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- O Projeto Marsupiais participa do lançamento do Projeto Coexistir da Prefeitura de Vitória.
No dia 22 de maio, o Projeto Marsupiais, do Instituto Últimos Refúgios, participou do lançamento do Projeto Coexistir, iniciativa da Prefeitura de Vitória voltada à educação ambiental e à convivência segura entre humanos e fauna silvestre em áreas urbanas. Projeto Coexistir Prefeitura de Vitória. Representando o projeto, Ingrid Cole participou do espaço de diálogo realizado no Parque Natural Municipal Vale do Mulembá, apresentando o trabalho desenvolvido pelo Projeto Marsupiais na conservação e divulgação científica sobre os gambás e outros marsupiais da Mata Atlântica capixaba. Durante sua fala, Ingrid destacou a atuação do projeto no resgate e encaminhamento de animais ao CETAS, além do trabalho de conscientização realizado nas redes sociais e plataformas digitais, desmistificando crenças populares e compartilhando curiosidades, informações e orientações de cuidado com a fauna silvestre. O convite ao Projeto Marsupiais reforça a relevância do tema, já que os gambás estão entre os animais silvestres mais resgatados na Grande Vitória. A participação também fortalece a importância da educação ambiental como ferramenta de conservação e coexistência. O Instituto Últimos Refúgios agradece à Prefeitura de Vitória e à Secretaria Municipal de Meio Ambiente pelo convite e pela realização do Projeto Coexistir, iniciativa fundamental para aproximar a população da biodiversidade presente na cidade e promover uma convivência mais consciente e harmoniosa com a fauna silvestre. Durante o evento, também aconteceram momentos de escuta com os presentes, nos quais grupos foram formados, separados por temas como aves, mamíferos e répteis, para apontar os principais desafios que a fauna encontra na cidade, bem como o apontamento de possíveis soluções. A equipe do Instituto Últimos Refúgios colaborou em 2 dos grupos. PROJETO MARSUPIAIS O Projeto Marsupiais, criado em 2017 pelo Instituto Últimos Refúgios, desenvolve atividades de acolhimento, cuidado e reabilitação de marsupiais, além de desenvolvimento de protocolos técnicos, produção de conhecimento científico e ações de sensibilização ambiental. Em apoio ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) por meio de uma parceria com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), já atendeu milhares de animais desde agosto de 2020. CONHEÇA O PROJETO MARSUPIAIS: SITE: https://www.ultimosrefugios.org.br/projeto-marsupiais INSTAGRAM: https://www.instagram.com/projetomarsupiais/
- Segunda Expedição de Campo para a produção do Documentário: Re-santuário: uma prece para Santa Teresa.
Entre os dias 11 e 14 de maio, a equipe do Instituto Últimos Refúgios realizou a segunda expedição de campo do documentário “Re-Santuário: uma prece para Santa Teresa”. Desta vez, a equipe ficou alojada na APA de Goiapaba-Açu, território cercado pela riqueza natural e pela história da conservação ambiental no Espírito Santo. O documentário faz parte de um projeto que busca revelar a riqueza natural, científica e cultural de uma das regiões mais importantes da Mata Atlântica no mundo. Foto: Francisco Xavier Santa Teresa é reconhecida como um dos maiores centros de biodiversidade do planeta, especialmente quando falamos de anfíbios associados a bromélias. A região abriga espécies icônicas e ameaçadas, como o muriqui-do-norte, a saíra-apunhalada e a harpia, além de uma infinidade de outros seres fascinantes que compõem esse ecossistema único. A obra nasce com o propósito de valorizar Santa Teresa em sua totalidade: sua biodiversidade, sua história, sua cultura e seu enorme potencial para o turismo de observação da natureza. Ao mesmo tempo, também pretende lançar luz sobre os desafios que ainda colocam esse patrimônio em risco. Durante os dias de produção, foram realizadas diversas entrevistas com profissionais do Instituto Nacional da Mata Atlântica (INMA) e do Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (IEMA), aprofundando ainda mais a construção narrativa do documentário. A expedição também proporcionou momentos de imersão na trajetória do INMA, na história de Augusto Ruschi e em toda a relação entre ciência, conservação e território construída ao longo das décadas em Santa Teresa. Fotos: Marcella Rosa A equipe teve a oportunidade de conhecer espaços importantes do instituto, como os viveiros e ambientes que abrigam animais da fauna local, além de registrar imagens e vivências que reforçam a conexão entre biodiversidade, pesquisa científica e memória ambiental. Outro momento marcante da expedição foi a passagem pela Trilha do Cruzeiro, na APA de Goiapaba-Açu, onde foram realizados registros em meio à Mata Atlântica da região. Fotos: Leonardo Merçom, Fernando Paschoal e Marcella Rosa O projeto é apresentado pelo Ministério da Cultura - Lei Rouanet, com realização do Instituto Últimos Refúgios, patrocínio do Grupo Águia Branca e apoio da Reserva Águia Branca, ICMBio - Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, IEMA - Instituto Estadual de Meio Ambiente e INMA - Instituto Nacional da Mata Atlântica. EQUIPE DE CAMPO: Direção e Roteiro: Leonardo Merçon e Raphael Gaspar Produção Executiva: Iasmin Macedo Gois Coordenação de Produção: Eddy Aragão Direção de Fotografia/Cinegrafista: Leonardo Merçon Cinegrafista: Francisco Xavier e Felipe Facini Assistente de câmera e GMA: Felipe Mattar e Marcella Rosa Captação de Som: Fernando Paschoal
- Segunda expedição do livro sobre os manguezais capixabas: visita técnica em GUARAPARI-ES
# Expedição em Guarapari avança no reconhecimento dos manguezais capixabas O projeto “Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas” realizou mais uma visita técnica de campo, desta vez no município de Guarapari, no litoral sul do Espírito Santo. A atividade integra a etapa inicial do projeto, dedicada ao reconhecimento dos territórios, à escuta das comunidades locais e à identificação dos manguezais que serão retratados ao longo da produção do livro. Foto: Leonardo Merçon As visitas técnicas têm como objetivo entender cada território antes das expedições fotográficas mais aprofundadas. Nessa fase, a equipe percorre rios, córregos, lagoas, áreas costeiras e comunidades próximas aos manguezais ou réstias de mangue, buscando confirmar informações levantadas em bibliografia, identificar possíveis áreas pouco documentadas e compreender como as pessoas se relacionam com esses ambientes. Em Guarapari, a equipe visitou diferentes localidades, incluindo a Praia da Sereia, Praia da Enseada, Rio Una, Rio Perocão, Praia da Cerca, Rio Guarapari, Rio Conchador, Rio Jabuti, região da Praia dos Pescadores, Meaípe, Lagoa de Meaípe, Lagoa de Maimbá e Lagoa de Caraís. Em algumas dessas áreas, a presença de manguezal foi confirmada. Em outras, a equipe não encontrou vegetação típica de mangue, informação que também é importante para compreender a distribuição atual desses ecossistemas no município. Fotos: Leonardo Merçon Achados relevantes da visita, ao menos para o conhecimento da própria equipe, foi a identificação de áreas com vegetação de mangue sobre rochas, em uma área indicada por moradores e banhistas locais. A presença dessas árvores no local também havia sido registrada anteriormente em plataformas de ciência cidadã, como o iNaturalist, o que reforçou a importância da verificação em campo. A constatação é significativa por se tratar de uma formação pouco convencional e sensível, localizada em uma área que vem sofrendo pressões relacionadas à ocupação e a empreendimentos costeiros. No Rio Una, a equipe encontrou um manguezal expressivo, com presença de árvores de mangue, fauna associada, caranguejos, aves e forte relação com moradores e pescadores tradicionais. A navegação pelo rio, realizada em embarcação a remo, permitiu observar o ambiente com mais proximidade e compreender melhor sua dinâmica ecológica e social. Já nos rios Perocão e Guarapari, a visita contou com o apoio do IEMA, especialmente pela relação dessas áreas com a Reserva de Desenvolvimento Sustentável Concha D’Ostra. O acompanhamento foi importante para a leitura do território, já que a equipe local possui conhecimento sobre a região, seus acessos, desafios ambientais e principais pressões enfrentadas pelos manguezais. Na região de Meaipe / Praia dos Pescadores, foi identificada a presença de uma réstia de mangue bastante reduzida e impactada, em meio a aterros, intervenções urbanas e forte ocupação do entorno. Esse tipo de registro ajuda o projeto a mostrar também aquelas ocorrências que resistem em áreas transformadas pela expansão urbana. Fotos: Leonardo Merçon A visita foi realizada por duas frentes de trabalho. A equipe de biodiversidade atuou no reconhecimento físico dos manguezais, na observação de espécies, na identificação dos limites aproximados das áreas e na produção de registros preliminares. Já a equipe social conversou com moradores, pescadores e pessoas que vivem próximas aos manguezais, buscando entender suas percepções, memórias, preocupações e expectativas sobre como esses territórios devem ser representados no livro. Fotos: Leonardo Merçon A escuta comunitária se mostrou fundamental. Além de revelar histórias e relações afetivas com os manguezais, também ajudou a indicar áreas que ainda não estavam plenamente mapeadas pela equipe, demonstrando a importância do conhecimento local na construção do projeto. A passagem por Guarapari reforçou a complexidade dos manguezais capixabas. Em um mesmo município, há áreas com forte presença de vida, rios com comunidades tradicionais, fragmentos urbanos muito impactados, formações incomuns sobre rochas e regiões onde a vegetação de mangue parece ter sido reduzida ou suprimida ao longo do tempo. Com essas informações, o projeto avança na construção de um retrato dos manguezais do Espírito Santo, reunindo ciência, fotografia, memória, território e participação social. O projeto é realizado pelo Instituto Últimos Refúgios, em conjunto com o FUNDÁGUA e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Espírito Santo (SEAMA). Até o momento, conta com o apoio de importantes instituições que fortalecem sua execução no território, como o Grupo Águia Branca, a Prefeitura de Aracruz, o SESC Aracruz e o IMD, por meio do Projeto Caiman, que somam esforços técnicos e institucionais à iniciativa. Esses parceiros ampliam o alcance e o impacto do projeto, consolidando uma rede colaborativa em prol da valorização e conservação dos manguezais capixabas. PARTICIPE TAMBÉM: Tem interesse em ser parceiro deste projeto? Entre em contato. Acreditamos que a colaboração é a chave para a mudança! Ficha técnica do projeto “Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas”: Coordenação Geral - Leonardo Merçon Coordenação de Produção - Raphael Gaspar Assistente de Coordenação - Henrique Mariano Coordenação de Pesquisa (Biodiversidade, Social e Ameaças) - Iasmin Macedo Consultoria em Gerenciamento Costeiro, Manguezal e Socioeconomia - Danielle Awabdi Consultoria em Ecossistema Manguezal - Professora Mônica Tognella Pesquisa de Biodiversidade - Thiago Silva-Soares Pesquisa Social - Daniela Gerhard Fotografia (Direção e Captação) - Leonardo Merçon Assistente de Fotografia / Apoio Técnico - Felipe Facini Ilustração - Jenifer Zamperlini Logger e Organização do Banco de Imagens - Marcella Rosa Editoração do Livro - Danielle Awabdi Textos para o livro - Rafael de Rezende Coelho Design Gráfico - Felipe Facini Educação Ambiental - Caroline Reis Administrativo e Financeiro - Thiago Negrelli Contabilidade - Orbis Contabilidade Apoio administrativo - Thiago dos Santos Nunes
- Guia orienta cuidados com marsupiais e reforça importância dos resgates no período reprodutivo
Material gratuito do Projeto Marsupiais reúne protocolos de cuidado, reabilitação e soltura — fase crítica para filhotes já começou. Com a chegada do período reprodutivo dos marsupiais, cresce também o número de resgates de filhotes órfãos e animais feridos em áreas urbanas e rurais. Pensando nisso, o Projeto Marsupiais lançou o Guia de Cuidados e Reabilitação de Marsupiais, um material completo e gratuito voltado à orientação de profissionais, instituições e da população em geral. O documento reúne protocolos detalhados para o atendimento, manejo e reabilitação desses animais, desde o resgate até a soltura na natureza. A iniciativa busca ampliar o acesso à informação qualificada e contribuir para o aumento das taxas de sobrevivência dos indivíduos atendidos. De acordo com o material, o período reprodutivo dos gambás — os marsupiais mais comuns no Brasil — começa por volta de julho e pode se estender até os primeiros meses do ano seguinte. Entre setembro e fevereiro, é quando ocorre o maior número de registros de filhotes órfãos, o que torna esse momento especialmente crítico para ações de resgate e cuidado. Acesse o Guia Completo: Guia de Cuidados e Reabilitação de Marsupiais — Edição 1 (2025). Por que os marsupiais são importantes? Além de frequentemente incompreendidos, os gambás, marsupial mais conhecido do Brasil, desempenham um papel essencial no equilíbrio ambiental. Eles são importantes dispersores de sementes, contribuindo diretamente para a regeneração de florestas e manutenção da biodiversidade. Outro destaque é sua alimentação variada dos marsupiais: esses animais são em sua maioria onívoros e ajudam no controle de espécies potencialmente perigosas, como serpentes e escorpiões. O que traz o guia O guia elaborado pelo Projeto Marsupiais apresenta orientações práticas e baseadas na experiência de campo da equipe. Entre os principais conteúdos, estão: Procedimentos corretos de resgate e encaminhamento aos órgãos responsáveis; Técnicas de manejo, contenção e transporte seguro; Protocolos de alimentação para cada fase de desenvolvimento; Cuidados com filhotes, incluindo aquecimento e estimulação fisiológica; Estratégias de reabilitação física e comportamental; Critérios e recomendações para soltura responsável. O material também reforça a importância de evitar o contato excessivo com os animais, reduzindo o risco de habituação aos humanos e aumentando as chances de sobrevivência na natureza. O que fazer ao encontrar um filhote? Foto: Leonardo Merçon / Projeto Marsupiais. Durante esse período, é comum encontrar filhotes aparentemente sozinhos. No entanto, nem sempre eles estão abandonados. A orientação é evitar o contato direto e acionar os órgãos responsáveis, como a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, a Polícia Ambiental ou centros de reabilitação autorizados. Em casos de risco imediato, o resgate deve ser feito com cuidado e seguindo orientações técnicas. Informação que salva vidas Ao sistematizar conhecimento técnico e torná-lo acessível, o Projeto Marsupiais fortalece a rede de apoio à fauna silvestre e contribui para a conservação dessas espécies. O guia já está disponível gratuitamente e pode ser utilizado como ferramenta de apoio para profissionais, estudantes e qualquer pessoa interessada na proteção da fauna brasileira. Ajude também a compartilhar esse material. Foto: Leonardo Merçon / Projeto Marsupiais. O Projeto Marsupiais, criado em 2017 pelo Instituto Últimos Refúgios, desenvolve atividades de acolhimento, cuidado e reabilitação de marsupiais, além de desenvolvimento de protocolos técnicos, produção de conhecimento científico e ações de sensibilização ambiental. Em apoio ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) por meio de uma parceria com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), já atendeu milhares de animais desde agosto de 2020. CONHEÇA O PROJETO MARSUPIAIS: SITE: https://www.ultimosrefugios.org.br/projeto-marsupiais INSTAGRAM: https://www.instagram.com/projetomarsupiais/
- Projeto Ecofrade, do Instituto Últimos Refúgios, é reconhecido com o Selo PMI Projeto com Propósito
O Instituto Últimos Refúgios foi uma das instituições reconhecidas com o Selo PMI Projeto com Propósito, por meio do projeto de coleta seletiva e educação ambiental “Ecofrade”, realizado na Ilha do Frade, em Vitória, reafirmando seu compromisso com a conservação ambiental e o desenvolvimento de iniciativas de impacto socioambiental positivo. Além de realizar campanhas de educação ambiental, o projeto trabalha para aprimorar a coleta de resíduos recicláveis na ilha com a finalidade de fortalecer o trabalho e a renda das associações de materiais recicláveis do município. Foto: Marina Cunico A certificação reconhece projetos alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU e aos princípios ESG (Ambiental, Social e Governança), destacando organizações que atuam de forma responsável e transformadora em seus territórios. O processo contou com diferentes etapas, incluindo a inscrição dos projetos, avaliação por banca especializada, aprovação, além de encontros online com a equipe do PMI para orientações sobre o prêmio e preparação das apresentações. A banca avaliadora foi composta pela equipe do PMI, formada por Felipe Borges ,Sandrelly Amigo, Scheila Lagass, Paula Motta, Paulo Cezar Silva, Carlos Eduardo Pinheiro e Marina Guerra. Como parte da programação, os projetos selecionados participaram de apresentações públicas transmitidas ao vivo pelo YouTube nos dias 28 e 29 de abril. Além das apresentações e avaliações, o prêmio contou com a participação ativa da diretoria do PMI Espírito Santo, formada por profissionais de diferentes áreas que atuam no fortalecimento de projetos de impacto social. A diretoria é composta por Scheila Lagass, Jonas Lisboa, Marina Guerra, Rafael Ferreira, Sandrelly Amigo Lopes, Vanessa Ogassavara, Adriano Henrique Jardim do Carmo, Andreia Santesi, Leonardo Daumas, Carlos André Fraga da Silva e Lucas Passos Sperandio. Durante essas apresentações, as instituições tiveram a oportunidade de compartilhar suas iniciativas com o público. O projeto Ecofrade foi apresentado pela Bióloga Caroline Reis no dia 29 de abril, levando ao público suas ações voltadas à conservação e ao engajamento socioambiental. Fotos: Ocimar Moreira, Marina Cunico, Caroline Reis O evento foi realizado no dia 30 de abril, no Teatro Municipal de Vila Velha, com a apresentação do Selo Projeto com Propósito com Sandrelly Amigo Lopes, Talk Sustentabilidade e Projetos com Paulo Cesar Siqueira, além da cerimônia de entrega dos troféus. Assim, o Selo PMI contribuiu para a sustentabilidade dos projetos contemplados, marcando o reconhecimento oficial das organizações premiadas, reforçando a importância de iniciativas que contribuem para um futuro mais sustentável e melhorando as chances de novos investimentos nesses projetos.
- O Projeto Vitória da Restinga abriu o Mês da Biodiversidade no Parque Costeiro com programação especial nos dias 2 e 3 de maio
O Projeto Vitória da Restinga, iniciativa do Últimos Refúgios em parceria com o Parque Costeiro, iniciou o Mês da Biodiversidade com uma programação especial nos dias 2 e 3 de maio. Foto: Marcella Rosa Durante esses dias, o público participou de experiências educativas e interativas, como clube de observação da natureza, pintura corporal, atividades de desenho da Turminha da Restinga e um estande interativo para toda a família. Também houve o plantio de espécies nativas ao longo da Trilha do Guaiamum, dentro do parque. As ações buscaram, de forma lúdica, promover conhecimento, sensibilização e fortalecer o senso de pertencimento e valorização da comunidade local com o ambiente costeiro. Fotos: Marcella Rosa e Caroline Reis Fotos: Marcella Rosa e Caroline Reis Como parte da programação, o Parque Costeiro Vale realiza o Desafio Mês da Biodiversidade, de 1 a 31 de maio. A iniciativa convida visitantes a registrar a biodiversidade pelo aplicativo iNaturalist, contribuindo com a ciência cidadã e concorrendo a um smartphone. Para participar, é preciso se cadastrar e publicar fotos de espécies encontradas no parque. O concurso também ocorre no Parque Botânico, sendo permitida a participação em apenas um dos locais. A ação reforça o papel do projeto Vitória da Restinga na educação ambiental e no fortalecimento da relação entre comunidade e ecossistemas costeiros, incentivando o cuidado e o respeito à natureza em benefício comum. Chancela Vitória da Restinga
- Vitória da Restinga realiza Clube de Observadores da Natureza com no Parque Costeiro
O Projeto Vitória da Restinga, iniciativa do Últimos Refúgios em parceria com o Parque, segue promovendo ações de sensibilização e fortalecendo a conexão da comunidade com a biodiversidade costeira. Foto: Marcella Rosa No dia 30 de abril, foi realizada mais uma edição do Clube de Observadores da Natureza no Parque Costeiro com a escola EEEF Carapebus. Durante a atividade, os alunos percorreram a Trilha Guaiamum, onde tiveram a oportunidade de observar de perto a fauna e flora locais, conhecendo mais sobre a biodiversidade local e a importância da conservação. Ao longo do percurso, foram registrados animais como Socó, Garça-branca, Garça-moura, entre outras espécies. Fotos: Marcella Rosa Além da experiência na trilha, a ação contou com atividades educativas e interativas. Foram disponibilizados vídeos do clube de Observadores, o primeiro episódio da série da Baía das Tartarugas, e também uma oficina sobre técnicas de desenho, incentivando as crianças a representarem o que observaram na visita. Também fez parte da programação a exposição de materiais comunicativos, incluindo um gambá taxidermizado, utilizado como ferramenta de aprendizado e sensibilização. Fotos: Marcella Rosa, Danielle Awabdi, Caroline Reis A iniciativa reforça o papel do projeto na promoção do conhecimento, da sensibilização e do envolvimento da comunidade na preservação ambiental. Chancela Vitória da Restinga
- Primeira visita técnica do documentário A Vida Pede Passagem.
A equipe do Instituto Últimos Refúgios realizou a primeira visita técnica para a produção do documentário A Vida Pede Passagem, que aborda o complexo florestal Sooretama-Linhares, no norte do Espírito Santo. Foto: Leonardo Merçon A imersão no território, que será dirigida pelo cineasta capixaba Klaus Berg, permitiu um contato direto com a paisagem e a dimensão da vida que resiste na região. O mosaico florestal reúne um dos conjuntos mais importantes do estado: a Reserva Biológica de Sooretama, com 27.859 hectares, e a Reserva Natural Vale, com cerca de 23 mil hectares. Juntas a outras áreas preservadas, formam um bloco contínuo de aproximadamente 50 mil hectares, um dos maiores remanescentes de Mata Atlântica do Espírito Santo. Fotos: Leonardo Merçon e Felipe Facini A região abriga espécies emblemáticas como a onça-pintada, a anta e diversas aves endêmicas, incluindo a maior população protegida do mutum-de-bico-vermelho e a presença da harpia, símbolo da força dessa floresta. Fotos: Leonardo Merçon e Felipe Facini Já conhecida pela equipe em projetos anteriores, como a produção do livro sobre a Reserva Biológica de Sooretama, a área agora será apresentada sob um novo olhar, envolvendo o diretor Klaus Berg, o produtor executivo Raphael Gaspar e toda a equipe, revelando tanto a beleza quanto os desafios do território. Durante a visita, foram percorridas áreas-chave como a Reserva Natural Vale, a Reserva Biológica de Sooretama e a BR-101, rodovia que corta o complexo e evidencia os impactos da fragmentação florestal e dos atropelamentos de fauna, conforme estudos da UFES coordenados pelo professor Áureo Banhos. Foto: Leonardo Merçon e Felipe Facini -- O projeto é apresentado pelo Ministério da Cultura - Lei Rouanet, com realização do Instituto Últimos Refúgios, patrocínio da Ecovias Capixaba e da Vale, com apoio da Reserva Natural Vale e ICMBio - Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade. EQUIPE DE CAMPO: Direção e Roteiro: Klaus'Berg Produção Executiva e Roteiro: Raphael Gaspar Direção de Produção: Iasmin Macedo Gois Coordenação de Produção: Eddy Argão Direção de Fotografia/Cinegrafista: Leonardo Merçon Cinegrafista: Felipe Facini, Francisco Xavier Assistente de câmera e GMA: Felipe Mattar e Marcella Rosa Captação de Som: Fernando Paschoal
- Membros do Instituto Últimos Refúgios tomam posse em conselho de conservação ambiental
Texto: Naiara Gomes. O fotógrafo de natureza Leonardo Merçon e o designer Raphael Gaspar, fundador e diretor do Instituto Últimos Refúgios, respectivamente, são os novos membros do Conselho Consultivo da Reserva Biológica Augusto Ruschi, localizada em Santa Teresa, região serrana capixaba. O órgão também é formado por representantes de órgãos públicos ambientais municipais, estaduais e federais; institutos de pesquisa estadual e federal, instituições de ensino federal e privada; organizações não governamentais ambiental, de turismo e da sociedade civil; e usuários do território de influência da Unidade de Conservação que atuam nas áreas de Agricultura, Recursos Hídricos e Empresarial. Criado pela Lei nº 9.985/2000, os Conselhos Consultivos têm o objetivo de apoiar a gestão das Unidades de Conservação no Brasil e ser um espaço de diálogo, articulação e participação social na governança ambiental. Entre as atribuições estão a discussão de ações de manejo, pesquisa, educação ambiental e proteção dos ecossistemas nas áreas protegidas.
- Vitória da Restinga realiza Clube de Observadores da Natureza no Parque Costeiro
O Projeto Vitória da Restinga, iniciativa do Instituto Últimos Refúgios em parceria com o Parque Costeiro, segue promovendo ações de sensibilização ambiental e fortalecendo a conexão da comunidade com a biodiversidade costeira. Fotos: Marcella Rosa Nos dias 25 e 26 de abril, foi realizada mais uma edição do Clube de Observadores da Natureza no Parque Costeiro. Durante a atividade, os participantes percorreram a Trilha do Guaiamum, onde tiveram a oportunidade de observar de perto a fauna e a flora locais, conhecendo mais sobre as espécies e a importância da conservação desse ecossistema. Ao longo do percurso, foram registrados animais como o jacaré-de-papo-amarelo, a garça-branca e a garça-moura, entre outras espécies que habitam a região. Fotos: Marcella Rosa Além da experiência na trilha, a ação contou com atividades educativas e interativas. Foram disponibilizados desenhos da Turminha da Restinga para pintura, incentivando as crianças a representarem o que observaram durante a visita. Também fizeram parte da programação jogos educativos e a exposição de materiais comunicativos, incluindo um gambá taxidermizado, utilizado como ferramenta de sensibilização ambiental. Fotos: Marcella Rosa A iniciativa reforça o papel do projeto na promoção do conhecimento, da sensibilização e do envolvimento da comunidade na preservação dos ambientes naturais da região. Chancela Vitória da Restinga
- Primeira expedição do livro sobre os manguezais capixabas: visita técnica em ARACRUZ-ES.
O Instituto Últimos Refúgios deu início à primeira expedição técnica do projeto Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas, que vai resultar em um livro dedicado aos manguezais do Espírito Santo. O município de Aracruz foi o primeiro território visitado, por reunir importantes áreas de manguezal, parcerias já consolidadas e uma forte conexão entre comunidade, poder público e conservação desses ambientes. Foto: Leonardo Merçon Nesta etapa, a equipe percorreu diferentes áreas para ouvir moradores, compreender quais histórias, espécies e paisagens são mais significativas para quem vive essa realidade e iniciar os primeiros registros do território no contexto deste projeto. A visita também contribuiu para confirmar e complementar o mapeamento dos manguezais locais, além de identificar desafios e orientar as próximas expedições fotográficas do projeto. Fotos: Leonardo Merçon Esta primeira expedição representa a construção coletiva de um projeto que busca valorizar os manguezais capixabas por meio da fotografia, da escuta e da conexão entre natureza e sociedade. Fotos: Leonardo Merçon Leia a matéria completa no Folha Vitória*: https://www.folhavitoria.com.br/opiniao/entre-raizes-e-mares-projeto-sobre-os-manguezais-capixabas-comeca-com-expedicao-em-aracruz/ "Entre raízes e marés: projeto sobre os manguezais capixabas começa em Aracruz - Folha Vitória" O projeto é realizado pelo Instituto Últimos Refúgios, em conjunto com o FUNDÁGUA, administrado pela SEAMA, e conta com o apoio de instituições parceiras que fortalecem sua atuação no território.
- Participação da Bióloga Caroline Reis na Semana Legislativa de Proteção ao Rio Doce.
A Assembleia Legislativa do Espírito Santo (Ales) realizou, entre os dias 23 e 27 de março, a Semana Legislativa de Proteção ao Rio Doce. A iniciativa reuniu especialistas, estudantes e interessados na temática ambiental em uma série de palestras e debates voltados à preservação dos recursos hídricos. No dia 24 de março, a bióloga e conselheira fiscal do Instituto Últimos Refúgios, Caroline Reis de Araújo, participou do evento apresentando a palestra “Águas de Itapemirim” no auditório Augusto Ruschi. Em sua fala, abordou o documentário lançado no dia 15 de março do ano anterior, em Vitória, que trata de questões culturais, socioambientais e econômicas relacionadas à Bacia Hidrográfica do Rio Itapemirim. Banner do Documentário Águas do Itapemirim Durante a apresentação, foi ressaltado que o documentário percorreu toda a extensão do rio, desde as nascentes mais altas na região do Caparaó até seu estuário em Marataízes, reunindo histórias, imagens e personagens que evidenciam a importância desse sistema hídrico. Do alto das montanhas capixabas até o Oceano Atlântico, o Rio Itapemirim carrega histórias de resistência e transformação, revelando as conexões entre comunidades, a biodiversidade e os desafios ligados à conservação. Fotos: Lucas S. Costa Além disso, foi destacado que “Águas do Itapemirim” é o primeiro longa-metragem produzido pelo Instituto Últimos Refúgios, que manteve sua parceria com o diretor Klaus Berg após a realização do documentário de média-metragem “Corredores: da Pedra Azul ao Forno Grande” (2023). O documentário “Águas do Itapemirim” é uma realização do Instituto Últimos Refúgios, viabilizado pela Lei de Incentivo à Cultura Capixaba (LICC), da Secretaria da Cultura (Secult), com patrocínio do Grupo Águia Branca e apoio da Reserva Águia Branca, do Instituto Estadual de Meio Ambiente (IEMA) e do Instituto Federal do Espírito Santo (IFES). A Semana Legislativa de Proteção ao Rio Doce Promovido pela Comissão Interestadual Parlamentar de Estudos para o Desenvolvimento Sustentável da Bacia do Rio Doce (Cipe Rio Doce), o evento aconteceu no Auditório Augusto Ruschi, na Assembleia Legislativa, em Vitória, e teve como principal objetivo ampliar a conscientização da população sobre a importância da proteção dos rios e incentivar práticas sustentáveis. Ao longo da semana, foram discutidos temas como saneamento básico, educação ambiental, impactos da ação humana sobre os rios e a relação entre sociedade e natureza. A programação contou com a participação de especialistas de diferentes áreas, que trouxeram reflexões sobre os desafios e caminhos para a preservação ambiental. A participação do Instituto Últimos Refúgios reforça o papel da sociedade civil na promoção da educação ambiental e na defesa dos recursos naturais, contribuindo para o debate, influenciando positivamente políticas públicas e a construção de soluções voltadas à recuperação e proteção do Rio Doce.












