Search Results
711 resultados encontrados com uma busca vazia
- Projeto Vitória da Restinga realiza oficina de placas na Ilha do Frade
Placas sendo produzidas na sede da SAMIFRA. Ilha do Frade | FOTO: Raphael Gaspar O Projeto Vitória da Restinga , em parceria com a Associação de Moradores da Ilha do Frade ( SAMIFRA ) realizou uma oficina de placas sensibilizadoras com os moradores da região. A ação foi dividida em dois momentos, nos dias 16 e 20 de agosto. A primeira atividade foi direcionada às escolas de canoa havaiana e natação Maiu Vaa e 027 Tê. Já o segundo momento foi com a turma de natação infantil da Ilha do Boi. A ideia da iniciativa é fazer cada morador produzir sua própria mensagem de conservação da natureza em uma placa de madeira e posteriormente instalar os informativos pelas praias da Ilha. As placas serão instaladas no dia 20 de setembro, durante um evento referente ao Dia Mundial da Limpeza. Projeto Vitória da Restinga O Projeto Vitória da Restinga é uma realização do Instituto Últimos Refúgios, com a parceria da Prefeitura de Vitória e Vale, busca promover o diálogo com a comunidade por meio de ações de sensibilização ambiental, informando sobre a importância da Restinga, a biodiversidade local e o trabalho de revitalização na Restinga de Vitória, capital do Espírito Santo. As atividades do Projeto, também contemplam a Praia de Camburi e as Ilhas do Boi e do Frade, com a parceria da Associação dos Moradores e Proprietários da Ilha do Boi (AAMPIB) e Associação dos Moradores Proprietários e Amigos da Ilha do Frade (SAMIFRA).
- Dia Mundial da Limpeza: confira participação do Instituto Últimos Refúgios em 2025
O mês de setembro é marcado pelo Dia Mundial da Limpeza (World Clean Up Day) , celebrado no dia 20. Como de costume, o Instituto Últimos Refúgios será um dos adeptos da iniciativa e participará com mobilizações em prol da conservação ambiental. Confira a agenda : Iniciaremos no dia 15 , no SOE de Jardim Camburi, oferecendo atividades de sensibilização ambiental para alunos de escolas públicas mobilizadas pela Prefeitura Municipal de Vitória. No dia 19 , estaremos presentes em evento multicultural realizado pela Prefeitura. As atividades acontecerão na Praça do Papa com início às 8h. Maiores informações serão divulgadas em breve em vitoria.es.gov.br . Já no dia 20 o movimento será realizado em três localidades. Nas Ilhas do Boi e do Frade e no Parque Costeiro, todos com início às 8h. As ações contarão com tendas de sensibilização sobre a importância da limpeza da restinga, dos oceanos e ambientes costeiros, assim como esquetes teatrais que abordarão o tema, ainda, instalação de placas com mensagens para a conservação ambiental pintadas pelo público frequentador das praias. Além disso, o público será mobilizado para uma atividade de limpeza nas praias seguida de uma gincana e muita interação, com diversas instituições envolvidas. A campanha será uma grande colaboração entre o Instituto Últimos Refúgios (representado pelos Projetos Vitória da Restinga e Ecofrade) e a Associação de Moradores da Ilha do Boi (AMPIB), Associação de Moradores da Ilha do Frade (SAMIFRA), Parque Costeiro e a Prefeitura Municipal de Vitória. Dia Mundial da Limpeza O Dia Mundial da Limpeza (World Clean Up Day) é uma ação cívica mundial com o objetivo de mapear resíduos descartados irregularmente e envolver 5% da população mundial para limpar o mundo em 24h. O Instituto Limpa Brasil é o líder nacional do movimento no Brasil com a co-liderança da Teoria Verde, se unindo a mais de 190 países desde 2018 com uma rede de líderes estaduais e locais por todo o Brasil. Atualmente, segundo dados do próprio Instituto Limpa Brasil, o movimento já conta com 1200 cidades oficialmente cadastradas no Brasil. A partir de 2024, o Dia Mundial da Limpeza (World Clean Up Day) agora está integrado ao calendário da ONU, sempre no dia 20 de setembro. Fato que permite melhor organização da campanha e mais credibilidade com o apoio da Organização das Nações Unidas. Serviço Dia Mundial da Limpeza 2025 Dia 15/09 Evento da Prefeitura de Vitória Local: SOE de Jardim Camburi Horário: 8h às 12h Dia 19/09 Evento Multicultural da Prefeitura de Vitória Local: Praça do Papa Horário: 8h às 12h Dia 20/09 Dia Mundial da Limpeza Ilha do Frade Ponto de encontro: Bosque da Ilha do Frade Horário: 8h às 12h Dia Mundial da Limpeza Ilha do Boi Ponto de encontro: Praia Grande Horário: 8h às 12h Dia Mundial da Limpeza Parque Costeiro Ponto de encontro: Parque Costeiro, Jardim Camburi Horário: 8h às 12h
- Boletim Final – Bioblitz da Mata Atlântica 2025
Uma grande mobilização pela biodiversidade chegou ao fim com resultados inspiradores. Entre os dias 27 de maio e 30 de junho de 2025, escolas, instituições, pesquisadores e cidadãos de diferentes regiões do Brasil se uniram para documentar a vida em um dos biomas mais ameaçados do planeta. A Bioblitz da Mata Atlântica 2025 chega ao fim com um saldo surpreendente: foram mais de 21 mil registros fotográficos, 4 mil espécies observadas e centenas de pessoas envolvidas em atividades de campo e ações educativas. Números condizentes com a riqueza da Mata Atlântica Até o momento da finalização dos dados, os números impressionam: 21.700 observações registradas no iNaturalist 4.187 espécies diferentes observadas 2.016 espécies diferentes com nível de pesquisa confirmado 983 identificadores contribuíram para a validação dos dados 204 participantes inscritos no projeto 170 observadores ativos (que publicaram registros) Esses números ainda podem sofrer pequenas atualizações após a publicação deste boletim, pois foram considerados todos os registros feitos entre 27 de maio e 30 de junho e publicados até o fim de julho, prazo máximo para validação. Um mês inteiro dedicado à Mata Atlântica Durante pouco mais de 30 dias, foram realizadas aulas de campo, oficinas, caminhadas guiadas, rodas de conversa e visitas a áreas verdes — tudo com o objetivo de despertar a curiosidade sobre a natureza local e incentivar o uso da ciência cidadã como ferramenta de conservação . De grandes centros urbanos a escolas rurais, o engajamento foi diverso. Estudantes do ensino fundamental, professores, guias de ecoturismo, técnicos ambientais, pesquisadores e apaixonados por natureza uniram-se em prol do mesmo propósito: observar, registrar e valorizar a biodiversidade da Mata Atlântica. O evento também contou com observadores esporádicos do país inteiro, que se engajaram com centenas de observações. Um evento colaborativo e educativo A Bioblitz da Mata Atlântica 2025 demonstrou que o conhecimento sobre biodiversidade não está restrito às universidades . Ao usar uma plataforma gratuita de ciência cidadã como o iNaturalist , projetos como este, dão autonomia para que qualquer pessoa possa se tornar observadora da natureza e contribir com dados científicos importantes para ajudar na diminuição das lacunas de conhecimento sobre a biodiversidade. As ações foram organizadas por uma rede de instituições, escolas e parceiros locais em estados como Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo , com destaque para os municípios de São José dos Campos (SP) e Santa Teresa (ES) , que contaram com a adesão escolar. Uma semente plantada para o futuro Além dos números, a Bioblitz deixa como legado a formação de grupos de observadores da natureza , a criação de clubes escolares, o fortalecimento de redes de colaboração entre instituições e o despertar de uma nova geração de cidadãos atentos ao seu entorno. Para os organizadores, essa foi apenas a primeira edição de um movimento que pretende crescer ainda mais nos próximos anos. A ciência cidadã se mostrou uma poderosa aliada na construção de uma sociedade mais conectada com a natureza e mais consciente da importância da conservação ambiental. Agradecimentos A Bioblitz da Mata Atlântica 2025 é uma iniciativa do Instituto Nacional da Mata Atlântica (INMA) , em parceria com o Instituto Últimos Refúgios , a Fundação Espírito-santense de Tecnologia (FEST) , e as Prefeituras de São José dos Campos (SP) e Santa Teresa (ES) . A ação integrou as comemorações do Dia Nacional da Mata Atlântica (27/05) e do Mês do Meio Ambiente (junho) , mobilizando escolas, comunidades, gestores e cidadãos para valorizar a biodiversidade brasileira. Agradecemos a todas as instituições parceiras, professores, estudantes, técnicos, fotógrafos, naturalistas e cidadãos que fizeram parte desta jornada. Mais informações Site: www.inma.gov.br Instagram: @inmaoficial | @ultimosrefugios Contato para imprensa: imprensa@inma.gov.br / (27) 99918-5553
- Videoclipe do Instituto Últimos Refúgios é destaque no Festival de Cinema de Vitória
Raphael Gaspar ao lado de Gustavo Macacko na 9ª Mostra Nacional de Videoclipes do Festival de Cinema de Vitória O videoclipe Highway 262 , produzido pelo Instituto Últimos Refúgios , foi selecionado para a 9ª Mostra Nacional de Videoclipes, parte da programação do 32º Festival de Cinema de Vitória . O evento aconteceu entre os dias 19 e 24 de julho, no Sesc Glória, e é considerado o maior festival de cinema do Espírito Santo . Durante a exibição, no dia 24, o cantor e intérprete da música, Gustavo Macacko, marcou presença ao lado do diretor do Instituto Últimos Refúgios e autor da letra da música, Raphael Gaspar. Juntos, conversaram com o público sobre o processo de criação da obra e destacaram a urgência de discutir a relação entre rodovias e conservação da natureza Bate-papo com o público durante o evento “Pretendemos passar a mensagem de conservação, principalmente naquele trecho. Sabemos que todos os lugares que contam com rodovias têm o problema do atropelamento de fauna. Temos a estatística de que 475 milhões de animais silvestres são atropelados todos os anos no Brasil, então a gente vem chamando a atenção para isso, em uma roupagem e pegada de rock’n roll”, declarou Gaspar durante bate-papo com os presentes na mostra. Com imagens reais da fauna, flora e estradas do estado, além de animações e efeitos sonoros impactantes, o videoclipe levanta uma importante reflexão sobre a biodiversidade do Corredor Ecológico das Montanhas Capixabas e os riscos de atropelamentos de animais na BR-262. A música faz parte da trilha do documentário Corredores , que aborda esse mesmo tema. “Tenho muita afinidade com a região por fazer viagens para o Caparaó e a equipe do Instituto Últimos Refúgios trouxe essa ideia de falar do corredor ecológico que é envolto pela BR 262. Quando recebi esse convite foi um grande match para eu poder chamar a atenção para esse lugar tão sensível que a gente tem que ter compromisso”, comentou Macacko, que ainda chamou a atenção para a valorização do percurso para os capixabas. “O capixaba se sente sensibilizado por o trecho ser caminho para tantos lugares queridos como Domingos Martins, Pedra Azul e Venda Nova”, concluiu. Exibição do videoclipe de Highway 262 durante mostra A produção conta com direção de Klaus’Berg, roteiro de Klaus’Berg e Raphael Gaspar, produção musical de Arthur Navarro. O projeto foi viabilizado com recursos do Funcultura 2022, por meio da Secretaria de Cultura do Espírito Santo (Secult/ES). Tem o apoio do Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (IEMA), do Grupo Águia Branca e da ArcelorMittal. Ficha técnica audiovisual: Direção: Klaus’Berg Roteiro: Raphael Gaspar Tebaldi, Klaus’Berg Produção Executiva: Raphael Gaspar Tebaldi Direção de fotografia: Leonardo Merçon, Felipe Facini, Felipe Rodrigues Dockhorn Assistente de direção: Davi Alves Edição: Felipe Facini, Claudiana Braga, MEI Ameixa Animação: Raquel de La Rocha Colorização: Leonardo Merçon Finalização: MEI Ameixa Mixagem de som: Arthur Navarro Participação especial: Gustavo Macacko Produção de set: Philipe Grillo Imagens de arquivo: Arquivo Nacional e Centro de Documentação da Rede Gazeta-CeDoc Ficha técnica musical: Raphael Gaspar: Letra Gustavo Macacko: Voz Arthur Navarro: Guitarra, Teclado e Chocalho Santiago Emanuel: Guitarra Natalia Milanesi: Baixo e Backing Vocals Kyle McKay: Bateria Produção Musical, Mixagem de Som e Masterização realizada no Atlantis Studios, por Arthur Navarro.
- Ciência cidadã: Projeto Marsupiais e Herpeto Capixaba coordenam primeiro registro científico de predação
Registro do gambá-de-orelha-preta predando uma caninana | FOTO: Instagram Projeto Marsupiais Uma parceria entre Projeto Marsup iais e Herpeto Capixaba , resultou em uma nota científica sobre um caso curioso. Um gambá-de-orelha-preta ( Didelphis aurita), predando uma cobra caninana (Spilotes pullatus) , em um registro realizado pela internauta Beatriz Medeiros e enviado ao Projeto Marsupiais, por meio do Instagram. Esse foi o primeiro registro científico dessa predação, publicado na revista "Herpetologia Brasileira” e evidencia a importância da ciência cidadã na área da pesquisa e como estudos assim podem ajudar na conservação da natureza e vida selvagem. “É incrível o fato de como a internet tem aberto novas possibilidades de integração da população com a comunidade científica, o que nos mostra cada vez mais a importância da ciência cidadã. Todo o processo inicial foi feito pelo Instagram, onde a autora do vídeo nos contactou e percebemos que aquilo era algo importante”, enfatizou Iasmin Macedo, coordenadora do Projeto Marsupiais e atual presidente do Instituto Últimos Refúgios. Você pode conferir a edição da revista Herpetologia Brasileira abaixo: Anderson Lozorio, um dos autores da publicação, ressalta o importante papel da internet e tecnologia nesse tipo de registro. "Esse registro gerou uma revisão nos predadores de caninana, então a colaboração da comunidade não científica para esses trabalhos é muito válida e demonstra o papel da ciência cidadã. Muita gente não sabe desses procedimentos científicos mas registram as situações de qualquer forma e registros de predação chamam muito a atenção. Com o advento dos celulares e câmeras cada vez melhores, conseguimos ter cada vez mais precisão na identificação dos organismos, tanto a nível de gênero quanto de espécie", afirmou o biólogo. A nota teve autoria de: Anderson Lozorio Canal Filho, Isabella Marçal Silva, Beatriz Medeiros Brandão, Iasmin Macedo e Thiago Silva-Soares. Confira o vídeo do momento da predação: Projeto Marsupiais O Projeto Marsupiais é uma realização do Instituto Últimos Refúgios e trabalha com resgate e reabilitação de marsupiais que necessitam de cuidados. Este trabalho acontece inicialmente nas cidades da Grande Vitória, no Espírito Santo. Por ser uma organização sem fins lucrativos, a iniciativa depende de doações para dar continuidade às atividades desenvolvidas. Saiba como contribuir clicando aqui . Herpeto Capixaba Através da pesquisa e difusão científica em prol do conhecimento e conservação da herpetofauna, o Herpeto Capixaba objetiva preencher as lacunas do conhecimento acerca dos anfíbios e répteis brasileiros. Além de conhecer a diversidade dos anfíbios e répteis da Mata Atlântica capixaba, visa compreender a relação do herpetofauna com as possíveis adversidades à que podem estar submetidos, tais como índices de atropelamento, malformações e seus causadores, exposição a agrotóxicos, parasitismo, presença de agentes patógenos, espécies invasoras, dentre outros. Atualmente o projeto, ampliado, abrange em suas pesquisas, áreas dos Biomas Amazônia, Pantanal e até o Pampa. Aproveite para conhecer mais sobre o Projeto Herpeto Capixaba AQUI e apaixone-se pela herpetofauna do Espírito Santo!
- Diretora do instituto Últimos Refúgios recebe Comenda Augusto Ruschi
Caroline Reis ao lado do deputado estadual Fabrício Gandini | FOTO: Victória Campos Caroline Reis, bióloga e diretora do Instituto Últimos Refúgios , foi homenageada com a Comenda Augusto Ruschi . Concedida pela Comissão de Proteção ao Meio Ambiente da Assembleia Legislativa do Espírito Santo ( ALES ), a honraria é concedida a indivíduos ou instituições que se destacam em trabalhos e projetos em defesa do meio ambiente, especialmente no estado do Espírito Santo. Detalhes da comenda Augusto Ruschi, honraria concedida à Caroline Reis, diretora do Instituto Últimos Refúgios |FOTO: Victória Campos A profissional atua em diversos projetos do instituto, tais como o Projeto de Conservação Baía das Tartarugas, Projeto Marsupiais, Vitória da Restinga e o Ecofrade. As iniciativas contribuem para a conservação da APA baía das tartarugas, também das espécies de marsupiais brasileiras, da conservação dos ecossistemas de Restinga, assim como monitoramento e educação ambiental sobre a coleta seletiva na Ilha do Frade, respectivamente.
- Instituto Últimos Refúgios marca presença em debate sobre preservação marinha na UFES; participe!
Caroline Reis integra o quadro de palestrantes do evento Nesta quinta-feira (31), o Instituto Últimos Refúgios, por meio da bióloga Caroline Reis , marcará presença no II Diálogos em Educação Ambiental nos Oceanos, na Universidade Federal do Espírito Santo ( UFES ) , campus Goiabeiras. O evento é uma iniciativa da equipe do laboratório de Bioecologia Marinha da UFES e aproveita a Década do Oceano para discutir ações relacionadas à preservação do ambiente marinho. Caroline Reis, parte da diretoria do Instituto Últimos Refúgios, é uma das profissionais convidadas para um bate-papo e ficará encarregada de falar sobre “A educação ambiental na formação do ser humano”. Além dela, o debate contará com: Dra. Danielle Awabdi (UFES), Msc. Rafael Kuster Gonçalves (Projeto Tamar), Prof. Dr. Fabio Bom (UFES), Profa. Dra. Camilah Antunes Zappes (UFES), Profa. Dra. Ilka Branco Lima Nunes (UFRPE) e Profa. Dra. Cristiana Losekaan (UFES). Além de palestras, o evento contará com um debate interativo com os participantes. O ingresso é gratuito e você pode realizar sua inscrição online; LINK ABAIXO: II Diálogos em Educação Ambiental nos Oceanos Dia: 31/07/2025 Horário: de 8h às 12h30 Evento presencial no Auditório do IC 2 - UFES campus de Goiabeiras, Vitória - ES
- Projeto Vitória da Restinga leva sensibilização e arte ao Parque Costeiro
Número teatral sendo realizado para público no Parque Costeiro | FOTO: Leonardo Merçon Para aproveitar as férias escolares, o Projeto Vitória da Restinga marcou presença no Parque Costeiro e cumpriu uma agenda de atividades na última semana, que foram de abordagens ao público e observação de natureza até teatro ambiental. Na quinta (18) e sexta-feira (19) , a equipe esteve presente com um estande e educadoras ambientais para promover a sensibilização ambiental com os visitantes do Parque. Já no sábado (20), além do material informativo, a mascote gambá, Penelope, também estava presente para interagir e cativar a atenção dos visitantes. Os informativos da tenda consistiam em folders e livros, uma maquete representativa do ecossistema de Restinga e um gambá taxidermizado, instrumento expositivo que facilita a didática com os presentes. Estande de sensibilização disponibilizado no parque durante a campanha | FOTOS: Leonardo Merçon e Vitor Pinheiro No domingo (21), a novidade ficou por conta da peça teatral “Ringue da Restinga”. O número teatral retrata um embate entre a Restinga (Letícia Sansi) e um banhista (Arthur Moschen), ambos com argumentações sobre a relação do ser humano e a conservação de ambientes costeiros. Entre eles está o Palhaço Juiz (Berg Veras), que media a situação e indaga o público com questões reflexivas a respeito do tema. Toda a discussão é acompanhada pela Mascote Penelope (Anna Mark), que sofre os impactos ambientais causados pelo ser humano. Peça teatral "Ringue da Restinga" em curso | FOTOS: Leonardo Merçon e Vitor Pinheiro O Projeto Vitória da Restinga volta ao Parque Costeiro no dia 6 de agosto. As atividades ainda serão divulgadas. Projeto Vitória da Restinga O Projeto Vitória da Restinga é uma realização do Instituto Últimos Refúgios, com a parceria da Prefeitura de Vitória e Parque Costeiro. Busca promover o diálogo com a comunidade por meio de ações de sensibilização ambiental, informando sobre a importância da Restinga, a biodiversidade local e o trabalho de revitalização na Restinga de Vitória, capital do Espírito Santo. O objetivo é gerar um efeito positivo para as comunidades locais e ressaltar a importância de conservar a biodiversidade desse ambiente tão impactado. Te convidamos para conhecer mais sobre o projeto nas redes sociais e fazer parte das próximas ações. Nos vemos por lá!
- Anfíbios da Mata Atlântica: Pesquisadores do Instituto Últimos Refúgios publicam artigo em revista científica
Pererequinha ( Ololygon trapicheiroi) espécie retratada no artigo | FOTO: Thiago Soares O Instituto Últimos Refúgios , por meio do pesquisador Dr. Thiago Silva-Soares junto à bióloga Natalia Soares Campos, acaba de ter mais um trabalho publicado na literatura científica. Os herpetólogos assinam um artigo na revista "Herpetologia Brasileira " que revela novos comportamentos anti-predatórios da pererequinha ( Ololygon trapicheiroi) , espécie endêmica da Mata Atlântica . A descoberta foi realizada a partir de um monitoramento de campo realizado ao longo de mais de uma década, no estado do Rio de Janeiro. Os pesquisadores documentaram diferentes estratégias usadas pela perereca para escapar de predadores, como simulação de morte, imobilidade, exibição de coloração escondida e até um comportamento inédito no gênero, o “ mouth gaping ”. A pesquisa contribui para ampliar o conhecimento sobre os mecanismos de defesa entre anfíbios e destaca a importância de espécies pequenas e discretas como a Ololygon trapicheiroi para a biodiversidade da Mata Atlântica. Confira o relato de Thiago Silva-Soares, Biólogo e pesquisador de herpetofauna sobre a pesquisa: "Foi muito especial. Depois de seis anos de monitoramento nessa região que eu tenho no coração — a região de Lídice, em Rio Claro, no Rio de Janeiro — tive a oportunidade de registrar um comportamento incrível em uma pequena pererequinha. O mais curioso é que, naquele momento, ela me reconheceu como um potencial predador, sem saber que eu era, na verdade, o pesquisador que estava ali justamente para monitorar e proteger ela e outras espécies de anfíbios e répteis. Nosso trabalho estava vinculado ao monitoramento ambiental de uma pequena central hidrelétrica na região, e foi durante essas atividades que comecei a observar algo diferente. A primeira vez que percebi esse comportamento foi com essa pererequinha da foto (referenciar na foto). A partir dali, comecei a prestar mais atenção e notei o mesmo tipo de resposta em diferentes indivíduos e espécies. Essa população em especial ficava próxima de um píer, na beira do rio. Sempre que eu podia, passava lá para observar — e cada nova visita revelava um detalhe novo desse comportamento defensivo diante da minha presença Pererequinha ( Ololygon trapicheiroi) alongada em galho | FOTO: Thiago Soares Com o tempo, fui compilando essas informações, sempre com respeito ao espaço e à vida delas. E o melhor de tudo: na minha última visita à área em 2024, mesmo após seis anos sem visitar a área de estudo, elas ainda estavam lá — firmes, saudáveis e no seu cantinho favorito!" Natália Campos ressaltou que tem grande afinidade com a área de estudos comportamentais de anfíbios anuros e gostou muito quando foi convidada para desenvolver a pesquisa. “Conforme analisamos as imagens percebemos que esses mecanismos anti-predatórios eram registros inéditos para a espécie. Então decidimos publicar e escolhemos a Revista Brasileira de Herpetologia para valorizar as revistas nacionais. O trabalho foi revisado pelos editores da revista e ficamos muito felizes com o aceite imediato”, concluiu a bióloga. Confira o artigo completo abaixo: Faça o download aqui:
- De volta à natureza! Ação Ambiental do Projeto Marsupiais
No dia 13 de dezembro de 2018, o Projeto Marsupiais em parceria com o Centro de Triagem de Animais Silvestres - CETAS-ES/IBAMA , realizaram a soltura de uma gambá-de-orelha-preta (Didelphis aurita), resgatada em um condomínio residencial na Serra, Espírito Santo. O marsupial foi encontrado por um morador, ele havia sido atropelado dentro do condomínio. O síndico entrou em contato com o Projeto Marsupiais, para que nós pudéssemos auxiliá-lo no resgate e cuidados. Acionamos a equipe do IBAMA, para realizar o resgate e apoiamos toda a ação. O animal foi resgatado e levado para o CETAS, onde foram realizados os cuidados necessários. O projeto conta com a ajuda da voluntária, estudante de Medicina Veterinária, Lorena Musiello, que auxiliou a equipe do CETAS no tratamento. Segundo ela, a gambá encontrada, chegou muito debilitada e, pensando até que não havia muita expectativa de que o animal sobrevivesse. Felizmente, ela se recuperou muito bem, em uma semana, e pôde ser devolvida para a natureza. Josiano Cordeiro Torezani, Analista Ambiental do CETAS/IBAMA, acredita que o trabalho do Projeto Marsupiais em conjunto com o CETAS é muito importante e facilitador para a reabilitação de animais. Antes, estes não chegavam a receber esses cuidados e vinham a óbito, sendo impedidos de retornar à natureza, mas agora é diferente! A missão do Projeto é promover a conservação dos marsupiais, fomentando o desenvolvimento da empatia por esses animais, aumentando o conhecimento da diversidade de espécies existentes, desmistificando mitos com muitos trabalhos de Educação Ambiental, buscamos a sensibilização das pessoas quanto à importância ecológica deles na natureza. Sobre os CETAS Os Centros de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) do Ibama são unidades responsáveis pelo manejo dos animais silvestres que são recebidos de ação fiscalizatória, resgate ou entrega voluntária de particulares. Os CETAS possuem a finalidade de receber, identificar, marcar, triar, avaliar, recuperar, reabilitar e destinar esses animais silvestres, com o objetivo maior de devolvê-los à natureza, além de realizar e subsidiar pesquisas científicas, ensino e extensão. A solicitação de pesquisa deverá ser formalizada na Superintendência do Ibama. Fonte: Ibama 2018 . * Texto: Laiz Pontes Baptista - Bióloga no Projeto Marsupiais. Conheça mais sobre o Projeto Marsupiais no LINK . Gosta do trabalho do Instituto Últimos Refúgios? Faça parte de nossa história e ações, contrubuíndo com o programa "Amigo do Últimos Refúgios" . Saiba mais clicando na imagem abaixo: Acompanhe também o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais. Facebook www.facebook.com/ultimosrefugios www.facebook.com/projetomarsupiais Youtube www.youtube.com/ultimosrefugios "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!"
- Projeto Marsupiais resgata gambá em Vitória e o devolve para a natureza
A equipe do Projeto Marsupiais entrou em ação para fazer mais um resgate. Na última quarta-feira (4), um time composto por três biólogos e uma veterinária foi acionado para capturar um gambá em uma residência do bairro Jardim Camburi, em Vitória O próprio morador entrou em contato com o UR após identificar a presença do animal, que estava aprontando algumas peripécias, visitando a cozinha atrás de alimento e escondendo-se em pequenos compartimentos da casa para se proteger. O pequeno invasor encontrava-se dormindo dentro de um saco plástico, atrás de uma geladeira. A captura foi rápida e precisa e depois de uma pequena avaliação, o animalzinho já estava pronto para ser libertado na natureza. A escolha do local de soltura, por sua vez, depende de diversos fatores. “Proximidade é o que mais consideramos, para não levar o animal para um ambiente diferente do que ele está habituado, além da preocupação de transportar doenças para outras localidades. No caso em questão, buscamos uma região de mata preservada próxima ao local do resgate”, esclarece a bióloga Iasmin Macedo, coordenadora do projeto. Situações como essa são bastante comuns. Os gambás são generalistas, se alimentam de tudo e, por isso, deixam seu habitat natural atrás de comida em áreas urbanas, sendo atraídos tanto pelas latas de lixo presentes nas ruas e quintais, como pela comida dentro das casas. Infelizmente, em algumas dessas aventuras pela vizinhança, os animais acabam perdendo o caminho de casa, levando transtornos aos moradores que não estão acostumados a interagir com a espécie e não sabem lidar com a situação. Por conta disso é tão importante se manter antenado à iniciativas de preservação. Além de propagar conhecimento e informações sobre como lidar com esses casos, provam-se uma forma eficaz de socorro quando o resgate é necessário. Para fazer o resgate de animais silvestres, a pessoa deve entrar em contato com os órgãos ambientais da região (Cetas, Ibama, Prefeitura, entre outros). Você também pode contatar o Últimos Refúgios para orientações pelo número (27) 3022-1667. Fotos: Ana Clara Mardegan O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE . "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.
- Instituto Últimos Refúgios recebe doação pelas vendas do livro “A Jornada das Bruxas”
No segundo semestre de 2019, o Instituto Últimos Refúgios recebeu uma grande contribuição: a doação do valor arrecadado com o primeiro livro de Karina Heid, a ecoficção infantojuvenil “A Jornada das Bruxas”. A iniciativa visou colaborar no desenvolvimento dos projetos e atividades de sensibilização ambiental da instituição. A doação foi entregue ao presidente do instituto Leonardo Merçon e à coordenadora do Projeto Marsupiais, Iasmin Macedo. Parte do valor contribuirá com a ida do projeto à 33ª edição do Congresso Brasileiro de Zoologia, evento de renome nacional e internacional organizado pela Sociedade Brasileira de Zoologia. A campanha ocorreu entre os meses de agosto e dezembro de 2019. Durante este período, todo o valor arrecadado foi reservado ao instituto. Entrega da doação. Foto: Karina Heid A obra é uma fantasia jovem-adulta sobre a transformação de uma garota em bruxa. O treinamento requer um rito de passagem, uma jornada pelo mundo capaz de fazer a protagonista se apaixonar pela terra e pela divindade das bruxas: o planeta. Um dos objetivos da leitura é promover empatia pela natureza. Karina Heid possui outros 15 títulos. “Jornada das Bruxas” é seu primeiro livro de fantasia a trazer uma mensagem ecológica. A narrativa apoia-se em diversas metáforas, fomentando reflexões e diferentes interpretações. O amor pelo meio ambiente motivou a iniciativa da autora em ajudar o Instituto Últimos Refúgios, ONG que trabalha em prol da conservação e sensibilização ambiental. “Acho que estamos passando por um momento crítico, de ataques à todos os ecossistemas. É uma sensação maravilhosa saber que Nina e Parascheva, de certa forma, contribuíram para cuidar de um pedacinho da nossa fauna. Fico feliz em contribuir com as ações educativas da instituição”, relata a autora. Karina Heid e Leonardo Merçon. Foto: Tiago Ferrari Iniciativas como a de Karina motivam o Instituto Últimos Refúgios no desenvolvimento de projetos socioambientais. Integrando cultura, reflexão e conservação, a autora inspira outras ações solidárias. Você pode prestigiar o trabalho da autora adquirindo o livro no site da Amazon . A obra está disponível para compra na versão impressa e gratuitamente em formato digital. O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE . "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.
















