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- Saída do Clube de Observação da Natureza nas escolas sensibiliza alunos e pais
No Sábado, dia 3 de agosto aconteceu a segunda saída do Clube de Observação da Natureza, que é um dos projetos de educação ambiental do Últimos Refúgios que leva as crianças juntos dos pais para áreas naturais da Grande Vitória para poderem ver as belezas naturais do Espírito Santo, dessa vez a área escolhida foi o Mestre Álvaro na Serra. O projeto é idealizado pelo Leonardo Merçon (presidente do Instituto Últimos Refúgios),João Zanardo (coordenador de Educação Ambiental do Últimos Refúgios) e Cristina Zampa (professora da EMEF Serrana e voluntária do instituto). A atividade conta com a parceria da ONG Guardiões do Mestre Álvaro e a Prefeitura da Serra. O Mestre Álvaro na Serra, foi escolhido devido a proximidade com os bairros onde os alunos da EMEF moram, para poderem ver toda a biodiversidade que eles podem encontrar do lado de casa. Além disso, também podem perceber a importância das áreas naturais preservadas para o nosso bem-estar e a tranquilidade que um passeio na mata pode trazer na nossa semana. Fomos guiados pelo Junior Nass, que é Guia no Mestre Álvaro e Diretor Presidente do Guardiões do Mestre. Ele conhece muito bem as trilhas, os pontos interessantes e várias espécies de animais que habitam na área. Assim pôde nos dar uma visão mais completa sobre a diversidade local e a importância daquela área preservada. Também fomos acompanhados pelo Felipe Ramos, funcionário da prefeitura da Serra que nos guiou pelas trilhas. Além disso, tivemos o apoio da Guarda Municipal que garantiu a segurança dos participantes durante nossa atividade.. Os alunos se mostraram muito empolgados com a atividade e vários fizeram registros bem bonitos das espécies que viram durante a atividade. Tudo foi compartilhado conosco pelo grupo no Whatsapp do projeto. Ao final da atividade ficamos impressionados com os número de espécies de animais que encontramos desde o Jardim Botânico da Serra até as Ruínas do Mestre Álvaro. Ao todo foram vistas cerca de 47 espécies, incluindo aves, mamíferos, insetos, plantas e fungos. Bem-te-vi, garça-branca-grande, quero-quero, socozinho, biguás, pica-pau-anão-barrado, andorinha doméstica, gavião-carrapateiro, suiriri, joão-de-barro, frango-d'água, Pombo-do-mato japu, garça-branca-pequena, periquito-rei, anu-preto, rolinha-roxa, canário-da-terra-verdadeiro, jandaia, saíra-azul, fogo-apagou, urubu-de-cabeça-preta, urubu-de-cabeça-vermelha sanhaço-do-coqueiro, corruíra, sabiá-do-campo, sireama, feijão-borboleta, aranha-de-jardim, chopim, cogumelos, libélula, sagui-de-cara-branca, beija-flor-rabo-branco-mirim centopéia, formiga-dez-horas, maitaca-verde, piolho-de-cobra, borboletas coloridas (brancas, laranja, vermelhas, marrons), choca-de-sooretama, jequitibá (fruta), gaturamo, fimfim, caburé, barata-d'água, jabutiboia, jaçanã Durante a atividade, percebemos que havia muito lixo espalhado pela trilha, então aproveitamos a passagem por lá para retirar os resíduos que encontramos. Vimos copos, tampinhas, sacolas e até pratos me marmita. Lixo que não deveria estar ali mas que serviu como objeto de educação ambiental, para os alunos entenderem a forma correta de descarte do lixo e a importância de manterem as áreas naturais sempre limpas. Ficamos muito satisfeitos com o engajamento dos voluntários do Instituto Ùltimos Refúgios e de todos envolvidos em participar da atividade. Em especial dos pais dos alunos, que disponibilizaram parte do seu tempo para levarem seus filhos para essa atividade tão importante para a conscientização ambiental e que visa a integração da família no processo de sensibilização. Esperamos que o número de participantes só cresça e que consigamos atingir mais alunos com as belezas naturais do nosso estado. AGRADECIMENTOS: Thiago Negrelli Viviane Boy Eduarda Villar Wesley Lapa Ian Oliveira Junior Nass Filipe Ramos Guardiões do Mestre Álvaro Prefeitura da Serra Guarda Municipal EMEF Serrana O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE.
- Como fazer do mundo um lugar melhor?
O Projeto Marsupiais foi destaque na 4ª edição do encontro ALUMNI, da WIS Educação, que aconteceu no último dia 20. Com o tema "Make a Better Place", o evento foi realizado no auditório da Rede Gazeta e contou também com a participação de outros projetos capixabas e de fora do Estado. Ministrada pela coordenadora Iasmin Macedo, a palestra teve como um de seus pontos principais a criação do projeto, mostrando sua história e o porquê da importância da preservação dos gambás, uma das espécies de marsupiais brasileiros que mais sofrem com a falta de conhecimento da população. O público presente também teve a oportunidade de conhecer sobre os trabalhos de difusão científica, de resgate, cuidados e reabilitação de animais debilitados realizado em apoio ao CETAS/IBAMA - Centro de Triagem de Animais Silvestres, Serra ES. A coordenadora do projeto falou sobre as pesquisas realizadas em campo, com destaque para o trabalho em busca da cuíca-d’água no estado do Espírito Santo. "O evento foi realizado para um público diversificado, pessoas de diversas áreas. Foi um desafio mostrar para todas essas pessoas a importância de animais pouco conhecidos. As reações do público, a partir do momento que passam a conhecer as espécies e sua importância, são muito positivas e fazem com que o projeto ganhe forças para continuar", explicou Iasmin. Além disso, a palestra apresentou os parceiros do projeto, que auxiliam suas atividades e ajudam na continuidade de seus trabalhos. Voluntários do Projeto foram convidados a participar do evento e entender como suas ações, mesmo que pequenas, têm um retorno para a natureza e para a humanidade. Isso os deixa cada vez mais motivados a trabalhar com conservação ambiental. Sobre a 4ª edição do ALUMNI Como podemos fazer do mundo um lugar melhor? Além do Projeto Marsupiais, o evento contou com a participação de diversos outros projetos e iniciativas que trabalham em prol de um mundo melhor para se viver. O tema está relacionado aos 17 objetivos de Desenvolvimento Sustentável que a ONU (Organização das Nações Unidas) propôs para nações, instituições, organizações e sociedade como um todo desenvolver e transformar o mundo. As ações do Projeto Marsupiais estão ligadas ao objetivo de número 15, que trata a vida terrestre e tem como metas a conservação da biodiversidade e a permanência desta na natureza. A proposta do ALUMNI é trazer sabedoria, fazendo com que as pessoas pensem e repensem suas atitudes diárias, trazendo temas que norteiam as vidas de pessoas dispostas a aprender mais, como nas edições anteriores: Habilidades do futuro; Propósito; e Futuro do Trabalho. “A WIS Educação é uma escola de inovação para tempos de disruptividade, onde diversos mercados estão se reinventando e acompanhando esta mudança de era” (Wis Educação). Depoimento Marina Mello (Voluntária do Projeto) Para o Projeto Marsupiais, com certeza foi uma ótima oportunidade de divulgação e comunicação, o que para mim já o tornaria importante. Como voluntária do projeto quero muito vê-lo crescer e atingir o maior números de pessoas. Confesso que fiquei muito feliz pela oportunidade de participar. Fui sem grandes expectativas para o evento e de fato fui surpreendida com tantos projetos incríveis e com tantas pessoas inspiradoras. Sempre me senti muito sozinha com meus sonhos de mudar o mundo e no encontro ALUMNI eu vi que realmente é possível com pequenos trabalhos fazer alguma diferença! Depoimento Sara Sarandy (Voluntária do Projeto) Participar deste evento já foi muito gratificante para mim. Foi a certeza interna que um mundo melhor está sendo construído! Ver o Projeto Marsupiais em um evento tão importante como esse foi ainda mais gratificante e emocionante porque acredito que o projeto faz diferença na mudança do mundo, na vida na Terra (Objetivo nº 15 de Desenvolvimento Sustentável da ONU)! É mais um passo para que mais pessoas conheçam o projeto e os marsupiais, mas também reconheçam a importância de ambos e se sensibilizem! Só posso agradecer pela oportunidade de participar do evento e prestigiar o Projeto Marsupiais. Além disso, conhecer tantos projetos inspiradores e que já estão fazendo a diferença para um mundo melhor é emocionante. Não estamos sozinhos! Que o ALUMNI continue acontecendo e que mais projetos assim sejam criados e divulgados. Fotos: Caroline Reis, Góis e Wis Educação. Texto: Caroline Reis, Daniel Góis e Iasmin Macedo. O Projeto Marsupiais é uma iniciativa do Instituto Últimos Refúgios, criado em 16 de maio de 2017. Sua ações visam a permanência das espécies de marsupiais nos ambientes naturais, assim eles poderão contribuir exercendo seu papel ecológico. As ações de conservação dos marsupiais realizadas pelo projeto envolvem principalmente a disseminação de informações e curiosidades sobres essas espécies e com isso é possível sensibilizar a população para a importância dos animais, como os gambás, que por vezes são muito discriminados. O projeto também atua em apoio ao resgate, cuidados, reabilitação e soltura de marsupiais. Com isso, ajuda a manter as populações de gambás e cuícas em ambientes de preservação. As pesquisas do projeto estão em seus anos iniciais, com o objetivo de preencher lacunas acerca do conhecimento sobre as espécies de marsupiais. Ainda há muito o que conhecer sobre a fauna presente nos biomas brasileiros e do mundo. Email: projetomarsupiais@gmail.com Ajude-nos a proteger nossos marsupiais! Siga o Projeto Marsupiais e compartilhe nossas publicações. Artigo 29 da Lei nº 9.605 (Lei de Crimes Ambientais) de 12 de Fevereiro de 1998 É crime - Matar, perseguir, caçar, apanhar, utilizar espécimes da fauna silvestre, nativos ou em rota migratória, sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente, ou em desacordo com a obtida. Pena - detenção de seis meses a um ano, e multa. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.
- Dia de Proteção às Florestas
Hoje é comemorado o dia de proteção às florestas, dia de refletir o quão importante elas são para o nosso planeta! Você sabia?! As florestas são de grande importância no equilíbrio ecológico da Terra. Elas são responsáveis por absorver o gás carbônico, responsável pelo efeito estufa, e liberar oxigênio para a atmosfera, gás essencial para a vida, atuando diretamente na qualidade de vida e controle da temperatura do planeta. Além disso, as florestas também servem de habitat para a maior biodiversidade do nosso planeta, fornecem madeiras, combustíveis, matérias primas e são responsáveis por alimentar milhões de espécies incluindo nós, seres humanos. As copas das árvores nos fornecem sombra e um ambiente mais fresco e as florestas também atuam na qualidade do ar, deixando-o mais puro. E não é só isso, você já ouviu dizer que “onde tem vegetação tem chuva"? Exatamente! As florestas atuam diretamente no ciclo da água. A riqueza do nosso Brasil, a Floresta Amazônica! Nós temos em nosso país a maior floresta tropical do mundo, a floresta Amazônica! Ela é responsável por mais da metade da biodiversidade da Terra, representando um terço das florestas tropicais no mundo. Atualmente nossa floresta está sendo ameaçada devido ao desmatamento, queimadas e ações antrópicas, colocando em risco a biodiversidade vivente em nosso planeta. A Mata Atlântica A Mata Atlântica é uma floresta tropical que sofreu grande devastação pela ação humana. Esta floresta tropical cobria, originalmente, todo o território capixaba, além da costa brasileira. Hoje, há esforços para recuperação das áreas remanescentes da Mata Atlântica no estado, porém o desmatamento continua crescente, ameaçando a existência de muitas espécies, inclusive endêmicas, como o sapinho pingo de ouro. Mata Atlântica e áreas remanescentes de floresta em Vitória e Vila Velha- ES Você conhece o Curupira?! No Brasil, temos um personagem folclórico muito conhecido, o Curupira. O personagem é um protetor das florestas, possui cabelos vermelhos de fogo e os pés virados para trás. A lenda diz que ele protege nossas florestas das agressões ocasionadas pelo homem como desmatamento, caça de animais, queimadas, exploração e tantas outras ações. Então, neste dia tão importante que tal nos tornarmos curupiras na vida real? Vamos proteger nossas florestas! "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.
- Foto do U.R. ganha concurso no Instagram
O presidente do Instituto Últimos Refúgios, Leonardo Merçon, recebeu no último dia 10/06, o prêmio de melhor fotografia do concurso Jornada Praia Sem Plástico, realizado pela página Instamission, em parceria com a Corona e Parley. O concurso de fotografia contou com diversos participantes que concorreram a uma viagem para a África do Sul, para assistir a sexta etapa do Circuito Mundial de Surfe, a etapa de J-Bay. Baleia Jubarte montada com lixo retirado em ação de limpeza de praia. Foto: Leonardo Merçon A fotografia faz parte de uma sessão de limpeza realizada por diversos parceiros com a participação do Instituto Últimos Refúgios. Nesta ação, são montados mosaicos de animais que vivem ali, na tentativa de sensibilizar a população sobre o descarte correto do lixo. Para concorrer o prêmio, Leonardo Merçon indicou uma fotografia tirada em uma dessas limpezas, em que foi montado uma baleia Jubarte, em homenagem a estes animais que se reproduzem no Espírito Santo. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.
- Espírito Santo na Feira de Observadores de Aves em São Paulo
Entre os dias 17 e 19 de maio, a Secretaria de estado de Turismo e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente levaram as potencialidades do estado do Espírito Santo para a 14ª edição do Avistar Brasil, o maior evento de observadores de aves da América Latina. Esta foi a primeira vez que o estado participou do evento e chegou em grande estilo. Entre os atrativos levados pelo estado, um se destaca: a espécie Saíra-apunhalada (Nemosia rourei) que foi avistada após 100 anos sem registros. A Saíra-apunhalada é uma ave de aproximadamente 13 cm e recebe este nome devido à mancha vermelha que em contraste com as outras cores do corpo lembra uma mancha de sangue. Esta raríssima ave vive em florestas úmidas e em elevadas altitudes e vem enfrentando um grande inimigo: o desmatamento. Atualmente, a espécie só tem registros no estado do Espírito Santo. Ilustração da Saíra-apunhalada, ave rara presente no estado do Espírito Santo. Ilustração: Pedro Busana O evento, que é considerado o mais completo da área e atrai desde leigos a renomados profissionais no assunto, tem como objetivo aproximar o homem da natureza de forma sustentável, conscientizando sobre a importância da preservação desses animais e de seus habitats. Durante os dias de evento aconteceram exposições, diversas palestras com especialistas e é claro, observação de aves do local. A prática de observação de aves tem crescido no Estado e, segundo o secretário de Estado Dorval Uliana para o jornal Santa Teresa Notícia, somente neste ano, 40 pessoas foram capacitadas para atuarem como condutores de observadores de aves no estado. O Instituto Últimos Refúgios também desenvolve ações e projeto de Observação de Aves com crianças para disseminar esta prática e aproximá-la o público infantil . O Espírito Santo é rico em biodiversidade de aves e o movimento desta área garante renda para diversas famílias, garantindo o equilíbrio entre a ecologia e a economia, visto que é uma prática auto-sustentável e não necessita da retirada destes animais do seu ambiente natural. As pessoas só preservam o que conhecem. Pratique a observação de aves. Para saber mais sobre o trabalho do Pedro Busana, e encomendar uma ilustração é só acessar: www.kawek.net/pedrobusanart ou pelo instagram: @PedroBusana. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.
- Continuidade do Projeto de Clubes de Observação da Natureza nas escolas, realizado pelo Instituto Úl
No dia 26 de junho realizamos com os alunos da EMEF Serrana, na Serra, a terceira etapa do projeto do Clube de Observadores da Natureza que consiste em uma saída para campo com os alunos que tiveram interesse em participar do projeto para conhecer um pouco mais sobre biodiversidade e a riquezas naturais do estado. As etapas do projeto consistiram em: apresentação do projeto, oficina de observação da natureza e a saída para campo. O local escolhido para essa saída foi o Jardim Botânico da Serra, conhecido como Horto da Serra que é um parque com bastante área verde e um lago onde as pessoas costumam fazer caminhadas e praticar esportes. Além disso, o parque está no limite da zona urbana da Serra e bem próximo ao Mestre Álvaro, uma área bem grande de proteção ambiental que abriga diversas espécies de animais e plantas. Diversos fatores tornam essa área ótima para a realização da nossa atividade, pois é uma área de fácil acesso e tranquila para circular e se aproximar dos animais. Além disso, devido a proximidade com a área natural, nós podemos ver diversas aves silvestres passando e por conta do lago, vimos diferentes especies de aves aquáticas, entre outros animais. Os alunos se mostram bem empolgados com a atividade e com a oportunidade de poder ir a campo e conhecer um pouco mais sobre a fauna, a flora e o parque da região onde moram. Um dos pontos que os alunos mais gostaram da atividade foi o uso de celulares para fotografar o que observaram e assim produziram materiais bem interessantes com o intuito científico. Ao final da atividade, nós discutimos um pouco sobre o trabalho e eles falaram as espécies que observaram, que foram: Lagoa: - Biguá - Frango d'água - Quero-quero - Socozinho - Pica-pau - João-de-barro - Corruíra - Libélula - Sagui-de-cara-branca - Lavadeira-mascarada Na matinha/pasto/trilha: - Gavião carrapateiro indivíduos imaturos e adultos - gavião caboclo - Carcará - Japu - bem te vi - Suiriri - Canário da terra verdadeiro - João de barro - Cardeal do nordeste - Jaçanã - Garça branca - Garça vaqueira - Periquito rei (ouvimos) - Lavadeira-mascarada - Andorinha doméstica - Piolho de cobra - Borboletas (registrei uma) - Perereca verde A aluna Lara do 9º ano disse: “Eu já vim aqui no Horto várias vezes e nunca tinha percebido como tem tantos animais diferentes aqui, acho que essa atividade foi ótima para mudar o nosso olhar sobre a natureza”. E a aluna Maria Regina, do 9º ano, falou também que foi a primeira vez que ela tinha visto um gavião na vida e vários alunos também falaram que não conheciam o Sagui-da-cara-branca. São falas assim que motivam o projeto a continuar seguindo frente a todas as adversidades, pois sabemos que essa atividade pode parecer pequena para nós, mas pode mudar o pensamento das futuras gerações. Afinal, as pessoas só preservam aquilo que conhecem. Esse trabalho não seria possível se não fosse o apoio da diretoria da EMEF Serrana que nos auxiliou com transporte dos alunos e até lanchinho e que apoia ideias inovadoras para uma educação mais completa. E agradecer também pela professora Cristiana que abraçou o nosso projeto e fez o possível para leva-lo para todas as suas turmas afim de mostrar o conteúdo de sala de aula de uma forma diferenciada e assim proporcionando uma educação diferenciada. Créditos: Fotos de making of: Joarley Rodrigues Fotos dos Animais: João Pedro Zanardo e Cristiana Zampa Voluntários: Caroline Reis Luriê Damiani Luiz Francisco Coordenação do Projeto: João Pedro Zanardo Professora voluntaria: Cristiana Zampa O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.
- MINI DOCUMENTÁRIO Herpeto Capixaba: A Joia da Mata Atlântica Capixaba: Sapinho pingo-de-ouro
Com produção do Instituto Últimos Refúgios e realização do Herpeto Capixaba, foi construído um mini documentário em defesa da vasta diversidade de anfíbios da Mata Atlântica brasileira. O centro das atenções da vez é o sapinho Pingo-de-ouro (Brachycephalus alipioi), uma raridade do Espírito Santo! Conhecido desta maneira por ter uma coloração semelhante a do ouro, só é encontrado em poucas florestas de montanhas preservadas no estado. Trata-se de uma espécie ainda pouco conhecida, sendo esta, uma das principais motivações da equipe - pesquisadores e parceiros do Herpeto Capixaba - ir à sua procura. Segundo O HP CPXB, por conta de suas características, o sapinho pingo- de -ouro “é um bom indicador de qualidade ambiental, sendo uma das primeiras espécies a serem afetadas caso seu habitat natural seja alterado! Deste modo, o pingo-de-ouro é uma espécie-chave para a conservação dos anfíbios da Mata Atlântica capixaba!” Confira o mini documentário na íntegra: "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.
- Últimos Refúgios no Em Movimento!
Você viu ?! Neste primeiro semestre nós aparecemos algumas vezes na telinha dos capixabas! Dia 11 de Maio foi ao ar o programa Em Movimento com a participação do Leonardo Merçon (presidente do Instituto Últimos Refúgios e fotógrafo da Natureza), mostrando a nossa APA Baía das Tartarugas e sua exuberância de biodiversidade! A matéria contou com mergulho nas praias, conscientização ambiental e muito mais! Se você não assistiu na TV, pode conferir aqui. Não deixe de assistir, está incrível ! O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.
- Você sabe o que é um Gambá? E um Cangambá?
Você sabe o que é um gambá? Aposto que quando leu a pergunta já imaginou no clássico “gambá” dos desenhos. Aquele mesmo, preto com as listras brancas nas costas, que esguicha um líquido fedorento quando se sente ameaçado. Acertei? E se eu te falar que aquele animal não é um gambá? Calma! Vou explicar. Existem os gambás e os cangambás. São animais de espécies totalmente distintas. Vamos citar algumas diferenças para compreender com maior facilidade. Gambás O gambá é um mamífero marsupial (Didelphis sp.), da família Didelphidae, ordem Didelphimorphia, representado por seis espécies diferentes, sendo que quatro delas tem ocorrência no Brasil. São animais de pequeno e médio porte. As fêmeas possuem um marsúpio, que também chamamos de bolsa, onde os filhotes, que tem estágio incompleto no nascimento (prematuros), ficam protegidos e se alimentam até seu completo desenvolvimento. São animais com hábitos noturnos, mas podem ser vistos durante o dia. Uma das suas principais estratégias de defesa é fingir-se de morto (processo chamado de tanatose). Mas não é simplesmente ficar parado, eles mudam algumas características no funcionamento do corpo, como por exemplo, diminuindo a frequência cardíaca e respiratória e ficando realmente imóveis quando tocados ou movidos. Esse período pode durar de 1 a 30 minutos. Quanto ao odor desses animais, realmente é desagradável, mas não é tão fétido quanto o dos cangambás, sendo suportável ao olfato humano. Eles possuem glândulas paracloacais (localizadas na região da cloaca), onde fica a secreção com o odor. Tanto as fêmeas, quando os machos, utilizam este cheiro característico para defesa, marcação de território e acasalamento. Sendo que, no período de cio a fêmea libera uma quantidade maior de secreção. Cangambás Os cangambás são mamíferos da família Mephitidae, ordem Carnívora, mas não são marsupiais, o que já indica que não são a mesma espécie. São encontrados em bosques ou campinas. Há espécies nas Américas, incluindo o Brasil. Conhecidos aqui como o zorrilho, jaratataca ou também por doninha-fedorenta. Quando se sente ameaçado levanta a cauda e as patas traseira e libera um jato de líquido fétido, produzido pelas glândulas localizadas no ânus. Este jato pode chegar a 3 metros de distância. Esse líquido não é produzido constantemente, só em último caso. Além do cheiro desagradável, causa ardência nas narinas e nos olhos, tontura e enjoo, o que ajuda a atordoar os predadores permanecendo ativo por muito tempo. Essa é a sua principal estratégia de defesa. A secreção expelida pelo cangambá é composta por uma mistura de substâncias químicas contendo enxofre. É tão poderosa que pode ser sentida a mais de 5 km pelo nariz humano, se tiver a favor do vento. Esses animais possuem os pelos com tonalidades escuras, porém no dorso podemos ver duas largas listras brancas que vão da cabeça até a cauda. Possuem o peso médio de 4 kg e medem até 75 cm de comprimento. A alimentação é composta por insetos, como coleoptera, orthoptera e aranhas, e pequenos vertebrados. Possui hábitos terrestres e noturnos e utilizam tocas, onde repousam durante o dia. Ocorrem em áreas abertas, tendo espécies no Brasil que ocorrem na caatinga, cerrado e também no pampa. E agora, quem sou eu? Então vamos lá. Para concluir e saber se foi compreendido, digam para vocês mesmos quem é quem a partir das minhas perguntas: Tenho pelos escuros e listras brancas no dorso? Quando me sinto ameaçado, solto um esguicho com um cheiro nada agradável? Quem sou eu? Sou um marsupial? Minha principal estratégia de defesa é se fingir de morto? Quem sou eu? Acertou? é isso aí! Agora é tentar não se confundir mais, pois as vezes confundir esses animais acaba sendo o decreto de morte do gambá. Mesmo sendo animais protegidos por lei muitas pessoas matam por achar que é fedorento e nojento, o que não é verdade. Então a missão agora é a conscientização. Conscientize-se e conscientize o próximo para que protejam esses animais e todos os outro. Afinal, todos possuem um importante papel na natureza. Autores: Brenda de Souza Rocha, Laiz Pontes e Giulia Marconato. Email: projetomarsupiais@gmail.com Ajude-nos a proteger nossos marsupiais! Siga o Projeto Marsupiais e compartilhe nossas publicações pelo Facebook e Instagram. O Projeto Marsupiais é uma iniciativa do Instituto Últimos Refúgios, que busca a sensibilização ambiental por meio da cultura, pesquisa científica e educação ambiental. Criado em 16 de maio de 2017, o projeto tem como objetivo aumentar o conhecimento sobre a fauna de marsupiais presentes na Mata Atlântica, e assim promover a conservação através da sensibilização da população. Nosso grande objetivo é mostrar a riqueza dessas espécies e sua grande importância para o ecossistema como um todo e para o ser humano em particular. Artigo 29 da Lei nº 9.605 (Lei de Crimes Ambientais) de 12 de Fevereiro de 1998 É crime - Matar, perseguir, caçar, apanhar, utilizar espécimes da fauna silvestre, nativos ou em rota migratória, sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente, ou em desacordo com a obtida. Pena - detenção de seis meses a um ano, e multa. O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.
- Baleia Jubarte: brasileira e capixaba
Todos os anos, os mares capixabas e do sul da Bahia recebem visitantes ilustres: as enormes baleias-jubarte. Elas migram para a costa brasileira todos os invernos para se reproduzir. Aqui, em nossas águas, as gigantes se acasalam, as fêmeas gestantes têm seus filhotes e as jovens baleias aprendem a cantar, saltar e se comunicar. Elas permanecem na Plataforma Continental de Abrolhos de junho a novembro, o maior berço reprodutivo no oceano Atlântico Sul. No verão, retornam às águas geladas da Antártida, onde se alimentam até a próxima temporada de migração. Distribuição Geográfica Apesar do privilégio de termos em 5 meses do ano as baleias-jubarte em nosso litoral, elas não são exclusivas do Brasil. Estes cetáceos, mamíferos que vivem no ambiente aquático, vivem em grupos e tem ampla distribuição e ocorrem em todos os oceanos. A jubarte foi descrita pela primeira vez na Nova Inglaterra, nos Estados Unidos. Baleia-jubarte no Brasil Durante muitos anos a Jubarte, assim como outras baleias, foram vítimas da caça predatória. A população de baleias no globo foi tão drasticamente reduzida que foram realizados tratados internacionais para proibição desta prática. No Brasil, as baleias estão protegidas pela legislação desde 1987. Segundo a tese de doutorado do biólogo LEONARDO LIBERALI WEDEKIN, com informações entre 2001 e 2008, o segundo maior grupo de Jubartes registrado neste período ocorreu no sul do banco de Abrolhos, no Espírito Santo, entre a foz do Rio Doce e Vitória - ES. Enquanto estão por aqui, os machos cantam, saltam e impressionam as fêmeas em seu ritual de acasalamento. Estes comportamentos são bastante intensos e, por isso, a jubarte também é conhecida como baleia cantora. As fêmeas cruzam com mais de um macho e, se forem fertilizadas, darão a luz em nossas águas no ano seguinte, já que sua gestação dura aproximadamente 11 meses. A perspectiva é que as baleias sejam cada vez mais vistas por aqui. Ainda segundo a tese de Leonardo, a estimativa de crescimento da população das jubartes brasileiras é de aproximadamente 20% ao ano. O que fazem as baleias-jubarte no verão? Findada a temporada de reprodução, é hora da baleia-jubarte percorrer novamente milhares de quilômetros até o Oceano Antártico. De dezembro a maio, elas permanecem nestas águas frias para se alimentar de krill, um pequeno crustáceo semelhante ao camarão, e peixes. Esta é a única época do ano em que elas se alimentam e precisam providenciar uma reserva de gordura que as mantenham durante toda a temporada de migração. Baleias à vista! Normalmente, as Jubarte chegam ao nosso litoral em junho, e alguns grupos já foram visualizados nos mares de Vitória pelo Projeto Amigos da Jubarte. Vamos ver baleias? As Jubarte são animais dóceis e amáveis, por isso tem se tornado cada vez mais alvo do turismo de observação. Há alguns anos vários registros de observação vem sendo realizados em pesquisas ou passeios. No Brasil, as atividades de observação são mais concentradas no litoral baiano, mas no Espírito Santo também é possível observá-las. Em Vitória, o Projeto Amigos da Jubarte promove o trabalho de educação ambiental, pesquisa, fomento ao turismo e difusão científica. No site do Projeto há uma lista de agências de turismo certificadas que promovem as atividades de observação no mar capixaba. O turismo de observação de baleias vem crescendo e a temporada já começou. Acesso o site www.queroverbaleia.com e fique por dentro das oportunidades de conhecer pessoalmente nossas gigantes! As Jubartes brasileiras e capixabas estão ganhando visibilidade mundial e ficando famosas, já foram até capa da National Geografic! No último domingo, a expedição para observação de Jubartes em Vitória foi notícia no Fantástico. Confira aqui a matéria completa: "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.
- Ação Ambiental: Limpeza de Praias
O descarte incorreto do lixo é um problema mundial. Segundo a BBC, o Brasil lidera a 16ª posição dos países mais poluidores. Estima-se que mais de 95% do lixo encontrado no litoral brasileiro são plásticos, como garrafas, copos, canudos, entre outros. Amostras de lixo recolhido em praias de Vitória no Dia Mundial dos Oceanos. Nos últimos anos, tem aumentado o número de reportagens relatando as consequências que o descarte incorreto do lixo pode causar ao meio ambiente, principalmente ambientes marinhos e costeiros. Mas parece que as pessoas ainda não estão se preocupando em fazer a sua parte. Basta dar uma volta pelo litoral e reparar a quantidade de lixo que é encontrada. Dentre estas consequências, a contaminação da água e da biota marinha e a morte de animais são os problemas mais evidentes. Para se ter noção da gravidade deste problema, já foi registrado animais ingerindo ou ficando presos em lixo, e isto já foi registrado tanto para aves, como para mamíferos e tartarugas marinhas. A melhor forma de resolver este problema mundial é diminuindo a quantidade de lixo depositada em nossos oceanos. E para isso a população precisa que se conscientizar, e todos fazerem a sua parte. Foi com o intuito de sensibilizar a população, que aconteceu no Dia Internacional dos Oceanos 08 de junho, uma ação ambiental de limpeza de várias praias numa parceria que envolveu o Instituto Últimos Refúgios, Instituto Ecomaris, Prefeitura de Vitória, Projeto Pegada, Iate Clube, SAMIFRA (Associação da Ilha do Frade) e empresa Júnior dos estudantes de Oceanografia (Ecoceano). Ação ambiental de limpeza de praias. Houve a participação de instituições de ensino e associações e também a presença de muitas famílias engajadas na causa ambiental. Em aproximadamente 3 horas, foram retiradas mais de 1 tonelada de resíduos de diferentes tipos. Estes resíduos foram utilizados para formar um golfinho de 14 metros na areia! Golfinho construído com o lixo recolhido. Este tipo de ação serve de alerta para mostrar a população da importância de descartar o lixo de forma correta, para evitar a poluição dos mares e morte de diversas espécies de animais. Pensemos assim: todos nós gostamos de curtir uma praia e sempre queremos encontrá-la limpa. Porém, para nós a praia é uma opção de lazer. Para os animais que ali se encontram, a praia é o seu único lar. Confira no vídeo da TV Ambiental a cobertura da ação: E hoje tem mais: até o meio dia acontece limpeza de lixo em Santo Antônio! Preserve nossas praias, preserve nossas espécies! Adote essa ideia. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.
- Palestra para TEDx TALK : Fotografia de Natureza e Conservação
O Instituto Últimos Refúgios realiza várias atividades de divulgação científica e sensibilização ambiental, entre as quais palestras realizadas para diversos tipos de público. Uma destas palestras foi realizada recentemente pelo presidente do Instituto, Leonardo Merçon, para TEDx TALK, organização sem fins lucrativos, que tem como lema “Ideias que merecem ser compartilhadas” e se dedica a disseminar ideias com características transformadoras. A palestra realizada nesta ocasião foi sobre Fotografia da Natureza e Conservação, com informações e partilha de experiências para aqueles que buscam conhecimento voltado para área ambiental. E o melhor de tudo é que agora essa palestra está disponível no youtube com legenda em inglês podendo alcançar também pessoas de outros países que não tem domínio da língua portuguesa. Confira aqui a palestra disponibilizada no canal da TEDx TALK e compartilhe também com amigos de língua estrangeira, para que conheçam a fotografia da natureza e ações de conservação realizadas pelo Instituto Últimos Refúgios. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.












