvores tornam os manguezais ambientes propícios à alimentação, reprodução e desenvolvimento de diversas espécies de animais. Estas áreas são habitats para ostras, cavalos-marinhos, quelônios, moluscos, crustáceos, aves, mamíferos, répteis, anfíbios e peixes, tornando-o um verdadeiro “berçário da vida marinha”. Neste sentido, preservar os manguezais significa também proteger a fauna marinha e toda sua cadeia ecológica/produtiva. Garça-noturna, Saracura-matraca, Aratu-vermelho, Caranguejo-uçá, respectivamente. Fotos: Leonardo Merçon GARANTEM A SUBSISTÊNCIA DE MILHARES DE PESSOAS Por serem ambientes altamente produtivos, os manguezais são reconhecidos por sua importância socioeconômica. Estudos indicam que mais de 75% dos peixes, crustáceos e moluscos capturados para fins comerciais habitam os manguezais em algum estágio do seu ciclo de vida, como as outras e os caranguejos. A preservação dos manguezais implica na subsistência de pescadores, ribeirinhos, e todos aqueles que, de alguma forma, precisam dos manguezais para sobreviver. Manguezal. Fotos: Leonardo Merçon ABSORÇÃO DE CARBONO ATMOSFÉRICO Entre os ecossistemas florestais, os mangues são reconhecidos por sua capacidade de absorver a grande quantidade de gás carbônico presente na atmosfera. O “sequestro de carbono”, como este fenômeno natural é conhecido, consiste na transferência de carbono da atmosfera para o solo e a água por meio das árvores do mangue. Além da importância nos processos bioquímicos naturais, o fenômeno ajuda a combater o aquecimento global e, consequentemente, as alterações climáticas em todo o mundo. Desse modo, entendemos que as florestas de mangues têm influência em todos os processos ambientais que envolvem as mudanças climáticas, a exemplo do degelo das calotas polares e o branqueamento dos corais. PROTEÇÃO DE REGIÕES COSTEIRAS A vegetação do mangue, principalmente seu sistema de raízes, é capaz de reduzir o impacto da água do mar nas regiões costeiras, protegendo cidades litorâneas contra os efeitos da erosão das marés, tempestades, aumento do nível do mar, e até mesmo tsunamis. Raízes do mangue. Fotos: Leonardo Merçon De acordo com relatórios ambientais internacionais, a presença de manguezais em algumas cidades costeiras foi essencial na redução do impacto de tsunamis ao longo da história, como o tsunami do Oceano Índico, em 2004. Apesar do Brasil nunca ter sido atingido por este fenômeno natural - graças à sua localização geológica privilegiada - outros fenômenos ambientais, como enchentes e alagamentos - causados pela elevação das marés - podem causar grandes estragos ao litoral do país. PREVINE O ASSOREAMENTO O assoreamento de cursos d’água consiste no acúmulo de sedimentos pelo depósito de solo e outros tipos de detritos no fundo de rios, baías e lagos, sendo responsável por provocar a redução do volume de água de habitats naturais. O assoreamento também torna a água turva, dificulta a entrada de luz e compromete severamente o processo de fotossíntese de espécies vegetais. O fenômeno ainda aumenta o risco de enchentes, visto que a redução do volume dos rios facilita o transbordamento da água, comprometendo a circulação de embarcações. Apesar de natural, o processo é intensificado pela ação humana com o desmatamento de florestas de mangue. ATUAM COMO FILTROS BIOLÓGICOS Os microrganismos dos manguezais são capazes de processar lama e matéria orgânica, promovendo a fixação e a inertização de partículas contaminantes. O despejo de esgoto nestas áreas, por exemplo, sofre ação de bactérias que retêm nutrientes importantes para equilíbrio do ecossistema, tornando-os parte de sua biomassa. Todos os “motivos para preservar os manguezais” estão relacionados a diversos outros processos ecológicos de ocorrência natural que sofrem ação direta ou indireta deste ecossistema, responsável por garantir o equilíbrio ambiental e a subsistência de milhares de pessoas. O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" 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  • Motivos para preservar a restinga

    A restinga é um ecossistema costeiro associado ao bioma de Mata Atlântica, reconhecido pela grande resiliência e biodiversidade de plantas e vegetais. Sua vegetação de hábitos e portes variados desenvolve-se em ambientes com extremos de temperatura, ventos fortes, escassez de água e solo arenoso, ocupando áreas que pouquíssimas outras plantas conseguiriam habitar. Restinga da Praia de Itaparica, Vila Velha/ES. Foto: Leonardo Merçon Apesar de sua complexidade ecossistêmica, favorável à sobrevivência, sua resiliência parece não ser suficiente para lidar com os impactos da exploração humana. Um dos grandes motivos é sua localização próxima às faixas de areia das praias, local onde muitas pessoas desejam construir suas casas. Por essa razão, é comum observarmos a degradação da vegetação nativa para construção de casas, prédios, grandes empreendimentos, além da abertura de acessos às praias e construção de restaurantes e comércios cada vez mais próximos do litoral. Restinga da Praia de Itaparica, Vila Velha/ES. Foto: Leonardo Merçon O desmatamento também ocorre para extração de areia, sal e para cultivo de frutos do mar (como o camarão), atividade que demanda grande quantidade de água salgada e, por isso, levam produtores à construírem suas fazendas próximas ao mar. A preservação da restinga vale muito mais do que sua degradação para atividades comerciais ou construção de empreendimentos. Para provar, listamos alguns motivos pelos quais devemos preservá-la: Combate à erosão A restinga apresenta uma complexa rede de filamentos e raízes capaz de “fixar” a areia da praia e impedir que ventos fortes a desloquem até o continente. Esta retenção previne o avanço do mar em direção às cidades e a conservação da infraestrutura urbana, evitando a erosão de ruas, calçadas, muros e estabelecimentos comerciais. Além disso, a restinga promove a conservação de outro ecossistema igualmente importante: o manguezal. Este local de transição entre os ambientes terrestre e marinho, típicos de regiões tropicais, sobrevive graças à retenção de areia que impede o “soterramento” de suas zonas alagadiças. Lar de espécies silvestres Muitas espécies de aves migratórias encontram na restinga um local de refúgio, alimentação e descanso. A degradação do ecossistema pode se tornar problema de escala internacional, uma vez que afeta, diretamente, a biodiversidade de outros continentes. O ecossistema conta, ainda, com uma ampla variedade de espécies silvestres que desempenham papel ecológico fundamental para o ciclo natural do planeta. A restinga protege os ninhos das tartarugas marinhas, atualmente ameaçadas de extinção, e serve de abrigo para espécies de crustáceos, como siris e caranguejos. Os gambás, marsupiais comuns aos meio urbano, essenciais para o controle de pragas e manutenção da nossa biodiversidade, também a utilizam como área para proteção, moradia e busca por alimento. Gambá registrado no Parque Estadual Paulo César Vinha, a maior area de preservação de restinga do Espírito Santo. Foto: Leonardo Merçon A perda de habitat é fator de risco para extinção destas espécies, além de fomentar problemas de saúde pública com a “invasão” de alguns animais ao meio urbano. Animais típicos da Restinga. Fotos: Leonardo Merçon Biodiversidade vegetal Por mais que muitos acreditem que a restinga consiste apenas em “um monte de mato na areia da praia”, sua biodiversidade de espécies vegetais é bastante impressionante. Nela, podemos encontrar plantas frutíferas, como o Maracujá-selvagem e a Pitangueira, plantas ornamentais, como a Aroeira e variadas espécies de Cactos, e espécies de caráter medicinal, como a macela-do-campo e o Mastruço-do-brasil. Esta grande biodiversidade vegetal contribui para o desenvolvimento de pesquisas, novas tecnologias e como fonte de recursos para comunidades tradicionais. Pesquisa sobre a restinga na Praia de Itaparica, Vila Velha/ES. Fotos: Leonardo Merçon Fonte de renda para a comunidade O ‘ecoturismo’ movimenta a economia de muitas comunidades que fazem uso sustentável das áreas de restinga. Estas famílias usam a matéria-prima do ecossistema para confecção de artesanato e preparo de pratos típicos, iguarias e chás medicinais, conquistando seu espaço como uma atração turística cultural. A conservação da restinga garante a prevalência do conhecimento cultivado por estas comunidades e a prevalência de benefícios socioeconômicos para toda a região. A maior parte da população brasileira está concentrada no litoral do país e, por isso, precisa pensar no desenvolvimento das cidades a longo prazo. A manutenção da restinga deveria ser ponto crucial do desenvolvimento de planos urbanísticos, a fim de impedir que o mar avance em direção às cidades, as faixas de areia reduzidas e as estradas, erodidas. A preservação da restinga vai muito além de questões ecológicas, estendendo-se ao âmbito social, econômico e cultural. Uma restinga degradada pode gerar problemas de infraestrutura, saúde pública e afetar a economia local, uma vez que a recuperação de grandes áreas naturais, além de difícil e demorada, exige altos investimentos de mão de obra para ser realizada. O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • Resgate de 'família' de gambás tem final feliz em Vila Velha

    O período reprodutivo dos gambás, entre agosto e setembro, aumentou consideravelmente a demanda por resgates na Grande Vitória. O caso mais recente aconteceu em Interlagos, Vila Velha, quando uma fêmea com filhotes foi encontrada dentro da churrasqueira de uma moradora. O Projeto Marsupiais acompanhou a história de perto, unindo esforços para devolver os animais ao seu habitat natural. Fernanda e seu marido notaram a presença do gambá na manhã de quinta-feira (24), e logo buscaram ajuda do Projeto Marsupiais. O animal parecia assustado e um pouco agressivo, impedindo qualquer tentativa de contato ou aproximação. A decisão foi deixá-lo sozinho, na expectativa que seguisse seu caminho de volta à natureza. Já de noite, o gambá começou a passear pela casa. Os moradores decidiram verificar a churrasqueira, seu esconderijo principal, e, para grande surpresa, descobriram a presença de seis pequenos filhotes. Os animais foram colocados em uma caixa de proteção com alguns alimentos e aguardaram o - possível - retorno da mãe. A separação entre mãe e filhotes preocupou o Projeto Marsupiais, que acelerou a busca por membros e organizações parceiras que pudessem realizar o resgate. Fernanda relatou cada novo acontecimento à coordenadora Iasmin Macedo, permitindo que a equipe pensasse em estratégias para concluir a operação. Na manhã desta sexta-feira (25), a mãe havia retornado ao esconderijo inicial e dado lugar a uma nova preocupação: o desaparecimento dos filhotes. Luis Felipe Mayorga, médico veterinário do IPRAM (Instituto de Pesquisa e Reabilitação de Animais Marinhos), foi quem acolheu o chamado do projeto para ir ao local solucionar o caso. O profissional conseguiu capturar a mãe e encontrar os filhotes ‘desaparecidos’ dispersos pela rua próxima à residência. Luis conseguiu reunir a ‘família’ de gambás e observar os filhotes agarrando-se ao corpo da mãe, como é típico dos marsupiais. O distanciamento é natural nos filhotes mais desenvolvidos, quando começam a conquistar a própria independência. Agora, a torcida é para que continuem unidos até que os filhotes atinjam seu desenvolvimento completo e possam garantir sua sobrevivência na natureza. Apesar das reviravoltas, a história teve um final feliz. O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • #35: Parque Natural na Alemanha - Últimos Refúgios na TV Ambiental

    Instituto Últimos Refúgios e TV Ambiental apresentam um novo episódio do ‘Programa Últimos Refúgios’. Nesta edição, confira uma viagem até o norte da Alemanha, no “Naturpark Dümmer”, região com belíssimas paisagens e áreas naturais. O apresentador e fotógrafo Leonardo Merçon embarca em uma viagem à terra natal de sua esposa, Ilka Westermeyer, para uma aventura de descobertas cercada por natureza. A Alemanha é conhecida por seu grande viés ambiental, sendo repleta de florestas, bosques, jardins zoológicos e inúmeros parques nacionais com atividades para observação da fauna silvestre. O “Naturpark Dümmer”, visitado pelos apresentadores, contempla diversas paisagens, colinas e pântanos em mais de 500 km² de extensão, além de sua atração principal, o lago Dümmer. A área é local de reprodução e descanso para muitas aves migratórias, característica que fomenta o turismo de observação de aves na região. Quer saber mais? Confira o episódio na íntegra: "Programa Últimos Refúgios" é um patrocínio Reserva Ambiental Águia Branca, mantida pelo Grupo Águia Branca no município de Vargem Alta, Espírito Santo. O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • #34: Ilha de Coroa Vermelha - Últimos Refúgios na TV Ambiental

    Instituto Últimos Refúgios e TV Ambiental apresentam um novo episódio do ‘Programa Últimos Refúgios’. Desta vez, confira o primeiro capítulo da série “fotografando a natureza”, série que acompanha as aventuras do fotógrafo Leonardo Merçon pelas belezas naturais do Brasil - e do mundo. A edição acompanha uma viagem à Ilha de Coroa Vermelha, no litoral extremo sul da Bahia. O vídeo promove uma experiência relaxante e contemplativa, apresentando os encantos da região em registros belíssimos da fauna e flora local. Fotografias de animais marinhos, mergulho em recifes de corais, pôr-do-sol de tirar o fôlego e experiências únicas em alto-mar são apenas alguns dos momentos retratados. Quer saber mais? Confira o episódio na íntegra: "Programa Últimos Refúgios" é um patrocínio Reserva Ambiental Águia Branca, mantida pelo Grupo Águia Branca no município de Vargem Alta, Espírito Santo. O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • #33: Restinga e Saracura-matraca no 'História de Fotógrafo' - Últimos Refúgios na TV Ambient

    Instituto Últimos Refúgios e TV Ambiental apresentam um novo episódio do ‘Programa Últimos Refúgios’. Nesta edição, conheça um importante ecossistema brasileiro e acompanhe mais uma edição do ‘História de Fotógrafo’, quadro que revela os segredos e aventuras da fotografia de natureza. No primeiro bloco, confira a pesquisa do biólogo João Zanardo sobre um dos principais ecossistemas da Mata Atlântica brasileira: a restinga. O estudo buscou avaliar e registrar as espécies encontradas em um trecho da Praia de Itaparica, no município de Vila Velha/ES, divulgando dados relevantes à comunidade científica e ao público geral. Apesar de bastante resiliente, o ecossistema vem sofrendo os impactos causados pela expansão urbana no litoral brasileiro, área de grande prestígio e valor comercial. No segundo bloco, confira a edição do “História de Fotógrafo” que acompanha uma visita a “Universidade Federal do Espírito Santo - UFES” para registro da Saracura-matraca, ave graciosa de pernas compridas e canto estridente. O local pertence a uma região de mangue, lar das saracuras e de muitas outras espécies silvestres. Saracura-matraca. Foto: Leonardo Merçon Quer saber mais? Confira o episódio na íntegra: "Programa Últimos Refúgios" é um patrocínio Reserva Ambiental Águia Branca, mantida pelo Grupo Águia Branca no município de Vargem Alta, Espírito Santo. O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • "Desmistificando os marsupiais brasileiros”: Projeto Marsupiais leciona curso em parceria com N

    A ida do Projeto Marsupiais até a Ilha de Paquetá, no Rio de Janeiro, para prestigiar o primeiro ‘Congresso de Conservação da Natureza’ precisou ser adiada em função do isolamento social. O evento aconteceria em abril deste ano e convidava o projeto para uma palestra informativa sobre os marsupiais da fauna brasileira. Ainda sem data prevista para ocorrer, o evento precisou de uma alternativa. Foi então que a organizadora Suzana Ramineli aproveitou a oportunidade para convidar a bióloga Iasmin Macedo para lecionar o curso "Desmistificando os marsupiais brasileiros” em parceria com a Naturaulas. NATURAULAS A Naturaulas é uma empresa de cursos na área de Biologia Marinha, Conservação da Natureza e Educação Ambiental com mais de dez anos de história. A iniciativa já atuou em diversas localidades do Brasil, como Ilha Grande, Paraty, Arraial do Cabo e Búzios, no Rio de Janeiro; Praia do Forte e Boipeba (BA); Bonito (MS); Fernando de Noronha (PE) e Natal (RN). "DESMISTIFICANDO OS MARSUPIAIS BRASILEIROS” O curso "Desmistificando os marsupiais brasileiros” reuniu 24 alunos na plataforma online ‘Google Meet’ para apresentar um panorama geral sobre as espécies de marsupiais do território brasileiro. A ementa abordou temas sobre importância ecológica e características evolutivas, além de desmistificar preconceitos populares por meio da sensibilização ambiental e difusão científica. O jovem Gustavo Viola, de 13 anos, foi aluno destaque da turma. O participante interagiu, questionou e mostrou que é possível agir desde cedo para conhecer a natureza e lutar pela conservação. O engajamento de crianças e adolescentes prova-se essencial para fomentar a preservação do meio ambiente nas futuras gerações. Outro aluno destaque foi Januário Campos de Amorim, morador da Ilha de Paquetá. O rapaz, que possui contato direto - e recorrente - com gambás na Ilha, foi convidado especialmente para aprender sobre estes espécimes tão presentes em seu dia a dia. Apesar de pequeno, o local detém grande concentração de animais silvestres, tornando fundamental a implementação de práticas sustentáveis para a boa convivência entre sociedade e natureza. ENCERRAMENTO A atividade final levou os alunos a soltarem a criatividade para produção de materiais de difusão científica. A ideia foi desenvolver textos, matérias jornalísticas, fotografias, músicas e vídeos, incentivando o compartilhamento de conteúdo científico ao público geral. Confira alguns trabalhos: A ideia da professora Giovanna Chinellato foi produzir uma atividade sobre gambás que reunisse informações, fotografias e exercícios lúdicos para crianças do ensino básico. Integrando o aprendizado adquirido ao longo do curso com seu trabalho na área de literatura infantil, a participante propôs um trabalho artesanal que recicla rolos de papel para confecção de brinquedos em formato de gambá. Atividade da aluna Giovanna Chinellato A estratégia de sensibilização ambiental é utilizada pelo Projeto Marsupiais e pelo Instituto Últimos Refúgios com um objetivo em comum: promover conhecimento, sustentabilidade e conservação por meio da cultura e amor pela natureza. Afinal, as pessoas só protegem o que sabem que existe. O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • #30: Clube de Observação da Natureza - Últimos Refúgios na TV Ambiental

    Instituto Últimos Refúgios e TV Ambiental apresentam um novo episódio do ‘Programa Últimos Refúgios’. Nesta edição, conheça o “Clube de Observadores da Natureza”, iniciativa que leva jovens estudantes a conhecerem áreas naturais da Grande Vitória. Atividade do 'Clube' no Parque Botânico Vale. Foto: Ana Clara Mardegan Leonardo Merçon recebe o biólogo e coordenador de educação ambiental do Instituto Últimos Refúgios João Zanardo para falar sobre o projeto. Durante o ano de 2019, o ‘clube’ levou alunos da escola “EMEF Serrana” nas unidades do Horto da Serra, APA Mestre Álvaro, Parque Botânico Vale e Ilha do Frade, onde foi possível observar mais de 50 espécies de animais silvestres. O objetivo foi conectar jovens à natureza por meio de atividades lúdicas que integrassem sensibilização e educação ambiental. A iniciativa explora a importância do meio ambiente para a sociedade, coloca em práticas assuntos estudados em sala de aula e busca desenvolver o olhar artístico dos participantes por meio da fotografia de natureza, da pesquisa e de técnicas de observação. Quer saber mais? Confira o episódio na íntegra: "Programa Últimos Refúgios" é um patrocínio Reserva Ambiental Águia Branca, mantida pelo Grupo Águia Branca no município de Vargem Alta, Espírito Santo. O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

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