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- Exposição Baía das Tartarugas foi apresentada durante o IX Congresso Brasileiro de Oceanografia
Entre os dias 25 e 28 de agosto, a exposição Baía das Tartarugas esteve presente no Centro de Convenções de Vitória, durante o IX Congresso Brasileiro de Oceanografia (CBO 2026). A mostra integrou a programação do evento, levando ao público informações e imagens sobre a biodiversidade e a importância da conservação dos ambientes costeiros e marinhos da capital capixaba. A exposição faz parte do projeto homônimo, que também resultou na publicação do livro “Baía das Tartarugas: riqueza marinha na capital do Espírito Santo”, lançado em novembro de 2024. A obra celebra e apresenta a importância da Área de Proteção Ambiental (APA) Baía das Tartarugas, uma Unidade de Conservação localizada no litoral de Vitória e que representa um importante refúgio para diversas espécies da fauna e da flora, mas que são ameaçadas pelas pressões urbanas da capital capixaba. Fotos: Leonardo Merçon Composta por cinco totens, a exposição apresenta imagens do livro em tamanho ampliado, permitindo aos visitantes conhecer um pouco da riqueza natural protegida pela APA. As fotografias foram realizadas pelo fotógrafo de natureza Leonardo Merçon e convidados, com o objetivo de destacar a biodiversidade, as paisagens e o potencial de conservação da Baía das Tartarugas. Fotos: Leonardo Merçon A programação do CBO 2026 também contou com a exibição da websérie Baía das Tartarugas, composta por seis episódios que apresentam diferentes aspectos da biodiversidade, das paisagens e da importância da conservação da APA Baía das Tartarugas. Todos os episódios foram exibidos durante uma sessão do congresso, proporcionando aos presentes uma oportunidade de conhecer, por meio do audiovisual, as riquezas naturais e os desafios relacionados à conservação desse importante território costeiro. A participação no CBO 2026 foi uma oportunidade de aproximar pesquisadores, estudantes, profissionais da área e o público em geral das riquezas naturais presentes no litoral capixaba. Por meio da fotografia e da educação ambiental, a exposição contribui para ampliar o conhecimento sobre a APA e reforçar a importância da conservação dos ambientes costeiros e marinhos. O livro “Baía das Tartarugas: Riqueza marinha na capital do Espírito Santo” é uma realização do Instituto Últimos Refúgios e do Projeto de Conservação da Baía das Tartarugas, viabilizado pela Lei de Incentivo à Cultura Capixaba (LICC) da Secretaria da Cultura (Secult), com patrocínio do Grupo Águia Branca, apoio da Grafitusa e parceria da Prefeitura de Vitória. O evento de lançamento conta ainda com o apoio da Fundação Projeto Tamar.
- 2ª Reunião Ordinária do Conselho da Reserva Biológica Augusto Ruschi
O Instituto Últimos Refúgios participou, nesta sexta-feira, 18 de setembro, da 2ª Reunião Ordinária de 2026 do Conselho Consultivo da Reserva Biológica Augusto Ruschi, realizada na sede administrativa da unidade de conservação, em Santa Teresa. O Instituto foi representado por seu fundador e diretor, Leonardo Merçon, que integra o Conselho em nome da organização. Para o Instituto Últimos Refúgios, fazer parte do Conselho Consultivo da Reserva Biológica Augusto Ruschi é motivo de grande satisfação e responsabilidade. A unidade é um dos pilares da conservação da biodiversidade em Santa Teresa e está inserida em uma região que concentra alguns dos principais esforços recentes do Instituto. Atualmente, a organização desenvolve novos projetos voltados à valorização do patrimônio natural e cultural de Santa Teresa, entre eles a produção de um documentário sobre a região e o início dos trabalhos para um novo livro, que também terá a Reserva Biológica Augusto Ruschi e sua biodiversidade entre os territórios de destaque. Participação e diálogo A reunião reuniu representantes de diferentes instituições e pessoas comprometidas com a conservação da região, fortalecendo o papel do Conselho como espaço de diálogo, acompanhamento e construção coletiva em torno da gestão da unidade de conservação. Fotos: Leonardo Merçon Entre os assuntos discutidos foram citados a formalização da posse de novos conselheiros, a aprovação do regimento interno, atividades e agendas previstas para a Reserva ao longo de 2026 e ações relacionadas à prevenção de incêndios florestais, tema especialmente importante para a proteção da Mata Atlântica e das áreas naturais do entorno. A reunião também marcou mais uma etapa no processo de reativação e fortalecimento do Conselho Consultivo da Reserva. Uma reserva estratégica A Reserva Biológica Augusto Ruschi ocupa um lugar especial na conservação de Santa Teresa e de sua extraordinária biodiversidade. Para o Instituto Últimos Refúgios, participar de seu Conselho significa também contribuir diretamente com um território onde ciência, conservação, educação ambiental e história caminham juntas. “É uma grande honra representar o Instituto Últimos Refúgios no Conselho de uma reserva tão importante. Temos concentrado cada vez mais projetos em Santa Teresa e acreditamos que a Reserva Augusto Ruschi é uma peça fundamental para qualquer estratégia de conservação da biodiversidade da região”, destaca Leonardo Merçon. O Instituto Últimos Refúgios agradece o convite e a confiança depositada na organização e espera contribuir, junto aos demais conselheiros, gestores, pesquisadores, comunidades e instituições parceiras, para o fortalecimento da Reserva e para a conservação do patrimônio natural de Santa Teresa.
- Terceira Expedição para a produção do Documentário: “Re-santuário: uma prece para Santa Teresa”
Entre os dias 1 e 7 de agosto, a equipe do Instituto Últimos Refúgios realizou a terceira expedição de campo para a produção do documentário Re-Santuário: uma prece para Santa Teresa. Desta vez, a equipe ficou alojada na Estação Biológica Santa Lúcia, do INMA, um local inspirador, cercado pela Mata Atlântica e marcado pela história da conservação ambiental, legado do naturalista Augusto Ruschi no Espírito Santo. Foto: Marcella Rosa O documentário integra um projeto que busca revelar a riqueza natural, científica e cultural de uma das regiões mais importantes da Mata Atlântica. A obra nasce com o propósito de valorizar Santa Teresa em sua totalidade: sua biodiversidade, sua história, sua cultura e seu enorme potencial para o turismo de observação da natureza. Ao mesmo tempo, também pretende lançar luz sobre os desafios que ainda colocam esse patrimônio em risco. Santa Teresa é reconhecida como um dos maiores centros de biodiversidade do planeta, especialmente quando falamos de anfíbios associados às bromélias. A região abriga espécies icônicas e ameaçadas, como o muriqui-do-norte, a saíra-apunhalada e a harpia, além de uma infinidade de outros seres fascinantes que compõem esse ecossistema único. Durante os dias de produção, a equipe realizou entrevistas e registrou diferentes iniciativas e histórias que revelam a diversidade de pessoas e ações que fazem do município um lugar tão especial. A expedição foi iniciada em uma visita ao cafezal dos produtores rurais Valdecir Henker e Liciene Brieri, nas imediações de Goiapaba-açú, que compartilharam suas histórias, a relação com a terra e a produção de café. Fotos: Marcella Rosa e Leonardo Merçon Depois foi a vez da Casa Lambert, patrimônio cultural do estado, onde Célio Perini apresentou as memórias e tradições da cultura italiana preservada pelos imigrantes locais, os primeiros a se estabelecerem no Brasil entre 1874 e 1875. Fotos: Marcella Rosa e Leonardo Merçon A Reserva Augusto Ruschi foi outra locação importante, onde o gestor Carlos Bernardes falou sobre a gestão da Rebio e o trabalho de fiscalização e conservação. Onde também Victor Biasutti, observador da avifauna, destacou a riqueza local para desenvolvimento dessa atividade, enquanto tangarás, arapongas e inhambus cantavam ao redor. A boa notícia foi o avistamento e registro de um grupo de macacos muriquis. Fotos: Marcella Rosa e Leonardo Merçon Já na RPPN Macaco Barbado, Nilton Broseguini mostrou o seu trabalho compartilhando conhecimentos sobre sementes nativas, restauração florestal e os desafios enfrentados na recuperação da Mata Atlântica, destacando a importância da educação ambiental nesse processo. Fotos: Marcella Rosa , Leonardo Merçon e Felipe Facini O secretário de Meio Ambiente de Santa Teresa, Fabrício Fardin, apresentou as trilhas do Parque Natural Municipal São Lourenço e depois concedeu entrevista na rampa de voo livre do Circuito Caravaggio, com 915 metros de altura. Fabrício apresentou sua visão sobre conservação ambiental e os projetos da prefeitura voltados à valorização do patrimônio natural local. Fotos: Marcella Rosa e Leonardo Merçon A expedição alimentou o documentário com novos conteúdos importantes para a construção de uma narrativa particular sobre Santa Teresa, a partir das iniciativas e histórias que se conectam, reforçando a importância de olhar para a Mata Atlântica também como um lugar de memória, cultura e relações humanas que precisam ser transmitidas para as próximas gerações. Fotos: Marcella Rosa e Leonardo Merçon O projeto é apresentado pelo Ministério da Cultura - Lei Rouanet, com realização do Instituto Últimos Refúgios, patrocínio do Grupo Águia Branca e apoio da Reserva Águia Branca, ICMBio - Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, IEMA - Instituto Estadual de Meio Ambiente e INMA - Instituto Nacional da Mata Atlântica. EQUIPE DE CAMPO: Roteiro: Leonardo Merçon, Klaus´Berg e Raphael Gaspar Direção e Roteiro: Leonardo Merçon e Raphael Gaspar Produção Executiva: Raphael Gaspar Direção de produção: Eddy Aragão Coordenação de Produção: Iasmin Macedo Gois Direção de Fotografia: Leonardo Merçon Cinegrafia: Leonardo Merçon, Felipe Facini e Francisco Xavier Assistente de câmera e GMA: Claudiana Braga, Felipe Mattar e Marcella Rosa Captação de Som: Fernando Paschoal
- Exposição “Biodiversidade Capixaba” reúne fotos no Museu Mello Leitão
Foto: Leonardo Merçon Santa Teresa sempre teve um lugar especial na minha história com a fotografia de natureza. Suas montanhas, florestas, aves, anfíbios, insetos e plantas ajudam a contar uma parte importante da biodiversidade do Espírito Santo. Por isso, ver uma exposição minha sendo realizada no Museu de Biologia Professor Mello Leitão, sede do Instituto Nacional da Mata Atlântica, tem um significado muito especial. A mostra “Biodiversidade Capixaba: histórias visuais de Leonardo Merçon”, realizada pelo Instituto Últimos Refúgios, reúne 11 fotografias de minha autoria, selecionadas algumas das muitas histórias que vivi ao longo de duas décadas fotografando a natureza capixaba. Foto: Leonardo Merçon A exposição nasce do desejo de aproximar o público da riqueza natural do Espírito Santo. Cada fotografia representa uma experiência em campo, um encontro com uma espécie, um ambiente ou uma paisagem que me ajudou a compreender ainda mais a importância de proteger os últimos refúgios da nossa biodiversidade. A iniciativa também celebra meus 20 anos de trajetória na fotografia de natureza. Ao longo desse período, tenho utilizado fotos, livros, exposições, documentários e outros produtos culturais como ferramentas para levar a natureza até as pessoas. Acredito que, quando conhecemos a natureza, temos a chance de sermos sensibilizados sobre a sua importância. Muitas vezes, uma imagem é o primeiro contato de alguém com uma espécie ou um local, que talvez ela nunca tenha visto ou soubesse existir. Daí pode surgir um interesse de se reaproximar do natural, o que para mim é algo sagrado. Fotografia, ciência e afeto pela natureza capixaba A exposição foi idealizada como uma celebração da biodiversidade do Espírito Santo, reunindo imagens de espécies e paisagens que ajudam a revelar a delicadeza e a diversidade dos ambientes naturais capixabas. Para construir a mostra, contei com o olhar cuidadoso de Iasmin Macedo, bióloga do Instituto Últimos Refúgios, responsável pela curadoria das imagens que seriam impressas, dos formatos e das molduras. A organização visual da exposição, com a definição de quais imagens ocupariam cada parede e como elas dialogariam no espaço, ficou a cargo de Marcella Rosa, também do Instituto Últimos Refúgios. Foto: Leonardo Merçon O resultado é uma exposição construída a muitas mãos, unindo fotografia, ciência, memória e afeto pela natureza capixaba. Visitação gratuita A exposição “Biodiversidade Capixaba: histórias visuais de Leonardo Merçon” pode ser visitada gratuitamente até o dia 1º de novembro, de terça a domingo, das 8h às 17h, no Museu de Biologia Professor Mello Leitão, no Auditório Augusto Ruschi, em Santa Teresa. Serviço Exposição: “Biodiversidade Capixaba: histórias visuais de Leonardo Merçon” Local: Museu de Biologia Professor Mello Leitão, Auditório Augusto Ruschi, Santa Teresa/ES Visitação: até 1º de novembro Horário: terça a domingo, das 8h às 17h Entrada: gratuita Fica o convite para que o público visite a mostra, conheça algumas das espécies e paisagens que tornam o Espírito Santo tão especial e se inspire a olhar com mais atenção para a biodiversidade que ainda resiste ao nosso redor.
- Instituto Últimos Refúgios no Simbioma 2026
Durante os três dias do evento, realizado no Instituto Nacional da Mata Atlântica, o Instituto Últimos Refúgios (IUR) apresentou iniciativas voltadas à conservação da biodiversidade capixaba e participou de momentos de troca e integração com pesquisadores, instituições e público. Entre os dias 19 e 21 de agosto, o IUR esteve presente no Simbioma 2026 Simpósio sobre a Biodiversidade da Mata Atlântica, realizado pela SAMBIO no Museu Mello Leitão / Instituto Nacional da Mata Atlântica (INMA), em Santa Teresa (ES). Com a programação deste ano dedicada aos ecossistemas aquáticos da Mata Atlântica, o evento reuniu pesquisadores, estudantes, instituições, gestores e profissionais envolvidos com a conservação da biodiversidade. Durante os três dias, o Instituto manteve um estande expositivo no evento, apresentando parte dos projetos desenvolvidos ao longo de sua trajetória. A iniciativa permitiu aproximar o público de diferentes ações de pesquisa, documentação, educação ambiental e sensibilização realizadas pelo Últimos Refúgios no Espírito Santo. Entre os projetos apresentados esteve o Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas, que levou ao espaço materiais de divulgação, banners, folders, adesivos e réplicas de espécies associadas aos manguezais, como o caranguejo-uçá, do guaiamum e o aratu. Os materiais ajudaram a apresentar ao público a importância desses ambientes e a biodiversidade que depende deles. Fotos: Marcella Rosa e Leonardo Merçon O Projeto Vitória da Restinga também esteve presente no estande, com jogos e atividades interativas voltadas à educação ambiental. Já o Projeto Marsupiais apresentou materiais e sua loja, além de exemplares utilizados em ações educativas como o gambá-de-orelha-preta taxidermizado, aproximando o público do conhecimento sobre a fauna e a importância da conservação dessas espécies. O estande também reuniu os livros já produzidos pelo Instituto, que registram diferentes projetos e territórios da biodiversidade capixaba. Uma televisão permaneceu durante o evento exibindo vídeos de outras iniciativas realizadas pela organização, permitindo que os visitantes conhecessem um pouco mais da atuação do Últimos Refúgios para além dos projetos apresentados presencialmente. Fotos: Marcella Rosa Fotografia e biodiversidade capixaba A participação do Instituto no Simbioma também contou com a exposição “Biodiversidade Capixaba”, de Leonardo Merçon, no Museu de Biologia Professor Mello Leitão, no Auditório Augusto Ruschi. A mostra reúne 11 fotografias da biodiversidade e dos diferentes ambientes da Mata Atlântica no Espírito Santo. Celebrando os 20 anos de trajetória de Merçon na fotografia de natureza, a exposição parte da ideia de que “Quando conhecemos a natureza de perto, passamos a enxergar também a importância de protegê-la”, utilizando a fotografia como uma forma de aproximar o público da biodiversidade capixaba e despertar um olhar mais atento para sua conservação. Com curadoria de Iasmin Macedo e organização visual da Marcella Rosa, ambas do Instituto Últimos Refúgios, a mostra pode ser visitada até 1º de novembro. Fotos: Leonardo Merçon Trocas, conhecimento e integração Além da apresentação dos projetos, a participação no Simbioma proporcionou momentos de encontro com outras instituições e iniciativas ligadas à conservação. A presença de diferentes expositores possibilitou a troca de experiências e conhecimentos sobre espécies, ecossistemas e estratégias de proteção da biodiversidade. A equipe do Instituto também participou de atividades de integração promovidas durante o evento, como o Kahoot e o bingo. Entre os resultados, a equipe conquistou o primeiro lugar no Kahoot de Ornitologia, além de segundos lugares e outras premiações nas rodadas de bingo. Os momentos de descontração mostraram como o conhecimento também pode ser compartilhado de maneira leve e interativa. Fotos: Leonardo Merçon Durante a programação, o diretor e fundador do Instituto Últimos Refúgios, Leonardo Merçon, também teve um momento de fala para apresentar parte da trajetória da organização e seu trabalho em defesa da biodiversidade. Fotos: Marcella Rosa Uma experiência que vai além do evento Durante a participação no Simbioma, a equipe ficou hospedada na Pousada Villa Theodora, em Santa Teresa, experiência que também permitiu conhecer uma iniciativa de turismo integrada à valorização da natureza. A recepção de Cláudia e Sérgio, responsáveis pela pousada, marcou a estadia da equipe, que encontrou no espaço uma proposta de contato cuidadoso e consciente com o ambiente. A experiência reforçou a possibilidade de conciliar hospitalidade, turismo e valorização da natureza, mostrando como o turismo de natureza pode contribuir para aproximar visitantes dos territórios e de sua biodiversidade. Fotos Marcella Rosa e Ingrid Cole Ao longo dos três dias, a equipe formada por Leonardo Merçon, Ingrid Cole, Henrique Mariano, Vieira Mota e Marcella Rosa acompanhou a programação, apresentou os projetos e participou das atividades do Simbioma. A presença no evento reforça uma das frentes de atuação do Instituto Últimos Refúgios: usar a fotografia, a comunicação, a educação e a produção cultural como ferramentas para aproximar as pessoas da biodiversidade e fortalecer sua conservação. Criado em 2006, o Instituto Últimos Refúgios é uma organização socioambiental sem fins lucrativos que desenvolve projetos voltados à documentação, pesquisa, educação e sensibilização ambiental, contribuindo para o conhecimento e a valorização da biodiversidade da Mata Atlântica.
- Instituto Últimos Refúgios no Simbioma 2026
Entre os dias 19 e 21 de agosto, Santa Teresa receberá a 14ª edição do Simbioma: Simpósio sobre a Biodiversidade da Mata Atlântica, um dos encontros voltados à ciência e à conservação da biodiversidade no Espírito Santo. Em 2026, o evento tem como tema “Ecossistemas aquáticos da Mata Atlântica: da integridade dos rios à sustentabilidade dos territórios”. xvi simbioma O Instituto Últimos Refúgios participa mais uma vez do Simbioma, dando continuidade a uma parceria construída ao longo dos anos com o Museu de Biologia Prof. Mello Leitão e o Instituto Nacional da Mata Atlântica (INMA). A participação do Instituto acompanha a trajetória do evento desde suas primeiras edições, por meio de ações de comunicação, divulgação científica, educação ambiental e valorização da biodiversidade. Ecossistemas aquáticos em destaque A edição deste ano chama atenção para ambientes essenciais à Mata Atlântica, como rios, nascentes, córregos, áreas úmidas e manguezais. Esses ecossistemas estão diretamente ligados à manutenção da biodiversidade, à qualidade da água e ao equilíbrio dos territórios. Fotos: Leonardo Merçon Discutir sua conservação significa também compreender a relação entre floresta, água, fauna, comunidades e cidades. A degradação desses ambientes pode afetar tanto a biodiversidade quanto a qualidade de vida das populações que dependem deles. Um tema que também faz parte dos projetos do Instituto A temática do Simbioma dialoga diretamente com diferentes projetos desenvolvidos pelo Últimos Refúgios no Espírito Santo. Entre eles está “Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas”, projeto dedicado à documentação e valorização dos manguezais do Estado, e o documentário “Águas do Itapemirim”, que aborda a importância dos rios e sua relação com os territórios e a biodiversidade. Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas Por meio da fotografia, do audiovisual, da educação ambiental e da divulgação científica, o Instituto busca aproximar a sociedade dos ambientes naturais e contribuir para que o conhecimento sobre a biodiversidade também seja uma ferramenta de conservação. Instituto estará presente durante o evento Durante os três dias de programação, o Instituto Últimos Refúgios estará presente com estande, materiais educativos e conteúdos sobre seus projetos, além de participar desse espaço de troca entre pesquisadores, estudantes, instituições e comunidade. Fotos: Leonardo Merçon A presença no Simbioma reforça o compromisso do Instituto com a divulgação da biodiversidade capixaba e com a construção de parcerias que aproximem ciência, comunicação e conservação. 📍 Santa Teresa – ES 📅 19 a 21 de agosto de 2026 Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas. O Projeto ENTRE RAIZES E MARÉS: MANGUEZAIS CAPIXABAS é uma realização do Instituto Últimos Refúgios e FUNDÁGUA, com parceria do Grupo Águia Branca, Prefeitura de Aracruz e SESC Aracruz. PARTICIPE TAMBÉM: Tem interesse em ser parceiro deste projeto? Entre em contato. Acreditamos que a colaboração é a chave para a mudança! Ficha técnica MANGUEZAIS Coordenação Geral - Leonardo Merçon Coordenação de Produção - Raphael Gaspar Assistente de Coordenação - Henrique Mariano Coordenação de Pesquisa (Biodiversidade, Social e Ameaças) - Iasmin Macedo Consultoria em Gerenciamento Costeiro, Manguezal e Socioeconomia - Danielle Awabdi Consultoria em Ecossistema Manguezal - Professora Mônica Tognella Pesquisa de Biodiversidade - Thiago Silva-Soares Pesquisa Social - Daniela Gerhard Fotografia (Direção e Captação) - Leonardo Merçon Assistente de Fotografia / Apoio Técnico - Felipe Facini Ilustração - Jenifer Zamperlini Logger e Organização do Banco de Imagens - Marcella Rosa Editoração do Livro - Danielle Awabdi Textos para o livro - Rafael de Rezende Coelho Design Gráfico - Felipe Facini Educação Ambiental - Caroline Reis Administrativo e Financeiro - Thiago Negrelli Contabilidade - Orbis Contabilidade Apoio administrativo - Thiago dos Santos Nunes
- Projeto Vitória da Restinga realizará ação de limpeza no Clean Up Day
Neste sábado (18) acontecerá o Clean Up Day, evento global que promove ações simbólicas de limpeza das praias em diversos lugares do mundo. O evento busca sensibilizar a população sobre a importância de reduzir o consumo de plástico e sobre o descarte adequado de outros resíduos sólidos. Para celebrar a data, o Projeto Vitória da Restinga convida você para participar da ação de limpeza que acontecerá na Orla de Camburi, em Vitória/ES, no próximo sábado, 18 de setembro. A concentração será entre o quiosque “Moqueca Prime” (K4) e o quiosque Maho Gastrobar (K5), em frente ao estacionamento, com início às 8h e encerramento às 11h. O objetivo é mobilizar os participantes a unirem forças para sensibilizar a população sobre o descarte correto dos resíduos. O trabalho contará com ajuda de embarcações, para limpeza das ilhas, e culminará na confecção do "Gigante de lixo" com todo o material recolhido. A ação terá apoio da Prefeitura de Vitória, Capitania dos Portos, Corpo de Bombeiros, Marinha do Brasil, IPRAM – Instituto de Pesquisa e Reabilitação de Animais Marinhos do Espírito Santo e outros parceiros. A equipe fornecerá todas as instruções e informações necessárias em um ponto de apoio, com direito a água e frutas para os voluntários. Para contribuir com o meio ambiente e evitar o consumo de plástico, é fundamental que cada participante leve seu próprio recipiente (copo, garrafa ou caneca). Também é recomendável usar luvas de proteção durante o trabalho de limpeza. A ação será focada na restinga, exigindo cuidado redobrado para não comprometer a vegetação e garantir a segurança da biodiversidade local. A ação cumprirá todos os protocolos de segurança sanitária contra a COVID-19, com uso obrigatório de máscaras, higienização das mãos com álcool em gel e distanciamento social em áreas abertas. Venha prestigiar o Clean Up Day com a gente! Juntos somos mais!
- Vitória da Restinga participa do Mês da Conduta Consciente nas Praias no Parque Costeiro
O Projeto Vitória da Restinga, iniciativa do Instituto Últimos Refúgios em parceria com o Parque Costeiro, realizou, nos dias 1º e 2 de agosto, as atividades Oficina de Colorir e Clube de Observadores da Natureza, integrando a programação do Mês da Conduta Consciente nas Praias, promovido pelo parque. Foto: Victória Campos De forma lúdica e educativa, essas atividades abordaram a importância da preservação ambiental, destacando o papel da adoção de atitudes conscientes no contato com os ambientes costeiro e marinho. O Clube de Observadores também proporcionou aos visitantes uma caminhada guiada pela Trilha dos Guaiamuns, com observação da fauna e da flora locais, acompanhada de explicações ecológicas feitas pelas biólogas do projeto. O público ainda participou de jogos educativos e visitou o estande do Projeto Vitória da Restinga, que contou com livros, fotografias e um gambá-de-orelha-preta taxidermizado. Fotos: Victória Campos O público ainda participou de jogos educativos e visitou o estande do Projeto Vitória da Restinga, que contou com livros, fotografias e um gambá-de-orelha-preta taxidermizado. A iniciativa busca aproximar o público da natureza, ampliar o conhecimento sobre a biodiversidade e reforçar a importância da conservação e da valorização do patrimônio natural capixaba. O Projeto Vitória da Restinga - PARQUE COSTEIRO, iniciativa do Instituto Últimos Refúgios em parceria com o Parque Costeiro, promove ações de educação ambiental em prol da conservação do ecossistema costeiro da orla de Camburi. Vitória da Restinga Ficha técnica VITÓRIA DA RESTINGA - PARQUE COSTEIRO Coordenação Geral: Rafael Coelho Produção Executiva: Leonardo Merçon e Raphael Gaspar Gestão Financeira: Thiago Negrelli Biólogos(as)/educadores(as) ambientais: Danielle Awabdi, Carol Reis Comunicação: Vitor Pinheiro e Marcella Rosa Design gráfico: Felipe Facini
- Circuito educativo para sensibilização ambiental na Ilha do Boi
A ação "Guardiões da Restinga" reuniu crianças em atividades lúdicas que aliaram ciência, arte e Educação Ambiental para valorizar a biodiversidade e conservação dos ambientes costeiros. Nos dias 24 e 25 de julho, o Projeto Vitória da Restinga realizou a ação educativa "Guardiões da Restinga: Circuito Imersivo Vitória da Restinga", na Praia Grande, Ilha do Boi, em Vitória (ES). A iniciativa integrou as ações de Educação Ambiental do projeto e proporcionou ao público infantil uma experiência interativa voltada à valorização da restinga e à conservação dos ecossistemas costeiros. Com uma programação baseada em brincadeiras, teatro, recreação e atividades investigativas, o circuito buscou sensibilizar as crianças sobre a importância da biodiversidade, da conservação da vegetação costeira e dos impactos das ações humanas sobre o meio ambiente. A equipe do Projeto Vitória da Restinga participou do planejamento e da organização da atividade, contribuindo com informações técnico-científicas para a construção do circuito educativo feito pelos artistas responsáveis Letícia Veras e Berg Vera. As monitoras ambientais Danielle Awabdi e Ingrid Cole apoiaram as atividades, dialogando com os participantes e compartilhando conhecimentos sobre a fauna, a flora e a importância da conservação da restinga. Ao longo da programação, as crianças participaram de atividades como “Amarelinha da Restinga”, “Zig-zag dos Resíduos”, “Bola no Lençol”, que abordou a erosão costeira e a dinâmica da faixa de areia, além da observação da restinga, do Desfile da Restinga e da dinâmica "Resíduo Colorido, que cor é?". As brincadeiras estimulam o aprendizado de forma leve e participativa, incentivando a reflexão sobre a conservação dos ambientes costeiros. A ação também contou com a participação das mascotes Atena, a coruja-buraqueira; Olívia, a tartaruga-verde; e Penélope, representando o gambá-de-orelha-preta. A presença dos personagens tornou a experiência ainda mais envolvente para o público infantil, aproximando as crianças dos temas ambientais de maneira divertida e acessível. Além da equipe do projeto, biólogos, recreadores, atores e performers participaram da iniciativa, fortalecendo a integração entre ciência, arte e Educação Ambiental. A ação reforça o compromisso do Projeto Vitória da Restinga com a sensibilização da comunidade e com a promoção de atividades que incentivem a conservação dos ecossistemas costeiros e da biodiversidade capixaba. Vitória da Restinga. O Projeto Vitória da Restinga - ILHAS, É uma iniciativa do Instituto Últimos Refúgios em parceria com a Vale e Prefeitura de Vitória, promove ações de educação ambiental em prol da conservação do ecossistema costeiro da Ilha do Boi e Ilha do Frade. Ficha técnica VITÓRIA DA RESTINGA - ILHAS Coordenação Geral: Raphael Gaspar Gestão Financeira: Thiago Biólogos(as)/educadores(as) ambientais: Danielle Awabdi e Ingrid Cole Comunicação: Marcella Rosa Fotografia: Vitor Pinheiro Design gráfico: Felipe Facini Artistas: Leticia Veras, Berg Veras e Arthur Moschen
- Projeto Vitória da Restinga promove oficina de pintura sobre os manguezais no Parque Costeiro
O Projeto Vitória da Restinga, iniciativa do Instituto Últimos Refúgios em parceria com o Parque Costeiro, realizou nos dias 11 e 12 de julho uma oficina de pintura com o tema Manguezais. A atividade integrou a temática do projeto “Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas” e fez parte da programação do Bioférias, evento promovido pelo Parque Costeiro durante as férias escolares. Foto: Marcella Rosa A oficina celebrou o Mês do Manguezal, que inclui o Dia Internacional de Conservação do Manguezal, comemorado em 26 de julho, e reuniu cerca de 300 participantes durante os dois dias de atividades. Fotos: Marcella Rosa Além da pintura temática, o público conferiu fotografias de Leonardo Merçon produzidas para o futuro livro Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas, participou de jogos educativos cedidos pelo Laboratório de Ecologia Humana do Oceano da UFES e visitou o estande interativo com livros, materiais educativos, jogos e um Gambá-de-orelha-preta taxidermizado. Fotos: Marcella Rosa e Leonardo Merçon Por meio de atividades lúdicas e educativas, a iniciativa busca promover conhecimento e reforçar a importância da conservação e da valorização do patrimônio natural capixaba. O Projeto Vitória da Restinga - PARQUE COSTEIRO, iniciativa do Instituto Últimos Refúgios em parceria com o Parque Costeiro, promove ações de educação ambiental em prol da conservação do ecossistema costeiro da orla de Camburi. Ficha técnica VITÓRIA DA RESTINGA - PARQUE COSTEIRO Coordenação Geral: Rafael Coelho Produção Executiva: Leonardo Merçon e Raphael Gaspar Gestão Financeira: Thiago Negrelli Biólogos(as)/educadores(as) ambientais: Danielle Awabdi, Carol Reis Comunicação: Vitor Pinheiro e Marcella Rosa Design gráfico: Felipe Facini O Projeto ENTRE RAIZES E MARÉS: MANGUEZAIS CAPIXABAS é uma realização do Instituto Últimos Refúgios e FUNDÁGUA, com parceria do Grupo Águia Branca, Prefeitura de Aracruz e SESC Aracruz. PARTICIPE TAMBÉM: Tem interesse em ser parceiro deste projeto? Entre em contato. Acreditamos que a colaboração é a chave para a mudança! Ficha técnica MANGUEZAIS Coordenação Geral - Leonardo Merçon Coordenação de Produção - Raphael Gaspar Assistente de Coordenação - Henrique Mariano Coordenação de Pesquisa (Biodiversidade, Social e Ameaças) - Iasmin Macedo Consultoria em Gerenciamento Costeiro, Manguezal e Socioeconomia - Danielle Awabdi Consultoria em Ecossistema Manguezal - Professora Mônica Tognella Pesquisa de Biodiversidade - Thiago Silva-Soares Pesquisa Social - Daniela Gerhard Fotografia (Direção e Captação) - Leonardo Merçon Assistente de Fotografia / Apoio Técnico - Felipe Facini Ilustração - Jenifer Zamperlini Logger e Organização do Banco de Imagens - Marcella Rosa Editoração do Livro - Danielle Awabdi Textos para o livro - Rafael de Rezende Coelho Design Gráfico - Felipe Facini Educação Ambiental - Caroline Reis Administrativo e Financeiro - Thiago Negrelli Contabilidade - Orbis Contabilidade Apoio administrativo - Thiago dos Santos Nunes
- Projeto “Conhecendo os Marsupiais do Espírito Santo” encerra ciclo de ações em escolas públicas com resultados positivos
Após meses de atividades voltadas à Educação Ambiental, o Projeto “Conhecendo os Marsupiais do Espírito Santo”, uma iniciativa do Projeto Marsupiais, do Instituto Últimos Refúgios, encerra seu ciclo de ações nas escolas públicas dos municípios de Vitória e Serra. A realização das atividades foi possível graças ao apoio do Sicoob, parceiro que acreditou na importância de promover o conhecimento sobre uma das classes de mamíferos menos conhecida pela população: os marsupiais brasileiros, incentivando sua valorização e conservação por meio da educação ambiental. Foto: Marcella Rsa Ao longo do projeto, sete instituições de ensino foram contempladas com ações educativas desenvolvidas especialmente para alunos da Educação Infantil e do Ensino Fundamental I. Por meio de atividades teóricas e práticas, as crianças tiveram a oportunidade de conhecer mais sobre os marsupiais capixabas, compreender sua importância ecológica, desmistificar crenças equivocadas e desenvolver um olhar mais sensível para a conservação desses animais. As ações incluíram apresentações educativas, exposição da Coleção Zoológica do Projeto Marsupiais, atividades lúdicas e momentos de contação dos livros "O que a mamãe leva na bolsa?", de autoria de Vânia Manso Prosdócimi e Luiza Nathalia de Carvalho, e “Marli” de autoria de Daniel Maroneze, Vanessa Cappelle, Ana Clara dos Santos e Estela Machado, com a presença vibrante da mascote Penélope (que representa a gambá-de-orelha-preta), proporcionando experiências significativas e aproximando os estudantes das espécies presente no Espírito Santo. Como forma de ampliar o alcance da iniciativa e garantir a continuidade do trabalho desenvolvido nas escolas, também foi encaminhado às equipes pedagógicas um material didático sobre os marsupiais capixabas. O conteúdo foi elaborado para servir como apoio aos professores, oferecendo informações e sugestões de atividades que possibilitam aprofundar o tema de forma leve e prática em sala de aula. Ao final de cada ação, as equipes pedagógicas foram convidadas a participar de uma pesquisa de satisfação, contribuindo com avaliações e sugestões que auxiliarão no aperfeiçoamento de futuras iniciativas de Educação Ambiental. Paralelamente, os estudantes receberam um kit de desenho interativo, atividade que permitiu, de forma criativa e lúdica, reforçar os conhecimentos adquiridos durante os encontros por meio da montagem de um gambá-de-orelha-preta. *O material também será disponibilizado para download ao final desta publicação Mais do que compartilhar informações sobre os marsupiais, o projeto buscou despertar a curiosidade, estimular o respeito pela fauna nativa e fortalecer a formação de cidadãos mais conscientes sobre seu papel na conservação. O Instituto Últimos Refúgios e o Projeto Marsupiais agradecem ao Sicoob pela confiança e pelo apoio à realização desta iniciativa, bem como às Secretarias Municipais de Educação, às equipes gestoras, professores e demais profissionais das escolas participantes, que acolheram o projeto e contribuíram para o sucesso de cada ação desenvolvida. Fotos: Marcella Rosa e Vitor Pinheiro Acreditamos que a Educação Ambiental é uma ferramenta essencial para a construção de uma sociedade mais consciente e comprometida com a conservação da biodiversidade. Que os conhecimentos compartilhados ao longo desta trajetória continuem presentes no cotidiano das escolas e inspirem novas gerações a conhecer, valorizar e proteger as espécies de marsupiais que habitam não só o Espírito Santo, mas todo o nosso país. O Projeto Marsupiais é uma iniciativa do Instituto Últimos Refúgios que atua na conservação dos marsupiais brasileiros. Desde 2017 realizamos trabalhos de Pesquisa Científica e Sensibilização Ambiental, além do resgate e reabilitação de animais que necessitam de cuidados, em parceria com o CETAS-ES/IBAMA. Por ser uma organização sem fins lucrativos, o Instituto Últimos Refúgios depende de doações para dar continuidade aos projetos em desenvolvimento. Para o Projeto Marsupiais não é diferente. Saiba como contribuir clicando aqui: https://www.ultimosrefugios.org.br/projeto-marsupiais As ações desenvolvidas nas escolas contam atualmente com o apoio do Sicoob (Sistema de Cooperativas Financeiras do Brasil), que contribui para a viabilização das atividades de educação ambiental realizadas. CONHEÇA O PROJETO MARSUPIAIS: SITE: https://www.ultimosrefugios.org.br/projeto-marsupiais INSTAGRAM: https://www.instagram.com/projetomarsupiais/ Coordenação Geral: Iasmin Macedo Gois Biólogos(as)/educadores(as) ambientais: Ingrid Cole e Rafaela Barbosa Comunicação: Marcella Rosa e Rafaela Barbosa Design gráfico: Rafaela Barbosa Voluntários: Raphael Milfont, Carol Albano, Vitor Pinheiro e Marcella Rosa
- Instituto Últimos Refúgios participa da 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura
Entre os dias 19 e 24 de maio, Aracruz (ES) recebeu a 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura, maior encontro da rede Cultura Viva do Brasil. Com o tema “Pontos de Cultura pela Justiça Climática”, o evento reuniu representantes de iniciativas culturais, ambientais e comunitárias de todo o país para debater os impactos da emergência climática e a importância dos saberes tradicionais, da diversidade cultural e da atuação territorial na construção de futuros mais sustentáveis. 6* Teia Nacional - Pontos de Cultura pela Justiça Climática. No dia 21 de maio, integrantes do Instituto Últimos Refúgios participaram da programação da Teia Nacional como espectadores, acompanhando debates, apresentações culturais e espaços de troca de experiências entre representantes de diferentes territórios e comunidades do Brasil. A participação possibilitou conhecer iniciativas voltadas à cultura, educação, meio ambiente e justiça climática, fortalecendo conexões e ampliando o diálogo sobre conservação e atuação comunitária. Fotos: Marcella Rosa Já no dia 22 de maio, o Instituto participou da programação com um estande no evento, apresentando seus projetos, ações de conservação e produções audiovisuais voltadas à valorização da biodiversidade e da educação ambiental. A presença reforçou a importância da cultura como ferramenta de transformação social, sensibilização ambiental e fortalecimento das relações entre comunidade e território. Dentre os projetos apresentados, estão a produção de livros, Projeto Marsupiais, Projeto Vitória da Restinga, Projeto Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas, dentre outros. Durante a programação do mesmo dia, o projeto Corredor de Biodiversidade de Aracruz também foi destaque no painel “Cultura e Clima: Conviver com o Rio Doce”, realizado no auditório Raíz, no Sesc Vila Formosa. A mesa reuniu representantes do poder público, lideranças indígenas e quilombolas, além de especialistas ligados às pautas ambientais, culturais e climáticas, promovendo reflexões sobre os desafios enfrentados pelos territórios e a necessidade de ações integradas entre cultura, conservação e justiça social. Representando a Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Aracruz, o secretário Aladim Fernando Cerqueira apresentou iniciativas relacionadas ao território e destacou o projeto Corredor de Biodiversidade de Aracruz. Na ocasião, foi exibido o vídeo de abertura produzido pelo Instituto Últimos Refúgios, evidenciando o papel do audiovisual na valorização da memória, dos territórios e da biodiversidade local. Fotos: Henrique Mariano A 6ª Teia Nacional reforçou como a diversidade cultural, os conhecimentos tradicionais e as iniciativas comunitárias possuem papel fundamental na conservação ambiental e no enfrentamento das mudanças climáticas. Ao aproximar cultura e natureza, o encontro fortaleceu redes de diálogo, pertencimento e cuidado coletivo, mostrando que proteger a biodiversidade também significa preservar histórias, identidades e modos de vida. Projeto de Valorização do Corredor de Biodiversidade de Aracruz.












