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- Indicação: Livro Marsupiais do Brasil - Biologia, Ecologia e Conservação
Infelizmente, as informações sobre os marsupiais brasileiros são um tanto quanto escassas e, por vezes, de difícil acesso. Com isso, estudantes e cientistas que desejam aprofundar-se no assunto precisam recorrer a busca por artigos, publicações e poucos livros. Para a população, ter contato com esses materiais e entender um pouco mais sobre estes animais é ainda mais difícil. Hoje, fico feliz em apresentar o livro “Os Marsupiais do Brasil: Biologia, Ecologia e Conservação”. O primeiro contato que tive com a obra foi na graduação, principalmente em 2013, durante a produção da monografia. Hoje utilizo ainda mais. É neste livro que encontro respostas quando surge alguma dúvida e é a ele que recorro quando preciso de boas ideias para produzir conteúdo sobre Marsupiais. Além de explorar um pouco da história evolutiva destes mamíferos, a obra aborda diversos tópicos, como alimentação, modo de vida, locomoção, características e distribuição dos marsupiais pelo Brasil. O conteúdo deste livro nos faz refletir sobre a importância de cada uma dessas espécies brasileiras. Com a contribuição de diversos especialistas, a obra está em sua segunda edição. Cada um dos envolvidos contribuiu para expor, com base em experiências, um conhecimento detalhado sobre os incríveis animais que são os marsupiais. Nilton Carlos Cáceres, organizador da obra, começou sua carreira estudando os marsupiais, particularmente os gambás. Segundo ele, o interesse foi repentino. “Desde então, minhas pesquisas em sua maioria os retratavam, desde que é um grupo carismático, mas que é pouco conhecido pelas pessoas. É um grupo que chegou aqui no Brasil há milhares de anos, muito antes de Cabral, Colombo, ou do primeiro homem na América. Hoje em dia é um grupo bem diversificado, no entanto ainda se conhece pouco sobre sua ecologia e história natural. Diante disto, um livro que reunisse especialistas em diversas áreas de conhecimento sobre os marsupiais seria preponderante. Isto foi feito, e a segunda versão foi publicada em 2012. Para mim foi gratificante ter liderado este time de dezenas de autores especialistas em marsupiais brasileiros. Atualmente, estou organizando um livro maior ainda, que tratará dos Marsupiais Americanos, não somente os do Brasil. Acredito muito que estas iniciativas ajudarão os marsupiais a serem reconhecidos pela população, direta ou indiretamente, além de propiciar sua conservação na natureza.” Autor de um dos capítulos, Helder José comenta a tristeza de que há pouquíssima bibliografia, sob forma de livro no Brasil, referente aos marsupiais. Helder aponta detalhes da obra. “Este é o mais completo e especializado livro no assunto, abrangendo praticamente todas as áreas. Nele, estão incluídos aspectos da distribuição, dos hábitos alimentares, da reprodução, da comunicação química, dos métodos de captura, dentre outros. São 24 partes, cada uma delas escrita por um, ou mais, especialista.” É interessante e admirável a união de especialistas e cientistas que, juntos, somam uma grande força, resultando em um livro magnífico e bem organizado. Eu, como pesquisadora, fico feliz e triste neste momento. A obra é muito completa, mas é única. Acredito que podemos e devemos produzir mais conteúdos como este, além de levar essas informações para uma diversidade maior de públicos, não nos limitando ao acadêmico. O livro “Os Marsupiais do Brasil: Biologia, Ecologia e Conservação” é uma fonte de inspiração, e seu conteúdo ajuda a expor toda a importância das espécies de marsupiais do nosso Brasil. Pode ser encontrado em algumas livrarias universitárias do país e livrarias especializadas na área ambiental. Iasmin Macedo - Coordenadora do Projeto Marsupiais. Conheça mais sobre o Projeto Marsupiais no LINK. Acompanhe também o Instituto Últimos Refúgios e o Projeto nas mídias sociais. Facebook e Youtube. Ajude-nos a proteger nossos marsupiais! DOE para o Projeto ou adquira nossa CAMISA. O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!"
- O Instituto Últimos Refúgios apoiou a mesa redonda "Projetos de Conservação da Fauna Ameaçada d
A mesa redonda contou com a participação dos representantes do Projeto Tatu Canastra, com Arnaud Desbiez (RZSS) e do Projeto Harpia, com Tânia Sanaiotti (INPA). Teve como moderador o professor Aureo Banhos (UFES). O evento aconteceu na Universidade Federal do Espírito Santo - UFES, no dia 30 de janeiro de 2019, das 9:30h às 12h. Com entrada gratuita, teve cerca de 65 ouvintes, dentre eles estudantes da universidade e membros de projetos de conservação locais. PALESTRA: Projeto Tatu Canastra, com Arnaud Desbiez. O tatu-canastra (Priodontes maximus) é uma das mais antigas espécies de mamíferos viventes, um verdadeiro fóssil vivo, mas é muito difícil avistar na natureza. Até recentemente, era desconhecida a sua existência em algumas localidades no Brasil e a maioria das informações sobre essa espécie era superficial. O Projeto Tatu Canastra tem melhorado o estado do conhecimento sobre a espécie. O projeto revelou, por exemplo, que o tatu-canastra é um grande engenheiro de ecossistemas, suas tocas se tornam habitats e abrigos para varias outras espécies. Arnaud Desbiez é zoólogo, doutor em manejo da biodiversidade e coordenador regional da Royal Zoological Society of Scotland (RZSS). Em 2010, fundou o Projeto Tatu Canastra e iniciou o primeiro estudo ecológico de longo prazo da espécie no Pantanal do Mato Grosso do Sul. Em 2015, recebeu o prestigiado prêmio mundial da conservação ambiental Whitley Award. Em 2017, estendeu os estudos para a Mata Atlântica do Espírito Santo. Arnaud também coordena o Projeto Bandeiras e Rodovias, que monitora os impactos das rodovias sobre os tamanduás-bandeira (Myrmecophaga tridactyla). PALESTRA: Projeto Harpia, com Tânia Sanaiotti. A harpia ou gavião-real (Harpia harpyja) é o maior predador voador das Américas. É uma águia que depende da floresta, nidifica em árvores de dossel emergentes e requer grandes extensões de floresta para sobreviver. A redução das florestas é a principal razão para o seu desaparecimento em grande parte de sua distribuição original. Há 20 anos, o Projeto Harpia tem monitorado a harpia e outras duas espécies de águias florestais, o uiraçu-falso (Morphnus guianensis) e o gavião-de-penacho (Spizaetus ornatus), no Brasil. O projeto já mapeou mais de 130 ninhos e monitora cerca 40 na Amazônia, Pantanal e Mata Atlântica. Tânia Sanaiotti é bióloga, doutora em ciências biológicas e há 35 anos é pesquisadora do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA). Em 1997, fundou o Projeto Harpia após a descoberta do primeiro ninho da espécie numa floresta de terra-firme na região próxima a Manaus - AM. Em 2004, estendeu as atividades do projeto da Amazônia para a Mata Atlântica da Bahia. Em 2010, a projeto encontrou o primeiro ninho de harpia no Espírito Santo. Hoje, o núcleo do projeto na Mata Atlântica monitora três ninhos ativos da espécie nesse estado. Gosta do trabalho do Instituto Últimos Refúgios? Faça parte de nossa história e ações, contrubuíndo com o programa "Amigo do Últimos Refúgios". Saiba mais clicando na imagem abaixo: Acompanhe também o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais. Facebook www.facebook.com/ultimosrefugios www.facebook.com/projetomarsupiais Youtube www.youtube.com/ultimosrefugios "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Comnheça mais sobre o Instituto Últimos Refúgios na página inicial do site!
- O INSTITUTO ÚLTIMOS REFÚGIOS APOIA AÇÕES E PROJETOS RELACIONADOS À TRAGÉDIA/CRIME DE BRUMADINHO
A tristeza é enorme. Mais uma tragédia. Mais um crime. Dessa vez no município de Brumadinho, na mesma Minas Gerais. Substâncias tóxicas derramadas, abreviando a vida de pessoas e animais. Vendo-os tentar sair daquela lama nos dá um nó na garganta. A mesma lama que marcou nossas almas em 2015. Muitos estão nos perguntando o que faremos. Dessa vez, iremos ajudar de longe, com o que estiver ao nosso alcance. Com nossa experiência, conhecimentos e aptidões, vamos apoiar o trabalho das equipes de resgate, investindo nosso tempo e recursos no suporte aos competentes colegas que já estão na cidade mineira. Seguem abaixo os itens com que nossa equipe pode colaborar: - Doação de imagens de natureza ou de imagens da tragédia do Rio Doce; - Edição de fotografias; - Edição de vídeo; - Criação de logos; - Criação de peças gráficas; - Divulgação em nossas mídias; - Criação de matérias; - Criação de websites; - Criação e gestão de contas em mídias sociais; - Assessoria de imprensa; - Espaço gratuito para armazenar imagens online (através de ftp e com senha para acesso); - Design de publicações impressas (livros, revistas, cartilhas); - Tradução Português/Inglês/Alemão; - Apoio Institucional da ONG e do Projeto Lágrimas do Rio Doce. Ajudaremos no que for possível para inicialmente mitigar os estragos feitos pela tragédia e, assim como aconteceu em Mariana-MG, faremos parte da luta para que não se repita! EMAIL DE CONTATO: contato@ultimosrefugios.com.br SITE: www.ultimosrefugios.org.br OBS.: As fotos do posts foram feitas no RIO DOCE!
- Mutirão de limpeza em Vitória no Espírito Santo reúne comunidade capixaba em defesa da vida marinha!
Neste último sábado dia 26 de Janeiro, o Instituto Últimos Refúgios participou da 2º Ação Coletiva em Prol da Vida Marinha numa grandiosa ação de limpeza de praia unindo diversas ONGs. A ação teve o apoio da Prefeitura de Vitória e a participação da população da comunidade Jesus de Nazareth. Foto 1 – Representação artística do lixo recolhido num mosaico de Tartaruga Marinha – imagem de drone. A ação que teve 4 horas de duração reuniu participantes que trabalharam incansavelmente e bravamente retirando pneus, cordas de sisal (utilizada para amarrar embarcações), bicicleta, geladeira, troncos de madeiras com pregos, sucatas de ferro, diversas embalagens de plástico, sacolas plásticas, roupas e muito mais. Em poucas horas de ação foi retirado quase 2 toneladas de lixo e todo esse detrito foi descartado corretamente pela Prefeitura de Vitória. A ação mostrou para a comunidade a força que o ativismo ambiental tem e a sua importância, demonstrando também que a comunidade pode e deve participar. Foto 2 – Voluntários e Comunidade Jesus de Nazareth em Vitória – ES reunidos após ação. A educação ambiental foi realizada em todo o momento da ação, tanto com as crianças da comunidade como também com todos os voluntários. A atividade foi representada na areia da praia através da arte, transformado o lixo em uma tartaruga gigante que reinou lindamente na área, uma lembrança e referência à vida marinha que é atingida direta e indiretamente pelo lixo. Um abraço simbólico foi dado na intervenção artística, com todos de mãos dadas em prol da vida marinha, na certeza de que o impacto dessa ação foi tão grande que alterou a percepção dos participantes, mostrando que todos são capazes de proteger avida dos oceanos. Foto 3 – A ação inspirou a todos, inclusive crianças. Segundo Sandro Firmino voluntário da Sea Shepherd Brasil e Diretor do Instituto O Canal disse que “ações como essas serão frequentes na Ilha de Vitória, e que a missão de todos envolvidos no projeto é de levar educação ambiental em defesa, conservação a preservação da vida marinha”. Foto 4 – Muitos detritos foram retirados para posterior relatório das quantidades. Segundo Leonardo Merçon Presidente da ONG Instituto Últimos Refúgios e fotógrafo da natureza completou “Como ambientalista acredito que esse tipo de ação obviamente não vão causar impactos grandes em relação a retirada do lixo, pois a quantidade existente dos detritos nos oceanos é enorme mas acreditamos que essas ações se tornam símbolos para as outras pessoas criarem consciência do lixo e também se inspirarem no que fazemos”. Foto 5 – Voluntários Sea Shepherd Brasil, Últimos Refúgios, Ecomaris e Instituto O Canal. Já o Rafa Braga do Instituto Ecomaris, acredita que “com a união e esforços de muitos é possível mudar nossa realidade local e são pequenas atitudes que fazem grande diferença”.Do ponto de vista do voluntário Fernando Martins, morador da comunidade Jesus de Nazareth, essa ação tem um impacto muito positivo na comunidade local, pois segundo ele “a população não valoriza mais a beleza natural do lugar pois já está acostumada com ela poluída e ações como estas ajudam a lembrar a riqueza natural e da importância de preservá-la”. Foto 6 – Muitos detritos foram retirados para posterior relatório das quantidades. E ainda citamos a fala do Capitão Paul Watson, fundador do Sea Shepherd “Nós não podemos deixar o ativismo ser reprimido por toda a paranoia que passa” (Paul Watson). Os participantes Guilherme, Juliano e Nicole, moradores de Vitória, disseram que “o trabalho em equipe é importantíssimo pois demonstra que existe várias pessoas engajadas na causa. Valorizaram também a participação das crianças pois segundo eles, elas são o futuro e com isso podemos formar cidadãos melhores”. Agradecemos a todos que participaram, são eles: Instituto Últimos Refúgios, Projeto Amigos da Jubarte, Projeto Pegada, Prefeitura de Vitória, Instituto O Canal, Instituto Ecomaris, Instituto Marcos Daniel, Voz da Natureza, Escola e Comunidade, Projetos Vigilantes dos Ecossistemas, RL Eventos, PEAM, Tour no Morro, Caverna de Adulão, a população da Comunidade Jesus de Nazareth, ao artista capixaba e morador da comunidade de Jesus de Nazareth Nico Duarte responsável pela linda intervenção artística transformando o lixo em uma tartaruga gigante, fotógrafos Leonardo Merçon e Jow Rodd. Obrigado a todos que participaram dessa ação!! * Fotos de Leonardo Merçon e Jow Rodd. #trashtag Gosta do trabalho do Instituto Últimos Refúgios? Faça parte de nossa história e ações, contrubuíndo com o programa "Amigo do Últimos Refúgios". Saiba mais clicando na imagem abaixo: Acompanhe também o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais. Facebook www.facebook.com/ultimosrefugios www.facebook.com/projetomarsupiais Youtube www.youtube.com/ultimosrefugios "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!"
- ATRAÇÃO JURASSIC WORLD E EXPOSIÇÃO AUDIOVISUAL “A NATUREZA ESTÁ MAIS PERTO DO QUE VOCÊ IMAGINA”- NO
De 17 de janeiro a 17 de fevereiro, acontece na praça central do Shopping Vitória o evento de férias “Jurassic World”. Foto: Lais Pimentel O evento acontece por meio de “Bilheteria Solidária”, na qual todo o valor arrecadado será destinado aos projetos e ações em prol da conservação do meio ambiente, realizados pela ONG sem fins lucrativos Instituto Marcos Daniel. Trata-se de uma ação social realizada pelo Shopping Vitória e Instituto Marcos Daniel, Instituto Últimos Refúgios, Universal Filmes, proporcionando muita diversão e adrenalina para a criançada! Foi montado um parque temático baseado no filme “Jurassic World: Reino Ameaçado”, o qual possui variados brinquedos e atividades incríveis como: Escalada do Vulcão; Escorregador Triceratop; Desafio Raptors; Piscina de Lava; Escalada de Cordas Stegosaouro; Cenografias ‘Tire Fotos’. É permitida a entrada de crianças entre 3 (três) e 10 (dez) anos, mediante uma contribuição de R$8,00 reais por criança na entrada. O parque está aberto ao público de segunda a sábado, das 10 horas às 22 horas, e aos domingos e feriados, das 13 horas às 21 horas. Para acessar o regulamento do evento e ter mais informações clique aqui. Foto: Lais Pimentel O Davi e a Helena (das fotos abaixo) adoraram a atração e se divertiram muito nos brinquedos e com a decoração do parque: Fotos: Cristina Zampa (inferior esquerda) e Marcelo Renan de Deus Santos (superior esquerda) e Natália Rabelo(superior direita e inferior direita) SOBRE O INSTITUTO MARCOS DANIEL Foi fundado pelo Dr. Marcos Daniel Santos, em 2004, e desenvolve projetos de monitoramento da saúde da fauna silvestre, conservação de biodiversidade e educação ambiental por meio do ecoturismo. Possui como missão, “contribuir para a conservação da biodiversidade, gerando conhecimento científico, boas práticas, comunicando e estimulando a promoção de uma sociedade sustentável”. Um exemplo de projetos da ONG é o Projeto Caiman, uma iniciativa pioneira que dedica-se à conservação dos jacarés-de-papo-amarelo (Caiman latirostris) da Mata Atlântica Brasileira, fazendo pesquisa, educação ambiental, resgate de animais e divulgação científica. Saiba mais sobre o Instituto e suas ações no site: https://www.imd.org.br/ EXPOSIÇÃO “A natureza está mais perto do que você imagina!” Paralelo a essa atividade para a criançada, foi criada para os adultos (mas as crianças também estão convidadas) a exposição fotográfica / audiovisual “A natureza está mais perto do que você imagina!”, um olhar do fotógrafo Leonardo Merçon, fotógrafo de natureza e Presidente do Instituto Últimos Refúgios. Por meio de imagens lindas, intrigantes e contagiantes, pode-se vivenciar alguns momentos fantásticos do Instituto Marcos Daniel (em especial das atividades do Projeto Caiman) em busca da conservação da biodiversidade capixaba e seus habitantes! Além das fotos, há textos e vídeos para uma melhor compreensão a respeito dessa causa ambiental e as atividades que o Instituto Marcos Daniel desenvolve! A exposição é gratuita e patrocinada pela ArcelorMittal Tubarão e apoiada pelo Shopping Vitória e Instituto Últimos Refúgios. Está posicionada em frente ao Outback, também no Shopping Vitória, e como o parque, ficará até 17 de fevereiro. Fotos: Lais Pimentel SOBRE O TRABALHO DO FOTÓGRAFO LEONARDO MERÇON COM O INSTITUTO ÚLTIMOS REFÚGIOS “O Instituto Últimos Refúgios é uma organização socioambiental e cultural sem fins lucrativos, que atua desde 2011 na divulgação e sensibilização ambiental, estimulando o diálogo entre sociedade, organizações ambientais, instituições privadas e governamentais.” Tem como foco o trabalho fotográfico e audiovisual relacionado à natureza, em prol da conservação ambiental e do despertar de novos hábitos, por meio de ações como oficinas, exposições artísticas e atividades de sensibilização. Missão: “Estimular o desenvolvimento da empatia das pessoas pela natureza, animais silvestres, e populações tradicionais.” REFERÊNCIAS: REGULAMENTO DO EVENTO DE FÉRIAS JURASSIC WORLD SHOPPING VITÓRIA 2019. Acesso em: 21 janeiro 2019 EDUCAÇÃO AMBIENTAL ATRAVÉS DE PESQUISA CIENTÍFICA. Acesso em: 21 janeiro.2019 QUEM SOMOS. Acesso em: 22 janeiro.2019
- Problema do lixo - Praia Limpa 2018, Vitória/ES
Vídeo produzido pelo Instituto Últimos Refúgios para o Instituto Ecomaris e a PMV para o Projeto Praia Limpa. O vídeo foi exibido momentos antes da virada de ano 2018/2019, num telão na praia de Camburi (lotada, por sinal)! Assistam, compartilhem, viralizem... pois a mensagem é muito importante! Precisamos conscientizar as pessoas sobre a destinação correta dos resíduos que produzimos! Instituições participantes da ação: Prefeitura de Vitória Instituto Últimos Refúgios Projeto Pegada Sea Sheperd Brasil Instituto O Canal Amigos da Jubarte Vida de Ilha Instituto Jacarenema de Pesquisa Ambiental Vigilantes dos Ecossistemas Desbravadores - Distrito de Barra do Jucu #trashtag
- EDITAL DE CONVOCAÇÃO PARA ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA
INSTITUTO ÚLTIMOS REFÚGIOS, localizado na R. Humberto Balbi, nº 21, sala 208, Ed. René Descartes, Jardim Camburi, Vitória (ES) – CEP 29.092-080 pelo seu Presidente, LEONARDO PREST MERÇON ROCHA, CONVOCA a todos os associados para comparecerá ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA, que será realizada às 18 h, do dia 23 de janeiro de 2019, na R. Humberto Balbi, nº 21, sala 208, Ed. René Descartes, Jardim Camburi, Vitória (ES) – CEP 29.092-080, com a seguinte ordem do dia: Apreciação e aprovação do Relatório de Atividades da gestão 2018, e parcial do ano de 2019; Apreciação e aprovação das contas do exercício de 2018 e parcial do ano de 2019; A Assembleia Geral instalar-se-á em primeira convocação às 18h; e em segunda convocação 20 (vinte) minutos depois. Vitória (ES), 04 de janeiro de 2019. LEONARDO PREST MERÇON ROCHA Presidente FUNDADO EM 12 DE DEZEMBRO DE 2011 CNPJ: 15.716.272.0001-60
- IBAMA/ES Homenageia Instituto Últimos Refúgios, Projeto Marsupiais e outros Parceiros do CETAS/ES.
No dia 18 de dezembro de 2018, o Centro de Triagem de Animais Silvestres, localizado no município de Serra, Espírito Santo, abriu suas portas para uma homenagem aos colaboradores e uma reunião técnica, onde foram abordados temas de melhorias para execução dos trabalhos e projetos do ano de 2019. Equipe do Cetas/ES, Rogério os Santos Araújo (Agente Ambiental Federal), Josiano Cordeiro Torezani (Analista Ambiental), Vinícius de Seixas Queiroz (Analista Ambiental), Décio Luiz Castelões Mota (Analista Ambiental e Responsável do Cetas/ES) e Equipe Últimos Refúgios Lorena Musiello (Voluntária do Projeto Marsupiais), Iasmin Macedo (Coordenadora do Projeto Marsupiais) e Leonardo Merçon (Presidente do Instituto Últimos Refúgios. Durante o período de apoio, os colaboradores voluntários não mediram esforços para ajudá-los com a saúde, reabilitação e soltura dos animais silvestres da fauna Espirito Santense. O evento contou com a presença do Superintendente do IBAMA/ES, Tarcísio José Föeger, e do Responsável pelo Centro de Triagem de Animais Silvestres DITEC/IBAMA/ES, Décio Luiz Castelões Mota, que ao longo da cerimônia fizeram uma homenagem aos colaboradores, certificando os representantes, de forma pública, e destacando a importância dos auxílios prestados de forma voluntária. Dentre os homenageados haviam o Instituto Últimos Refúgios e o Projeto Marsupiais, além de Veterinários, Biólogos, Reabilitadores, Clínicas, Laboratórios, outras Instituições de Conservação e Universidades, que tornam mais efetivo o trabalho do CETAS/Ibama. "Agraciados foram escolhidos entre colaboradores e entidades que se destacaram à frente de ações em parceria com o CETAS/ES na proteção da Fauna Silvestre Capixaba. O Superintendente Tarcísio Föeger entregou a honraria em solenidade no Centro Integrado de Gestão Ambiental da Lagoa Jacuném, em Serra/ES, na manhã de ontem (18)" Vinícius de Seixas Queiroz, Analista Ambiental do NUFAU/ES/IBAMA. Certificação entregue ao Instituto Últimos Refúgios e Projeto Marsupiais Além das homenagens, foi realizada ainda uma visita técnica às instalações do CETAS/ES e uma reunião de alinhamento, entre as entidades, visando agilizar os canais de comunicação e otimizar os procedimentos. De acordo com o Vinícius, a partir dessa discussão, foram programados três encontros técnicos para 2019. O primeiro em janeiro, onde os profissionais do CETAS e alguns voluntários receberão treinamento para otimizar o manejo visando a estabilização de pacientes críticos em quadros de emergência. Em seguida, no mês de fevereiro, serão discutidos os procedimentos operacionais pré e pós-operatórios para quadros ortopédicos (com principal destaque para fraturas de asas em aves de rapina). E o terceiro evento ocorrerá em março, quando será realizada uma oficina de trabalho (Workshop) para alinhamento entre órgãos públicos e privados nas diretrizes para atendimento a situações de conflito com animais silvestres em áreas urbanas da Grande Vitória. Equipe Cetas/ES, Representantes do batalhão da polícia ambiental e das Instituições colaboradoras. Sobre os CETAS Os Centros de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) do Ibama são unidades responsáveis pelo manejo dos animais silvestres que são recebidos de ação fiscalizatória, resgate ou entrega voluntária de particulares. Os Cetas possuem a finalidade de receber, identificar, marcar, triar, avaliar, recuperar, reabilitar e destinar esses animais silvestres, com o objetivo maior de devolvê-los à natureza, além de realizar e subsidiar pesquisas científicas, ensino e extensão. A solicitação de pesquisa deverá ser formalizada na Superintendência do Ibama. Fonte: Ibama 2018. Segundo Josiano Cordeiro Torezani (Analista Ambiental), até a presente data do ano de 2018, o CETAS do Espírito Santo atendeu 2.267 animais, dentre aves, mamíferos e répteis. Grande parte desses animais foram reabilitados e soltos na natureza ou então destinados para o CEREIAS (Centro de Reintrodução de Animais Selvagens - Aracruz/ES), onde também são reabilitados para posterior soltura em ambiente natural preservado. Este número representa o bom trabalho realizado pelo CETAS, e claro, com a ajuda dos colaboradores conseguiremos avançar ainda mais na preservação da fauna do estado. * Texto: Lorena Musiello - Estudante de Medicina Veterinária e Iasmin Macedo - Bióloga coordenadora do Projeto Marsupiais. Conheça mais sobre o Projeto Marsupiais no LINK. Acompanhe também o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais. Facebook - www.facebook.com/ultimosrefugios Youtube - www.youtube.com/ultimosrefugios O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!"
- Ação de limpeza nas praias de Vitoria-ES recolhe, em uma manhã, um "baleia de lixo".
No dia 25 de novembro aconteceu a limpeza das praias de Vitória no Espírito Santo, realizado pelo Projeto Pegada envolvendo diversas ONGs (instigadas pelo Sea Sheperd Brasil e Instituto O Canal), a prefeitura de Vitória e pessoas de diferentes idades, juntas pelo meio ambiente. Esta ação teve como objetivo fazer a limpeza das praias retirando o lixo (que é um grande causador de morte de animais marinhos) e sensibilizar as pessoas sobre a poluição dos mares. Foi recolhido aproximadamente 1 tonelada de lixo nesta ação. Dentre os objetos recolhidos, pudemos ver alguns residuos curiosos. Mostrando assim a necessidade de mais ações focadas no bem do meio ambiente. Segundo a BBC Brasil o oceano recebe todo ano cerca de 8 milhões de toneladas de lixo plástico, o que coloca em risco a vida de milhares de espécies de animais marinhos em especial as tartarugas e as baleias, que muitas vezes morrem intoxicados ou asfixiadas após ingerirem esse tipo de lixos. Segundo uma notícia do G1 de 2015, de todo o lixo gerado no Brasil por ano, cerca de 30% dele poderia ser reaproveitado e apenas 3% do total é reciclado, levando a imaginar que o cenário que vimos no domingo poderia ser bem diferente se nós déssemos a destinação certa ao nosso lixo. Além de recolhimento de lixo, aconteceu a fiscalização feita pela Prefeitura de Vitória para retirar redes de pesca ilegais, que matam por ano, milhares de animais que não são alvo daquela pesca (tartarugas, golfinhos, baleias e muitas espécies ameaçadas de extinção). Ao final da ação foi montado um mosaico em forma de baleia com parte do lixo recolhido para mostrar a quantidade de lixo recolhido em um trecho pequeno de praia e tambem mostrar de forma simbolica mais uma baleia sendo salva da poluição marinha. Obrigado a todos que participaram dessa ação!! Instituíções participantes da ação: @projetopegadaoficial @amigosdajubarte @Vida de Ilha @sea_sheperd_brasil @institutoocanal @Instituto Últimos Refúgios @Instituto Jacarenema de Pesquisa Ambiental @EcoMaris @prefeituradevitória @Vigilantes dos Ecossistemas @Desbravadores e o PovoBrasileiro (nossos voluntários) * Texto de João Pedro Zanardo, Voluntário do Instituto Últimos Refúgios. * Fotos de Leonardo Merçon, Presidente do Instituto Últimos Refúgios. #trashtag Link dos sites citados: https://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/02/150213_plastico_mares_lk http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2015/04/apenas-3-de-todo-o-lixo-produzido-no-brasil-e-reciclado.html
- Viagem para Abrolhos: Experiencia de um voluntario do Instituto Últimos Refúgios
No mês de Julho de 2018, nosso voluntario João Pedro Zanardo de Andrade teve o prazer de conhecer o arquipélago dos Abrolhos na Bahia acompanhando o Instituto Baleia Jubarte e trouxe varias historias e fotos sobre as Baleias e o Arquipélago. Abaixo, segue o texto escrito por ele sobre tudo o que viu por lá: "O Arquipélago dos Abrolhos fica localizado no estado da Bahia, a cerca de 36 milhas náuticas da costa. Constituído por cinco ilhas vulcânicas, esse tipo de formação é ideal para quem deseja enxergar de perto, e de forma clara, a teoria dos ecossistemas de ilhas de Darwin na prática. Isso desperta a curiosidade de muitos biólogos e admiradores da natureza, fazendo com que Abrolhos seja um ecossistema único para visitar. Por ser considerado o lugar de maior biodiversidade do atlântico sul, o arquipélago ganhou o apelido de “amazônia marinha”. Para você ter uma ideia da riqueza do lugar, de acordo com o site do ICMBio, nas cinco ilhas existem cerca de 1300 espécies, sendo que 45 estão em risco de extinção, como apresentadas na lista da IUCN. A formação geológica do arquipélago resultou em uma área com águas rasas e quentes, ambiente ideal para as baleias-jubarte, que saem da Antártida e migram para Abrolhos todos os anos. Essa visita acontece nos meses de junho e julho, e dura até outubro e novembro. Esse é o período em que as baleias estão acasalando ou dando a luz aos filhotes, já que o ambiente é ideal para que os pequenos aprendam a nadar e se alimentar. Além disso, é aqui que eles se preparam para a jornada até a Antártida, onde fecham o ciclo anual da população de jubartes do Atlântico Sul. Atualmente, o Banco dos Abrolhos localizado no mar do Sul da Bahia e do Norte do Espírito Santo, é considerado o melhores lugares para o avistamento de baleias-jubarte em todo Brasil. MINHA EXPERIÊNCIA NO ARQUIPÉLAGO Nessa expedição, fui como acompanhante do Instituto Baleia Jubarte, e tive a oportunidade de ter contato com a pesquisa e a observação das baleias-jubarte com a equipe. Segundo eles, nós fomos privilegiados, pois tivemos a sorte de ver de perto os vários tipos de comportamentos das Jubarte, como o salto com batida de peitoral, a batida de caudal, a exposição de caudal, a batida peitoral e o SpyHope. Além disso, foi possível observar uma variedade de formações sociais das baleias, como fêmea com filhote, fêmea com filhote e um acompanhante, grupos competitivos de até 6 baleias, grupos pequenos e até mesmo baleias sozinhas. Ao fim da expedição, a equipe contabilizou 40 baleias, somando todos os momentos. No total, foram cerca de 4 horas com baleias próximas a proa do barco e, após 8 horas de observação, foi possível avistar 3 filhotes. ALÉM DAS BALEIAS - ILHA DE SANTA BÁRBARA Além da observação de baleias, também pude visitar outras ilhas do arquipélago, começando pela Ilha de Santa Bárbara. Dentre as cinco, esta é a única que não faz parte da jurisdição do Parque Nacional, pois está sob o domínio da Marinha Brasileira. É nela que se localiza o famoso Farol de Santa Bárbara, ativo desde 1862. Essa é a única ilha habitada do Arquipélago, já que alguns militares vivem lá, e trabalham para manter o funcionamento do farol e análises das condições marítimas, que são passadas para o continente. Além dos militares, pesquisadores também têm permissão para morar na ilha, durante o período em que realizam algum tipo de trabalho de pesquisa no Arquipélago. Por conta da presença humana, a Ilha de Santa Bárbara teve a fisionomia alterada, já que o homem modifica a paisagem e introduz espécies exóticas de plantas e animais domésticos, como cabras para a produção de leite e carne. Isso resultou em vários tipos de degradação na vegetação da ilha. A distância em relação ao continente também contribui para que o ambiente por aqui seja sensível, fazendo com que pequenas atitudes tenham como resultado grandes impactos. - ILHA SIRIBA De acordo com a Teoria dos Ecossistemas de Ilhas, é comum observarmos uma espécie mais adaptada e, consequentemente, dominante sobre as outras, em diferentes ilhas, mesmo estando próximas. No caso de Abrolhos, a segunda ilha que conheci foi a Ilha Siriba, onde pude observar a dominância em quantidade do Atobá-Grande (Sula dactylatra) voando pela região o dia inteiro. Essa espécie de ave é muito comum em áreas oceânicas, e estão sempre em casal, podendo haver variações de parceiros, , dependendo da temporada de acasalamento. Os machos possuem o comportamento de dar presentes para as fêmeas. Além disso, têm o costume de fazer seus ninhos em áreas planas e com pouca vegetação, o que tornam as ilhas perfeitas para eles, já que são áreas de solo rochoso, com predominância de plantas rasteiras e arbustos. Caminhar pelas trilhas da Ilha Siriba não é uma atividade muito fácil, já que a região está repleta de ninhos. - ILHA REDONDA A ilha Redonda é a segunda maior ilha do arquipélago, e é dominada pela Tesourão (Fregata magnificens), uma ave comum na costa brasileira. De coloração preta,o animal tem como característica marcante um papo vermelho nos machos. Durante a temporada de acasalamento, esse papo fica inchado, em prol de atrair as fêmeas. Os ninhos da Tesourão ficam localizados no topo da ilha, onde não é permitido o acesso. Isso é necessário porque a ave é muito arisca e, quando se assusta, foge voando e deixando o seu ninho desprotegido. Um dos comportamentos do macho dessa espécie é quebrar os ovos dos quais não são pais, fazendo com que uma visitação à essa área possa atrapalhar o ciclo de reprodução da ave. Algumas partes da Ilha Redonda são repletas de lixo, mas não são rastros deixados pelos turistas. A sujeira, na verdade, vêm com o mar, pelas correntes marítimas. Em certos locais, é comum ver peças de barcos, madeiras, garrafas de plástico, vidro e até latinhas com escritas em línguas estrangeiras, mostrando que o lixo que chega na ilha vem de muito longe. O RETORNO Após 3 dias no mar, dormindo e comendo enquanto sentia o balanço das ondas, pude voltar para casa com a mochila leve, sem lembranças materiais (em respeito às ilhas). Em compensação, a câmera veio cheia de fotos, e minha memória repleta de experiências e histórias incríveis para contar. Em Abrolhos, pude ver as belezas do ecossistema marinho e verificar toda aquela teoria que aprendemos na faculdade. Pude viver tudo na prática, através da sinergia com o local. Também pude aumentar minha sensibilidade em relação à importância da preservação, colocando em perspectiva algo como uma latinha, que alguém jogou fora de maneira incorreta em algum lugar do mundo, achando que nada iria acontecer, pode afetar tanto um ambiente tão belo e importante." * Texto e fotos de João Pedro Zanardo de Andrade, Biólogo e Voluntário do Últimos Refúgios. Acompanhe também o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais. Facebook - www.facebook.com/ultimosrefugios Youtube - www.youtube.com/ultimosrefugios Instagram - www.instagram.com/ultimosrefugios O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar no link: PARTICIPE
- Celebrando e apreciando nossos rios e córregos no Dia Mundial dos Rios
Essa semana comemora-se o Dia Mundial dos Rios (Quarto Domingo de Setembro) onde mais de 60 países e milhões de pessoas se reúnem para celebrar nossos rios e córregos. Durante toda a semana acontecem dias práticos, workshops, palestras e outros eventos. Na última segunda feira dia 24 de Setembro de 2018 a pesquisadora Carolina Pinto representou o Instituto Últimos Refúgios no evento de restauração do córrego 'Pipp Brook' na Inglaterra. A 'World Rivers Week' (Semana Mundial dos Rios) tem como principal objetivo promover e relatar a entrega de projetos de restauração fluvial e melhoria dos rios em apoio à abordagem de ‘restauração de bacias hidrográficas’ e ao enquadramento dos corpos d'água na Europa (Water Framework Directive 2000/60/EC). Os grupos de proteção aos rios e córregos aspiram alcançar a melhor gestão de enchentes através do uso de elementos naturais (NFM), minimizar os prováveis impactos negativos do aquecimento global, criar e conectar habitats para a vida selvagem. Além de re-conectar pessoas ao ambiente natural e promover o engajamento do público na recuperação de cursos d'água. Tanto para membros da comunidade local quanto para os profissionais envolvidos, as atividades de restauração fluvial são interessantes, variadas e muito recompensadoras, e ainda é possível aprender muitas habilidades no campo. No vídeo produzido pela That's TV Surrey da Inglaterra, Glen Skelton, que é o oficial responsável pelo setor de ‘Wetland Landscapes’ da ‘Surrey Wildlife Trust’ explica que até este pequeno trecho de rio fornece serviços muito importantes, não é apenas a água potável, mas a redução do risco de inundações também. Se tivermos corredores de rios saudáveis, podemos reduzir as inundações nas cidades’. Dentre os voluntários envolvidos Alan, de 83 anos, deixou claro o porquê se envolver neste tipo de projeto ‘nossos rios são preciosos para as pessoas e para a vida selvagem e farei o que puder para ajudar’. Já no primeiro dia de eventos foi possível instalar duas grandes estruturas feitas de ‘feixes de galhos’ intra-calha e também avaliar a evolução das estruturas instaladas em Maio de 2017. A semana não terminou por aí, foram realizadas caminhadas, ações com comunidades ribeirinhas, palestras e mais restauração. Muitas celebrações ocorrem no domingo dia 30 de Setembro onde promove-se a importância da preservação de rios em todo o planeta neste Dia Mundial dos Rios. *O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar no link: PARTICIPE
- Projeto Marsupiais no encontro do GEAS-UENF, Campos dos Goytacazes, RJ.
Dia 19 de setembro, Iasmin Macedo, Coordenadora do Projeto Marsupiais, participou de um encontro com o Grupo de Estudos de Animais Silvestres da Universidade Estadual Norte Fluminense Darcy Ribeiro (GEAS-UENF), de Campos dos Goytacazes, Rio de Janeiro. O Tema da palestra foi “Reintrodução de Marsupiais” e teve como foco os trabalhos de resgate, cuidados e soltura dos marsupiais feitos ou apoiados pelo projeto. Participaram do encontro alunos e profissionais da área de Medicina Veterinária e Ciências Biológicas. Além disso, foi apresentado as técnicas de monitoramento que poderão ser utilizadas e outros objetivos do Projeto Marsupiais, como Difusão Científica, por meio de imagens de natureza, e Pesquisa Científica. Sobre o GEAS-UENF Com objetivo de trazer para dentro da universidade um maior estímulo ao estudo voltado para conservação e medicina veterinária de animais silvestres, um grupo de alunos decidiu dar início a um órgão que na forma de palestras, cursos, simpósios, aulas e outros meios de trocar conhecimento científico iria instigar a curiosidade de alunos e incentivar a formação de profissionais na área pouco vista nas disciplinas de graduação. Nos encontros, que ocorrem de forma quinzenal, é possível contar com a presença de profissionais e alunos pesquisadores que apresentam seu devido ramo e fomentam o debate sobre o mesmo. Email: projetomarsupiais@gmail.com Ajude-nos a proteger nossos marsupiais! Siga o Projeto Marsupiais e compartilhe nossas publicações. Fotos: João Zanardo *O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar no link: PARTICIPE Artigo 29 da Lei nº 9.605 (Lei de Crimes Ambientais) de 12 de Fevereiro de 1998 É crime - Matar, perseguir, caçar, apanhar, utilizar espécimes da fauna silvestre, nativos ou em rota migratória, sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente, ou em desacordo com a obtida. Pena - detenção de seis meses a um ano, e multa.
















