Search Results
Buscar neste site
770 resultados encontrados com uma busca vazia
- Fórum Manguezal 2026 reúne instituições, comunidades e gestores em Anchieta
O Instituto Últimos Refúgios participou, no dia 26 de agosto, do Fórum Manguezal 2026, realizado no Parque Sede da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Papagaio, em Anchieta. O encontro reuniu gestores públicos, pesquisadores, organizações da sociedade civil, profissionais da área ambiental e representantes de comunidades para discutir caminhos para a conservação e a gestão integrada dos manguezais capixabas. Realizado pela Prefeitura de Anchieta, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, em parceria com a RDS Papagaio, o evento teve como tema “Gestão integrada dos manguezais: experiências municipais e estratégias para conservação no Espírito Santo”. Para o Instituto Últimos Refúgios, foi uma satisfação participar e apoiar uma iniciativa que colocou os manguezais no centro do debate, aproximando diferentes pessoas e instituições que já atuam diretamente nesses territórios. Manguezais Capixabas na Conferência Magna A programação teve início com a Conferência Magna apresentada por Leonardo Merçon, fotógrafo de natureza, fundador do Instituto Últimos Refúgios e coordenador do projeto “Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas”. Com o tema “Manguezais Capixabas: patrimônio natural que conecta pessoas e territórios”, Leonardo apresentou experiências acumuladas pelo Instituto durante as expedições realizadas pelos manguezais do Espírito Santo, abordando biodiversidade, paisagens, comunidades, cultura, ameaças e a importância de ampliar a percepção da sociedade sobre esses ecossistemas. Fotos: Danielle Awabdi, Marcella Rosa, Raphael Gaspar, Daniela Gehrard e Leonardo Merçon O projeto “Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas” é uma realização do Instituto Últimos Refúgios, da SEAMA e do FUNDÁGUA e vem percorrendo diferentes regiões do litoral capixaba para produzir conhecimento e materiais culturais voltados à valorização desses ambientes. Diferentes olhares sobre a conservação Ao longo do dia, o Fórum reuniu diferentes experiências relacionadas aos manguezais. Thaís Volpi apresentou a mesa sobre Governança dos Manguezais Capixabas, discutindo avanços, desafios e a importância da articulação entre instituições. Na sequência, Marlon Carlos França abordou a conservação e restauração dos manguezais, apresentando a experiência do projeto Vozes do Manguezal. Wallace Mendes Barbosa trouxe para o debate o turismo sustentável em ambientes costeiros, mostrando possibilidades de conciliar visitação, valorização territorial e conservação. Outro momento importante foi o Painel de Experiências Municipais, no qual representantes de diferentes prefeituras apresentaram ações que vêm sendo desenvolvidas em seus territórios para a gestão e proteção dos manguezais. A presença expressiva dos municípios foi um dos pontos positivos do encontro, mostrando que a conservação desses ecossistemas depende também de políticas e ações construídas em escala local. Comunidades também fizeram parte do encontro Outro aspecto especialmente importante foi a presença de representantes das próprias comunidades relacionadas aos manguezais. Alguns municípios levaram moradores e atores locais para acompanhar as discussões e participar desse espaço de troca. Para o Instituto Últimos Refúgios, essa aproximação é fundamental. São territórios onde existem histórias, atividades econômicas, saberes tradicionais e relações culturais construídas ao longo de gerações. Um espaço que merece continuar O Fórum também marcou a apresentação da Expedição Benevente, iniciativa da Prefeitura de Anchieta voltada à interpretação ambiental, ao turismo sustentável e à valorização do patrimônio natural do município. O Instituto Últimos Refúgios avalia de forma muito positiva a realização do encontro e espera que o Fórum Manguezal continue acontecendo nos próximos anos. Existe um grande potencial para que a iniciativa cresça, reúna ainda mais municípios, pesquisadores, organizações e comunidades e se consolide como um espaço permanente de diálogo sobre os manguezais do Espírito Santo. Quanto mais conectadas estiverem as pessoas que pesquisam, administram, utilizam, vivem e protegem esses ambientes, maiores serão as possibilidades de construir estratégias efetivas para sua conservação. O Fórum Manguezal 2026 proporcionou conexão, diálogo, cooperação, conhecimento e conservação em torno de um dos ecossistemas mais importantes do litoral capixaba. O Projeto ENTRE RAÍZES E MARÉS: MANGUEZAIS CAPIXABAS é uma realização do Instituto Últimos Refúgios em parceria com o FUNDÁGUA. Até o momento, conta com o apoio de importantes instituições que fortalecem sua execução no território, como o Grupo Águia Branca, a Prefeitura de Aracruz, o SESC Aracruz, o IMD, por meio do Projeto Caiman e IEMA, Manguejar e IBRAFF, que somam esforços técnicos e institucionais à iniciativa. PARTICIPE TAMBÉM: Tem interesse em ser parceiro deste projeto? Entre em contato. Acreditamos que a colaboração é a chave para a mudança! Ficha técnica “Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas” Coordenação Geral - Leonardo Merçon Coordenação de Produção - Raphael Gaspar Assistente de Coordenação - Henrique Mariano Coordenação de Pesquisa (Biodiversidade, Social e Ameaças) - Iasmin Macedo Consultoria em Gerenciamento Costeiro, Manguezal e Socioeconomia - Danielle Awabdi Consultoria em Ecossistema Manguezal - Professora Mônica Tognella Pesquisa de Biodiversidade - Thiago Silva-Soares Pesquisa Social - Daniela Gerhard Fotografia (Direção e Captação) - Leonardo Merçon Assistente de Fotografia / Apoio Técnico - Felipe Facini Ilustração - Jenifer Zamperlini Logger e Organização do Banco de Imagens - Marcella Rosa Editoração do Livro - Danielle Awabdi Textos para o livro - Rafael de Rezende Coelho Design Gráfico - Felipe Facini Educação Ambiental - Caroline Reis Administrativo e Financeiro - Thiago Negrelli Contabilidade - Orbis Contabilidade Apoio administrativo - Thiago dos Santos Nunes
- Mesa-redonda "O mar que nos une: Educação Ambiental como Ferramenta Estratégica para Economia Azul" no CBO 2026”
Durante o 9º Congresso Brasileiro de Oceanografia, CBO’2026, realizado em Vitória, o Instituto Últimos Refúgios participou da mesa-redonda “O Mar que nos Une: Educação Ambiental como Ferramenta Estratégica para Economia Azul”, um espaço de diálogo sobre a importância da educação na construção de uma relação mais sustentável entre sociedade, oceano e territórios costeiros. A mesa propôs uma reflexão sobre a construção de uma Economia Azul sustentável, considerando pessoas, comunidades, cultura, conhecimento científico, conservação da biodiversidade e as diferentes formas de relação com o mar. Foto: Vitor Pinheiro A discussão reuniu perspectivas ligadas à ciência, conservação, turismo, cultura, empreendedorismo, educação e desenvolvimento socioeconômico, mostrando que o oceano não deve ser visto apenas como fonte de recursos, mas como território de vida de muitas pessoas. A mediação foi conduzida por Danielle Awabdi, bióloga, mestre e doutora em Ecologia e Recursos Naturais pela Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro. Pesquisadora, consultora e educadora ambiental do Instituto Últimos Refúgios, Danielle também integra o grupo de pesquisa Ecologia Humana do Oceano, vinculado ao Laboratório de Oceanografia Socioambiental da UFES, onde coordena o eixo de Educação Ambiental, contribuindo para conectar os diferentes olhares apresentados na mesa. Foto: Vitor Pinheiro Sensibilização ambiental como estratégia Na programação, Leonardo Merçon, fotógrafo de natureza e fundador do Instituto Últimos Refúgios, apresentou a palestra “Inspirando pessoas, promovemos mudanças! Sensibilização Ambiental como ferramenta estratégica”. Foto: Vitor Pinheiro A apresentação abordou a experiência do Instituto no uso de imagens, livros, exposições, documentários, projetos culturais e ações educativas como instrumentos de aproximação entre a sociedade e a natureza. A proposta defendida por Leonardo parte de uma ideia simples: para proteger, é preciso primeiro conhecer. Quando a biodiversidade chega até as pessoas por meio de imagens, histórias e experiências sensíveis, ela pode começar a deixar de ser uma ideia distante e passa a fazer parte da percepção do público. Nesse sentido, a Educação Ambiental vai além da transmissão de informações. Ela pode sensibilizar, provocar mudanças de comportamento, fortalecer iniciativas locais, aproximar ciência e sociedade e estimular novas formas de participação social. A mesa também contou com a participação de Andréia Teixeira Ramos, professora e pesquisadora da UFES, com trajetória nas áreas de Educação Ambiental, infâncias, territórios de aprendizagem, diversidade, práticas pedagógicas e relações entre educação, cultura e cotidiano. Vice-coordenadora do projeto de extensão Narradores da Maré e coordenadora pedagógica do Centro de Educação Ambiental do Espírito Santo, Andréia trouxe para o debate a importância de práticas educativas construídas a partir dos territórios, dos saberes locais e das diferentes formas de relação das comunidades com o mar. Foto: Vitor Pinheiro Também participou da mesa Wallace Barbosa, químico de formação e ecologista de coração, que atua como educador ambiental e trabalha com ecoturismo no Manguezal de Goiabeiras, em Vitória. A partir de sua experiência prática com visitantes, estudantes e comunidades, Wallace contribuiu com uma visão voltada à sensibilização no território, mostrando como o contato direto com o manguezal pode transformar a percepção das pessoas sobre esse ecossistema e fortalecer sua conservação. Foto: Leonardo Merçon Que Economia Azul queremos construir? Um dos pontos centrais da mesa foi a necessidade de discutir a Economia Azul para além do crescimento econômico. O mar não pode ser tratado apenas como espaço de exploração, produção e oportunidade de mercado. Uma Economia Azul responsável precisa considerar a conservação dos ecossistemas marinhos e costeiros, a justiça socioambiental, a valorização das culturas locais, o fortalecimento das comunidades e a qualidade de vida das populações que dependem direta ou indiretamente do oceano. A Educação Ambiental tem papel estratégico nesse processo, ao ampliar a compreensão das pessoas sobre os desafios e as oportunidades relacionados ao oceano e estimular uma participação mais consciente nas decisões que envolvem os territórios costeiros e marinhos. Ela também contribui para que conceitos como inovação, sustentabilidade, turismo, conservação e desenvolvimento não caminhem separados, mas integrados a uma visão mais cuidadosa sobre os territórios. Foto: Leonardo Merçon e Marcella Rosa Manguezais, rios e comunidades costeiras A participação do Instituto Últimos Refúgios também dialogou com o projeto “Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas”, realizado em parceria com a SEAMA, Secretaria de Estado do Meio Ambiente, e o FUNDÁGUA. Os manguezais são um exemplo claro de como a Educação Ambiental pode conectar ciência, conservação, cultura e desenvolvimento territorial. Eles protegem a linha de costa, funcionam como berçários naturais, sustentam atividades pesqueiras, armazenam carbono, abrigam grande biodiversidade e fazem parte da história de muitas comunidades. Fotos: Leonardo Merçon Apesar disso, ainda são ambientes pouco compreendidos por grande parte da sociedade. Ao levar essa pauta para a mesa redonda, o Instituto reforçou a importância de transformar conhecimento em sensibilização e mudança. Ciência e sociedade A discussão também se conecta aos princípios da Década da Ciência Oceânica para o Desenvolvimento Sustentável, que reforça a necessidade de aproximar ciência e sociedade para ampliar a compreensão, a valorização e o cuidado com o oceano No mesmo sentido, dialoga com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, especialmente aqueles relacionados à educação de qualidade, trabalho decente, consumo responsável, ação climática, vida na água, vida terrestre e fortalecimento de parcerias. A mesa propôs refletir sobre o tipo de relação que queremos construir com o mar. Se queremos um futuro sustentável, a educação precisa estar no centro desse processo. Participação no CBO Além da mesa redonda, o Instituto Últimos Refúgios também participou do CBO2026 com um estande dedicado ao projeto “Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas”, recebendo visitantes, pesquisadores, estudantes e profissionais das Ciências do Mar ao longo do evento. Fotos: Leonardo Merçon Leia também: CBO’2026 reúne a Oceanografia brasileira em Vitória https://www.folhavitoria.com.br/cotidiano/congresso-brasileiro-de-oceanografia-reune-especialistas-em-vitoria/ Instituto Últimos Refúgios participa do CBO com estande sobre manguezais capixabas https://www.ultimosrefugios.org.br/single-post/manguezais-capixabas-cbo-2026 Participar da mesa “O Mar que nos Une” foi uma oportunidade de reforçar uma mensagem que orienta o trabalho do Instituto Últimos Refúgios: conservar a natureza também passa por comunicar, sensibilizar, educar e fortalecer as conexões entre pessoas, territórios e biodiversidade. Equipe do estande do projeto “Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas” Caroline Reis: Produtora e Monitora Danielle Awabdi: Monitora Henrique Mariano: Monitor Victória Campos: Fotografia Vitor Pinheiro: Fotografia Marcella Rosa: Social Mídia Felipe Facini: Videomaker Felipe Mattar: Montagem Raphael Gaspar: Montagem Vieira da Mota: Voluntário Carol Albano: Voluntária Newton Azevedo: Voluntário Theo Mendonça: Voluntário Ingrid Cole: Voluntária Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas. O Projeto ENTRE RAÍZES E MARÉS: MANGUEZAIS CAPIXABAS é uma realização do Instituto Últimos Refúgios em parceria com o FUNDÁGUA. Até o momento, conta com o apoio de importantes instituições que fortalecem sua execução no território, como o Grupo Águia Branca, a Prefeitura de Aracruz, o SESC Aracruz, o IMD, por meio do Projeto Caiman e IEMA, Manguejar e IBRAFF, que somam esforços técnicos e institucionais à iniciativa. PARTICIPE TAMBÉM: Tem interesse em ser parceiro deste projeto? Entre em contato. Acreditamos que a colaboração é a chave para a mudança! Ficha técnica “Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas” Coordenação Geral - Leonardo Merçon Coordenação de Produção - Raphael Gaspar Assistente de Coordenação - Henrique Mariano Coordenação de Pesquisa (Biodiversidade, Social e Ameaças) - Iasmin Macedo Consultoria em Gerenciamento Costeiro, Manguezal e Socioeconomia - Danielle Awabdi Consultoria em Ecossistema Manguezal - Professora Mônica Tognella Pesquisa de Biodiversidade - Thiago Silva-Soares Pesquisa Social - Daniela Gerhard Fotografia (Direção e Captação) - Leonardo Merçon Assistente de Fotografia / Apoio Técnico - Felipe Facini Ilustração - Jenifer Zamperlini Logger e Organização do Banco de Imagens - Marcella Rosa Editoração do Livro - Danielle Awabdi Textos para o livro - Rafael de Rezende Coelho Design Gráfico - Felipe Facini Educação Ambiental - Caroline Reis Administrativo e Financeiro - Thiago Negrelli Contabilidade - Orbis Contabilidade Apoio administrativo - Thiago dos Santos Nunes
- Estande sobre manguezais capixabas no Congresso Brasileiro de Oceanografia 2026
O Instituto Últimos Refúgios participou do 9º Congresso Brasileiro de Oceanografia, CBO’2026, realizado em Vitória, no Espírito Santo, com um estande dedicado ao projeto “Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas”. Foto: Caroline Reis Durante uma semana de evento, o congresso reuniu pesquisadores, estudantes, profissionais, instituições, empresas e organizações ligadas às ciências do mar, à conservação dos ambientes costeiros e marinhos e ao uso sustentável dos ecossistemas associados ao oceano. Fotos: Victória Campos e Vitor Pinheiro Para o Instituto Últimos Refúgios, participar de um dos principais eventos da oceanografia brasileira foi uma oportunidade importante para apresentar o novo projeto sobre os Manguezais Capixabas, fortalecer conexões e dialogar com estudantes, especialistas, pesquisadores e instituições que atuam diretamente com esse ecossistema tão importante. Manguezais Capixabas em destaque O estande do Instituto Últimos Refúgios apresentou materiais educativos, uma exposição com totens digitais e de divulgação do projeto “Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas”, iniciativa realizada pelo Instituto Últimos Refúgios, pela Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, SEAMA, pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente, e pelo Fundo Estadual de Recursos Hídricos e Florestais do Espírito Santo, FUNDÁGUA. Fotos: Caroline Reis e Vitor Pinheiro O projeto percorre os manguezais do Espírito Santo com o objetivo de registrar paisagens, biodiversidade, ameaças, histórias humanas e a relação das comunidades com esses ambientes. Fotos: Leonardo Merçon A proposta é transformar esse conhecimento em livro, exposição fotográfica, vídeos, ações educativas, banco de imagens e outros produtos culturais voltados à valorização dos manguezais capixabas. No CBO’2026, o público pôde conhecer melhor essa iniciativa por meio de banners, folders, materiais educativos, exposição fotográfica em telas, vídeo institucional e réplicas de alguns animais associados aos manguezais. O estande também contou com monitores recebendo visitantes, explicando o projeto e conversando sobre a importância ecológica, social e cultural desses ambientes. Troca de experiências e novas conexões Ao longo dos dias, o estande recebeu a visita de participantes de diferentes áreas, incluindo especialistas em manguezais, pesquisadores, estudantes e representantes de outros projetos e instituições. Fotos: Victória Campos e Caroline Reis O evento reuniu mais de 2.000 participantes e contou com uma programação ampla, com 1.450 painéis, 191 apresentações orais, 47 mesas-redondas, 37 minicursos e 12 simpósios temáticos.Nesse contexto, apresentar um projeto ainda em fase inicial e dialogar com diferentes públicos foi uma oportunidade importante para trocar experiências e ampliar as conexões em torno da conservação dos manguezais. A iniciativa vem despertando interesse por aproximar biodiversidade, cultura, comunicação, ciência cidadã e percepção social em sua proposta. Para o Instituto Últimos Refúgios, estar no CBO foi também uma forma de se aproximar ainda mais das discussões ligadas aos ecossistemas costeiros e marinhos, apresentando o trabalho que está sendo realizado no Espírito Santo e conhecendo outras iniciativas desenvolvidas no Brasil. Manguezais também são parte das ciências do mar Os manguezais ocupam uma posição estratégica entre rios, estuários e oceanos. São ambientes fundamentais para a biodiversidade, funcionam como berçários naturais para muitas espécies, protegem a linha de costa, armazenam carbono, filtram sedimentos e sustentam atividades como a pesca artesanal e o turismo de natureza. Fotos: Leonardo Merçon Apesar de sua importância, ainda são ecossistemas historicamente pouco valorizados e muito pressionados pela urbanização, poluição, aterros e desinformação. Por isso, levar os manguezais capixabas para um evento como o Congresso Brasileiro de Oceanografia ajuda a reforçar que a conservação marinha também passa pela proteção dos rios, das áreas úmidas, dos estuários e das comunidades que vivem nesses territórios. Um projeto em construção A participação no CBO’2026 marcou mais um passo importante para o projeto “Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas”. Mesmo em sua fase inicial, a iniciativa já tem promovido expedições, registros de campo, entrevistas, levantamento de informações, produção de materiais educativos e aproximação com comunidades e instituições parceiras. Com o avanço do projeto e o lançamento dos próximos produtos culturais, o Instituto Últimos Refúgios espera ampliar ainda mais o reconhecimento e a valorização pública dos manguezais do Espírito Santo. Participar do CBO foi uma oportunidade de mostrar que os manguezais capixabas têm muito a revelar. Equipe do estande do projeto “Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas” Caroline Reis: Produtora e Monitora Danielle Awabdi: Monitora Henrique Mariano: Monitor Victória Campos: Fotografia Vitor Pinheiro: Fotografia Marcella Rosa: Social Midia Felipe Facini: Videomaker Felipe Mattar: Montagem Raphael Gaspar: Montagem Vieira da Mota: Voluntário Carol Albano: Voluntária Newton Azevedo: Voluntário Theo Mendonça: Voluntário Ingrid Cole: Voluntária Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas O Projeto ENTRE RAÍZES E MARÉS: MANGUEZAIS CAPIXABAS é uma realização do Instituto Últimos Refúgios em parceria com o FUNDÁGUA. Até o momento, conta com o apoio de importantes instituições que fortalecem sua execução no território, como o Grupo Águia Branca, a Prefeitura de Aracruz, o SESC Aracruz, o IMD, por meio do Projeto Caiman e IEMA, Manguejar e IBRAFF, que somam esforços técnicos e institucionais à iniciativa. PARTICIPE TAMBÉM: Tem interesse em ser parceiro deste projeto? Entre em contato. Acreditamos que a colaboração é a chave para a mudança! Ficha técnica “Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas” Coordenação Geral - Leonardo Merçon Coordenação de Produção - Raphael Gaspar Assistente de Coordenação - Henrique Mariano Coordenação de Pesquisa (Biodiversidade, Social e Ameaças) - Iasmin Macedo Consultoria em Gerenciamento Costeiro, Manguezal e Socioeconomia - Danielle Awabdi Consultoria em Ecossistema Manguezal - Professora Mônica Tognella Pesquisa de Biodiversidade - Thiago Silva-Soares Pesquisa Social - Daniela Gerhard Fotografia (Direção e Captação) - Leonardo Merçon Assistente de Fotografia / Apoio Técnico - Felipe Facini Ilustração - Jenifer Zamperlini Logger e Organização do Banco de Imagens - Marcella Rosa Editoração do Livro - Danielle Awabdi Textos para o livro - Rafael de Rezende Coelho Design Gráfico - Felipe Facini Educação Ambiental - Caroline Reis Administrativo e Financeiro - Thiago Negrelli Contabilidade - Orbis Contabilidade Apoio administrativo - Thiago dos Santos Nunes
- Expedição em Fundão amplia registros sobre os manguezais capixabas
O projeto "Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas" realizou uma nova expedição de campo no município de Fundão, reunindo registros fotográficos, informações ambientais e relatos de moradores sobre diferentes áreas associadas aos manguezais da região. Entre os locais visitados esteve o Rio Reis Magos, principal sistema de manguezal do município, percorrido desde a região da foz até trechos mais interiores. A equipe registrou paisagens, fauna, diferentes espécies de mangue e também transformações provocadas pela ocupação das margens e por intervenções realizadas ao longo do rio. Foto: Leonardo Merçon A expedição também percorreu áreas menores da faixa costeira, incluindo comunidades de mangue sobre recifes lateríticos na Enseada das Garças e na Praia do Porto da Lama, além de pequenas ocorrências junto a córregos e ambientes de transição. Para o fotógrafo e coordenador do projeto, Leonardo Merçon, Fundão foi um dos municípios que ajudaram a ampliar a percepção sobre a diversidade desses ambientes. "Antes desse trabalho do livro sobre os Manguezais Capixabas, minha imagem de manguezal ainda estava muito associada aos grandes sistemas estuarinos. Em Fundão, encontramos desde o grande manguezal do Rio Reis Magos até pequenas comunidades sobre recifes lateríticos e junto a córregos. Isso nos faz perceber de quantas maneiras o mangue consegue existir no território e como algumas dessas pequenas formações podem ser muito vulneráveis às transformações da zona costeira." Fotos: Leonardo Merçon Paralelamente ao levantamento ambiental e fotográfico, o trabalho social reuniu relatos de pescadores e moradores sobre a relação com o Rio Reis Magos, a pesca, os caranguejos, as mudanças na paisagem e os principais desafios enfrentados pelo território. Personagens e locais indicados pela própria comunidade também passam a integrar as pautas das próximas etapas de documentação. As informações coletadas em Fundão irão contribuir para a produção do livro "Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas" e para os demais produtos de comunicação, educação ambiental e divulgação científica do projeto, ampliando o conhecimento sobre os manguezais do Espírito Santo e sobre as pessoas que mantêm relações históricas com esses ambientes. Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas O Projeto ENTRE RAÍZES E MARÉS: MANGUEZAIS CAPIXABAS é uma realização do Instituto Últimos Refúgios em parceria com o FUNDÁGUA. Até o momento, conta com o apoio de importantes instituições que fortalecem sua execução no território, como o Grupo Águia Branca, a Prefeitura de Aracruz, o SESC Aracruz, o IMD, por meio do Projeto Caiman e IEMA, Manguejar ,IBRAFF e o Instituto Jones dos Santos Neves, que somam esforços técnicos e institucionais à iniciativa. PARTICIPE TAMBÉM: Tem interesse em ser parceiro deste projeto? Entre em contato. Acreditamos que a colaboração é a chave para a mudança! Ficha técnica “Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas” Coordenação Geral - Leonardo Merçon Coordenação de Produção - Raphael Gaspar Assistente de Coordenação - Henrique Mariano Coordenação de Pesquisa (Biodiversidade, Social e Ameaças) - Iasmin Macedo Consultoria em Gerenciamento Costeiro, Manguezal e Socioeconomia - Danielle Awabdi Consultoria em Ecossistema Manguezal - Professora Mônica Tognella Pesquisa de Biodiversidade - Thiago Silva-Soares Pesquisa Social - Daniela Gerhard Fotografia (Direção e Captação) - Leonardo Merçon Assistente de Fotografia / Apoio Técnico - Felipe Facini Ilustração - Jenifer Zamperlini Logger e Organização do Banco de Imagens - Marcella Rosa Editoração do Livro - Danielle Awabdi Textos para o livro - Rafael de Rezende Coelho Design Gráfico - Felipe Facini Educação Ambiental - Caroline Reis Administrativo e Financeiro - Thiago Negrelli Contabilidade - Orbis Contabilidade Apoio administrativo - Thiago dos Santos Nunes Comunicação: Marcella Rosa
- Fórum Manguezal 2026: conservação dos manguezais capixabas
Fórum Manguezal 2026 Fórum Manguezal 2026 acontece em Anchieta-ES no dia 26 de agosto de 2026. Um encontro dedicado à conservação dos manguezais, à gestão integrada desses ecossistemas e à troca de experiências municipais no Espírito Santo. Fui convidado pela Prefeitura de Anchieta, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, a apresentar o trabalho do Instituto Últimos Refúgios com os manguezais capixabas. O evento será realizado no Parque Sede da RDS Papagaio (celebrando os 5 anos da inauguração do espaço), em Anchieta, com o tema “Gestão integrada dos manguezais: experiências municipais e estratégias para conservação no Espírito Santo”. A programação reunirá gestores públicos, pesquisadores, universidades, organizações da sociedade civil e profissionais da área ambiental para discutir caminhos de conservação, turismo sustentável, restauração e valorização do patrimônio natural e cultural associado aos manguezais. Programação Programação O Fórum Manguezal 2026 começa com uma apresentação de Leonardo Merçon, fotógrafo de natureza e fundador do Instituto Últimos Refúgios com o tema “Manguezais Capixabas: patrimônio natural que conecta pessoas e territórios”. A palestra apresentará experiências ligadas ao trabalho do Instituto Últimos Refúgios com a valorização dos manguezais do Espírito Santo, especialmente o projeto “Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas”, realizado em parceria com a SEAMA e o FUNDÁGUA. Ao longo do dia, o evento também contará com mesas temáticas sobre governança dos manguezais capixabas, conservação e restauração, turismo sustentável em ambientes costeiros, além de um painel com experiências municipais na gestão dos manguezais. A Mesa Temática I, apresentada por Thaís Volpi, com o tema “Governança dos Manguezais Capixabas: avanços, desafios e articulação entre instituições”, discutirá a importância da cooperação entre municípios, órgãos públicos, instituições de pesquisa e sociedade civil para fortalecer a gestão dos manguezais no estado. Já Marlon Carlos França conduz a Mesa Temática II, com o tema “Conservação e Restauração dos Manguezais: Projeto Vozes do Manguezal”. A apresentação trará reflexões e experiências sobre ações de conservação, recuperação ambiental e envolvimento social em territórios de manguezal. Wallace Barbosa apresenta a Mesa Temática III, com o tema “Turismo Sustentável em Ambientes Costeiros: experiências e oportunidades para conservação dos manguezais”. A proposta é discutir como o turismo pode ser desenvolvido de forma responsável, valorizando os ambientes costeiros e contribuindo para a conservação dos manguezais. Também acontecerá o Painel de Experiências Municipais, com a apresentação de ações desenvolvidas na gestão dos manguezais. Esse momento será dedicado ao compartilhamento de práticas, desafios e soluções adotadas por municípios na proteção desses ecossistemas. Ao final, será realizada a apresentação institucional do Expedição Benevente, novo projeto da Prefeitura de Anchieta voltado à interpretação ambiental, ao turismo sustentável e à valorização do patrimônio natural do município. Por que falar sobre manguezais? Os manguezais estão entre os ecossistemas mais importantes do litoral. Eles funcionam como berçários naturais para diversas espécies, protegem a linha de costa, armazenam carbono, ajudam na qualidade da água e sustentam atividades como a pesca artesanal e o turismo de natureza. Apesar de sua importância, ainda são ambientes muito pressionados pela ocupação desordenada, poluição, aterros, desinformação e perda de áreas naturais. Por isso, eventos como o Fórum Manguezal 2026 são importantes para aproximar conhecimento técnico, gestão pública, comunidades e instituições que atuam pela conservação. 📅 Data: 26 de agosto de 2026 📍 Local: Parque Sede da RDS Papagaio, Anchieta/ES 🌿 Tema: Gestão integrada dos manguezais: experiências municipais e estratégias para conservação no Espírito Santo. Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas O Projeto ENTRE RAÍZES E MARÉS: MANGUEZAIS CAPIXABAS é uma realização do Instituto Últimos Refúgios em parceria com o FUNDÁGUA. Até o momento, conta com o apoio de importantes instituições que fortalecem sua execução no território, como o Grupo Águia Branca, a Prefeitura de Aracruz, o SESC Aracruz, o IMD, por meio do Projeto Caiman e IEMA, Manguejar e IBRAFF, que somam esforços técnicos e institucionais à iniciativa. PARTICIPE TAMBÉM: Tem interesse em ser parceiro deste projeto? Entre em contato. Acreditamos que a colaboração é a chave para a mudança! Ficha técnica MANGUEZAIS Coordenação Geral - Leonardo Merçon Coordenação de Produção - Raphael Gaspar Assistente de Coordenação - Henrique Mariano Coordenação de Pesquisa (Biodiversidade, Social e Ameaças) - Iasmin Macedo Consultoria em Gerenciamento Costeiro, Manguezal e Socioeconomia - Danielle Awabdi Consultoria em Ecossistema Manguezal - Professora Mônica Tognella Pesquisa de Biodiversidade - Thiago Silva-Soares Pesquisa Social - Daniela Gerhard Fotografia (Direção e Captação) - Leonardo Merçon Assistente de Fotografia / Apoio Técnico - Felipe Facini Ilustração - Jenifer Zamperlini Logger e Organização do Banco de Imagens - Marcella Rosa Editoração do Livro - Danielle Awabdi Textos para o livro - Rafael de Rezende Coelho Design Gráfico - Felipe Facini Educação Ambiental - Caroline Reis Administrativo e Financeiro - Thiago Negrelli Contabilidade - Orbis Contabilidade Apoio administrativo - Thiago dos Santos Nunes
- Ação em celebração ao Dia Mundial de Proteção aos Manguezais
O Projeto "Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas" levou atividades de Educação Ambiental ao Deck da Ilha das Caieiras. Na segunda-feira (27), a convite da Prefeitura de Vitória, em alusão ao Dia Mundial de Proteção aos Manguezais, o Instituto Últimos Refúgios participou da ação "Manguezal de Vitória: Conhecer para Preservar", no Deck da Ilha das Caieiras. Foto: Victória Campos Representando o projeto Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas, a equipe de Educação Ambiental do Instituto levou ao público materiais expositivos e réplicas de espécies típicas dos manguezais, como o goiamum, o caranguejo-uçá, o chama-maré e o aratu-vermelho. Durante todo o dia, estudantes de escolas visitantes e o público em geral puderam conhecer mais sobre a biodiversidade desse ecossistema e compreender sua importância para o equilíbrio ambiental e para as comunidades tradicionais que dependem dele. Fotos: Victória Campos, Vitor Pinheiro e Leonardo Merçon Além de apresentar curiosidades sobre a fauna e a flora dos manguezais capixabas, a equipe promoveu momentos de diálogo e sensibilização, reforçando a necessidade de conservar um dos ecossistemas mais importantes para a proteção do litoral e para a manutenção da biodiversidade do Espírito Santo. A ação reuniu diversas instituições parceiras e alcançou um público de aproximadamente 1.700 pessoas, entre elas muitas eram crianças das escolas públicas locais, que participaram das atividades de Educação Ambiental desenvolvidas ao longo do evento. Paralelamente, coletores de resíduos, catadores de caranguejo e pescadores realizaram uma força-tarefa de limpeza na borda do manguezal, resultando na retirada de uma grande quantidade de resíduos do ecossistema, em uma iniciativa que evidenciou a união entre poder público, comunidades e organizações em prol da conservação ambiental. Fotos: Leonardo Merçon Após o evento, a Prefeitura Municipal de Vitória agradeceu às instituições participantes pelo comprometimento e pela parceria na realização da ação, destacando que os resultados alcançados demonstram a importância do trabalho conjunto para fortalecer a Educação Ambiental e a preservação dos manguezais. A participação do Instituto Últimos Refúgios reforça o compromisso do projeto Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas com a disseminação do conhecimento, a valorização dos manguezais capixabas e o incentivo à conservação desse ecossistema essencial para a biodiversidade e para a qualidade de vida das populações costeiras. Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas. O Projeto ENTRE RAÍZES E MARÉS: MANGUEZAIS CAPIXABAS é uma realização do Instituto Últimos Refúgios em parceria com o FUNDÁGUA. Até o momento, conta com o apoio de importantes instituições que fortalecem sua execução no território, como o Grupo Águia Branca, a Prefeitura de Aracruz, o SESC Aracruz, o IMD, por meio do Projeto Caiman e IEMA, Manguejar e IBRAFF, que somam esforços técnicos e institucionais à iniciativa. PARTICIPE TAMBÉM: Tem interesse em ser parceiro deste projeto? Entre em contato. Acreditamos que a colaboração é a chave para a mudança! Ficha técnica MANGUEZAIS Coordenação Geral - Leonardo Merçon Coordenação de Produção - Raphael Gaspar Assistente de Coordenação - Henrique Mariano Coordenação de Pesquisa (Biodiversidade, Social e Ameaças) - Iasmin Macedo Consultoria em Gerenciamento Costeiro, Manguezal e Socioeconomia - Danielle Awabdi Consultoria em Ecossistema Manguezal - Professora Mônica Tognella Pesquisa de Biodiversidade - Thiago Silva-Soares Pesquisa Social - Daniela Gerhard Fotografia (Direção e Captação) - Leonardo Merçon Assistente de Fotografia / Apoio Técnico - Felipe Facini Ilustração - Jenifer Zamperlini Logger e Organização do Banco de Imagens - Marcella Rosa Editoração do Livro - Danielle Awabdi Textos para o livro - Rafael de Rezende Coelho Design Gráfico - Felipe Facini Educação Ambiental - Caroline Reis Administrativo e Financeiro - Thiago Negrelli Contabilidade - Orbis Contabilidade Apoio administrativo - Thiago dos Santos Nunes
- Manguezais de Serra: Terceira expedição do livro sobre os manguezais capixabas
O município de Serra foi o terceiro território visitado pela equipe do projeto “Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas”, iniciativa realizada pelo Instituto Últimos Refúgios, SEAMA e FUNDÁGUA, voltada à valorização, documentação e conservação dos manguezais do Espírito Santo. Foto: Henrique Mariano A visita técnica foi iniciada no dia 4 de junho de 2026, mas precisou ser interrompida em função das chuvas intensas, que inviabilizaram a continuidade das atividades nos dias seguintes. Parte da programação foi remarcada e realizada posteriormente, em novas saídas de campo nos dias 17 e 22 de junho. Mesmo com os ajustes no cronograma, a expedição revelou um território costeiro bastante diverso, com ambientes que vão desde manguezais mais estruturados, como os do Rio Jacaraípe e do Rio Reis Magos (na divisa com o município de Fundão), até pequenas comunidades de mangue sobre pedras lateríticas, lagoas com vegetação associada e córregos bastante pressionados pela urbanização. Fotos: Leonardo Merçon Um início marcado por educação ambiental A visita começou com a participação da equipe no lançamento do Centro de Educação Ambiental do IBRAFF, em Serra, a convite do ambientalista Claudiney Rocha, uma liderança local com atuação importante na defesa dos manguezais, na mobilização comunitária e na denúncia de impactos ambientais. Fotos: Leonardo Merçon O espaço acolhedor, chamou atenção pelo cuidado e pelo compromisso de Claudiney e de sua família com a educação ambiental e a proteção do território. A partir desse encontro, ele passou a acompanhar as visitas técnicas, contribuindo com informações locais, apoio no acesso aos pontos visitados e uma leitura mais próxima das ameaças e iniciativas em andamento no município. Claudinei também faz parte do projeto Manquejar, que trabalha com a revitalização dos manguezais do Rio Jacaraípe, com um projeto bem planejado e com envolvimento de pesquisadores respeitados na área de conservação e pesquisa sobre manguezais. O projeto Manguejar também está se tornando um parceiro interessante de nosso projeto devido aos interesses em comum em relação à valorização dos Manguezais capixabas. Essas aproximações reforçam um dos pilares do “Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas” de conhecer os manguezais também pelas pessoas que vivem, atuam e defendem esses territórios. Estuários e mangues sobre pedra Nos primeiros pontos visitados, a equipe percorreu pequenos córregos e fozes ao longo do litoral de Serra. Em alguns locais, não foram encontrados vestígios de vegetação de mangue. Em outros, foram observadas pequenas comunidades de mangue associadas a formações rochosas e lateríticas na beira da praia. Essas pequenas comunidades de mangue sobre pedra ainda precisam ser melhor analisadas e classificadas com apoio técnico, mas já demonstram a diversidade de formações associadas aos manguezais no Espírito Santo. Fotos: Leonardo Merçon e Thiago Silva Soares Rio Jacaraípe: a vida resiste Um dos pontos mais importantes da visita foi o manguezal do Ribeirão Juara, no Rio Jacaraípe. Com apoio do Projeto Manguejar, coordenado pela professora Mônica e com participação de colaboradores locais como Dudu, Carol, Júlio e Claudiney, a equipe conseguiu realizar a visita de barco, o que permitiu uma leitura mais ampla do território. Foto: Leonardo Merçon O manguezal do Rio Jacaraípe apresentou uma configuração bastante interessante, com bosques de mangue em pequenas ilhas, áreas de apicum e trechos fortemente pressionados pela cidade. A urbanização no entorno, a poluição da água e a fragmentação da vegetação são impactos evidentes. Ainda assim, a biodiversidade observada mostrou que o ambiente segue vivo e merece atenção especial. A resiliência da natureza é fascinante! Fotos: Leonardo Merçon Reis Magos: um rio de fronteira A equipe também esteve no Rio Reis Magos, localizado na divisa entre Serra e Fundão. Por marcar esse limite municipal, o rio foi incluído na avaliação do projeto como um sistema importante para compreender a continuidade dos manguezais na região. Foto: Leonardo Merçon Ao longo do percurso, foram observados fragmentos de manguezal, presença de fauna, peixes e atividade de pesca. Apesar de estar inserido em uma região bastante urbanizada, o Rio Reis Magos apresenta relevância ecológica, social e paisagística. Um dos pontos que chamou atenção foi a antiga ponte de madeira sobre o rio. Mesmo com sinais de desgaste e trechos remendados pela própria população, ela segue sendo utilizada por moradores, ciclistas e motociclistas. A ponte atravessa uma área de manguezal e revela um potencial turístico e educativo ainda pouco aproveitado. Fotos: Leonardo Merçon Entre beleza natural e pressão urbana Em diferentes trechos do litoral de Serra, a equipe encontrou contrastes marcantes entre a beleza da paisagem e a pressão do desenvolvimento urbano. A visita técnica em Serra revelou um conjunto de ambientes costeiros diverso e ainda pouco valorizado em sua complexidade. O município reúne grandes sistemas estuarinos, pequenos córregos, lagoas, comunidades de mangue sobre pedra e áreas fortemente pressionadas pela urbanização. Fotos: Leonardo Merçon e Thiago Silva Soares Nem todos esses ambientes se enquadram da mesma forma na definição clássica de manguezal, mas muitos apresentam elementos ecológicos relevantes e ajudam a contar a história da relação entre o litoral, a biodiversidade e a ocupação humana no Espírito Santo. Foto: Thiago Silva Soares Para o Instituto Últimos Refúgios, Serra reforçou a importância de olhar para os manguezais de forma ampla, cuidadosa e sensível. Há áreas degradadas, fragmentadas e ameaçadas, mas também há vida, resistência, beleza e pessoas trabalhando por sua proteção. O projeto “Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas” segue percorrendo o litoral do Espírito Santo para registrar esses territórios, ouvir comunidades, valorizar iniciativas locais e contribuir para que os manguezais capixabas sejam mais conhecidos, respeitados e protegidos. Foto: Leonardo Merçon Entre rios, pedras, marés e cidades, Serra mostrou que os manguezais também resistem onde quase ninguém aprendeu a olhar. Com essas informações, o projeto avança na construção de um retrato dos manguezais do Espírito Santo, reunindo ciência, fotografia, memória, território e participação social. Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas. O projeto é realizado pelo Instituto Últimos Refúgios, em conjunto com o FUNDÁGUA e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Espírito Santo (SEAMA). Até o momento, conta com o apoio de importantes instituições que fortalecem sua execução no território, como o Grupo Águia Branca, a Prefeitura de Aracruz, o SESC Aracruz, o IMD, por meio do Projeto Caiman, IEMA, Manguejar e IBRAFF, que somam esforços técnicos e institucionais à iniciativa. Esses parceiros ampliam o alcance e o impacto do projeto, consolidando uma rede colaborativa em prol da valorização e conservação dos manguezais capixabas. O projeto segue aberto à participação de novos parceiros em todo o litoral do Espírito Santo. Caso haja interesse em integrar essa iniciativa, entre em contato. EQUIPE Coordenação Geral - Leonardo Merçon Coordenação de Produção - Raphael Gaspar Assistente de Coordenação - Henrique Mariano Coordenação de Pesquisa (Biodiversidade, Social e Ameaças) - Iasmin Macedo Consultoria em Gerenciamento Costeiro, Manguezal e Socioeconomia - Danielle Awabdi Consultoria em Ecossistema Manguezal - Professora Mônica Tognella Pesquisa de Biodiversidade - Thiago Silva-Soares Pesquisa Social - Daniela Gerhard Fotografia (Direção e Captação) - Leonardo Merçon Assistente de Fotografia / Apoio Técnico - Felipe Facini Ilustração - Jenifer Zamperlini Logger e Organização do Banco de Imagens - Marcella Rosa Editoração do Livro - Danielle Awabdi Textos para o livro - Rafael de Rezende Coelho Design Gráfico - Felipe Facini Educação Ambiental - Caroline Reis Administrativo e Financeiro - Thiago Negrelli Contabilidade - Orbis Contabilidade Apoio administrativo - Thiago dos Santos Nunes
- Segunda expedição do livro sobre os manguezais capixabas: visita técnica em GUARAPARI-ES
# Expedição em Guarapari avança no reconhecimento dos manguezais capixabas O projeto “Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas” realizou mais uma visita técnica de campo, desta vez no município de Guarapari, no litoral sul do Espírito Santo. A atividade integra a etapa inicial do projeto, dedicada ao reconhecimento dos territórios, à escuta das comunidades locais e à identificação dos manguezais que serão retratados ao longo da produção do livro. Foto: Leonardo Merçon As visitas técnicas têm como objetivo entender cada território antes das expedições fotográficas mais aprofundadas. Nessa fase, a equipe percorre rios, córregos, lagoas, áreas costeiras e comunidades próximas aos manguezais ou réstias de mangue, buscando confirmar informações levantadas em bibliografia, identificar possíveis áreas pouco documentadas e compreender como as pessoas se relacionam com esses ambientes. Em Guarapari, a equipe visitou diferentes localidades, incluindo a Praia da Sereia, Praia da Enseada, Rio Una, Rio Perocão, Praia da Cerca, Rio Guarapari, Rio Conchador, Rio Jabuti, região da Praia dos Pescadores, Meaípe, Lagoa de Meaípe, Lagoa de Maimbá e Lagoa de Caraís. Em algumas dessas áreas, a presença de manguezal foi confirmada. Em outras, a equipe não encontrou vegetação típica de mangue, informação que também é importante para compreender a distribuição atual desses ecossistemas no município. Fotos: Leonardo Merçon Achados relevantes da visita, ao menos para o conhecimento da própria equipe, foi a identificação de áreas com vegetação de mangue sobre rochas, em uma área indicada por moradores e banhistas locais. A presença dessas árvores no local também havia sido registrada anteriormente em plataformas de ciência cidadã, como o iNaturalist, o que reforçou a importância da verificação em campo. A constatação é significativa por se tratar de uma formação pouco convencional e sensível, localizada em uma área que vem sofrendo pressões relacionadas à ocupação e a empreendimentos costeiros. No Rio Una, a equipe encontrou um manguezal expressivo, com presença de árvores de mangue, fauna associada, caranguejos, aves e forte relação com moradores e pescadores tradicionais. A navegação pelo rio, realizada em embarcação a remo, permitiu observar o ambiente com mais proximidade e compreender melhor sua dinâmica ecológica e social. Já nos rios Perocão e Guarapari, a visita contou com o apoio do IEMA, especialmente pela relação dessas áreas com a Reserva de Desenvolvimento Sustentável Concha D’Ostra. O acompanhamento foi importante para a leitura do território, já que a equipe local possui conhecimento sobre a região, seus acessos, desafios ambientais e principais pressões enfrentadas pelos manguezais. Na região de Meaipe / Praia dos Pescadores, foi identificada a presença de uma réstia de mangue bastante reduzida e impactada, em meio a aterros, intervenções urbanas e forte ocupação do entorno. Esse tipo de registro ajuda o projeto a mostrar também aquelas ocorrências que resistem em áreas transformadas pela expansão urbana. Fotos: Leonardo Merçon A visita foi realizada por duas frentes de trabalho. A equipe de biodiversidade atuou no reconhecimento físico dos manguezais, na observação de espécies, na identificação dos limites aproximados das áreas e na produção de registros preliminares. Já a equipe social conversou com moradores, pescadores e pessoas que vivem próximas aos manguezais, buscando entender suas percepções, memórias, preocupações e expectativas sobre como esses territórios devem ser representados no livro. Fotos: Leonardo Merçon A escuta comunitária se mostrou fundamental. Além de revelar histórias e relações afetivas com os manguezais, também ajudou a indicar áreas que ainda não estavam plenamente mapeadas pela equipe, demonstrando a importância do conhecimento local na construção do projeto. A passagem por Guarapari reforçou a complexidade dos manguezais capixabas. Em um mesmo município, há áreas com forte presença de vida, rios com comunidades tradicionais, fragmentos urbanos muito impactados, formações incomuns sobre rochas e regiões onde a vegetação de mangue parece ter sido reduzida ou suprimida ao longo do tempo. Com essas informações, o projeto avança na construção de um retrato dos manguezais do Espírito Santo, reunindo ciência, fotografia, memória, território e participação social. O projeto é realizado pelo Instituto Últimos Refúgios, em conjunto com o FUNDÁGUA e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Espírito Santo (SEAMA). Até o momento, conta com o apoio de importantes instituições que fortalecem sua execução no território, como o Grupo Águia Branca, a Prefeitura de Aracruz, o SESC Aracruz e o IMD, por meio do Projeto Caiman, que somam esforços técnicos e institucionais à iniciativa. Esses parceiros ampliam o alcance e o impacto do projeto, consolidando uma rede colaborativa em prol da valorização e conservação dos manguezais capixabas. PARTICIPE TAMBÉM: Tem interesse em ser parceiro deste projeto? Entre em contato. Acreditamos que a colaboração é a chave para a mudança! Ficha técnica do projeto “Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas”: Coordenação Geral - Leonardo Merçon Coordenação de Produção - Raphael Gaspar Assistente de Coordenação - Henrique Mariano Coordenação de Pesquisa (Biodiversidade, Social e Ameaças) - Iasmin Macedo Consultoria em Gerenciamento Costeiro, Manguezal e Socioeconomia - Danielle Awabdi Consultoria em Ecossistema Manguezal - Professora Mônica Tognella Pesquisa de Biodiversidade - Thiago Silva-Soares Pesquisa Social - Daniela Gerhard Fotografia (Direção e Captação) - Leonardo Merçon Assistente de Fotografia / Apoio Técnico - Felipe Facini Ilustração - Jenifer Zamperlini Logger e Organização do Banco de Imagens - Marcella Rosa Editoração do Livro - Danielle Awabdi Textos para o livro - Rafael de Rezende Coelho Design Gráfico - Felipe Facini Educação Ambiental - Caroline Reis Administrativo e Financeiro - Thiago Negrelli Contabilidade - Orbis Contabilidade Apoio administrativo - Thiago dos Santos Nunes
- Entre os manguezais de Fundão
Para muitos dos moradores ouvidos em Fundão, conhecer os manguezais do município vai além de observá-los da margem. Percorrer seus canais de barco foi uma recomendação que apareceu espontaneamente durante o campo social do projeto Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas, revelando uma riqueza que, segundo a própria comunidade, ainda é pouco conhecida e valorizada. Foto: Danielle Awabdi Durante a passagem por localidades como a Praia da Lama e a região da Ponte Velha, a equipe encontrou pescadores, comerciantes e moradores com diferentes relações com o ambiente. Entre aqueles que vivem mais próximos do manguezal ou possuem atividades ligadas à pesca, foi percebido maior conhecimento e preocupação com sua conservação. A beleza desses ambientes e seu potencial para o turismo ecológico também estiveram presentes nas conversas. Moradores demonstraram interesse em uma maior valorização do patrimônio natural da região, ao mesmo tempo em que apontaram a necessidade de mais atenção à conservação e a espaços importantes para a comunidade, como a Ponte Velha. Fotos: Danielle Awabdi e Daniela Gerhard Entre memórias, preocupações e possibilidades, a passagem por Fundão ajudou a revelar um manguezal que mantém forte significado para quem convive diretamente com ele e que ainda possui muito a ser conhecido por quem observa o território de fora. Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas. O Projeto ENTRE RAÍZES E MARÉS: MANGUEZAIS CAPIXABAS é uma realização do Instituto Últimos Refúgios em parceria com o FUNDÁGUA. Até o momento, conta com o apoio de importantes instituições que fortalecem sua execução no território, como o Grupo Águia Branca, a Prefeitura de Aracruz, o SESC Aracruz, o IMD, por meio do Projeto Caiman e IEMA, Manguejar e IBRAFF, que somam esforços técnicos e institucionais à iniciativa. PARTICIPE TAMBÉM: Tem interesse em ser parceiro deste projeto? Entre em contato. Acreditamos que a colaboração é a chave para a mudança! Ficha técnica “Entre Raízes e Marés: Manguezais Capixabas” Coordenação Geral - Leonardo Merçon Coordenação de Produção - Raphael Gaspar Assistente de Coordenação - Henrique Mariano Coordenação de Pesquisa (Biodiversidade, Social e Ameaças) - Iasmin Macedo Consultoria em Gerenciamento Costeiro, Manguezal e Socioeconomia - Danielle Awabdi Consultoria em Ecossistema Manguezal - Professora Mônica Tognella Pesquisa de Biodiversidade - Thiago Silva-Soares Pesquisa Social - Daniela Gerhard e Danielle Awabdi Fotografia (Direção e Captação) - Leonardo Merçon Assistente de Fotografia / Apoio Técnico - Felipe Facini Ilustração - Jenifer Zamperlini Logger e Organização do Banco de Imagens - Marcella Rosa Editoração do Livro - Danielle Awabdi Textos para o livro - Rafael de Rezende Coelho Design Gráfico - Felipe Facini Educação Ambiental - Caroline Reis Administrativo e Financeiro - Thiago Negrelli Contabilidade - Orbis Contabilidade Apoio administrativo - Thiago dos Santos Nunes Comunicação: Marcella Rosa e Matheus Paiva
- Vitória da Restinga promove oficina de pintura em comemoração ao Dia das Crianças
No dia 11 de outubro, o Projeto Vitória da Restinga, iniciativa do Instituto Últimos Refúgios, participou da programação em comemoração ao Dia das Crianças no Parque Costeiro da Vale, em Vitória (ES). A ação contou com atividades de arte e educação ambiental, proporcionando momentos de criatividade, aprendizado e interação com o público. Durante a programação, o projeto realizou a oficina “Cores da Restinga”, na qual os participantes puderam explorar a imaginação por meio da pintura em minitelas. A atividade incentivou a criatividade e a aproximação com a natureza, utilizando a arte como ferramenta de sensibilização ambiental. Ao final, cada participante pôde levar sua obra prima para casa Foto: Marcella Rosa Além da oficina, o Vitória da Restinga esteve presente com seu estande expositivo, que contou com jogos educativos e um exemplar taxidermizado de gambá, permitindo ao público conhecer um pouco mais sobre os ecossistemas costeiros. A ação proporcionou momentos de troca e interação com crianças e adultos, unindo arte, diversão e educação ambiental em uma programação dedicada à valorização da biodiversidade local. Foto: Marcella Rosa O Projeto Vitória da Restinga - PARQUE COSTEIRO, iniciativa do Instituto Últimos Refúgios em parceria com o Parque Costeiro, promove ações de educação ambiental em prol da conservação do ecossistema costeiro da orla de Camburi. Vitória da Restinga Ficha técnica VITÓRIA DA RESTINGA - PARQUE COSTEIRO Coordenação Geral: Rafael Coelho Produção Executiva: Leonardo Merçon e Raphael Gaspar Gestão Financeira: Thiago Negrelli Biólogos(as)/educadores(as) ambientais: Danielle Awabdi, Carol Reis Comunicação: Marcella Rosa e Vitor Pinheiro Design gráfico: Felipe Facini
- Vitória da Restinga participa do Dia Mundial da Limpeza 2026
O Projeto Vitória da Restinga, iniciativa do Instituto Últimos Refúgios, participou do Dia Mundial da Limpeza (Cleanup Day), realizado em 19 de setembro. A mobilização faz parte de um movimento global que reúne pessoas e organizações em diferentes países para chamar a atenção para o descarte inadequado de resíduos e seus impactos no ambiente. No Brasil, a mobilização é liderada pelo Instituto Limpa Brasil e envolve organizações, voluntários, escolas, empresas e comunidades na realização de mutirões de limpeza acompanhados de atividades de sensibilização ambiental. As ações acontecem em diferentes ambientes, como praias, rios, áreas verdes e espaços urbanos, a fim de contribuir não apenas para a retirada de resíduos, mas também para ampliar o debate sobre a responsabilidade coletiva no consumo e no descarte consciente. Vitória da Restinga na mobilização Em Vitória, o Projeto Vitória da Restinga atuou em três frentes: Ilha do Frade, Ilha do Boi e Praia de Camburi, somando esforços com projetos, instituições, parceiros e voluntários em uma grande ação em rede. Além da coleta e destinação adequada dos resíduos, a programação contou com atividades de sensibilização ambiental. Nas ilhas do Frade e do Boi, foram realizadas intervenções artísticas, observação da natureza e atividades na tenda expositiva, além da participação das mascotes Olívia, a tartaruga-verde, e Penélope, o gambá-de-orelha-preta. Fotos: Marcella Rosa, Daniel Tessarolo e Felipe Facini Na Ilha do Frade, cerca de 150 pessoas participaram da ação e 161,94 kg de resíduos foram recolhidos. Na Ilha do Boi, foram retirados aproximadamente 6 kg. Já na Praia de Camburi, próximo ao Atlântica Parque, 115 participantes contribuíram para a retirada de 42,18 kg de resíduos da praia e da restinga em pouco mais de uma hora, com destaque para pequenos fragmentos plásticos. Fotos: Felipe Facini e Caroline Reis Ao todo, mais de 210 kg de resíduos foram retirados dos ambientes costeiros de Vitória. A mobilização reuniu diversas instituições e contou com as parcerias da Samifra, Ampib e Vale, reforçando a importância da responsabilidade compartilhada sobre o consumo, o descarte adequado dos resíduos e a conservação dos ambientes costeiros. O Projeto Vitória da Restinga - ILHAS, iniciativa do Instituto Últimos Refúgios em parceria com a Vale e Prefeitura de Vitória, promove ações de educação ambiental em prol da conservação do ecossistema costeiro da Ilha do Boi e Ilha do Frade. Ficha técnica VITÓRIA DA RESTINGA - ILHAS Coordenação Geral: Raphael Gaspar Gestão Financeira: Thiago Biólogos(as)/educadores(as) ambientais: Danielle awabdi e Ingrid Cole Comunicação: Marcella Rosa Design gráfico: Felipe Facini O Projeto Vitória da Restinga - PARQUE COSTEIRO, iniciativa do Instituto Últimos Refúgios em parceria com o Parque Costeiro, promove ações de educação ambiental em prol da conservação do ecossistema costeiro da orla de Camburi. Ficha técnica VITÓRIA DA RESTINGA - PARQUE COSTEIRO Coordenação Geral: Rafael Coelho Produção Executiva: Leonardo Merçon e Raphael Gaspar Gestão Financeira: Thiago Negrelli Biólogos(as)/educadores(as) ambientais: Danielle Awabdi, Carol Reis Comunicação: Vitor Pinheiro e Marcella Rosa Design gráfico: Felipe Facini
- Fim de semana de atividades no Parque Costeiro
Nos dias 26 e 27 de setembro, o Projeto Vitória da Restinga, iniciativa do Instituto Últimos Refúgios, participou de um fim de semana de atividades no Parque Costeiro, em Vitória, com ações de educação ambiental, arte e aproximação do público com a natureza Ação Parque Costeiro Frottage. No sábado (26), a programação contou com uma oficina de frottage com folhas, técnica que permite registrar formas e texturas por meio da sobreposição do papel e do atrito com materiais como lápis e giz. A atividade incentivou os participantes a observar de perto os diferentes formatos e texturas das folhas. Durante o dia, o projeto também esteve presente com seu estande expositivo e jogos educativos realizados em parceria com o Laboratório de Ecologia Humana da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Fotos: Marcella Rosa Já no domingo (27), as atividades fizeram parte da comemoração do aniversário do Parque Costeiro. O Vitória da Restinga participou da programação com pintura corporal, estande expositivo, jogos educativos, a presença da mascote Olívia, a tartaruga-verde, e esquetes teatrais. As apresentações buscaram aproximar o público dos ecossistemas de restinga, manguezal e oceano, utilizando o teatro como ferramenta de sensibilização e educação ambiental. Fotos: Marcella Rosa e Caroline Reis A celebração reuniu ainda outras atrações promovidas pelo Parque Costeiro ao longo do dia, incluindo uma feirinha e o Disco Voador, projeto de discotecagem em vinil que integrou a programação de aniversário. O fim de semana reuniu arte, cultura e educação ambiental, proporcionando diferentes formas de conhecer e valorizar a biodiversidade e os ecossistemas costeiros. Vitória Da Restinga O Projeto Vitória da Restinga - PARQUE COSTEIRO, iniciativa do Instituto Últimos Refúgios em parceria com o Parque Costeiro, promove ações de educação ambiental em prol da conservação do ecossistema costeiro da orla de Camburi. Ficha técnica VITÓRIA DA RESTINGA - PARQUE COSTEIRO Coordenação Geral: Rafael Coelho Produção Executiva: Leonardo Merçon e Raphael Gaspar Gestão Financeira: Thiago Negrelli Biólogos(as)/educadores(as) ambientais: Danielle Awabdi, Carol Reis Comunicação: Vitor Pinheiro e Marcella Rosa Design gráfico: Felipe Facini












