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711 resultados encontrados com uma busca vazia

  • FILMES SELECIONADOS - CINE.EMA 2017

    Cine.Ema divulga filmes selecionados para 2017​ Filmes de oito Estados brasileiros concorrem ao troféu “Burarama” na 3ª edição do Festival de Cinema Ambiental de Cachoeiro de Itapemirim. Inspirado na Pedra da Ema, o “Cine.Ema” apresenta a seleção oficial dos filmes da mostra competitiva, que integra a programação da terceira edição do Festival de Cinema Ambiental. A curadoria, composta por Léo Merçon, Ilka Westermeyer, do Instituto Últimos Refúgios, e Roberta C. Fassarella, avaliou cerca de 100 obras cinematográficas de todo o Brasil. Foram selecionados 15 filmes de curta duração nas categorias de ficção, animação e documentário dos Estados do Mato Grosso, Goiás, Espírito Santo, São Paulo, Minas Gerais, Paraíba, Distrito Federal e Pernambuco. O festival será realizado nos dias 30 de junho e 01 de julho, no distrito de Burarama. Com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento socioambiental da comunidade, a Odebrecht Ambiental e a ANA, Agência Nacional de Águas, são algumas das empresas e instituições parceiras do festival. Os vencedores serão premiados em cada categoria com o Troféu “Burarama”, além do prêmio de votação popular. Buscando fazer de Burarama uma referência cultural e turística no sul capixaba, o festival foi pensado para valorizar a Pedra da Ema localizada no distrito. A pedra leva este nome por estampar em sua superfície a figura de uma Ema, transformando-se num símbolo da região. Alguns dos filmes selecionados para o festival. Em sua 3ª edição, o Festival Cine.Ema convida você a encontrar a origem da água e a se perguntar: de onde ela vem? De onde vem o Rio? E quais são as memórias das águas? Dos riachos, cachoeiras e córregos? Como ela surge e como manter sua fonte viva? Nessa jornada, o Cine.Ema chega doce como as águas do rio, propondo um mergulho nas lembranças que marcam a memória das comunidades, mas também, na investigação da origem e na preservação das nascentes. O Cine.Ema é uma realização do Ministério da Cultura, da Caju Produções e do Instituto Últimos Refúgios, com apoio da Odebrecht Ambiental, da ANA (Agência Nacional de Águas) e do Ministério do Meio Ambiente. LISTA DOS FILMES SELECIONADOS (organizados por ordem alfabética) A piscina de Caíque, de Raphael Gustavo da Silva | Fic, 15min, GO Andar de Trem, de Duda Larson | Ani, 03min, SP Animais, de Guilherme Alvernaz | Ani, 12min, SP Berço das Águas, de Wesley Gondim | Doc, 17min, DF Capibaribe, da Nascente a foz, de Canário Caliari | Doc, 20min, PE Cheiro de Melancia, de Maria Cardozo | Fic, 16min, PE Enquanto Canto, de Sil Azevedo | Fic, 15min, RJ Louça de Deus, de Eudaldo Monção Jr. | Doc, 13min, SP Maria Cachoeira, de Pedro Carcereri | Fic, 11min, MG Macacada, de Duda Larson | Ani, 04min, SP Meu Rio Vermelho, de Rafael Irineu Alves Lacerda | Doc, 20min, MT Pato-mergulhão: Vida e novas vidas, de Sávio Freire Bruno | Doc, 03min, RJ Rio Verdadeiro, de Hidalgo Romero | Doc, 16min, SP Uma Aventura na Caatinga, de Laercio Ferreira Filho | Ani, 12min, PB Zoom, de Aristhotelis Tadeu Tiradentes | Fic, 11min, ES FOTOS DE EDIÇÕES ANTERIORES REALIZAÇÃO

  • Desastre ambiental ignorado!

    Segundo o último informe do Ministério da Saúde foram notificadas 4.240 mortes de macacos brasileiros associados ao atual surto de febre amarela silvestre. Infelizmente, sabemos que é uma pequena parte do que já morreu. Ou seja, à sombra do drama na saúde pública, existe um desastre ecológico que está sendo negligenciado. Bugio morto pela Febre Amarela no Espírito Santo (Foto: Projeto Muriqui - ES) Exceto no Espírito Santo, em que a Secretaria de Meio Ambiente está financiando um estudo sobre o impacto da febre amarela sobre os primatas, não tenho visto pronunciamentos dos órgãos ambientais estaduais e nacionais sobre esse tema. Eu esperava que não só o Ministro da Saúde viesse a público tratar do assunto, mas também o Ministro do Meio Ambiente. Espécies estratégicas para os ecossistemas florestais e ameaçadas de extinção estão sendo dizimadas e, exceto alguns setores técnicos e imprensa, o assunto continua ignorado pela área ambiental. A febre amarela, mais do que nunca, vem demonstrar que saúde humana e saúde ambiental precisam ser tratadas de maneira integrada. Fonte: Texto escrito pelo Professor Dr. Sérgio Lucena, da Universidade Federal do Espírito Santo - UFES VEJA FOTOS DE MACACOS NAS FLORESTAS DO ESPÍRITO SANTO, ANTES DA FEBRE AMARELA:

  • Educação Ambiental: tanque gigante para observação de tartarugas em Vitória

    Vitória ganhou o maior tanque de criação e observação de tartarugas do projeto Tamar no Espírito Santo. Inaugurado em fevereiro, o Instituto Últimos Refúgios (UR) está super feliz com essa conquista, fruto do diálogo do Coletivo Ambiental que foi concretizado pelo Projeto Tamar. Também participaram desse diálogo o Instituto O Canal, o Paulinho Rodrigues (Instituto Baleia Jubarte), entre outras pessoas muito feras, preocupadas com o meio ambiente. Todos estão convidados a irem conhecer o tanque no Centro de Visitação do Tamar-Vitória, que fica na Ilha do Papagaio, na Praça do Papa, e funciona de terça a domingo, das 8h30 às 17 horas. O valor do ingresso é de R$ 6,00 (meia) e R$ 12,00 (inteira). O valor da entrada ajudará no trabalho de conservação das tartarugas. O tanque, que é uma parceria entre Projeto Tamar, Prefeitura de Vitória e a ArcelorMittal, tem capacidade para 112 mil litros de água, podendo abrigar diversas espécies de peixes, além das tartarugas. As laterais de vidro proporcionarão uma visão ampla do interior aos visitantes e serão uma das grandes atrações do local. A nova atração se junta a outros dois menores - de 30 mil e de 2 mil litros - para observação de tartarugas marinhas. Os visitantes também recebem informações sobre a Ilha de Trindade, o maior sítio reprodutivo da tartaruga verde no País. Por meio deste tanque será possível aumentar o trabalho de conscientização ambiental com crianças, em Vitória, que terão um contato ainda maior com as espécies de tartarugas. Leonardo Merçon, fotógrafo de natureza e presidente do UR, acredita no potencial turístico que o Espírito Santo possui devido à riqueza de biodiversidade natural que pode ser explorada de forma sustentável e didática. O Projeto Tamar Para Léo Merçon, o Projeto Tamar é de suma importância para o Estado, pois o trabalho deles já salvou muitas espécies de tartarugas que estavam ameaçadas de extinção. “O Projeto Tamar é uma fonte de inspiração do nosso trabalho, já que foram uns dos primeiros a acreditarem na sensibilização ambiental por meio da fotografia de conservação. Sempre que eles precisam de apoio, o Instituto Últimos Refúgios contribui como pode”, conta Merçon. Mais informações pelo telefone 3225-3787 (Projeto Tamar). VEJA MAIS FOTOS DA INAUGURAÇÃO:

  • No que se torna o indesejado?

    O dia mundial da água, que é comemorado dia 22 de março, tem como tema escolhido pela Organização das Nações Unidas-ONU, em 2017, as ‘águas residuais’. O termo água residual se refere à água ‘usada’, ou seja, a água que sobra após a sua utilização em numerosas aplicações, tais como Industrial, agrícola, municipal, doméstica, etc. O tema foi indicado com foco na segurança hídrica para o futuro já que, hoje, mais de 600 milhões de pessoas, no mundo, vivem sem acesso ao abastecimento de água próximo às suas residências e 1.8 bilhões de pessoas só têm acesso à água contaminada. Gotas retidas em folhas após chuva Com tantos problemas relacionados à água, faço a pergunta: você é um esbanjador de água? A resposta é sim, todos nós somos. No mundo, 80% da água utilizada por nós volta para a natureza sem tratamento. Utilizamos esse bem, mas, geralmente, não pensamos o que acontece com a água residual depois do seu descarte. Devemos refletir sobre o fato de que, o que descartamos hoje, ainda tem um longo caminho a percorrer e acaba em outro lugar, próximo ou distante de nós, afetando plantas, animais e seres humanos. Ao mesmo tempo, o uso exacerbado da água causa estresses nos recursos hídricos, o que pode causar graves crises de água. Crises hídricas podem ter causas físicas (naturais ou antrópicas) ou até mesmo econômicas. Escassez de água física ocorre quando os recursos hídricos naturais são incapazes de satisfazer a demanda de uma região e a escassez de água econômica é resultado de problemas de gestão de água. Dito isto, em ambos os casos o reuso da água, uma vez indesejada, entra como uma alternativa para amenizar tais problemas de qualidade e quantidade. Terra seca com planta nascendo Na campanha do dia mundial da água de 2017 ressalta-se que, para atingir os objetivos do desenvolvimento sustentável até 2030, devemos tratar e reutilizar a água, ao invés de desperdiçar ou descartar, melhorando a fluidez do ciclo da água. O reuso referencia ao uso intencional ou não intencional de águas tratadas, parcialmente tratadas, misturadas ou não tratadas, estando ou não sob um marco regulatório, legislação ou protocolo projetado para assegurar a segurança hídrica. 3ª ponte vista de baixo, no lado de Vila Velha, onde infelizmente, todo o esgoto é despejado no mar No Estado do Espírito Santo foi aprovada a Proposta de Emenda à Constituição - PEC 17/2015 de autoria do Deputado Estadual Sérgio Majeski. A PEC determina que os municípios do Espírito Santo desenvolvam planos para o uso racional, o reuso e a destinação final de águas residuais. Segundo o Deputado, o termo ‘reuso’ foi incluído nos artigos do termo de conservação e recuperação de corpos d’água para que os municípios adequem essa emenda à Lei Orgânica Municipal. Uma vez que os municípios acatem a mudança da constituição estadual, todas as licenças geradas por aquele município para construção de residências, comércios e indústrias, dentre outros, devem cobrar o plano de reuso de água para que a licenças sejam emitidas. Lixo na beira de riacho poluído, em Vila Velha - ES Águas residuais podem ser utilizadas em atividades agrícolas, aquiculturais, industriais, como água potável, para usos domésticos não potáveis, irrigação, recreação e recarga de águas subterrâneas. Apesar de ter seu uso proibido oficialmente, é tolerado no setor informal sendo utilizado, principalmente, para irrigação. A subsistência de muitas pessoas já depende do acesso às águas residuais não tratadas ou parcialmente tratadas. Por exemplo, o uso de águas residuais pode ocorrer quando as águas de descarga e de canais de drenagem são facilmente acessíveis e não geram nenhum custo ao usuário, conferindo benefícios devido ao seu alto teor de nutrientes para a plantação. Também, muitas indústrias estão apostando em abordagens mais centradas em soluções tecnológicas para o reuso. Locais como Singapura, Japão e Austrália já utilizam dos recursos para aperfeiçoar atividades em empreendimentos, sendo utilizada até mesmo na produção de energia. Rio na Reserva Biológica de Duas Bocas, em Cariacica - ES Embora as oportunidades para expandir o reuso sejam significativas, existem alguns desafios relacionados à elas: as mudanças climáticas, o monitoramento adequado, a aceitação pública e os recursos financeiros aplicados. Enquanto alguns destes fatores são considerados barreiras, os benefícios da expansão do reuso provavelmente superarão tais desafios, em um futuro próximo. A busca segue por alternativas sustentáveis uma vez que os recursos naturais estão cada vez mais escassos e, sabendo que as águas residuais podem ser tratadas e reutilizadas, o indesejado pode se tornar o cobiçado. Carolina F. Pinto Cientista Ambiental e Pesquisadora Email: carol.green.info@gmail.com ________________________________________________________________________________________________ Lautze, J.; Stander, E.; Drechsel, P.; da Silva, A. K.; Keraita, B. (2014). Global experiences in water reuse. Colombo, Sri Lanka: International Water Management Institute (IWMI). CGIAR Research Program on Water, Land and Ecosystems (WLE). 31p. (Resource Recovery and Reuse Series 4). doi: 10.5337/2014.209 UN Water (2017) Factsheet- World Water Day 2017: Why waste water? http://www.worldwaterday.org/wp-content/uploads/2017/01/Fact_sheet_WWD2017_EN.pdf

  • UR Recomenda: Biofaces.com, uma coleção virtual de registros de espécies

    O fotógrafo de natureza e conservação, Leonardo Merçon, e presidente do Instituto Últimos Refúgios (UR) recebeu um convite para participar do site Biofaces.com, um tipo de rede social gratuita voltada para fotógrafos, biólogos, pesquisadores e todas as pessoas que, assim como nós, são apaixonadas pela natureza. Nesta ferramenta é possível publicar suas fotos e conteúdo multimídia de animais em seu habitat natural, interagir com outros fotógrafos ajudando-os a identificar e contabilizar as espécies registradas. Preparamos um vídeo, com muito carinho, em nosso canal do YouTube, da série "Últimos Refúgios Recomenda", explicando direitinho como o Biofaces.com funciona, as regras, as recompensas e o que Léo está achando de participar dessa rede de divulgação da nossa biodiversidade! Ficou curioso? Assista ao vídeo logo abaixo e, se gostar, se inscreva no nosso canal, deixe seu joinha (like), comente e compartilhe com outras pessoas que possam se interessar. E viva a natureza!

  • Campanha "Não à extinção do Iema!"

    Uma decisão do Governo pôs em cheque a existência do Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (IEMA). Isso levou com que servidores do órgão ambiental e a sociedade civil criassem a campanha. Servidores do IEMA fiscalizando Parque Estadual. O IEMA é um órgão ambiental, responsável pelo planejamento, licenciamento e fiscalização das empresas instaladas no estado e também pela recuperação e conservação dos recursos naturais capixabas, possuindo administrativo, jurídico e financeiro próprios. Perante essa decisão tomada no carnaval, surpresa para todos, esse órgão tão importante para nosso Estado será integrado à Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (SEAMA). Como autarquia independente, o IEMA exerce suas atribuições conforme a lei, já a SEAMA é um órgão administrado pelo governador em exercício. Segundo nossos parceiros (alguns deles servidores do IEMA), a extinção do IEMA poderá implicar em sérios prejuízos à sociedade capixaba, como lentidão dos andamentos dos processos e projetos, redução do poder de fiscalização das empresas poluidoras e favorecimento de influências políticas sobre decisões ambientais em detrimento aos interesses coletivos, o que pode representar um retrocesso inaceitável na atual crise ambiental em que vivemos. Nós do Instituto Últimos Refúgios apoiamos os servidores do IEMA e pedimos que a sociedade capixaba colabore assinando a petição online para impedir a efetivação desse ato que poderá ocasionar a perda de qualidade de vida e ambiental no nosso Estado. Link para a petição Online: https://secure.avaaz.org/po/petition/Assembleia_Legislativa_do_Estado_do_Espirito_Santo_Votem_contra_o_projeto_de_extincao_do_Iema/?zqwiMlb&utm_source=sharetools&utm_medium=whatsapp&utm_campaign=petition-411632-Assembleia_Legislativa_do_Estado_do_Espirito_Santo_Votem_contra_o_projeto_de_extincao_do_Iema&utm_term=qwiMlb%2Bpo!

  • Carnaval de luto em Vale Encantado, Vila Velha

    Enquanto muitos estavam aproveitando as alegrias do carnaval, um grupo de ambientalistas tentava apagar um incêndio, no morro do Carcará, em Vale Encantado, Vila Velha, ES O incêndio criminoso começou na manhã da última segunda-feira (27) e devastou uma área considerável, conforme a foto abaixo. Algumas pessoas, que estavam monitorando a área chegaram a fotografar o incendiário de costas, enquanto fugia. Moradores acionaram o Corpo de Bombeiros e esse órgão não atendeu. O grupo tentou apagar o incêndio, com total insucesso. Sem apoio das autoridades constituídas, o sonho de criar o Parque da Lagoa Encantada fica cada vez mais distante. O verde da vegetação está virando pó de carvão, mas alguém deve estar sorrindo! Sobre a área A APP Lagoa Encantada é uma Área de Preservação Permanente que fica na área conhecida como Areal do Vale Encantado e recebeu este nome, em homenagem a conhecida lagoa de nome: Lagoa Encantada, esta lagoa também teve influência no nome do bairro Vale Encantado que até então se chamava Parque Alice. Esta área possui 1.194.804.85 m² e fica entre os bairros: Vale Encantado, Jardim do Vale, Santa Clara, Rio Marinho, Jardim Marilândia, Rodovia Darly Santos e Avenida Carlos Lindemberg. É uma área de extrema beleza, com diversas espécies animais, berçário de Garças e Jacarés dentre outras espécies A pequena área verde, ainda existente no local, é muito cobiçada para expansão imobiliária, porém, sua conservação é de extrema importância para a comunidade local. Trata-se de um resquício da Mata Atlântica, onde está a nascente do Rio Aribiri, com grande biodiversidade, onde são feitos estudos e pesquisas por Igrejas, estudantes e biólogos. Importância da região É uma importante área de lazer para a comunidade, que a visita para banhos de lagoa, pesca, piqueniques, trilhas de bike, observação de aves e outras atividades. Muitos tiram de lá ervas medicinais para cura de diversas doenças. Existe também, muita sacralidade na área, pois várias Igrejas realizam batismo nas águas de sua lagoa. A área exerce a importante função reguladora de enchentes, impedindo o alagamento dos bairros próximos, pois é permeável e baixa, demora a encharcar e quando encharca, retém toda a água em seu solo alagável. Problemas enfrentados Os principais ataques sofridos na região são a derrubada de árvores e incêndios. Várias denúncias foram feitas à Polícia Ambiental, Ministério Público Estadual (MPES) e Prefeitura Municipal de Vila Velha, por pessoas da comunidade, pelo DESEA – Fórum de Desenvolvimento Econômico Social e Ambiental do Grande Vale, pelo Instituto Ecomaris e pelo Fórum Popular em Defesa de Vila Velha. Na semana passada, foi protocolada no MPES mais uma denúncia de desmatamento no mesmo local. NOS AJUDE A PRESERVAR! Conheça a biodiversidade do local e ajude a defendê-la: https://www.facebook.com/AppLagoaEncantada/​ MAIS INFORMAÇÕES: Willerman – (27) 99785-2247 MAIS FOTOS:

  • EDITAL DE CONVOCAÇÃO PARA ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA

    INSTITUTO ÚLTIMOS REFÚGIOS, localizado na R. Humberto Balbi, nº 21, sala 208, Ed. Renê Descartes, Jardim Camburi, Vitória (ES) – CEP 29.092-080 pelo seu Presidente, LEONARDO PREST MERÇON ROCHA, CONVOCA a todos os associados para comparecer à ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA, que será realizada às 17 h, do dia 20 de março de 2017, na R. Vila Lobos, nº 123, Barro Vermelho, Vitória (ES), 29.057-610, com a seguinte ordem do dia: 1. Apreciação e aprovação do Relatório de Atividades da gestão 2016, e parcial do ano de 2017; 2. Apreciação e aprovação das contas do exercício de 2016 e parcial do ano de 2017; A Assembleia Geral instalar-se-á em primeira convocação às 17h; e em segunda convocação 20 (vinte) minutos depois. VVitória (ES), 01 de março de 2017. LEONARDO PREST MERÇON ROCHA Presidente FUNDADO EM 12 DE DEZEMBRO DE 2011 CNPJ: 15.716.272.0001-60

  • Febre amarela: a culpa é de quem?

    Sobre a febre amarela, tem sido ventilado que os mosquitos são os vilões da história. Mas no caso desse surto de febre amarela silvestre não é bem assim, os vilões são o vírus (o patógeno) e o homem (que alterou o ambiente natural da vida silvestre). A febre amarela é uma doença infecciosa grave causada por um vírus, que ocorre nas Américas do Sul e Central, além de alguns países da África. Acomete principalmente os primatas e é transmitido por alguns tipos de mosquitos, na área urbana e na área rural. Sua origem é provavelmente africana, chegou às Américas pelo tráfico de escravos, e se espalhou na floresta tropical americana através de mosquitos silvestres. Na área urbana, o vírus é transmitido pelo temido Aedes aegypti, um mosquito também proveniente da África. Mas no Brasil, desde 1942, não tem registro da circulação urbana do vírus (mas é preciso tomar cuidado para que não volte). Nas florestas das Américas, quem transmite o vírus são os mosquitos silvestres dos gêneros Haemagogus e Sabethes. Os mosquitos, quando contaminados, transmitem o vírus principalmente para os macacos e acidentalmente para as pessoas do campo, que estão em contato com a floresta. Esses mosquitos dependem das florestas para sua manutenção, se reproduzem em ocos e cascas de árvores e se alimentam do sangue de animais, principalmente dos primatas nas copas das árvores. Assim como as outras espécies silvestres, esses mosquitos também possuem seu papel ecológico nos ambientes naturais, ainda que exista controvérsia sobre se esse papel é indispensável. Entretanto, é importante ressaltar que esses mosquitos da floresta não são vilões, porque assim como as pessoas leigas e desinformadas partem para combater a febre amarela tentando matar os macacos, tentam matar também os mosquitos da pior forma, ateando fogo nas florestas e/ou jogando veneno. Fotos tiradas em laboratório da espécie Haemagogus leucocelaenus, coletada no Parque Municipal Anhanguera, situado na cidade de São Paulo. (Laboratório de Entomologia em Saúde Pública da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (LESP/FSP/USP)) Mosquito Sabethes (Francisco Felipe Xavier-Filho, Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia); A medida mais importante para prevenir e controlar a febre amarela é a vacinação da população. Os seres humanos são mais resistentes ao vírus (foi o homem quem introduziu o vírus nas Américas), podem funcionar como reservatórios resistentes, aumentando a circulação do vírus entre regiões e ambientes silvestres, e podendo até levar o vírus ao ambiente urbano novamente. Nos macacos, este o surto de febre amarela de fato é uma tragédia. Os macacos são vulneráveis ao vírus, e a quantidade de mortes e a velocidade com que isso tem acontecido é preocupante. Nesta situação, das duas uma, ou sobrarão os macacos mais resistentes ao vírus ou restarão os vírus menos virulentos na região (pois o vírus também depende do hospedeiro para a sua manutenção, e aquele vírus que mata deixa de se reproduzir no macaco morto). Entretanto, como as populações e grupos de primatas são pequenas e fragmentadas (ameaçadas de extinção), infelizmente, é esperado como consequência muitas extinções locais. Vacinar as pessoas na área de risco, principalmente aquelas que estão em contato com a floresta, é uma medida preventiva que protege a população humana, mas que também pode reduzir a circulação e a transmissão do vírus para os primatas. Acima, macacos que ocorrem no Espírito Santo, por ordem de organização: Bugio ou Barbado (Alouatta guariba), Muriqui-do-norte (Brachyteles hypoxanthus), Guigó (Callicebus personatus), Macaco-prego (Sapajus nigritus), Sagui-da-serra (Callithrix flaviceps), Sagui-de-cara-branca (Callithrix geoffroyi), Macaco-prego-de-crista (Sapajus robustus). Vale destacar que a Organização Pan-Americana da Saúde lançou um alerta epidemiológico para todas as Américas. No Brasil, o surto não está restrito à Bacia do Rio Doce, em Minas Gerais e Espírito Santo, como se tem ventilado. Acontece que há muitos anos a febre amarela está avançando para o leste de Minas Gerais, Espírito Santo e sul da Bahia, áreas consideradas de risco potencial para a doença. O problema é que o vírus chegou e encontrou a população não imunizada na região e rapidamente se espalhou. A solução para prevenir e controlar a febre amarela é vacinar as pessoas! Texto: Aureo Banhos, Professor da Ufes/Campus Alegre.. Fotos: - Leonardo Merçon, Instituto Últimos Refúgios (fotos: macacos e incêndio no PEPCV); - Francisco Felipe Xavier-Filho, Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (foto: mosquito Sabethes); - Antônio Ralph, Laboratório de Entomologia em Saúde Pública da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (LESP/FSP/USP) - (foto: mosquito Haemagogus leucocelaenus)

  • História de Fotógrafo: Vida na Lagoa

    Já foi ver o vídeo novo em nosso canal do Youtube? Ainda não? Então a gente facilita pra você: assista aqui mesmo! No episódio da História de Fotógrafo: Vida na Lagoa, Leonardo Merçon revela os desafios que um fotógrafo de natureza enfrenta ao fazer registros da flora e fauna que habitam nos ambientes aquáticos e ao seu redor. Confira essa experiência e as belíssimas imagens capturadas no link abaixo:

  • BBC Brasil repercute o resgate dramático de ninhos de tartaruga registrado pelo UR, em Linhares

    O fotógrafo Leonardo Merçon percorria em meados de novembro o litoral de Regência, no norte do Espírito Santo, quando se deparou com uma situação tensa. Um temporal com rajadas de vento formou ondas grandes, e a maré começou a levar a faixa de areia da praia, ameçando dezenas de ninhos de tartarugas monitorados pelo projeto Tamar, que tem uma base no local. Confira o vídeo: "Fomos a Regência em uma expedição para refazer o caminho de um naturalista alemão (o príncipe de Wied-Neuwied, Alexander Philipp Maximilian) que visitou o Brasil há 200 anos. Aí nos deparamos com aquela situação. Tivemos que ajudar", disse Merçon. Ao lado de equipes da Reserva Biológica (Rebio) de Comboios e do projeto Tamar, o time de Merçon se envolveu por quatro dias (17 a 20 de novembro) em um trabalho de resgate dos ovos e transferência dos ninhos ao longo de 37 km de praias. O esforço resultou na transferência de 60 ninhos das espécies cabeçuda (Caretta caretta) e gigante (Dermochelys coriacea), ambas ameaçadas de extinção. Cerca de outros 50 foram perdidos para a maré. Cada ninho costuma ter aproximadamente 120 ovos. O norte do Espírito Santo, ao lado de áreas no Rio de Janeiro e do Nordeste, é a principal região de desova de tartarugas marinhas no litoral brasileiro, por ter areia e água do mar mais quentes. "O ideal é nunca mexer nos ninhos, pois isso pode mudar a temperatura dos ovos e alterar a taxa de eclosão, mas neste caso não havia outra alternativa", afirmou à BBC Brasil a bióloga do projeto Tamar Flávia Ribeiro. "Foi um temporal como nunca tinha visto", disse Antônio de Pádua, chefe da Rebio de Comboios. Para a bióloga do Tamar, tais eventos extremos, como o temporal que levou a faixa de areia embora em Regência, estão se tornando cada vez mais comuns. "Se ocorrem naturalmente ou por impacto das mudanças climáticas, não se sabe." Texto extraído do site da BBC Brasil - http://www.bbc.com/portuguese/geral-38340665

  • O "Pequeno Rossi" de Regência

    Pessoal, olhem que fantástico! Após a oficina de fotografia e vídeo ambiental, dada pelo Léo Merçon e da Ilka Westermeyer do Instituto Últimos Refúgios (UR), no I DOC Regência, em Linhares, tivemos a agradável surpresa de saber que o Vinicius, uma das crianças que participou da oficina, tomou a iniciativa de criar um canal no Youtube. Em um de seus vídeos, ele divulga o UR e conta como foi legal pra ele receber nosso trabalho lá onde mora. Coisas assim nos alegram e nos motivam a seguir em frente com nossas atividades de conscientização ambiental, sobretudo com crianças. Estamos imensamente felizes por termos sido uma influência positiva pro Vinicius. Esperamos que esses vídeos simples abram caminhos e novos horizontes em sua vida e que ele influencie as pessoas em sua volta a contribuírem para um mundo melhor. Assista aqui o vídeo do nosso nosso amiguinho. Aproveite curta e se inscreva também no canal dele "Pequeno Rossi". Vamos incentivá-lo?! "Nunca pare de tentar mudar o mundo, mesmo que inicialmente não obtenha sucesso, pois você pode tocar o coração de uma criança que vai mudar!” Ilka Westermeyer (vice-presidente do UR)

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