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- Últimos Refúgios recomenda: programe suas férias usando nosso guia de observação de aves.
Finalmente a época mais aguardada do ano começou. As festas de fim de ano chegaram e com elas, as férias escolares. Os dias quentes e ensolarados são a promessa de muita diversão, passeios, viagens e aquele merecido descanso à beira do mar ou da piscina. Para quem decidiu conhecer o Estado do Espírito Santo ou mora aqui e não pretende fazer viagens muito longas, que tal incluir na programação das férias alguns passeios ecológicos e, de quebra, contribuir para impulsionar o nosso potencial ecoturístico? Praia e Lagoa de Caraís (Parque Estadual Paulo C Vinha, Guarapari) e Garças em Vitória, Espírito Santo. Fotos: Leonardo Merçon O Espírito Santo oferece múltiplos atrativos naturais que se diversificam ao longo de todo seu território. As opções variam desde o litoral até as montanhas capixabas, dos passeios de barco por manguezais e ilhas próximas à costa ao turismo de aventura e o ecoturismo oferecido em muitos municípios da região serrana do estado. Para contribuir na elaboração de sua programação de férias, consulte nosso Guia de Observação de Aves, clicando no link https://www.ultimosrefugios.org.br/aveses. Mesmo que você não seja um birdwatcher e nunca tenha ouvido falar nesta prática, nosso guia pode ser uma ótima ferramenta na escolha do local a ser visitado, oferecendo várias informações sobre a localidade desejada, tais como mapa, meios de chegar ao local, onde ficar, serviços oferecidos, entre outros. Todas as fotos do Guia foram tiradas pelo Instituto Últimos Refúgios em Unidades de Conservação e demais localidades do Espírito Santo com potencial ecoturístico. Fotos: Leonardo Merçon E por que não começar a praticar a observação de aves nas férias? Essa atividade pode se tornar um hobby bastante prazeroso, levando as pessoas a um contato mais íntimo com a natureza e despertando nelas o sentimento de pertencimento, bem estar e paz que a aproximação e vivência em ecossistemas naturais proporciona. O Espírito Santo é uma ótima parada para observadores de aves de todo o mundo, pois contêm uma grande diversidade de espécies interessantes e/ou raras, proporcionando uma experiência bastante prazerosa tanto para iniciantes quanto para os mais experientes nesta prática. Fotos: Leonardo Merçon A atividade de observar aves pode ser uma opção bacana para as suas férias. Proporciona momentos de relaxamento, paz de espírito e ajuda no desenvolvimento de uma maior empatia pelas aves e pelas causas ambientais, pois ambientes bem preservados contribuem para o avistamento de uma maior diversidade de espécies e o encontro de aves bastante interessantes e até mesmo raras. Aprender a admirar a beleza das aves, a apreciar seu colorido e seu canto melodioso, aproxima as pessoas do contato com a natureza, proporciona bem estar, alivia o estresse da rotina diária no ambiente urbano, traz paz de espírito, aprimora a concentração e pode até mesmo melhorar quadros de depressão e ansiedade, pois também permite interação social com pessoas que compartilham do mesmo interesse. Faz bem para o corpo, para a alma e a mente. Nada mau para curtir o período de férias com a família e/ou amigos e garantir bons momentos ao ar livre. Fotos: Leonardo Merçon Consulte nosso guia e aproveite as férias! Com isso, você ajudará a fomentar o turismo de observação de aves no Espírito Santo e contribuirá para disseminar essa atividade tão prazerosa. * Texto de Cristina Zampa Sanchez, Bióloga e Educadora Ambiental, voluntária do Instituto Últimos Refúgios. * Foto de Leornado Merçon, fotógrafo de natureza e conservação, voluntário do Instituto Últimos Refúgios (Instagram - @leonardomercon). Acompanhe também o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais. Facebook - www.facebook.com/ultimosrefugios Youtube - www.youtube.com/ultimosrefugios O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar no link: PARTICIPE "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" REFERÊNCIAS https://www.ultimosrefugios.org.br/fotos https://www.ultimosrefugios.org.br/aveses http://revistaecoturismo.com.br/turismo-sustentabilidade/ed-177-aventura-e-ecoturismo-no-espirito-santo/
- Impactos dos fogos de artifício sobre os animais.
Usados há milhares de anos pelos chineses para afugentar maus espíritos e posteriormente em celebrações e festejos pelo mundo todo, os fogos de artifício perturbam não somente animais domésticos, bebês, crianças pequenas e alguns idosos como também causam inúmeros desconfortos na vida selvagem, podendo até provocar a morte de muitas espécies de animais. O som ensurdecedor e o brilho intenso emitidos em shows pirotécnicos são fontes de perturbação para inúmeras espécies de animais domésticos e silvestres no mundo todo. Foto: Leonardo Merçon É do conhecimento de todos que os animais domésticos e de criação se afligem bastante com o barulho das explosões de fogos de artifício. Há relatos de cães que fugiram, se machucaram e tiveram ataques de pânico e desmaios durante um show pirotécnico nas proximidades. Os ouvidos super sensíveis dos cães e dos gatos, bem como de muitos animais silvestres, tornam o ruído dos estouros muito mais perturbador e assustador. E há os casos de pets que apresentam problemas neurológicos ou cardíacos. O estresse e o medo podem causar vômitos, falta de ar, convulsões e arritmias cardíacas nesses casos. Foto: Leonardo Merçon As consequências desse tipo de estresse em animais domésticos é fácil de ser percebida, verificada e estudada. Mas como determinar os impactos causados à fauna silvestre? Como os shows pirotécnicos acontecem à noite, as respostas comportamentais dos animais são difíceis de serem percebidas e quantificadas. Para conseguir mensurar adequadamente e fundamentar as evidências dos efeitos negativos dos fogos de artifícios sobre as vida selvagem, pesquisadores holandeses utilizaram um radar meteorológico, que foi adaptado para localizar aves de grande tamanho corporal, como gansos. Os dados coletados em três réveillons consecutivos demonstraram que após a meia noite estas aves levantaram vôo, muitas permanecendo em torno dos 500 metros de altitude (quando o usual é até 100 metros) e a agitação durou cerca de 45 minutos. Algumas destas aves voaram muitos quilômetros antes de pousar e descansar. Isso sem dúvida gerou uma carga muito grande de estresse nesses animais. Em 2012, uma pequena cidade do Arkansas, EUA, foi manchete quando centenas de tordos-sargentos (Agelaius phoeniceus) foram encontrados mortos após o réveillon. Fatos semelhantes ocorreram na Louisiana e na Suécia. E o problema se repete em outras comemorações. Em 2007 pesquisadores registraram que um grande número de aves marinhas abandonou seus ninhos após as celebrações do dia da independência em Gualala, EUA. Apesar de muito protesto, os fogos foram proibidos nesta localidade em 2008. A cidade de Monrovia, na California-USA, também proibiu o uso de fogos de artifício por diversas razões, dentre elas incêndios e acidentes. Mãe-da-lua (Nyctibius griseus) . Foto: Leonardo Merçon Além do problema da poluição sonora intensa e das consequências desagradáveis e até mesmo trágicas causadas pelos ruídos da explosão, o processo de fabricação dos fogos e também a sua queima liberam percloratos, que contaminam o ar e os corpos d’água. Estas substâncias inibem o funcionamento da glândula tireóide, alterando o crescimento, desenvolvimento e metabolismo de várias partes do organismo dos animais que entram em contato com este poluente. Seus efeitos são conhecidos tanto em animais silvestres como em humanos. Capivara registrada em Cariacica, município do Espírito Santo, Brasil. Foto: Leonardo Merçon Acreditamos que a proibição de shows pirotécnicos seja uma meta impossível de se cumprir mas é possível pensar em soluções que minimizem os impactos na saúde e bem estar das pessoas e seus pets e na vida selvagem. Em casa, procure deixar livre o acesso a locais onde os animais de estimação possam se esconder e tente abafar o som com cobertores nas portas e janelas; se possível, não deixe o animal sozinho. Outras medidas que podem ser adotadas são instalar os fogos de artifício bem longe de centros residenciais e proibir a realização de shows pirotécnicos em localidades próximas a áreas de preservação, pois além do impacto para a fauna existe sempre o risco de incêndios. Outra medida interessante para minimizar o impacto à avifauna seria concentrar mais a queima de fogos. Assim, as aves teriam mais chances de encontrar um lugar calmo e seguro, em vez de ficarem voando de um lado para o outro, assustadas por barulhos que vêm de diferentes direções. Nós da equipe do Instituto Últimos Refúgios desejamos a todos boas festas e feliz ano novo! Curtam com responsabilidade e compromisso com o bem estar de todos. E que em 2018 nossas esperanças por um mundo mais justo e igualitário para todos os seres nele viventes possam ser renovadas. Foto: Leonardo Merçon * Texto de Cristina Zampa Sanchez, Bióloga e Educadora Ambiental, voluntária do Instituto Últimos Refúgios. * Foto de Leornado Merçon, fotógrafo de natureza e conservação, voluntário do Instituto Últimos Refúgios (Instagram - @leonardomercon). Acompanhe também o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais. Facebook - www.facebook.com/ultimosrefugios Youtube - www.youtube.com/ultimosrefugios O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar no link: PARTICIPE "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" REFERÊNCIAS https://www.peta.org/blog/mass-bird-deaths-end-fireworks-displays http://www.bbc.com/news/world-us-canada-12105157 http://www.dailymail.co.uk/news/article-2081279/Dead-blackbirds-deliberately-targeted-New-Years-Eve-fireworks.html http://apassarinhologa.com.br/impactos-fogos-artificio-aves http://g1.globo.com/sao-paulo/sorocaba-jundiai/noticia/2014/12/animais-silvestres-sao-preparados-para-barulho-da-queima-de-fogos.html http://g1.globo.com/sao-paulo/sorocaba-jundiai/mundo-pet/noticia/2016/12/veterinaria-da-dicas-para-amenizar-efeitos-dos-fogos-de-artificio-nos-pets.html https://www.anda.jor.br/2016/07/fogos-de-artificio-prejudicam-animais-silvestres-e-domesticos-em-piracicaba-sp http://www.audubon.org/news/do-fireworks-cause-bird-deaths-what-do-fourth-july http://www.audubon.org/news/are-fireworks-dangerous-birds http://wildlifearticles.co.uk/what-fireworks-and-bonfires-really-mean-for-wildlife Michael A. Harbrow, Gordon R. Cessford and Bronek J. Kazmierow. The impact of noise on recreationists and wildlife in New Zealand’s natural areas. A literature review. Science for conservation, 314. November 2011, New Zealand Department of Conservation. Disponível em: http://www.doc.govt.nz/Documents/science-and-technical/sfc314entire.pdf. Shamoun-Baranes, J., Dokter, A., van Gasteren, H., van Loon, E., Leijnse, H., & Bouten, W. (2011). Birds flee en mass from New Year’s Eve fireworks Behavioral Ecology, 22 (6), 1173-1177 DOI: 10.1093/beheco/arr102. Utley, Sarah Jane. (2002) Perchlorate exposure and effects in wildlife. Tese de Mestrado, Texas Tech University. Disponível em: http://repositories.tdl.org/ttu-ir/bitstream/handle/2346/9121/31295017084079.pdf?sequence=1. Vieria, Carlos Eduardo Carrusca; et al. (2012) Os bastidores da produção de fogos de artifício em Santo Antônio do Monte: degradação das condições de trabalho e saúde dos pirotecnistas. Cadernos de Psicologia Social do Trabalho, 15(1), 135-152. Disponível em: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?pid=S1516-37172012000100010&script=sci_arttext. Capilé, Karynn Vieira; Lima, Mariana Cortes de; Fischer, Marta Luciane. Environmental Bioethics: reflections on the use of fireworks and its consequences for animals. Revista Bioethikos- Centro Universitário São Camilo - 2014;8(4):406-412. DOI: 10.15343/1981-8254.20140804406412.
- Projeto Caiman lança livro "O Jacaré de papo amarelo - Guia para educação ambiental"
Nesta quinta-feira, 21 de dezembro, foi realizado o lançamento oficial do primeiro livro do Projeto Caiman nomeado "O jacaré de papo amarelo - Guia para Educação Ambiental", e tem como objetivo capacitar os professores e educadores ambientais para o desenvolvimento de ações de educação ambiental utilizando o Jacaré-de-papo-amarelo como espécie bandeira para a conservação, o presente apresenta tudo que o um profissional deve saber para desenvolver a atividade. Apresenta conhecimentos sobre a história natural e conservação da espécie, tecnicas de educação ambiental e propõe algumas atividades para serem desenvolvidas. Trata-se de uma obra muito importante, pois gera ferramentas para o uso do jacaré como espécie bandeira para a conservação da biodiversidade no Brasil, além de gerar impacto positivo para a conservação dos jacarés brasileiros. O Ebook foi disponibilizado de forma gratuíta para que a informação seja mais amplamente difundida. Você pode adquiri-lo baixando gratuitamente por esse link ou clicando na imagem abaixo: https://www.imd.org.br/projeto-caiman https://www.facebook.com/projetocaiman
- Resgate de jacaré na Serra
O Projeto Caiman - Jacarés da Mata Atlântica resgatou mais um jacaré-de-papo-amarelo em Serra Dourada 1, no Espírito Santo. Na garagem de uma casa onde tinha 2 crianças pequenas. Tamanho: 1,41 metros. Peso: 9 kg. Sexo : Macho Os moradores locais capturaram o animal com um fio e o amarraram em um poste. Ligaram para o Projeto Caiman para falar da ocorrência. Imediatamente o médico veterinário Marcelo Santos, e o fotógrafo de Natureza Joarley Rodrigues foram ao local para zelar pela saúde e bem estar do animal e das pessoas. Ao chegar no local o animal estava extremamente assustado e estressado, a final de contas estava amarrado em um poste no meio da rua, com muitas pessoas em volta. A equipe do Projeto Caiman instruiu as pessoas do local sobre a importância dos jacarés para a Mata Atlântica e também pera a humanidade. Em seguida, levou o para a sede do Projeto onde passou por um check-up de saúde e teve amostras coletadas para as pesquisas em conservação da espécie. No dia seguinte a equipe junto a equipe do CETAS- IBAMA realizou a soltura do animal em um local protegido onda já ocorre uma população natural de jacarés. O projeto Caiman é um programa de conservação referência do país em pesquisa e conservação de Jacarés. Desenvolve o monitoramento da saúde e ecologia de jacarés no Espírito Santo. O município dá Serra é um local privilegiado onde se encontram várias lagoas e a maior população de jacarés do ES. A população de Jacarés da Serra passa dos 300 animais. Infelizmente incidentes como o ocorrido na Serra são frequentes. Com a grande perda de habitat, os animais estão sendo espremidos em meio as cidades. Este cenário gera esse tipo de encontro entre os seres humanos e animais selvagens. O animal na maioria dos casos é molestado de diversas formas e em muitos casos se defendem como podem, o que pode gerar danos a saúde das pessoas. Em muitas situações o jacaré é caçado. A caça além de causar grave desequilíbrio ecológico, é uma ameaça a saúde pública. Pesquisa publicada pelos pesquisadores do Projeto Caiman em uma revista internacional em dezembro de 2017, comprovou que o consumo de carne de caça de jacaré no ES pode causar graves saúdes a população humana, e em casos graves pode levar a morte da pessoa que ingeriu a carne. Em situações como a de Serra Dourada, a equipe recomenda para que a população não se aproxime do animal, e mantenha uma distância segura. Sempre que encontrar um jacaré, ligue para a equipe do Projeto Caiman. Uma equipe especializada irá ao local zelar pela saúde do animal e das pessoas, além de orientar a população sobre aquela situação. Se achar um jacaré, ligue: 995734483 - Projeto Caiman 998183188 - Yhuri Nobrega (coordenador do projeto) https://www.imd.org.br/projeto-caiman
- Equipe de EA ministra palestra sobre o Manguezal
No dia 14 de novembro, a equipe de Educação Ambiental do Últimos Refúgios ministrou uma palestra na EMEF Maria Madalena de Oliveira Domingues (MMOD) em Jardim Camburi, Vitória - ES. Com o tema “A importância da preservação do Manguezal”. Uma de nossas voluntárias, a Jeane Santos abordou através das imagens a riqueza de biodiversidade que os manguezais possuem, sensibilizando e incentivando os alunos a conservarem e aprenderem mais sobre esse ambiente. A escola tem desenvolvido trabalhos de iniciação cientifica com os alunos do PIBIC Jr, onde estão abordando o tema manguezal, sua importância como berçário de espécies e para economia, além de toda degradação e poluição que sofre. As turmas dos 7º anos também assistiram a palestra e a interação deles foi proveitosa, mas mostra que ainda há muito o que ser tralhado sobre o tema. Conversando um pouco com os pesquisadores Jr, nos informaram que fizeram uma pesquisa com os alunos para saber o que sabiam sobre o Manguezal e o resultado foi que a maioria não sabia quase nada sobre esse importante ecossistema. Por isso é muito importante trabalhos de Iniciação científica como o que a EMEF realiza, incentivando os alunos a pesquisas sobre nossos ecossistemas e desenvolver trabalhos que passem esses conhecimentos para os outros alunos. Agradecemos o convite e parabenizamos a iniciativa da Profa. Mariana Lima Gonçalves e a escola EMEF MMOD. * Texto de Jeane Santos, Jennifer Oliveira e Livianne Costa, voluntárias no Instituto Últimos Refúgios. * Fotos de Joarley Rodrigues Acompanhe também o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais. Facebook - www.facebook.com/ultimosrefugios Youtube - www.youtube.com/ultimosrefugios O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar no link: PARTICIPE "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!"
- Em busca da natureza selvagem
Talvez a palavra em inglês “wilderness” coubesse melhor para este título, mas ela não tem uma tradução precisa para o português. Contudo, mexe muito comigo desde a primeira vez que a li. Mais do que um simples significado, ela carrega toda minha filosofia de vida. Cresci numa família de aventureiros. Minha infância foi desenhada pela janela do carro, pelos campos rupestres e pores-do-sol da Serra do Cipó, por sapos, passarinhos, grilos, morcegos e sempre vivas, pelas cores do Cerrado e pelos sons da noite. A imagem de uma natureza prístina, selvagem e intocada permaneceu vívida na minha cabeça desde então. Obviamente, essa bagagem cultural teve influência sobre toda a minha vida. E não poderia dar em outra. Estudei Biologia e fiz metrado em Ecologia. Entretanto, com o tempo descobri que eu não me contentaria apenas em entender a vida, mas precisaria também levar esse fascínio adiante. Seria muito egoísmo caso eu tivesse vivências tão fantásticas na natureza e não pudesse compartilhá-las com outras pessoas. Ademais, percebi que, se eu quisesse ter alguma influência real sobre a conservação da biodiversidade, precisaria descer do pedestal acadêmico e conversar com a sociedade. Isso fez com que a fotografia tomasse um lugar central em minha vida. Neste momento, comecei a buscar imagens que não somente fizessem sentido para mim, seja a título de registro ou encantamento pessoal, mas que também passassem uma mensagem para outras pessoas. Isso não é tarefa fácil. Tecer histórias visuais exige domínio extremo da técnica fotográfica, apuramento do olhar, embasamento teórico e uma visão global e interdependente sobre o assunto de interesse. Mais do que isso, falar por imagens exige proximidade e intimidade com o tema. Para minha sorte, nenhum tema fazia mais parte da minha vida do que a própria natureza selvagem. E é exatamente por isso que passei a procurar. Me aventurar em pântanos, subir montanhas, embrenhar em florestas à noite em busca de animais raros, vagar sozinho pelos sertões e madrugar para ver o raiar do dia viraram cenas comuns no meu cotidiano. Apesar de todo o “perrengue” envolvido, como apelidamos em Minas Gerais as situações arriscadas e difíceis, o resultado é fantástico. Não há nada mais gratificante do que perceber que nosso trabalho pode influenciar outras pessoas. Cada comentário, reação, curtida ou mensagem dizem um pouco sobre o poder da imagem aliada à ciência. A máxima “só protegemos o que conhecemos” nunca esteve tão em alta. Mas acredito que ela pode ser modificada para “só protegemos o que conhecemos e o que gostamos”. E é exatamente disso que precisamos: encantar e informar as pessoas! Concluo este artigo com uma frase que mudou minha vida e me despertou o interesse pela fotografia, eternizada por Christopher McCandless, no filme “Into the Wild”: “a felicidade só é real quando pode ser compartilhada”. * Texto e fotos de Augusto Milagres e Gomes, Biólogo, mestre em ecologia e fotógrafo da natureza. Conheça mais sobre o trabalho do Augusto no LINK. Acompanhe também o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais. Facebook - www.facebook.com/ultimosrefugios Youtube - www.youtube.com/ultimosrefugios O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar no link: PARTICIPE "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!"
- A extraordinária visão das aves.
Pergunte aos seus amigos quais são suas cores favoritas e você notará que raras vezes a resposta será os tons de marrom e cinza... é bem provável que a maioria responda que suas cores favoritas são o verde, o azul, os tons de roxo e violeta. A última sondagem mundial feita por uma empresa, a YouGov, revelou que a cor preferida das pessoas no mundo todo, independentemente do sexo, é a azul. Em segundo lugar, vem o vermelho, o roxo, o verde. E por último... adivinhem! O marrom. Beija-flor-rubi (Clytolaema rubricauda) fotografado em Santa Teresa, Espírito Santo. Foto: Leonardo Merçon Floresta (paisagem) fotografado em Linhares, Espírito Santo - Sudeste do Brasil. Bioma Mata Atlântica. Registro feito em 2013. Fotógrafo: Leonardo Merçon As cores são importantes na vida das pessoas e influenciam o ambiente à nossa volta, por isso os profissionais que trabalham com design e decoração dão tanta importância às cores e à sua harmonia com as formas. É fato e notório que elas influenciam o nosso humor e comportamento. Por exemplo, as paredes de um hospital, de um quarto de hotel ou de uma escola jamais devem ser pintadas de vermelho, pois essa cor é muito estimulante e pode causar irritação a pessoas expostas a ela por um longo período de tempo. Por sua vez, o rosa é relaxante e desperta a proatividade. O laranja desperta o apetite. O verde diminui o estresse e o azul acalma, enquanto o amarelo desperta a energia. Lagoa de Caraís, Guarapari. Foto: Leonardo Merçon Mas será que as cores despertam as mesmas sensações nas aves? Qual seria a importância da visão colorida para estes animais? Pois saibam que as aves têm a capacidade de enxergar os raios ultravioleta (raios UV), o que para o ser humano é impossível sem o uso de equipamentos. Com certeza você já ouviu falar nos raios UV, principalmente agora que o verão está chegando. A exposição prolongada à radiação UV é nociva para a pele, podendo levar ao surgimento de câncer de pele. Mas, para as aves, essa radiação é importantíssima para sua sobrevivência. Elas influenciam na sua alimentação e estimulam a glândula pineal e a pituitária, desempenhando um importante papel no bom funcionamento do sistema nervoso central e no sistema endócrino das aves. Rendeira fêmea (Manacus manacus) fotografado em Linhares, Espírito Santo. Foto: Leonardo Merçon As aves se utilizam dessa capacidade no processo reprodutivo, sendo que a distinção dos indivíduos do sexo oposto é feita por meio do espectro dos raios UV percebido na plumagem. Sendo assim, mesmo que para nós, seres humanos, não haja dimorfismo sexual aparente, a reflexão dos raios UV nas penas, ao criar uma vasta gama de cores, tem efeito na seleção sexual, mesmo em aves que para os nossos olhos são totalmente escuras ou totalmente brancas. É bem provável que aquela ave que enxergamos como negra, marrom ou branca seja bastante colorida. Nossos olhos é que não são capazes de enxergar a gama de cores dos raios UV. Tiê-sangue fêmea e macho (Ramphocelus bresilius). Foto: Leonardo Merçon Apesar da nossa capacidade de enxergar uma ampla gama de cores, matizes e tons, as células que percebem cores na nossa retina, lá dentro bem no fundo do olho, chamadas cones, permitem a percepção de três cores primárias (vermelho, verde e azul) que se combinam. É a visão tricromática. Nas aves essas células são em número de quatro, o que lhes confere uma visão tetracromática. Esse quarto cone é sensível à radiação UV e permite a identificação de uma gama de cores distintas. Pesquisas indicam que algumas espécies apresentam um quinto cone, o que lhes daria a capacidade de diferenciar dois tipos de comprimento de ondas UV e uma capacidade incalculável e extraordinária de percepção de cores. Retirado de: http://photographyoftheinvisibleworld.blogspot.com.br/2017/09/how-to-simulate-what-birds-may-see.html Agora, imagine se você pudesse ver o mundo através dos olhos dessas aves! Como seria incrível poder ver uma gama de cores muito mais rica que a que podemos enxergar com nossos olhos, também fantásticos mas que perdem feio comparado às capacidades visuais encontradas nestes animais. Como será que a visão de uma gama maior de cores influenciaria nas nossas vidas? Seríamos mais felizes, comeríamos melhor ou amaríamos mais? Só as aves poderiam nos dizer. Amanhecer no Pantanal fotografado em Corumbá, Mato Grosso do Sul. Foto: Leonardo Merçon * Texto de Cristina Zampa Sanchez, Bióloga e Educadora Ambiental, Professora na Rede Municipal de Ensino da Serra-ES. * Foto de Leornado Merçon, fotógrafo de natureza e conservação, voluntário do Instituto Últimos Refúgios (Instagram - @leonardomercon). Acompanhe também o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais. Facebook - www.facebook.com/ultimosrefugios Youtube - www.youtube.com/ultimosrefugios O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar no link: PARTICIPE "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" REFERÊNCIAS https://yougov.co.uk/news/2015/05/12/blue-worlds-favourite-colour/. FARINA, Modesto. Psicodinâmica das cores em comunicação. São Paulo: Edgard Blucher. 2006. TISKI-FRANCKOWIAK, Irene T. Homem comunicação e cor. São Paulo: Ícone. 2000. PINHEIRO, Daniel; SCHWENGBER, Eduardo Cipriani. As cores em ambientes internos com foco em suas influências sobre o comportamento dos estudantes. Em: http://www.uniedu.sed.sc.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/Artigo-Daniel-Pinheiro.pdf. Acessado em 05/12/2017. CAMEIRO, Teresa Cristina Teixeira Vieira. Percepção das cores. Disponível em: . Acesso em: 05/12/2017. TOLEDO, MCB.; DONATELLI, RJ.. Spectral analysis of flowers used by nectar-feeding birds in an urban area in Southeastern Brazil. Braz. J. Biol., São Carlos , v. 70, n. 3, supl. p. 729-735, Oct. 2010. TOLEDO, MCB.; DONATELLI, RJ.. Spectral analysis of flowers used by nectar-feeding birds in an urban area in Southeastern Brazil. Braz. J. Biol., São Carlos , v. 70, n. 3, supl. p. 729-735, Oct. 2010 .
- EDITAL DE CONVOCAÇÃO PARA ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA
INSTITUTO ÚLTIMOS REFÚGIOS, localizado na R. Humberto Balbi, nº 21, sala 208, Ed. René Descartes, Jardim Camburi, Vitória (ES) – CEP 29.092-080 pelo seu Presidente, LEONARDO PREST MERÇON ROCHA, CONVOCA a todos os associados para comparecer à ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA, que será realizada às 17 h, do dia 21 de dezembro de 2017, na R. Vila Lobos, nº 123, Barro Vermelho, Vitória (ES), 29.057-610, com a seguinte ordem do dia: Considerando a Assembleia Geral Extraordinária convocada para ocorrer no dia 20 de dezembro de 2017; Considerando que a pauta da Assembleia acima é a alteração do estatuto social e a sua adequação para qualificação como OSCIP; Considerando que a Diretoria tem o seu mandato vigente até 14 de janeiro de 2020; Considerando que poderá haver alterações nos órgãos da administração, caso haja a aprovação de um novo texto estatutário: Fica desde já convocado os membros para deliberar a respeito de uma nova eleição face ao que ocorrerá na AGE do dia 20 de dezembro de 2017. A Assembleia Geral instalar-se-á em primeira convocação às 17h; e em segunda convocação 20 (vinte) minutos depois. Vitória (ES), 06 de dezembro de 2017. LEONARDO PREST MERÇON ROCHA Presidente FUNDADO EM 12 DE DEZEMBRO DE 2011 CNPJ: 15.716.272.0001-60
- EDITAL DE CONVOCAÇÃO PARA ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA
INSTITUTO ÚLTIMOS REFÚGIOS, localizado na R. Humberto Balbi, nº 21, sala 208, Ed. René Descartes, Jardim Camburi, Vitória (ES) – CEP 29.092-080 pelo seu Presidente, LEONARDO PREST MERÇON ROCHA, CONVOCA a todos os associados para comparecer à ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA, que será realizada às 17 h, do dia 20 de dezembro de 2017, na R. Vila Lobos, nº 123, Barro Vermelho, Vitória (ES), 29.057-610, com a seguinte ordem do dia: A reunião terá como escopo o esclarecimento das atividades desenvolvidas pelo Instituto Últimos Refúgios e a explanação das alterações e adaptações do Estatuto Social, visando a adequação do mesmo para solicitar a qualificação como OSCIP. À adequação do Estatuto às legislações visa requerer perante ao órgão competente a qualificação de OSCIP. A Assembleia Geral instalar-se-á em primeira convocação às 17h; e em segunda convocação 20 (vinte) minutos depois. Vitória (ES), 05 de dezembro de 2017. LEONARDO PREST MERÇON ROCHA Presidente FUNDADO EM 12 DE DEZEMBRO DE 2011 CNPJ: 15.716.272.0001-60
- Projeto Marsupiais participa do primeiro resgate!
Em setembro deste ano, o Projeto Marsupiais foi procurado para seu primeiro resgate. Dois filhotes de gambá haviam sido encontrados no Morro do Moreno, em Vila Velha, Espírito Santo. Filhote em tratamento no Cetas-IBAMA. Foto: Joarley Rodrigues. Gambás são animais de hábitos noturnos e se alimentam de ovos, frutos, vermes, insetos, lagartos, anfíbios e até mesmo filhotes de pássaros. Esses dois, porém, não precisavam apenas de alimentos, e sim de cuidados, já que eram muito novos e não conseguiam se alimentar e fazerem suas necessidades sozinhos e ainda um deles tinha um corte profundo no membro superior. Depois de resgatados, os animais foram alimentados com um leite especial e gema de ovo, seguindo os padrões de alimentação natural deles. O corte foi tratado com uma pomada e foi preciso enrolar os dois em panos, colocar dentro de uma meia e aquecer com um abajur, já que os dois sentiam muito frio e a meia simula o ambiente da bolsa materna. A polícia ambiental foi procurada pela equipe do Projeto Marsupiais para obter informações sobre como proceder com os dois gambás. Apesar do aspecto fofo e indefeso dessas criaturas nesse momento, eles são animais selvagens e é preciso autorização até mesmo para manipulá-los. Neste caso, a autorização e orientação foi recolher os animais e procurar o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas-IBAMA), na Serra. No dia seguinte ao resgate, os gambás foram encaminhados para lá e estão passaram por um período de cuidados para que possam ser soltos com condições de sobreviverem sozinhos na natureza. Após os cuidados Assim que os filhotes atingem um certo tamanho e a equipe do Cetas percebe que eles podem sobreviver na natureza sozinhos, eles são soltos. E foi o que ocorreu com os dois Gambazinhos. Eles se recuperaram, inclusive o corte que um deles apresentava cicatrizou. Agora eles estão livres, por conta deles mesmo e pela mãe natureza! Ajude-nos a proteger nossos marsupiais! Curta a página e compartilhe nossas publicações. Se achar um marsupial na região da grande Vitória/ES que precise de atenção entre em contato, se for de outras regiões e precisar de orientação estaremos disponíveis. Telefone para contato: (27) 3022-1667 / (27) 99810-5848 Email: projetomarsupiais@gmail.com Página do Facebook: https://www.facebook.com/projetomarsupiais/ Instagram: https://www.instagram.com/projetomarsupiais/ * Texto da Bióloga, Iasmin Macedo, e da estudante de Jornalismo, Aline Soares Passos, voluntárias no Instituto Últimos Refúgios. * Fotos de Iasmin Macedo e Joarley Rodrigues - Fotógrafo, Diretor executivo do Instituto Últimos Refúgios (Instagram - @jowroddphotography) Acompanhe também o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais. Facebook - www.facebook.com/ultimosrefugios Youtube - www.youtube.com/ultimosrefugios O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar no link: PARTICIPE "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!"
- Auxiliando cientistas e promovendo a saúde: a importância dos lagartos para a sociedade humana.
Lagartixas, calangos, teiús, iguanas... esses são apenas alguns exemplos dos muitos lagartos que ocorrem no Brasil. Já são registradas no país mais de 260 espécies de lagartos (Costa & Bérnils, 2015) e esse número aumenta constantemente, conforme cientistas descobrem e descrevem novas espécies. Lagarto Papa-vento (Polychrus marmoratus) - Many-colored Bush Anole Essa diversidade torna-se ainda mais impressionante quando analisamos a variedade de formas de vida que ela compreende. Enquanto lagartos como a lagartixa-sul-americana (Chatogekko amazonicus) possuem o tamanho aproximado de uma moeda de R$ 1,00, não ultrapassando 2,4 cm (Gamble et al., 2011), iguanas (Iguana iguana) podem apresentar tamanhos totais superiores a 1,70 m (Alberts, 2004) e lagartos ainda maiores ocorrem em outros países. Em hábitats naturais, ocupam diversos microhábitats, sendo encontrados sobre árvores, rochas, no chão e até abaixo dele. Isso faz com esse seja um grupo fundamental para o funcionamento dos ecossistemas, pois ocupam diversos locais, atuando tanto como predadores (normalmente de pequenos artrópodes, como insetos e aranhas, mas existem lagartos que comem apenas plantas, como as iguanas) ou como presas (de animais serpentes, aves ou mamíferos). Ainda, por apresentar padrões tão variados de formas e comportamentos, os lagartos constituem uma ferramenta poderosa para os cientistas, que há anos estudam esses animais e aumentam nossa compreensão acerca de como os organismos se distribuem nas mais variadas regiões e as estratégias adotadas pelos animais para coexistir num mesmo espaço (Pianka & Vitt, 2006). Em uma mesma árvore podemos encontrar, por exemplo, pequenos lagartos ocupando espaços próximos às raízes sob o solo, escondidos sob cascas ou pequenos buracos nos troncos, lagartos um pouco maiores camuflando-se em galhos e ramos e grandes iguanas em partes mais altas da copa. E se você ainda está achando pouco, saiba que os lagartos são muito importantes para a sociedade humana, uma vez que alimentam-se de organismos que são vetores de doenças humanas e pragas agrícolas, auxiliando no controle biológico de organismos que poderiam ameaçar a saúde humana. E quanto aos nossos amigos de cauda longa, não se preocupe: no Brasil não existe nenhum registro de espécie peçonhenta! Isso significa que nenhum lagarto que você pode encontrar no país é capaz de inocular veneno... apesar de alguns lagartos como teiús e iguanas assustarem por seu grande tamanho e poderem causar arranhões, eles não representam nenhum risco à vida humana. Os lagartos estão fazendo muito pela humanidade, mas a cada dia sofrem mais com a destruição de seus hábitats. Precisamos conservar o meio ambiente para que toda essa diversidade seja mantida. E você, está fazendo a sua parte? Lagartixa-verde-da-amazônia (Dactyloa punctata) * Texto de Lissa D. Franzini, Bióloga CRBio 98000/01-D, Mestranda - Laboratório de Herpetologia - Universidade Federal da Paraíba. * Foto de Leornado Merçon, fotógrafo de natureza e conservação, voluntário do Instituto Últimos Refúgios (Instagram - @leonardomercon). Acompanhe também o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais. Facebook - www.facebook.com/ultimosrefugios Youtube - www.youtube.com/ultimosrefugios O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar no link: PARTICIPE "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" REFERÊNCIAS Alberts, A. (2004). Iguanas: Biology and Conservation. [S.l.]: University of California Press. 356 pp. Gamble, T., Daza, J. D., Colli, G. C., Vitt, L. J. & Bauer A. B. (2011). A new genus of miniaturized and pug-nosed gecko from South America (Sphaerodactylidae: Gekkota). Zoological Journal of the Linnean Society. 163 (4): 1244–1266. Costa, H.C. & Bérnils, R.S. (2015): Répteis brasileiros: Lista de espécies 2015. Herpetologia Brasileira 4: 75-93. Pianka, E. R. & Vitt, L. J. (2006). Lizards: Windows to the Evolution of Diversity. [S.l.]: University of California Press. p. 186.
- Guia Online de Aves do Espírito Santo
Está pronta a seção de espécies do nosso Guia Online de Aves do Espírito Santo!! Para os observadores de aves e os amantes da natureza, o Guia Online de Aves do ES está à disposição. Foram diversas pesquisas até que o guia ficasse disponível. Todas as fotos foram tiradas pelo Instituto Últimos Refúgios em Unidades de Conservação ou locais do Espírito Santo. São cerca de 600 espécies de aves no estado. A observação de aves tem o intuito de contemplar e registrar espécies como forma de lazer e turismo. Além de fotografias, o observador também pode escutar os cantos e conhecer a ave através deles. Os beija-flores são as aves que representam o nosso estado, e como podemos ver na foto abaixo estão em grande diversidade por aqui. Algumas espécies ainda precisam ser fotografadas, como mostra a imagem abaixo, e se você tiver o registro (aqui no ES), pode nos enviar. Com a base de dados do Guia Online, você sabe quem procurar e aonde procurar. Lembrando que é ilegal a captura ou caça de animais silvestres. A observação deve ser feita sem causar prejuízo ao animal ou qualquer dano ao seu habitat. * Texto de Juliana Teixeira Moraes - Voluntária do Instituto Últimos Refúgios. * Fotos de Leornado Merçon, fotógrafo de natureza e conservação, voluntário do Instituto Últimos Refúgios (Instagram - @leonardomercon). Acompanhe também o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais. Facebook - www.facebook.com/ultimosrefugios Youtube - www.youtube.com/ultimosrefugios O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar no link: PARTICIPE "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!"















