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Caça de jacarés: Projeto Caiman aborda problema de saúde pública em reportagem do ESTV

Mesmo criminalizada, a caça ainda se destaca como grande problema ambiental no Espírito Santo. Esta é a realidade vivida pelos jacarés-de-papo-amarelo, espécie ameaçada de extinção e protagonista da luta contra caçadores no estado.


Jacaré-de-papo-amarelo. Foto: Leonardo Merçon


A reportagem do ESTV - 2ª edição, exibida na última quarta-feira (24), mostra o trabalho do Projeto Caiman para garantir a sobrevivência destes animais na natureza. Além de combater a prática criminosa, a iniciativa do Instituto Marcos Daniel desenvolve atividades de educação ambiental, pesquisa e difusão científica sobre os jacarés-de-papo-amarelo da Mata Atlântica brasileira.


Na matéria, vemos entrevistas com Yhuri Nóbrega, coordenador do Projeto Caiman, e o pesquisador Gabriel Dias. Os profissionais explicam o principal método empregado por caçadores na captura dos jacarés, as famosas “armadilhas de engasgo”. Confeccionadas com anzóis e pedaços de carne, a isca causa ferimentos internos graves e, na grande maioria dos casos, a morte dos animais.


Entrevistas com Yhuri Nóbrega e Gabriel Dias

As imagens são do Instituto Últimos Refúgios, em ação que acompanhou o resgate de um jacaré capturado pela armadilha. O vídeo completo virou episódio do Programa Últimos Refúgios na TV Ambiental, que acompanha o trabalho da equipe para salvamento do animal.



CAÇA DE JACARÉS

A caça, com exceção da praticada por subsistência ou questões científicas, é proibida em todo o território brasileiro. Além do impacto ecológico, incentiva a comercialização e consumo impróprio da carne de animais silvestres, como os jacarés.


A ingestão sem inspeção sanitária pode provocar grande mal-estar, doenças infecciosas graves e até levar à morte. A problemática, além do viés ecológico e ambiental, prova-se questão de saúde pública, e foi tema dos pesquisadores do Projeto Caiman em artigo científico publicado em revistas internacionais.


O jacaré-do-papo-amarelo exerce papel fundamental no equilíbrio ecológico e na manutenção de habitats naturais. No Espírito Santo, a espécie é protegida pelo Projeto Caiman, que já resgatou mais de 1000 animais ao longo de sete anos de história. A iniciativa defende a espécie como símbolo da Mata Atlântica, da biodiversidade capixaba e da luta pela conservação da natureza.


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