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  • Projeto Marsupiais é convidado para 33º Congresso Brasileiro de Zoologia

    O Congresso Brasileiro de Zoologia é um evento bienal realizado pela SBZ (Sociedade Brasileira de Zoologia) que reúne simpósios, trabalhos científicos, palestras, minicursos e concursos relacionados à ciência e à zoologia. Promove o debate de diversas temáticas relevantes para desenvolvimento da pesquisa e a integração de profissionais, pesquisadores e estudantes da área em um ambiente aberto ao conhecimento e a troca de experiências. O Projeto Marsupiais foi convidado diretamente pela presidente da SBZ, Luciane Marinoni, para participar da 33ª edição do congresso que ocorrerá entre os dias 02 e 06 de março de 2020 no município de Águas de Lindóia em São Paulo. O evento reunirá projetos ambientais do Brasil inteiro para compor uma área exclusiva com stands de divulgação e venda de produtos. O Projeto Marsupiais terá seu próprio espaço para interação com visitantes, venda de camisas, canecas, livros, chaveiros e diversos outros materiais do projeto e do Instituto Últimos Refúgios. AJUDE O PROJETO MARSUPIAIS Iniciativa do Instituto Últimos Refúgios, o Projeto Marsupiais dialoga com valores promovidos pelo evento de defesa da fauna nacional. O convite surgiu como grande surpresa - e honra - da equipe, grata pelo reconhecimento e oportunidade única de prestigiar o maior evento de zoologia da América Latina. Contudo, a participação do projeto ainda é incerta. O Instituto Últimos Refúgios é uma ONG sem fins lucrativos, portanto, trabalha com orçamento limitado para manter as atividades e custear eventos como este. Além dos investimentos necessários para impressão dos materiais de divulgação, fabricação e transporte dos produtos para venda no local - que contribuirão com parte dos gastos - a viagem até Águas de Lindóia, cidade localizada no interior de São Paulo, exigirá altos custos com passagens e acomodação dos representantes do projeto. Águas de Lindóia, SP Apesar de jovem, o Projeto Marsupiais já recebe reconhecimento por ser um dos únicos no Brasil focado na conservação das diversas espécies de marsupiais. Ganha vida por meio de uma grande equipe de voluntários composta por biólogos, médicos veterinários, fotógrafos, jornalistas e também por você, que acompanha a iniciativa pelo site e mídias sociais. Contamos com a sua ajuda para levar as ações do Projeto Marsupiais à pessoas do Brasil inteiro no Congresso Brasileiro de Zoologia. Estamos lançando uma campanha que arrecadará fundos para viabilizar a viagem por meio de doações, aquisição de produtos e camisetas. Você pode acessar a aba doação no site do Instituto Últimos Refúgios, entrar em contato com o projeto pelas redes sociais ou ainda acessar o site da Ripple para adquirir as camisas do projeto. Acreditamos no poder do trabalho em equipe para transformar grandes objetivos em realidade. O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • Trabalho voluntário: exercício de cidadania e solidariedade

    Organizações sem fins lucrativos, como o Instituto Últimos Refúgios, ganham vida pelas mãos de diversas pessoas, dispostas a oferecer suas habilidades, ideias e experiências para realização de projetos ambiciosos, desenvolvidos com o intuito de transformar o mundo em um lugar melhor. O trabalho não remunerado é prova da gratificação pessoal de integrar iniciativas tão importantes à sociedade, além de excelente oportunidade para compartilhar ideias, desenvolver habilidades, conhecer pessoas e viver uma experiência profissional única. Neste contexto, a ONU (Organização das Nações Unidas) instituiu o 5 de dezembro como “Dia Internacional do Voluntário” para reconhecer a importância da prática. Disseminando ideais de altruísmo e proatividade, estabelece alguns objetivos como a mitigação de impactos ambientais e a garantia da sustentabilidade por meio da conscientização popular. O compromisso social promovido pela atividade também é responsável por assegurar o exercício da cidadania e valores como responsabilidade e solidariedade, provando-se como o melhor caminho de integração entre instituições e pessoas que desejam agir em prol de causas sociais, ambientais e outros segmentos. O Instituto Últimos Refúgios é grato pelos voluntários de diversas áreas que contribuem para tornar realidade sua missão: a sensibilização ambiental por meio da cultura e amor pela natureza. A organização recebe colaboração de médicos veterinários, essenciais ao cuidados dos animais resgatados pelo Projeto Marsupiais; advogados, que prestam consultoria jurídica ao Instituto; biólogos e jornalistas, responsáveis por levar ao público informações sobre a biodiversidade capixaba, além de diversos outros profissionais. O trabalho solidário praticado por amor é imprescindível à grandes realizações. O Instituto Últimos Refúgios agradece e parabeniza a dedicação de todos que doam seu tempo e disponibilidade à Instituição, tornando possível a realização de nossos projetos e iniciativas. O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • Atividade escolar leva alunos a conhecerem projetos de conservação do ES

    O conhecimento é fundamental na sensibilização à favor da preservação da natureza, principalmente quando promovido dentro do ambiente escolar. Neste contexto, seguindo a temática “Meio Ambiente e Biodiversidade”, turmas de sétimo ano da escola EMEF Serrana estão desenvolvendo seminários sobre diversos projetos de conservação do Espírito Santo, incentivados por iniciativa da bióloga e professora Cristina Zampa. Além do conteúdo tradicional presente na grade curricular da disciplina de ciências os trabalhos se estabelecem como uma maneira de instigar a interdisciplinaridade, fomentar o interesse das crianças pelo trabalho das organizações e engajá-las na luta pela preservação dos animais e da biodiversidade do estado. As orientações da atividade solicitavam as ações, objetivos, estratégias de conservação, atividades de educação ambiental e os animais estudados pelo seguintes projetos: Projeto Caiman: iniciativa voltada à pesquisa e conservação dos jacarés-de-papo-amarelo do Brasil; Projeto Chelonia mydas: responsável pelo monitoramento do impacto de poluentes sobre as tartarugas-marinhas brasileiras; Projeto Marsupiais: iniciativa do Instituto Últimos Refúgios focada na difusão científica, sensibilização e preservação dos marsupiais; Projeto Tamar: engajado na pesquisa e preservação das tartarugas marinhas; Projeto Pró-Tapir: responsável pelo monitoramento e conservação das antas na Mata Atlântica Capixaba; Projeto Harpia: trabalho de conservação e proteção das harpias, maiores aves de rapina brasileiras; Projeto Amigos da Jubarte: focado no turismo sustentável e preservação das baleias-jubarte no Espírito Santo; Herpeto Capixaba: projeto focado na pesquisa, difusão científica e conservação de répteis e anfíbios. Além das apresentações compostas por vídeos, cartazes e slides, outras metodologias de ensino foram utilizadas. O jogo educativo do ebook "O jacaré de papo amarelo: guia para educação ambiental" foi uma das contrapartidas, fazendo a alegria das crianças com sua dinâmica educativa e divertida. A proposta foi muito bem recebida pelas turmas. A professora, bastante engajada na formação de jovens mais conscientes e ativos em causas ambientais, confessa sentir-se orgulhosa ao observar interesse e dedicação no desenvolvimento dos trabalhos. Comenta ainda sobre a gratificação de desempenhar um bom papel como educadora ao atuar na quebra de paradigmas, influenciando olhar dos alunos sobre a relação com o meio ambiente. “A educação ambiental é um trabalho contínuo. Os resultados demoram, mas é possível observar o envolvimento dos alunos, que passam a participar mais das aulas, a levar reportagens que veem na TV ou internet sobre temas discutidos em sala e a compartilhar o interesse em observar de perto os animais estudados”, relata Cristina. Os projetos de conservação se estabelecem como ferramentas eficazes para introduzir jovens a este meio, estimulando novas perspectivas e o conhecimento sobre o trabalho de biólogos, veterinários, fotógrafos de natureza, educadores ambientais e demais profissionais envolvidos na causa ambiental. O importante é iniciar a sensibilização desde cedo, formando uma geração mais consciente e futuros líderes de iniciativas socioambientais. Fotos: Cristina Zampa O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • Desbravando novos refúgios: expedição à Reserva Águia Branca

    A produção do novo livro da Série Áreas Protegidas levou a equipe do Instituto Últimos Refúgios até o município de Vargem Alta na Reserva Águia Branca para uma verdadeira experiência de campo em meio a natureza. Localizada entre os parques estaduais de Forno Grande e Pedra Azul, a região é uma RPPN (Reserva Particular do Patrimônio Natural), área administrada por organizações privadas empenhadas na conservação ambiental. Propriedade do Grupo Águia Branca, a reserva é responsável por fazer o intercâmbio entre fragmentos florestais, consolidando-se como importante unidade de preservação da biodiversidade local. OBJETIVO Entre os dias 29 de outubro e 05 de novembro, o fotógrafo de natureza Leonardo Merçon, a coordenadora e bióloga Iasmin Macedo, o produtor Raphael Gaspar, os cinegrafistas Felipe Facini e Ilka Westermeyer, o assistente de fotografia Joarley Rodrigues, o guia de observação de aves Felipe Ventura e o guia e conhecedor das trilhas locais Ângelo Uliana, aventuraram-se nessa verdadeira jornada de contemplação e registro da fauna local. A expedição foi a primeira de busca e registro dos animais nativos que irão compor a obra “Últimos Refúgios: Do Parque de Pedra Azul ao Parque de Forno Grande”, que trará fotografias inéditas das Unidades de Conservação que formam o Corredor Ecológico, retratando as belezas, espécies locais e toda a conjuntura da sustentabilidade deste território. Além do trabalho fotográfico para a realização do livro, as filmagens imersivas e contemplativas da natureza local servirão para compor alguns dos futuros projetos audiovisuais do Instituto. Os bastidores também foram registrados para a criação de uma minissérie documental de making of do trabalho em campo, que abordará a beleza e as dificuldades da atividade. A EXPEDIÇÃO O planejamento começou muito antes do primeiro dia da expedição. A fim de assegurar o alcance de objetivos e expectativas, houve a elaboração de um cronograma para otimizar as oportunidades de registro dos animais e um estudo minucioso da região, com levantamento de áreas promissoras para exploração. Além disso, o processo exigiu fechamento de contratos, checklist de equipamentos fotográficos e de segurança e suprimento das necessidades básicas da equipe, como alimentação, transporte e alojamento. A coordenadora Iasmin Macedo estava ansiosa para sua primeira expedição em três anos no Instituto. “Minhas expectativas para viver uma experiência de campo com o Últimos Refúgios sempre foram altas. Diferente das atividades de levantamento e captura de animais em que já atuei como bióloga, o Últimos Refúgios trabalha com o levantamento fotográfico por meio do registro das espécies que encontra na natureza. É uma busca muito mais ativa, de desbravamento e descoberta, tornando a experiência de encontrar os animais muito mais surpreendente e emocionante”, relata Iasmin. O cronograma da equipe consistia em sair todos os dias logo pela manhã em busca de aves e à noite à procura de mamíferos com auxílio de uma câmera térmica, fundamental para encontrar animais em ambientes escuros. O equipamento atua na detecção de calor, evidenciando as cores quentes do sangue dos animais em contraste às cores frias da floresta. Desse modo, assim que alguma espécie era identificada, a equipe iluminava o local indicado com uma lanterna e fazia o registro, dessa vez com a câmera profissional. Apesar do planejamento, a imprevisibilidade da natureza deixava todos em estado de alerta, prontos para registrar quaisquer espécies que cruzassem o caminho. Em certa ocasião, uma preguiça foi avistada ao longe, no topo de uma árvore, enquanto secava seus pêlos após um banho de chuva. O momento não escapou das lentes do fotógrafo Leonardo Merçon, que ao identificar o animal, logo apressou-se para fazer o registro. A rotina foi intensa. Algumas das saídas desdobraram-se em longas horas madrugada adentro, com partida à 1 hora da manhã e retorno ao amanhecer. O clima instável apresentava frio pelas manhãs, sol ardente durante o dia e temperaturas ainda menores à noite, que chegaram a atingir 10°C. Além disso, pancadas repentinas de chuva dificultaram algumas atividades, atrasando o cronograma. A experiência impactou os membros da equipe de diferentes maneiras. O cinegrafista Felipe Facini fala sobre a realização pessoal e profissional de fazer parte deste trabalho: “Foi incrível. Participar de uma expedição ao lado de um fotógrafo contratado pela National Geographic (Leonardo Merçon), ter a oportunidade de desbravar uma região ainda pouco explorada do Espírito Santo documentando e apreciando os animais, com certeza foi uma experiência única e muito enriquecedora. Profissionalmente também foi muito inovador pelo uso da câmera térmica e da câmera com sensor de movimento, que permite o registro fotográfico de forma remota." O trabalho serviu como parâmetro para a organização das futuras expedições e também para entrosar a recém formada equipe de campo do Instituto Últimos Refúgios. Sem novos lançamentos desde 2015, o novo volume da Série Áreas Protegidas se estabelece como início de um novo ciclo, promovido pelo edital da lei de incentivo à cultura federal e o patrocinador Grupo Águia Branca. Para Leonardo Merçon, presidente do Instituto e um dos coordenadores do projeto, a expedição foi um grande sucesso: “Como fotógrafo de natureza, fiquei bastante satisfeito por encontrar neste primeiro campo tantas espécies incríveis. Tivemos a oportunidade de fotografar anfíbios, mamíferos e diversas espécies de aves, como a sanã-vermelha, saíra-víuva, tocava-cantadora, arapapá e tesourinha-da-mata, bastante comum nesta área. Com certeza será bastante promissor desenvolver este projeto na região entre Pedra Azul e Forno Grande, um dos locais mais ricos em biodiversidade do Espírito Santo e do Brasil." “O Instituto Últimos Refúgios continuará desbravando as riquezas da região em futuras expedições para retratá-las no 3º livro da Série Áreas Protegidas. Fique ligado em nosso site e redes sociais para acompanhar todas as novidades do projeto. O Livro "Últimos Refúgios: Do Parque Estadual de Pedra Azul ao Parque Estadual de Forno Grande" é uma realização do Instituto Últimos Refúgios e Ministério da Cultura, com apoio do IEMA e Reserva Águia Branca e patrocínio do Grupo Águia Branca. O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • Inovar para ajudar: de que maneira você pode ajudar uma ONG?

    Organizações independentes recebem apoio da comunidade de diversas formas: por meio de doações, ajuda financeira, trabalhos voluntários, divulgação de projetos/iniciativas e mesmo com um simples compartilhamento de conteúdo nas redes sociais. Diante de inúmeras possibilidades, há espaço para todos fazerem sua parte em prol de uma causa. É possível contribuir até com a alimentação da equipe. O ex-voluntário do Instituto Últimos Refúgios Augusto Cesar Brandão hoje mantém contato com o Instituto em uma parceria bem interessante. Dono da confeitaria artesanal Salú, em Jardim Camburi, faz semanalmente ao escritório a doação de alguns dos bolos que produz. Augusto teve a oportunidade de participar dos primeiros anos do Instituto Últimos Refúgios, quando apenas quatro pessoas trabalhavam em um local improvisado para transformar sonho em realidade. Durante dois anos, contribuiu no planejamento, gestão e controle de projetos, aplicando a experiência que adquiriu na diretoria de duas outras instituições: Vitória Blue Marlins e ABRAGES (Agência Brasileira de Gestão Social e Tecnologia). Por questões pessoais, afastou-se do Instituto, mas à distância continuou apoiando o crescimento da organização, como relata: “Admiro muito o trabalho do ‘Últimos Refúgios’ e a maneira com que desenvolve projetos e iniciativas. Apesar de ter me afastado para seguir outros caminhos, sei que toda ajuda é pouca. A doação dos bolos foi a maneira que encontrei de contribuir de alguma forma”. Augusto Brandão A atitude é exemplo de que, por meio da proatividade, qualquer um pode encontrar maneiras de incentivar organizações independentes e consequentemente, participar dos impactos que estas geram à sociedade. “A sociedade já deveria ser consciente dos impactos provocados à natureza. Como não o é, cabe a instituições como o ‘Últimos Refúgios’ atuar em prol de uma mudança de perspectivas. O Instituto promove a conscientização através da imagem. Logo, sem imagem, não há conscientização. Acredito que pequenas contribuições ajudam o Instituto a focar no que faz de melhor e colocar em prática seu objetivo principal”, completa Augusto. Se você deseja contribuir com o trabalho do Instituto Últimos Refúgios de sensibilização e preservação da natureza, basta entrar em contato e oferecer sua disponibilidade. Independentemente da área de atuação, tenha certeza de que sua ajuda será muito bem-vinda. Acreditamos no potencial de pequenas ações no desenvolvimento de grandes projetos. * Para apoiar o trabalho de Augusto você pode encomendar bolos na confeitaria Salu. O local fica na Av. Dr. Herwan Modenese Wanderley no bairro Jardim Camburi e aceita pedidos pelo Ifood e pelo número 999625-0970. Imagens: João Zanardo O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • Ilha do Frade recebe Clube de Observadores da Natureza

    Considerada uma das regiões mais nobres de Vitória, a Ilha do Frade reúne, além de casas luxuosas, uma vasta área verde repleta de aves, fauna silvestre e paisagens incríveis. Destacando-se como um verdadeiro contraste à caoticidade urbana, a pacata ilha foi o cenário ideal para um grupo bem seleto de amantes do meio ambiente. Na última semana, jovens alunos da EMEF Serrana realizaram mais uma saída do Clube de Observadores da Natureza, acompanhados pela professora Cristina Zampa e o coordenador do projeto João Zanardo. O local escolhido foi justamente a ilha localizada entre a Praça dos Namorados e a Praça dos Desejos, em Vitória. Paisagem Ilha do Frade A proposta foi conhecer um novo ambiente e, consequentemente, espécies diferentes daquelas avistadas nas saídas anteriores no município da Serra. O passeio ofertou a alguns alunos a oportunidade de visitarem a capital pela primeira vez, provando-se como uma experiência muito reveladora e diferente da rotina escolar. Integrando urbanização e natureza, a Ilha do Frade possui diversas praias e pequenas áreas verdes distribuídas por todo o bairro. A principal delas é a praça central, que contém um belo lago com patos, tartarugas e peixes, rodeado por árvores e áreas gramadas. O local é ideal para fotos e avistamento de espécies de animais. Os alunos se encantaram pela beleza do local logo na chegada. Conversavam animados apontando para todos os lados, identificando o que gostariam de registrar. Após se familiarizarem com o ambiente, receberam dos orientadores algumas informações sobre o local e dicas para aproveitarem ao máximo a atividade de observação. A pequena e charmosa ilha rendeu belos registros aos jovens desbravadores da natureza. O local é uma Área de Preservação Ambiental (APA), portanto, possui fauna e flora conservadas por lei. A natureza da região é encantadora. Da areia das praias pode-se vislumbrar a Praia de Camburi e uma das maiores elevações litorâneas da costa brasileira, o Mestre Álvaro. Fotografias de alunos A aluna Maria Regina, do 9º ano, relatou sua experiência neste 4º campo do projeto do Clube de Observadores da Natureza: “Para mim essa foi a melhor das excursões. Apesar das outras também terem sido bem legais, nós víamos animais mais comuns, como canários e abelhas. Já aqui, tivemos a oportunidade de registrar animais diferentes daqueles que vemos no nosso dia-a-dia, como tartarugas, minha parte preferida de hoje.” Quando questionada sobre o impacto do ‘Clube de Observadores’ nas atividades escolares, Maria comenta que considera a prática fundamental para o aprendizado. Além de ajudar a compreender a complexidade dos ecossistemas, fomenta o interesse pela disciplina e pela exploração da natureza. “Quando vou na casa dos meus avós adoro explorar o lugar em busca de animais, como aprendi a fazer no clube. Ciências é minha matéria preferida, e eu gosto muito de aprender sobre. Tanto que quero cursar biologia na faculdade”, confessa Maria. Maria Regina é apenas uma das alunas participantes do projeto. Encantada pela natureza, compartilha com colegas experiências e descrições de animais que avista durante viagens em família. A aluna simboliza o impacto que o Instituto Últimos Refúgios busca promover por meio da Educação Ambiental na sensibilização de futuras gerações. A atividade se estendeu por toda a manhã, com direito a um piquenique no gramado da praça onde todos puderam compartilhar seus registros fotográficos. À sombra dos coqueiros nas margens da praia, os alunos se despediram da Ilha levando consigo uma experiência inesquecível oferecida pela própria mãe natureza. O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • Professora inova para mostrar biodiversidade capixaba a seus alunos

    Cientes do papel fundamental que o contato com a natureza desempenha na formação de cidadãos mais conscientes e engajados na luta a favor da preservação, alguns exemplares professores estão desenvolvendo, aqui no Estado, iniciativas únicas de educação ambiental no âmbito escolar. É o caso de Cristina Zampa, voluntária do Instituto Últimos Refúgios e professora de ciências na escola EMEF Serrana, que trabalha ativamente promovendo o conhecimento sobre a natureza e atividades de educação ambiental com seus alunos. Cristina Zampa Cristina é a ponte que integra a escola à realização do Clube de Observadores da Natureza, projeto realizado pelo coordenador de Educação Ambiental do Instituto Últimos Refúgios, João Zanardo, que leva alunos a conhecerem e a fotografarem espécies de animais. Cristina e alunos em atividade do Clube de Observadores da Natureza Exímia incentivadora de atividades que promovem a integração de jovens ao meio ambiente, a professora conta que, desde criança, teve grande interesse pela natureza e pela vida silvestre e que cresceu em contato com ambientes naturais. "Minha família sempre teve o hábito de visitar praias, parques municipais, montanhas, chácaras cercadas por remanescentes de Mata Atlântica e até cultivar plantas ornamentais no jardim de casa. Esse contato com a natureza sempre me trouxe um enorme bem estar, despertando em mim o fascínio por animais e, posteriormente, a vontade de me tornar bióloga ou veterinária 'quando crescesse'”. O sonho de Cristina foi realizado. Formada em ciências biológicas, já atua como professora da rede pública há doze anos e busca sempre inspirar seus alunos com os registros de natureza que realiza nos parques e áreas naturais da Grande Vitória e com relatos das experiências que vive ao lado de amigos que trabalham ativamente em prol da preservação. Inspirada pelo trabalho do Instituto Últimos Refúgios e do Instituto Marcos Daniel que descobriu pelas mídias sociais, a professora aproveitou materiais produzidos pelas Instituições para incrementar as aulas e fugir do paradigma das atividades de educação ambiental que se repetem nas escolas. “Percebi que meus alunos conheciam mais sobre a fauna e flora da savana africana e dos biomas norte-americanos do que a biodiversidade do próprio estado. Comecei então a ensinar conteúdos básicos sobre ecologia. Passei vídeos de projetos de conservação, seminários e atividades de pesquisa sobre unidades de conservação do Espírito Santo. Trabalhamos com o e-book 'Jacaré-de-papo-de-anjo - guia para educação ambiental', visitamos e assistimos palestras no Centro Ecológico Caiman, fizemos leituras, usamos jogos didáticos sobre cadeias alimentares, pintamos máscaras de jacaré e aprendemos mais sobre a espécie." Atividade de pintura das máscaras de jacaré com alunos “Além disso, continuamos participando do Clube de Observadores da Natureza com o Instituto Últimos Refúgios, atividade que contribui muito para desenvolver nas crianças um olhar mais consciente. Até o final do ano letivo planejamos conhecer também o Projeto Tamar, Pró-Tapir, Projeto Marsupiais, o Herpeto Capixaba e o Amigos da Jubarte", complementa a professora Responsável por engajar e sensibilizar alunos, iniciativas como a de Cristina são fundamentais na aproximação entre sociedade e natureza. Defensora de que a escola é o ambiente ideal para o desenvolvimento de novas ideias, a professora acredita na educação como ferramenta de mudança, capaz de promover a sensibilização e a ocupação consciente de áreas preservadas. O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • Projeto Marsupiais realiza sua primeira ação de Educação Ambiental

    O Projeto Marsupiais realizou na última terça (22) sua primeira ação de Educação Ambiental, atividade que atua diretamente na formação de indivíduos mais conscientes e ativos na luta a favor da preservação da natureza. Visando fomentar o conhecimento sobre a fauna de marsupiais do Brasil e a sensibilização popular, o projeto investe agora na Educação Ambiental como mais uma forma de promover a conservação da espécie. O piloto da iniciativa contemplou alunos de 5ª série da escola EMEF Suzete Cuendet, localizada no bairro Maruípe em Vitória. A professora de ciências Patrícia Bastos Leonor foi a responsável pelo intercâmbio entre escola e projeto e, portanto, fundamental no processo de organização e realização da atividade. A idealização partiu da equipe composta por Iasmin Macedo, coordenadora do Projeto Marsupiais, João Pedro Zanardo, coordenador de Educação Ambiental do Instituto Últimos Refúgios e as voluntárias Karla Baptista, Caroline Reis e Marina Mello. Neste primeiro encontro, os alunos foram apresentados ao trabalho de preservação desenvolvido pelo Instituto Últimos Refúgios e pelo Projeto Marsupiais por meio de vídeos, imagens ilustrativas e da fala dos membros da equipe. O evento levou bastante conteúdo sobre marsupiais, principalmente gambás, já populares entre as crianças, explorando áreas de ocorrência no Brasil e no mundo, características de cada espécie e sua importância ecológica. A atividade contou até com um gambá taxidermizado (técnica de preservação de animais), que aguçou a curiosidade dos pequenos. As crianças foram muito receptivas. Interagiram, fizeram perguntas e demonstraram muito interesse para conhecer, aprender e participar da atividade. Algumas contribuíram com experiências que já tiveram com a espécie. Uma das alunas contou que já havia presenciado o resgate de um gambá em sua casa e relatou o ocorrido para os colegas de turma. A dinâmica da aula foi de ruptura da rotina escolar, proporcionando um aprendizado prático, diferenciado e super interativo. Além disso, serviu como parâmetro para as próximas atividades de Educação Ambiental do projeto, contribuindo na realização de ajustes e aprimoramentos. A ação educativa promoveu não só o conhecimento e a importância da preservação como também um ambiente de interação e troca de vivências, imprescindível na sensibilização de crianças e jovens e em seu desenvolvimento como defensores da natureza. O Projeto Marsupiais planeja investir cada vez mais no desenvolvimento da Educação Ambiental como ferramenta de difusão científica e de sensibilização, objetivando sempre reiterar a importância da preservação da espécie e de seus habitats. O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • Últimos Refúgios inicia produção do 3º livro da Série Áreas Protegidas

    A Região Serrana Central do Espírito Santo se prepara para receber um importante projeto voltado para conservação da Mata Atlântica: o terceiro volume da Série Áreas Protegidas. Idealizado pelo Instituto Últimos Refúgios, a obra dará visibilidade à unidade de conservação do Corredor Ecológico que liga o Parque de Pedra Azul ao Parque de Forno Grande, retratando as belezas locais e espécies nativas da região compreendida entre os municípios de Domingos Martins, Vargem Alta e Castelo. LIVRO Trazendo fotografias inéditas, o livro “Últimos Refúgios: Do Parque de Pedra Azul ao Parque de Forno Grande” oferecerá uma verdadeira experiência de descoberta e conhecimento das espécies nativas da Mata Atlântica capixaba, um dos ecossistemas mais ameaçados do planeta. Tucano-de-bico-verde (Ramphastos dicolorus) fotografado em Pedra Azul, Espírito Santo "As pessoas só protegem o que sabem que existe". Neste sentido, o livro buscará aproximar pessoas da natureza por meio da difusão científica aliada à cultura, com enfoque na fotografia artística e ao design gráfico. Apresentará as riquezas naturais do estado com imagens artísticas e contemplativas, identificação de espécies e textos informativos sobre a Mata Atlântica do corredor. Pedra Azul A obra será bilíngue (português e inglês), terá impressão em cores, capa dura e acabamento em costura, com tiragem de 1.000 exemplares. Também será disponibilizada online em uma versão para deficientes visuais em formato Daisy (audiodescrição/narração). RELEVÂNCIA O Corredor Ecológico Parque Azul - Forno Grande é um importante remanescente da Floresta Atlântica capixaba, bastante impactada por ações antrópicas. Promovendo a conservação do bioma em frentes variadas, o Instituto Últimos Refúgios acredita que pode contribuir com a sociedade na tomada de decisões sobre o meio ambiente. Dessa forma, o projeto de livro tem como objetivo estimular a produção e a divulgação do conhecimento tanto para pesquisadores quanto para o público não especializado, a exemplo das comunidades locais. Por meio de ações educativas voltadas a difusão e popularização do conhecimento sobre áreas naturais, o projeto contribuirá para a capacitação de educadores, técnicos, gestores ambientais e lideranças comunitárias, estimulando o interesse pelo estudo da biodiversidade e pelo uso do conhecimento científico como ferramenta para a conservação da natureza. Paisagem do Parque Estadual Pedra Azul HISTÓRICO As obras produzidas pelo Instituto Últimos Refúgios são de caráter artístico/cultural. Todo o processo de concepção e execução é desenvolvido a partir de conceitos voltados para criar uma narrativa visual que oferte à leitores e espectadores uma experiência interativa com a obra. Portanto, oferecem ao público uma noção clara sobre a situação social, cultural, ambiental e econômica em voga nas regiões desbravadas e mapeadas. Em 9 anos de história, o Instituto Últimos Refúgios mantém uma rede multiprofissional de videomakers, fotógrafos, produtores, comunicadores, designers, artistas e biólogos que trabalham em prol da sustentabilidade por meio da difusão de produtos culturais O instituto dedica-se ao incentivo à sustentabilidade, criando e difundindo produtos culturais. Atualmente, conta com 7 livros publicados e 5 documentários lançados, além de séries para internet e TV. O Livro "Últimos Refúgios: Do Parque Estadual de Pedra Azul ao Parque Estadual de Forno Grande" é uma realização do Instituto Últimos Refúgios e Ministério da Cultura, com apoio do IEMA e Reserva Águia Branca e patrocínio do Grupo Águia Branca. O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • Ação de limpeza de praias é promovida no Dia Mundial das Aves Migratórias

    No Dia Mundial das Aves Migratórias (World Migratory Bird Day), celebrado no último sábado (12), ocorreu mais uma ação de limpeza na Praia de Camburi em Vitória. Centenas de ações foram organizadas ao redor do mundo por entusiastas e ambientalistas, coordenadas pela Environment for the Americas, instituição sem fins lucrativos de abrangência continental que trabalha a favor da conscientização e conservação das aves, incentivando pessoas de todas as idades a atuarem em prol da causa. O foco deste ano foi promover a reflexão sobre o mal causado pelo homem às aves e à natureza com a poluição e o descarte incorreto de materiais sólidos, como o plástico, um dos principais vilões do meio ambiente, da fauna marinha e de animais típicos do litoral. Estudo divulgado pela WWF afirma que nove a cada dez aves marinhas possuem plástico no estômago, ingerido involuntariamente por meio da ingestão de peixes e outros animais que também sofrem com o problema ou por engano, ao confundirem resíduos que boiam no oceano com alimento. Neste sentido, a discussão acerca dos impactos que a poluição gera aos litorais e aves marinhas foi o contexto que pautou a iniciativa. A pequena ação realizada na Praia de Camburi reuniu voluntários engajados neste ato de defesa das aves. O evento resultou na coleta de mais de 25 kg de plástico e outros resíduos e até de um pneu de trator encontrado em meio à areia da praia. Assim como em outras ações apoiadas e/ou organizadas pelo Últimos Refúgios, todo o lixo coletado deu forma a um “animal de lixo”. O animal da vez foi a ave migratória trinta-reis, bastante comum ao longo de toda a costa brasileira. Iniciativas de limpeza das praias são promovidas durante todo o ano por diversas organizações, órgãos públicos e voluntários engajados na defesa da natureza. Idealizados como uma forma de promover a mudança de hábitos insustentáveis, como o uso indiscriminado do plástico, as ações unem pessoas e incentivam a reflexão sobre a irresponsabilidade com o meio ambiente. Fotos: Leonardo Merçon O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • Últimos Refúgios marca presença na 11ª edição da SEBIVIX UFES

    A Semana de Biologia da UFES é um evento anual organizado por alunos e professores que oferta minicursos, palestras, oficinas, exposições e diversas outras atividades relacionadas ao curso de ciências biológicas. A 11ª edição abordou ao longo desta semana o tema “Ciência, Sociedade e Ambiente”, que promoveu discussões sobre a importância da conservação da biodiversidade, da educação ambiental e da popularização do conhecimento científico, reiterando o papel de atuação dos biólogos na sociedade. As palestras discutiram temas atuais relacionados ao meio ambiente, com a autoridade de pesquisadores de referência na área de biologia, ecologia e natureza. A edição de 2019 trouxe como diferencial o “Conheça!”, parte do evento dedicada exclusivamente à divulgação científica e aos projetos de conservação e pesquisa do Espírito Santo. O segmento ocorreu paralelamente às outras atividades do evento em uma área aberta para visitação que reuniu diversas organizações dispostas a compartilharem seu trabalho. O Últimos Refúgios marcou presença no Conheça! com o coordenador de educação ambiental João Zanardo, que apresentou aos visitantes os projetos e trabalhos desenvolvidos pelo Instituto. O stand contou com banners informativos e a exposição de materiais produzidos pelo UR, como o livro de fotografias sobre a Reserva Biológica de Sooretama e o exemplar de Biodiversidade no Espírito Santo. Dois destes exemplares foram sorteados ao final do evento, no auditório principal, além de três DVDs do documentário sobre a Reserva Biológica de Duas Bocas, como incentivo à divulgação das principais áreas de atuação do UR: o trabalho audiovisual e de fotografia de natureza. O Projeto Caiman, parceiro do Últimos Refúgios que atua na pesquisa e conservação de jacarés no Brasil, também exibiu trabalhos e divulgou iniciativas de educação ambiental e de desenvolvimento de pesquisas relativas à espécie. Desenvolvido com o objetivo de integrar o ambiente acadêmico à sociedade, o evento cumpriu a proposta de discutir questões ambientais e os impactos do homem à natureza, destacando temas atuais e reconhecendo os projetos de conservação como iniciativas imprescindíveis à sociedade e à natureza. Fotos: Henrique do Carmo Medeiros (fotógrafo da 11ª SEBIVIX) e Eduarda Villar (voluntária) O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

  • Cardume de raias compõe fotografia icônica da Baía de Vitória

    Imagine que você resolve sair de casa para dar um mergulho solo no mar e depois, quando chega em casa, descobre na internet que na verdade teve a companhia de dezenas de raias. Não sabemos a identidade do nadador, mas se este foi o seu caso, saiba que a descoberta só foi possível por meio de um belo registro fotográfico. Um belíssimo cardume de raias foi flagrado na Baía de Vitória pelas lentes do fotógrafo de natureza Leonardo Merçon. A gravação realizada com drone capturou o exato momento que um homem nadava tranquilamente em alto mar rodeado pelos peixes. Ciente dos relatos que indicavam a presença de raias na região, Leonardo, como exímio apreciador da natureza, não perdeu tempo. Precisava ver com os próprios olhos o cenário que ilustrou a icônica imagem. Embora o nadador desconhecido não tenha percebido a majestosidade do fenômeno, o clique do fotógrafo eternizou o momento. A beleza da cena repercutiu nos veículos de comunicação. A revista National Geographic, referência internacional em ciência, tecnologia, história e meio ambiente e renomada pelo trabalho audiovisual e fotográfico, publicou a fotografia na edição de outubro de 2019. O portal de notícias G1 também deu destaque à imagem, em uma matéria noticiando o ocorrido com comentários de Leonardo sobre a espécie e o atual panorama de preservação da fauna marinha. Você pode conferi-la clicando aqui. Veículos de notícias também trouxeram algumas informações sobre cardumes que compõem a paisagem da Área de Proteção Ambiental da Baía das Tartarugas, em Vitória. As raias-gavião-do-mar (Rhinoptera bonasus), que ilustram a fotografia, são caracterizadas por serem inofensivas e nadarem sempre próximas à superfície, facilitando seu registro e visualização. As raias já são consagradas como ilustres visitantes do litoral do Espírito Santo. Todos os anos, entre os meses de junho e julho, centenas de indivíduos são avistados nas praias da Grande Vitória, onde encontram alimento e condições ideais para reprodução. Por preferirem águas quentes e rasas, as raias são vítimas recorrentes de ações antrópicas, principalmente da pesca predatória. A atividade captura filhotes e impede que fêmeas em período reprodutivo atinjam a maturidade, resultando no declínio das taxas de natalidade e no desequilíbrio populacional da espécie. A dieta variada, principalmente de crustáceos e moluscos, faz destes peixes fortes bioindicadores da qualidade do ambiente. Desempenhando papel fundamental no equilíbrio ecológico e na biologia marinha, compõem cenários como o da fotografia aqui citada, transmitindo todo o encanto de nossas paisagens naturais. O Instituto Últimos Refúgios trabalha ativamente no monitoramento dessa e de outras espécies, atuando no diálogo com a sociedade e na sensibilização ambiental por meio da cultura. Desse modo, a ONG sustenta a arte como uma poderosa ferramenta de mudança, capaz de transmitir à sociedade o esplendor da natureza e a importância da preservação. Incrível, não é? Para apreciar mais imagens deste fenômeno belíssimo você pode conferir o vídeo em nosso canal do Youtube: O Instituto Últimos Refúgios é uma organização sem fins lucrativos na qual os participantes são voluntários e precisa de recursos para financiar as suas atividades. Se gosta de nosso trabalho e quer que ele continue, saiba como colaborar clicando na imagem abaixo ou no link: PARTICIPE. "Inspirando pessoas, promovemos mudanças!" Também acompanhe o Instituto Últimos Refúgios nas mídias sociais.

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