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711 resultados encontrados com uma busca vazia

  • A Jornada das Bruxas: leia e promova a preservação da natureza

    O Instituto Últimos Refúgios recebeu um presente da escritora Karina Heid. Seu livro de ecoficcção indicado para todas as faixas etárias está de graça na AMAZON até hoje (30/08/2019), sexta-feira. E até o fim do ano toda a renda gerada com a leitura deste livro será direcionada para os projetos do Instituto, principalmente na sensibilização ambiental. Clique na imagem para acessar o livro. Nas palavras da autora, o objetivo é que a leitura e compartilhamento do livro reflitam a empatia e o amor pelo mundo vivo que são sua prioridade. Aproveite a leitura da obra e ao mesmo tempo ajude o Instituto Últimos Refúgios! Literatura e preservação da natureza inspiram pessoas e promovem mudanças. O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. ​​ "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais. ​​

  • Sucesso em captura de mamíferos arborícolas: nova metodologia de pesquisa científica.

    Diante de tantas dificuldades em conseguir bons resultados e de fazer ciência no Brasil, os pesquisadores e cientistas precisam constantemente buscar novos meios para trabalhar. Existem aqueles que preferem os meios mais usuais, mas também os que gostam de inovar. Assim surgiu uma ideia: transformar o que era uma armadilha para captura de animais terrestres em uma armadilha - muito eficiente - de captura de animais arborícolas. Foto: Cuíca-lanosa-cinza (Marmosa paraguayana) - Iasmin Macedo 2017 Como todos já devem saber, estudantes normalmente não "nadam" em dinheiro. As armadilhas comuns, utilizadas para captura de mamíferos, possuem valor significativo para o bolso dessa galera. Trabalhos de captura de animais silvestres envolvem a utilização de no mínimo 30 armadilhas para se conseguir um bom número de capturas. Um número consideravelmente elevado. Adquirir armadilhas de metal pode aumentar muito o custo de pesquisa para estudantes. Além disso, a instalação dessas armadilhas não é nada fácil. Existem diferentes formas, como por exemplo posicionar a armadilha em uma plataforma de madeira e suspendê-la a uma certa altura do chão, ou então amarrar a própria armadilha no tronco de árvores. Uma missão, não é?! Foto: Armadilha do tipo gaiola em árvore - Iasmin Macedo 2017 Por esses e outros motivos é que foi desenvolvido um novo método de captura de animais arborícolas, que chamamos de Pitfall Suspenso (Suspended Pitfall). O que fizemos foi colocar o Pitfall no alto das árvores, suspenso por uma corda e apoiado em um galho, e não mais enterrado parcialmente no chão, como geralmente acontece para captura de mamíferos, répteis, anfíbios, entre outros animais terrestres. Foto: Pitfall Suspenso sendo armado - Iasmin Macedo 2017 O trabalho foi realizado em áreas de floresta nativa e sistemas agroflorestais Cabruca, plantação de cacau no interior de floresta, às margens do Rio Doce, na cidade de Linhares, Espírito Santo. Os resultados foram animadores. Foram capturados diversas espécies de marsupiais e roedores. Um dado interessante foi a captura de vários indivíduos da espécie cuíca-lanosa (Caluromys philander), animal estritamente arborícola e que dificilmente entra nas tradicionais armadilhas do tipo gaiola. Foto: Cuíca-lanosa (Caluromys philander) - Iasmin Macedo 2017 Para que nosso trabalho fosse concluído com êxito, contamos com a ajuda dos professores da Universidade Federal do Espírito Santo Yuri Leite e Leonora Costa, que ajudaram na identificação de algumas espécies, e Roberta Paresque, que nos auxiliou com o empréstimo de armadilhas. Infelizmente ao final da pesquisa todas as armadilhas foram furtadas, impossibilitando a continuidade das expedições naquele momento. Foto: Pitfall Suspenso instalado - Iasmin Macedo 2017. Foto: Cuíca-marrom jovem (Marmosa murina) - Iasmin Macedo 2017. O artigo foi publicado na língua inglesa e pode ser acessado gratuitamente pelo site da Revista Brasileira de Zoociências. Entendemos que ciência deve ser para todos! Por se tratar de uma nova metodologia de estudos científicos, escolhemos publicar o artigo em uma revista classificada como “Open Access”, online e de livre acesso. O download do PDF também pode ser feito gratuitamente. Foto: Autores do artigo "A new and simple method to capture small arboreal mammals: the Suspended Pitfall. Helder José, Iasmin Macedo e Mateus C. Loss. 2017 Galeria de Fotos Fotos: Pitfall Suspenso instalado; Gambá-de-orelha-preta (Didelphis aurita) capturado; Rato-da-árvore (Rhipidomys mastacalis) capturado; Duas cuícas-lanosa-cinza (Marmosa paraguayana) capturadas juntas; Cuíca-marrom (Marmosa murina) com filhotes; Gambá-de-orelha-preta (Didelphis aurita) após soltura; Iasmin Macedo - 2013 e 2017. O Projeto Marsupiais é uma iniciativa do Instituto Últimos Refúgios, criado em 16 de maio de 2017. Sua ações visam a permanência das espécies de marsupiais nos ambientes naturais, assim eles poderão contribuir exercendo seu papel ecológico. As ações de conservação dos marsupiais realizadas pelo projeto envolvem principalmente a disseminação de informações e curiosidades sobres essas espécies e com isso é possível sensibilizar a população para a importância dos animais, como os gambás, que por vezes são muito discriminados. O projeto também atua em apoio ao resgate, cuidados, reabilitação e soltura de marsupiais. Com isso, ajuda a manter as populações de gambás e cuícas em ambientes de preservação. Email: projetomarsupiais@gmail.com Ajude-nos a proteger nossos marsupiais! Siga o Projeto Marsupiais e compartilhe nossas publicações. Artigo 29 da Lei nº 9.605 (Lei de Crimes Ambientais) de 12 de Fevereiro de 1998 É crime - Matar, perseguir, caçar, apanhar, utilizar espécimes da fauna silvestre, nativos ou em rota migratória, sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente, ou em desacordo com a obtida. Pena - detenção de seis meses a um ano, e multa. O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • Organizações da Sociedade Civil / ONGs, o poder da união das pessoas!

    Em uma época que se intensifica a necessidade de ações imediatas de preservação de nossas florestas, o governo infelizmente escolhe o caminho oposto: não apresenta propostas focadas na conservação da biodiversidade, fomenta o descrédito aos dados de institutos nacionais respeitados mundialmente e faz acusações infundadas à instituições civis. O Instituto Últimos Refúgios repudia qualquer tentativa de “demonização” por parte do poder público em relação às Organizações Não Governamentais (ONGs)/ Organizações da Sociedade Civil (OSC). Foto: Ação de ONG em Educação Ambiental Uma ONG tem como uma de suas atividades suprir necessidades da sociedade que não são atendidas pelo governo, por algum motivo. Em sua maioria, essas organizações são formadas por pessoas comuns que têm o desejo de fazer algo positivo para a sociedade. Trabalham sem fins lucrativos em prol da população e do meio ambiente. Foto: Ação de ONG em Sensibilização Ambiental As declarações feitas pelos governantes ferem a dignidade de todas as ONGs que trabalham de forma árdua e honesta, com muito sacrifício, a favor do Brasil, independentemente de partidos políticos ou formas de governos. “É uma declaração leviana, irresponsável, diversionista do presidente. Quem ele acha que está enganando? Os dez municípios com maior foco de incêndio este ano na Amazônia são os mesmos dez municípios que têm o maior número de desmatamentos. Só não vê quem não quer”, respondeu o diretor de Justiça Socioambiental da WWF Brasil, Raul Valle, sobre as acusações do presidente da República, Jair Bolsonaro, de que ONGs seriam responsáveis pelos incêndios na Amazônia. (Fonte: portal G1) Foto: Ação de ONG em Sensibilização Ambiental sobre o atropelamento de fauna Já o diretor-executivo da WWF-Brasil, Maurício Voivodic, destacou que “os trabalhos das ONGs na Amazônia não depende de recursos do governo. A responsabilidade do governo é cuidar do patrimônio público, das florestas, e não tentar criar uma divergência em torno das razões, dos dados, do financiamento. Isso acaba confundindo o debate cujo eixo central deveria ser como diminuímos o desmatamento da Amazônia.” (Fonte: O Globo) Em nota, a WWF ainda ressalta que “os recursos que o governo suprimiu foram as doações internacionais ao Fundo Amazônia e eles subsidiavam ações de combate ao desmatamento e a incêndios, entre outras coisas. Portanto, o que o alegado corte em repasse de recursos causou foi a redução na capacidade do Estado de combater o desmatamento e os incêndios.” Foto: Ação de ONG em Sensibilização Ambiental sobre a poluição do meio ambiente Paulo Addario, estrategista sênior de florestas do Greenpeace, acusou o governo de tentar criminalizar as ONGs. "O Estado não tem capacidade de atuar em todos os lugares, e parte da sociedade civil assume a responsabilidade de fazer isso. Aí você criminalizar isso é um desejo deliberado de descrédito porque o presidente não acredita na organização social, ele acha que é uma coisa manipulada pela esquerda, pelos comunistas", disse o ambientalista, citado pelo jornal O Globo. "No fundo, é criminalizar a cidadania. Só governos autoritários, que sonham com ditaduras, podem pensar em criminalizar os seus cidadãos", destacou, acrescentando que acreditar em conspirações de entidades internacionais contra o Brasil é "uma coisa paranóica que não é nova". Foto: Ação de ONG em Educação Ambiental Carlos Bocuhy, presidente do Instituto Brasileiro de Proteção Ambiental (Proam), qualificou de "absurdas" as declarações de Bolsonaro. "Essa afirmativa da Presidência da República é completamente irresponsável… não faz nenhum sentido dizer que ONG está colocando fogo em floresta. Pelo contrário, é um grande absurdo”, afirmou. (Fonte: portal G1). Diante dos últimos acontecimentos, o Instituto Últimos Refúgios declara apoio irrestrito às instituições que estão atuando positivamente na preservação da Amazônia e de todas as florestas do Brasil. O sentimento que fica é a certeza de que não estamos sozinhos e que seguiremos fortes em nossas atividades a favor do meio ambiente! Fontes citadas: O Globo Portal G1 Portal G1 WWF

  • Aranhas urbanas

    Com suas teias amareladas e sua coloração chamativa, a inofensiva Nephila Clavipes, conhecida popularmente como aranha-da-teia-amarela, sente-se bastante à vontade em áreas urbanas brasileiras, graças à disponibilidade de nutrientes e o aumento de temperatura causada pela urbanização. Estes ambientes formam micro habitats bastante favoráveis para as aranhas, visto que oferecem um grande número de presas e a ausência de predadores. Nephila clavipes fotografada em Linhares, Espírito Santo - Sudeste do Brasil. em área de Mata Atlântica. Foto: Leonardo Merçon / Instituto Últimos Refúgios A presença desses artrópodes, às vezes um pouco temida, se dá pela destruição de seus habitats causada por ações antrópicas e pela facilidade de dispersão e adaptação a diferentes ambientes. Como consequência do desmatamento provocado pelo avanço das cidades, há um aumento de temperatura e uma alta produção de lixo, o que torna o ambiente favorável para o crescimento de algumas espécies. Para o site Ciências Hoje das Crianças, o biólogo João Lucas Chavari destaca que a disponibilidade de nutrientes faz com que as aranhas cresçam rapidamente e estejam prontas para reproduzir. Além disso, a quantidade de ovos colocados pelas aranhas é influenciada pela disponibilidade de nutrientes no ambiente, o que explica o aumento do número em regiões urbanizadas. Grande parte das espécies de aranhas que encontramos nas cidades não apresenta risco de morte ao homem, como é o caso da Argiope argentata, popularmente conhecida como aranha- de- prata devido a sua coloração. Aranha-de-prata (Argiope argentata) fotografado em Linhares, Espírito Santo - Sudeste do Brasil. Bioma Mata Atlântica. 2013. Foto: Leonardo Merçon - Instituto Últimos Refúgios. Porém, algumas podem ser altamente perigosas, como é o caso das espécies pertencentes ao gênero Loxosceles, conhecidas como aranhas- marrom. No geral, elas não são agressivas e os acidentes acontecem quando alguém as toca sem querer. Grande parte destes acidentes ocorrem quando calçamos sapatos ou encostamos em galhos e folhas onde esses indivíduos estão presentes. A influência das aranhas na nossa qualidade de vida é inegável, pois realizam um papel fundamental no controle biológico de insetos que podem ser vetores de doenças, atuam na manutenção do equilíbrio ecológico e pode ser que elas encontrem nas cidades, os seus últimos refúgios. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • Saída do Clube de Observação da Natureza nas escolas sensibiliza alunos e pais

    No Sábado, dia 3 de agosto aconteceu a segunda saída do Clube de Observação da Natureza, que é um dos projetos de educação ambiental do Últimos Refúgios que leva as crianças juntos dos pais para áreas naturais da Grande Vitória para poderem ver as belezas naturais do Espírito Santo, dessa vez a área escolhida foi o Mestre Álvaro na Serra. O projeto é idealizado pelo Leonardo Merçon (presidente do Instituto Últimos Refúgios),João Zanardo (coordenador de Educação Ambiental do Últimos Refúgios) e Cristina Zampa (professora da EMEF Serrana e voluntária do instituto). A atividade conta com a parceria da ONG Guardiões do Mestre Álvaro e a Prefeitura da Serra. O Mestre Álvaro na Serra, foi escolhido devido a proximidade com os bairros onde os alunos da EMEF moram, para poderem ver toda a biodiversidade que eles podem encontrar do lado de casa. Além disso, também podem perceber a importância das áreas naturais preservadas para o nosso bem-estar e a tranquilidade que um passeio na mata pode trazer na nossa semana. Fomos guiados pelo Junior Nass, que é Guia no Mestre Álvaro e Diretor Presidente do Guardiões do Mestre. Ele conhece muito bem as trilhas, os pontos interessantes e várias espécies de animais que habitam na área. Assim pôde nos dar uma visão mais completa sobre a diversidade local e a importância daquela área preservada. Também fomos acompanhados pelo Felipe Ramos, funcionário da prefeitura da Serra que nos guiou pelas trilhas. Além disso, tivemos o apoio da Guarda Municipal que garantiu a segurança dos participantes durante nossa atividade.. Os alunos se mostraram muito empolgados com a atividade e vários fizeram registros bem bonitos das espécies que viram durante a atividade. Tudo foi compartilhado conosco pelo grupo no Whatsapp do projeto. Ao final da atividade ficamos impressionados com os número de espécies de animais que encontramos desde o Jardim Botânico da Serra até as Ruínas do Mestre Álvaro. Ao todo foram vistas cerca de 47 espécies, incluindo aves, mamíferos, insetos, plantas e fungos. Bem-te-vi, garça-branca-grande, quero-quero, socozinho, biguás, pica-pau-anão-barrado, andorinha doméstica, gavião-carrapateiro, suiriri, joão-de-barro, frango-d'água, Pombo-do-mato japu, garça-branca-pequena, periquito-rei, anu-preto, rolinha-roxa, canário-da-terra-verdadeiro, jandaia, saíra-azul, fogo-apagou, urubu-de-cabeça-preta, urubu-de-cabeça-vermelha sanhaço-do-coqueiro, corruíra, sabiá-do-campo, sireama, feijão-borboleta, aranha-de-jardim, chopim, cogumelos, libélula, sagui-de-cara-branca, beija-flor-rabo-branco-mirim centopéia, formiga-dez-horas, maitaca-verde, piolho-de-cobra, borboletas coloridas (brancas, laranja, vermelhas, marrons), choca-de-sooretama, jequitibá (fruta), gaturamo, fimfim, caburé, barata-d'água, jabutiboia, jaçanã Durante a atividade, percebemos que havia muito lixo espalhado pela trilha, então aproveitamos a passagem por lá para retirar os resíduos que encontramos. Vimos copos, tampinhas, sacolas e até pratos me marmita. Lixo que não deveria estar ali mas que serviu como objeto de educação ambiental, para os alunos entenderem a forma correta de descarte do lixo e a importância de manterem as áreas naturais sempre limpas. Ficamos muito satisfeitos com o engajamento dos voluntários do Instituto Ùltimos Refúgios e de todos envolvidos em participar da atividade. Em especial dos pais dos alunos, que disponibilizaram parte do seu tempo para levarem seus filhos para essa atividade tão importante para a conscientização ambiental e que visa a integração da família no processo de sensibilização. Esperamos que o número de participantes só cresça e que consigamos atingir mais alunos com as belezas naturais do nosso estado. AGRADECIMENTOS: Thiago Negrelli Viviane Boy Eduarda Villar Wesley Lapa Ian Oliveira Junior Nass Filipe Ramos Guardiões do Mestre Álvaro Prefeitura da Serra Guarda Municipal EMEF Serrana O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE.

  • Como fazer do mundo um lugar melhor?

    O Projeto Marsupiais foi destaque na 4ª edição do encontro ALUMNI, da WIS Educação, que aconteceu no último dia 20. Com o tema "Make a Better Place", o evento foi realizado no auditório da Rede Gazeta e contou também com a participação de outros projetos capixabas e de fora do Estado. Ministrada pela coordenadora Iasmin Macedo, a palestra teve como um de seus pontos principais a criação do projeto, mostrando sua história e o porquê da importância da preservação dos gambás, uma das espécies de marsupiais brasileiros que mais sofrem com a falta de conhecimento da população. O público presente também teve a oportunidade de conhecer sobre os trabalhos de difusão científica, de resgate, cuidados e reabilitação de animais debilitados realizado em apoio ao CETAS/IBAMA - Centro de Triagem de Animais Silvestres, Serra ES. A coordenadora do projeto falou sobre as pesquisas realizadas em campo, com destaque para o trabalho em busca da cuíca-d’água no estado do Espírito Santo. "O evento foi realizado para um público diversificado, pessoas de diversas áreas. Foi um desafio mostrar para todas essas pessoas a importância de animais pouco conhecidos. As reações do público, a partir do momento que passam a conhecer as espécies e sua importância, são muito positivas e fazem com que o projeto ganhe forças para continuar", explicou Iasmin. Além disso, a palestra apresentou os parceiros do projeto, que auxiliam suas atividades e ajudam na continuidade de seus trabalhos. Voluntários do Projeto foram convidados a participar do evento e entender como suas ações, mesmo que pequenas, têm um retorno para a natureza e para a humanidade. Isso os deixa cada vez mais motivados a trabalhar com conservação ambiental. Sobre a 4ª edição do ALUMNI Como podemos fazer do mundo um lugar melhor? Além do Projeto Marsupiais, o evento contou com a participação de diversos outros projetos e iniciativas que trabalham em prol de um mundo melhor para se viver. O tema está relacionado aos 17 objetivos de Desenvolvimento Sustentável que a ONU (Organização das Nações Unidas) propôs para nações, instituições, organizações e sociedade como um todo desenvolver e transformar o mundo. As ações do Projeto Marsupiais estão ligadas ao objetivo de número 15, que trata a vida terrestre e tem como metas a conservação da biodiversidade e a permanência desta na natureza. A proposta do ALUMNI é trazer sabedoria, fazendo com que as pessoas pensem e repensem suas atitudes diárias, trazendo temas que norteiam as vidas de pessoas dispostas a aprender mais, como nas edições anteriores: Habilidades do futuro; Propósito; e Futuro do Trabalho. “A WIS Educação é uma escola de inovação para tempos de disruptividade, onde diversos mercados estão se reinventando e acompanhando esta mudança de era” (Wis Educação). Depoimento Marina Mello (Voluntária do Projeto) Para o Projeto Marsupiais, com certeza foi uma ótima oportunidade de divulgação e comunicação, o que para mim já o tornaria importante. Como voluntária do projeto quero muito vê-lo crescer e atingir o maior números de pessoas. Confesso que fiquei muito feliz pela oportunidade de participar. Fui sem grandes expectativas para o evento e de fato fui surpreendida com tantos projetos incríveis e com tantas pessoas inspiradoras. Sempre me senti muito sozinha com meus sonhos de mudar o mundo e no encontro ALUMNI eu vi que realmente é possível com pequenos trabalhos fazer alguma diferença! Depoimento Sara Sarandy (Voluntária do Projeto) Participar deste evento já foi muito gratificante para mim. Foi a certeza interna que um mundo melhor está sendo construído! Ver o Projeto Marsupiais em um evento tão importante como esse foi ainda mais gratificante e emocionante porque acredito que o projeto faz diferença na mudança do mundo, na vida na Terra (Objetivo nº 15 de Desenvolvimento Sustentável da ONU)! É mais um passo para que mais pessoas conheçam o projeto e os marsupiais, mas também reconheçam a importância de ambos e se sensibilizem! Só posso agradecer pela oportunidade de participar do evento e prestigiar o Projeto Marsupiais. Além disso, conhecer tantos projetos inspiradores e que já estão fazendo a diferença para um mundo melhor é emocionante. Não estamos sozinhos! Que o ALUMNI continue acontecendo e que mais projetos assim sejam criados e divulgados. Fotos: Caroline Reis, Góis e Wis Educação. Texto: Caroline Reis, Daniel Góis e Iasmin Macedo. O Projeto Marsupiais é uma iniciativa do Instituto Últimos Refúgios, criado em 16 de maio de 2017. Sua ações visam a permanência das espécies de marsupiais nos ambientes naturais, assim eles poderão contribuir exercendo seu papel ecológico. As ações de conservação dos marsupiais realizadas pelo projeto envolvem principalmente a disseminação de informações e curiosidades sobres essas espécies e com isso é possível sensibilizar a população para a importância dos animais, como os gambás, que por vezes são muito discriminados. O projeto também atua em apoio ao resgate, cuidados, reabilitação e soltura de marsupiais. Com isso, ajuda a manter as populações de gambás e cuícas em ambientes de preservação. As pesquisas do projeto estão em seus anos iniciais, com o objetivo de preencher lacunas acerca do conhecimento sobre as espécies de marsupiais. Ainda há muito o que conhecer sobre a fauna presente nos biomas brasileiros e do mundo. Email: projetomarsupiais@gmail.com Ajude-nos a proteger nossos marsupiais! Siga o Projeto Marsupiais e compartilhe nossas publicações. Artigo 29 da Lei nº 9.605 (Lei de Crimes Ambientais) de 12 de Fevereiro de 1998 É crime - Matar, perseguir, caçar, apanhar, utilizar espécimes da fauna silvestre, nativos ou em rota migratória, sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente, ou em desacordo com a obtida. Pena - detenção de seis meses a um ano, e multa. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • Dia de Proteção às Florestas

    Hoje é comemorado o dia de proteção às florestas, dia de refletir o quão importante elas são para o nosso planeta! Você sabia?! As florestas são de grande importância no equilíbrio ecológico da Terra. Elas são responsáveis por absorver o gás carbônico, responsável pelo efeito estufa, e liberar oxigênio para a atmosfera, gás essencial para a vida, atuando diretamente na qualidade de vida e controle da temperatura do planeta. Além disso, as florestas também servem de habitat para a maior biodiversidade do nosso planeta, fornecem madeiras, combustíveis, matérias primas e são responsáveis por alimentar milhões de espécies incluindo nós, seres humanos. As copas das árvores nos fornecem sombra e um ambiente mais fresco e as florestas também atuam na qualidade do ar, deixando-o mais puro. E não é só isso, você já ouviu dizer que “onde tem vegetação tem chuva"? Exatamente! As florestas atuam diretamente no ciclo da água. A riqueza do nosso Brasil, a Floresta Amazônica! Nós temos em nosso país a maior floresta tropical do mundo, a floresta Amazônica! Ela é responsável por mais da metade da biodiversidade da Terra, representando um terço das florestas tropicais no mundo. Atualmente nossa floresta está sendo ameaçada devido ao desmatamento, queimadas e ações antrópicas, colocando em risco a biodiversidade vivente em nosso planeta. A Mata Atlântica A Mata Atlântica é uma floresta tropical que sofreu grande devastação pela ação humana. Esta floresta tropical cobria, originalmente, todo o território capixaba, além da costa brasileira. Hoje, há esforços para recuperação das áreas remanescentes da Mata Atlântica no estado, porém o desmatamento continua crescente, ameaçando a existência de muitas espécies, inclusive endêmicas, como o sapinho pingo de ouro. Mata Atlântica e áreas remanescentes de floresta em Vitória e Vila Velha- ES Você conhece o Curupira?! No Brasil, temos um personagem folclórico muito conhecido, o Curupira. O personagem é um protetor das florestas, possui cabelos vermelhos de fogo e os pés virados para trás. A lenda diz que ele protege nossas florestas das agressões ocasionadas pelo homem como desmatamento, caça de animais, queimadas, exploração e tantas outras ações. Então, neste dia tão importante que tal nos tornarmos curupiras na vida real? Vamos proteger nossas florestas! "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • Foto do U.R. ganha concurso no Instagram

    O presidente do Instituto Últimos Refúgios, Leonardo Merçon, recebeu no último dia 10/06, o prêmio de melhor fotografia do concurso Jornada Praia Sem Plástico, realizado pela página Instamission, em parceria com a Corona e Parley. O concurso de fotografia contou com diversos participantes que concorreram a uma viagem para a África do Sul, para assistir a sexta etapa do Circuito Mundial de Surfe, a etapa de J-Bay. Baleia Jubarte montada com lixo retirado em ação de limpeza de praia. Foto: Leonardo Merçon A fotografia faz parte de uma sessão de limpeza realizada por diversos parceiros com a participação do Instituto Últimos Refúgios. Nesta ação, são montados mosaicos de animais que vivem ali, na tentativa de sensibilizar a população sobre o descarte correto do lixo. Para concorrer o prêmio, Leonardo Merçon indicou uma fotografia tirada em uma dessas limpezas, em que foi montado uma baleia Jubarte, em homenagem a estes animais que se reproduzem no Espírito Santo. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • Espírito Santo na Feira de Observadores de Aves em São Paulo

    Entre os dias 17 e 19 de maio, a Secretaria de estado de Turismo e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente levaram as potencialidades do estado do Espírito Santo para a 14ª edição do Avistar Brasil, o maior evento de observadores de aves da América Latina. Esta foi a primeira vez que o estado participou do evento e chegou em grande estilo. Entre os atrativos levados pelo estado, um se destaca: a espécie Saíra-apunhalada (Nemosia rourei) que foi avistada após 100 anos sem registros. A Saíra-apunhalada é uma ave de aproximadamente 13 cm e recebe este nome devido à mancha vermelha que em contraste com as outras cores do corpo lembra uma mancha de sangue. Esta raríssima ave vive em florestas úmidas e em elevadas altitudes e vem enfrentando um grande inimigo: o desmatamento. Atualmente, a espécie só tem registros no estado do Espírito Santo. Ilustração da Saíra-apunhalada, ave rara presente no estado do Espírito Santo. Ilustração: Pedro Busana O evento, que é considerado o mais completo da área e atrai desde leigos a renomados profissionais no assunto, tem como objetivo aproximar o homem da natureza de forma sustentável, conscientizando sobre a importância da preservação desses animais e de seus habitats. Durante os dias de evento aconteceram exposições, diversas palestras com especialistas e é claro, observação de aves do local. A prática de observação de aves tem crescido no Estado e, segundo o secretário de Estado Dorval Uliana para o jornal Santa Teresa Notícia, somente neste ano, 40 pessoas foram capacitadas para atuarem como condutores de observadores de aves no estado. O Instituto Últimos Refúgios também desenvolve ações e projeto de Observação de Aves com crianças para disseminar esta prática e aproximá-la o público infantil . O Espírito Santo é rico em biodiversidade de aves e o movimento desta área garante renda para diversas famílias, garantindo o equilíbrio entre a ecologia e a economia, visto que é uma prática auto-sustentável e não necessita da retirada destes animais do seu ambiente natural. As pessoas só preservam o que conhecem. Pratique a observação de aves. Para saber mais sobre o trabalho do Pedro Busana, e encomendar uma ilustração é só acessar: www.kawek.net/pedrobusanart ou pelo instagram: @PedroBusana. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • Continuidade do Projeto de Clubes de Observação da Natureza nas escolas, realizado pelo Instituto Úl

    No dia 26 de junho realizamos com os alunos da EMEF Serrana, na Serra, a terceira etapa do projeto do Clube de Observadores da Natureza que consiste em uma saída para campo com os alunos que tiveram interesse em participar do projeto para conhecer um pouco mais sobre biodiversidade e a riquezas naturais do estado. As etapas do projeto consistiram em: apresentação do projeto, oficina de observação da natureza e a saída para campo. O local escolhido para essa saída foi o Jardim Botânico da Serra, conhecido como Horto da Serra que é um parque com bastante área verde e um lago onde as pessoas costumam fazer caminhadas e praticar esportes. Além disso, o parque está no limite da zona urbana da Serra e bem próximo ao Mestre Álvaro, uma área bem grande de proteção ambiental que abriga diversas espécies de animais e plantas. Diversos fatores tornam essa área ótima para a realização da nossa atividade, pois é uma área de fácil acesso e tranquila para circular e se aproximar dos animais. Além disso, devido a proximidade com a área natural, nós podemos ver diversas aves silvestres passando e por conta do lago, vimos diferentes especies de aves aquáticas, entre outros animais. Os alunos se mostram bem empolgados com a atividade e com a oportunidade de poder ir a campo e conhecer um pouco mais sobre a fauna, a flora e o parque da região onde moram. Um dos pontos que os alunos mais gostaram da atividade foi o uso de celulares para fotografar o que observaram e assim produziram materiais bem interessantes com o intuito científico. Ao final da atividade, nós discutimos um pouco sobre o trabalho e eles falaram as espécies que observaram, que foram: Lagoa: - Biguá - Frango d'água - Quero-quero - Socozinho - Pica-pau - João-de-barro - Corruíra - Libélula - Sagui-de-cara-branca - Lavadeira-mascarada Na matinha/pasto/trilha: - Gavião carrapateiro indivíduos imaturos e adultos - gavião caboclo - Carcará - Japu - bem te vi - Suiriri - Canário da terra verdadeiro - João de barro - Cardeal do nordeste - Jaçanã - Garça branca - Garça vaqueira - Periquito rei (ouvimos) - Lavadeira-mascarada - Andorinha doméstica - Piolho de cobra - Borboletas (registrei uma) - Perereca verde A aluna Lara do 9º ano disse: “Eu já vim aqui no Horto várias vezes e nunca tinha percebido como tem tantos animais diferentes aqui, acho que essa atividade foi ótima para mudar o nosso olhar sobre a natureza”. E a aluna Maria Regina, do 9º ano, falou também que foi a primeira vez que ela tinha visto um gavião na vida e vários alunos também falaram que não conheciam o Sagui-da-cara-branca. São falas assim que motivam o projeto a continuar seguindo frente a todas as adversidades, pois sabemos que essa atividade pode parecer pequena para nós, mas pode mudar o pensamento das futuras gerações. Afinal, as pessoas só preservam aquilo que conhecem. Esse trabalho não seria possível se não fosse o apoio da diretoria da EMEF Serrana que nos auxiliou com transporte dos alunos e até lanchinho e que apoia ideias inovadoras para uma educação mais completa. E agradecer também pela professora Cristiana que abraçou o nosso projeto e fez o possível para leva-lo para todas as suas turmas afim de mostrar o conteúdo de sala de aula de uma forma diferenciada e assim proporcionando uma educação diferenciada. Créditos: Fotos de making of: Joarley Rodrigues Fotos dos Animais: João Pedro Zanardo e Cristiana Zampa Voluntários: Caroline Reis Luriê Damiani Luiz Francisco Coordenação do Projeto: João Pedro Zanardo Professora voluntaria: Cristiana Zampa O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • MINI DOCUMENTÁRIO Herpeto Capixaba: A Joia da Mata Atlântica Capixaba: Sapinho pingo-de-ouro

    Com produção do Instituto Últimos Refúgios e realização do Herpeto Capixaba, foi construído um mini documentário em defesa da vasta diversidade de anfíbios da Mata Atlântica brasileira. O centro das atenções da vez é o sapinho Pingo-de-ouro (Brachycephalus alipioi), uma raridade do Espírito Santo! Conhecido desta maneira por ter uma coloração semelhante a do ouro, só é encontrado em poucas florestas de montanhas preservadas no estado. Trata-se de uma espécie ainda pouco conhecida, sendo esta, uma das principais motivações da equipe - pesquisadores e parceiros do Herpeto Capixaba - ir à sua procura. Segundo O HP CPXB, por conta de suas características, o sapinho pingo- de -ouro “é um bom indicador de qualidade ambiental, sendo uma das primeiras espécies a serem afetadas caso seu habitat natural seja alterado! Deste modo, o pingo-de-ouro é uma espécie-chave para a conservação dos anfíbios da Mata Atlântica capixaba!” Confira o mini documentário na íntegra: "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • Últimos Refúgios no Em Movimento!

    Você viu ?! Neste primeiro semestre nós aparecemos algumas vezes na telinha dos capixabas! Dia 11 de Maio foi ao ar o programa Em Movimento com a participação do Leonardo Merçon (presidente do Instituto Últimos Refúgios e fotógrafo da Natureza), mostrando a nossa APA Baía das Tartarugas e sua exuberância de biodiversidade! A matéria contou com mergulho nas praias, conscientização ambiental e muito mais! Se você não assistiu na TV, pode conferir aqui. Não deixe de assistir, está incrível ! O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

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