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- Inovar para ajudar: de que maneira você pode ajudar uma ONG?
Organizações independentes recebem apoio da comunidade de diversas formas: por meio de doações, ajuda financeira, trabalhos voluntários, divulgação de projetos/iniciativas e mesmo com um simples compartilhamento de conteúdo nas redes sociais. Diante de inúmeras possibilidades, há espaço para todos fazerem sua parte em prol de uma causa. É possível contribuir até com a alimentação da equipe. O ex-voluntário do Instituto Últimos Refúgios Augusto Cesar Brandão hoje mantém contato com o Instituto em uma parceria bem interessante. Dono da confeitaria artesanal Salú, em Jardim Camburi, faz semanalmente ao escritório a doação de alguns dos bolos que produz. Augusto teve a oportunidade de participar dos primeiros anos do Instituto Últimos Refúgios, quando apenas quatro pessoas trabalhavam em um local improvisado para transformar sonho em realidade. Durante dois anos, contribuiu no planejamento, gestão e controle de projetos, aplicando a experiência que adquiriu na diretoria de duas outras instituições: Vitória Blue Marlins e ABRAGES (Agência Brasileira de Gestão Social e Tecnologia). Por questões pessoais, afastou-se do Instituto, mas à distância continuou apoiando o crescimento da organização, como relata: “Admiro muito o trabalho do ‘Últimos Refúgios’ e a maneira com que desenvolve projetos e iniciativas. Apesar de ter me afastado para seguir outros caminhos, sei que toda ajuda é pouca. A doação dos bolos foi a maneira que encontrei de contribuir de alguma forma”. Augusto Brandão A atitude é exemplo de que, por meio da proatividade, qualquer um pode encontrar maneiras de incentivar organizações independentes e consequentemente, participar dos impactos que estas geram à sociedade. “A sociedade já deveria ser consciente dos impactos provocados à natureza. Como não o é, cabe a instituições como o ‘Últimos Refúgios’ atuar em prol de uma mudança de perspectivas. O Instituto promove a conscientização através da imagem. Logo, sem imagem, não há conscientização. Acredito que pequenas contribuições ajudam o Instituto a focar no que faz de melhor e colocar em prática seu objetivo principal”, completa Augusto. Se você deseja contribuir com o trabalho do Instituto Últimos Refúgios de sensibilização e preservação da natureza, basta entrar em contato e oferecer sua disponibilidade. Independentemente da área de atuação, tenha certeza de que sua ajuda será muito bem-vinda. Acreditamos no potencial de pequenas ações no desenvolvimento de grandes projetos. * Para apoiar o trabalho de Augusto você pode encomendar bolos na confeitaria Salu. O local fica na Av. Dr. Herwan Modenese Wanderley no bairro Jardim Camburi e aceita pedidos pelo Ifood e pelo número 999625-0970. Imagens: João Zanardo O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.
- Ilha do Frade recebe Clube de Observadores da Natureza
Considerada uma das regiões mais nobres de Vitória, a Ilha do Frade reúne, além de casas luxuosas, uma vasta área verde repleta de aves, fauna silvestre e paisagens incríveis. Destacando-se como um verdadeiro contraste à caoticidade urbana, a pacata ilha foi o cenário ideal para um grupo bem seleto de amantes do meio ambiente. Na última semana, jovens alunos da EMEF Serrana realizaram mais uma saída do Clube de Observadores da Natureza, acompanhados pela professora Cristina Zampa e o coordenador do projeto João Zanardo. O local escolhido foi justamente a ilha localizada entre a Praça dos Namorados e a Praça dos Desejos, em Vitória. Paisagem Ilha do Frade A proposta foi conhecer um novo ambiente e, consequentemente, espécies diferentes daquelas avistadas nas saídas anteriores no município da Serra. O passeio ofertou a alguns alunos a oportunidade de visitarem a capital pela primeira vez, provando-se como uma experiência muito reveladora e diferente da rotina escolar. Integrando urbanização e natureza, a Ilha do Frade possui diversas praias e pequenas áreas verdes distribuídas por todo o bairro. A principal delas é a praça central, que contém um belo lago com patos, tartarugas e peixes, rodeado por árvores e áreas gramadas. O local é ideal para fotos e avistamento de espécies de animais. Os alunos se encantaram pela beleza do local logo na chegada. Conversavam animados apontando para todos os lados, identificando o que gostariam de registrar. Após se familiarizarem com o ambiente, receberam dos orientadores algumas informações sobre o local e dicas para aproveitarem ao máximo a atividade de observação. A pequena e charmosa ilha rendeu belos registros aos jovens desbravadores da natureza. O local é uma Área de Preservação Ambiental (APA), portanto, possui fauna e flora conservadas por lei. A natureza da região é encantadora. Da areia das praias pode-se vislumbrar a Praia de Camburi e uma das maiores elevações litorâneas da costa brasileira, o Mestre Álvaro. Fotografias de alunos A aluna Maria Regina, do 9º ano, relatou sua experiência neste 4º campo do projeto do Clube de Observadores da Natureza: “Para mim essa foi a melhor das excursões. Apesar das outras também terem sido bem legais, nós víamos animais mais comuns, como canários e abelhas. Já aqui, tivemos a oportunidade de registrar animais diferentes daqueles que vemos no nosso dia-a-dia, como tartarugas, minha parte preferida de hoje.” Quando questionada sobre o impacto do ‘Clube de Observadores’ nas atividades escolares, Maria comenta que considera a prática fundamental para o aprendizado. Além de ajudar a compreender a complexidade dos ecossistemas, fomenta o interesse pela disciplina e pela exploração da natureza. “Quando vou na casa dos meus avós adoro explorar o lugar em busca de animais, como aprendi a fazer no clube. Ciências é minha matéria preferida, e eu gosto muito de aprender sobre. Tanto que quero cursar biologia na faculdade”, confessa Maria. Maria Regina é apenas uma das alunas participantes do projeto. Encantada pela natureza, compartilha com colegas experiências e descrições de animais que avista durante viagens em família. A aluna simboliza o impacto que o Instituto Últimos Refúgios busca promover por meio da Educação Ambiental na sensibilização de futuras gerações. A atividade se estendeu por toda a manhã, com direito a um piquenique no gramado da praça onde todos puderam compartilhar seus registros fotográficos. À sombra dos coqueiros nas margens da praia, os alunos se despediram da Ilha levando consigo uma experiência inesquecível oferecida pela própria mãe natureza. O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.
- Professora inova para mostrar biodiversidade capixaba a seus alunos
Cientes do papel fundamental que o contato com a natureza desempenha na formação de cidadãos mais conscientes e engajados na luta a favor da preservação, alguns exemplares professores estão desenvolvendo, aqui no Estado, iniciativas únicas de educação ambiental no âmbito escolar. É o caso de Cristina Zampa, voluntária do Instituto Últimos Refúgios e professora de ciências na escola EMEF Serrana, que trabalha ativamente promovendo o conhecimento sobre a natureza e atividades de educação ambiental com seus alunos. Cristina Zampa Cristina é a ponte que integra a escola à realização do Clube de Observadores da Natureza, projeto realizado pelo coordenador de Educação Ambiental do Instituto Últimos Refúgios, João Zanardo, que leva alunos a conhecerem e a fotografarem espécies de animais. Cristina e alunos em atividade do Clube de Observadores da Natureza Exímia incentivadora de atividades que promovem a integração de jovens ao meio ambiente, a professora conta que, desde criança, teve grande interesse pela natureza e pela vida silvestre e que cresceu em contato com ambientes naturais. "Minha família sempre teve o hábito de visitar praias, parques municipais, montanhas, chácaras cercadas por remanescentes de Mata Atlântica e até cultivar plantas ornamentais no jardim de casa. Esse contato com a natureza sempre me trouxe um enorme bem estar, despertando em mim o fascínio por animais e, posteriormente, a vontade de me tornar bióloga ou veterinária 'quando crescesse'”. O sonho de Cristina foi realizado. Formada em ciências biológicas, já atua como professora da rede pública há doze anos e busca sempre inspirar seus alunos com os registros de natureza que realiza nos parques e áreas naturais da Grande Vitória e com relatos das experiências que vive ao lado de amigos que trabalham ativamente em prol da preservação. Inspirada pelo trabalho do Instituto Últimos Refúgios e do Instituto Marcos Daniel que descobriu pelas mídias sociais, a professora aproveitou materiais produzidos pelas Instituições para incrementar as aulas e fugir do paradigma das atividades de educação ambiental que se repetem nas escolas. “Percebi que meus alunos conheciam mais sobre a fauna e flora da savana africana e dos biomas norte-americanos do que a biodiversidade do próprio estado. Comecei então a ensinar conteúdos básicos sobre ecologia. Passei vídeos de projetos de conservação, seminários e atividades de pesquisa sobre unidades de conservação do Espírito Santo. Trabalhamos com o e-book 'Jacaré-de-papo-de-anjo - guia para educação ambiental', visitamos e assistimos palestras no Centro Ecológico Caiman, fizemos leituras, usamos jogos didáticos sobre cadeias alimentares, pintamos máscaras de jacaré e aprendemos mais sobre a espécie." Atividade de pintura das máscaras de jacaré com alunos “Além disso, continuamos participando do Clube de Observadores da Natureza com o Instituto Últimos Refúgios, atividade que contribui muito para desenvolver nas crianças um olhar mais consciente. Até o final do ano letivo planejamos conhecer também o Projeto Tamar, Pró-Tapir, Projeto Marsupiais, o Herpeto Capixaba e o Amigos da Jubarte", complementa a professora Responsável por engajar e sensibilizar alunos, iniciativas como a de Cristina são fundamentais na aproximação entre sociedade e natureza. Defensora de que a escola é o ambiente ideal para o desenvolvimento de novas ideias, a professora acredita na educação como ferramenta de mudança, capaz de promover a sensibilização e a ocupação consciente de áreas preservadas. O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.
- Projeto Marsupiais realiza sua primeira ação de Educação Ambiental
O Projeto Marsupiais realizou na última terça (22) sua primeira ação de Educação Ambiental, atividade que atua diretamente na formação de indivíduos mais conscientes e ativos na luta a favor da preservação da natureza. Visando fomentar o conhecimento sobre a fauna de marsupiais do Brasil e a sensibilização popular, o projeto investe agora na Educação Ambiental como mais uma forma de promover a conservação da espécie. O piloto da iniciativa contemplou alunos de 5ª série da escola EMEF Suzete Cuendet, localizada no bairro Maruípe em Vitória. A professora de ciências Patrícia Bastos Leonor foi a responsável pelo intercâmbio entre escola e projeto e, portanto, fundamental no processo de organização e realização da atividade. A idealização partiu da equipe composta por Iasmin Macedo, coordenadora do Projeto Marsupiais, João Pedro Zanardo, coordenador de Educação Ambiental do Instituto Últimos Refúgios e as voluntárias Karla Baptista, Caroline Reis e Marina Mello. Neste primeiro encontro, os alunos foram apresentados ao trabalho de preservação desenvolvido pelo Instituto Últimos Refúgios e pelo Projeto Marsupiais por meio de vídeos, imagens ilustrativas e da fala dos membros da equipe. O evento levou bastante conteúdo sobre marsupiais, principalmente gambás, já populares entre as crianças, explorando áreas de ocorrência no Brasil e no mundo, características de cada espécie e sua importância ecológica. A atividade contou até com um gambá taxidermizado (técnica de preservação de animais), que aguçou a curiosidade dos pequenos. As crianças foram muito receptivas. Interagiram, fizeram perguntas e demonstraram muito interesse para conhecer, aprender e participar da atividade. Algumas contribuíram com experiências que já tiveram com a espécie. Uma das alunas contou que já havia presenciado o resgate de um gambá em sua casa e relatou o ocorrido para os colegas de turma. A dinâmica da aula foi de ruptura da rotina escolar, proporcionando um aprendizado prático, diferenciado e super interativo. Além disso, serviu como parâmetro para as próximas atividades de Educação Ambiental do projeto, contribuindo na realização de ajustes e aprimoramentos. A ação educativa promoveu não só o conhecimento e a importância da preservação como também um ambiente de interação e troca de vivências, imprescindível na sensibilização de crianças e jovens e em seu desenvolvimento como defensores da natureza. O Projeto Marsupiais planeja investir cada vez mais no desenvolvimento da Educação Ambiental como ferramenta de difusão científica e de sensibilização, objetivando sempre reiterar a importância da preservação da espécie e de seus habitats. O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.
- Últimos Refúgios inicia produção do 3º livro da Série Áreas Protegidas
A Região Serrana Central do Espírito Santo se prepara para receber um importante projeto voltado para conservação da Mata Atlântica: o terceiro volume da Série Áreas Protegidas. Idealizado pelo Instituto Últimos Refúgios, a obra dará visibilidade à unidade de conservação do Corredor Ecológico que liga o Parque de Pedra Azul ao Parque de Forno Grande, retratando as belezas locais e espécies nativas da região compreendida entre os municípios de Domingos Martins, Vargem Alta e Castelo. LIVRO Trazendo fotografias inéditas, o livro “Últimos Refúgios: Do Parque de Pedra Azul ao Parque de Forno Grande” oferecerá uma verdadeira experiência de descoberta e conhecimento das espécies nativas da Mata Atlântica capixaba, um dos ecossistemas mais ameaçados do planeta. Tucano-de-bico-verde (Ramphastos dicolorus) fotografado em Pedra Azul, Espírito Santo "As pessoas só protegem o que sabem que existe". Neste sentido, o livro buscará aproximar pessoas da natureza por meio da difusão científica aliada à cultura, com enfoque na fotografia artística e ao design gráfico. Apresentará as riquezas naturais do estado com imagens artísticas e contemplativas, identificação de espécies e textos informativos sobre a Mata Atlântica do corredor. Pedra Azul A obra será bilíngue (português e inglês), terá impressão em cores, capa dura e acabamento em costura, com tiragem de 1.000 exemplares. Também será disponibilizada online em uma versão para deficientes visuais em formato Daisy (audiodescrição/narração). RELEVÂNCIA O Corredor Ecológico Parque Azul - Forno Grande é um importante remanescente da Floresta Atlântica capixaba, bastante impactada por ações antrópicas. Promovendo a conservação do bioma em frentes variadas, o Instituto Últimos Refúgios acredita que pode contribuir com a sociedade na tomada de decisões sobre o meio ambiente. Dessa forma, o projeto de livro tem como objetivo estimular a produção e a divulgação do conhecimento tanto para pesquisadores quanto para o público não especializado, a exemplo das comunidades locais. Por meio de ações educativas voltadas a difusão e popularização do conhecimento sobre áreas naturais, o projeto contribuirá para a capacitação de educadores, técnicos, gestores ambientais e lideranças comunitárias, estimulando o interesse pelo estudo da biodiversidade e pelo uso do conhecimento científico como ferramenta para a conservação da natureza. Paisagem do Parque Estadual Pedra Azul HISTÓRICO As obras produzidas pelo Instituto Últimos Refúgios são de caráter artístico/cultural. Todo o processo de concepção e execução é desenvolvido a partir de conceitos voltados para criar uma narrativa visual que oferte à leitores e espectadores uma experiência interativa com a obra. Portanto, oferecem ao público uma noção clara sobre a situação social, cultural, ambiental e econômica em voga nas regiões desbravadas e mapeadas. Em 9 anos de história, o Instituto Últimos Refúgios mantém uma rede multiprofissional de videomakers, fotógrafos, produtores, comunicadores, designers, artistas e biólogos que trabalham em prol da sustentabilidade por meio da difusão de produtos culturais O instituto dedica-se ao incentivo à sustentabilidade, criando e difundindo produtos culturais. Atualmente, conta com 7 livros publicados e 5 documentários lançados, além de séries para internet e TV. O Livro "Últimos Refúgios: Do Parque Estadual de Pedra Azul ao Parque Estadual de Forno Grande" é uma realização do Instituto Últimos Refúgios e Ministério da Cultura, com apoio do IEMA e Reserva Águia Branca e patrocínio do Grupo Águia Branca. O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.
- Ação de limpeza de praias é promovida no Dia Mundial das Aves Migratórias
No Dia Mundial das Aves Migratórias (World Migratory Bird Day), celebrado no último sábado (12), ocorreu mais uma ação de limpeza na Praia de Camburi em Vitória. Centenas de ações foram organizadas ao redor do mundo por entusiastas e ambientalistas, coordenadas pela Environment for the Americas, instituição sem fins lucrativos de abrangência continental que trabalha a favor da conscientização e conservação das aves, incentivando pessoas de todas as idades a atuarem em prol da causa. O foco deste ano foi promover a reflexão sobre o mal causado pelo homem às aves e à natureza com a poluição e o descarte incorreto de materiais sólidos, como o plástico, um dos principais vilões do meio ambiente, da fauna marinha e de animais típicos do litoral. Estudo divulgado pela WWF afirma que nove a cada dez aves marinhas possuem plástico no estômago, ingerido involuntariamente por meio da ingestão de peixes e outros animais que também sofrem com o problema ou por engano, ao confundirem resíduos que boiam no oceano com alimento. Neste sentido, a discussão acerca dos impactos que a poluição gera aos litorais e aves marinhas foi o contexto que pautou a iniciativa. A pequena ação realizada na Praia de Camburi reuniu voluntários engajados neste ato de defesa das aves. O evento resultou na coleta de mais de 25 kg de plástico e outros resíduos e até de um pneu de trator encontrado em meio à areia da praia. Assim como em outras ações apoiadas e/ou organizadas pelo Últimos Refúgios, todo o lixo coletado deu forma a um “animal de lixo”. O animal da vez foi a ave migratória trinta-reis, bastante comum ao longo de toda a costa brasileira. Iniciativas de limpeza das praias são promovidas durante todo o ano por diversas organizações, órgãos públicos e voluntários engajados na defesa da natureza. Idealizados como uma forma de promover a mudança de hábitos insustentáveis, como o uso indiscriminado do plástico, as ações unem pessoas e incentivam a reflexão sobre a irresponsabilidade com o meio ambiente. Fotos: Leonardo Merçon O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.
- Últimos Refúgios marca presença na 11ª edição da SEBIVIX UFES
A Semana de Biologia da UFES é um evento anual organizado por alunos e professores que oferta minicursos, palestras, oficinas, exposições e diversas outras atividades relacionadas ao curso de ciências biológicas. A 11ª edição abordou ao longo desta semana o tema “Ciência, Sociedade e Ambiente”, que promoveu discussões sobre a importância da conservação da biodiversidade, da educação ambiental e da popularização do conhecimento científico, reiterando o papel de atuação dos biólogos na sociedade. As palestras discutiram temas atuais relacionados ao meio ambiente, com a autoridade de pesquisadores de referência na área de biologia, ecologia e natureza. A edição de 2019 trouxe como diferencial o “Conheça!”, parte do evento dedicada exclusivamente à divulgação científica e aos projetos de conservação e pesquisa do Espírito Santo. O segmento ocorreu paralelamente às outras atividades do evento em uma área aberta para visitação que reuniu diversas organizações dispostas a compartilharem seu trabalho. O Últimos Refúgios marcou presença no Conheça! com o coordenador de educação ambiental João Zanardo, que apresentou aos visitantes os projetos e trabalhos desenvolvidos pelo Instituto. O stand contou com banners informativos e a exposição de materiais produzidos pelo UR, como o livro de fotografias sobre a Reserva Biológica de Sooretama e o exemplar de Biodiversidade no Espírito Santo. Dois destes exemplares foram sorteados ao final do evento, no auditório principal, além de três DVDs do documentário sobre a Reserva Biológica de Duas Bocas, como incentivo à divulgação das principais áreas de atuação do UR: o trabalho audiovisual e de fotografia de natureza. O Projeto Caiman, parceiro do Últimos Refúgios que atua na pesquisa e conservação de jacarés no Brasil, também exibiu trabalhos e divulgou iniciativas de educação ambiental e de desenvolvimento de pesquisas relativas à espécie. Desenvolvido com o objetivo de integrar o ambiente acadêmico à sociedade, o evento cumpriu a proposta de discutir questões ambientais e os impactos do homem à natureza, destacando temas atuais e reconhecendo os projetos de conservação como iniciativas imprescindíveis à sociedade e à natureza. Fotos: Henrique do Carmo Medeiros (fotógrafo da 11ª SEBIVIX) e Eduarda Villar (voluntária) O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.
- Cardume de raias compõe fotografia icônica da Baía de Vitória
Imagine que você resolve sair de casa para dar um mergulho solo no mar e depois, quando chega em casa, descobre na internet que na verdade teve a companhia de dezenas de raias. Não sabemos a identidade do nadador, mas se este foi o seu caso, saiba que a descoberta só foi possível por meio de um belo registro fotográfico. Um belíssimo cardume de raias foi flagrado na Baía de Vitória pelas lentes do fotógrafo de natureza Leonardo Merçon. A gravação realizada com drone capturou o exato momento que um homem nadava tranquilamente em alto mar rodeado pelos peixes. Ciente dos relatos que indicavam a presença de raias na região, Leonardo, como exímio apreciador da natureza, não perdeu tempo. Precisava ver com os próprios olhos o cenário que ilustrou a icônica imagem. Embora o nadador desconhecido não tenha percebido a majestosidade do fenômeno, o clique do fotógrafo eternizou o momento. A beleza da cena repercutiu nos veículos de comunicação. A revista National Geographic, referência internacional em ciência, tecnologia, história e meio ambiente e renomada pelo trabalho audiovisual e fotográfico, publicou a fotografia na edição de outubro de 2019. O portal de notícias G1 também deu destaque à imagem, em uma matéria noticiando o ocorrido com comentários de Leonardo sobre a espécie e o atual panorama de preservação da fauna marinha. Você pode conferi-la clicando aqui. Veículos de notícias também trouxeram algumas informações sobre cardumes que compõem a paisagem da Área de Proteção Ambiental da Baía das Tartarugas, em Vitória. As raias-gavião-do-mar (Rhinoptera bonasus), que ilustram a fotografia, são caracterizadas por serem inofensivas e nadarem sempre próximas à superfície, facilitando seu registro e visualização. As raias já são consagradas como ilustres visitantes do litoral do Espírito Santo. Todos os anos, entre os meses de junho e julho, centenas de indivíduos são avistados nas praias da Grande Vitória, onde encontram alimento e condições ideais para reprodução. Por preferirem águas quentes e rasas, as raias são vítimas recorrentes de ações antrópicas, principalmente da pesca predatória. A atividade captura filhotes e impede que fêmeas em período reprodutivo atinjam a maturidade, resultando no declínio das taxas de natalidade e no desequilíbrio populacional da espécie. A dieta variada, principalmente de crustáceos e moluscos, faz destes peixes fortes bioindicadores da qualidade do ambiente. Desempenhando papel fundamental no equilíbrio ecológico e na biologia marinha, compõem cenários como o da fotografia aqui citada, transmitindo todo o encanto de nossas paisagens naturais. O Instituto Últimos Refúgios trabalha ativamente no monitoramento dessa e de outras espécies, atuando no diálogo com a sociedade e na sensibilização ambiental por meio da cultura. Desse modo, a ONG sustenta a arte como uma poderosa ferramenta de mudança, capaz de transmitir à sociedade o esplendor da natureza e a importância da preservação. Incrível, não é? Para apreciar mais imagens deste fenômeno belíssimo você pode conferir o vídeo em nosso canal do Youtube: O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.
- Herpetologia vista pelas lentes de uma filmadora
Em comemoração ao aniversário de dois anos do Herpeto Capixaba, o evento “Herpetorama: Semana Herpetológica”, promoveu ao longo desta semana diversas oficinas, cursos e palestras sobre o universo dos répteis e anfíbios. De forma super inclusiva, a iniciativa teve preços acessíveis, atividades em diversas cidades do Espírito Santo e outros estados e até transmissões pela internet. De norte a sul do Espírito Santo, o “espetáculo”, como proposto pelo termo em grego “orama” que nomeia o evento, ofertou com exclusividade conteúdo de qualidade e de caráter informativo e capacitacional em diversas instituições de ensino do estado. No Centro Universitário FAESA, a programação contou com diversos palestrantes. Entre eles, João Pedro Zanardo, coordenador de educação ambiental do Instituto Últimos Refúgios, relatou sua incrível experiência participando da gravação do minidocumentário sobre o sapinho pingo-de-ouro, que você pode conferir clicando aqui. O minidocumentário trouxe material riquíssimo sobre essa espécie exclusivamente brasileira ainda pouco estudada por pesquisadores, além de imagens belíssimas dos sapinhos encontrados durante a expedição da equipe por regiões da Mata Atlântica capixaba. Tendo em vista que há muito mais além do resultado que vemos em tela, a palestra “Herpetologia vista pelas lentes de uma filmadora” esclareceu todo o processo por trás da realização e produção do vídeo, desde a fase de idealização, filmagem e pós-produção. Por ter participado ativamente das gravações como cinegrafista, João Pedro vivenciou os altos e baixos que envolvem o trabalho em campo. A atividade, apesar de intensa, traz uma beleza encantadora, provando que o amor pela natureza e pela educação ambiental e científica são os pilares que sustentam a profissão dos idealizadores de produções como esta. Em meio a relatos cômicos e situações bastante peculiares, os presentes puderam se divertir e tirar dúvidas sobre este lado tão interessante do trabalho de “exploração da natureza”. “O dia-a-dia é repleto de surpresas e imprevistos. Com chuva ou sol, o trabalho precisa continuar e nem sempre experiência e planejamento são capazes de prever situações que surgem no meio do caminho. Lidar com a vida selvagem requer cautela e respeito, ainda mais quando muitas pessoas, carregando equipamentos volumosos e pesados, entram em um ambiente ao qual não pertencem. É preciso explorar de forma cautelosa, preparados para qualquer oportunidade que possa surgir. A natureza é imprevisível”, explica João. É por meio de produções como esta que organizações como o Últimos Refúgios e o Herpeto Capixaba propagam o amor e conhecimento pela natureza. Iniciativa é a chave que fomenta a realização desse trabalho, que independentemente de situações adversas, é extremamente gratificante àqueles que se aventuram nessa jornada. O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.
- World CleanUp Day 2019 - Vitória/ES
Na última edição do World CleanUp Day, promovida no dia 21 de setembro, cinco ações realizadas em praias da Grande Vitória contribuíram para o recolhimento de mais de 15 toneladas de lixo. O Dia Mundial da Limpeza é um evento global que mobiliza pessoas e comunidades do mundo inteiro a se unirem em prol da limpeza dos litorais, promovendo o debate e a conscientização acerca dos problemas de poluição e do descarte indevido de resíduos sólidos. As ações realizadas em Vitória contaram com o apoio da Prefeitura Municipal e da Secretaria de Meio Ambiente por meio da Gerência de Educação Ambiental e de Controle Ambiental, que auxiliou no manejo do lixo dos cinco pontos para o destino final na Praia de Camburi. Além da coleta de lixo, diversas ações de sensibilização foram realizadas Na Ilha do Frade, a mascote Jujuba do Projeto Amigos da Jubarte fez a alegria das crianças junto com as músicas do @samirmusica. No final da ação, o artista @nicogdt cuidou da idealização da “tartaruga de lixo” gigante, confeccionada com todos os resíduos recolhidos. Na Praça do Papa, a ação foi realizada pelo Instituto Baleia Jubarte e pelo pessoal da Canoa Havaiana, promovedor da Volta a Ilha de Vitória. As homenageadas da vez foram as baleias, com a confecção de um mosaico no formato de uma cauda de baleia. No Iate Clube, o lixo coletado pelo projeto ECOICES deu forma a um polvo gigante. A composição contou até com pneu de caminhão fora de estrada de 2 metros de diâmetro e mais de meia tonelada. Outras localidades também foram contempladas, como a Ilha da Fumaça, Foz do Canal Bigossi, Praia do Havaizinho, Praia de Camburi (próximo ao Atlântica Parque) e a área do Píer de Iemanjá, no canal de Camburi, com a galera do Núcleo Camaleão. A Prefeitura de Vitória cuidou da logística para que o lixo recolhido em todas as ações chegasse ao local onde marlim de lixo de quase 80 metros foi montado. Idealizado pelo Projeto Pegada, a forma do peixe ganhou vida pelas mãos de dezenas de voluntários e o apoio do Corpo de Bombeiros, funcionários da Prefeitura e diversas ONGs. Enquanto o mosaico do marlim era montado, A Festa Stoked engajou a galera com um lanche e um som especial. Parabenizamos a participação de todos na realização desse evento incrível. É através da união que conseguimos promover a mudança e proteger nosso planeta! Confira nosso vídeo sobre as ações: Colaboradores: @ilhadofrade @projetopegadaoficial @ultimosrefugios @institutoecomaris @institutoocanal @vitoriaonline @marinhaoficial @amigosdajubarte @sonhosdetalita @valenobrasil @arcelormittaltubarao @movive_quemamacuida @vigilantesdosecossistemas @julianadonato @amariv_vitoria @mauivaa @alisonmamute @molleonora @miniyogabr @_lucasfamoso @marca.ambiental @ctameioambiente @betadiastim @projetobaleiajubarte @terradagente @marceloferri @sylviene @festastoked O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.
- Você conhece a Praia dos Anjos e o motivo dela ter esse nome?
Peixe-Anjo Os peixes-anjo são organismos recifais muito encontrados em aquários. O nome, apesar de genérico, abrange 90 espécies da família Pomacanthidae, distribuídas pelos recifes dos oceanos. Estes peixes apresentam diversas formas e colorações e geralmente diferenciam-se uns dos outros por seus aparelhos bucais. Podem ser encontrados tanto em água doce como salgada, nos oceanos Índico, Atlântico e Pacífico, e dão preferência às águas rasas e quentes dos recifes, fator que atribui a espécie um corpo achatado que permite nadarem com mais facilidade pelos corais. Observamos a presença desses animais em recifes de corais brasileiros distribuídos ao longo do Oceano Atlântico. O Espírito Santo também é agraciado com a espécie, de modo que uma das praias capixabas foi batizada em sua homenagem. Praia dos Anjos A Praia dos Anjos localizada na orla de Camburi, em Vitória, recebeu este nome por causa da espécie. É um local lindo, muito apreciado por mergulhadores que se aventuram em busca de corais e formas de vida marinha. Desconhecida por muitas pessoas, a praia é um dos paraísos escondidos do Espírito Santo. Infelizmente, o local vem sofrendo com problemas de poluição pela alta incidência de lixo e resíduos de indústrias levados pela maré. A Praia dos Anjos, além de deslumbrante, oferece uma vista incrível da nossa capital. O local merece sua visita e como as pessoas só conservam o que sabem que existe, aproveite a ocasião para se encantar pela beleza do local. Fotos: Leonardo Merçon O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.
- Para que servem as árvores? Entenda sua importância para o meio ambiente
Quem nunca aproveitou uma sombra ou fez um piquenique embaixo de uma árvore? Imprescindíveis para a vida terrestre, as árvores desempenham um papel essencial na conservação de ecossistemas, biomas e no abrigo de toda a nossa biodiversidade. São responsáveis por proteger os solos e nascentes da luz solar, realizar a manutenção do ar e da umidade, além de servirem como fonte de alimento e abrigo para diversas espécies de animais. Contudo, temos acompanhado de perto as consequências da exploração humana, que por meio do desmatamento e das queimadas, impactam o equilíbrio de ecossistemas, levando muitos animais à extinção e à uma série de problemas ambientais. Neste contexto, o dia 21 de setembro foi escolhido para celebrar O Dia da Árvore, data responsável por ressaltar a importância da conservação do meio ambiente e da natureza. Diversos projetos, escolas e empresas aproveitam a data para realizar a distribuição de mudas nativas, como o Jequitibá-rosa, que além de uma das maiores árvores brasileiras é símbolo do estado do Espírito Santo. Por meio do incentivo à atitudes mais conscientes e de ações de educação ambiental, ainda temos uma chance de propagarmos a importância de nosso bem mais precioso: a natureza. Faça sua parte e apoie esta causa! Fotos: Leonardo Merçon O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.












